Ator de A Maldição da Residência Hill substitui Johnny Depp em O Homem Invisível
O ator Oliver Jackson-Cohen, que ficou conhecido pelo papel de Luke na série “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House), vai estrelar a nova versão de “O Homem Invisível” para a Universal. O ator substitui Johnny Depp, que chegou a ser anunciado no papel principal em 2016 – com direito a foto e vídeo. A diferença de status entre os dois intérpretes reflete a mudança de patamar da produção. Originalmente concebido para fazer parte de um chamado “Dark Universe” (universo sombrio) dos filmes de monstros da Universal, “O Homem Invisível” foi repensado após o fracasso de “A Múmia”, que soterrou os planos de remakes de terrores clássicos com grandes atores e orçamento de blockbusters. Assim, “O Homem Invisível” virou um filme de baixo orçamento da produtora Blumhouse, especializada neste tipo de produção – e com grande sucesso, veja-se a repercussão de “Corra!” (2017) e “Fragmentado” (2016). A confirmação de Oliver Jackson-Cohen como protagonista encerra um rumor iniciado pela escalação de Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) no elenco. A produção não vai virar “A Mulher Invisível”. A confusão foi originada por uma declaração da atriz, que disse à revista The Hollywood Reporter que o remake seria uma versão feminista da trama clássica. “Eu encarei como uma história realmente feminista de empoderamento feminino e de uma vítima superando algo”, disse Moss em abril. A revista Variety também publicou que o sexo do protagonista seria trocado, como já tinha acontecido com “A Múmia”. Em vez disso, Moss vai viver Cecilia Kass, o interesse romântico de Griffin (sem prenome no livro, Jack no primeiro filme e Adrian no novo), o Homem Invisível. Curioso. Na história original de H.G. Wells, publicada em 1897 e filmada em 1933 pela Universal, o cientista Griffin descobria a fórmula para ficar invisível, mas isso o tornava paranoico e acabava transformando-o num assassino procurado. O remake será comandado por Leigh Whannell, o roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Sobrenatural” com o diretor James Wan (hoje mais celebrado pelo sucesso de “Aquaman”). O australiano Whanell vai escrever e dirigir o longa, após estrear como diretor em “Sobrenatural: A Origem” (2015) e bisar a experiência em “Upgrade” (2018). As filmagens começam ainda este mês, na Austrália, e o elenco também inclui Storm Reid (“Euphoria”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”) e Harriet Dyer (“The InBetween”). A estreia está marcada para março de 2020.
Universal planeja transformar o Homem Invisível na Mulher Invisível com atriz de The Handmaid’s Tale
A Universal está considerando repetir “A Múmia” em novo resgate de um de seus mais famosos “monstros” clássicos. Segundo a revista Variety, depois do corte de orçamento e a saída de Johnny Depp do remake de “O Homem Invisível”, a criatura pode virar mulher e seu papel ser interpretado por ninguém menos que Elisabeth Moss, a protagonista da série “The Handmaid’s Tale”. As negociações entre Moss e o estúdio ainda estão no início, mas o filme já tem roteirista e diretor confirmados. As duas funções serão desempenhadas por Leigh Whannell, um dos criadores das franquias de terror “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”, que estreou como diretor em “Sobrenatural: A Origem” e lançou recentemente a ficção científica “Upgrade”. Depp foi escalado para o papel ainda em 2016, quando o estúdio planejava criar um universo compartilhado de monstros com filmes de grandes orçamentos. Mas o pontapé inicial foi gol contra e, após “A Múmia” (2017) feminina, com Tom Cruise como herói, fracassar nas bilheterias, os planos foram reformulados. A ideia agora é produzir filmes baratos, sem grandes astros, e que façam dinheiro. O remake do clássico de 1933, baseado na obra do escritor H.G. Wells, será coproduzido pelo estúdio Blumhouse, especialista em terrores baratos bem-sucedidos. Na trama original, escrita por Wells em 1897, um cientista descobre uma fórmula para ficar invisível, mas isso o torna paranoico e acaba transformando-o num assassino procurado. O primeiro a interpretar o papel foi Claude Rains, que marcou época com seu visual “invisível”. Sob a direção do mestre James Whale (que também fez “Frankenstein”), ele se enrolava em trapos, feito uma múmia, e usava óculos escuros para poder interagir com outras pessoas, e assim não soar como uma voz no vazio.
Continuação de No Limite do Amanhã define roteirista
A Warner lembrou que possui os direitos da sequência da sci-fi “No Limite do Amanhã” e contratou um roteirista para desenvolver o projeto, cinco anos após o filme original se tornar um dos mais elogiados da carreira de Tom Cruise. Além de Cruise, a atriz Emily Blunt e o diretor Doug Liman têm interesse em retornar na continuação, que, infelizmente, não poderá contar com o ator Bill Paxton, falecido em 2017. Os dois protagonistas e o cineasta só farão o filme se gostarem do roteiro, que será escrito por Matthew Robinson, autor da fracassada comédia “O Primeiro Mentiroso” (2009) e da fracassada fantasia “Monster Trucks” (2016). Curiosamente, há um ano e meio Doug Liman revelou que já havia um roteiro pronto. Foi escrito por Christopher McQuarrie, roteirista do longa original e diretor dos dois últimos filmes da franquia “Missão: Impossível”. Não está claro se o anúncio de Liman foi precipitado, se o roteiro de McQuarrie foi descartado e outro tomará o seu lugar ou se Robinson foi trazido a borda apenas para dar retoques finais na história. O filme original acompanhava o inexperiente Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e que por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e pode treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”.
Roteirista de Jogos Mortais e Sobrenatural vai filmar remake de O Homem Invisível
Os planos grandiosos de superprodução da Universal viraram filme B. O filme “O Homem Invisível” voltou dos mortos, após o fracasso de “A Múmia” e o cancelamento do projeto de criação de um universo de monstros clássicos do estúdio – o Dark Universe, que existiu apenas como vídeo promocional. O detalhe é que não será mais estrelado por Johnny Depp, contratado em 2016 para o papel, nem terá um orçamento milionário. O remake do clássico de 1933, baseado na obra do escritor H.G. Wells, será coproduzido pelo estúdio Blumhouse, especialista em terrores baratos, e comandado por Leigh Whannell, o roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Sobrenatural” com o diretor James Wan (hoje mais celebrado pelo sucesso de “Aquaman”). O australiano Whanell vai escrever e dirigir o longa, após estrear como diretor em “Sobrenatural: A Origem” (2015) e bisar a experiência em “Upgrade” (2018). Sua contração aponta um novo rumo para a exploração do catálogo de monstros da Universal. O estúdio realmente abandonou a expectativa de criar uma “Marvel do terror”, em que cada filme seria parte de um universo maior, e agora busca cineastas dispostos a desenvolver abordagens individuais de suas criaturas clássicas, em filmes não conectados entre si. “Ao longo da história cinematográfica, os monstros clássicos da Universal foram reinventados pelo prisma de cada novo cineasta que deu vida a esses personagens”, disse Peter Cramer, presidente de produção da Universal, em comunicado. “Estamos animados em adotar uma abordagem mais individualizada para seus retornos à tela, conduzidos por criadores apaixonados para contar suas histórias”.
Tom Cruise confirma produção de mais dois Missão: Impossível
O astro Tom Cruise confirmou a produção de mais dois filmes de “Missão: Impossível”. Ele postou um vídeo com o logotipo da franquia no seu Instagram. E, ao lado, as datas das estreias. Veja abaixo. O próximo filme vai chegar aos cinemas em 2021, enquanto o seguinte será lançado no ano seguinte. Os dois longas serão produzidos em sequência, o que pode render uma história em duas partes. O diretor Christopher McQuarrie vai escrever e dirigir os novos dois capítulos da saga do espião Ethan Hunt e sua equipe, completando assim quatro filmes à frente da franquia, após assinar “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Ele foi o primeiro cineasta a comandar dois “Missão: Impossível”. Os próximos filmes também devem contar com o retorno dos atores principais da saga. O sexto “Missão: Impossível” trouxe em seu elenco Henry Cavill, Simon Pegg e Rebecca Ferguson, entre outros. A produção foi considerada o Melhor Filme de Ação de 2018 na premiação do Critics Choice Awards, que aconteceu no domingo (13/1). Visualizar esta foto no Instagram. Summer 2021 and Summer 2022 Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em 14 de Jan, 2019 às 4:24 PST
Ex-integrante da Cientologia afirma que a seita fez testes para escolher namorada de Tom Cruise
Uma ex-integrante da igreja da Cientologia, Valerie Haney, confirmou rumores de que a seita fez testes para escolher uma namorada para o astro Tom Cruise, que há décadas é adepto da Cientologia. Haney, que pertenceu à igreja por 22 anos até 2016, era parte do Sea Org, um grupo de elite dentro da Cientologia, e trabalhava diretamente com o líder David Miscavige. Em entrevista ao blog The Undergrodun Bunker, ela afirmou que a mulher de Miscavige, Shelly, chefiou a missão de encontrar um par para Cruise em 2004. “Ela achava que aquilo era ridículo. Ela estava apenas fazendo o que Dave pedia. Mas aquilo [os testes] definitivamente aconteceu”, contou Haney. Na imprensa internacional, especula-se que a “vencedora” dos testes foi a atriz Katie Holmes, que se casou com o ator em 2006. Os dois têm uma filha, Suri. Ainda de acordo com Valerie Haney, a relação de Cruise e Miscavige era bem próxima. “Eles se idolatravam”, afirmou. Em 2004, a Cientologia bancou uma grande festa de aniversário para Cruise no cruzeiro da igreja, o Freewinds. “O Sea Org pagou por tudo aquilo. Eles trouxeram chefs do Nobu, eles trouxeram chefs do restaurante preferido de Tom em Paris, pediram lagostas. Foi muito extravagante”. Na mesma época, a amizade de Cruise com Miscavige incomodava inclusive a mulher do líder, Shelly. “Ela perguntava ‘sou só eu?'”, relatou Haney, referindo-se ao estranhamento com o que seria a “obsessão” de Miscavige com o astro de Hollywood. Em resposta à emissora Fox News, a Cientologia declarou que Valerie Haney “está mentindo e inventando histórias”. Vale lembrar que Shelly Miscavige não faz nenhuma aparição pública desde 2007. Em 2013, a atriz Leah Remini, também ex-seguidora da Cientologia, denunciou seu desaparecimento às autoridades, mas a polícia concluiu que a mulher estava bem e que as preocupações de Remini eram infundadas.
Jack Reacher vai virar série sem participação de Tom Cruise
A franquia “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child, vai virar série. Quem revelou a novidade foi o próprio criador do personagem em entrevista à rádio BBC. “É um contrato bastante novo, fechamos na semana passada”, disse Child. “Não haverá mais filmes com Tom Cruise. Em vez disso, vamos levar Jack Reacher para a Netflix ou algo parecido – uma série de streaming – com um ator completamente novo. E quero que todos aqueles leitores que estavam chateados com a escalação de Tom Cruise me ajudem e participem na escolha do ator certo para a série de TV. Estamos reiniciando a franquia e começando de novo, e vamos tentar encontrar o cara certo”. Os dois filmes estrelados por Cruise descontentaram os leitores dos livros devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição literária do personagem. “Eu realmente gostei de trabalhar com Cruise”, esclareceu Lee Child. “Ele é um cara muito legal. Nós nos divertimos muito e ele trabalha muito duro e ele leva isso a sério. Mas, no final das contas, os leitores estão certos: o tamanho de Reacher é bem importante e um grande aspecto sobre quem ele é”. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que se associaram à produtora de Tom Cruise para levar o personagem para o cinema. A decisão de não fazer mais filmes é consequência do fraco desempenho dos dois longas lançados em 2012 e 2016. O primeiro rendeu US$ 218 milhões e o segundo apenas US$ 162 milhões em todo o mundo. Skydance e Paramount já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava cinemas como uma série para streaming: “Jack Ryan”, na Amazon.
Tom Cruise interrompe filmagens do novo Top Gun para aprender a pilotar avião a jato
A mania de realizar suas próprias cenas de ação levou Tom Cruise a suspender temporariamente a produção de “Top Gun: Maverick”. É que ele entrou num curso para aprender a pilotar os jatos em que seu personagem voa. Aos 56 anos de idade, Cruise ainda insiste em pular de prédios, dirigir motocicletas e pular de aviões. Nem o fato de ter quebrado o tornozelo fazendo um salto durante a produção de “Missão Impossível: Efeito Fallout” diminuiu seu ímpeto. De acordo com o jornal Daily Mail, o ator, que também é produtor de “Top Gun: Maverick”, decidiu fazer as suas próprias cenas a bordo dos aviões de caça, ao contrário do que ocorreu na produção original dos anos 1980, para aumentar o grau de realismo. Para “Missão Impossível: Efeito Fallout” ele já teve aulas de voo, onde aprendeu a pilotar um helicóptero. Enquanto aprende a comandar um jato, a produção dá uma pausa das filmagens. Mas isso não deve afetar o cronograma de lançamento, já que Cruise também recrutou seu diretor e roteirista favorito, Christopher McQuarrie (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), para reescrever o roteiro e acrescentar mais cenas de ação. A pausa servirá para McQuarrie terminar a nova versão da história. Com direção de Joseph Kosinski, que já tinha trabalho com Cruise em “Oblivion” (2013), o filme tem estreia prevista para junho de 2020.
Tom Cruise remoça 30 anos nas fotos do set de Top Gun: Maverick
Paparazzi flagraram fotos do set de “Top Gun: Maverick”, que mostram Tom Cruise pilotando uma Kawasaki Ninja. O que chama mais atenção não é a moto poderosa, mas como a cena evoca o visual que o ator tinha no filme original. 32 anos se passaram desde a estreia de “Top Gun: Ases Indomáveis”, mas Cruise aparenta quase não ter envelhecido. Compare abaixo. As filmagens estão ocorrendo perto de San Diego, na Califórnia, mais exatamente nas proximidades da Base Naval de Coronado, onde a trama está sendo encenada. A continuação vai reencontrar o personagem Maverick, vivido por Tom Cruise, como um instrutor na escola de pilotos da Marinha, que tem como novo aprendiz o filho de Goose (Anthony Edwards), que morreu em 1986. O personagem será interpretado por Miles Teller (“Whiplash”). Não foram divulgadas descrições dos demais personagens, mas o elenco é grande. Os atores da produção incluem Jennifer Connelly (“Noé”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”), Charles Parnell (“Transformers: A Era da Extinção”), Jay Ellis (“Insecure”), Bashir Salahuddin (“GLOW”), Danny Ramirez (“The Gifted”), Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”), além de Val Kilmer, que reprisará seu papel como Iceman. A direção está a cargo de Joseph Kosinski, que já dirigiu Tom Cruise em “Oblivion” (2013). O filme tem estreia marcada para junho de 2020.
Revista afirma que Tom Cruise não vê a filha Suri há cinco anos
Desde o fim de seu casamento com Katie Holmes, em 2012, Tom Cruise estaria mantendo mantendo distância da ex-mulher e até mesmo da filha Suri Cruise, que atualmente tem 12 anos. Segundo uma reportagem da revista Us Weekly, que teve acesso aos acordos de divórcio, a decisão de não ver mais a filha é do próprio ator. Isso porque, seguindo as regras da guarda compartilhada, ele teria 10 dias no mês para visita-la, mas já não a vê há 5 anos. “Toda pessoa tem a permissão de ver seu filho, se quiser. Ele escolheu não fazer isso porque ela não segue a Cientologia”, disse uma fonte próxima ao casal à publicação. Segundo Tom Ortega, ex-editor-chefe do jornal The Village Voice e crítico da cientologia, Katie deve ter assinado um acordo de confidencialidade para não fazer quaisquer declarações sobre a Cientologia – principalmente as negativas – para manter a custódio primária da filha. Ele ainda declarou que a atriz, que atualmente mantém um relacionamento com o ator Jamie Foxx, foi aconselhada a se distanciar de Leah Remini, ex-amiga que tem um programa na TV com denúncias contra Cientologia, após o divórcio. “Tenho certeza de que o pai de Katie, que é um advogado esperto, disse a ela que sair com Leah seria considerado algo depreciativo aos olhos de Tom e da igreja (…) Ela só quer manter a vida que tem com Suri e não entrar em uma briga com a igreja”, concluiu Ortega. Os filhos do primeiro casamento de Tom Cruise, Connor e Isabella, adotados nos 1990 quando ele se relacionava com Nicole Kidman, mantém uma relação próxima com o astro. Ao contrário de Suri, eles são adeptos da Cientologia. Tom Cruise não aparece numa foto com a filha desde 2013, quando ela tinha 7 anos de idade. Embora os documentos sejam sigilosos, comenta-se que o principal motivo do divórcio de Katie Holmes teria sido preservar a filha da influência da religião de Cruise.
O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte
Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m
Missão Impossível: Efeito Fallout bate recorde mundial de arrecadação da franquia
Com a ajuda da China, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” superou as bilheterias mundiais de todos os outros filmes da franquia estrelada por Tom Cruise neste fim de semana. Em sua segunda semana em cartaz no mercado chinês, o longa manteve seu 1º lugar e atingiu 137,7m (milhões) de arrecadação no país. Com isso, a arrecadação global chegou a US$ 726,6m, superando com folga os US$ 694,7m de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011) e os US$ 682,7m de “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). “Efeito Fallout” também tem a maior bilheteria doméstica da franquia, com US$ 212,1m nos Estados Unidos e Canadá. Quem chega mais próximo é “Protocolo Fantasma”, com US$ 209,3m. A produção, porém, foi a mais cara da franquia, com um orçamento de US$ 178m, ampliado pelo acidente de Tom Cruise durante as filmagens, responsável por estender o período da produção. De todo modo, como continua em cartaz e bem posicionado nas bilheterias, o montante da arrecadação deve crescer e aumentar ainda mais o recorde, de forma a compensar o investimento com sobras.
A Freira bate recorde de estreia da franquia Invocação do Mal nas bilheterias
O horroroso “A Freira” aterrorizou os cinemas da América do Norte em seu fim de semana de estreia, arrecadando US$ 53,5m (milhões) nas bilheterias. Os números representam a segunda maior estreia já registrada em setembro no mercado doméstico e a melhor abertura de um filme da franquia “Conjuring” (“Invocação do Mal”). Mas o sucesso foi ainda maior no exterior, onde o longa somou US$ 77,5m, para um lançamento mundial de US$ 131m, recorde absoluto de estreia para o universo mal-assombrado de James Wan. O longa também arrebentou bilheterias no Brasil, onde estimativas internacionais apontam uma arrecadação de US$ 6,8 milhões entre quinta a domingo. Caso estes números sejam confirmados, será a maior bilheteria de estreia de um filme de terror no país. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. “Podres de Ricos” continuou acumulando fortuna, mesmo caindo para o 2º lugar em sua quarta semana em cartaz. A comédia estrelada por atores de descendência asiática já soma US$ 136,2m no período apenas nos Estados Unidos e Canadá. A outra estreia ampla da semana ocupou o 3º lugar. “A Justiceira”, em que Jennifer Garner sente “desejo de matar”, fez US$ 13,2m e sofreu com críticas ainda mais negativas – apenas 14% de aprovação. Mas o público preferiu “A Justiceira” sobre “A Freira”, dando nota B+ na pesquisa do CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 18 de outubro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Freira Fim de semana: US$ 53,5m Total EUA e Canadá: 53,5m Total Mundo: US$ 131m 2. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 136,2m Total Mundo: US$ 164,7m 3. A Justiceira Fim de semana: US$ 13,2m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 14,6m 4. Megatubarão Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 131,5m Total Mundo: US$ 491,9m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 4,5m Total EUA e Canadá: US$ 14,3m Total Mundo: US$ 32m 6. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 212,1m Total Mundo: US$ 726,6m 7. Christopher Robin Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 91,7m Total Mundo: US$ 142,9m 8. Operation Finale Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 14,1m Total Mundo: US$ 14,1m 9. Alfa Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 32,4m Total Mundo: US$ 59,9m 10. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 1,5m Total EUA e Canadá: US$ 43,4m Total Mundo: US$ 65,5m










