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    The Last of Us: Part 2 é eleito Jogo do Ano no Game Awards

    11 de dezembro de 2020 /

    “The Last of Us: Part 2” foi eleito o Jogo do Ano no Game Awards 2020. O evento, que aconteceu de forma digital na noite de quinta-feira (10/12), rendeu mais seis troféus ao game: Melhor Direção, Melhor Narrativa, Melhor Design de Áudio, Melhor Atuação (Laura Bailey como Abby), Melhor Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura. A consagração é um tapa na cara no grupo extremista homofóbico que tentou organizar um boicote malsucedido, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo – tudo porque sua protagonista é uma jovem lésbica. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. Entretanto, a quantidade esmagadora de comentários negativos não tem a menor relação com a opinião do público em geral. Além da consagração da crítica e das premiações, “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo vendeu mais cópias do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. A consagração é tamanha que o segundo game mais premiado da noite de quinta, “Hades” venceu apenas duas categorias, como Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação. “The Last of Us” também vai virar série na HBO, que será escrita por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a atual sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Veja o trailer do game abaixo.

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    True Blood vai ganhar remake do criador de Riverdale

    9 de dezembro de 2020 /

    A HBO planeja lançar um remake de “True Blood”, série de vampiros estrelada por Anna Paquin, Stephen Moyer e Alexander Skarsgard, que durou sete temporadas entre 2008 e 2014. O site The Hollywood Reporter apurou que o canal encomendou a produção de uma nova adaptação dos livros de Charlaine Harris, que inspiraram a série, para o roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “Aventuras Sombrias de Sabrina”. Ele vai trabalhar com a roteirista Jami O’Brien (criadora “NOS4A2”) no projeto. Aguirre-Sacasa vinha tentando emplacar uma série de vampiros contemporânea, “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, mas o piloto, que estava em desenvolvimento na rede ABC, acabou recusado. Este será o segundo remake de série popular que a WarnerMedia encomenda ao produtor. Ele também tem a missão de reinventar “Pretty Little Liars” para a HBO Max. A diferença entre os dois projetos é que Alan Ball, o criador da “True Blood” original, está a bordo da nova versão. Ele vai participar como produtor executivo. A HBO não comentou a notícia.

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  • Filme

    Diretor de Elysium e Distrito 9 completou filme em sigilo durante a pandemia

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Neill Blomkamp, de “Distrito 9” e “Elysium”, fez um filme de terror sobrenatural sem alarde durante a pandemia. Ainda sem título, o filme é o primeiro longa-metragem do diretor desde 2015, quando ele lançou o filme de ficção científica “Chappie”. Blomkamp estava se preparando para filmar o thriller de ação “The Inferno”, com Taylor Kitsch, mas a pandemia adiou os trabalhos para 2021. Por conta disso, ele aproveitou para fazer um filme com atores locais de forma rápida, barata e em sigilo no Canadá, na região da Colúmbia Britânica. Além de dirigir, o cineasta também escreveu a produção, mas os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo. Segundo apurou o site Deadline, seria uma produção com efeitos visuais e algo que o cineasta sempre quis fazer. Ele agora vai se juntar com o editor Julian Clark, com quem trabalhou em seus três longas anteriores, para encerrar a pós-produção. O lançamento deve acontecer no segundo trimestre de 2021.

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  • Série

    Fábio Assunção fará parte da 2ª temporada de Desalma

    7 de dezembro de 2020 /

    O ator Fábio Assunção vai participar da 2ª temporada de “Desalma”, série de terror da Globoplay. Em novembro passado, ele rasgou elogios à 1ª temporada em suas redes sociais. “Assisti a série assim que lançou. Em um dia”, ele postou, descrevendo “Desalma” como “uma obra linda e densa” em que “todo o elenco arrebenta”. Depois de parabenizar atores, direção e roteiro, ainda acrescentou: “Fui tragado pela série”. As gravações estão previstas para o início de 2021. Mas a data exata da produção só deve ser anunciada após a finalização e aprovação dos roteiros da autora Ana Paula, que incluirá novos personagens em Brígida, cidade fictícia onde a trama é ambientada. São esperadas as voltas de Claudia Abreu, Ismael Caneppele, Cássia Kis e Camila Botelho, mas a trama pode sofrer algumas baixas por programar um retorno tão rápido aos trabalhos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Assunção (@fabioassuncaooficial)

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  • Filme

    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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  • Filme

    Morbius: Filme do vilão do Homem-Aranha ganha novo trailer internacional

    6 de dezembro de 2020 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Morbius” para o mercado japonês, com introdução do ator Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”), intérprete do personagem-título. No filme do Aranhaverso, Michael Morbius é um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que, ao tentar descobrir a cura para um doença terminal, transforma-se acidentalmente num vampiro. Introduzido nos quadrinhos do Homem-Aranha em 1971, o personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme recente da Sony. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (“Chernobyl”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”), Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”) e, como revela o trailer, Michael Keaton, aparentemente retomando o papel de Abutre, vilão de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). A participação do Abutre seria o primeiro sinal de coesão entre os filmes do Aranhaverso. Boatos indicam que outros personagens também podem aparecer, como J.J. Jameson (J.K. Simmons) e o próprio Peter Parker (Tom Holland). Por sinal, o trailer mostra um grafite do Homem-Aranha pichado com a palavra “Assassino”, que remete ao final de “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019). A estreia de “Morbius” estava originalmente marcada para o final de julho, mas a pandemia de coronavírus adiou o lançamento para março de 2021.

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  • Série

    2ª temporada de The Walking Dead: World Beyond ganha teaser

    3 de dezembro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou um teaser da 2ª temporada da série “Walking Dead: World Beyond”. O vídeo é uma animação em preto e branco, inspirada pelos quadrinhos de Robert Kirkman, que acompanha um discurso militar da personagem Elizabeth Kublek (Julia Ormond). Ela lista as realizações da República Cívica para definir a organização como “a última luz do mundo”. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no mundo exterior, adentrando o apocalipse zumbi. Eles são movidos por uma falsa expectativa, mas, graças a essa iniciativa, são poupados de um massacre, quando o exército supostamente aliado da República Cívica executa todos os moradores do local de onde partiram. O final da 1ª temporada encontrou os personagens divididos, ao fim de uma jornada que não os levou aonde imaginavam. A próxima temporada vai examinar em mais detalhes a República Cívica, que também está por trás do sequestro de Rick Grimes (Andrew Lincoln), o protagonista desaparecido de “The Walking Dead”. Os próximos episódios também serão os últimos da série, que se diferencia do universo “The Walking Dead” por ter duração limitada, com apenas duas temporadas confirmadas. O elenco da produção destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a suspensão da pós-produção (efeitos, edição) adiou o lançamento, que agora vai chegar em 4 de outubro nos Estados Unidos e um dia depois no Brasil.

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    Fear the Walking Dead é renovada para 7ª temporada

    3 de dezembro de 2020 /

    O canal pago AMC renovou “Fear the Walking Dead” para sua 7ª temporada. O anúncio foi feito durante um hiato da série, atualmente na metade de sua 6ª temporada, e no auge criativo da trama, que tem obtido as críticas mais positivas de toda a produção. Recentemente, o produtor executivo Scott M. Gimple revelou que as gravações da segunda metade da temporada iniciaram há alguns meses. E adiantou que o episódio que retoma a série será um dos mais impactantes de toda a atração. Originalmente, ele estava previsto para servir de midseason finale, mas agora abrirá a próxima leva dos episódios. A data de retorno ainda não foi definida. A série é exibida em território nacional pelo canal pago AMC Brasil.

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  • Série

    The Walking Dead terá especial de Natal

    2 de dezembro de 2020 /

    Natal é oficialmente uma festa de zumbis, após a rede americana AMC anunciar a produção de seu primeiro especial natalino de “The Walking Dead”. Intitulado “The Walking Dead Holiday Special”, o programa não terá uma trama com os personagens da série, mas verá Chris Hardwick, apresentador do after-show “Talking Dead”, como anfitrião do evento de uma hora, que reunirá membros do elenco virtualmente para comentar o passado, o presente e o futuro da franquia morta-viva. Previsto para ser transmitido por streaming, na plataforma AMC+, “The Walking Dead Holiday Special” contará com as participações de Lauren Cohan, Melissa McBride, Josh McDermitt, Khary Payton, Eleanor Matsuura, Cooper Andrews, Cassady McClincy, Lauren Ridloff, Cailey Fleming, Emily Kinney e IronE Singleton, além do mentor do “Walking Dead Universe”, Scott M. Gimple, e a showrunner e produtora executiva da série, Angela Kang. Vale lembrar que os personagens de Emily Kinney e IronE Singleton, respectivamente Beth e T-Dog, morreram há muitas temporadas passadas na série. A exibição está marcada para o dia 13 de dezembro nos EUA.

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    Diretor de Operação Overlord fará novo filme de Van Helsing

    1 de dezembro de 2020 /

    O célebre caçador de vampiros Van Helsing vai voltar ao cinema. A Universal contratou o cineasta Julius Avery, do terror de guerra “Operação Overlord”, para dirigir uma nova abordagem do personagem clássico. O longa foi escrito por Eric Pearson, um dos roteiristas de “Thor: Ragnarok” e que também trabalhou na história do vindouro filme da “Viúva Negra”. Já a produção está a cargo de James Wan, o cineasta que criou o universo “Invocação do Mal” na New Line/Warner. Wan supervisionará os trabalhos por meio de sua produtora, Atomic Monster. Criado por Bram Stoker em seu célebre romance gótico “Drácula”, de 1897, o médico holandês enfrentou o vampiro em diversos clássicos do cinema. Peter Cushing foi o ator que mais o interpretou, em cinco produções do estúdio britânico Hammer, entre 1958 e 1974. Mas foi só em 2004 que o matador de monstros ganhou um filme com seu nome, ocasião em que foi vivido por Hugh Jackman e enfrentou Mr. Hyde, o Lobisomem e Drácula. O novo filme de Van Helsing ainda não tem previsão de estreia. Paralelamente, a Universal também desenvolve um novo filme de “Drácula”, que tem potencial de crossover. Esta produção está a cargo da cineasta Karyn Kusama (“Garota Infernal”).

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    Os Croods 2 fatura menos que Tenet em sua estreia nos EUA

    29 de novembro de 2020 /

    Único grande estúdio de Hollywood que está lançando filmes de forma praticamente semanal desde a reabertura dos cinemas na América do Norte, a Universal manteve o cronograma para sua principal estreia em meio à pandemia de coronavírus. Mas a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” cumpriu as piores expectativas, faturando bem menos que a estreia de “Tenet” entre sexta e domingo. O desenho animado arrecadou US$ 9,7 milhões nos três dias do fim de semana oficial, menos da metade dos US$ 20,2 milhões de “Tenet” em sua estreia. Mas, em compensação, aumentou bastante seu montante ao longo do feriado estendido do Dia de Ação de Graças nos EUA, devido a uma abertura antecipada na quarta-feira (25/11). Com os dois dias extras, o fim de semana de cinco dias de “Os Croods 2” pode ter rendido entre US$ 14 e US$ 17 milhões, segundo diferentes avaliações publicadas na imprensa especializada dos EUA. Os valores são bem mais elevados que a média recente das estreias no país, a maioria na casa dos US$ 3 milhões. Mas no contexto dos lançamentos históricos do feriadão do “Thanskgiving”, os números são horríveis. Para completar, a animação não é um filme barato, mesmo que tenha sido realizada de forma mais econômica que o longa original de 2013. Sua produção teve custo estimado de US$ 65 milhões – metade do que custou o primeiro filme, porque agora a Universal é dona da DreamWorks Animation. Mas ainda somam-se a isso os valores de P&A, cópias e publicidade. A consultoria iSpot apurou que a Universal gastou mais US$ 27 milhões apenas em anúncios televisivos para promover a estreia nos EUA. Com cinemas vazios ou fechados na América do Norte, a expectativa do estúdio para recuperar o investimento está focada no lançamento em PVOD (aluguel digital premium), que, graças a diversos acordos com exibidores, deverá acontecer em menos de 20 dias. Mas ainda há esperanças de retorno nos cinemas do mercado internacional, especialmente na Ásia, onde o controle da pandemia tem sido melhor administrado. “Os Croods 2” faturou cerca de US$ 20,8 milhões no exterior, dos quais US$ 19,2 milhões vieram da China. Esse retorno faz com que a soma completa de suas bilheterias chegue, numa avaliação otimista, a US$ 37,8 milhões mundiais. O lançamento de “Os Croods 2” também estendeu o reinado da Universal nas bilheterias dos EUA, que agora soma cinco fins de semanas consecutivos (ou um mês completo). O atual Top 5 dos filmes mais vistos no país incluem 4 títulos do estúdio: o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2º), o thriller “Let Him Go” (4º) e o terror “Come Play” (5º), que já saiu em PVOD nos EUA. Entre eles, ainda aparece em 3º lugar a comédia independente “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô). No Brasil, a estreia de “Os Croods 2: Uma Nova Era” está, a princípio, marcada para os cinemas no dia 24 de dezembro.

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    Estreias de cinema destacam candidato do Brasil ao Oscar 2021

    26 de novembro de 2020 /

    Um dos efeitos colaterais da falta de lançamentos bombásticos de Hollywood durante a pandemia de coronavírus tem sido o avanço das indústrias nacionais de cinema. Com mais força no Japão, Coreia do Sul e China, onde a crise sanitária encontra-se sob maior controle, os filmes locais têm dominado a programação e as bilheterias. Este processo vem acontecendo em escala muito menor no Brasil. Os motivos variam desde a reabertura tardia das salas até os reflexos inevitáveis de outra crise – dois anos sem que os produtores tivessem acesso ao Fundo Setorial do Audiovisual para produzir novos filmes. Mesmo assim, ainda há títulos de 2019, que completaram suas jornadas em festivais e chegam ao circuito comercial para ocupar salas que não têm mais o quê exibir. Entre os destaques desta semana, estão dois longas brasileiros premiados, “Pacarrete”, grande vencedor do último festival presencial de Gramado, no ano passado, e “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, selecionado para representar o Brasil no Oscar 2021. A escolha de um documentário para concorrer à categoria de Filme Internacional da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA é inusitada, mas a inesperada participação brasileira no Oscar passado também se deu por conta de um filme do gênero – “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa. Além disso, a obra de Barbara Paz tem muitos méritos. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Homenagem ao cineasta Hector Babenco, que sua parceira cineasta registra em seus últimos instantes de vida – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – , o filme também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. “Pacarrete”, por sua vez, foi recebida com aplausos de pé em Gramado. Os elogios foram direcionados especialmente à performance da atriz Marcélia Cartaxo, que venceu um Urso de Prata no Festival de Berlim no começo da carreira, por “A Hora da Estrela” (1985), e voltou a conquistar um grande prêmio, o Kikito de Melhor Atriz por seu trabalho na nova obra, dando vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a personagem-título sonha em se apresentar na principal festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência. “Todo artista precisa resistir. Viva o cinema brasileiro”, disse Marcélia Cartaxo, ao receber seu troféu no festival gaúcho – um dos oito conquistados pelo filme de Allan Deberton. A lista de lançamentos brasileiros ainda inclui dois longas de diretores estreantes: “Mulher Oceano”, de Djin Sganzerla (filha de Rogério Sganzerla e Helena Ignez), que filma a si mesma como duas mulheres, e “Boni Bonita”, de Daniel Barosa, passado às margens da cena pop-rock brasileira, com participações de Otto, Ney Matogrosso e premiado no Festim Lisboa. Já entre os poucos títulos internacionais, o destaque é o sul-coreano “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, novamente dirigido por Yeon Sang-ho, que entretanto não repete o mesmo impacto e tensão do filme original. Confira abaixo os trailers de todos os filmes que entram em cartaz nesta quinta-feira (26/11). Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou | Brasil | 2019 Pacarrete | Brasil | 2019 Mulher Oceano | Brasil | 2019 Invasão Zumbi 2: Península | Coreia do Sul | 2020 Meu “Querido” Elfo | Rússia | 2019

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    Malcolm Marmorstein (1929 – 2020)

    25 de novembro de 2020 /

    O roteirista Malcolm Marmorstein, que escreveu dois dos maiores sucessos da Disney nos anos 1970, “Meu Amigo, o Dragão” (1977) e “Perigo na Montanha Enfeitiçada” (1978), além de ser apontado como provável criador do vampiro Barnabas Collins na novela gótica “Sombras Tenebrosas” (Dark Shadows), morreu no sábado (21/11) em Los Angeles, vítima de câncer aos 92 anos. Nascido em Nova Jersey, Marmorstein começou sua carreira como assistente de palco na Broadway, trabalhando em produções icônicas como “Um Bonde Chamado Desejo” com Marlon Brando. Ele virou roteirista em 1963 e logo se tornou o redator principal da novela “The Doctors”, passada em Nova York, chamando a atenção do criador de “Dark Shadows”, Dan Curtis, que o convidou a trabalhar naquela produção. Durante o primeiro ano, a novela era um fracasso melodramático, que seguia o estilo do romance gótico “Jane Eyre”, mas aos poucos Curtis e sua pequena equipe de escritores começaram a adicionar elementos sobrenaturais – primeiro, um fantasma e depois uma mulher estranha, que se revelou uma fênix renascida das cinzas. Mas foi a introdução do vampiro Barnabas Collins, na primavera de 1967, que transformou o drama diurno em um fenômeno da cultura. Interpretado pelo ator Jonathan Frid, o trágico e relutante vampiro atraiu a atenção do público e transformou “Dark Shadows” em um sucesso que transcendeu a TV americana, estendendo-se em quadrinhos, continuações no cinema, reboot televisivo e até um remake estrelado por Johnny Depp em 2012 (“Sombras da Noite”). Há muita controvérsia sobre quem realmente criou Barnabas Collins, já que a equipe de roteiristas era grande, mas Marmorstein é geralmente considerado o principal pai do personagem. O fato é que Marmorstein e Curtis logo se desentenderam, e o escritor, sua esposa e quatro filhos decidiram se mudar para Los Angeles, onde ele rapidamente encontrou trabalho escrevendo para a popular novela noturna de 1968 “A Caldeira do Diabo” (Peyton Place). Em 1974, ele assinou seu primeiro filme, co-escrevendo a comédia “Espiões”, estrelada por Elliott Gould e Donald Sutherland, em uma tentativa mal-sucedida de recapturar o sucesso anterior da dupla em “MASH”. Marmorstein e Gould voltaram a se juntar, novamente sem sucesso, em outra comédia, “Um Assalto Muito Louco”, de 1975 . O sucesso veio quando ele retornou à fantasia, criando a história de “Meu Amigo, o Dragão”, um híbrido musical de animação e atores reais da Disney, estrelado pela cantora Helen Reddy. O filme marcou época e, no ano seguinte, a Disney voltou a contar com ele para escrever “Perigo na Montanha Enfeitiçada”, sequência da aventura “A Montanha Enfeitiçada” (1975), que juntou Bette Davis e Christopher Lee como protagonistas adultos. A continuação não foi tão bem-sucedida, o que fez Marmorstein voltar à TV, onde assinou uma adaptação de “Frankenstein” em 1986 e alguns episódios da série infantil “ABC Weekend Specials”, só voltando aos cinemas em 1990, numa terceira tentativa de fazer sucesso ao lado do velho amigo Gould. Mas a comédia “Ghost: Homens Mortos não Morrem” teve desempenho pior que as anteriores. Em seu último roteiro, ele revisitou o tema do vampiro relutante de “Dark Shadows”, desta vez como comédia, em “Meu Namorado é um Vampiro”, estrelada pelo roqueiro Adam Ant em 1993. Apesar desse interesse por vampiros, Marmorstein não ficou impressionado com a versão de Johnny Depp de Barnabas Collins. “Fiquei chocado ao ver, no início do filme, Barnabas matando sete ou oito pessoas inocentes, que nem estavam tentando prejudicá-lo”, disse o escritor ao Yahoo News depois de ver “Sombras da Noite”, o remake de “Dark Shadows” dirigido por Tim Burton. “Barnabas nunca faria isso. E eu não vi motivo algum para o filme ser ambientado em 1972. Por nada, eu teria dito a eles para não fazerem isso.”

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