O Poderoso Chefinho 2: Sequência com chefinha e bebês ninjas ganha trailer dublado
A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer dublado de “O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família”, continuação do desenho de 2017, que encontra os personagens originais adultos. Mas não por muito tempo. A filha bebê de um deles logo transforma os irmãos birrentos novamente em crianças para os três se juntarem nos “negócios da família” – isto é, espionagem infantil – e enfrentar bebês ninja perigosos. Tudo isso é apresentado na prévia, com poucos detalhes a mais de explicações. “O Poderoso Chefinho 2” é novamente dirigido por Tom McGrath, que assinou o primeiro, e volta a trazer a voz de Alec Baldwin como Ted, o bebê chefinho, na versão original em inglês. Por outro lado, houve mudanças no intérprete de Tim, o irmão mais velho. James Marsden (“Sonic – O Filme”) substituiu Tobey Maguire e Miles Bakshi, que dublavam o personagem no primeiro filme. Para completar, a produção ainda destaca Amy Sedaris (“The Mandalorian”) como Tina, a filha de Tim. A estreia está prevista para 25 de março no Brasil. Veja abaixo o trailer nas versões dubladas em português e inglês.
Run: Suspense de Sarah Paulson bate recorde de audiência na Hulu
A plataforma americana Hulu informou que “Run”, suspense estrelado por Sarah Paulson (a “Ratched”), tornou-se o longa-metragem mais assistido do serviço em seu fim de semana de estreia. Além disso, o lançamento foi classificado como o filme original da Hulu mais comentado no Twitter em todos os tempos e atingiu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado na sexta (20/11), “Run” (que deve levar o título de “Mamãe” no Brasil) superou não só as produções originais da Hulu, mas também títulos licenciados de outros estúdios. Até então, o filme mais visto do streaming adulto da Disney era a comédia “Palm Springs”, estrelada por Andy Samberg e Cristin Milioti. Apesar dessas informações, é impossível dizer qual foi a diferença de público entre os dois filmes, muito menos citar os números de audiência de qualquer programa da Hulu. Mais sigilosa que a Netflix, que solta dados aleatórios e inflados sempre que quer comemorar algum feito, a Hulu nunca citou sua audiência em público, e esta vez não foi exceção. Neste quesito, a plataforma da Disney se parece com a Amazon, que para comemorar a audiência recorde de “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, durante seu fim de semana de estreia em outubro, disse que o filme tinha sido visto por “dezenas de milhões”, sem nem explicar se fazia referência a pessoas ou lares. A Hulu adquiriu os direitos domésticos de “Run” em agosto, mas o estúdio Lionsgate manteve o controle sobre a distribuição internacional, por isso o filme ainda pode ser exibido no Brasil nos cinemas. O filme traz Sarah Paulson como uma mãe amorosa, que se dedica a cuidar da filha adolescente confinada numa cadeira de rodas, enquanto garante que isso não é fardo algum. Mas as aparências são enganosas, como sua filha começa a descobrir, ao perceber pistas de que pode ser prisioneira de uma mãe psicopata. Escrito e dirigido por Aneesh Chaganty, responsável pelo inovador suspense “Buscando…” (2018), a produção também destaca a estreante Kiera Allen no papel da filha. Apesar do sucesso, o recorde de “Run” pode não durar muito. Nesta quarta (25/11), a Hulu lança “Happiest Season”, comédia romântica de Natal, que traz Kristen Stewart e Mackenzie Davis como um casal lésbico forçado a entrar no armário durante um fim de semana com a família conservadora de uma delas. Também recebido por críticas extremamente elogiosas (91% no Rotten Tomatoes), o filme deve se tornar muito popular no serviço de streaming.
Trailer traz John Boyega como policial em novo filme de Steve McQueen
A Amazon divulgou um novo trailer da antologia “Small Axe”, uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo representa o terceiro longa do projeto, “Red, White and Blue”, que destaca John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”) como um policial que precisa enfrentar o racismo dentro da polícia. Todos os cinco filmes são escritos e dirigidos por McQueen e reproduzem a luta pela igualdade racial no Reino Unido, abordando pessoas e fatos reais que aconteceram entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro lançamento foi “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970, e o segundo foi “Lovers Rock”, sobre uma festa que descambou em violência nos anos 1980. Embora tenham estreado neste mês no exterior, nenhum dos dois ainda foi disponibilizado na versão brasileira da Amazon Prime Video. A expressão que batiza o projeto é derivada de um provérbio africano usado em todo o Caribe, e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Red, White and Blue” será lançado no dia 4 de dezembro em streaming nos EUA e no Reino Unido.
Sia briga com a comunidade autista ao lançar o trailer de seu primeiro filme
A cantora Sia comprou briga com a comunidade autista por conta de seu primeiro longa-metragem, “Music”, que ela escreveu e dirigiu. Sia diz que queria homenagear essa comunidade, mas escalou sua protegida, a dançarina Maddie Ziegler, no papel de uma garota autista, e o trailer do longa, revelado no fim de semana, mostrou a jovem apresentando um comportamento meio abobado e totalmente diferente das pessoas que sofrem desse mal. A polêmica estourou junto do trailer, após a interpretação de Ziegler ser considerada “ofensiva” e “imprecisa” nas redes sociais, o que deu início a uma troca de insultos entre Sia e autodeclarados autistas. A situação saiu tanto do controle que até organizações dedicadas ao atendimento de autistas decidiram fazer campanha de boicote contra o filme. Sia acabou tuitando que ficou “muito confusa” com a negatividade em relação ao seu trabalho. Uma atitude bem diferente do entusiasmo demonstrado ao lançar o trailer. A atriz irlandesa Bronagh Waugh foi a primeira a questionar Sia sobre a polêmica interpretação de Ziegler. “Posso perguntar por que você não escalou um ator deficiente para este papel?”, ela escreveu no Twitter. “É muito ofensivo a maneira que você escolheu para retratar essa personagem. Pessoas com deficiência não estão quebradas e não precisam de conserto.” Ao ver o comentário, Sia respondeu que tentou “representar amorosamente a comunidade”. Isso desencadeou várias críticas contestando o resultado, com muitos perguntando por que um ator deficiente não poderia ter interpretado o papel. Sia tentou se defender, dizendo a certa altura: “Duh. Passei três anos pesquisando, acho que é por isso que estou tão chateada. ” Ela afirmou que contratou muitas “crianças com habilidades especiais” para trabalhar no filme, incluindo uma garota do espectro, antes de escalar Ziegler. “Ela achou desagradável e estressante”, disse Sia sobre a jovem do espectro. Neste ponto, uma seguidora se ofereceu, dizendo que ela e várias outras atrizes autistas estariam disponíveis para o papel. Ao que Sia respondeu: “Talvez você seja apenas uma atriz ruim”. As respostas atravessadas acabaram gerando ainda mais raiva dentro da comunidade que Sia supostamente estava tentando agradar, até a Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido dizer que “Sia entendeu tudo errado” e a Associação Americana de Pessoas com Deficiências conclamar: “Não assistam ao filme da Sia”. Diante disso, Sia defendeu suas opções e pediu que criticassem o produto acabado, não o trailer. Mas fez o pedido de maneira, digamos, pouco educada, com palavrões. “Grrr. F*** f**ida, por que vocês não assistem meu filme antes de julgá-lo?”, ela escreveu no Twitter. “FÚRIA.” Este piti acabou gerando reação de uma proeminente celebridade deficiente, a atriz Marlee Martlin, vencedora do Oscar por “Filhos do Silêncio” (1986). “Querida Sia, como todo respeito como colega artista, é esse o tipo de resposta que você deseja que as pessoas vejam ao discutir um tópico tão importante, como pessoas com autismo? Por favor, não seja surda ao que eles têm a dizer”, escreveu Matlin. O filme será lançado em fevereiro, junto com o disco de sua trilha sonora. Veja abaixo o trailer que irritou os autistas e a reação que levou Marlee Martlin a se pronunciar. Dear @Sia, With respect as a fellow artist, is this the kind of response you want people to see when discussing such an important topic such as people with Autism? Please don't be deaf to what they have to say. Marlee Matlin — Marlee Matlin (@MarleeMatlin) November 21, 2020
Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta galeria de monstros gigantes em novo trailer
A Sony divulgou dois pôsteres japoneses e um novo trailer chinês de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. Repleto de cenas inéditas, o vídeo enfatiza a galeria de criaturas da produção, que são nomeadas. Com orçamento de US$ 60 milhões, “Monster Hunter” foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil” – e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 31 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Fada Madrinha: Trailer apresenta comédia de fábula encantada da Disney
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster nacional e o trailer da comédia “Fada Madrinha” (Godmothered) em versões legendada e dublada em português. Ao estilo de “Encantada” (2007), o filme conta a história de uma atrapalhada aspirante a fada madrinha que decide provar que o mundo ainda precisa de fadas. Para isso, ela troca o reino encantado em que vive pelos EUA atual, em busca de uma menina triste que estaria precisando de ajuda. Só que a menina é na verdade uma jovem mãe solteira cínica e desiludida, sem tempo para romance ou contos de fadas. Claro que sua opinião muda com um pouco de mágica. O filme divertido foi escrito por Kari Granlund (do remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”) e Melissa Stack (“Mulheres ao Ataque”), tem direção de Sharon Maguire (“O Diário de Bridget Jones”) e é estrelado por Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Isla Fisher (“Truque de Mestre”), respectivamente como a fada bem intencionada e sua Cinderela desencantada. A produção chega ao streaming da Disney em 4 de dezembro.
Trailer da nova animação de Batman homenageia filmes clássicos de kung fu
A DC Animation divulgou o trailer de sua nova animação feita para o mercado de VOD (locação digital). Intitulado “Batman: Soul of The Dragon”, o desenho se passa nos anos 1970 e presta homenagem aos filmes clássicos de kung fu e artes marciais daquela época, em particular “Operação Dragão” (1973). A trama vai mostrar Batman reencontrando antigos colegas, da época em que Bruce Wayne estudava artes marciais para lutar contra o crime. Estes colegas são Richard Dragon (também conhecido como Punhos do Dragão), Ben Turner (Tigre de Bronze) e Shiva (Lady Shiva). Mas vale observar que Dragon, originalmente ruivo nos quadrinhos, aparece retratado como um jovem asiático parecido com Bruce Lee (“O Dragão Chinês”), enquanto Turner troca sua careca lustrosa por um penteado afro ao estilo de Jim Kelly (“O Samurai Negro”) e Shiva passa uma vibe de Pei-Pei Cheng (“A Ermitã do Kung Fu”). Eles se juntam a Batman para enfrentar a terrível organização secreta conhecida como o Culto do Kobra. A animação é produzida por Bruce Timm (“Batman: A Série Animada”), dirigida por Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e traz em seu elenco de dublagem os atores David Giuntoli (o “Grimm”) como Batman, Mark Dacascos (“John Wick 3 – Parabellum”) como Dragon e dois ex-integrantes de “Arrow”: Michael Jai White, que repete seu papel televisivo como Ben Turner, e Kelly Hu, intérprete de China White na TV, com a voz de Lady Shiva. O lançamento está marcado para 26 de janeiro.
Trailer legendado traz Jessica Chastain, Lupita Nyong’o e Penélope Cruz como espiãs
A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “As Agentes 355” (The 355), filme de ação que reúne um grande elenco feminino, formado pela americana Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), a alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”), a mexicana/queniana Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”) e a chinesa Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). As estrelas são o grande atrativo do projeto, que ainda conta com Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) e Edgar Ramirez (“Wasp Network”), mas vale observar que a francesa Marion Cotillard (“Assassin’s Creed”) chegou a ser cotada e preferiu fazer algo melhor. Na trama, espiãs de diferentes agências internacionais resolvem se aliar para enfrentar um “inimigo invisível” em comum. Apesar da ameaça aparentemente ser um hacker, a missão envolve muitos tiros e discussões de relação das personagens. Na teoria, a premissa promete uma aventura mundial, com cinco atrizes de primeira linha representando espiãs de agências internacionais rivais, que se unem e superam suspeitas e conflitos enquanto lutam para impedir que uma organização global lance o mundo ao caos. Ao longo da jornada, as ex-rivais tornam-se companheiras e uma nova irmandade de espionagem, de codinome 355, é formada. Já na prática, o roteiro foi escrito por Theresa Rebeck (do infame “Mulher-Gato”) e a direção ficou a cargo de Simon Kinberg em seu segundo trabalho oficial na função, após o abissal “X-Men: Fênix Negra”. Para completar, os dois resolveram fazer um filme de tom seríssimo, mas não faltou quem achasse palhaçada escalar Penélope Cruz novamente como colombiana. Houve protestos contra a tendência de Hollywood de dar a europeus papéis de latino-americanos. A estreia está marcada para 14 janeiro no Brasil, sujeita a alterações, como todos os lançamentos atuais.
Teocracia em Vertigem: Veja o trailer do novo especial de Natal do Porta dos Fundos
O Porta dos Fundos divulgou o pôster e o trailer de seu especial de Natal de 2020, batizado de “Teocracia em Vertigem”. A prévia abre com participação da cineasta Petra Costa, diretora do documentário “Democracia em Vertigem”, que inspira o título da nova produção, e segue com cenas que remetem ao Impeachment de Dilma Rousseff, alterado na trama para refletir a crucificação de Jesus – vivido por Fábio Porchat. Outras referências políticas brasileiras aparecem quando micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz são usados para pagar Judas e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. O tom debochado já inclui condenações de figuras religiosas e conservadoras do país, e faz uma sugestão ao distinto público que protestou contra o especial do ano passado: “Você que cancelou a Netflix, prepara-se para cancelar o YouTube”. A estrutura documental do projeto foi uma saída encontrada diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato escolhido permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e deve ser recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes. Em vez de comemorar a “vitória” de sua pressão, os conservadores deveriam se preocupar, porque no YouTube, que é de graça, o especial será visto por mais pessoas que se tivesse sido lançado na Netflix. A nova produção contará com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa a várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes. E Arnaldo Antunes ainda faz uma interpretação da canção “Marcha do Demo”, dos Titãs. O lançamento vai acontecer em 10 de dezembro.
Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana
A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)
Mundo em Caos: Sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Mundo em Caos” (Chaos Walking), sci-fi distópica estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”). Junto com os pôsteres e fotos revelados pelo estúdio americano Lionsgate, o vídeo marca o começo da campanha promocional da produção, após mais de três anos das filmagens originais – a primeira foto oficial veio à tona em 2017! A grande ironia é que, diante do quadro atual, o melhor para o filme seria um atraso maior. Afinal, os planos de estreia – marcada para janeiro – podem ser revistos a qualquer momento, diante do aumento crescente de casos de covid-19. Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e pode originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. O grande elenco de “Mundo em Caos” ainda inclui David Oyelowo (“Selma”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Ray McKinnon (“Mayans FC”), Kurt Sutter (criador de “Sons of Anarchy”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Demián Bichir (“A Freira”) e Óscar Jaenada (“Rambo: Até o Fim”). Até segunda ordem, a estreia deve acontecer em 28 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento do filme nos EUA.
Documentário conta história da primeira transexual das Forças Armadas brasileiras
Os cinemas de São Paulo recebem nesta quinta (19/11) o documentário “Maria Luiza”, antes de ser exibido no resto do país. O filme do diretor Marcelo Díaz conta a história primeira militar reconhecida como transexual pelas Forças Armadas brasileiras. Nascida em Ceres, Goiás, como José Carlos, ela prestou o serviço militar, entrou para Força Aérea Brasileira e lá permaneceu por 22 anos. Também casou-se e teve uma filha. Até revelar seu desejo pela mudança de gênero, quando passou por psicólogos, médicos e, dois anos depois, em 2000, viu-se obrigada a se aposentar por invalidez. Só que Maria Luiza não aceitou. Militar boa de briga, acionou o Ministério Público em busca de seus diretos. Levou sete anos, mas ela conseguiu o que até então era inédito no país: uma nova identidade militar como Cabo Maria Luiza. Hoje com 59 anos, ela só não conseguiu realizar um desejo: vestir a farda feminina. O filme investiga as motivações para impedi-la de vestir o sonhado uniforme e a sua trajetória de afirmação como mulher trans, militar e católica. Veja o trailer e o pôster do documentário abaixo (e saiba mais sobre as estreias da semana aqui).
Filmes de streaming são os principais lançamentos de cinema no Brasil
As principais estreias de cinema desta quinta (19/11) no Brasil são filmes que tiveram apenas lançamentos digitais nos EUA. Já é o segundo fim de semana que o circuito apela para produções que o mercado americano reservou para o streaming. Isto ocorre porque, à exceção dos títulos da Universal (peculiaridade de um acordo com as redes exibidoras americanas), os grandes estúdios tiraram todos os seus filmes do calendário ou forçaram lançamentos simultâneos com plataformas online nos EUA, como reação à pandemia de covid-19. Vislumbrando o momento frágil do parque exibidor, os títulos mais atraentes foram para a internet. Mas como muitas das plataformas americanas ainda não foram inauguradas no Brasil, estes lançamentos ainda encontram espaço nas telas grandes daqui. Lançado na plataforma HBO Max, por enquanto inoperante no país, “A Convenção das Bruxas” é uma adaptação do clássico infantil “As Bruxas”, de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), sobre um garoto que descobre que bruxas são reais e planejam transformar as crianças em ratos, começando por ele próprio. Esta história já rendeu um filme bem-sucedido, dirigido por Nicolas Roeg e protagonizado por Anjelica Houston em 1990. A nova versão tem direção de Robert Zemeckis (“De Volta ao Futuro”) e traz Anne Hathaway (“Interestelar”) no papel de bruxa principal – que ao ser retratada como deficiente acabou rendendo polêmica paraolímpica. Por sua vez, “Destruição Final – O Último Refúgio” entra em cartaz um mês antes de sua estreia para locação digital nos EUA. O filme de catástrofe apocalíptica estrelado por Gerard Butler (“Invasão a Casa Branca”) e Morena Baccarin (“Deadpool”) acompanha a correria de uma família para chegar a um abrigo militar supostamente seguro quando um cometa adentra a atmosfera, ameaçando extinguir toda a vida no planeta. Escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), o filme marca um reencontro de Butler com o ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente o dirigiu em “Invasão ao Serviço Secreto”. O terceiro título de streaming dos cinemas é uma produção brasileira, “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, que ganhou lançamento internacional na Netflix em julho passado. Exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano, trata-se de uma das produções nacionais mais elogiadas de 2020, que desembarca nas telas brasileiras após atingir 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – embora com apenas 10 críticas somadas. O drama conta a história um imigrante nigeriano que viaja à São Paulo em busca de seu irmão, o primogênito de uma família da etnia Igbo, e descobre que ele mentiu sobre sua vida no Brasil. O protagonista OC Ukeje é um ator de destaque em Nollywood, a indústria cinematográfica da Nigéria, com papéis em mais de 30 filmes, enquanto Chukwudi Iwuji já se projetou em produções americanas, aparecendo em “Designated Survivor” e na premiada minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us). De última hora, a Netflix ainda anunciou “Mank” como um dos lançamentos da semana, em circuito limitado. Dirigido por David Fincher (“Garota Exemplar”) e estrelado por Gary Oldman (vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação”), o filme conta a história de Herman J. Mankiewicz, roteirista do clássico “Cidadão Kane”, com várias histórias dos bastidores lendários da produção do longa de Orson Welles. Cotado para o Oscar, o filme chega à Netflix em 4 de dezembro. A programação também destaca um filme que, parece mentira, sempre foi pensado para o cinema, “O Caso Collini”, drama jurídico alemão que acompanha o primeiro caso de um advogado iniciante, que, ao defender um acusado de homicídio, acaba desvendando um dos maiores escândalos judiciais do país. Prato cheio para quem gosta de dramas de tribunais, o filme tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista tem ainda um filme gospel com o astro de “Riverdale” KJ Apa e um documentário sobre a primeira militar transexual brasileira. Além disso, o drama brasileiro “Casa de Antiguidades”, exibido no Festival de Cannes, terá uma sessão especial exclusiva de uma semana no Petra Belas Artes, em São Paulo. A estreia comercial do longa só vai acontecer em 2022. E o Festival Varilux de Cinema Francês retorna com sessões presenciais. Confira abaixo os trailers das estreias deste fim de semana. Convenção das Bruxas | EUA | 2020 Destruição Final – O Último Refúgio | EUA | 2020 Cidade Pássaro | Brasil | 2019 Mank | EUA | 2020 O Caso Collini | Alemanha | 2019 Enquanto Estivermos Juntos | EUA | 2020 Maria Luiza | Brasil | 2019 Casa de Antiguidades | Brasil | 2020 Festival Varilux | França | 2020












