Primeiro trailer da continuação de Os Penetras mostra o que o público pode esperar
A Universal divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia nacional “Os Penetras: Quem Dá Mais?”, que deixa claro o que o público pode esperar: quedas de pastelão, piadas que eram velhas antes do elenco nascer, muita bebedeira e, claro, palavrões – apelação que sempre faz crianças rirem. A continuação traz de volta os protagonistas do primeiro longa. Além dos penetras do título, os comediantes televisivos Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch, isto também inclui Stepan Nercessian, a russa Elena Sopova e Mariana Ximenes, atriz que pode ser vista em nada menos que sete filmes em 2016! Entre as novidades do elenco, destaca-se Danton Mello, em seu sexto besteirol consecutivo. A direção é novamente de Andrucha Waddington, que antes de aderir à onda besteirol que corrói o cinema brasileiro, tinha uma carreira promissora, com dramas premiados em festivais internacionais. A estreia está marcada para 3 de novembro.
Kristen Stewart revela surpresa por ter ficado de fora de O Caçador e a Rainha do Gelo
A ausência de Kristen Stewart em “O Caçador e a Rainha do Gelo” causou estranheza entre os fãs e gerou muitas especulações. Durante sua participação no Festival de Cannes, a própria atriz revelou sua surpresa com a decisão da Universal Pictures. Estrela de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), ela contou, em entrevista para a revista Variety, que nem sequer sabia que o estúdio estava fazendo a continuação. Vale lembrar, claro, que a atriz se envolveu com Rupert Sanders, diretor do primeiro filme, num caso polêmico de bastidores, que alimentou o machismo de Hollywood. Tanto que, a princípio, a Universal dispensou a atriz e confirmou o diretor na continuação, só voltando atrás após a reação negativa da opinião pública. Ao final, nenhum dos dois participou de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. Kristen contou que, a princípio, discutiu a sequência e chegou a receber alguns roteiros, que contariam a continuação da história de Branca de Neve. “Eu li alguns roteiros. Nenhum deles era bom. E eu tive uma reunião com a Universal sobre os rumos que a história poderia tomar”, explicou a atriz. “Não fui expulsa do filme porque tive problemas. Conversamos por meses e tentamos fazer as coisas funcionarem, mas nunca deu certo.” Aparentemente, porém, a Universal não se empenhou muito para motivá-la. Afinal, deu sinal verde para uma produção sem a presença da sua personagem. E que Kristen só soube que estava sendo feita pela imprensa. Ela assume que não gostou de saber da produção dessa forma. “Eu pensei: ‘OK, tudo bem. Nós não nos falávamos há um bom tempo, mas eu não sabia que tínhamos rompido”, criticou a atriz, que ainda considerou, após o episódio, fazer uma participação especial no filme. Mas nem isso aconteceu. “Agora eu penso: ‘Obrigada, meu Deus'”, ela ironizou, referindo-se ao fracasso da produção, que acumulou críticas negativas e péssimas bilheterias no mundo inteiro. Kristen está no Festival de Cannes participando da première de dois filmes: “Café Society”, de Woody Allen, que abriu o festival na noite desta quarta-feira, e “Personal Shopper”, longa de Olivier Assayas que disputa a competição pela Palma de Ouro.
Diretor de Os Miseráveis vai filmar o musical Cats
O diretor Tom Hooper (“A Garota Dinamarquesa”) vai voltar a dirigir um grande sucesso musical da Broadway. Responsável pela bem-sucedida adaptação de “Os Miseráveis” (2012), ele comandará a seguir a versão de cinema de “Cats” para a Universal Pictures. A informação é do site da revista Variety. Composto por Andrew Lloyd Webber a partir da coleção de poemas escritas por T.S. Eliot, “Cats” conta a história dos gatos jellicle (palavra que só eles sabem o seu significado), que se reúnem uma vez ao ano para decidir quem deve ir para um lugar melhor. O espetáculo estreou no West End londrino em 1981 e teve longa temporada de sucesso na Broadway, entre 1987 e 2006. Antes da confirmação, quando o tabloide inglês The Sun antecipou que Hooper negociava dirigir “Cats”, o rumor era que o filme seria estrelado pela modelo-atriz Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Não há previsão para o começo da produção ou sua data de estreia.
Mogli lidera bilheterias dos EUA pela terceira semana seguida
Como “Capitão América: Guerra Civil” só chega aos EUA no próximo fim de semana, “Mogli, O Menino Lobo” não teve dificuldades em manter a liderança do ranking doméstico pela terceira semana consecutiva, rendendo mais US$ 42,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 250 milhões após 17 dias em cartaz. O desempenho já coloca a produção da Disney como a quarta maior bilheteria da América do Norte em 2016. Todos os demais filmes em cartaz renderam menos de US$ 10 milhões, inclusive o 2º lugar, “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que se agarrou na posição pelo segundo fim de semana. O fato de estar bem posicionado, porém, não disfarça seu fracasso comercial. Em 10 dias, a superprodução orçada em US$ 110 milhões rendeu apenas US$ 33,9 milhões nos EUA, resultado que, ironicamente, sinaliza uma vitória pessoal de Kristen Stewart, que não participou da continuação (como Branca de Neve) por decisão do estúdio Universal. As três estreias da semana tiveram arrecadação pífia. A comédia “Keanu” foi a mais bem rankeada, em 3º lugar com quase a mesma arrecadação da fábula desencantada. Sem previsão de lançamento no Brasil, o filme explora o sucesso televisivo da dupla de humoristas Keegan-Michael Key e Jordan Peele numa história policial sobre um gato roubado. A crítica americana achou engraçado o suficiente para render 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os lançamentos restantes, porém, foi eviscerados. Em 4º lugar, “O Maior Amor do Mundo” é a terceira comédia romântica consecutiva do diretor Garry Marshall passada numa data comemorativa – os títulos originais são bem claros, embora os tradutores brasileiros tentem disfarçar o truque. Acontece que, a não ser para os edipianos, não há nada muito romântico no Dia das Mães, a data que justifica o amontado de histórias paralelas da ocasião, e nem a participação de estrelas do calibre de Julia Roberts, Jennifer Aniston e Kate Hudson impediram o linchamento crítico – apenas 8% de aprovação. Ironicamente, a pior estreia nem se deu tão mal. Afinal, “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” devia sair direto em vídeo. Conseguiu embolsar US$ 4,8 milhões e ainda apareceu no Top 10. Um feito para uma animação made in Hong Kong, que explora personagens de videogame e tem direção do responsável pelo abismal “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” (2010). Para completar, ainda foi melhor avaliada que o filme estrelado pela atriz e o diretor de “Uma Linda Mulher” (1990), com 18% no Rotten Tomatoes. Tanto “O Maior Amor do Mundo” quanto “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” estreiam no Brasil na quinta-feira (5/5). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 42,4 milhões Total EUA: US$ 252 milhões Total Mundo: US$ 684,7 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 9,39 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 130,9 milhões 3. Keanu Fim de semana: US$ 9,35 milhões Total EUA: US$ 9,3 milhões Total Mundo: US$ 9,3 milhões 4. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 8,3 milhões Total Mundo: US$ 8,3 milhões 5. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 44,7 milhões Total Mundo: US$ 44,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 323,5 milhões Total Mundo: US$ 931,4 milhões 7. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 56,1 milhões Total Mundo: US$ 67 milhões 9. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 325,1 milhões Total Mundo: US$ 862,9 milhões 10. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 13,4 milhões
Conglomerado da Universal compra a DreamWorks Animation
O estúdio DreamWorks Animation, responsável por animações como “Shrek” (2001), “Kung Fu Panda” (2008) e “Como Treinar O Seu Dragão” (2010), aceitou uma proposta de compra da empresa Comcast, dona da rede NBC e do estúdios Universal, de US$ 4,1 bilhões (ou 3,8 bilhões, descontados débitos pendentes), informou a revista Variety. Assim que a negociação for finalizada, a empresa será integrada ao grupo de cinema da Universal, que já conta com um parceiro na área da animação, a Illumination Entertainment, responsável por “Meu Malvado Favorito” (2010), “Minions” (2015) e o vindouro “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, que estreia em 25 de agosto. O acordo prevê a manutenção da marca DreamWorks Animation – que desde 2004 é uma entidade independente e separada do estúdio DreamWorks, de Steven Spielberg – , num acordo similar ao da incorporação da Pixar pela Disney. A ideia é aproveitar as franquias animadas da companhia para rivalizar com a Disney no mercado de longas animados, séries e parques temáticos. A operação já está acertada entre Jeffrey Katzenberg, CEO da DreamWorks Animation, e os sócios majoritários da Comcast, mas a complexidade da negociação levará até o fim do ano para ser totalmente concluída e aprovada pela entidade regulamentadora dos EUA. Caso o acordo enfrente dificuldades insanáveis, há uma pesada multa prevista para ambas as partes. Katzenberg permanecerá à frente da nova empresa resultante da aquisição, que se chamará DreamWorks New Media, e ainda integrará o grupo de executivos da rede NBCUniversal. Em comunicado para seus funcionários, ele comemorou o negócio. “Este não foi um acordo que precisávamos fazer, mas é o tipo de negócio que eu sempre esperei um dia encontrar. Não só estamos passando o bastão para uma empresa que entende e valoriza a nossa marca, mas também para quem vai nutrir e fazer crescer nossos negócios, que finalmente poderão atingir o seu pleno potencial.” O próximo lançamento da DreamWorks Animation é a animação “Trolls”, que pode lançar uma nova franquia. A estreia está prevista para 3 de novembro no Brasil.
O Caçador e a Rainha do Gelo é um desperdício de talento e dinheiro
Às vezes, os bastidores de uma produção são muito mais interessantes do que o resultado das filmagens. É o caso de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, tanto um prólogo quanto uma sequência de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme que já tinha dado o que falar devido ao relacionamento indiscreto entre a protagonista Kristen Stewart e o diretor Rupert Sanders. Os dois foram barrados na sequência. Mas até Charlize Theron, que viveu a bruxa malvada de visual arrasador do longa original, esteve prestes a desistir do projeto, após descobrir que o salário de Chris Hemsworth, intérprete do Caçador, era maior do que o dela. Só aceitou filmar por cachê igual. Ainda que apareça menos do que Hemsworth, a atriz sul-africana recebeu os mesmos US$ 10 milhões. E, no final, é uma das poucas coisas que se salvam na produção. A má vontade também se estendeu a Jessica Chastain, que não ficou muito satisfeita em ter que integrar o elenco dessa produção destinada ao fracasso. Ela foi contratualmente obrigada, como parte do acordo com a Universal para viver a vilã de “A Colina Escarlate”. E acabou encarando um papel de guerreira genérica nessa curiosa fantasia torta, que tem uma trama até mais inventiva do que a do primeiro filme, mas que se perde muito sob a fraca direção do novato Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos especiais do longa original. O filme começa apresentando as duas irmãs bruxas vividas por Charlize Theron e Emily Blunt. A primeira tinha domínio de magia negra e era essencialmente má, enquanto a segunda era apenas uma mulher apaixonada por um plebeu, até uma tragédia ativar seus poderes congelantes. A história acaba destacando mais a personagem de Blunt, que viaja para o norte, onde se torna a imperatriz perversa de uma terra gelada. Neste lugar sem calor, ela decreta que o amor é proibido, porque aprendeu que a paixão faz mal para o coração. Mesmo assim, é neste cenário frígido que brota o amor entre dois caçadores de sua tropa, Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Ironicamente, esta representação do ódio e do mal, exacerbada em ambas as irmãs, acaba servindo para demonstrar como a animação da Disney “Frozen – Uma Aventura Congelante” foi transgressora, utilizando o amor em vez da raiva como motivação da aventura das irmãs. No filme da Universal, as personagens são cheias de traumas e rancores… e chatice. Com personagens fracas, a produção tosca (mas milionária) tenta embalar o filme na base das reviravoltas, como o evento que marca o fim de seu prelúdio e os inimigos que aparecem pelo caminho dos heróis. Além disso, a trama busca se reforçar com as piadinhas dos dois anões Nion e Griff, que servem de alívio cômico – muito mais eficientes do que as falas supostamente engraçadas de Eric, o Caçador. Mas nada funciona. A ponto de situações trágicas inspirarem apenas tédio. Um tédio que cresce na mesma medida em que a trama perde seu rumo. Nem a presença de cena excepcional de Charlize Theron, como a bruxa má que retorna dos mortos, no último ato, consegue impedir o derretimento dos milhões de dólares despejados em “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O resultado é um monumental desperdício de dinheiro, repleto de efeitos e atores caros, que custou uma fábula para parecer uma fábula. E, mesmo assim, não consegue disfarçar a enorme ausência de Kristen Stewart no papel de Branca de Neve. Os motivos que levaram a atriz a ser descartada na sequência renderiam um filme, por sinal bem melhor, em que não faltaria a analogia sobre o moral(ismo) da história.
Bilheterias: O Caçador e a Rainha do Gelo decepciona e Mogli mantém 1º lugar nos EUA
A produção da Disney “Mogli, o Menino Lobo” não teve dificuldades em se manter em 1º lugar nas bilheterias dos EUA, faturando três vezes mais que seu principal desafiante, o lançamento de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. A batalha entre as fábulas foi definida de forma inequívoca. Enquanto “Mogli” rendeu US$ 60 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz, a fantasia da Universal Pictures abriu com US$ 20 milhões em sua estreia, um desastre para uma produção orçada em US$ 115 milhões. Vale lembrar que esse filme é continuação de “Branca de Neve e o Caçador”, que fez US$ 56 milhões em seu fim de semana inaugural em 2012. O público, aparentemente, não aprovou a estratégia da Universal de tirar da história a Branca de Neve, vivida por Kristen Stewart. E nem a crítica, que considerou o longa “podre”, com apenas 17% de opiniões favoráveis no balanço do site Rotten Tomatoes. A implosão também deixou claro que o apelo de Chris Hemsworth limita-se ao papel de Thor. Fora da Marvel, nenhum dos filmes que ele protagonizou fez sucesso comercial. A lista inclui “Rush: No Limite da Emoção” (2013), “Hacker” (2015) e “No Coração do Mar” (2015). Quanto à “Branca de Neve e o Caçador”, seu papel era de coadjuvante para a estrela Kristen Stewart. O prejuízo da Universal só não é insanável porque o mercado internacional compensou, ajudando a produção a atingir US$ 100 milhões mundialmente. Enquanto isso, “Mogli” já superou, em dez dias, US$ 500 milhões mundiais, consagrando-se como um fenômeno de popularidade. Outras marcas mundiais imponentes também foram obtidas por “Batman vs. Superman”, que superou os US$ 850 milhões, e “Zootopia”, ao chegar aos US$ 900 milhões na liderança do ranking de 2016. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 191,4 milhões Total Mundo: US$ 528,4 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 100,2 milhões 3. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 36 milhões 4. Zootopia Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 316,4 milhões Total Mundo: US$ 907,1 milhões 5. A Chefa Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 57,7 milhões 6. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 851,6 milhões 7. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 8. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 55,3 milhões Total Mundo: US$ 82 milhões 9. Compadres Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 1,3 milhão Total Mundo: US$ 1,3 milhão 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 14,9 milhões Total Mundo: US$ 14,9 milhões
Criador de South Park vai dublar o supervilão de Meu Malvado Favorito 3
O cineasta Trey Parker, mais conhecido como um dos criadores da série animada “South Park”, entrou no elenco de dubladores do terceiro filme da franquia “Meu Malvado Favorito”. O anúncio foi feito pelo estúdio Universal Pictures durante o CinemaCon, evento voltado aos exibidores de cinema, em Las Vegas. Parker, que na série animada faz a voz de Cartman, dublará o vilão de “Meu Malvado Favorito 3”. Chamado Balthazar Bratt, o personagem é um ex-astro infantil que se torna um supervilão devido ao cancelamento abrupto de sua série de TV, quando ele atingiu a puberdade. Com um visual “claramente preso aos anos 1980”, de acordo com a definição do estúdio, ele vai procurar se vingar daqueles que o traíram buscando a dominação mundial. A produção marcará o primeiro trabalho de Parker como dublador de um personagem criado por outra pessoa. No filme animado, ele vai contracenar com Steve Carell, que voltará ao papel de Gru e ainda fará um personagem novo, Dru, o irmão gêmeo perdido do malvado favorito das crianças. Dru é exatamente como Gru, mas com cabelo. O personagem também se vestirá inteiramente de branco, em contraste com Gru, que só usa preto. A estreia de “Meu Malvado Favorito 3” foi marcada para 29 de junho de 2017 nos EUA.
Série Battlestar Galactica vai virar filme
A versão cinematográfica da série “Battlestar Galactica” vai finalmente sair do papel. Anunciado ainda em 2009, o projeto só agora definiu seus produtores. O estúdio Universal Pictures contratou Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Scott Stuber (“Ted 2”) para transformar a série numa franquia cinematográfica, informou o site The Hollywood Reporter. Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. Desde então, o estúdio descartou o roteiro de John Orloff (“A Lenda dos Guardiões”) e, em 2014, contratou Jack Paglen para escrever uma nova trama. Plagen escreveu o bisonho “Transcendence: A Revolução” (2014) e é um dos responsáveis por – medo – “Alien: Covenant”, a continuação de “Prometheus” (2012). Desta vez, a Universal não explicou se filme continuará focado na trama original, criada por Glen A. Larson, ou no remake de Ronald D. Moore, que mudou o sexo de vários personagens, além de ter alterado a origem dos vilões Cylons, que não seriam mais alienígenas, mas robôs rebelados capazes inclusive de parecer humanos. Enquanto a primeira versão tinha sua gênese associada ao sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), a nova também sofreu influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). Ainda não há cronograma para o início da produção.
Charlize Theron negocia viver a vilã de Velozes e Furiosos 8
A atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) está em negociações para se juntar ao elenco do oitavo filme da franquia “Velozes e Furiosos”. De acordo com o site da revista Variety, ela está cotada para viver a vilã principal do filme. Caso a negociação se confirme, ela se tornará a primeira primeira mulher a desafiar Dominic Toretto (Vin Diesel) e sua gangue motorizada. Em seu próximo filme, Charlize Theron também será vista como vilã, retomando o papel da Rainha Ravenna em “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que estreia em 28 de abril no Brasil. “Velozes e Furiosos 8” pode ser o mais internacional dos filmes da franquia, com previsão para filmagens na Islândia, em Cuba e até na Rússia. Anteriormente, a franquia já havia ido ao Japão, ao Brasil, à Inglaterra e aos Emirados Árabes, mostrando sua predileção por locações internacionais e excitantes, mas nunca se locomoveu para mais de três países simultaneamente. A sequência será dirigida por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton – A História do NWA”) e deve voltar a reunir todo o elenco de “Velozes & Furiosos 7”, menos, obviamente, Paul Walker, que faleceu em meio à produção. A estreia está marcada para 14 de abril de 2017.
Johnny Depp vai estrelar remake de O Homem Invisível
O ator Johnny Depp (“Aliança do Crime”) foi contratado pela Universal Pictures para estrelar o remake/reboot da franquia de terror “O Homem Invisível”, informou o site The Hollywood Reporter. Adaptação do romance homônimo, escrito por H.G. Wells em 1897, a trama clássica gira em torno de um cientista que descobre uma fórmula para ficar invisível, mas isso o torna paranoico e acaba transformando-o num assassino procurado. A obra já ganhou inúmeras versões cinematográficas, sendo a mais famosa justamente a realizada pela própria Universal em 1933, estrelada pelo inglês Claude Rains (“As Aventuras de Robin Hood”) e dirigida pelo mestre do terror James Whale (“Frankenstein”). Ainda não há um diretor definido e nem uma data para o início das filmagens, mas o roteiro estaria sendo escrito por Ed Solomon, responsável por blockbusters como “Homens de Preto” (1997), “As Panteras” (2000) e “Truque de Mestre” (2013). O reboot faz parte de uma estratégia da Universal, que pretende revisitar seus monstros clássicos com grandes astros e posteriormente produzir crossovers, juntando vários monstros num mesmo filme, num tratamento semelhante ao dos super-heróis da Marvel. Os produtores-roteiristas Robert Kurtzman (“Star Trek”) e Chris Morgan (franquia “Velozes & Furiosos”) estão à frente do projeto, encarregados de promover uma reinvenção do catálogo de monstros da Universal, que inclui também Drácula, Lobisomem, o monstro de Frankenstein, o Fantasma da Ópera, a Múmia, o Monstro da Lagoa Negra e Mr. Hyde (de “O Médico e o Monstro”). O estúdio está apostando alto nesse Universo de Monstros, a ponto de já ter anunciado Tom Cruise (“Missão Impossível”) no reboot de “A Múmia” e negociar com Angelina Jolie para o remake de “A Noiva de Frankenstein” (1935).
Vin Diesel anuncia a produção de mais três Velozes e Furiosos até 2021
O astro Vin Diesel usou seu Instagram para anunciar os planos da Universal Pictures para a franquia de ação “Velozes e Furiosos”. Ele já havia mencionado que o próximo filme iniciaria uma trilogia, e agora é oficial. Além do já anunciado “Velozes e Furiosos 8”, mais dois longas foram confirmados até 2021. O anúncio resume o feito de forma publicitária: “duas décadas, dez filmes, uma saga”. (veja acima) O cronograma oficial é o seguinte: “Velozes e furiosos 8” estreia em 14 de abril de 2017, seguido por “Velozes e Furiosos 9” em 19 de abril de 2019 e “Velozes e Furiosos 10” em 2 de abril de 2021. Além do protagonista Vin Diesel, a franquia conta ainda com Dwayne Johnson, Tyreese Gibson, Michelle Rodriguez, Ludacris e o vilão Jason Statham. O elenco original contava ainda com Paul Walker, morto em um acidente automobilístico no final de 2013. A Universal também planeja lançar spin-offs da franquia, baseados em seus personagens coadjuvantes. Rumores indicam que Eva Mendes, vista em “+Velozes +Furiosos” (2003), o segundo filme, seria reincorporada à trama com este objetivo.
Continuação do terror Mama define seus diretores
A sequência do filme de terror “Mama” (2013) definiu seus diretores. Segundo o site The Hollywood Reporter, a dupla Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, que se destacou à frente do terror “Starry Eyes” (2014), foi contratada para dirigir o filme. Os dois também vão reescrever o roteiro. Assim como no longa original, a continuação será produzida por Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”). mas deverá ter um elenco diferente, pois Jessica Chastain não retornará a seu papel. Em função disso, não está claro se a nova produção continuará os eventos do primeiro filme ou se contará uma história totalmente nova. Escrito e dirigido pelo argentino Andrés Muschietti, “Mama” surpreendeu nas bilheterias ao arrecadar US$ 146 milhões para seu orçamento de US$ 15 milhões. A demora para a continuação sair do papel tem a ver com a recusa de Muschietti em reprisar suas funções. Desde que foi projetado pelo primeiro filme, ele se envolveu na adaptação de “It”, de Stephen King, e na fantasia “Shadow of the Colossus”, ambos sem previsão de estreia.











