Rosa e Momo: Trailer destaca volta da lendária Sophia Loren
A Netflix divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer legendado de “Rosa e Momo” (La Vita Davanti a Sé), que destaca a volta da lendária atriz Sophia Loren, aos 86 anos, após uma década afastada das telas. A grande dama do cinema italiano não filmava desde o musical “Nine” (2009) e um telefilme de 2010 (“La Mia Casa è Piena di Specchi”), baseado numa obra de sua irmã. Perguntada se tinha abandonado a aposentadoria, a estrela dos clássicos “Duas Mulheres” (1960), “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963), “Matrimônio à Italiana” (1964), “Arabesque” (1966) e “Um Dia Muito Especial” (1977) disse que nunca chegou a se aposentar, apenas não tinha bons papéis que a fizessem querer interpretar. Ela vive a Rosa do título em português, uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma creche em sua casa e encara o desafio de acolher Momo (Ibrahima Gueye), um menino de rua que a assaltou. Tudo o que o menino conhece é o mundo do crime, até encontrar o afeto da mulher sofrida e ver a chance de pertencer a um lar pouco convencional. O filme é baseado no best-seller do escritor francês Romain Gary (1914–1980), autor de muitos romances adaptados pelo cinema, como “Raízes do Céu” (1958), “Promessa ao Amanhecer” (1970), “Um Homem, uma Mulher, uma Noite” (1979) e “Cão Branco” (1982). A própria história de “Rosa e Momo” já tinha sido filmada anteriormente, em 1977, com o título brasileiro de “Madame Rosa – A Vida à Sua Frente”, trazendo outra grande atriz no papel principal: Simone Signoret (“As Diabólicas”). A nova versão foi adaptada pelo cineasta Edoardo Ponti (“Desejo de Liberdade”) e estreia em 13 de novembro em streaming.
Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Em preto e branco, a prévia recria a era de ouro de Hollywood com personagens e visual de época, incluindo cenas que recriam o clássico “Cidadão Kane”. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. A presença de Louis B. Mayer significa que o filme deve contar como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse “Cidadão Kane”. Esta é apenas uma das lendas em torno do clássico de Welles, por décadas considerado o melhor filme de todos os tempos. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”. A estreia de “Mank” está marcada para 4 de dezembro.
A Festa de Formatura: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua causa, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.
Cena polêmica de Borat 2 fulmina carreira de advogado de Trump
“Borat 2”, que chega em streaming na Amazon nesta sexta-feira (23/10), está dando muito o que falar nos EUA. Além do humor que barbariza a extrema direita do país, uma cena em particular virou debate nacional. Trata-se de uma pegadinha envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. A situação acontece após uma “entrevista” conduzida pela filha de Borat (Maria Bakalova), feita em nome de um veículo conservador inventado. Ao fim da conversa, eles vão juntos a uma suíte de hotel equipada com câmeras. Além de beber e pedir o telefone da jovem, Giuliani se deita na cama do quarto e é visto colocando a mão para dentro das calças, na sua região genital. É quando a cena é interrompida por Borat (Sacha Baron Cohen), que entra no quarto e grita: “Ela tem 15 anos! É muito velha para você!”. A cena foi gravada em julho e Giuliani chegou a ligar para a polícia, dizendo que “um homem com uma roupa rosa” entrou gritando no seu quarto de hotel. “Eu pensei: isso aqui deve ser um assalto, um esquema de chantagem, ou algo assim. Ele saiu correndo depois”, contou o advogado ao New York Post. “Só percebi que provavelmente era Baron Cohen depois. Ele já enganou muita gente, mas não a mim”. Já tem gente dizendo que a carreira de Giuliani acabou depois do filme. Entre as pessoas que afirmam isso está a crítica de TV da revista Vanity Fair, Sonia Saraya, a colunista do New York Times e vencedora do Pulitzer Maureen Dowd, e o simpático boneco de neve Olaf. “Tendo visto ‘Borat 2’, agora posso dizer com segurança que Rudy Giuliani acabou em grande estilo. É pior do que você pensa e mais desconfortável do que qualquer coisa que vi em um filme recente, documentário ou ficção”, tuitou Josh Gad, voz de Olaf em “Frozen”. O diretor Judd Apatow (“Descompensada”) retuitou Gad e acrescentou: “Eu vi. Gostaria de poder desver. Mas ‘Borat 2’ é hilário.” Em sua defesa, o advogado afirma que estava apenas ajeitando a camisa para dentro das calças, após tirar seu microfone, e que o resto foi inventado. Não colou. A cantora Demi Lovato respondeu à declaração de Giuliani no Twitter apontando a incongruência. “Então você normalmente bebe com repórteres, segue-os até o quarto e depois deita na cama e deixa que tirem o microfone para você?”, ela escreveu na rede social. “Acho que tenho feito minhas entrevistas de maneira totalmente errada…” Oficialmente chamado de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Borat Subsequent Moviefilm), o filme de Sacha Baron Cohen já está nos trending topics do Twitter antes mesmo da estreia. A produção deve se tornar o maior sucesso da Amazon. Confira abaixo o trailer oficial.
Estreia de Os Novos Mutantes marca reabertura dos cinemas do Brasil
Os cinemas brasileiros recebem nesta sexta sua primeira grande estreia desde março, quando as salas de projeção foram fechadas no início da pandemia. A reabertura começou oficialmente no começo de outubro, com a exibição de reprises, e agora “Os Novos Mutantes” usa o apelo dos super-heróis para tentar reviver o circuito, ainda muito vazio. Um dos lançamentos de cinema mais adiados de todos os tempos, “Os Novos Mutantes” foi filmado em 2016 e deveria ter estreado originalmente em 2018. Mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi marcada para março, veio o coronavírus, que adiou ainda mais sua abertura. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) aproveitou para aprimorar a pós-produção de seu filme de super-heróis, refazendo e melhorando os efeitos, mas o fato é que a Fox tinha razão em querer refilmagens. O filme não se define entre produção de super-heróis e trama de terror convencional, e não empolga. A média de aprovação no Rotten Tomatoes, que contabiliza a opinião da crítica em inglês, ficou em apenas 34%. Como as bilheterias jamais recuperarão o investimento, devido à pandemia, isto significa que o último filme da Fox com personagens da Marvel é realmente o fim da linha para o universo dos mutantes derivados de “X-Men”. O que é uma pena, devido à boa escalação do elenco, especialmente Anya Taylor-Joy (“Vidro”), que dá show como Magia. Os demais intérpretes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e os brasileiros Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além deste filme, os cinemas também recebem o western australiano “A Verdadeira História de Ned Kelly”, uma versão pós-moderna da lenda do “Jesse James australiano”, dirigida por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”), com George MacKay (“1917”) no papel que já foi vivido por Heath Ledger e até Mick Jagger (ele mesmo, dos Rolling Stones). A crítica internacional aprovou, com 79% no Rotten Tomatoes. Para as crianças que não tem internet, ainda há “Como Cães e Gatos – Peludos Unidos”, terceiro filme da franquia iniciada em 2001, sobre a guerra entre os animais de estimação, que na verdade são espiões disfarçados. Além de ser muito ruim (17% no Rotten Tomatoes), saiu antes para locação online (Sky Play). Veja abaixo os trailers das três estreias de cinema da semana.
Jared Leto voltará a viver o Coringa na nova versão de Liga da Justiça
O ator Jared Leto vai retomar o papel de Coringa, que ele interpretou no filme “Esquadrão Suicida”, de 2016, nas filmagens adicionais do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”. O site The Hollywood Reporter apurou que as cenas de Leto já estão sendo rodadas nos estúdios da Warner, e incluem ainda participações de Ben Affleck (o Batman), Ray Fisher (o Ciborgue) e Amber Heard (Mera). Curiosamente, o Coringa não apareceu no filme original de 2017 e a entrada de Leto no projeto levanta questões sobre quanto de conteúdo inédito será mostrado na nova versão de Snyder da “Liga da Justiça”. Vale lembrar que o cineasta foi um dos produtores de “Esquadrão Suicida”, que, por sua vez, contou com uma aparição do Batman vivido por Ben Affleck – e o diretor David Ayer também está em campanha pela produção de um “Ayer Cut” daquele filme. A nova versão da “Liga da Justiça” é uma produção da HBO Max, que vai relançar o longa como uma minissérie de 4 horas e está financiando a nova rodada de filmagens. Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estiveram envolvidos na versão cinematográfica do longa foram afastados da nova edição. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos da Warner, que supervisionaram o trabalho de Snyder e a refilmagem de Joss Whedon lançada em 2017, não participarão nem receberão créditos por seu trabalho na nova versão, segundo fontes do THR. Os dois teriam decidido remover seus nomes do “Snyder Cut”, uma vez que não trabalharam nesta versão e não são mais executivos do estúdio. Mas eles também foram alvos de denúncias de Ray Fisher, que os acusou de permitir abusos e má conduta de Joss Whedon durante as refilmagens. É interessante reparar que o ator, anteriormente bastante inflamado em suas acusações, baixou o tom nas últimas semanas e está participando das refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após ele encerrar as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para assumir a pós-produção, que na prática resultou em refilmagem de boa parte do longa. A intervenção seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter uma campanha pela liberação da versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. No ano passado, a Warner foi comprada pela AT&T, teve sua diretoria inteira trocada e sua prioridade passou a ser produzir lançamentos atrativos em streaming. A inauguração da HBO Max virou o jogo, fazendo a Warner não só topar, como desembolsar mais dinheiro para Snyder refazer o longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento está contando com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas cenas – e não apenas novos diálogos, como foi originalmente noticiado. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.
Raya e o Último Dragão: Nova animação da Disney ganha trailer dublado
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer de sua nova animação, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), em versões dublada e legendada. A prévia é impressionante, ao combinar aventura, ação, fantasia, uma nova heroína lutadora de artes marciais e até um bichinho fofo de estimação, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. Mas principalmente pela qualidade visual dos desenhos, mostrando um novo salto evolutivo na técnica de animação por computação gráfica. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021 nos EUA.
Novo trailer do filme de Bill & Ted revela estreia nos cinemas brasileiros
Lançado em formato digital (VOD) nos EUA, “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music) será lançado nos cinemas no Brasil. A Imagem Filmes divulgou um trailer legendado da produção, em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia, para anunciar a data de estreia. O filme traz o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de que, 30 anos depois de “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), ainda não fizeram a música que salvaria a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: viajar em sua cabine-telefônica-do-tempo para o futuro e descobrir logo a música que, no futuro, eles próprios já terão criado. Para quem não lembra do longa original, Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas não para sempre, pois em 2020 Bill e Ted ganharam uma nova chance para cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia vai acontecer em 5 de novembro nos cinemas brasileiros.
Sacha Baron Cohen encarna Borat e deixa Jimmy Kimmel sem calças na TV
O ator Sacha Baron Cohen participou do programa “Jimmy Kimmel Live” à caráter na noite de segunda-feira (19/10) para divulgar o segundo filme de Borat. Encarnando o personagem, ele fez tudo, menos conceder uma entrevista. Na verdade, foi Borat/Cohen quem fez perguntas, questionando Kimmel sobre dados que indicariam se ele tem coronavírus. Por exemplo: “Você passou mais de 15 minutos, na última semana, na companhia de judeus?” e “Como membro da elite de Hollywood, você bebeu sangue de crianças recentemente?”. No divertido segmento, Borat sujeitou Kimmel às situações mais ridículas possíveis, chegando até a tirar as calças do apresentador no ar, com ajuda de sua “filha” (interpretada pela atriz búlgara Maria Bakalova). O programa também exibiu uma cena de “Borat 2”, que já tinha sido vista no trailer oficial. Nela, Borat leva sua filha para uma clínica evangélica no interior dos EUA, após ela engolir uma miniatura de bebê, e pede ajuda do pastor que os atende tirar “o bebê” de dentro dela. Para realçar o absurda da situação, Borat causa ainda mais constrangimento ao dizer que “se sente culpado, pois foi o responsável por colocar o bebê dentro da filha”. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como o velho e conhecido Borat e também como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. A estreia está marcada para esta sexta-feira (23/10) em streaming, exclusivamente na Amazon Prime Video.
Netflix decora cidade com fotos de 1968 para promover Os 7 de Chicago
A Netflix fez uma campanha diferenciada para promover seu filme “Os 7 de Chicago” na cidade que dá título à produção. A plataforma resolveu decorar Chicago com fotos dos protestos reais que inspiraram o longa, escrito e dirigido por Aaron Sorkin (“A Rede Social”). “Os 7 de Chicago” é baseado no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Na campanha da plataforma, fotos da época foram colocados nos locais em que ocorreram os eventos registrados no filme, criando um efeito de “viagem no tempo”, em que o passado e o presente se misturam. Veja abaixo. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021, “Os 7 de Chicago” reúne um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). O filme estreou na sexta-feira (16/10) em streaming. In 1968, during the Democratic National Convention in Chicago, activist groups gathered to demand the end of the Vietnam War. With so many opposing viewpoints assembled, violence was inevitable. pic.twitter.com/B2Btk0tfwq — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 17, 2020 On August 26th, activists rallied throughout Chicago. As each side pushed back, activist leader Tom Hayden was arrested. As a response, protesters took this hill in Grant Park and climbed the Logan Monument. pic.twitter.com/OKvnp6BlGD — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 17, 2020 On Balbo Drive, tension building for days finally ruptured and Chicago authorities arrested 650 anti-Vietnam war activists and sent 100 to local hospitals. pic.twitter.com/2appx2JLba — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 17, 2020 “More Than 7” is an outdoor exhibition by The #TrialOfTheChicago7 taking place in Grant Park, Chicago. Join us as we witness this moment in history when thousands of activists demanded the end of the Vietnam War. pic.twitter.com/ACDs9Qp6jX — The Trial of the Chicago 7 (@trialofchicago7) October 16, 2020
A Voz Suprema do Blues: Último filme de Chadwick Boseman ganha trailer legendado
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. A prévia sugere que ele é candidato a uma indicação póstuma ao Oscar, mas quem realmente impressiona é Viola Davis, já vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” (filme mais conhecido pelo título original, “Fences”). Ela aparece irreconhecível como a Mãe do Blues. Finalizado antes do falecimento de Boseman, o filme se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues. A trama gira em torno de uma disputa entre a cantora Ma Rainey (Davis), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Os demais integrantes do elenco são Taylour Paige (“Zola”), Dusan Brown (“Jamall & Gerald”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Glynn Turman (“How to Get Away with Murder”) e Michael Potts (“True Detective”). A estreia está marcada para 18 de dezembro.
Kurt Russell volta a viver Papai Noel no trailer de Crônicas de Natal 2
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Crônicas de Natal 2”, continuação da aventura natalina do ano retrasado, que reúne o casal da vida real Kurt Russell (“Os Oito Odiados”) e Goldie Hawn (“Viagem das Loucas”) como Papai e Mamãe Noel. A sequência também volta a trazer Darby Camp (de “Big Little Lies”) como Kate, a menina que acredita em Papai Noel, e ela terá que ajudar novamente o bom velhinho a salvar o Natal. Mas agora a história se passa no Polo Norte, na vila do Papai Noel, dá mais espaço para Mamãe Noel e troca o irmão mais velho (Judah Lewis, de “A Babá”, já bem crescido) pelo pequeno Jahzir Bruno (que também está no remake de “Convenção das Bruxas”). Na nova trama, Kate virou uma adolescente rebelde e não fica nem um pouco feliz em passar o fim de ano em Cancún com o novo namorado de sua mãe e o filho dele, Jack (Jahzir Bruno). Sem aceitar essa nova versão da família, ela resolve fugir. Acontece que um vilão misterioso ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal para sempre. Então, Kate e Jack precisam se juntar a Papai e Mamãe Noel para impedir seus planos. O elenco também inclui Kimberly Williams-Paisley (“Nashville”) e Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”) como a mãe e o namorado de Kate, além de Julian Dennison (“Deadpool 2”) como o vilão da história. Com roteiro e direção de Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”), que produziu o filme anterior, “Crônicas de Natal 2” chega em 25 de novembro ao streaming.
Curta sobre origem de Olaf ganha trailer divertido
A Disney divulgou o pôster e o trailer divertido de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve), o desenho explora a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), volta a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) na sexta-feira (23/10). Já os fãs brasileiros terão que esperar a estreia do serviço de streaming da Disney, que só vai chegar ao país em 17 de novembro.












