Após demissão de Johnny Depp, Animais Fantásticos 3 é adiado para 2022
A Warner anunciou o adiamento de “Animais Fantásticos 3”, após forçar Johnny Depp a desistir de sua participação no filme. A estreia do longa estava programada para 12 de novembro de 2021, mas agora o longa só chegará aos cinemas dos EUA em 15 de julho de 2022. Embora as filmagens já tenham começado no Reino Unido, o estúdio iniciou contatos para substituir Depp no papel do vilão Gellert Grindelwald – que os fãs apostam começar por Colin Farrell, intérprete de um disfarce de Grindelwald em “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Mesmo com sua saída da produção, Johnny Depp deve receber mais de US$ 10 milhões por “Animais Fantásticos 3”, por seu contrato ter uma cláusula de play-or-pay, que garante o pagamento de seu salário integral quer o filme seja feito ou não. Segundo o site The Hollywood Reporter, a decisão de afastar Depp partiu de Toby Emmerich, presidente da Warner Bros., que interviu na produção após o veredito negativo do processo aberto pelo ator contra o jornal The Sun. Depp quis refutar a afirmação de que ele seria um “espancador de esposa”, mas o juiz do caso concordou com o jornal britânico, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa do ator, Amber Heard, como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. Agora um “espancador de esposa” oficial, Depp se tornou um pesadelo de relações públicas para o estúdio, que ainda precisa lidar com o fato de a escritora J.K. Rowling, responsável pelas histórias da franquia “Animais Fantásticos”, enfrentar cancelamento nas redes sociais por posições assumidamente transfóbicas. Até o ator Eddie Redmayne, protagonista de “Animais Fantásticos”, perdeu fãs ao defender a escritora. A direção de “Animais Fantásticos 3” está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores.
Johnny Depp pode receber US$ 10 milhões para não atuar em Animais Fantásticos 3
Johnny Depp deve receber mais de US$ 10 milhões para não atuar em “Animais Fantásticos 3”. O ator foi forçado pela Warner a se demitir do filme, mas o site The Hollywood Reporter apurou que seu contrato tem uma cláusula de play-or-pay, que garante o pagamento de seu salário integral quer o filme seja feito ou não. O THR ainda afirmou que a decisão de afastar Depp partiu de Toby Emmerich, presidente da Warner Bros., que interviu na produção após o veredito negativo do processo aberto pelo ator contra o jornal The Sun. Depp quis refutar a afirmação de que ele seria um “espancador de esposa”, mas o juiz do caso concordou com o jornal britânico, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa do ator, Amber Heard, como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. Agora um “espancador de esposa” oficial, Depp se tornou um pesadelo de relações públicas para o estúdio, que ainda precisa lidar com o fato de a escritora J.K. Rowling, responsável pelas histórias da franquia “Animais Fantásticos”, enfrentar cancelamento nas redes sociais por posições assumidamente transfóbicas. Até o ator Eddie Redmayne, protagonista de “Animais Fantásticos”, perdeu fãs ao defender a escritora. Tecnicamente, porém, Depp não foi demitido pela Warner. Em nota publicada nas redes sociais, o ator anunciou que “a Warner Bros. me pediu para renunciar do meu papel como Grindewald em ‘Animais Fantásticos’ e eu respeitei e concordei com o pedido”. Sendo assim, não está claro se seu contrato ainda pode ser validado nestas condições. O ator também disse que pretende recorrer da sentença do julgamento “surreal” no Reino Unido para reverter a decisão que inocentou o jornal e manchou sua biografia. Por sua vez, a Warner informou que está em busca de um novo ator para desempenhar o papel do vilão Gellert Grindelwald, vivido por Depp, e que o lançamento de “Animais Fantásticos 3” foi adiado para 2022. A estreia do longa estava programada para 12 de novembro de 2021. O filme já estava em produção e Depp chegou a gravar uma cena como o vilão. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores.
Vexame! Johnny Depp é convidado a sair de Animais Fantásticos
O ator Johnny Depp foi forçado pela produtora Warner Bros. a abdicar de sua participação na franquia “Animais Fantásticos”, do universo cinematográfico de Harry Potter. A demissão foi anunciada dias pelo próprio Depp, dias depois de perder uma batalha legal que ele próprio começou, ao processar o jornal inglês The Sun por tê-lo chamado de “espancador de esposa” durante seu casamento com a atriz Amber Heard. Com a derrota nos tribunais, ele se tornou um “espancador de esposa” reconhecido judicialmente. Em uma carta aberta, publicada nas redes sociais, Depp assumiu que sua saída foi solicitada pelo estúdio. Ele agradeceu “o apoio e a lealdade” de quem lhe enviou mensagens e disse que ainda vai lutar contra as alegações feitas pelo tabloide inglês. “Gostaria de dizer que a Warner Bros. me pediu para renunciar do meu papel como Grindewald em ‘Animais Fantásticos’ e eu respeitei e concordei com o pedido”, escreveu Depp, na nota postada no Instagram. “O julgamento surreal da corte no Reino Unido não vai mudar a verdade e eu confirmo que planejo fazer a apelação. Minha resolução permanece forte, e eu pretendo provar que as alegações contra mim são falsas. Minha vida e minha carreira não serão definidas por esse momento.” A Warner Bros. confirmou a saída do ator e deve substitui-lo para o terceiro filme da franquia, ainda sem nome, supostamente previsto para novembro de 2021. Depp processou a News Group Newspapers (NGN), que publica o The Sun, e um de seus jornalistas, Dan Wootton, que em 2018 escreveu o artigo que chama Depp de “espancador de esposa”, justamente num contexto em que envolvia a participação do ator na franquia da Warner. Tanto Depp quanto Heard depuseram diante do juiz Andrew Nicol durante uma audiência de três semanas na Alta Corte de Londres, expondo alguns dos momentos mais sombrios de seu casamento de curta duração para o tribunal – e o mundo. Ao anunciar a decisão na segunda (2/11), Nicol afirmou que os argumentos apresentados pelo jornal para descrever o comportamento do ator eram “substancialmente verdadeiros”. A situação se tornou um pesadelo de relações públicas para a Warner, que, além de ter Depp em seu filme, ainda precisa lidar com o fato de a escritora J.K. Rowling, responsável pela história, enfrentar cancelamento nas redes sociais por posições assumidamente transfóbicas. Até o ator Eddie Redmayne, protagonista de “Animais Fantásticos”, perdeu fãs ao defender Rowling. O estúdio também trabalha com Amber Heard na franquia “Aquaman”. O terceiro “Animais Fantásticos” era o único filme de Depp em andamento. Assim, ele só tem um compromisso profissional previsto: ajudar a divulgar o lançamento de “Minamata”, rodado no ano passado e, até o momento, último filme de sua carreira – com estreia marcada para o começo de 2021. Mas, devido à sua saída de “Animais Fantásticos”, o ator deverá enfrentar outro compromisso judicial. Ele perdeu a justificativa para adiar a audiência de um segundo processo que ele mesmo abriu. No começo de 2021, Depp deverá comparecer a um tribunal no estado americano da Virgínia, onde está processando Heard por US$ 50 milhões devido a uma coluna assinada por ela no jornal Washington Post, na qual escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, a própria atriz também decidiu abrir processo contra Depp, pedindo US$ 100 milhões por causa da campanha de difamação judiciária movida por ele, que pode trazer prejuízos a sua imagem e carreira. Estes dois julgamentos são sombras que ainda pairam sobre o futuro do ator. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Johnny Depp (@johnnydepp) em 6 de Nov, 2020 às 8:15 PST
Juiz confirma que Johnny Depp é “espancador de esposa”
Johnny Depp perdeu seu processo por difamação contra o tabloide britânico The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”. O veredito do caso, que mobilizou a imprensa mundial em julho passado, foi proferido por um juiz da Suprema Corte de Londres nesta segunda-feira (2/11). Em sua decisão, o juiz Andrew Nicol afirmou ter aceitado as alegações da ex-mulher do ator, a atriz Amber Heard, de que ele a havia agredido violentamente durante seu tempestuoso relacionamento de cinco anos. No julgamento, Heard testemunhou que chegou a temer por sua vida, e Depp acabou confessando ter lhe dado uma cabeçada. Isto aconteceu depois que a advogada do tabloide revelou o áudio de uma discussão em que Depp diz: “Eu te dei uma cabeçada na p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. “Eu percebi que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”, disse Nicol. “O reclamante não obteve sucesso na ação por difamação.” Os advogados de Depp descreveram a decisão como “perversa e desconcertante” e disseram que seria ridículo o ator não apelar. Foi o próprio Depp quem colocou sua carreira em risco ao decidir processar o jornal inglês, com base na declaração de que ele tinha agredido Heard enquanto eram casados. Durante o julgamento, alguns dos momentos mais sombrios de seu casamento de curta duração foram trazidos à tona diante do tribunal – e do mundo. Ambos estiveram presentes em todos os dias do processo, já que Heard apresentou 14 denúncias de abusos contra Depp, que formaram a espinha dorsal da defesa da empresa News Group Newspapers para provar sua alegação. Várias fotos comprometedoras, de residências destruídas após a fúria do astro e do próprio ator mergulhado no torpor de drogas vieram à público durante o julgamento. Depp, por sua vez, tentou desmontar a acusação de agressão, incluindo o recurso a depoimentos de sua ex-namorada Winona Ryder e sua ex-mulher Vanessa Paradis. Após ouvir todas as testemunhas e depoimentos, Nicol decidiu que as alegações de agressão, publicadas pelo jornal, eram “substancialmente verdadeiras”. O que mais pesou em sua decisão foi o testemunho de Heard e as fotos que apresentou. Ela disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália. A decisão abre caminho para o jornal The Sun processar o ator e favorece o caso de Amber Heard contra ele nos EUA. Depp também também está processando Heard por US$ 50 milhões no estado americano da Virgínia devido a uma coluna assinada pela atriz no jornal Washington Post, na qual ela escreveu sobre violência doméstica. A atriz, por sua vez, processou Depp de volta por US$ 100 milhões por campanha de difamação, ao judicializar seu casamento e trazer prejuízos a sua imagem e carreira. Depp e Heard se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes. Mas a separação não encerrou o caso, porque Depp não aceita qualquer insinuação de que tenha sido violento, apesar da atriz ter aparecido com olho roxo e sofrer uma crise de choro, sem conseguir depor, durante o processo de divórcio. Os processos, porém, não ajudaram sua causa e agora o ator é oficialmente um “espancador de esposa”, assim declarado por um tribunal do Reino Unido. A Warner Bros., que produz as franquias “Aquaman”, estrelada por Heard, e “Animais Fantásticos”, estrelada por Depp, não quis se manifestar diante de pedidos da imprensa por declarações nesta segunda.
Keith Raniere, guru da seita sexual NXIVM, é condenado a 120 anos de prisão
O guru Keith Raniere, líder do grupo de autoajuda e seita sexual NXIVM, foi condenado a 120 anos de prisão nesta terça-feira (27/10), após ter sido acusado de tráfico sexual, extorsão e posse de pornografia infantil no ano passado. Os promotores queriam que o guru recebesse prisão perpétua, enquanto seus advogados defendiam uma pena de 15 anos. “Raniere recrutava pessoas para as organizações que fundou, supostamente para seu próprio benefício, e depois as explorava para obter poder, dinheiro ou sexo. A sentença imposta a Raniere deve refletir o dano imensurável que ele infligiu às suas vítimas”, disseram os promotores em um documento entregue a Nicholas Garaufis, juiz que acompanhou o caso. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu vários adeptos a seu programa de autoajuda, que incluía diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Além da longa sentença, ele também foi multado em 1,75 milhão. No começo deste mês, Clare Bronfman, herdeira do grupo de bebidas Seagram, também foi condenada a seis anos e nove meses de prisão por seu envolvimento na seita. E a atriz Allison Mack, de “Smallville”, aguarda sua sentença, após se declarar culpada das acusações de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Na ocasião, ela se defendeu dizendo-se vítima de uma lavagem cerebral realizada por Raniere. “Eu estava perdida”, declarou. A NXIVM, Raniere e seguidores hollywoodianos da seita foram o foco de duas séries documentais recentes: “The Vow”, da HBO, que terá uma 2ª temporada focada no julgamento de seus membros, e “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz.
Veredito do processo de Johnny Depp contra o jornal The Sun sai na segunda
Johnny Depp vai descobrir na próxima segunda-feira (2/11) se teve sucesso ou fracassou em seu processo por difamação contra o tabloide britânico de Rupert Murdoch, The Sun. Considerado o maior julgamento inglês por difamação do século 21, o processo terá seu veredito revelado por um juiz da Suprema Corte do Reino Unido às 10h (horário local) de segunda, de acordo com repórteres do tribunal. E o resultado pode representar um momento de definição para a reputação de Depp. O ator processou o jornal e a empresa News Group Newspapers devido a um artigo publicado em abril de 2018 que o chama de “espancador de esposa”, referindo-se a seu relacionamento com Amber Heard. O astro de “Piratas do Caribe” e sua ex-mulher, estrela de “Aquaman”, enfrentaram um julgamento de 16 dias em julho, durante o qual alguns dos momentos mais sombrios de seu casamento de curta duração foram trazidos à tona diante do tribunal – e do mundo. Ambos estiveram presentes em todos os dias do processo, já que Heard apresentou 14 denúncias de abusos contra Depp, que formaram a espinha dorsal da defesa do News Group Newspapers enquanto procurava provar sua alegação. Várias fotos comprometedoras vieram à público durante o julgamento. Depp, por sua vez, tentou desmontar a acusação de agressão, incluindo o recurso a depoimentos de sua ex-namorada Winona Ryder e sua ex-mulher Vanessa Paradis. Se o juiz decidir a favor de Depp, poderá efetivamente exonerá-lo das alegações de que ele agrediu Heard. Se a decisão for contra o ator, ele será considerado juridicamente um “espancador de esposa”. Mas é improvável que o veredito encerre o assunto. Depp também está processando Heard por US$ 50 milhões no estado americano da Virgínia devido a coluna assinada pela atriz no jornal Washington Post, na qual ela escreveu sobre violência doméstica. A atriz, por sua vez, processou Depp de volta por US$ 100 milhões por campanha de difamação, ao judicializar seu casamento e trazer prejuízos a sua imagem e carreira. Depp e Heard se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes.
Advogado de Johnny Depp conclui defesa chamando Amber Heard de mentirosa
O advogado de Johnny Depp concluiu nesta terça (28/7) sua argumentação no processo que o ator move contra o jornal britânico The Sun por calúnia, após ser chamado de “espancador de esposa” num artigo de 2018. Mas a linha defendida por David Sherbone aproximou-se bastante do retrato traçado pela advogada da publicação, que um dia antes descreveu Depp como um misógino capaz de não apenas atacar a ex, Amber Heard, como inventar os piores adjetivos possíveis para desacreditá-la, de vadia e mentirosa para baixo. Sherbone reforçou essa linha de defesa para tentar provar que Depp é um homem pacífico e que Heard é que é violenta. “Ela é a agressora, não o sr. Depp. Ele não é espancador de mulheres”, disse Sherborne ao tribunal, acrescentando que a “falta de credibilidade” de Heard havia sido comprovada nas evidências que ela mesma ofereceu. Ele declarou que a atriz é uma “testemunha totalmente não confiável e, francamente, mentirosa compulsiva”, alguém que adaptou sua história para equilibrar as evidências produzidas contra ela. Em um discurso de encerramento, o advogado de Depp ainda afirmou que, embora o ator tenha se aberto sobre o uso de drogas e álcool, Heard minimizou o próprio consumo, além de suas questões de ciúme e raiva. Ao longo do julgamento, Heard descreveu vários incidentes em que, segundo ela, foi agredida por Depp, trazendo fotos de hematomas e da destruição causada nos locais em que as agressões aconteceram, além de testemunhas, como sua irmã e uma cabeleireira, e registros do ator apagado de tanto se drogar. Depp acabou confessando ter dado uma cabeçada na atriz e ela confirmou que o agrediu pelo menos uma vez, justificando o ato como tentativa de defender a irmã de um ataque enraivecido do ator. A defesa de Depp também tentou retratar a atriz como infiel, o que ela negou e o juiz do caso, Andrew Nicol, considerou irrelevante. O jornal The Sun publicou tudo, dando grande repercussão com o objetivo de colocar a opinião pública contra o ator. A publicação, claro, tem interesse em vencer o processo e conta com apoio de Heard, porque a atriz também está sendo processada por Depp nos EUA por se dizer vítima de violência doméstica. O midiático julgamento se encerrou nesta terça-feira, mas o juiz não deve proferir sua decisão antes de várias semanas.
Advogada do The Sun chama Johnny Depp de misógino drogado e violento
Johnny Depp está processando o jornal The Sun por difamação devido a um artigo que o chamou de “espancador de esposa”. Mas a advogada do tabloide britânico acrescentou outros adjetivos fortes e pejorativos para descrever o ator durante o julgamento. Em sua apresentação final da defesa, a advogada Sasha Wass chamou Depp de misógino drogado e violento. Ela disse que tudo o que o jornal publicou “é verdade – ou seja, Depp realmente bateu em sua esposa”. E descreveu porque “espancador de esposa” é uma forma correta de descrevê-lo – entre outras. Wass disse que havia “evidências esmagadoras de violência doméstica e do comportamento de espancar a esposa, catalogadas durante um período de três anos”. E concluiu que “uma profunda misoginia […] está na raiz da raiva de Depp”. Ela aprofundou a descrição negativa do ator. “Ele criou uma persona misógina de (Heard) como o estereótipo de uma mulher irritante”. Wass também disse que Depp classificou a Heard como “uma interesseira, uma megera e uma adúltera” em várias declarações para desacreditá-la. A advogada argumentou que esse ressentimento foi amplificado e virou violência contra Heard porque Depp era “um viciado sem esperança que perdia repetidamente seu autocontrole e toda a capacidade de conter sua raiva”. E ainda usou o histórico do ator como “evidência bem documentada de violência e destruição durante toda a vida adulta, que ocorreu sempre que ele ficou sob a influência de bebidas e drogas.” Para comparar a diferença causada pelas drogas no comportamento do ator, ela disse que o primeiro ano do relacionamento do casal, durante o qual Depp estava sóbrio, foi “idílico”. A violência só começou em 2013 após uma recaída, que o tornou “sujeito a mudanças irracionais de humor e padrões comportamentais anormais, que não estavam presentes quando o Sr. Depp estava sóbrio, e o Sr. Depp tem um nome para essa entidade metamorfoseada – o Monstro”. Depp, que preferiu se ausentar do tribunal nesta segunda-feira (27/7), nega veementemente ter agredido Heard. O ator alega que as acusações de Heard e suas testemunhas são “uma farsa cuidadosamente coreografada”, porque as drogas, que ele confirma tomar, não o tornariam violento. Ele também abriu um processo por difamação contra a atriz nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo. O casal se conheceu durante as filmagens de “Diário de um Jornalista Bêbado”, em 2011, e se casou em Los Angeles em fevereiro de 2015. Heard entrou com pedido de divórcio no ano seguinte e o divórcio foi finalizado em 2017. O julgamento por difamação contra o jornal The Sun vai se encerrar na terça-feira (28/7), com a apresentação dos argumentos dos advogados de Depp, mas o juiz encarregado do caso, Andrew Nicol, não deve proferir sua decisão antes de várias semanas.
Elon Musk chama Johnny Depp para briga após ser citado em processo
Com seu nome envolvido no processo movido por Johnny Depp contra o jornal The Sun por difamação, o empresário Elon Musk resolveu chamar o ator para a briga. Literalmente. A defesa de Depp alegou que a ex-esposa do ator, a atriz Amber Heard, teve um caso com o proprietário da fábrica de veículos Tesla enquanto ainda era casada. Musk contestou essa versão, afirmando que só teve um relacionamento com a atriz após a separação dela. “Eu não tive um romance com a Amber durante o casamento dela com o Johnny, isso é absolutamente falso”, afirmou Musk ao jornal americano The New York Times. “Eu também não tive nenhum romance a três”, acrescentando, em relação a outra denúncia da defesa de Depp, de que Heard, Musk e a atriz Cara Delevingne protagonizaram uma orgia na casa do ator. E arrematou: “Se o Johnny quiser uma luta em uma gaiola é só me avisar”. Johnny Depp moveu processo contra o jornal britânico The Sun após ter sido chamado de “espancador de esposa”. Seu casamento com Heard terminou no final de 2016, quando a atriz acusou o ator de violência doméstica. Ela acabou namorando Musk em seguida, mas o relacionamento foi breve. O julgamento trouxe à tona muitos detalhes escandalosos da vida privada do casal, acompanhados por fotos e depoimentos de Heard que alegam uma rotina de abusos e surtos violentos de Depp, motivados por ciúmes doentios e excessos de drogas e álcool. Depp afirma que nada disso aconteceu e que o depoimento de Heard e suas testemunhas é “uma farsa cuidadosamente coreografada”. Ele também abriu um processo por difamação contra a atriz nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo.
Amber Heard acusa Johnny Depp de jogar 30 garrafas de bebidas “como granadas” contra ela
A atriz Amber Heard deu um novo depoimento nesta quarta (22/7), no processo que Johnny Depp move contra o jornal britânico The Sun por difamação. Em seu terceiro dia na corte, ela negou ter cortado a ponta do dedo do ex-marido durante uma discussão violenta, dizendo que o ator jogou garrafas contra ela “como granadas”. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Heard foi interrogada sobre a mutilação da ponta do dedo de Depp, que ele afirma ter sido resultado de uma garrafa atirada pela ex-esposa. A violência aconteceu na Austrália em março de 2015, durante as filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, período que a atriz de “Aquaman” descreveu como a “pior coisa que já passei”, comparando a estadia com Depp a uma situação de refém. Ela explicou que o surto começou quando ela pegou uma garrafa que Depp estava bebendo e a jogou no chão, em protesto contra a bebedeira constante. E disse que isso precipitou um ataque de garrafas contra ela. “Ele jogou todas as garrafas que estavam ao seu alcance, cerca de 30 no bar”, contou. “Ele as pegou e começou a usá-las como granadas ou bombas… jogando uma após a outra na minha direção.” “Uma delas quebrou uma janela atrás de mim. Senti o vidro quebrar, mas estava com muito medo de olhar. Ele estava jogando garrafas cheias com força em mim com velocidade real e com a intenção de me machucar”, descreveu a atriz, segundo relato do jornal The Sun, que na condição de parte do processo tem acesso a todos os depoimentos. “Eu estava gritando com ele, pedindo para parar”, ela continuou. “Tentei passar por ele para fugir e ele me agarrou pelos cabelos, me jogou longe. Caí na mesa de pingue-pongue e ela desabou sob mim.” Heard também afirmou que Depp a perseguiu até a cozinha e bateu sua cabeça contra a geladeira enquanto gritava: “Você faz isso comigo todas as vezes, você me faz fazer isso”. Diante da descrição dessa briga, a advogada de Depp, Eleanor Laws afirmou que o relato de Heard de que o ator havia cortado o dedo ao esmagar um telefone contra uma parede e depois continuar a agredi-la era uma mentira. Questionada se tinha atirado objetos no ator, ela admitiu ter agido “em legítima defesa”. “Só joguei coisas para escapar de Johnny quando ele estava me batendo”, afirmou Heard, que já havia admitido anteriormente ter pego o que estava a seu alcance para se livrar de surtos de violência. Laws também acusou Heard de apagar um cigarro na bochecha de Depp. “Não, Johnny fez isso bem na minha frente. Ele costumava fazer coisas assim”, disse Heard. Depois desta briga, Johnny Depp escreveu mensagens desconexas no espelho do local com a ponta ensanguentada de seu dedo cortado. Uma frase dizia: “Estrelando Billy Bob, Fácil Amber”. Na terça (21/7), a atriz disse que Depp acreditava que ela tinha casos com todos os atores com quem contracenava. Billy Bob Thornton foi um deles. No começo do julgamento, na semana passada, o ator admitiu que a casa alugada na Austrália foi destruída durante a estadia do ex-casal. Ele chegou a admitir que havia “bastante sangue” pelos cômodos. No entanto, assumiu apenas parte dos danos, dizendo que Heard era responsável pela maioria deles. O prejuízo foi estimado em cerca de 100 mil libras.
Amber Heard diz que Johnny Depp a imaginava com vários atores
Durante seu depoimento de terça (21/7), no processo que Johnny Depp move contra o jornal britânico The Sun por difamação, a atriz Amber Heard contou que o ator achava que ela tinha casos com todos os colegas com quem contracenava. Em seu segundo dia na corte, Heard foi questionada pela advogada de Depp, Eleanor Laws, sobre sua suposta infidelidade durante o casamento com ator. Confrontada por um caso com o bilionário Elon Musk e o ator James Franco, ela negou que tivesse sido infiel. E acrescentou: “não que isso importe muito”. Com a insistência da advogada, ela listou outros atores de quem Depp tinha ciúmes, incluindo Leonardo DiCaprio, com quem ela apenas fez um teste. “Ele me acusou de ter casos com cada um dos meus colegas de elenco: Eddie Redmayne, James Franco, Jim Sturgess, Kevin Costner, Liam Hemsworth, Billy Bob Thornton, Channing Tatum; até mulheres como Kelli Garner”, disse Amber, de acordo com o jornal The Sun, que está publicando um diário do julgamento, graças ao acesso privilegiado como parte do processo. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Ele me provocava – especialmente quando estava bêbado ou chapado – e tinha apelidos depreciativos para todos os meus colegas masculinos que ele considerava uma ameaça sexual”, disse a atriz, revelando os apelidos maldosos de Depp para os colegas. “Por exemplo, Leonardo DiCaprio era ‘cabeça de abóbora’, Channing Tatum era ‘cabeça de batata'”. Após ouvir a exposição da advogada sobre possíveis traições da atriz durante seu casamento, o juiz do caso, Andrew Nicol, disse que ele não achou tais evidências sobre ciúmes úteis para chegar à conclusão final. O processo por difamação está sua terceira e, à princípio, última semana de testemunhos no Supremo Tribunal de Londres. Depp e Heard se divorciaram em 2017 após 15 meses de um casamento turbulento. Num acordo para acelerar o divórcio, Heard retirou sua acusação de violência doméstica e Depp lhe deu US$ 7 milhões. A atriz doou todo o valor para diversas associações. Mas, depois disso, Heard se disse sobrevivente de violência doméstica, o que fez o ator decidir processá-la. Esse julgamento não tem relação com o processo contra o jornal britânico e ainda vai acontecer nos EUA. Nele, Depp quer receber US$ 50 milhões de Heard por calúnia e difamação.
Amber Heard nega ter sido infiel durante casamento com Johnny Depp
A atriz Amber Heard foi confrontada pela advogada de Johnny Depp, Eleanor Laws, sobre sua suposta infidelidade durante o casamento dos dois, no processo que o ator move contra o jornal britânico The Sun por difamação. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Em seu segundo dia na corte, Heard negou que teve um caso com o bilionário Elon Musk, o ator James Franco ou qualquer outra pessoa enquanto era casada com Johnny Depp. “Não, não que isso importe muito”, ela afirmou na corte, dizendo que só começou a ter contato com Musk, proprietário da empresa de carros elétricos Tesla e do programa espacial Space X, em 2016. O tribunal foi informado que Heard trocou mensagens de texto com Musk em maio de 2016, depois que Depp supostamente se tornou violento e a machucou, ao jogar um telefone seu rosto. A advogada também mostrou imagens de circuito fechado de Heard levando o ator James Franco até uma cobertura em uma noite. Questionada sobre o motivo dos dois apareceram tão próximos, Heard disse: “Ele estava me dizendo ‘meu Deus, o que aconteceu com você?'”. As imagens foram feitas um dia após ela ter sido supostamente machucada no rosto por Depp. Ela alega que o astro de “Piratas do Caribe” a atacou em pelo menos 14 ocasiões, ameaçando até matá-la, e que levou tapas, socos e chutes durante explosões violentas e ciumentas de Depp, provocadas por consumo excessivo de bebidas e drogas. Depp, de 57 anos, nega ter agredido Heard e afirma que as acusações, inclusive testemunhos e fotos do rosto machucado da atriz, são uma farsa. Após ouvir a exposição da advogada sobre possíveis traições da atriz durante seu casamento, o juiz do caso, Andrew Nicol, disse que ele não achou tais evidências sobre ciúmes úteis para chegar à conclusão final. O processo por difamação está sua terceira e, à princípio, última semana de testemunhos no Supremo Tribunal de Londres. Depp e Heard se divorciaram em 2017 após 15 meses de um casamento turbulento. Num acordo para acelerar o divórcio, Heard retirou sua acusação de violência doméstica e Depp lhe deu US$ 7 milhões. A atriz doou todo o valor para diversas associações. Mas, depois disso, Heard se disse sobrevivente de violência doméstica, o que fez o ator decidir processá-la. Esse julgamento não tem relação com o processo contra o jornal britânico e ainda vai acontecer nos EUA. Nele, Depp quer receber US$ 50 milhões de Heard por calúnia e difamação.
Amber Heard diz que Johnny Depp tentou matá-la
Em seu primeiro dia de depoimento no julgamento do processo movido por Johnny Depp contra o jornal britânico The Sun por difamação, a atriz Amber Heard disse à Suprema Corte de Londres que o ator ameaçou matá-la. Depp está processando a News Group Newspapers, editora do jornal Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Ao longo de duas semanas, o ator de 57 anos afirmou ao tribunal que todas as alegações de Heard sobre abuso físico e verbal eram falsas. Ele nega ter sido violento com ela ou com qualquer outra mulher. Até então, Heard só tinha se pronunciado no julgamento por meio de uma declaração por escrito, em que afirmou ter sido seriamente abusada por Depp. Nesta segunda (20/7), ela descreveu detalhes gráficos da violência que sofreu e disse acreditar que morreria nas mãos do então marido. “Alguns incidentes foram tão graves que eu tinha medo que ele fosse me matar, intencionalmente ou mesmo perdendo o controle e indo longe demais”, disse ela. “Ele ameaçou explicitamente me matar muitas vezes, especialmente mais à frente em nosso relacionamento”, completou. Heard afirmou que Depp tinha uma “maneira violenta e sombria” de falar. “A maneira como ele falava sobre o nosso relacionamento era estar ‘vivo ou morto’ e me dizia que a morte era a única maneira de sair do relacionamento”, disse a atriz, de acordo com o jornal The Sun, que, como parte do processo, tem acesso aos depoimentos integrais do julgamento. Descrevendo sua viagem à Austrália para acompanhar o então marido nas filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017) como a “pior coisa que já passei”, ela disse ao tribunal que Depp a atacou enquanto ela estava nua, gritando e fazendo “acusações sem sentido”. Heard disse que o ator perdeu totalmente a noção com seus atos. Chegou a urinar na frente de pessoas atordoadas, tentando soletrar o nome dela com xixi. Ele também teria cortado suas roupas, embrulhando-as com bifes e as jogado na banheira. Também teria atirado tinta sobre todas as roupas que ainda estavam no armário, fazendo com que Heard temesse por sua vida. Eles deveriam passar três dias sozinhos numa folga das filmagens, mas Heard disse ter ficado “presa” na casa remota com Depp, que supostamente estava surtando sob o efeito de drogas. “A melhor maneira de descrever o que aconteceu na Austrália é que foi como uma situação de refém de três dias. Eu estava em uma casa remota, a pelo menos 20 minutos de qualquer ajuda, de onde não podia sair. Fiquei presa e isolada com uma pessoa violenta que sofria de depressão maníaca, transtorno bipolar e um padrão repetido de psicose e violência induzida por drogas, e que estava em uma farra de drogas e álcool há vários dias”, ela descreveu. “Ao longo desses três dias, houve atos extremos de violências psicológicas, físicas, emocionais e outras formas de violência. Foi a pior coisa que já passei. Fiquei com o lábio e o nariz machucados e cortes nos braços.” A atriz descreveu que Depp a agarrou pelo pescoço, empurrou-a contra a geladeira e disse que poderia “esmagar” seu pescoço. Ele então teria rasgado a camisola dela para que ela ficasse nua e a empurrou contra um bar, pois ele tinha “alucinações estranhas e paranoicas”. Heard acrescentou: “Em algum momento, ele me puxou pelo pescoço e me empurrou nua, curvada para trás, minhas costas contra o mármore. Ele estava pressionando tanto meu pescoço que eu não conseguia respirar. Lembro-me de pensar que ele ia me matar naquele momento”. Ela também abordou a acusação de ter cortado a ponta de um dedo do ator quando jogou uma garrafa de vodka contra ele. Em sua versão da história, foi o próprio Depp quem se machucou, ao quebrar um telefone contra a parede num ato de fúria alimentada por drogas. A casa em que tudo isso aconteceu sofreu grande destruição, estimada em cerca de US$ 100 mil, após a saída do casal. Em seu depoimento duro, a atriz acrescentou: “Ele ameaçou explicitamente me matar muitas vezes. Culparia todas as suas ações por uma terceira pessoa criada por ele, que costumava chamar de ‘Monstro'”. “Ele descreveu o que poderia fazer comigo se eu o deixasse ou o machucasse, como por exemplo esculpir meu rosto para que ninguém mais me quisesse”, continuou. “Ele também disse o que faria com outras pessoas de quem não gostava ou se fosse ameaçado, detalhando como poderia fazer alguém ser torturado ou como era barato e fácil abater qualquer um”. A atriz acrescentou que o surto australiano não foi o suposto ataque mais violento que sofreu. Ela contou que o pior aconteceu depois, em Los Angeles, após Depp avançar contra ela e pegar um telefone que ela estava usando. “Johnny jogou o telefone bem na minha cara, parado a cerca de um metro e meio de mim. Eu achei que tinha tirado meu olho da órbita quando me atingiu”, afirmou. “Ele também me bateu, puxou meu cabelo e agarrou meu rosto. E esse foi apenas um dos muitos, muitos incidentes. Ele causou uma quantidade significativa de danos ao apartamento e na minha cara.” O incidente descrito foi um dos poucos em que houve testemunhas. A apresentadora de TV Tillett Wright estava do outro lado da linha e ouviu tudo. Ela também ligou para uma mulher que estava na propriedade, Rocky Pennington, que chegou a tempo de impedir mais violência, colocando-se entre Heard e Depp. Segundo a advogada do Sun, Sasha Wass, Depp empurrou Pennington e começou a ameaçar Heard de violência, pegou uma garrafa de vinho e passou a destruir o local com ela. Depp retrucou que nada disso aconteceu e que a história contada por Heard, Wright e Pennington eram “uma farsa cuidadosamente coreografada”. Ele também abriu um processo por difamação contra Heard nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo.










