Tarantino escala ator polonês para viver Roman Polanski em seu novo filme
Quentin Tarantino escalou o ator polonês Rafal Zawierucha (visto em “Afterimage”) para interpretar o cineasta Roman Polanski em “Once Upon a Time in Hollywood”, confirmando que o diretor de “O Bebê de Rosemary” é um dos personagens do longa. Na primeira vez que o nome de Polanski veio à tona em “Once Upon a Time in Hollywood”, em fevereiro, tochas e forcados foram levados até o castelo virtual de Tarantino. Um tuíte preguiçoso, mal-escrito e mal-interpretado de um jornalista da Variety fez com que muitos acreditassem que o próprio Polanski participaria do filme. A situação se agravou com a divulgação de uma gravação antiga de programa de rádio em que Tarantino defendia Polanski da acusação de estupro de menor que o tornou foragido da justiça americana nos anos 1970. Durante o auge da pressão do movimento #MeToo, houve até campanha para o filme ser cancelado. Tarantino se desculpou e o vendaval logo virou brisa. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho de Polanski. De todo modo, o diretor franco-polonês não será a única celebridade retratada no filme, que inclui intérpretes para os astros Steve McQueen e Bruce Lee – respectivamente, Damien Lewis (de “Homeland” e “Billions”) e Mike Moh (o Triton da série “Inhumans”) – , entre outros. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“Scarface”, “O Poderoso Chefão”), James Marsden (intérprete de Teddy na série “Westworld”), Dakota Fanning (série “The Alienist”), Damian Lewis (série “Billions”), Burt Reynolds (“Boogie Nights”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth (quarteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”) e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke. A estreia está marcada para 2019, em 26 de julho nos Estados Unidos e 15 de agosto no Brasil.
Filha de Uma Thurman entra no novo filme de Quentin Tarantino
A atriz Maya Hawke, filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, vai se juntar ao elenco de “Once Upon a Time in Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. Ela foi anunciada numa nova leva de atores, que inclui ainda Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”) e a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”). O anúncio demonstra que o diretor e Thurman fizeram as pazes, após o tititi causado pela divulgação do vídeo de um acidente sofrido por ela no set de “Kill Bill”, que gerou repúdio nas redes sociais contra Tarantino. Após ela dizer que achava que o diretor queria matá-la, ele se disse arrependido e a própria Uma Thurman voltou atrás para defender o cineasta, revelando que foi ele quem lhe conseguiu o vídeo, após mais de uma década de tentativas dela junto aos produtores, entre eles o infame Harvey Weinstein. Maya vai interpretar a personagem fictícia Flower Child, enquanto Dunham será Catherine “Gispsy” Share, uma das seguidoras de Charles Manson. A jovem atriz de 20 anos vem ganhando espaço em projetos cada vez mais importantes. Após estrear na minissérie britânica “Little Woman”, Maya também estará na 3ª temporada de “Stranger Things”. O papel em “Once Upon a Time in Hollywood” representará seu primeiro trabalho no cinema. A história de “Once Upon A Time in Hollywood” (“Era Uma Vez em Hollywood”, em tradução livre) vai se passar na Los Angeles de 1969 e lidar com a indústria de cinema da época e o assassinato da atriz Sharon Tate pelos seguidores fanáticos de Charles Manson. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“Scarface”, “O Poderoso Chefão”), James Marsden (intérprete de Teddy na série “Westworld”), Dakota Fanning (série “The Alienist”), Damian Lewis (série “Billions”), Burt Reynolds (“Boogie Nights”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth (quarteto de “Os Oito Odiados”) e a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”). São todos atores brancos, como as redes sociais rapidamente implicaram, mas vale lembrar que Tarantino já fez antes “Jackie Brown” e “Django Livre”, com protagonistas negros. A estreia está marcada para 2019, em 26 de julho nos Estados Unidos e 15 de agosto no Brasil.
Uma Thurman vai estrelar nova série dramática da Netflix
A atriz Uma Thurman vai estrelar uma nova série da Netflix. Intitulada “Chambers”, a atração gira em torno de uma jovem que sofre um ataque cardíaco e se vê intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a pessoa que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a adquirir as características do doador. Thurman será Nancy, mãe do doador, que cria um relacionamento hesitante com o jovem transplantado. “Chambers” foi criada por Leah Rachel (da série “Audrey”) e marca a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. A Netflix encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios, ainda sem previsão de estreia.
Down A Dark Hall: Uma Thurman dirige reformatório assombrado em trailer de terror
A Lionsgate divulgou o trailer de “Down A Dark Hall”, terror que traz Uma Thurman (“Kill Bill”) como uma diretora severa de reformatório para meninas malvadas. O detalhe é que a escola fica distante de tudo, no meio do campo, e se revela assombrada, com criaturas que caminham por seus corredores durante à noite. Claramente inspirado por “Suspiria”, mas sem realmente inspiração, a prévia é cheia de sustinhos, gritinhos e trilha caricata que pontua todos os momentos de terror. O elenco juvenil inclui AnnaSophia Robb (série “The Carrie Diaries”), Taylor Russell (série “Perdidos no Espaço”), Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”), Rosie Day (série “Outlander”) e Victoria Moroles (série “Teen Wolf”). A direção é do espanhol Rodrigo Cortés, que volta ao cinema seis anos após o fracasso do terror “Poder Paranormal” (2012), estrelado por Robert De Niro. Na nova produção, ele volta a trabalhar com o roteirista Chris Sparling, com quem fez seu filme mais conhecido, “Enterrado Vivo” (2010), estrelado por Ryan Reynolds. A estreia está marcada para 17 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Veja o trailer do filme de Lars Von Trier que enojou o público do Festival de Cannes
A Zentropa divulgou o pôster, sete fotos e o primeiro trailer de “The House that Jack Built”, novo filme de Lars Von Trier, que levou pelo menos 100 pessoas a abandonarem a sessão de sua première mundial no Festival de Cannes, revoltadas e enojadas. A prévia é uma colagem de cenas ultraviolentas, editadas como um aperitivo, sem revelar demais, apenas o suficiente para demonstrar o quanto o filme é doentio. No arsenal de momentos repugnantes, há desde mal-tratos contra animais até surras brutais contra mulheres. Uma cena em que o protagonista, vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), arrasta um cadáver amarrado à traseira de seu carro, deixando um rastro de sangue pela estrada, resume o exagero mórbido da produção. Mas as imagens de terror também são acompanhadas por uma narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que pratica violência. Para ele, os assassinatos são obras de arte. E isso vem acompanhado, na tela, de montagens metafóricas óbvias, em que ovelhinhas se contrapõe ao rosto de vítimas desesperadas, enquanto um predador selvagem as caça. Mais explícito que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão de Jack, o serial killer, que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). O elenco ainda inclui Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o assassino enquanto ele “tenta criar sua obra definitiva”. A estreia comercial está marcada para 29 de novembro na Dinamarca, único país que, até agora, confirmou o lançamento.
Vídeo anuncia começo da produção da 3ª temporada de Stranger Things
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar o começo da produção da 3ª temporada de “Stranger Things”. O registro em preto e branco traz bastidores da primeira leitura coletiva dos roteiros dos episódios e apresenta os novos atores da série, Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Jake Busey (série “From Dusk till Dawn”) e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), que é filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além de terminar com destaque para Priah Ferguson, intérprete de Erica, a irmã caçula de Lucas (Caleb McLaughlin), recém-promovida ao elenco central. Elwes viverá o prefeito Kline, da cidadezinha de Hawkins, onde se passa a trama. O personagem foi descrito como “bonito, esperto e desprezível… o político clássico dos anos 1980, mais preocupado com sua própria imagem do que com o povo da pequena cidade que ele governa”. Busey será Bruce, um jornalista do jornal local, The Hawkins Post, que tem “moral questionável e um senso de humor doentio”. E Maya dará vida a Robin, uma “garota alternativa”, seja lá o que isso significa. A definição dos irmãos Duffer, criadores da série, provavelmente tem a ver com o gosto musical da personagem, que também é descrita como alguém que odeia seu trabalho, mas fica animada quando descobre um segredo da cidade misteriosa. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “Stranger Things” na Netflix.
Filha de Uma Thurman e Ethan Hawke entra no elenco de Stranger Things
A jovem atriz Maya Hawke foi anunciada no elenco da 3ª temporada de “Stranger Things”. Com 19 anos, a filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”) vai viver Robin, uma “garota alternativa”, seja lá o que isso significa. A definição dos produtores provavelmente tem a ver com o gosto musical da personagem, que também é descrita como alguém que odeia seu trabalho, mas fica animada quando descobre um segredo da cidade misteriosa. Sua introdução pode servir para desencalhar Steve (Joe Keery), personagem que surpreendeu os próprios autores, os irmãos Matt e Ross Duffer, ao evoluiu de coadjuvante desprezível para herói inesperado da série. Maya Hawke estreou como atriz na minissérie britânica “Little Women”, no ano passado. Além dela, a atriz Priah Ferguso, intérprete de Erica, a irmãzinha de Lucas (Caleb McLaughlin), foi promovido ao elenco central. A menina de 11 anos apareceu em quatro episódios da 2ª temporada e ganhou a admiração dos irmãos Duffer, que já tinham prometido lhe dar mais espaço. Ela vai se envolver na ação dos próximos episódios com “um exército” de amigos, segundo comunicado da Netflix, ajudando a salvar sua cidade de uma nova ameaça.
Coordenador de dublês de Kill Bill revela que Tarantino dispensou dublês no dia do acidente de Uma Thurman
Após o questionamento do Sindicato dos Atores, o coordenador de dublês responsável pelas cenas de ação de “Kill Bill” (2003) resolveu se manifestar. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ele afirmou que não foi chamado a trabalhar no dia em que a atriz Uma Thurman se acidentou, ao filmar uma cena dirigindo um carro antigo conversível. “Em momento nenhum eu fui avisado ou consultado sobre o fato da sra. Thurman pilotar um carro em cena naquele dia”, revelou o experiente Keith Adams, responsável pela segurança dos atores no set. Thurman revelou há uma semana, em entrevista ao jornal The New York Times, que teria sido pressionada pelo diretor Quentin Tarantino a dirigir um Karmann Ghia modelo 1973 por uma estrada de terra no México. Ela perdeu o controle do veículo e acabou colidindo com uma árvore. Ela conseguiu um vídeo do acidente com Tarantino, que mostra o momento do impacto, que a deixou com ferimentos em seu pescoço e joelhos. “Nenhuma cena de risco estava programada para ser filmada naquele dia. Todo o departamento de dublês foi dispensado e ninguém chamado ao set”, afirmou o coordenador de dublês. “Se tivessem me envolvido, eu teria insistido não só em colocar um piloto profissional ao volante como também em garantir que o carro estivesse seguro para correr na estrada”, completou. Em entrevista recente ao site Deadline, Tarantino afirmou que nunca considerou a cena em questão como “uma cena de risco“. Entretanto, dublês experientes ouvidos pelo The Hollywood Reporter afirmaram que houve, sim, grande risco e criticaram o diretor pela imprudência. “Ela poderia ter morrido por decapitação”, afirmou o dublê veterano Andy Armstrong. “O carro poderia facilmente ter capotado e a câmera vindo para a frente. Foi irresponsabilidade em um nível imenso”, completou. Falando com mágoa sobre o episódio, Thurman disse que se recusou inicialmente a pilotar o veículo na cena. “Quentin veio no meu trailer e não gostou de ouvir um ‘não’. Ele disse: ‘Eu prometo a você que o carro está ótimo. É um trecho de estrada reta”, lembrou a atriz, que relata ter brigado por 15 anos com Harvey Weinstein e os produtores do filme para conseguir as imagens que provavam o que realmente aconteceu naquele dia. “O que me afetou mesmo quanto ao acidente foi sentir que tinha sido agredida de tal forma que ficara vulnerável.” Após a divulgação do vídeo, na última semana, Tarantino confirmou o relato da atriz e disse que o episódio é “um dos maiores arrependimentos de sua vida”.
Uma Thurman poderia “ter morrido por decapitação”, diz dublê sobre acidente em Kill Bill
Dublês profissionais e o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, que também representa os dublês em Hollywood, decidiram se manifestar em repúdio contra o acidente revelado por Uma Thurman ao jornal The New York Times no sábado passado (3/2). Na entrevista, a atriz contou ter sofrido um acidente de carro durante as filmagens de “Kill Bill”, em 2003, e que o caso teria sido abafado pelos produtores. O diretor dos filmes, Quentin Tarantino, insistiu para a atriz fazer a cena em alta velocidade de forma a conseguir fotografar o vento levantando os cabelos dela. Com a revelação de um vídeo da batida, Tarantino se desculpou dizendo que foi “um dos maiores arrependimentos” de sua vida. “Ela poderia ter morrido por decapitação”, afirmou o dublê veterano Andy Armstrong à revista The Hollywood Reporter, após ver o vídeo do acidente, que resultou em uma concussão e em ferimentos nos joelhos da atriz. “O carro poderia facilmente ter capotado e a câmera vindo para a frente. Foi irresponsabilidade em um nível imenso”, completou. Em seu relato, Uma Thurman disse que não se sentiu confortável dirigindo o carro e pediu um dublê, que Tarantino teria recusado por causa do custo, afirmando que era uma estrada reta. Outra dublê com longa experiência, Melissa Stubs, destacou que não é responsabilidade da atriz convencer o diretor que ela não deve fazer a cena. “Por isso, é preciso um coordenador de dublês com experiência”, disse ela. “A situação descrita pedia um dublê e a filmagem com Uma provavelmente seria uma violação de segurança”, disse um porta-voz do Sindicato dos Atores. “Em geral, apenas dublês profissionais deveriam interpretar essas cenas com a supervisão de um coordenador especializado para garantir uma performance segura e correta.” A responsabilidade pela segurança de Uma no set era dividida entre os produtores, Tarantino e o coordenador de dublês, que no caso era Keith Adams.
Entrevista antiga traz Fergie acusando Tarantino de mordê-la em filmagem
Mais um dia, mais uma controvérsia. O site Jezebel, que desencavou a polêmica entrevista radiofônica em que Quentin Tarantino defendia o colega Roman Polanski do estupro de uma menor, publicou nesta quinta (8/2) um vídeo com outra entrevista antiga, em que Fergie diz ter sido mordida por Tarantino durante a filmagem de “Planeta Terror”, lançamento de 2007. Tarantino fez uma pequena participação como zumbi no filme, dirigido por Robert Rodriguez, e teria sido tão dedicado ao personagem que chegou a morder a cantora. A entrevista foi incluída como bônus no DVD de “Planeta Terror”, e traz Fergie brincando sobre o “método” de interpretação do cineasta. “Então eu estou fazendo a cena e ele começa a me morder”, disse ela. A declaração é acompanhada por imagens que mostram Tarantino prendendo a cantora-atriz no chão, enquanto ela ri e diz “F*, sai de cima de mim”. Na entrevista de bastidores sobre o incidente, Robert Rodriguez disse: “Não foi tão ruim. Não foi uma mordida, porque ela não estava sangrando nem nada. Certamente, ela sentiu alguns dentes na carne. Isso acontece, as pessoas entram no papel.” Em mais imagens incluídas no vídeo, Fergie mostrou uma hematoma visível em seu ombro direito. “Quentin me mordeu. E no final desta filmagem, eu vou mordê-lo de volta”, disse ela. A conduta de Tarantino nos sets de filmagens não saem das manchetes desde sábado, quando Uma Thurman revelou ter
Produtor acusado de acobertar acidente de Uma Thurman pede desculpas à atriz
O veterano produtor Lawrence Bender, citado pela atriz Uma Thurman como um dos culpados pelos eventos envolvendo seu acidente nas filmagens de “Kill Bill” (2003), emitiu um comunicado, publicado pela revista The Hollywood Reporter na quarta (7/2), em que pede perdão, mas se diz inocente. “Nunca escondi nada da Uma ou de ninguém e nem encobri o acidente – jamais faria isso”, esclareceu o produtor, que também já havia trabalhado com a atriz em “Pulp Fiction” (1994) e em vários outros filmes de Quentin Tarantino, como “Cães de Aluguel” (1992), “Jackie Brown” (1997) e “Bastardos Inglórios” (2009). Mesmo se defendendo das acusações, ele pediu desculpas para a atriz. “Eu me arrependo profundamente agora que sei da dor física e emocional que Uma enfrentou nos últimos anos”, disse. “A segurança dos profissionais que trabalham nos filmes que produzo é essencial para mim e não quero que ninguém fique mal por isso.” O texto do produtor contrasta com o que relatou a atriz. “A forma como isso foi acobertado depois que aconteceu é que é imperdoável”, ela acusou, em seu Instagram, chegando a dar nomes aos responsáveis. “Eu culpo Lawrence Bender, E. Bennett Walsh e o notório Harvey Weinstein por isso. Eles mentiram, destruíram evidências e continuam me contradizendo sobre o dano que sofri”. Uma Thurman se acidentou na última semana de filmagem de “Kill Bill”, após o diretor Quentin Tarantino a pressionar a realizar uma cena num carro que uma dublê poderia fazer. Ela se recusou, por não se considerar boa motorista e por ser alertada sobre problemas no veículo pela equipe técnica, mas o diretor teria garantido que tudo estava bem com o carro e com a estrada, que ela só precisava acelerar em linha reta. “Quentin veio no meu trailer e não gostou de ouvir um ‘não’, como qualquer diretor”, diz ela. “Ele disse: ‘Eu prometo a você que o carro está ótimo. É um trecho de estrada reta’”. Isso acabou não sendo verdade. O carro rodopiou e bateu numa árvore, deixando a atriz presa nas ferragens. Ela conta que ficou com danos permanentes no joelho e no pescoço.
Atriz detona Quentin Tarantino por teste de shorts e chinelo
A atriz Busy Philipps (série “Cougar Town”) resolveu liberar seu repertório de palavrões para atacar Quentin Tarantino nas redes sociais, após mais uma polêmica envolvendo o nome do diretor. Ela aproveitou o resgate de uma entrevista em que o diretor defendeu Roman Polanski no caso de estupro de menor de 1977 e disparou: “f… esse cara”. “Lamento que vocês tenham de ouvir esse p… de Quentin Tarantino”, disse ela. Em seguida, aproveitou para revelar como foi seu contato com Tarantino, revelando que, certa vez, foi fazer um teste para um papel em filme do diretor e a produção exigiu que ela vestisse “shorts curtos” e chinelos. “Se cuspir em uma atriz e estrangulá-la não fosse suficiente. F… esse cara. F… todos que trabalham com ele. Eu tenho vergonha de já ter feito teste com ele. Eu tive de aparecer de shorts curtos e chinelos, como pedido, porque ‘eu queria o trabalho’. Esse negócio é horrível e dá oportunidade aos predadores”, acusou ela, antes de complementar. “Em tempo, isso foi há dez anos. Agora tenho certeza de que me considerariam velha para isso.” Busy Phillips terminou sua série de tuítes se despedindo e torcendo por uma mudança de postura após tantas revelações de abuso e comportamento inadequado. “Tenho de por minhas duas meninas para dormir e rezar para que elas possam crescer em um mundo em que drogar e estuprar uma criança de 13 anos não é motivo de risadas em um programa de rádio, sob a alegação de ‘foi porque ela quis’”, finalizou ela. Tarantino está no centro de polêmicas desde o fim de semana, quando o jornal The New York Times publicou uma longa entrevista de Uma Thurman em que ela denunciou situações de abuso, por parte de Harvey Weinstein, e um acidente nas filmagens de “Kill Bill”, que a levou a crer que o diretor queria matá-la. Dias depois, Thurman acabou defendendo Tarantino, dizendo que foi ele quem lhe conseguiu o vídeo do acidente – agora exposto ao público – e que ele sempre se arrependeu de tê-la pressionado a filmar a cena que acabou em acidente. Em resposta, Tarantino citou o caso como “um dos maiores erros da minha vida”. FUCK THIS GUY. https://t.co/ucjMfftBdO — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 SORRY YOU HAVE TO LISTEN TO THIS FUCK QUENTIN TARANTINO YOU ARE FUCKING CANCELLED. https://t.co/ucjMfftBdO — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 Like fucking spiting on an actresses face and choking her wasn't enough. Fuck this guy. Fuck anyone who works with him. I'm embarrassed that I ever auditioned for him. Fuck him. — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 That I fucking showed up in SHORT SHORTS AND FLIP FLOPS as requested because I WANTED THE JOB. This business sucks and enables predators and FUCKING ENOUGH. — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 Btw this was 10 year ago. I'm SURE IM TOO FUCKING OLD NOW. — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018 Ok. Sorry. I have to go put my two girls to bed and pray that they they get to grow up in a world where drugging and raping a child at 13 isn't laughed off in a radio interview "because she wanted it". — Busy Philipps (@BusyPhilipps) February 6, 2018
Diane Kruger diz que foi um prazer ser estrangulada por Tarantino em Bastardos Inglórios
Metido em polêmicas nesta semana, Quentin Tarantino teve uma boa notícia após sua entrevista com o site Deadline, em que abordou o acidente grave sofrido por Uma Thurman durante as filmagens de “Kill Bill”. Citada em meio à controvérsia, Diane Kruger usou o Instagram para dizer que trabalhar com o diretor em “Bastardos Inglórias” foi um grande prazer. O nome da atriz alemã foi citado pelo próprio Tarantino, em resposta à polêmica surgida com a reportagem do New York Times sobre o acidente de Thurman. Dizendo-se arrependido por insistir que a atriz fizesse a cena que a acidentou, ele revelou tê-la ajudado a conseguir o vídeo do acidente e aina afirmou que outras situações descritas na reportagem publicada no sábado (3/2) não tinham sido denúncias da “amiga”. O diretor citou uma cena em que segurou correntes sobre o pescoço de Thurman para estrangulá-la numa cena de “Kill Bill”, revelando que sua participação neste ato tinha sido sugestão da própria atriz, por acreditar que estaria mais segura se ele fizesse isso, e que anos depois também usou as próprias mãos para estrangular Diane Kruger, numa cena de “Bastardos Inglórios”. Diane Kruger respondeu à citação de seu nome de duas formas. Em primeiro lugar, fez questão de apoiar Uma Thurman em suas denúncias contra Harvey Weinstein. E em seguida tratou de elogiar Tarantino. “À luz das recentes alegações feitas por Uma Thurman contra Harvey Weinstein e sua terrível experiência de trabalho em ‘Kill Bill’, meu nome foi mencionado em numerosos artigos em relação à cena de estrangulamento em ‘Bastardos Inglórios’. Este é um momento importante na História e meu coração se dirige a Uma e a qualquer pessoa que tenha sido vítima de agressões e abusos sexuais. Eu estou com você. Para ficar registrado, eu também gostaria de dizer que minha experiência de trabalho com Quentin Tarantino foi puro prazer. Ele me tratou com absoluto respeito e nunca abusou do seu poder ou me forçou a fazer qualquer coisa com a qual eu não me sentisse confortável”, escreveu Kruger. Veja a íntegra do post abaixo, com uma imagem da atriz em “Bastardos Inglórios”. In light of the recent allegations made by Uma Thurman against Harvey Weinstein and her terrifying work experience on “Kill Bill”, my name has been mentioned in numerous articles in regards to the choking scene in “Inglourious Basterds”. This is an important moment in time and my heart goes out to Uma and anyone who has ever been the victim of sexual assault and abuse. I stand with you. For the record however, I would like to say that my work experience with Quentin Tarantino was pure joy. He treated me with utter respect and never abused his power or forced me to do anything I wasn’t comfortable with. With love, D xoxo Uma publicação compartilhada por Diane Kruger (@dianekruger) em 6 de Fev, 2018 às 6:31 PST












