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  • Filme

    As Criaturas Atrás da Parede vai ganhar remake do diretor de Corra!

    1 de novembro de 2020 /

    O terror “As Criaturas Atrás da Parede”, filme de 1991 do mestre Wes Craven (“A Hora do Pesadelo”, “Pânico”), ganhará um remake produzido pelo cineasta Jordan Peele (“Corra!”, “Nós”). Embora não seja oficial, a informação foi apurada pelo site americano Collider e possui indícios de ser verdadeira. O filme de Craven, que completa 19 anos neste domingo (1/11), era uma sátira de horror com elementos de crítica social e racial. A trama acompanhava um garoto negro, que fica preso numa casa má afamada, após tentar invadir a residência com dois ladrões, e logo descobre o segredo macabro da residência, ocupada por um casal de irmãos dementes que guardam prisioneiros em seu porão. Embora não tenha se tornado um clássico, “As Criaturas Atrás da Parede” acabou influenciando outras produções, mais marcadamente “O Homem nas Trevas” (2016), de Fede Alvarez. Além disso, em meio às situações bizarras, destacou-se pelo subtexto politizado, algo que com certeza se alinha bastante com os projetos de Peele. Jordan Peele não deve dirigir o longa, que será uma produção de sua empresa Monkeypaw Productions para a Universal Pictures, mas pode se envolver no roteiro, como fez em outro remake que produziu recentemente: “A Lenda de Candyman”, previsto para agosto de 2021. Não há detalhes adicionais sobre o projeto, que será o primeiro remake de Wes Craven desde sua morte em 2015, mas o segundo filme recente relacionado à filmografia do diretor. O outro é a continuação “Pânico 4”, atualmente em produção. Craven estava desenvolvendo uma série sobre “As Criaturas Atrás da Parede” para o canal pago SyFy, após preparar a versão de “Pânico” da MTV, mas o projeto nunca saiu do papel, porque o diretor morreu dois meses após a estreia da série “Pânico” (Scream). Veja abaixo o trailer do longa original.

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  • Filme

    Continuação de Halloween ganha primeiro teaser

    1 de novembro de 2020 /

    Um ano depois de divulgar um vídeo de bastidores das filmagens, a produtora Blumhouse voltou a aproveitar a data do Halloween (31/10) para compartilhar o primeiro teaser com cenas da continuação da franquia “Halloween” nas redes sociais. Depois do reboot de 2018, Jamie Lee Curtis voltará a enfrentar o serial killer mascarado Michael Myers em “Halloween Kills”, que no Brasil ganhou o subtítulo de “O Terror Continua”. A intérprete de Laurie Strode também voltará a contar com a companhia de Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta da personagem no filme mais recente. Além disso, a produção resgatará as crianças do filme original, que sobreviveram sob os cuidados da então babá Laurie durante o primeiro ataque do psicopata em 1978. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz (foi uma das enfermeiras de “Plantão Médico”/”E.R.”) repetirá seu papel da época, como Lindsey Wallace, mas Tommy Doyle terá novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). “Halloween Kills” deveria ter estreado neste fim de semana, mas devido à pandemia de coronavírus teve seu lançamento adiado em um ano. O vídeo revela a nova data, marcada para 15 de outubro de 2021. O próximo filme será o segundo de uma nova trilogia dirigida por David Gordon, que se encerrará em 2022 com “Halloween Ends”.

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  • Filme

    Diretor de Doutor Estranho volta ao terror em adaptação de Joe Hill

    30 de outubro de 2020 /

    Depois de comandar “Doutor Estranho”, Scott Derrickson voltará a suas raízes de terror numa nova produção da Blumhouse. Ele vai dirigir “Black Phone”, adaptação de um conto de mesmo nome de Joe Hill, filho de Stephen King e autor das histórias adaptadas na séries “Locke & Key” e “NOS4A2”. A trama vai girar em torno de uma criança sequestrada e mantida num porão com um telefone antigo que, apesar de estar desligado, toca à noite com ligações de mortos. A adaptação foi feita por Derrickson e seu parceiro tradicional, o roteirista C. Robert Cargill, e as filmagens vão começar nos próximos dias, com as crianças Mason Thames (“For All Mankind”) e Madeleine McGraw (“Homem-Formiga e a Vespa”) definidas no elenco. Derrickson já trabalhou com sucesso com a Blumhouse em dois filmes da franquia “A Entidade”, mas a nova parceria surpreende pela rapidez com que foi definida, passando à frente de outros projetos que o diretor estava desenvolvendo há mais tempo. A distribuição está a cargo da Universal.

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  • Etc,  Filme

    Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar

    25 de outubro de 2020 /

    O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.

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  • Filme

    Filmagens de Jurassic World 3 são retomadas com homenagem a Jurassic Park

    23 de outubro de 2020 /

    O diretor Colin Trevorrow anunciou que as filmagens de “Jurassic World: Domínio” foram retomadas no Reino Unido. A mais recente paralisação durou duas semanas, após alguns membros da equipe receberem diagnóstico de covid-19. Trevorrow tuitou uma foto dos três integrantes mais veteranos da franquia, Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern, que estrelaram o primeiro “Jurassic Park” em 1993, diante do estúdio de Pinewood, em que a produção está sendo filmada. Ao lado, escreveu apenas “de volta”. Um detalhe da imagem que merece destaque é a homenagem feita pelo trio a outro integrante do longa original. Eles aparecem embaixo da placa que batiza o galpão/palco da produção, chamado de The Richard Attenborough Stage. Um dos atores-diretores mais famosos do Reino Unido, Sir Richard Attenborough (1923–2014) também é conhecido pelos fãs da franquia como o Professor John Hammond, o criador do Parque dos Dinossauros. O novo filme vai reunir os astros originais de “Jurassic Park” com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) para mostrar o que acontece após os dinossauros serem soltos no mundo contemporâneo. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, a produção só chegará aos cinemas em junho de 2022, devido aos atrasos em seu cronograma gerados pela pandemia de coronavírus. Back. pic.twitter.com/OC9f5Z0k6H — Colin Trevorrow (@colintrevorrow) October 23, 2020

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  • Filme

    Battlestar Galactica vai virar filme do responsável por X-Men: Fênix Negra

    22 de outubro de 2020 /

    Simon Kinberg, responsável por implodir o universo dos “X-Men” no cinema, assumiu o controle de uma nova franquia querida. A Universal encomendou uma adaptação cinematográfica da série “Battlestar Galactica” para o diretor, roteirista e produtor de “X-Men: Fênix Negra”. Em desenvolvimento há mais de uma década, o projeto já atraiu interesse de cineastas como Bryan Singer (também da franquia “X-Men”) e Francis Lawrence (dos últimos “Jogos Vorazes”) ao longo dos anos. E teria sido abandonado em favor de uma nova série, supostamente em desenvolvimento na plataforma Peacock, da própria NBCUniversal, por um produtor muito mais gabaritado, Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. “‘Battlestar Galactica’ é um dos cálices sagrados da ficção científica, e eu não poderia estar mais animado em trazer algo novo para a franquia, enquanto honro o que a tornou tão icônica e duradoura”, disse Kinberg em um comunicado. “Estou muito grato por meus parceiros na Universal terem confiado em mim com este universo incrível.” Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978, criada por Glen A. Larson como resposta televisiva a “Star Wars” – ou seja, ignoraria o cultuado e premiado remake de 2003, produzido por Ronald D. Moore (atualmente à frente de “Outlander”). Nas duas versões, a trama acompanha a jornada dos últimos remanescentes da humanidade, após um ataque catastrófico de Cylons (alienígenas no original, robôs no remake) destruir todas as 12 colônias de um distante sistema solar. Galactica é a última nave de combate remanescente, comandando uma pequena frota de naves espaciais que carrega os sobreviventes em busca de refúgio num novo planeta habitável, a lendária 13º colônia humana, há muito considerada perdida e conhecida pelo nome de Terra. Kinberg vai lançar a seguir um filme de ação com espiãs femininas, “The 355”, que ele co-escreveu e dirigiu, com um elenco formado por Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), Penelope Cruz (“Wasp Network”), Diane Kruger (“Em Pedaços”) e Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que também será lançado pela Universal – em 15 de janeiro.

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  • Série

    Tainá Müller vai estrelar mais duas séries criminais em 2021

    13 de outubro de 2020 /

    Tainá Müller está em alta. Depois da boa recepção de “Bom Dia, Verônica”, na Netflix, a atriz vai aparecer em mais duas séries policiais em 2021. A primeira já estava agendada. “Mal Secreto” só não foi gravada ainda, porque sua produção foi suspensa pela pandemia quando estavam prestes a começar. Criada por Braúlio Mantovani (roteirista de “Tropa de Elite”), a série é inspirada no trabalho do psiquiatra forense especialista em psicopatas Guido Palomba e traz Sergio Guizé (“O Homem Perfeito”) como o protagonista, que tem de investigar as motivações de um assassino em série. Na trama, Tainá viverá uma advogada criminalista. A direção é de Mauro Mendonça Filho (“Vade Retro”) e o elenco ainda inclui Viviane Araújo (“Rock Story”), Carol Duarte (“Segunda Chamada”), Maeve Jinjings (“Aquarius”) e Lee Taylor (“Paraíso Perdido”). Depois desse projeto, a atriz deverá viver outra advogada em “Atenuantes”, série de oito episódios escrita por Claudia Lage (da novela “Lado a Lado”) e dirigida por Arthur Fontes (“A Família Braz”) para o canal pago Universal. Esta produção ainda não teve maiores detalhes revelados e seu elenco está em fase de escalação. Além desses trabalhos, ela também pode estrelar a 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que a Netflix tende a encomendar.

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  • Filme

    Os Outros: Terror cult com Nicole Kidman vai ganhar remake

    12 de outubro de 2020 /

    O terror “Os Outros”, estrelado por Nicole Kidman em 2001, vai ganhar um remake. A Universal Pictures fechou uma parceria com a produtora Sentient Entertainment para realizar a refilmagem da história de fantasmas, originalmente escrita e dirigida pelo chileno Alejandro Amenabar, e produzida por Tom Cruise, no ano de seu divórcio de Kidman. Ambientado em 1945 em uma casa de campo remota, na ilha britânica de Jersey, o filme traz uma mãe de família, vivida por Kidman, descobrindo que “outros” desconhecidos estão vivendo em segredo no local. Um de seus filhos diz que viu o grupo de pessoas várias vezes – um homem, uma mulher, uma velha e uma criança chamada Victor, que lhe disse que “a casa é deles”. Grande sucesso de bilheteria, “Os Outros” arrecadou mais de US$ 200 milhões em todo o mundo, com um pequeno orçamento de US$ 17 milhões. O filme ganhou sete prêmios Goya (o Oscar espanhol), incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Amenabar. O detalhe é que o impacto do filme se deve principalmente à sua reviravolta final, que hoje é bastante conhecida. Resta saber como a refilmagem pretende surpreender novamente o público, usando a mesma trama. Talvez a aposta resida em assustar quem não tinha nascido quando o filme original arrepiou multidões. Além deste filme, a Sentient está produzindo “Losing Clementine”, estrelado por Jessica Chastain e Edgar Ramirez, o thriller “Alphas”, com Sam Worthington, e um thriller sem título do diretor Pierre Morel (“Busca Frenética”) para a Netflix. Veja abaixo um trailer da versão original de “Os Outros”.

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  • Filme

    Filmagens do novo Jurassic World são paralisadas após testes positivos de coronavírus

    7 de outubro de 2020 /

    A produção de “Jurassic World: Domínio”, novo filme da franquia dos dinossauros da Universal, será interrompida por duas semanas após alguns membros da equipe ou do elenco receberem diagnóstico de covid-19. A informação foi confirmada pelo diretor Colin Trevorrow no Twitter. “Acordei com a notícia que tivemos alguns testes positivos para coronavírus no set de ‘Jurassic World: Domínio’. Todas as pessoas tiveram testes negativos depois, mas os nossos protocolos de segurança exigem que pausemos por duas semanas. Voltamos em breve”, escreveu Trevorrow A pausa foi oficializada um dia após a Universal anunciar o adiamento da estreia do novo “Jurassic World” em um ano. Antes planejado para junho de 2021, o longa só chegará aos cinemas em junho de 2022. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, o filme vai reunir os astros originais de “Jurassic Park” (Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern) com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) para mostrar o que acontece após os dinossauros serem soltos no mundo contemporâneo. Woke up to the news we had a few positive Coronavirus tests on Jurassic World: Dominion. All tested negative shortly after, but due to our safety protocols we’re going to pause for two weeks. Back soon. pic.twitter.com/DxuqX9UdgX — Colin Trevorrow (@colintrevorrow) October 7, 2020

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  • Filme

    Universal adia Jurassic World: Domínio para 2022

    6 de outubro de 2020 /

    A Universal oficializou o adiamento de “Jurassic World: Domínio”, final da trilogia iniciada em 2015, em um ano. Originalmente previsto para chegar aos cinemas em 11 de junho de 2021, o lançamento agora só vai acontecer em 10 de junho de 2022 nos EUA. A produção está atualmente sendo rodada no Reino Unido e a previsão de encerramento da fotografia principal é para daqui a três semanas. Depois disso, o filme entrará em pós-produção, que deve ser longa, devido à quantidade de efeitos necessária para a criação dos diversos dinossauros da trama. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, o filme vai reunir os astros originais de “Jurassic Park” (Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern) com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) para mostrar o que acontece com os dinossauros soltos no mundo contemporâneo. O adiamento coloca o filme a salvo da pandemia, numa data supostamente posterior à vacinação contra a covid-19. Mas também amplia as dúvidas sobre a capacidade dos cinemas de se manterem até lá. Com cada vez menos títulos reservados para lançamentos próximos, tanto a rede Regal, segunda maior exibidora dos EUA, quanto sua matriz britânica Cineworld, já anunciaram o fechamento de suas salas por tempo indeterminado. E outras, como a britânica Odeon, começam a limitar seus dias de funcionamento.

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  • Etc

    Uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA anuncia fechamento

    4 de outubro de 2020 /

    O anúncio do adiamento de “007 – Sem Tempo para Morrer” para 2021 levou uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA a anunciar seu fechamento. Com a falta de títulos novos para exibir, a Cineworld decidiu fechar 128 de seus cinemas no Reino Unido e na Irlanda, bem como sua rede Regal nos Estados Unidos já no começo desta semana. A empresa é a primeira grande rede de cinema a fechar desde que o circuito recebeu autorização para reabrir durante a pandemia. Seu fechamento envia uma mensagem perturbadora para o mercado, mostrando que mesmo que alguns locais tenham começado a abrir as salas de exibição, não existe previsão para o lançamento de filmes inéditos capazes de atrair o público de volta. Segundo o jornal britânico Sunday Times, o fechamento da Cineworld terá impacto sobre 5,5 mil empregos no Reino Unido. A revista Variety também relata que a rede Regal vai fechar os cinemas que tinha reaberto nos EUA. Mas em Los Angeles e Nova York apenas oficializará as demissões, já que lá suas principais salas de exibição estão fechadas desde março. A Regal é a segunda maior rede de cinemas dos EUA, com 7,1 mil telas divididas por 543 cinemas em 42 estados. Suas salas reabriram parcialmente para o lançamento de “Tenet”, no começo de setembro, mas não receberam novos lançamentos de impacto desde então. Para completar, as bilheterias do filme da Warner foram desencorajadoras. Já a Cineworld relatou dívidas de US$ 8,2 bilhões em seu último balanço de negócios. Os únicos lançamentos importantes previstos para antes do Natal nos EUA são duas animações: “Soul”, da Disney/Pixar, aguardado em 20 de novembro, e “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, marcado para cinco dias depois. Mas já há boatos sobre um provável adiamento da primeira. Fora esses dois títulos, os filmes menores que se mantém no calendário não animam os exibidores. A rede AMC foi muito criticada pelas concorrentes por ter fechado um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição, permitindo que filmes saiam do cinema diretamente para plataformas digitais após um período de apenas 17 dias. Em troca, a AMC ficou com um percentual das negociações digitais, ganhando dinheiro mesmo quando deixa de exibir as produções. Mas a Cineworld foi totalmente contra o negócio, resistindo a apelos dos estúdios por uma negociação que permitiria manter sua atividade. As empresas que resistem a esse tipo de acordo esperam que uma ajuda do governo caia do céu. Acreditam que o Papai Noel federal pode lhes dar um presentão até o Natal. Para garantir, já mandaram a cartinha com seu pedido para o bom velhinho, também conhecido como Congresso dos EUA. Em uma carta aos líderes do Senado e da Câmara dos Deputados, os proprietários de cinemas fizeram um apelo por ajuda financeira, dizendo temer pelo futuro da indústria, onde afirmam que o fechamento das salas causado pelo coronavírus teve um efeito devastador e que, sem recursos, “os cinemas podem não sobreviver ao impacto da pandemia”.

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  • Filme

    Velozes e Furiosos 9 é adiado para maio de 2021

    2 de outubro de 2020 /

    A Universal anunciou um novo adiamento de “Velozes e Furiosos 9”. O atraso foi necessário depois da divulgação da nova data de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que mudou de novembro deste ano para 2 de abril de 2021. Acontece que 2 de abril de 2021 era a data reservada para o lançamento da continuação de “Velozes e Furiosos” nos EUA. Para não disputar público, agora o filme estrelado por Vin Diesel chegará quase dois meses mais tarde, em 28 de maio de 2021. O adiamento resulta num atraso de um ano completo em relação à data originalmente prevista para a estreia. O filme deveria ter chegado aos cinemas brasileiros em 21 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, mas a pandemia de coronavírus fechou todo o circuito cinematográfico neste período, obrigando um replanejamento. Além de Vin Diesel no papel de Dominic Toretto, o nono filme da franquia também trará de volta Michelle Rodriguez (Letty), Tyrese Gibson (Roman Pearce), Ludacris (Tej Parker), Jordana Brewster (que volta como Mia após ficar de fora do filme anterior), Nathalie Emmanuel (Ramsey), Helen Mirren (Magdalene Shaw), Charlize Theron (Cipher, a vilã do filme anterior) e Sung Kang (que volta dos mortos como Han). A continuação também destaca outro retorno importante: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). As novidades ficam por conta das participações de John Cena (“Bumblebee”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Anna Sawai (“Ninja Assassino”) e da rapper Cardi B (“As Golpistas”). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”).

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  • Filme

    Idris Elba vai estrelar thriller de sobrevivência do diretor de Evereste

    30 de setembro de 2020 /

    O ator inglês Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) vai estrelar “Beast”, um thriller de sobrevivência dirigido pelo islandês Baltasar Kormakur (“Evereste”). Produção da Universal Pictures, o filme tem roteiro de Ryan Engle, que trabalhou em “Rampage”, aventura estrelada por Dwayne Johnson. Os detalhes do enredo ainda são um segredo, mas a trama deverá mostrar Elba enfrentando um leão. Segundo o site The Hollywood Reporter, o tom será semelhante à “Águas Rasas”, em que Blake Lively era perseguida por um tubarão. “Beast” ainda não tem outros nomes confirmados em seu elenco e nem previsão de estreia.

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