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  • Filme

    Elogiosas? Primeiras reações da crítica geek a Aquaman já pedem a continuação

    28 de novembro de 2018 /

    A Warner já realizou as primeiras sessões de “Aquaman” para a imprensa nos Estados Unidos. E os críticos-fãs geeks foram correndo para o Twitter para jorrar elogios. Mais que elogios. O entusiasmo é tanto que há quem já esteja querendo ver a continuação ou pelo menos que o diretor James Wan assuma o comando do universo cinematográfico da DC Comics. Como a publicação de críticas ainda está embargada, os comentários exaltados não entram em detalhes, mas todos escorrem baba viscosa. Vale registrar que a imprensa geek não costuma babar para adaptações da DC Comics com o mesmo estoque de saliva gasto para cobrir de exaltação as produções da Marvel. Nos últimos tempos, a única exceção foi o filme da “Mulher-Maravilha” (2017), enquanto “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs. Superman” (2016), “Esquadrão Suicida” (2016) e “Liga da Justiça” (2017) foram execrados. A palavra “melhor” lidera as definições, seguida por “diversão”, mas também “longo”. E não faltam comparações elogiosas a “O Cavaleiro das Trevas” (2008) e aos filmes da Marvel. O jornalista Tom Jorgensen, do IGN, deu o tom da empolgação, ao arregaçar: “‘Aquaman’ é o melhor filme da DC desde ‘O Cavaleiro das Trevas'”, escreveu, referindo-se ao filme dirigido por Christopher Nolan em 2008. “James Wan entrega um épico divertido, cheio de grandes emoções, incríveis visuais submarinos, ação excitante e muitas risadas. A DC deveria entregar as rédeas do seu universo a ele, pois ele provou que pode endireitar esse barco”, completou. Germain Lussier, do site Gizmodo, foi na mesma onda. “‘Aquaman’ é uma aventura enorme, divertida e selvagem. Não tem vergonha de ser exagerado e tem um senso de escala maior e mais ambicioso do que você pode imaginar”, escreveu. “Algumas partes dele são meio ruins, mas não a maioria, e, estranhamente, elas combinam bem com o estilo meio desenho animado do filme. Segundo melhor filme da DC”, concluiu, dando a subentender que o topo continua a ser da “Mulher-Maravilha”. Surfando junto, Eric Eisenberg, do CinemaBlend, escreveu: “Animado por poder dizer o quanto gostei de ‘Aquaman! É uma aventura legal, construída com tremendas sequências de ação e sets deslumbrantes, e tem um grande arco heróico/performance de Jason Momoa como âncora… Maravilhoso. Um grande passo para o universo cinematográfico da DC”. Também do CinemaBlend, Sean O’Connell fez coro: “Considere uma vitória grande e molhada para a DC. ‘Aquaman’, de James Wan, é uma aventura épica que mergulha fãs em mundos incrivelmente criativos. Bobinho em alguns pontos, mas muito divertido. Veja na maior tela possível!” Mais ponderado, o editor do SlashFilm, Peter Sciretta, disse que o filme é “melhor do que o esperado”. “Ele se parece com um filme da fase 1 da Marvel, no bom sentido”, disse, referindo-se a longas como “Homem de Ferro” (2008), “Thor” (2011) e “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011), que apresentaram os personagens da editora rival no cinema. “‘Aquaman’ está em seu melhor quando se diverte e não se leva a sério demais. Arraia Negra é um ótimo vilão que fãs de quadrinhos vão amar”, continuou, elogiando o antagonista interpretado por Yahya Abdul-Mateen. “Algumas tomadas realmente espetaculares, e ótima ação”. Para resumir, John Spartan Nguyen, do Nerd Reactor, exalta: “‘Aquaman’ é um espetáculo impressionante e Jason Momoa é um estouro para se assistir do começo ao fim”. Umberto Gonzales, do site The Wrap, simplesmente coroa: “Jason Momoa é o rei de Atlantis, e também o novo rei do universo cinematográfico da DC”. E Brandon Davis, do ComicBook, curva-se pedindo a sequência. “‘Aquaman’ pode ser um pouco longo, mas tem muito a apresentar na construção de seu mundo. Sequências de ação enormes, épicas, únicas e elegantes equilibram a exposição pesada. O filme ainda não saiu, mas eu já quero mais de Wan, Momoa e companhia”. Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” é o próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, com estreia marcada para 13 de dezembro no Brasil – uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Primeiro trailer legendado de Artemis Fowl revela o “Harry Potter do mal” da Disney

    27 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, fantasia baseada nos livros de Eoin Colfer, que tem muito em comum com “Harry Potter”. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a ação envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, assim como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresentará a “origem” do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Ele é o único herdeiro da família Fowl, tem o maior Q.I. da Europa e uma frieza perceptível, e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. Entretanto, enfrentará sérios problemas quando sequestrar uma fada, cuja mágica seria utilizada para salvar sua família. O elenco inclui Judi Dench (“007: Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e destaca o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolve um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para uma empresa árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood. A Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme vai finalmente estrear em 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Dennis Quaid vira psicopata em trailer de suspense

    25 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer do suspense “The Intruder”, em que o ator Dennis Quaid surta ao ver um casal se mudar para sua antiga casa. Foi nesse lugar que sua mulher morreu. E a prévia mostra como ele espreita o casal, aproveitando-se da localização isolada da residência, com planos de substituir sua esposa morta pela mulher alheia. O casal de vítimas é vivido por Meagan Good e Michael Ealy, que trabalharam juntos em “Pense como Eles” (2012) e na sequência “Pense como Eles Também” (2014). A história é assinada por David Loughery, que retoma clichês explorados em seus roteiros anteriores de “O Vizinho” (2008) e “Presa na Escuridão” (2008), e a direção está a cargo de Deon Taylor, que fez o recente “Traffik: Liberdade Roubada” (2018), também sobre casal negro atacado por brancos em sua mansão isolada. O déjà vu estreia em 26 de abril nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Animação dos bichinhos UglyDolls ganha trailer cantado em português

    23 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films disponibilizou a versão dublada em português do trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E assim como naquele desenho, o vídeo nacional de “UglyDolls” também terá dublagem nas canções, entoadas em português. Ainda não foi divulgado quem são os dubladores-cantores brasileiros. Mas o filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa vai virar animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.

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    Do que os Homens Gostam: Taraji P. Henson pode ouvir pensamentos masculinos no trailer da comédia

    23 de novembro de 2018 /

    A Paramount divulgou o pôster e o segundo trailer de “Do que os Homens Gostam”, remake da comédia “Do que as Mulheres Gostam”, estrelada por Mel Gibson em 2001. A nova versão inverte o sexo – e a raça – do protagonista, mudando também o gênero do título. Desta vez, é Taraji P. Henson (a Cookie da série “Empire”) quem leva uma paulada na cabeça e, como num desenho animado, magicamente começa a ouvir os pensamentos de todos os homens. A prévia é repleta de palavrões e insinuações sexuais, mas a melhor piada envolve uma criança e referencia o filme “Pantera Negra”. No filme original, Gibson interpretava um executivo machista que não se conformava com o fato de ter uma mulher (Helen Hunt) como nova chefe. Ao desenvolver a capacidade de ler o pensamento do sexo oposto, ele começava a mudar o seu pensamento e as suas atitudes. Na nova versão, cansada de ter sua promoção protelada por um chefe machista, Taraji resolve usar sua habilidade para subir na carreira e avançar as suas relações pessoais. O elenco também inclui Tracy Morgan (“30 Rock”), Max Greenfield (“New Girl”), Wendi McLendon-Covey (“The Goldbergs”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”) e até a cantora Erykah Badu e o jogador de basquete Shaquille O’Neal. O remake foi escrito pela diretora do filme original, Nancy Meyers, e dirigido por Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”). A estreia está marcada para 21 de março no Brasil, um mês e meio após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Querido Menino: Timothée Chalamet enfrenta o vício das drogas em trailer dramático

    23 de novembro de 2018 /

    O Studiocanal divulgou o trailer britânico de “Querido Menino” (Beautiful Boy), novo drama indie americano estrelado pelo jovem Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”). A prévia mostra o ator como um viciado que se afunda diante dos olhos do pai impotente, que tenta de tudo para salvá-lo. Estreia do cineasta belga Felix van Groeningen (Alabama Monroe) num filme falado em língua inglesa, o filme é baseado em fatos reais, nas memórias de David e Nic Sheff, pai e filho que lutaram para vencer o vício das drogas durante anos. A adaptação foi roteirizada por Groeningen e Luke Davies (de “Lion”). O papel do pai é vivido por Steve Carell (“Foxcatcher”) e o elenco também inclui Maura Tierney (série “The Affair”) e Amy Ryan (“Goosebumps”). O filme já estreou em circuito limitado nos Estados Unidos, sem virar queridinho da crítica como se esperava (69% no Rotten Tomatoes), mas só terá lançamento no Brasil em 14 de fevereiro.

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    Premissa completa de Era uma Vez um Deadpool foi sugerida no Twitter em dezembro passado

    23 de novembro de 2018 /

    A ideia de uma versão para menores de “Deadpool” com homenagem ao clássico “A Princesa Prometida” (1987), quem diria, foi de um fã. Ryan Reynolds, intérprete de Deadpool, estava levando o crédito, mas na verdade o conceitou foi explicado integralmente num tuíte de dezembro de 2017, feito pelo escritor Michael Vincent Bramley como comentário sobre uma publicação do ator. Nele, Bramley escreve: “Se a Marvel te forçar a fazer uma versão para menores de ‘Deadpool’, basta copiar a narrativa secundária de ‘A Princesa Prometida’ e mostrar Deadpool contando a versão censurada para Fred Savage como uma história para dormir. Um adulto sequestrado, Fred Savage. Pronto, resolvi”, comentou o fã para Reynolds. Pois esta é exatamente a premissa de “Era uma Vez um Deadpool”, que chega aos cinemas um ano após o tuíte original de Bramley. Diante da evidente, digamos, semelhança, Bramley escreveu que teve uma conversa com Reynolds e creditou à coincidência o fato de o filme ter a mesma premissa que ele imaginou. “Ryan Reynolds e eu tivemos uma conversa breve e eu acredito que ele estava tão confuso quanto eu. Parece que tudo isso foi apenas uma grande e insana coincidência, e estou feliz em acreditar nisso. Estou ansioso para assistir ao filme em dezembro!”, ele escreveu em seu Twitter. Bramley ainda explicou que nunca pretendeu processar Reynolds ou a Fox/Disney por usar sua ideia sem lhe dar créditos, mas gostaria de saber como isso aconteceu, porque ele ficou atordoado quando descobriu. E, claro, também gostaria de ganhar algum brinde. “Era uma Vez um Deadpool” é uma reedição para menores do filme “Deadpool 2” com cenas inéditas e participação do ator Fred Savage numa homenagem assumida ao clássico “Princesa Prometida”, cujo roteirista original faleceu há poucos dias. No filme dos anos 1980, Savage vivia um menino doente, que ouvia um conto de fadas lido por seu avô. No filme, Deadpool vai aparecer lendo um livro para Savage, que está amarrado em sua cama e só será solto ao final da história. As cenas de interação entre os dois teriam sido filmadas em um único dia pela dupla de atores, com roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e direção de Dave Leitch – o time de “Deadpool 2”. “Once Upon a Deadpool” ficará em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos por um período limitado, entre os dias 12 e 24 de dezembro apenas. E cada ingresso vendido renderá US$ 1 para uma instituição beneficente de luta contra o câncer, chamada F*ck Cancer, que momentaneamente será rebatizada como Fudge Cancer para ganhar divulgação junto do lançamento para menores. A estreia no Brasil vai acontecer em 27 de dezembro e não foi divulgado se o filme terá alguma parceria beneficente no país. @VancityReynolds If Marvel forces you to make a PG-13 Deadpool, just copy the framing device from The Princess Bride and have Deadpool censoring it for Fred Savage as a bedtime story. A kidnapped adult Fred Savage. There, I fixed it. — M.V.B. (@MVBramley) December 7, 2017 .@VancityReynolds and I had a brief talk and I believe he was as confused as I was. It seems like this may all just have been a big, insane coincidence and I'm happy to leave it at that. I'm looking forward to seeing the movie in December! #deadpool #onceuponadeadpool — M.V.B. (@MVBramley) November 22, 2018 Just a friendly reminder that I have no (never had any) intention of trying to sue Ryan Reynolds, Disney or any of its subsidiaries. I'm also not angry, I'm more amused/confused at this point. #deadpool #marvel #Disney #ryanreynolds #stopgivingmelegaladvice — M.V.B. (@MVBramley) November 22, 2018 If you tweeted something that ended up in a movie (deliberately or otherwise), then you would want to know how/why that happened, or some acknowledgement of how weird it is. That's why I've been tweeting about it. That and the possibility of free stuff. I love free stuff. — M.V.B. (@MVBramley) November 22, 2018

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  • Filme

    Primeiro trailer legendado do remake de O Rei Leão impressiona pelo realismo animado

    22 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer legendado de “O Rei Leão”. E embora não seja, claramente, uma versão “live-action”, com atores interpretando os personagens, a prévia impressiona por seu realismo. Trata-se de uma evolução enorme em relação a “Mogli, o Menino Lobo”, com uma animação digital tão convincente que, por um breve momento, é possível jurar que se trata de um documentário do Animal Planet. Impressão que dura até a reconstituição de uma cena clássica da animação – e, também, pelo fato de os animais serem falantes. A voz que ressoa no vídeo é a de James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, o pai de Simba, como no desenho clássico de 24 anos atrás. Mas todos os demais integrantes do elenco vocal são novos. A começar por Simba, que ganhou dublagem de Donald Glover (série “Atlanta”). Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à Sarabi, a mãe de Simba, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) dublará o vilão Scar e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) dará vida à Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e a previsão de estreia é para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Filme sobre o Gordo e o Magro ganha novo trailer divertido e sentimental

    22 de novembro de 2018 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o pôster e o trailer americanos de “Stan & Ollie”, filme sobre a dupla humorística conhecida no Brasil como o Gordo e o Magro. A prévia é bastante sentimental, ao mostrar os últimos dias da parceria, com os atores Steve Coogan (“Philomena”) e John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) muito bem caracterizados como Stan Laurel e Oliver Hardy, respectivamente. A produção é ambientada em 1953 e acompanha a derradeira turnê de humor realizada pela dupla na Inglaterra, pouco antes da morte de Hardy. A complicada relação entre os dois é explorada na história, assim como a amizade. Enfrentando problemas de saúde, ressentimentos e desinteresse do público, eles seguem em frente graças ao apoio mútuo um do outro e ao amor por suas esposas, interpretadas por Shirley Henderson (“T2 Trainspotting”) e Nina Arianda (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). O filme escrito por Jeff Pope (também de “Philomena”) e dirigido por Jon S. Baird (“Filth”) é descrito pelo estúdio eOne, produtora principal, como “uma carta de amor aos dois pioneiros e gigantes eternos da comédia”, cuja parceria bem-sucedida iniciou nos anos 1920 e rendeu mais de 100 filmes, dos quais 23 em longa-metragem. “Stan & Ollie” teve sua première mundial no Festival de Londres, como filme de encerramento do evento em outubro passado, ocasião em que arrancou aplausos da crítica e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 28 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Trailer legendado traz Kristen Stewart e Chloë Sevigny em versão lésbica da chacina de Lizzie Borden

    22 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films divulgou o trailer legenado de “Lizzie”, suspense indie que reimagina um dos assassinatos mais brutais dos Estados Unidos, ao apresentar uma versão lésbica de Lizzie Borden, jovem acusada de matar os próprios pais à machadas no final do século 19. Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vive a personagem-título, que nesta versão é uma mulher que busca se libertar do pai dominador e agressivo. Ela encontra uma cúmplice na empregada da família, Bridget Sullivan (Kristen Stewart, de “Personal Shopper”), que sofre assédio de seu pai, enquanto sua mãe finge não ver. A identificação das duas vira romance e, a partir daí, tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos crimes americanos. Apesar de o roteiro ser creditado ao iniciante Bryce Kass, a teoria do relacionamento lésbico entre Lizzie e Bridget foi formulada originalmente pelo escritor Ed McBain em seu romance de 1984, que também se chamava apenas “Lizzie”. O caso real se tornou o primeiro julgamento midiático dos Estados Unidos e seu veredito rende discussões e teorias até hoje, já que deixou em aberto a identidade do verdadeiro(a) assassino(a). Mesmo inocentada, Lizzie Borden acabou virando lenda urbana e entrou na cultura pop, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Entre as diversas atrizes que já interpretaram a personagem estão Elizabeth Montgomery (estrela da série clássica “A Feiticeira”) e Christina Ricci (“O Cavaleiro sem Cabeça”), que estrelou um telefilme e uma série recentes no canal pago americano Lifetime – respectivamente, “A Arma de Lizzie Borden” (2014) e “The Lizzie Borden Chronicles” (2015). Dirigido por Craig William Macneill (do terror “O Garoto Sombrio”), o filme ainda inclui no elenco Jamey Sheridan (“Spotlight”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”) e Denis O’Hare (“American Horror Story”). “Lizze” foi exibido no Festival de Sundance 2018, onde recebeu elogios – atingiu 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial aconteceu em setembro nos Estados Unidos, mas o lançamento no Brasil só está programado apenas para março – isto mesmo, meio ano depois.

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  • Filme

    Era uma Vez um Deadpool será lançado no Brasil. Trailer legendado revela data de estreia

    22 de novembro de 2018 /

    A Fox vai lançar “Era uma Vez um Deadpool” (Once Upon a Deadpool) no Brasil. Até então considerado um lançamento restrito ao mercado americano, o filme ganhou trailer nacional com legendas e data de estreia no país. “Era uma Vez um Deadpool” é uma reedição para menores do filme “Deadpool 2” com cenas inéditas. A prévia, claro, é bastante divertida e destaca a participação do ator Fred Savage numa homenagem – assumida no próprio vídeo – ao clássico “Princesa Prometida” (1987), cujo roteirista original faleceu há poucos dias. No filme dos anos 1980, Savage vivia um menino doente, que ouvia um conto de fadas lido por seu avô. No trailer, Deadpool aparece lendo um livro para Savage, que está amarrado em sua cama e só será solto ao final da história. Isso não o impede de participar da brincadeira de metalinguagem, afirmando que prefere os filmes da Marvel. E embora Deadpool garanta que é da Marvel, o ator retruca que ele não é 100% Marvel, já que é licenciado para a Fox, para horror do herói, que precisa se conter para não soltar um palavrão. Afinal, esta é uma versão para menores. A ideia de ler para Savage a história de “Deadpool 2” partiu do próprio intérprete do herói, Ryan Reynolds. Essas cenas teriam sido filmadas em um único dia pela dupla de atores, com roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e direção de Dave Leitch – o time de “Deadpool 2”. Mas a prévia revela outras sequências inéditas, que exploram, entre outras peculiaridades, como o casal formado por Míssil Adolescente Megassônico (Brianna Hildebrand) e Yukio (Shioli Kutsuna) é fofinho. “Once Upon a Deadpool” vai ficar em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos por um período limitado, entre os dias 12 e 24 de dezembro apenas. E cada ingresso vendido renderá US$ 1 para uma instituição beneficente de luta contra o câncer, chamada F*ck Cancer, que momentaneamente será rebatizada como Fudge Cancer para ganhar divulgação junto do lançamento para menores. A estreia no Brasil vai acontecer em 27 de dezembro e não foi divulgado se o filme terá alguma parceria beneficente no país.

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  • Filme

    Estreias da semana destacam Infiltrado na Klan e dramas brasileiros

    22 de novembro de 2018 /

    O novo filme de Spike Lee é a principal estreia internacional da programação de cinema, que ainda destaca três lançamentos nacionais entre os 11 títulos distribuídos nesta quinta (22/11). “Infiltrado na Klan” chega no Brasil mais de três meses após seu lançamento nos Estados Unidos, onde o filme já está disponível em Bluray. O longa venceu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2018 e tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas também gerou polêmica, ao ser acusado de inventar fatos para retratar a policia americana de uma forma mais positiva. Filmado com os maneirismos que costumam marcar as obras de Spike Lee, embaralha momentos dramáticos com comédia e atropela desenvolvimento de personagens para contar uma história inacreditável, ainda que supostamente verídica. Passado nos anos 1970, acompanha Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs, que decidiu combater o preconceito indo direto na fonte, passando a ligar para os chefes da Ku Klux Klan como se fosse um branco racista. Entretanto, para se infiltrar na organização, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. A dupla consegue penetrar na perigosa organização e a principal sacada do filme é demonstrar como o discurso de extrema direita é persuasivo e similar aos slogans adotados por Donald Trump, como “America first” (que significa colocar os interesses dos Estados Unidos acima dos demais países). Por sinal, o melhor do filme não foi dirigido por Lee. São imagens documentais dos confrontos recentes entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, acompanhadas pelo discurso de Trump sobre a existência de “algumas boas pessoas” entre os racistas. Uma paulada, que encerra o longa de forma atordoante. As três ficções brasileiras que integram as indicações da semana são bem diferentes entre si. O drama “A Voz do Silêncio” rendeu a André Ristum (“O Outro Lado do Paraíso”) o prêmio de Melhor Direção no Festival de Gramado 2018 e é de uma tristeza só, acompanhando desgraças em diversas histórias entrelaçadas na cidade de São Paulo. O elenco destaca Marieta Severo (“A Grande Família”). “Sequestro Relâmpago” traz Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) sofrendo o crime do título. Dois ladrões a abordam com o objetivo de obrigá-la a sacar dinheiro num caixa eletrônico. Mas como a ação ocorre após às 22h, horário que impede grandes saques, os criminosos resolvem ficar com a vítima até o amanhecer para pegar uma quantia maior. Sidney Santiago Kuanza (série “A Vida Secreta dos Casais”) e Daniel Rocha (novela “A Lei do Amor”) vivem os bandidos e o filme ainda conta com participações especiais do rapper Projota (“Carcereiros”) e da cantora Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”). Roteiro e direção são da premiada cineasta Tata Amaral (“Hoje”), que busca embutir crítica social, humor, drama e suspense na trama – acarretando em tropeço no ritmo, queda em clichês e perda de tensão. Já “O Segredo de Davi” é que o personagem do título é um serial killer. E o elemento mais forte do terror nacional é o olhar penetrante de Nicolas Prattes (de “Malhação” e “O Tempo Não Para”), acima da média em sua estreia em tela grande, como um estudante de cinema que gosta de gravar assassinatos e publicar os vídeos na deep web. Escrito e dirigido pelo também estreante Diego Freitas, equilibra roteiro imperfeito com um padrão de qualidade técnica internacional, deixando dúvidas se é promissor ou apenas genérico, ao ecoar detalhes de várias produções do gênero – de “Morte ao Vivo” (1996), de Alejandro Amenábar, à série “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”. Os demais lançamentos não valem o preço da pipoca, entre eles o filme de maior distribuição da semana, o terror “Parque do Inferno”, que aposta no revival dos serial killers mascarados, após o sucesso do novo “Halloween”. É de dar medo no pior sentido: velhos filmes ruins desse subgênero, que teve seu auge nos anos 1980, são muito melhores que este. A lista inclui outro rescaldo da era dos VHS: “Refém do Jogo”, espécie de versão futebolística de “Morte Súbita” (1995), em que Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) tem seu dia de Jean-Claude Van Damme. Completam a programação mais cinco filmes, três deles documentários, com distribuição e apelos mais limitados. Cheque os trailers e sinopses abaixo. Infiltrado na Klan | EUA | Policial Em 1978, Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, e quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou um dos líderes da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas. A Voz do Silêncio | Brasil | Drama O passar dos anos é impiedoso para todos. No filme, sete personagens aparentemente comuns conduzem suas vidas buscando, cada um, aquilo que acredita lhe trazer satisfação pessoal. Mas, mesmo com vidas distintas e distantes, eles se aproximam pela maneira como orientam suas existências com base em preocupações mundanas. Sequestro Relâmpago | Brasil | Drama Matheus (Sidney Santiago) e Japonês (Daniel Rocha) são dois jovens que não são amigos, mas que se juntam para realizar uma série de sequestros na noite de São Paulo. A primeira vítima é Isabel (Marina Ruy Barbosa), uma jovem de 21 anos que está saindo de um bar. Os três estão nervosos. Quando encontram o primeiro caixa eletrônico às 22h, ele está quebrado. Os dois percebem que não conseguirão usar outro caixa-eletrônico antes da manhã do dia seguinte. Mantendo Isabel refém, eles dirigem de um lado pro outro pela noite, decidindo o que fazer com ela. O Segredo de Davi | Brasil | Terror O tímido estudante de cinema Davi (Nicolas Prattes) esconde um passado sombrio. Ele acaba se transformando num serial killer que fica famoso por filmar as vítimas e colocar na internet. À medida que as mortes acontecem, o seu segredo fica ainda mais ameaçado. Parque do Inferno | EUA | Terror Durante a noite de Halloween, um grupo de amigos começa a ser perseguido por um assassino mascarado em um parque de diversões temático. O mais terrível é que todas as atrocidades cometidas pelo criminoso são praticadas na frente do público alienado presente no local. Eles acreditam que tudo faz parte do “show”, ignorando os pedidos de socorro dos jovens. Refém do Jogo | EUA | Ação Durante a final de um grande evento esportivo, um grupo de bandidos sequestra um estádio lotado e mantém as pessoas oprimidas por meio da violência. É quando um homem, que durante anos serviu ao serviço militar, usará seus recursos com a ajuda de alguns militantes para salvar a todos. Po | EUA | Drama Patrick (Julian Feder), mais conhecido como Po, é uma criança com traços de autismo que sofre com o recente falecimento da mãe. Esta situação faz com que ele constantemente mergulhe em um mundo imaginário, onde é apenas um garoto sem preocupações rodeado por amigos. Quem tenta ajudá-lo a superar este momento é seu pai, David (Christopher Gorham), que precisa se dividir entre a criação do filho e o trabalho, extremamente exigente. O Colar de Coralina | Brasil | Drama A menina Aninha, futura poeta e doceira, é uma criança considerada feia, frágil, desajeitada e oprimida por praticamente todos que a cercam. Ela encontra no jogo da amarelinha um meio de superar os próprios limites e, na imaginação, uma fuga do meio opressivo em que vive. Sua infância, marcada pela rejeição, é relembrada na vida adulta por sua ligação afetiva e trágica com o prato azul-pombinho, último de uma coleção de noventa e duas peças, pertencente à sua bisavó Antônia. Excelentíssimos | Brasil | Documentário Retrato da democracia brasileira em um momento frágil de polarização política no Congresso Nacional, acompanhada durante quatro meses por uma equipe de filmagem. Processos que permitem cerca de 600 pessoas influenciar nas decisões do país, legisladores corruptos que se transformam em delatores, uma presidente que defende seu mandato com um pedaço de papel e falcões que traçam sua subida ao poder enquanto multidões cantam e protestam. O Fantástico Patinho Feio | Brasil | Documentário Nos anos 1960, quatro jovens de Brasília decidiram construir um carro para competir na segunda maior corrida do país, os 500 km de Brasília. Pilotando contra outros 33 veículos, a maioria de grandes marcas internacionais, eles largaram em último lugar mas conseguiram terminar a corrida na segunda posição. SLAM: Voz de Levante | Brasil | Documentário Documentário sobre uma atividade cada vez mais comum no país nos últimos anos: as Poetry Slams. Essas batalhas de poesia performáticas atraem ouvintes de diferentes realidades sociais e vivências. A produção ainda viaja para os Estados Unidos, local onde o Slam nasceu e depois se expandiu rapidamente para o mundo todo.

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    Documentário “perdido” de Aretha Franklin filmado por Sydney Pollack há 46 anos ganha primeiro trailer

    21 de novembro de 2018 /

    O falecimento de Aretha Franklin em agosto passado continua inspirando uma série de homenagens e projetos. E entre as produções, surge agora o primeiro trailer de um documentário inédito, mas lendário. “Amazing Grace” foi filmado em 1972 pelo famoso cineasta Sydney Pollack (1934–2008), responsável por clássicos de Hollywood como “A Noite dos Desesperados” (1969), “Mais Forte que a Vingança” (1972), “Três Dias do Condor” (1975), “Tootsie” (1982), “Entre Dois Amores” (1985) e muitos outros. O filme registra a célebre gravação do disco homônimo, que se tornou o maior campeão de vendas da história da música gospel. Pollack levou uma equipe de filmagens para registrar o show da cantora na Igreja Batista New Missionary, em Los Angeles, flagrando o fervor do público diante de uma Aretha divina, no auge de seu talento, aos 29 anos de idade. É o mesmo show que virou o disco “Amazing Grace”. Mas o filme não refletiu o êxito do lançamento musical, ficando no limbo por 46 anos, a ponto de ser considerado “perdido”, arquivado em lugar desconhecido, devido a uma série de problemas legais e técnicos. Redescoberto, teve sua primeira exibição pública na semana passada, durante o Festival AFI, em Los Angeles, e a reação de pública e crítica foi arrebatadora. A produção agora terá lançamento limitado, a partir da próxima sexta (23/11) na Califórnia, para se qualificar e buscar um indicação ao Oscar. Caso consiga, seria a oitava e primeira póstuma de Pollack, que venceu os Oscars de Melhor Filme e Melhor Direção por “Entre Dois Amores”.

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