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    Neto de Jack Nicholson vai debutar no cinema no próximo filme do diretor de Corra!

    14 de setembro de 2018 /

    Duke Nicholson, neto do lendário Jack Nicholson, vai estrear no cinema em “Us”, próximo filme do diretor Jordan Peele (“Corra!”). Ele vai se juntar a um elenco que inclui Lupita Nyong’o, Winston Duke (ambos de “Pantera Negra”), Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) e Tim Heidecker (“Homem-Formiga e a Vespa”). Duke é filho de Jennifer Nicholson, a filha mais velha do ator de “O Iluminado” (1980), que é dona de uma boutique em Santa Monica, na Califórnia. Quando jovem, ela fez figurações em dois filmes estrelados por seu pai, “Hoffa – Um Homem, Uma Lenda” (1992) e “Lobo” (1994), mas não investiu na carreira. A trama de “Us” é mantida em segredo pelo estúdio Universal. Mas o primeiro pôster divulgado o descreve como “um novo pesadelo” de Jordan Peele. A estreia está marcada para 15 de março nos cinemas americanos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Apesar de representar sua estreia no cinema, “Us” não será o primeiro trabalho de atuação do Nicholson mais novo. Ele deu seus primeiros passos num clipe da banda The Dandy Warhols, “Catcher in the Rye”, onde entrou mudo e saiu calado. Confira abaixo.

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    Roteiristas de Skyfall e Spectre retomam rumos de 007 após saída de Danny Boyle

    14 de setembro de 2018 /

    Os veteranos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade, que assinaram todos os filmes da franquia “007” estrelados por Daniel Craig, foram recontratados pela Eon Productions para desenvolver o script da próxima aventura do espião. Com isso, a dupla completará duas décadas como roteiristas oficiais de James Bond. Seu primeiro filme foi “007 – O Mundo Não é o Bastante” (1999), ainda estrelado por Pierce Brosnan. Depois disso, escreveram “007 – Um Novo Dia Para Morrer” (2002), “007: Cassino Royale” (2006), “007 – Quantum of Solace” (2008), “007 – Operação Skyfall” (2012) e “007 Contra Spectre” (2015). Eles também tinham escrito um roteiro para o vindouro 25º filme do espião britânico, mas sua trama original foi arquivada após a contratação de Danny Boyle (“Trainspotting”) para dirigir o projeto. O cineasta exigiu filmar uma história própria (em parceria com John Hodge) como condição para comandar a produção. Mas como ele acabou se desligando do filme, citando as famosas “diferenças criativas”, agora a Eon e o estúdio MGM voltaram ao plano original. O estúdio ainda está tentando encontrar um substituto para Boyle na função de diretor. Segundo a revista Variety, três nomes tem circulado a lista de negociações, nenhum famoso como Boyle: S.J. Clarkson (“Os Defensores”), Yann Demange (“71 – Esquecido em Belfast”) e Bart Layton (“American Animals”). A estreia do 25º filme da franquia “007” continua marcada para 14 de novembro de 2019, mas o estúdio deve revelar uma data mais realista após contratar o diretor definitivo da produção.

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    Danny Boyle teria saído do novo filme de 007 por atritos na escalação do vilão

    23 de agosto de 2018 /

    O diretor Danny Boyle deixou a produção do próximo filme de 007 após uma disputa envolvendo a escalação do vilão, afirma o jornal britânico The Telegraph. Boyle supostamente queria um “clima de Guerra Fria” para o sucessor de “007 Contra Spectre”, e por isso havia escalado o ator polonês Thomasz Kot (“Rastros”) para interpretar um vilão de nacionalidade russa. O problema é que o astro Daniel Craig e os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson não gostaram da ideia, e no fim das contas sua influência se provou mais decisiva do que a de Boyle. A saída do cineasta foi confirmada pela produção da franquia na terça (21/8). Por enquanto, a próxima aventura de James Bond segue sem diretor. Christopher McQuarrie, que assinou os dois últimos filmes da franquia “Missão Impossível”, seria o favorito para assumir o cargo. O longa será o último de Craig como 007 e o 25º da franquia oficial. A estreia segue marcada para novembro de 2019, mas há rumores de que pode ser adiado, devido à troca em sua direção.

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    Diretor de Missão Impossível seria favorito para dirigir o novo filme de 007

    21 de agosto de 2018 /

    Os produtores dos filmes de James Bond já estão considerando uma lista de substitutos para Danny Boyle, após o anúncio de que ele não será mais diretor do 25º longa oficial da franquia. E segundo o jornalista Justin Kroll, da revista Variety, o cineasta Christopher McQuarrie, responsável por “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, é um dos nomes cotados para a função. Entretanto, Kroll desconfia das próprias fontes e aponta que isso ainda é um rumor. Ele nem sequer levou à notícia para a Variety, deixando-a registrada apenas com um post no Twitter. Um dos motivos é que ele duvida que McQuarrie possa ter interesse na proposta. “Ele é escolha óbvia, após [o sucesso de] ‘Fallout'”, escreveu o jornalista. “Mas não tenho certeza se ele toparia, uma vez que já disse que pretendia fazer [apenas] material original”. Em outras palavras, uma proposta para McQuarrie esbarraria no mesmo problema encontrado para acomodar Danny Boyle, que só contemplou o projeto com a condição de filmar seu próprio roteiro, escrito em parceria com John Hodge – colaborador do diretor em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Apesar de aceitar a condição, os produtores já tinham um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Ainda sem título oficial, o chamado “Bond 25” será o último filme de Daniel Craig como o espião secreto mais famoso do mundo. As filmagens continuam marcadas para dezembro e a previsão de lançamento é para outubro de 2019. Take this with a grain of salt but a name already being floated as a replacement is McQuarrie. This is just a rumor and has no clout behind it but is an obvious choice following FALLOUT. Not sure if he would be up for it since he has said he wants to do original material — Justin Kroll (@krolljvar) 21 de agosto de 2018

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    Novo filme de 007 perde o diretor por “diferenças criativas”

    21 de agosto de 2018 /

    Por essa bomba nem James Bond esperava. O cineasta britânico Danny Boyle não vai mais dirigir a próxima aventura de 007. O Twitter oficial da franquia confirmou a saída do diretor, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser Um Milionário?”, a poucos meses do começo das filmagens. A mensagem veio “assinada” pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, veteranos da franquia, além do astro Daniel Craig. “Michael G. Wilson, Barbara Broccoli e Daniel Craig anunciaram hoje que, devido a diferenças criativas, Danny Boyle decidiu não dirigir mais o 25º filme de James Bond”. O tuíte não esclarece se a produção vai usar o roteiro que Boyle desenvolveu para o filme, em conjunto com John Hodge, seu parceiro em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Vale lembrar que uma das condições impostas por Boyle para dirigir o filme, conforme apurado pela imprensa, incluía liberdade para criar um roteiro próprio. Segundo o site Deadline, o diretor já planejava fazer um thriller de espionagem quando foi sondado para assumir a franquia de 007. Sua proposta para os produtores consistia em transformar sua ideia original num filme de James Bond. O problema é que o estúdio já tinha um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretendia filmar se não fosse o seu roteiro. Após ouvir a premissa do cineasta, os produtores teriam lhe dado um tempo específico para finalizar o roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso preferissem o roteiro de Purvis e Wade, buscariam outro diretor. A produção marcaria um reencontro de Boyle com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, o diretor comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. A busca por um novo diretor para o filme deve começar em breve. Por enquanto, as filmagens seguem marcadas para começar em dezembro, visando uma estreia em 14 de novembro de 2019. Mas o recente anúncio de lançamento de um “modelo 007” do carro Aston Martin, marcado para 2020, sugere que um adiamento já pode ter sido decidido – afinal, é um caso de produto baseado em filme. Michael G. Wilson, Barbara Broccoli and Daniel Craig today announced that due to creative differences Danny Boyle has decided to no longer direct Bond 25. pic.twitter.com/0Thl116eAd — James Bond (@007) 21 de agosto de 2018

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    Adaptação dos quadrinhos de Cowboy Ninja Viking sai do calendário da Universal

    9 de agosto de 2018 /

    A Universal Pictures retirou “Cowboy Ninja Viking” de seu calendário de lançamentos. Segundo apurou a revista Variety, o estúdio deve marcar uma nova data para a estreia da adaptação de quadrinhos estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), após resolver problemas de roteiro. A publicação afirma que a Universal não quis apressar a produção para manter o lançamento, previsto anteriormente para 28 de junho de 2019. Este não é o primeiro adiamento sofrido pelo projeto, que está em desenvolvimento há sete anos. Por conta disso, a produção já perdeu três diretores – Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e a dupla David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”) tiveram negociações com o estúdio para filmar os quadrinhos. Com a demora da definição, cada um deles foi filmar outras produções. O projeto já esteve com o estúdio Disney, onde o roteiro de Paul Wernick e Rhett Reese (ambos de “Deadpool”) foi descartado por ser considerado violento demais. Agora, na Universal, a história é assinada por Craig Mazin (de “O Caçador e a Rainha do Gelo”). Na trama dos quadrinhos de AJ Lieberman e Riley Rossmo, o protagonista, chamado de Duncan, é um jovem que sofre de transtorno de múltipla personalidade e, graças a uma experiência secreta do governo, se torna um soldado com habilidades de… cowboy, ninja e viking. Mas cada vez que acessa uma dessas habilidades, ele manifesta uma personalidade diferente. Além de Chris Pratt, a atriz Priyanka Chopra (da série “Quantico”) também foi confirmada no elenco. E a direção está a cargo de Michelle MacLaren, que comandou episódios de algumas das séries mais premiadas dos últimos anos, como “Breaking Bad” e “Game of Thrones”. Além deste projeto, a diretora também está envolvida com a adaptação do romance “The Nightingale”, de Kristin Hannah, passada na 2ª Guerra Mundial. Um dos dois filmes será sua estreia no cinema.

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    Seth Rogen se desculpa e intervém em produção após foto de dublê mirim revelar uso de “blackface” em filmagem

    3 de agosto de 2018 /

    O ator e cineasta Seth Rogen pediu desculpas públicas pelo uso de “blackface” num dublê mirim durante as filmagens de um filme que ele está produzindo. O caso em que uma criança branca foi pintada de preto para aparentar tom de pele mais escuro veio à tona após fotos vazadas pelo site TMZ. Uma delas pode ser vista acima. O menino fotografado com a maquiagem atuava em cena no lugar do ator Keith L. Williams, conhecido por sua participação na série “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth). A produção do filme, intitulado “Good Boys”, inicialmente respondeu à polêmica dizendo que “não é incomum usar maquiagem para igualar os tons de peles de atores e dublês”. As imagens foram repudiadas nas redes sociais, e o rapper e ator Common, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo filme “Selma”, resumiu a situação dizendo que “não há desculpa para o uso de ‘blackface'”. Em declaração oficial à imprensa, Rogen desautorizou a equipe, ao concordar com as críticas. “Eu devo começar dizendo que isso não deveria ter acontecido, e eu sinto muito. Eu não vou dar nenhum tipo de desculpas para isso. Eu apenas direi que, assim que fiquei sabendo, intervi para que essa prática parasse”, ele escreveu. “Eu dou a minha palavra que, em todos os projetos meus ou do meu time, vou tomar todas as precauções para que nada similar volte a acontecer”, continuou. “Estou tendo conversas com a equipe de produção para achar a melhor maneira de implementar isso. Preciso ser ativo nesse sentido. Reagir não é o bastante”. Em janeiro, a Disney enfrentou acusações semelhantes na produção do filme de “Aladdin”, que foi denunciada por usar maquiagem para escurecer a pele de figurantes brancos. O estúdio retrucou que os figurantes em questão precisavam ter habilidades especiais, como malabarismo e dança, e que a contratação foi feita com base nisso, ao invés da cor de pele. “Good Boys” é o primeiro filme dirigido pela dupla de roteiristas Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (da série “The Office” e do filme “Professora Sem Classe”). Eles também escreveram a história, que acompanha um grupo de garotos pré-adolescentes em uma jornada épica pelo vale de San Fernando, na Califórnia, para consertar um brinquedo quebrado antes que seus pais cheguem em casa. Além de Keith L. Williams, o elenco mirim inclui Jacob Trembley (“O Quarto de Jack”), Brady Noon (série “Boardwalk Empire”) e as adolescentes Molly Gordon (série “Animal Kingdom”) e Midori Francis (“Oito Mulheres e um Segredo”). Com distribuição da Universal Pictures, “Good Boys” tem estreia marcada para agosto de 2019 nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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    Fox ganha aval do governo britânico para comprar a Sky

    12 de julho de 2018 /

    O governo da Grã-Bretanha deu nesta quinta-feira (12/7) o sinal verde que a 21st Century Fox, do magnata Rupert Murdoch, aguardava para intensificar a disputa com a Comcast pelo conglomerado televisivo Sky, depois da apresentação de garantias de respeito à pluralidade de informações. Apesar da autorização, anunciada em um comunicado pelo ministro da Cultura e Meios de Comunicação, Jeremy Wright, a Comcast superou o lance da Fox pela aquisição da rede de canais pagos, com uma oferta US$ 34 bilhões na noite de quarta. O governo britânico estava preocupado com as consequências sobre a pluralidade de uma aquisição por parte de Murdoch, que já possui dois jornais de grande tiragem no Reino Unido: The Sun e The Times – e há sete anos teve que fechar o News of the World após um escândalo de espionagem de celebridades. Para superar possíveis barreiras ao negócio, Murdoch aceitou vender o grupo Sky – inclusive a Sky News – para a Disney ou outra empresa que adquirir a 21st Century Fox. A família Murdoch também é proprietária dos canais pagos Fox News e Fox Sports, do The Wall Street Journal e da agência DowJones, que não integram o grupo 21st Century Fox, atualmente disputado pela Disney e a própria Comcast. Além disso, a Fox já detém 39% das ações da Sky.

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    Comcast aumenta seu lance e cobre oferta da Fox pela Sky

    11 de julho de 2018 /

    Durou poucas horas a vantagem da 21st Century Fox sobre a Comcast na disputa pela Sky, gigante da TV paga europeia. Logo após a Fox subir sua oferta para US$ 32,5 bilhões, a Comcast deu novo lance, oferecendo US$ 34 bilhões. A batalha pela Sky está ocorrendo simultaneamente à disputa entre a Comcast e a Disney para adquirir a Fox, incluindo a participação que a empresa já tem na Sky, de 39%. A Disney está vencendo a guerra de lances pelos estúdios, plataformas e canais pagos da Fox com uma oferta de US$ 71 bilhões. Segundo analistas de mercado ouvidos por publicações americanas, a nova oferta pela Sky pode significar que a Comcast finalmente priorizou uma batalha, assumindo que será derrotada na outra. Já a Disney chegou a realizar projeções sobre a aquisição da Fox com e sem a Sky no portfolio de novas propriedades. Presente em 23 milhões de lares em toda a Europa, a Sky se tornou um ativo valioso devido aos programas que cria e à relação direta que mantém com os clientes, com um alcance que nenhuma outra rede possui no continente europeu. Este alcance pode ser minimizado pela Disney com o lançamento de seu serviço de streaming também na Europa. Mas a guerra de lances ainda não pode ser considerada encerrada.

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    Novo Jurassic World mostra que a franquia não têm fôlego para tantas sequências

    23 de junho de 2018 /

    Quando “Jurassic World” saiu em 2015, a continuação disfarçada de reboot atualizou a franquia e conceitos do amado filme original de 1993 para uma nova geração. Mas a sequência tinha a obrigação de levar a franquia adiante e não condená-la à repetição eterna do esquema “dinossauros à solta, salve-se quem puder”. Pois bem. “Jurassic World: Reino Ameaçado” troca o sem sal Colin Trevorrow, do “Jurassic World” anterior, pelo muito mais talentoso J.A. Bayona na direção. Mas se “Jurassic Park” era só efeitos digitais com um fiapo de roteiro, “Reino Ameaçado” exagera em narrativas sem saber muito bem qual caminho trilhar. São mais ou menos quatro filmes diferentes misturados na mesma trama e todos mal desenvolvidos, resultando um roteiro esquizofrênico que não consegue fazer suas diferentes partes dialogarem entre si. A primeira parte é uma versão atualizada de “O Mundo Perdido: Jurassic Park”, mas com um vulcão em erupção. A ideia chega a ser bacana para os fãs incondicionais, porque juntar vulcão e dinossauros soa como algo digno de blockbuster. Mas não é bem por aí. Afinal, quando a correria de humanos, dinossauros e lava tomam conta da tela, o filme encerra o primeiro ato para dar lugar a um dos momentos mais chatos de toda a franquia. Porém, antes de implodir, essa parte do vulcão traz uma interessante discussão a respeito de direitos dos animais (algo explorado em “O Mundo Perdido”), uma nova extinção dos dinossauros e termina com uma cena emocionante, que é a melhor do filme. E, cá entre nós, apenas esse ato renderia um longa satisfatório, caso fosse devidamente desenvolvido. Seria repetitivo, mas não vergonhoso. Mas, então, vem o segundo ato, que não passa de um intervalo longo para o clímax, apenas para repetir tudo aquilo que já sabíamos e sem trazer a mínima novidade: a raça humana não aprende, quer brincar de Deus e ganhar muito dinheiro sem saber exatamente onde e como gastar. Os protagonistas, novamente interpretados por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, não tem muito o que fazer nesse segmento, então ficam parados, falando e pensando, enquanto a trama vira um leilão de dinossauros tão divertido quanto as cenas de políticos no senado de “Star Wars: A Ameaça Fantasma”. E numa mansão estilo Bruce Wayne, onde a Batcaverna dá lugar a um laboratório/prisão. Vejam só o nível do entretenimento: saímos da ilha para uma mansão. Nesse meio tempo, entre até mesmo um clone humano na trama, que não é essa revelação tão surpreendente que os roteiristas queriam. Enfim, esse cenário logo vira um filme de terror censura livre, temática em que J.A. Bayona se sente à vontade e permite ao diretor de “O Orfanato” e “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” exercitar sua verdadeira vocação entre sombras, luzes e sustos. É o terceiro ato. Bayona acha espaço para seu toque pessoal mesmo quando demonstra o quanto “Jurassic Park” e Steven Spielberg inspiraram sua criatividade como cineasta. Mas é um tanto esquisito ver que os planos gigantescos e abertos da ilha no primeiro ato foram substituídos por um pega-pega dentro de uma mansão proporcionada por mais um dinossauro mutante (o T-Rex não é assustador o suficiente?). Os críticos que reclamaram quando Spielberg mostrou um velociraptor abrindo porta no “Jurassic Park” original, não poderiam prever que, um dia, “Reino Ameaçado” traria um dino sorrindo sarcasticamente e outro capaz de “lê” uma placa (vai saber) sobre vazamento de gás de modo a correr tão rápido quanto Tom Cruise antes de ser consumido pelo impacto e o fogo. O ato final dentro de “Reino Ameaçado” é um gancho safado para mais uma sequência. É uma reviravolta tão inesperada quanto esdrúxula, porque o filme não conduz a trama para esse um clímax, que lembra outra franquia com animais, indicando um futuro diferente, mas que não garante a empolgação desejada. Pelo contrário, a ideia de um “Planeta dos Dinossauros” causa estranheza, desconfiança e a sensação de que tentaram inovar, mas sem a mínima certeza do que estavam fazendo. De positivo, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard apresentam seus personagens de forma mais humana e vulnerável neste longa. O tema clássico de John Williams continua lindo, embora toque com vontade mesmo só nos créditos finais e conduzido aqui pelo mestre Michael Giacchino. Os efeitos visuais e sonoros também permanecem incríveis, como já eram desde o início dos anos 1990. A conclusão é que, na verdade, “Jurassic Park” não nasceu para ter tantas sequências. No máximo, uma continuação. Mas, diferente de “Alien” e “O Exterminador do Futuro”, o público parece correr para os cinemas cada vez que um novo longa é lançado. Mesmo que repita praticamente a mesma história de sempre, filme atrás de filme. E qualquer tentativa de sair disso apenas se mostra uma alternativa ainda pior.

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    Jurassic World: Reino Ameaçado estreia com US$ 111 milhões na China

    17 de junho de 2018 /

    A estratégia da Universal de realizar uma estreia internacional antecipada de “Jurassic World: Reino Ameaçado” continuando dando dividendos. Após um primeiro fim de semana com faturamento de US$ 151,1 milhões em 48 países, o filme dos dinossauros chegou em mais 51 mercados, entre eles a China, onde teve faturamento gigante. A estreia chinesa atingiu US$ 111,9 milhões, segundo estimativa da própria Universal. O montante representa a segunda maior estreia do estúdio no país, atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8” no ano passado. E como segunda-feira é feriado na China, as bilheterias devem continuar infladas. Graças a este desempenho, a arrecadação mundial do quinto título da franquia “Jurassic Park” já atingiu US$ 370m em 10 dias, e antes de chegar aos Estados Unidos, onde estreia na sexta (22/6). Oficialmente, o filme também só estreia no Brasil no próximo fim de semana, mas já está em “pré-estreia”. Na prática, entrou em cartaz em mais de 1,5 mil salas em todos os horários comerciais já na quinta passada (14/6), após uma reavaliação do mercado. Como “Han Solo: Uma História Star Wars” não teve o desempenho esperado e “Os Incríveis 2” vem mais forte que o previsto, o estúdio decidiu antecipar a distribuição no país, e o resultado nas bilheterias nacionais deve ser confirmado na segunda-feira (18/6).

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    Vídeo legendado traça evolução dos dinossauros de Jurassic Park ao novo Jurassic World

    14 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou um novo vídeo legendado de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que traz Steven Spielberg, diretor do primeiro “Jurassic Park”, Colin Trevorrow, diretor do primeiro “Jurassic World”, e J.A. Bayona, diretor do filme atual, discutindo a evolução da franquia, desde a criação da história por Michael Crichton. De forma significativa, Spielberg comete o ato falho de declarar que os novos filmes o remetem a seu trabalho original. E esta é a maior crítica que se pode fazer aos “novos” longas. Também chama atenção como a Universal mudou a estratégia de divulgação, avisando, ao final do vídeo, sobre “sessões a partir de 14 de junho”. Reparem que a palavra “estreia” foi omitida. É que a estreia está marcada oficialmente para a próxima semana, mas o estúdio decidiu antecipar o lançamento, supostamente devido à Copa do Mundo – espera-se que não, pois denotaria completa falta de planejamento, considerando-se que a Copa do Mundo estava no calendário antes do filme – , mas provavelmente por conta da estreia de “Os Incríveis 2” na semana seguinte – ganhando assim uma semana a mais para dominar as bilheterias. Assim, com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), o novo filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

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    Gal Gadot vai estrelar comédia de ação com Dwayne Johnson

    11 de junho de 2018 /

    O filme “Red Notice” vai registrar um reencontro entre dois dos maiores campeões de bilheteria de Hollywood. A produção da Universal será estrelada pela atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e pelo ator Dwayne Johnson (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). Os dois já tinham trabalhado juntos em dois filmes da franquia “Velozes e Furiosos” – os capítulos 5 e 6. Mas isto foi antes de Gadot deixar de ser coadjuvante para virar super-heroína. A trama de “Red Notice” está sendo mantida em sigilo, mas é descrita como um thriller de assalto e uma comédia de ação, concebido para ter três protagonistas. Um outro astro masculino completará o elenco central. Segundo o site Deadline, o papel de Gadot é uma figura brilhante e misteriosa no mundo da arte. O roteiro e a direção são de Rawson Marshall Thurber, o que faz de “Red Notice” seu terceiro longa consecutivo estrelado por Dwayne Johnson – após “Um Espião e Meio” há dois anos e “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”, que estreia em julho. As filmagens estão marcadas para abril de 2019 na Europa e a previsão de lançamento da Universal é para junho de 2020.

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