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  • Filme

    Trailer de comédia indie revela última aparição de Stan Lee no cinema

    12 de julho de 2019 /

    A Cinedigm divulgou o pôster e o trailer de “Madness in the Method”, comédia indie que registra a última aparição de Stan Lee no cinema. Trata-se de uma produção de baixíssimo orçamento, estética trash e abordagem meta, dirigida e estrelada por Jason Mewes como ele mesmo. A maioria dos atores e convidados interpretam a si mesmos na trama, que gira em torno da dificuldade de Mewes de ter sua carreira levada a sério. Projetado no papel do jovem traficante Jay, que formava dupla com Silent Bob nos filmes de Kevin Smith – desde o primeiro “O Balconista” (1994) – , Mewes nunca conseguir se desprender do personagem, visto sempre como um cabeludo descerebrado que fala gírias que só ele entende. Aconselhado por Smith (o Silent Bob), ele descobre o Método de interpretação e tudo muda em sua vida, ganhando papéis importantes para a descrença de todos os que o conhecem – entre eles, Stan Lee. O detalhe é que, na trama, o Método é título de um livro que parece ter poderes sobrenaturais… Mewes conheceu Stan Lee durante as filmagens de “Barrados no Shopping” (Mallrats, 1995), o segundo e um dos melhores longas de Kevin Smith. Por sinal, esse encontro chegou a ser homenageado numa das últimas participação do artista em filmes da Marvel. Na cena do metrô de “Capitã Marvel”, Lee apareceu lendo o roteiro de “Barrados no Shopping”, um dos papéis com mais diálogos de sua carreira. Outros famosos do elenco de “Madness in the Method” incluem Gina Carano (“Deadpool”), Jaime Camil (“Jane the Virgin”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), Vinnie Jones (“Arrow”), Danny Trejo (“Machete”), Brian O’Halloran (“O Balconista”) e a dupla Teri Hatcher e Dean Cain, protagonistas da série clássica “Lois e Clark – As Novas Aventuras do Superman”. O filme, com produção da Red Rock Entertainment, terá première na San Diego Comi-Con no próximo fim de semana e estreia nos cinemas em 2 de agosto nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Relançamento de Vingadores: Ultimato joga estreias da semana no circuito limitado

    11 de julho de 2019 /

    O relançamento de “Vingadores: Ultimato” é a estreia mais ampla desta quinta (11/7), um caso nunca visto antes de filme que volta sem nunca ter saído de cartaz e de versão estendida que não estende um segundo sequer da trama. Mas graças a esse caça-níquel e aos blockbusters em exibição, as verdadeiras estreias da semana foram praticamente restritas ao circuito limitado. Entre as novidades, “Atentado ao Hotel Taj Mahal” tem o maior lançamento. Conhecido no resto do mundo como “Hotel Mumbai”, o longa transforma em suspense a reconstituição dramática de um ataque terrorista que aconteceu em 2008 num dos hotéis mais luxuosos da Índia, repleto de estrangeiros. O bom elenco internacional destaca Dev Patel (“Lion”), Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Nazanin Boniadi (“Counterpart”). Elogiado pela crítica americana, tem 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O resto da programação se restringe a três lançamentos europeus e um documentário brasileiro, que é, na verdade, o melhor da lista. “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, do veterano cineasta pernambucano Marcelo Gomes, retrata a rotina de uma cidadezinha no agreste conhecida por suas confecções de jeans, onde todos são obcecados pelo trabalho. Por vezes, parece uma obra de ficção. Mas seus personagens são reais. Exibido no Festival de Berlim, foi premiado no recente É Tudo Verdade. Outro lançamento premiado, o drama francês “Inocência Roubada”, reflete sobre o trauma do abuso infantil numa mulher adulta. Estreia do casal de diretores Andréa Bescond e o ator Eric Métayer, venceu o César de Melhor Roteiro e Atriz Coadjuvante (Karin Viard). Entretanto, é o outro francês, “Amor à Segunda Vista”, que tende a conquistar mais público. A história do homem que vai parar numa realidade paralela, em que o amor de sua vida nem sabe que ele existe, é uma comédia romântica fantasiosa. O estilo tem dominado produções nacionais recentes, mas o diretor Hugo Gélin (de “Uma Família de Dois”) evita clichês para divertir com criatividade. Por fim, o infantil alemão “A Pequena Travessa” é a última opção. Literalmente. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana com suas sinopses e trailers. Atentado ao Hotel Taj Mahal | EUA | Thriller Mumbai, Índia, 2008. Um grupo de terroristas chega à cidade de barco, disposto a promover uma série de ataques em locais icônicos da cidade. Um deles é o luxuoso hotel Taj Mahal, bastante conhecido pela quantidade de estrangeiros e artistas que nele se hospedam. Quando os ataques começam, o humilde funcionário Arjun (Dev Patel) tenta ajudar todos a se protegerem, enquanto David (Armie Hammer) e Zahra (Nazanin Boniadi) buscam algum meio de retornar ao quarto em que estão hospedados, já que nele está seu bebê e Sally (Tilda Cobham-Hervey), sua babá. Amor à Segunda Vista | França | Comédia Do dia para a noite, Raphael (François Civil) acorda em um universo paralelo onde ele nunca conheceu Olivia (Joséphine Japy), o amor da sua vida. Agora ele precisa reconquistar a sua esposa, mesmo sendo um completo estranho para ela. Enquanto Raphael tenta entender exatamente o que aconteceu, ele corre contra o tempo para não perdê-la. Inocência Roubada | França | Drama Aos oito anos, Odette (Andréa Bescond) gostava de pintar e desenhar, como todo criança inocente. Eventualmente, ela também brincava com os adultos, por isso não recusou participar de uma “guerra de cócegas” com um homem mais velho, amigo de seus pais. Anos depois, Odette é uma adulta assombrada pelos traumas da infância, algo que ela vem tentando esquecer através da dança, atividade que ela pratica profissionalmente. A Pequena Travessa | Alemanha | Infantil Lilli Susewind (Malu Leicher) tem a habilidade de falar com animais, mas, fora seus pais, ninguém sabe deste segredo. Quando ela conhece Jess (Aaron Kissiov), um menino divertido e misterioso de sua nova escola, decide contar para ele. Juntos, os dois precisam achar um filhote de elefante que foi roubado do zoológico da cidade. Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar | Brasil | Documentário Na cidade de Toritama, considerada um centro ativo do capitalismo local, mais de 20 milhões de jeans são produzidas anualmente em fábricas caseiras. Orgulhosos de serem os próprios chefes, os proprietários destas fábricas trabalham sem parar em todas as épocas do ano, exceto o carnaval: quando chega a semana de folga, eles vendem tudo que acumularam e descansam em praias paradisíacas.

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    Sadako: Trailer de terror resgata criatura e diretor do filme O Chamado original

    10 de julho de 2019 /

    A produtora Kadokawa divulgou o segundo trailer e um vídeo musical de “Sadako”, novo filme da franquia japonesa que deu origem ao fenômeno “O Chamado”. E desta vez há um motivo para despertar o interesse do público. O longa marca a volta do diretor original, Hideo Nakata, responsável pelo primeiro “O Chamado” (Ringu), de 1998, à personagem do título. “Sadako” é, na verdade, o quarto filme de Nakata inspirado no livro do escritor japonês Kôji Suzuki. Ele também dirigiu “O Chamado 2” (1999) e até seu remake americano de 2005. Para quem não lembra, Sadako era a aparição feminina de cabelos sobre o rosto que inspirou inúmeras cópias, além de lançar a lenda urbana das antigas fitas de videocassete amaldiçoadas. Ela virou Samara nas versões feitas por Hollywood. A franquia duradoura começou com uma trilogia original japonesa – o terceiro longa contava a origem de Sadako. Após o frenesi inicial, Sadako voltou aos cinemas japoneses em 2012, após descobrir a internet em “A Invocação 3D” e na sua continuação de 2013. Ela até acabou brigando com a segunda aparição de cabelos na cara mais famosa do J-horror, Kayako (de “O Grito”), num crossover chamado “Sadako vs. Kayako” (2016), antes de voltar ao básico no novo filme. Na nova trama, Kazuma Akigawa (Hiroya Shimizu) é um aspirante a YouTuber que tenta testar a maldição de Sadako para conseguir mais seguidores… Claro que dá m. E sobra para Mayu (Elaiza Ikeda), a irmã de Kazuma, que é uma psicóloga que, ainda por cima, cuida de uma garota misteriosa com amnésia (Himeka Himejima). A estreia japonesa já aconteceu e agora o filme começa a circular pela Ásia, com lançamento marcado para o final de agosto em Taiwan e na Indonésia. O trailer com legendas em inglês foi feito para acompanhar a première no Festival Fantasia International, que acontece nesta quinta-feira (11/7) no Canadá. Não há previsão para a distribuição no Brasil.

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    Maisa Silva vive sua primeira “vilã” no trailer de Ela Disse, Ele Disse

    10 de julho de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou fotos, o pôster e o trailer de “Ela Disse, Ele Disse”, comédia adolescente que marca o primeiro papel de “vilã” de Maisa Silva e a estreia da apresentadora Fernanda Gentil e da “influencer” Bianca Andrade como atriz. O filme é baseado no livro homônimo de Thalita Rebouças, escritora que virou fenômeno de bilheterias com três adaptações anteriores de cinema, entre elas “Tudo Por Um PopStar”, que também foi estrelada por Maisa. Ficou tão famosa que – além de assinar contrato com a Netflix – é ela mesma quem narra o trailer. A trama acompanha um grupo de adolescentes em seu primeiro ano no Ensino Médio em um novo colégio. Maisa vive Júlia, a garota popular da escola, que decide namorar o menino mais bonitinho, Leo, interpretado por Marcus Bessa. Para isso, atravessa o possível relacionamento do jovem com outra garota, Rosa, papel de Duda Matte. A sofrência da menina preterida é o foco da história, que também aborda o tema da popularidade, atualizando a história do livro de 2011 para a época atual, em que as redes sociais têm protagonismo. Fernanda Gentil vive a mãe da menina sensível e Bianca Andrade, a Boca Rosa, uma professora. Mas é Maisa quem se destaca como a vilã egocêntrica, que gosta de ser o centro das atenções, fazendo rir ao não perceber que na verdade é bem burrinha. A comédia marca a estreia na direção de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”) e chega aos cinemas em 3 de outubro.

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    Dora e a Cidade Perdida ganha trailers diferentes para o Brasil e os Estados Unidos

    9 de julho de 2019 /

    A Paramount divulgou o terceiro pôster e dois novos trailers do filme live-action de “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer), que foi batizado de “Dora e a Cidade Perdida”. Curiosamente, a versão dublada em português é diferente da lançada para o público americano. O vídeo nacional enfatiza mais o humor infantil e bichos criados com efeitos especiais, que não deviam estar prontos na época do primeiro trailer. Já a prévia americana explica a trama e mostra mais a vida de Dora com “seus amigos na cidade”. Mas ambos acabam do mesmo jeito, com piada de pum, item aparentemente contratual nas produções para crianças. Desde que estreou em 2000, a série original animada do canal infantil Nickelodeon já exibiu quase 200 episódios em formato educativo, no qual os personagens resolvem desafios que geram perguntas para os espectadores mirins. Fez tanto sucesso que gerou um spin-off, “Dora e Seus Amigos na Cidade”. O filme junta as premissas das duas séries, mas deixa o aspecto educativo de lado para apresentar a jovem como uma espécie de Lara Croft adolescente, filha de um casal Indiana Jones latino, que vai precisar de todas as suas habilidades para salvar a si e a seus colegas de escola de um sequestrador que os arrasta para os trópicos em busca de um tesouro perdido. A produção traz a atriz Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”) no papel-título – por coincidência, a jovem de 17 anos já fazia parte do universo de Dora, como a dubladora original de Kate, uma das amigas da protagonista na série derivada. O elenco ainda destaca Eva Longoria (“Desperate Housewives”) e Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”) como os pais da pequena aventureira, além de Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Temuera Morrison (“Aquaman”), Adriana Barraza (“The Strain”), Q’orianka Kilcher (“The Alienist”), Nicholas Coombe (“The Magicians”), Jeffrey Wahlberg (sobrinho de Mark Wahlberg ) e Danny Trejo (“Machete”) como a voz do macaco Botas. O roteiro foi escrito por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). “Dora e a Cidade Perdida” tem estreia marcada para 15 de agosto no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trailer de Mulan teria sido visto 175,1 milhões de vezes em 24 horas

    9 de julho de 2019 /

    O trailer completo do remake live-action de “Mulan” teria sido visto 175,1 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. A informação é da própria Disney e não pode ser checada, porque conta número de visualizações nas várias contas do estúdio no YouTube ao redor do mundo, além de redes sociais como Facebook e Twitter. Com base nesses números oficiosos, “Mulan” só não bate, entre os remakes da Disney, o primeiro trailer de “O Rei Leão”, que somou mais de 224 milhões de visualizações em 24 horas. A Disney também afirma que o trailer de “Mulan” foi visto 52 milhões de vezes apenas na China, onde o título do filme entrou entre os assuntos mais comentados da internet chinesa. A versão animada de “Mulan” foi lançada de forma discreta na China, quase um ano depois de sua estreia no restante do mundo, e enfrentou críticas do público chinês por suas mudanças na história de Mulan, uma lenda popular no país. O trailer do remake, por outro lado, foi recebido de forma positiva pelo público, possivelmente por lembrar um filme chinês de época, com direito a kung fu voador e lutas de espadas. Liu Yifei, a estrela do novo filme, foi saudada como “a primeira princesa chinesa da Disney” nas redes sociais. A estreia de “Mulan” está marcada para 26 de março de 2020.

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    Renee Zellweger é Judy Garland em trailer emocionante de cinebiografia

    8 de julho de 2019 /

    A LD Entertainment divulgou o pôster e o emocionante trailer completo de “Judy”, cinebiografia em que Renee Zellwegger se transforma em Judy Garland. A trama acompanha a lendária atriz de “O Mágico de Oz” (1939) e “Nasce uma Estrela” (1954) no final de sua vida. Separada, endividada e sem opções para cuidar dos filhos, ela aceita embarcar numa turnê de shows em Londres em 1968, onde realiza espetáculos concorridos, envolve-se com o último amor de sua vida, dá vexames e luta contra a depressão, semanas antes de morrer de overdose aos 47 anos de idade. É um grande melodrama. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer entram em guerra no trailer épico de Malévola 2

    8 de julho de 2019 /

    A Disney divulgou o trailer completo legendado de “Malévola: Dona do Mal”, que continua a revisão da fábula encantada “A Bela Adormecida”. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a Princesa Aurora (Elle Fanning) como sua própria filha. Mas este não foi o final feliz da história, como mostra a prévia épica da sequência. Ao decidir se casar com o Príncipe Felipe (Harris Dickinson), Aurora cria uma nova ameaça para Malévola na forma de sua sogra, a Rainha Ingrith, vivida por Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. Mas as manipulações e batalhas ao estilo “Game of Thrones” são apenas o começo, como demonstra a aparição de outras “criaturas”. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco também incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming.

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    Versão live-action de Mulan ganha primeiro pôster

    7 de julho de 2019 /

    Além do primeiro trailer legendado, a Disney também divulgou o primeiro pôster de sua versão live-action de “Mulan”. E assim como o vídeo, a arte minimiza situações fantasiosas, mostrando apenas a protagonista de espada em punho. O reflexo da lâmina à frente de seu rosto revela parcialmente seu disfarce masculino, mas a ênfase é na sua identidade feminina, com os cabelos soltos e tremulando. A versão com atores promete ser bem diferente do desenho de 1998, sem dragões bonzinhos, mantendo apenas a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há certeza de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Já Mulan é interpretada pela jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”). O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”). Apesar dessa abordagem – e da temática – , a direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A estreia está prevista apenas para março de 2020.

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    Primeiro trailer de Mulan parece filme chinês de artes marciais

    7 de julho de 2019 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer legendado de sua versão live-action de “Mulan”. E curiosamente a prévia não parece um filme da Disney, mas uma obra da filmografia de Zhang Yimou, com elenco chinês, costumes tradicionais e lutas de espada e kung fu voador – o wire fu. Não há os elementos fantásticos da animação, nem mesmo seu humor, mas uma apresentação de fundo dramático mais realista que as demais adaptações de clássicos animados do estúdio, com ênfase no tema da honra e em artes marciais. A versão com atores promete ser bem diferente do desenho de 1998, sem dragões bonzinhos, mantendo apenas a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há certeza de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros chineses do gênero, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Já Mulan é interpretada pela jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”). O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que por acaso foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. Apesar dessa abordagem – e da temática – , a direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A estreia está prevista apenas para março de 2020.

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    A Batalha das Correntes: Benedict Cumberbatch é Thomas Edison em trailer de drama histórico

    6 de julho de 2019 /

    O novíssimo estúdio 101 Films divulgou o trailer de seu primeiro lançamento, “A Batalha das Correntes” (The Current War), sobre a “guerra das correntes elétricas”, travada entre Thomas Edison e George Westinghouse no final do século 19. O detalhe é que este não é o primeiro trailer do filme. A prévia anterior é de 2017, quando ele seria lançado pela The Weinstein Company. A produção foi um dos danos colaterais do escândalo envolvendo o produtor Harvey Weinstein. Acabou caindo no limbo, até ser resgatada pela 101 Films. Mas o estúdio não considerou o negócio como um atalho para chegar rapidamente aos cinemas. Bancou refilmagens e uma nova edição, sob supervisão do diretor Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”), para lançar um produto melhor que o exibido no Festival de Toronto de dois anos atrás. A produção gira em torno da rivalidade entre Edison e Westinghouse, que travaram uma feroz batalha comercial em relação às patentes de cada um, a corrente continua de Edison e a corrente alternada de Westinghouse (criada, na verdade, pelo gênio Nikola Tesla), que concorriam por contratos de eletricidade em cidades e estados no final do século 19. Para determinar qual das correntes era melhor, até sua letalidade entrou no debate, culminando na invenção da cadeira elétrica para executar penas de morte nos Estados Unidos. O elenco é nada menos que (super) heroico, reunindo Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como Thomas Edison, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como George Westinghouse e Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) como Nikola Tesla, os homens que eletrificaram o mundo, além de Tom Holland (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) como Samuel Insull, secretário de Edison que virou magnata. Além deles, também se destacam Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Marguerite, a esposa de Westinghouse, e Tuppence Middleton (série “Sense8”) como Mary, a esposa de Edison. A estreia comercial vai (finalmente) acontecer em 4 de outubro nos Estados Unidos, e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Share: HBO divulga trailer de drama premiado no Festival de Sundance

    6 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Share”, drama duplamente premiado no Festival de Sundance com os troféus de Melhor Roteiro e Melhor Atuação. A trama repercute um vídeo perturbador de uma adolescente que pode ter sido abusada sexualmente por colegas, mas não se lembra do que aconteceu na noite anterior. Pressionada pela família a relatar o incidente à polícia, ela acaba isolada na escola e se tornando uma pária social. “Share” é o primeiro longa da diretora e roteirista Pippa Bianco, baseado num curta-metragem dela mesma, lançado em 2015 com trajetória igualmente premiada. O papel principal é desempenhado pela promissora Rhianne Barreto (da “Hanna”), consagrada em Sundance, e o elenco também inclui Poorna Jagannathan (“Big Little Lies”) e JC MacKenzie (“Madame Secretary”) como seus pais, Lovie Simone (“Greenleaf”), Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Nicholas Galitzine (“Chambers”) como colegas de escola. A estreia está marcada para 27 de julho nos Estados Unidos.

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    Turma da Mônica – Laços conquista com aventura infantil e nostalgia

    6 de julho de 2019 /

    Criada na década de 1960 pelo cartunista brasileiro Mauricio de Sousa, a Turma da Mônica já rendeu inúmeras histórias em quadrinhos, livros e animações (além de uma infinidade de outros produtos), garantindo um lugar de destaque no imaginário popular brasileiro há mais de 50 anos. Mas apesar da sua importância e do seu poder cultural, até hoje nunca tinha ganhado uma adaptação cinematográfica em live-action. Dirigida por Daniel Rezende (de “Bingo – O Rei das Manhãs”), “Turma da Mônica: Laços” chega aos cinemas com o intuito de preencher essa lacuna, entregando uma obra cheia de emoção e nostalgia. A base do longa-metragem não é uma história de Mauricio de Sousa, mas sim uma graphic novel escrita e desenhada pelos irmãos mineiros Vitor e Lu Cafaggi. “Laços” foi um dos primeiros lançamentos do selo Graphic MSP, dedicado a adaptações da obra de Mauricio com uma visão mais autoral, e mostra a turminha em meio a uma aventura inspirada em clássicos do cinema da década de 1980, como “Os Goonies” e “Conta Comigo”. Escrita por Thiago Dottori (“VIPs”), adaptação para o cinema coloca Mônica (Giulia Benitte), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) aventurando-se pela floresta em busca do cachorro Floquinho. Em meio à sua jornada, o grupo se depara com estranhas figuras, enfrenta perigos e acaba descobrindo a importância da amizade, ou seja, dos laços formados na infância. Existe um estranhamento inicial causado pelo impacto de ouvir aqueles personagens pela primeira vez. É preciso se acostumar com as suas vozes, em especial à do Cebolinha, cuja dislalia soa falsa no começo. Mas, ao contrário disso, a relação visual é facilmente estabelecida, seja pelo fato de o filme respeitar os figurinos originais ou pela forma como os personagens são apresentados. Rezende dá atenção a detalhes como a mão da Mônica segurando seu ursinho de pelúcia ou ao cabelo espetado do Cebolinha antes de apresentá-los de corpo inteiro. Aliás, em relação à iconografia desse universo, o diretor passeia com a sua câmera pelo bairro do Limoeiro, captando diversos easter eggs, como as participações de outras figuras conhecidas (o Jeremias, o Titi, etc.), além do próprio Mauricio e dos irmãos Cafaggi (que aparecem em cena ao lado de Sidney Gusman, editor de “Laços” e idealizador da linha Graphic MSP. Mais do que dar movimento às imagens dos quadrinhos, o cineasta imprime um estilo próprio. É notável, por exemplo, a maneira como utiliza a câmera e a montagem para fazer a participação do Louco (Rodrigo Santoro) destoar do resto do filme, como se a própria imagem traduzisse a sua imprevisibilidade Apresentando uma narrativa focada na união e na amizade, o cineasta procura explorar ao máximo a interação entre aqueles personagens. Afinal, embora sejam os ícones que acompanharam as nossas infâncias, eles são crianças e agem como tal. E o roteiro ainda consegue dar a densidade e a complexidade de dois dos seus protagonistas. Entendemos os motivos por trás dos planos infalíveis do Cebolinha (como forma de reinar absoluto e solitário) e das reações violentas de Mônica (sua única resposta possível diante das situações). São complexidades explicitadas por meio de silêncios, trocas de olhares e lágrimas. Nessa interação, porém, Cascão e Magali acabam sobrando. Eles até tem as suas jornadas e precisam enfrentar os seus medos (água e comida), mas seus personagens são menos desenvolvidos. Mas isso não chega a estragar a experiência. Emocionante em alguns momentos (a cena da Mônica chorando é de cortar o coração) e nostálgico em muitos outros, “Turma da Mônica: Laços” é leve, colorido, divertido, lúdico e atemporal, assim como as histórias em quadrinhos que o inspiraram, aproximando-se ao máximo da ideia de uma “adaptação fiel”. Por isso, talvez não funcione tão bem com quem não tem – ou não teve – uma relação muito próxima com a obra de Mauricio de Sousa. O que posso dizer é que fiquei com um sorriso de orelha a orelha durante toda a projeção.

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