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    Gerald Butler luta por tesouro perdido em trailer de suspense britânico

    1 de dezembro de 2018 /

    A Saban Films divulgou o primeiro trailer de “The Vanishing”, suspense britânico estrelado por Gerard Butler (“Fúria em Alto Mar”). A trama gira em torno de três guardas de um farol em uma ilha remota, vividos por Butler, Peter Mullan (“Westworld”) e Connor Swindells (“Harlots”), que precisam sobreviver à ganância ao encontrar um baú cheio de ouro, abandonado na propriedade. O filme marca a estreia cinematográfica do diretor dinamarquês Kristoffer Nyholm (das séries “Taboo” e “Forbrydelsen”). Além de viver um dos protagonistas, Gerard Butler também é responsável pela produção, que estreia em março nos cinemas do Reino Unido. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Se a Rua Beale Falasse: Prêmios e elogios da crítica acompanham trailer do novo drama do diretor de Moonlight

    1 de dezembro de 2018 /

    A Annapurna divulgou o pôster e o segundo trailer de “Se a Rua Beale Falasse”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight” (2016). Desta vez, a divulgação enfatiza os aspectos românticos da história, além de destacar os elogios da crítica para a adaptação da obra homônima do ativista e escritor James Baldwin. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia aconteceu na sexta-feira (30/11) nos Estados Unidos, acompanhado por premiações da crítica para o Roteiro de Jenkins – dos críticos de Nova York e do National Board of Review. Cotadíssimo para o Oscar, o filme tem lançamento marcado apenas para 24 de janeiro no Brasil.

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    Preacher é renovada para a 4ª temporada

    1 de dezembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC anunciou a renovação da série “Preacher” para a 4ª temporada, que começa a ser gravada na Austrália já no início de 2019. O anúncio foi feito depois de quase três meses do final da 3ª temporada. Baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) criados por Garth Ennis e Steve Dillon, a série foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista da série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). A trama acompanha o pastor Jesse Cutler (Dominic Cooper) após ser atingido por uma entidade sobrenatural e adquirir o poder da Palavra de Deus, que é a capacidade de ser obedecido por todos. Em busca de respostas para esse milagre, ele se junta ao vampiro bêbado Cassidy (Joseph Gilgun) e a sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e parte em busca de Deus, primeiro em Nova Orleans, onde se torna alvo dos fanáticos liderados por Herr Starr (Pip Torrens), e posteriormente pelo interior da Louisianna, perseguido pelo Santo dos Assassinos (Graham McTavish) e o próprio diabo. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN.

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    Suspense As Viúvas salva a programação de cinema da semana

    29 de novembro de 2018 /

    Os cinemas exibem três ótimas estreias nesta quinta (29/11). Mas é bem mais fácil ser convencido a pagar para ver um filme ruim, considerando a distribuição ostensiva e o investimento em marketing das outras opções, candidatas à “consagração” entre as piores obras do ano. No plural. Melhor lançamento hollywoodiano da semana, “As Viúvas” (Widows) é o primeiro thriller do britânico Steve McQueen, diretor do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, que combina elementos dramáticos e suspense tenso com trama de filmes de assalto e gângsteres. Mas o que realmente impressiona é o elenco grandioso, encabeçado por Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite entre Nós” (Fences). O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983, sobre viúvas de ladrões que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando um assalto que eles não conseguiram fazer. A adaptação foi transposta para os Estados Unidos e escrita pela romancista Gillian Flynn, autora do best-seller “Garota Exemplar”, resultando em 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes, uma das maiores notas para um thriller em 2018. Além de Viola Davis, as viúvas incluem Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”), Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) e a estrela da Broadway Cynthia Erivo em seu primeiro grande papel cinematográfico. Mas o elenco ainda inclui Liam Neeson (“Perseguição Implacável”), Colin Farrell (“O Estranho que Nós Amamos”), Robert Duvall (“O Juiz”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Jacki Weaver (“Artista do Desastre”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”), Jon Bernthal (série “O Justiceiro”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Garret Dillahunt (série “Fear the Walking Dead”) e Carrie Coon (série “The Leftovers”). Surpresa entre as habituais comédias bobas americanas, “De Repente uma Família” (Instant Family) também é muito melhor que sua premissa sugere, ao trazer Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) e Rose Byrne (“Vizinhos”) como pais adotivos de três crianças crescidas. A obra é uma combinação de doçura e trapalhadas que visam divertir, derreter corações e inspirar, e se baseia na vida do diretor e roteirista Sean Anders (também de “Pai em Dose Dupla”), que adotou três crianças com sua esposa e resolveu usar a experiência como base para a história. Na trama, o casal formado pelos protagonistas se muda para uma casa grande e percebe a falta de crianças em suas vidas. Ao visitarem um lar público de menores abandonados, eles conhecem Lizzy (Isabela Moner, de “Transformers: O Último Cavaleiro”), uma adolescente que lhes impressiona pela atitude. Mas quando decidem adotá-la, descobrem que ela vem “agregada” com dois irmãos pequenos. As adaptações não são fáceis, geram crises de ambos os lados, mas no final compensam, já que, com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, tem uma das melhores notas de comédia americana do ano. Por fim, “Utøya – 22 de Julho”, vencedor do prêmio de Melhor Fotografia no European Awards (o Oscar Europeu), é uma porrada disponível para poucos. Com lançamento limitado, o filme do norueguês Erik Poppe não está em exibição na maioria as cidades. Mas é uma experiência inesquecível, que reflete, com uma estética quase documental, de câmera na mão, o desespero de 500 adolescentes no acampamento de verão da ilha norueguesa de Utøya, em 2011, quando um terrorista de extrema direita começou a lhes matar. Baseado em fatos verídicos, o filme cria imagens poderosas que refletem o mundo atual como poucas obras, escancarando a realidade criada pelo extremismo, a xenofobia, o ódio político, a intolerância e a facilidade que existe para se adquirir armas para atos violentos. O resto é por sua conta e risco. Cheque os trailers e sinopses abaixo. As Viúvas | EUA | Thriller Um assalto frustrado faz com que Harry Rawlins (Liam Neeson) e sua gangue sejam mortos pela polícia e o dinheiro que roubaram destruído pelas chamas. Isto faz com que a viúva de Harry, Veronica (Viola Davis), seja cobrada para que a quantia roubada seja devolvida. Pressionada, ela encontra um caderno de anotações de Harry que prevê em detalhes aquele que seria seu próximo golpe. Veronica então decide realizar o roubo, tendo a ajuda das demais viúvas dos mortos no assalto frustrado. De Repente uma Família | EUA | Comédia O jovem casal Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne) decide adotar uma criança, e resolve participar de encontros com jovens sem lar. O casal se apaixona pela pré-adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte, e decide adotá-la. Mas Lizzie tem dois irmãos menores, que se mudam com ela. Logo, Pete e Ellie se veem com três crianças barulhentas e indisciplinadas, que mudam as suas vidas por completo. Utøya – 22 de Julho | Noruega | Suspense No pior dia da história norueguesa moderna, Kaja (Andrea Berntzen) se diverte com sua irmã mais nova Emilie (Elli Rhiannon Müller Osbourne) 12 minutos antes do atentado no acampamento de verão na ilha Utøya. Foi o segundo ataque terrorista de Anders Behring Breivik em menos de duas horas, totalizando 77 mortes. Kaja representa o pânico, medo e desespero dos 500 jovens de Utøya enquanto busca sua irmã na floresta. Robin Hood: A Origem | EUA | Aventura A origem da famosa lenda sobre o ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres. Robin Hood (Taron Egerton) volta das Cruzadas e surpreende-se ao encontrar a Floresta Sherwood repleta de corrupção e maldade. Unindo-se a um bando de foras da lei, ele próprio resolve acertar as coisas. Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro | Brasil | Comédia Um grupo de três youtubers que se dizem especialistas em seres sobrenaturais decidem conquistar o reconhecimento do público de uma vez por todas. Para isso, eles traçam um plano para capturar um ser conhecido por todos. Trata-se do espírito de uma mulher de cabelos claros que morreu de modo desconhecido e que assombra os banheiros das escolas de todo o país: a loura do banheiro. Cadáver | EUA | Terror Megan Reed (Shay Mitchell) é uma policial reformada que tem lutado contra os vícios. Ela está prestando serviços comunitários em um hospital, como um pagamento para o tratamento que a deixou sóbria. Entretanto, a história se torna macabra depois que um cadáver misterioso é encontrado no local. Um Homem Comum | Sérvia, EUA | Suspense Um conhecido criminoso de guerra (Ben Kingsley) passa sua vida fugindo das autoridades internacionais. Quando ele é deslocado para um novo esconderijo, começa a se relacionar com sua empregada Tanja (Hera Hilmar), e descobre que ela é, na verdade, uma agente contratada para protegê-lo. À medida em que a busca por ele é intensificada, o General percebe que ela é a única pessoa em quem pode confiar. A Excêntrica Família de Gaspard | França | Comédia Ao receber um convite inesperado para o casamento do pai, Gaspard decide viajar até o zoológico administrado por sua família, depois de anos afastado. Ele pede para Laura, uma jovem exuberante, acompanhá-lo no evento, como se fosse sua namorada. Mas o que promete ser uma reunião familiar conturbada para Gaspard é, na realidade, uma oportunidade única de reviver os momentos incríveis de sua infância, ao lado dos animais que o viram crescer

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    Natalie Portman vira cantora pop em novo trailer e fotos de Vox Lux

    28 de novembro de 2018 /

    O estúdio indie Neon divulgou o pôster, 12 fotos e o segundo trailer de “Vox Lux”, que traz Natalie Portman (“Cisne Negro”) como uma cantora pop. A prévia conta como Celeste, sua personagem, tornou-se uma celebridade ainda adolescente, durante a repercussão de uma tragédia, e mostra sua transformação em estrela glam, com um visual que parece vir do filme “Velvet Goldmine” (1998) ou da continuação nunca filmada de “Cisne Negro” (2010). Toda essa fantasia, porém, contrasta brutalmente com o repertório musical, um pop genérico concebido pela cantora Sia. O filme conta a história dramática de Celeste em duas partes. Nos flashbacks, ela é vivida por Raffey Cassidy (de “O Sacrifício do Cervo Sagrado”) e tem a vida mudada ao sobreviver a um tiroteio em sua escola. O tributo que presta aos colegas, com a ajuda da irmã Eleanor (Stacy Martin, de “Ninfomaníaca”) e de seu empresário (Jude Law, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), torna-se uma sensação midiática e dá início à sua carreira musical. Já a segunda metade traz Natalie Portman como a protagonista, lidando com os fardos da popularidade enquanto tenta conciliar sua vida pessoal com a profissional. Segundo longa escrito e dirigido pelo ator Brady Corbet (que estreou com “A Infância de um Líder”), “Vox Lux” causou sensação nos festivais de Veneza e Toronto, onde arrançou aplausos e chegou a atingir 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Desde então, o encanto cedeu um pouco (85%), mas continua forte. A estreia vai acontecer em 7 de dezembro nos EUA, de olho na temporada de premiações, mas ainda não previsão para o lançamento do filme no Brasil.

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    Crítica americana se empolga com Homem-Aranha no Aranhaverso a ponto de exigir Oscar

    28 de novembro de 2018 /

    Depois da babação por “Aquaman”, os críticos-fãs geeks americanos retornaram ao normal. Isto é, voltaram a direcionar sua empolgação exagerada às produções de super-heróis da Marvel. Ou, no caso, uma produção da Sony com super-heróis da Marvel. É que “Homem-Aranha no Aranhaverso” também teve sessão para a imprensa nos Estados Unidos. E adivinha? “Melhor de todos” os filmes do Homem-Aranha é a versão resumida do mantra. As primeiras críticas já começaram a aparecer, mas nem é preciso ler os textos gigantes e exaltados, porque as impressões disparadas nas redes sociais resumem o tom de adoração online. É só oba-oba. A diferença em relação ao histerismo gerado por “Aquaman” é que não há ressalvas. Não há postagem comentando que o filme é longo e tem partes bobas, mas é legal. “Homem-Aranha no Aranhaverso” é totalmente “legal” do começo ao fim, afirmam os elogios e mais elogios escritos sobre a animação. E tem mais. Os críticos-fãs nem precisaram se antecipar e pedir para o estúdio providenciar a continuação antes da estreia. A Sony percebeu o tinha nas mãos e nesse semana encomendou não só uma sequência, mas também um spin-off centrado nas personagens femininas dos quadrinhos do Homem-Aranha. Na verdade, o que os críticos-fãs estão exigindo, em relação a este filme, é um Oscar. Sério. Embora o filme seja engraçadíssimo, isto não é piada. A jornalista Molly Freeman, do ScreenRant, foi uma que hiperventilou, ao mencionar a Academia. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ faz jus ao hype. Tem coração, humor e animação alucinante – mas está tudo a serviço da história. Facilmente, um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos”, decretou. “Se não vencer o Oscar de Melhor Animação, eu vou quebrar tudo”. Clayton Davis, do site dedicado a premiações Awards Circuit, ecoou o sentimento. “Eu quero um Oscar de Melhor Animação para ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’. Só isso”, resumiu, sobre o que achou do filme. Rebecca Theodore-Vachon, da revista Entertainment Weekly, nem soube por onde começar a elogiar. “Fiquei pasma, só sentada lá no cinema, e sem conseguir dizer nada ao final do filme. Tão excelente que palavras não o descrevem”. Vinnie Mancuso, do site Collider, tentou descrever, mas também lhe faltaram palavras. E pontos de exclamação. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ é tão incrível que não existem pontos de exclamações suficientes no mundo para descrevê-lo. É como embarcar numa montanha-russa de super-heróis após tomar alucinógenos”. Outro do Collider, Coy Jandreau, tratou o filme como “uma evolução na animação”. “É ainda mais extraordinário que você imagina. Seu humor é muito rápido e muito específico para o Homem-Aranha (além de apropriado para todas as idades)”, descreveu. “A ação é frenética, insana, e só é possível neste formato. É absolutamente espetacular”, completar. Erik Davis, do site de venda de ingressos Fandango, fez campanha para aumentar a bilheteria classificando o filme como o melhor do Homem-Aranha até hoje. “Não só é um grande filme do Homem-Aranha, mas acho que é o melhor filme do Homem-Aranha”, exaltou. “Uma aventura de ação super inventiva e visualmente incrível, sobre um garoto aprendendo a ser herói através de um homem que esqueceu como ser um. É ótimo!”, comentou. Peter Scirreta, editor do SlashFilm, também foi fundo na “melhoridade”. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ não é só a melhor animação e a melhor adaptação de quadrinhos do ano, é simplesmente um dos melhores filmes de 2018. Eu não acho que qualquer outro filme faça um trabalho melhor ao traduzir quadrinhos para a tela”, exaltou, dando piruetas. Mike Cecchini, do site Den of Geek, previu que o filme se tornará clássico. “Vamos falar sobre ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ por anos”, escreveu. “Sério, eu amei esse filme. Todo mundo vai amar esse filme”, profetizou. Brandon Katz, do jornal Observer, por sinal, garante que o filme se tornará um enorme sucesso de bilheteria. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ vai agradar muito ao público. Quaisquer que sejam as previsões de bilheteria, elas estão muito baixas”, comentou. “Minha sessão irrompeu em aplausos diversas vezes durante o filme, especialmente durante a aparição especial de Stan Lee”, completou, lembrando que o cofundador da Marvel deixou uma participação no longa animado gravada antes de morrer, em 12 de novembro. “Homem-Aranha no Aranhaverso” estreia nos cinemas americanos em 14 de dezembro, mas só chega no Brasil em 10 de janeiro.

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    Elogiosas? Primeiras reações da crítica geek a Aquaman já pedem a continuação

    28 de novembro de 2018 /

    A Warner já realizou as primeiras sessões de “Aquaman” para a imprensa nos Estados Unidos. E os críticos-fãs geeks foram correndo para o Twitter para jorrar elogios. Mais que elogios. O entusiasmo é tanto que há quem já esteja querendo ver a continuação ou pelo menos que o diretor James Wan assuma o comando do universo cinematográfico da DC Comics. Como a publicação de críticas ainda está embargada, os comentários exaltados não entram em detalhes, mas todos escorrem baba viscosa. Vale registrar que a imprensa geek não costuma babar para adaptações da DC Comics com o mesmo estoque de saliva gasto para cobrir de exaltação as produções da Marvel. Nos últimos tempos, a única exceção foi o filme da “Mulher-Maravilha” (2017), enquanto “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs. Superman” (2016), “Esquadrão Suicida” (2016) e “Liga da Justiça” (2017) foram execrados. A palavra “melhor” lidera as definições, seguida por “diversão”, mas também “longo”. E não faltam comparações elogiosas a “O Cavaleiro das Trevas” (2008) e aos filmes da Marvel. O jornalista Tom Jorgensen, do IGN, deu o tom da empolgação, ao arregaçar: “‘Aquaman’ é o melhor filme da DC desde ‘O Cavaleiro das Trevas'”, escreveu, referindo-se ao filme dirigido por Christopher Nolan em 2008. “James Wan entrega um épico divertido, cheio de grandes emoções, incríveis visuais submarinos, ação excitante e muitas risadas. A DC deveria entregar as rédeas do seu universo a ele, pois ele provou que pode endireitar esse barco”, completou. Germain Lussier, do site Gizmodo, foi na mesma onda. “‘Aquaman’ é uma aventura enorme, divertida e selvagem. Não tem vergonha de ser exagerado e tem um senso de escala maior e mais ambicioso do que você pode imaginar”, escreveu. “Algumas partes dele são meio ruins, mas não a maioria, e, estranhamente, elas combinam bem com o estilo meio desenho animado do filme. Segundo melhor filme da DC”, concluiu, dando a subentender que o topo continua a ser da “Mulher-Maravilha”. Surfando junto, Eric Eisenberg, do CinemaBlend, escreveu: “Animado por poder dizer o quanto gostei de ‘Aquaman! É uma aventura legal, construída com tremendas sequências de ação e sets deslumbrantes, e tem um grande arco heróico/performance de Jason Momoa como âncora… Maravilhoso. Um grande passo para o universo cinematográfico da DC”. Também do CinemaBlend, Sean O’Connell fez coro: “Considere uma vitória grande e molhada para a DC. ‘Aquaman’, de James Wan, é uma aventura épica que mergulha fãs em mundos incrivelmente criativos. Bobinho em alguns pontos, mas muito divertido. Veja na maior tela possível!” Mais ponderado, o editor do SlashFilm, Peter Sciretta, disse que o filme é “melhor do que o esperado”. “Ele se parece com um filme da fase 1 da Marvel, no bom sentido”, disse, referindo-se a longas como “Homem de Ferro” (2008), “Thor” (2011) e “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011), que apresentaram os personagens da editora rival no cinema. “‘Aquaman’ está em seu melhor quando se diverte e não se leva a sério demais. Arraia Negra é um ótimo vilão que fãs de quadrinhos vão amar”, continuou, elogiando o antagonista interpretado por Yahya Abdul-Mateen. “Algumas tomadas realmente espetaculares, e ótima ação”. Para resumir, John Spartan Nguyen, do Nerd Reactor, exalta: “‘Aquaman’ é um espetáculo impressionante e Jason Momoa é um estouro para se assistir do começo ao fim”. Umberto Gonzales, do site The Wrap, simplesmente coroa: “Jason Momoa é o rei de Atlantis, e também o novo rei do universo cinematográfico da DC”. E Brandon Davis, do ComicBook, curva-se pedindo a sequência. “‘Aquaman’ pode ser um pouco longo, mas tem muito a apresentar na construção de seu mundo. Sequências de ação enormes, épicas, únicas e elegantes equilibram a exposição pesada. O filme ainda não saiu, mas eu já quero mais de Wan, Momoa e companhia”. Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” é o próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, com estreia marcada para 13 de dezembro no Brasil – uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeiro trailer legendado de Artemis Fowl revela o “Harry Potter do mal” da Disney

    27 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, fantasia baseada nos livros de Eoin Colfer, que tem muito em comum com “Harry Potter”. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a ação envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, assim como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresentará a “origem” do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Ele é o único herdeiro da família Fowl, tem o maior Q.I. da Europa e uma frieza perceptível, e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. Entretanto, enfrentará sérios problemas quando sequestrar uma fada, cuja mágica seria utilizada para salvar sua família. O elenco inclui Judi Dench (“007: Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e destaca o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolve um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para uma empresa árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood. A Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme vai finalmente estrear em 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Dennis Quaid vira psicopata em trailer de suspense

    25 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer do suspense “The Intruder”, em que o ator Dennis Quaid surta ao ver um casal se mudar para sua antiga casa. Foi nesse lugar que sua mulher morreu. E a prévia mostra como ele espreita o casal, aproveitando-se da localização isolada da residência, com planos de substituir sua esposa morta pela mulher alheia. O casal de vítimas é vivido por Meagan Good e Michael Ealy, que trabalharam juntos em “Pense como Eles” (2012) e na sequência “Pense como Eles Também” (2014). A história é assinada por David Loughery, que retoma clichês explorados em seus roteiros anteriores de “O Vizinho” (2008) e “Presa na Escuridão” (2008), e a direção está a cargo de Deon Taylor, que fez o recente “Traffik: Liberdade Roubada” (2018), também sobre casal negro atacado por brancos em sua mansão isolada. O déjà vu estreia em 26 de abril nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Animação dos bichinhos UglyDolls ganha trailer cantado em português

    23 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films disponibilizou a versão dublada em português do trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E assim como naquele desenho, o vídeo nacional de “UglyDolls” também terá dublagem nas canções, entoadas em português. Ainda não foi divulgado quem são os dubladores-cantores brasileiros. Mas o filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa vai virar animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.

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    Do que os Homens Gostam: Taraji P. Henson pode ouvir pensamentos masculinos no trailer da comédia

    23 de novembro de 2018 /

    A Paramount divulgou o pôster e o segundo trailer de “Do que os Homens Gostam”, remake da comédia “Do que as Mulheres Gostam”, estrelada por Mel Gibson em 2001. A nova versão inverte o sexo – e a raça – do protagonista, mudando também o gênero do título. Desta vez, é Taraji P. Henson (a Cookie da série “Empire”) quem leva uma paulada na cabeça e, como num desenho animado, magicamente começa a ouvir os pensamentos de todos os homens. A prévia é repleta de palavrões e insinuações sexuais, mas a melhor piada envolve uma criança e referencia o filme “Pantera Negra”. No filme original, Gibson interpretava um executivo machista que não se conformava com o fato de ter uma mulher (Helen Hunt) como nova chefe. Ao desenvolver a capacidade de ler o pensamento do sexo oposto, ele começava a mudar o seu pensamento e as suas atitudes. Na nova versão, cansada de ter sua promoção protelada por um chefe machista, Taraji resolve usar sua habilidade para subir na carreira e avançar as suas relações pessoais. O elenco também inclui Tracy Morgan (“30 Rock”), Max Greenfield (“New Girl”), Wendi McLendon-Covey (“The Goldbergs”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”) e até a cantora Erykah Badu e o jogador de basquete Shaquille O’Neal. O remake foi escrito pela diretora do filme original, Nancy Meyers, e dirigido por Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”). A estreia está marcada para 21 de março no Brasil, um mês e meio após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Querido Menino: Timothée Chalamet enfrenta o vício das drogas em trailer dramático

    23 de novembro de 2018 /

    O Studiocanal divulgou o trailer britânico de “Querido Menino” (Beautiful Boy), novo drama indie americano estrelado pelo jovem Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”). A prévia mostra o ator como um viciado que se afunda diante dos olhos do pai impotente, que tenta de tudo para salvá-lo. Estreia do cineasta belga Felix van Groeningen (Alabama Monroe) num filme falado em língua inglesa, o filme é baseado em fatos reais, nas memórias de David e Nic Sheff, pai e filho que lutaram para vencer o vício das drogas durante anos. A adaptação foi roteirizada por Groeningen e Luke Davies (de “Lion”). O papel do pai é vivido por Steve Carell (“Foxcatcher”) e o elenco também inclui Maura Tierney (série “The Affair”) e Amy Ryan (“Goosebumps”). O filme já estreou em circuito limitado nos Estados Unidos, sem virar queridinho da crítica como se esperava (69% no Rotten Tomatoes), mas só terá lançamento no Brasil em 14 de fevereiro.

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    Premissa completa de Era uma Vez um Deadpool foi sugerida no Twitter em dezembro passado

    23 de novembro de 2018 /

    A ideia de uma versão para menores de “Deadpool” com homenagem ao clássico “A Princesa Prometida” (1987), quem diria, foi de um fã. Ryan Reynolds, intérprete de Deadpool, estava levando o crédito, mas na verdade o conceitou foi explicado integralmente num tuíte de dezembro de 2017, feito pelo escritor Michael Vincent Bramley como comentário sobre uma publicação do ator. Nele, Bramley escreve: “Se a Marvel te forçar a fazer uma versão para menores de ‘Deadpool’, basta copiar a narrativa secundária de ‘A Princesa Prometida’ e mostrar Deadpool contando a versão censurada para Fred Savage como uma história para dormir. Um adulto sequestrado, Fred Savage. Pronto, resolvi”, comentou o fã para Reynolds. Pois esta é exatamente a premissa de “Era uma Vez um Deadpool”, que chega aos cinemas um ano após o tuíte original de Bramley. Diante da evidente, digamos, semelhança, Bramley escreveu que teve uma conversa com Reynolds e creditou à coincidência o fato de o filme ter a mesma premissa que ele imaginou. “Ryan Reynolds e eu tivemos uma conversa breve e eu acredito que ele estava tão confuso quanto eu. Parece que tudo isso foi apenas uma grande e insana coincidência, e estou feliz em acreditar nisso. Estou ansioso para assistir ao filme em dezembro!”, ele escreveu em seu Twitter. Bramley ainda explicou que nunca pretendeu processar Reynolds ou a Fox/Disney por usar sua ideia sem lhe dar créditos, mas gostaria de saber como isso aconteceu, porque ele ficou atordoado quando descobriu. E, claro, também gostaria de ganhar algum brinde. “Era uma Vez um Deadpool” é uma reedição para menores do filme “Deadpool 2” com cenas inéditas e participação do ator Fred Savage numa homenagem assumida ao clássico “Princesa Prometida”, cujo roteirista original faleceu há poucos dias. No filme dos anos 1980, Savage vivia um menino doente, que ouvia um conto de fadas lido por seu avô. No filme, Deadpool vai aparecer lendo um livro para Savage, que está amarrado em sua cama e só será solto ao final da história. As cenas de interação entre os dois teriam sido filmadas em um único dia pela dupla de atores, com roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e direção de Dave Leitch – o time de “Deadpool 2”. “Once Upon a Deadpool” ficará em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos por um período limitado, entre os dias 12 e 24 de dezembro apenas. E cada ingresso vendido renderá US$ 1 para uma instituição beneficente de luta contra o câncer, chamada F*ck Cancer, que momentaneamente será rebatizada como Fudge Cancer para ganhar divulgação junto do lançamento para menores. A estreia no Brasil vai acontecer em 27 de dezembro e não foi divulgado se o filme terá alguma parceria beneficente no país. @VancityReynolds If Marvel forces you to make a PG-13 Deadpool, just copy the framing device from The Princess Bride and have Deadpool censoring it for Fred Savage as a bedtime story. A kidnapped adult Fred Savage. There, I fixed it. — M.V.B. (@MVBramley) December 7, 2017 .@VancityReynolds and I had a brief talk and I believe he was as confused as I was. It seems like this may all just have been a big, insane coincidence and I'm happy to leave it at that. I'm looking forward to seeing the movie in December! #deadpool #onceuponadeadpool — M.V.B. (@MVBramley) November 22, 2018 Just a friendly reminder that I have no (never had any) intention of trying to sue Ryan Reynolds, Disney or any of its subsidiaries. I'm also not angry, I'm more amused/confused at this point. #deadpool #marvel #Disney #ryanreynolds #stopgivingmelegaladvice — M.V.B. (@MVBramley) November 22, 2018 If you tweeted something that ended up in a movie (deliberately or otherwise), then you would want to know how/why that happened, or some acknowledgement of how weird it is. That's why I've been tweeting about it. That and the possibility of free stuff. I love free stuff. — M.V.B. (@MVBramley) November 22, 2018

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