Cidade dos Mortos: Veja um curta de zumbis passado em São Paulo
O curta “Cidade dos Mortos” é uma boa surpresa na produção de terror nacional. Não há muita história, mas, considerando seus 5 minutos de duração, o clima e a boa fotografia compensam com bastante tensão, acompanhando um rápido passeio da protagonista (Fernanda Gonçalves) entre a segurança de seu carro e o indefectível corredor escuro, onde um zumbi mastiga sua mais recente vítima. Disponibilizado há uma semana no YouTube, o vídeo da matadora de zumbis (possivelmente concebida após um menáge à trois entre Buffy, Daryl e Dean Winchester) já tem mais de 25 mil visualizações. Em seu canal oficial, ele é descrito como a abertura de um projeto maior. “Trata-se dos primeiros 5 minutos de um longa metragem de zumbis ambientado na cidade de São Paulo”, diz o texto. A direção é de Uirá O.W., enquanto roteiro, fotografia e produção são de Rodrigo Prata. Os dois ainda dividem a edição.
Bilheterias: Inferno tem a pior estreia da franquia iniciada por O Código Da Vinci nos EUA
A estreia de “Inferno”, que no Brasil foi batizado de “Inferno – O Filme”, nem precisou do título nacional idiota para passar ridículo nos EUA. Terceiro filme (mas o único “O Filme”) da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006) e “Anjos & Demônios” (2009), seu lançamento apenas confirmou as previsões apocalíticas do mercado. Com uma arrecadação pífia de US$ 15 milhões, mal conseguiu abrir em 2º lugar. E nem incomodou a liderança nas bilheterias da comédia “Boo! A Madea Halloween”, enésima produção em que Tyler Perry se veste de mulher para viver Madea – a Dona Hermínia americana. Em duas semanas no 1º lugar, o Halloween de Madea já rendeu US$ 52 milhões, mas, como os filmes anteriores, não deve ser lançado no Brasil – nem em outros países de parque exibidor relevante. “Inferno”, por outro lado, esquentou sua abertura com o mercado internacional, onde faturou mais de US$ 100 milhões. É uma compensação relativa por ter sido a pior abertura das adaptações de Dan Brown. Vale lembrar que “O Código da Vinci” foi um blockbuster, que abriu com US$ 77 milhões apenas nos EUA, enquanto “Anjos & Demônios” deu para o gasto, com uma estreia doméstica de US$ 46,2 milhões. Para piorar, o filme é o quarto fracasso seguido do diretor Ron Howard, que não emplaca uma boa bilheteria desde, justamente, “Anjos & Demônios” (2009). A crítica jogou a pá de cal na esperança da Sony de se segurar por algum tempo no Top 10 ao avaliar o lançamento como podre – apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os demais filmes em cartaz também confirmaram tendência de queda, apontando que suas pretensões giram em torno de recuperar seus investimentos. Com possibilidade de conseguir empatar os custos, “Jack Reacher – Sem Retorno” fechou o Top 3 com meros US$ 9,5 milhões em seu segundo fim de semana em exibição. Mas, em todo o mundo, já soma US$ 93,8 milhões. Com orçamento de US$ 60 milhões, precisaria ao menos dobrar o total já obtido para entrar no amarelo. Mais barato, “O Contador” custou US$ 44 milhões, mas vem faturamento bem menos, atingindo US$ 72 milhões em todo o mundo. Com orçamento equivalente e mais bem sucedida, “A Garota no Trem” chegou a US$ 122,4 milhões. Entretanto, nesta semana caiu fora do Top 5. De forma relevante, o maior sucesso de toda essa leva é o filme pouco incensado que fecha o Top 5. “Ouija: Origem do Mal” já faturou US$ 43,7 milhões. Pode parecer pouco, mas foi filmado por somente US$ 9 milhões. Enquanto os filmes caros da lista fazem as contas para sair do vermelho, o terror barato só contabiliza lucros. E, por mais irônico que possa parecer, até elogios da crítica. “Ouija” tem 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Aproveite e leia a crítica. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 16,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 52 milhões 2. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 147,7 milhões 3. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 93,8 milhões 4. O Contador Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 61,2 milhões Total Mundo: US$ 72,1 milhões 5. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 24,6 milhões Total Mundo: US$ 43,7 milhões 6. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 65,9 milhões Total Mundo: US$ 122,4 milhões 7. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 79,8 milhões Total Mundo: US$ 232,5 milhões 8. Vizinhos Nada Secretos Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 10,7 milhões Total Mundo: US$ 14 milhões 9. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 68,2 milhões Total Mundo: US$ 153,5 milhões 10. Ae Dil Hai Mushkil Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 2,1 milhões Total Mundo: US$ 2,1 milhões
Ouija – Origem do Mal é muito melhor que o primeiro filme
Quem diria que a continuação de um grande filme como “Invocação do Mal” (2013) resultaria em um filme tão aquém do que se espera de James Wan, e que a continuação de uma obra tão insignificante quanto “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014) fosse resultar em um trabalho interessante? “Ouija – Origem do Mal” (2016) não é exatamente uma continuação, mas um prólogo, e não é necessário ver o filme anterior para entender qualquer coisa. Felizmente. Trata-se de uma história independente, que tem um parentesco muito maior com outra obra do mesmo diretor, “O Espelho” (2013), um dos mais inventivos filmes de horror desta década. Mike Flanagan, o diretor, é desses nomes que merecem atenção neste atual cenário de poucas novidades no gênero – pelo menos em comparação com a safra de mestres surgidas nas décadas de 1970 e 1980. Flanagan não traz apenas ideias novas, como faz tudo com uma elegância de tirar o chapéu. Pode até ter derrapado um pouco na conclusão do novo filme, mas ainda assim é difícil negar as qualidades da produção. A começar pelos créditos iniciais, que trazem o logo antigo da Universal, como nos anos 1960, época em que se passa a trama, e depois com o título escrito em letras grandes, como se estivéssemos vendo um filme sessentista. A reconstituição de época é apurada, com um trabalho de direção de arte e fotografia que ajuda a tornar narrativa ainda mais atraente, por mais que o enredo possa parecer, em alguns momentos, requentado ou um tanto previsível. Mas na verdade só parece. Embora haja algumas apropriações de cenas do primeiro filme, como a inevitável brincadeira de olhar pela lente do indicador do tabuleiro ouija e ver alguma coisa que provocará medo na plateia, há muitas surpresas ao longo da metragem. Flanagan sabe lidar muito bem com a expectativa, principalmente nos 2/3 iniciais do filme, que são perfeitos em sua condução narrativa e recursos de câmera que funcionam a favor da trama, como a profundidade de campo – na cena em que a garotinha vai buscar, a pedido de um espírito misterioso, uma bolsa cheia de dinheiro para sua mãe. O jogo com o medo do espectador é feito com muita eficiência, mesmo quando o filme sai do território das sutilezas para mostrar a entidade maligna ou uma expressão assustadora no rosto da garotinha de forma mais gráfica. Mas é no modo como a garota consegue ser sinistra apenas sorrindo, que vemos o quanto este prólogo está longe da vulgaridade dos filmes do gênero. E isso é muito bom de constatar. Na trama, uma família trambiqueira, formada por uma mãe (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) e duas filhas (a adolescente Annalise Basso, de “O Espelho”, e a menina Lulu Wilson, da série “The Millers”), que vive de aplicar golpes em clientes fingindo se comunicar com os mortos. Através de combinações prévias com as filhas, ela consegue enganar até mesmo as pessoas mais céticas. Mas, como é de se esperar, brincar com os espíritos – que começam a perturbar a família através do tabuleiro ouija – se provará muito perigoso. Talvez um dos problemas de “Ouija – Origem do Mal” seja a explicação da trama, que acaba sendo convencional. O que importa mesmo é a habilidade de Flanagan em extrair momentos de medo e suspense, não somente com sustos, mas por meio da construção dos personagens, fazendo com o que o público se interesse por eles. Junte-se isso à atmosfera de medo e o tratamento visual sofisticado e o resultado é um pequeno grande filme, muito melhor que o anunciado.
Veja trailer de terror com atriz da série The Affair
A Netflix divulgou o trailer de “I Am The Pretty Thing That Lives In The House”, terror estrelado por Ruth Wilson (série “The Affair”). Na prévia, ela interpreta uma enfermeira contratado para cuidar de uma mulher idosa, que foi uma famosa escritora de terror. E, a partir do momento que Lily começa a ler um dos seus romances, a casa ao seu redor começa a se mostrar assombrada. Dirigido por Oz Perkins (roteirista de “Dinheiro Sujo”) e co-estrelado pela veterana Paula Prentiss (“As Esposas de Stepford”), que não atuava há uma década, o filme foi disponibilizado na Netflix na sexta-feira (28/10).
The Walking Dead: Assassinatos brutais de Negan ganham versão Lego
As mortes da estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” pareceram muito brutais? Que tal, então, uma versão Lego do massacre promovido por Lucille, o bastão sangrento de Negan? O usuário do YouTube Kristo499 criou uma animação que demonstra que, mesmo com brinquedos de criança, a violência permanece impressionante. Usando o som original do episódio e bonecos Lego, o vídeo resultou tão perturbador quando a própria série. Confira apenas se tiver estômago forte para suportar a visão de “miolos” de plástico, geleia de morango e tinta vermelha. Kristo499 já transformou em Lego outros momentos cruéis da série, como o assassinato de Hershell, Beth, Noah e o desfiguramento de Carl, recriados como singela animação infantil ultraviolenta.
The Walking Dead: Fotos revelam processo de maquiagem da morte brutal de Glenn
O produtor Greg Nicotero, que além de dirigir e produzir “The Walking Dead”, chefia o departamento de maquiagem da série, divulgou em seu perfil no Instagram algumas imagens do trabalho feito para deformar a cabeça de Steven Yeun na cena da morte de seu personagem, Glenn. É impressionante, como foi a materialização na série. Nicotero também foi responsável por dirigir o episódio e comentou seus bastidores num vídeo divulgado pelo canal pago americano AMC, que pode ser conferido logo abaixo. A violência das cenas impressionou grupos conservadores que ensaiaram um pedido de boicote, mas o resultado também liderou a audiência nos EUA e no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o episódio de estreia da 7ª temporada, exibido no canal pago Fox, só foi menos visto que a programação da Globo.
Sexta-Feira 13: Reboot da franquia já tem data para começar a ser filmado
O reboot da franquia de terror “Sexta-Feira 13” já tem cronograma de produção, com data para começar a ser filmado. Em entrevista ao site Collider, os produtores Brad Fuller e Andrew Form revelaram que o filme será rodado no segundo trimestre de 2017. “Encontramos a locação. Encontramos o lago, encontramos o acampamento. Encontramos um roteiro incrível, de Aaron Guzikowski (‘Os Suspeitos’). Breck Eisner (‘O Último Caçador de Bruxas’) dirigirá o filme. O filme será rodado no início da primavera”, os produtores disseram. A razão da demora para a retomada das matanças de Jason Voorhees foram questões burocráticas, porque os direitos pertenciam a dois estúdios, Warner e Paramount, e isto só se resolveu quando a Warner abriu mão de sua participação numa negociação para distribuir o filme “Interestelar” (2014), de Christopher Nolan. Quando isto foi solucionado, começaram as questões criativas. A Paramount achou que poderia reviver a franquia como um filme em estilo “found footage”, em que as vítimas registrariam Jason em câmeras amadoras. Os produtores foram contra, até que conseguiram convencer o estúdio de que isto jamais daria certo, porque é Jason quem vê as vítimas nos filmes, sem que elas saibam até ser tarde demais. Segundo os produtores, o roteiro de Guzikowski agradou a todos, o que foi uma grande vitória, e em breve começarão a escalar o elenco do longa-metragem.
The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada só teve menos audiência que a Globo no Brasil
A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi o programa mais visto da noite de domingo (23/10) na TV paga brasileira. Segundo o Kantar Ibope, a atração registrou média de 3,25 pontos em sua faixa horária, das 23h30 à 0h30. Os números superaram, inclusive, a programação da TV aberta. Na verdade, a exibição da série no canal pago Fox ficou com o 2º lugar geral na audiência de seu horário, perdendo apenas para a Globo. Vale observar que esta audiência impressionante foi conseguida apesar de o país ter sido apontado como líder da pirataria mundial da estreia da série. A série também garantiu números impressionantes nos EUA. Segundo o instituto Nielsen, o episódio de estreia da temporada foi visto por mais de 17 milhões de espectadores e marcou 8.4 pontos no índice demográfico (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes).
The Walking Dead: Novos comerciais internacionais revelam cenas inéditas da série
A Fox divulgou dois novos comerciais do próximo episódio de “The Walking Dead“, intitulado “The Well”, para o mercado internacional. Com legendas em português e espanhol, os comerciais acompanham Morgan (Lennie James), conforme ele é introduzido a uma nova comunidade de sobreviventes do apocalipse zumbi: o Reino, governado pelo Rei Ezekiel (Khary Payton). Este novo ambiente, porém, não será suficiente para dissipar a tensão da ameaça de Negan (Jeffrey Dean Morgan), que, conforme o trailer americano do episódio antecipou, vai aparecer em Alexandria para se apresentar aos que não testemunharam seu sadismo. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween, e será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, a série tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.
Teen Wolf: Novo vilão ataca Stiles no comercial da temporada final
A MTV americana divulgou um novo comercial da 6ª e última temporada de “Teen Wolf” na internet – desta vez, via Facebook. A prévia apresenta o novo vilão de rosto desfigurado, que anda a cavalo, veste-se como cowboy e tem a capacidade de fazer suas vítimas serem esquecidas pela família e amigos. E Stiles (Dylan O’Brien) está entre seus alvos. Raptado, ele começa a desaparecer da lembrança dos amigos. Ironicamente, outra personagem foi esquecida pelos produtores. A atriz Arden Cho, intérprete de Kira Yukimura, não retornará para a temporada final, juntando-se à lista numerosa de atores que saíram da série entre as temporadas e sem maiores explicações para o público. Apenas Crystal Reed, que viveu Alisson Argent, teve seu destino mostrado diante das câmeras. O resto simplesmente sumiu da trama, deixando a série cheia de buracos narrativos. Entre os atores que evaporaram, estão Colton Haynes (intérprete de Jackson Whittemore), Tyler Hoechlin (Derek Hale), Orny Adams (Treinador Finstock), Daniel Sharman (Isaac) e os gêmeos Max e Charlie Carver (um deles morreu em cena, o outro sumiu). Em compensação, Cody Christian (Theo), cujo personagem foi dado como morto, estará de volta. A 6ª temporada estreia em 15 de novembro nos EUA.
The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada esmaga recordes, vista por 17 milhões nos EUA
A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi vista por 17 milhões de telespectadores ao vivo nos EUA, com uma marca impressionante de 8.4 pontos no índice demográfico prioritário (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes). Foi a maior audiência ao vivo de uma série da TV paga em 2016. Mas o recorde que impacta é que se trata da maior audiência já registrada entre o público adulto (entre 25 e 54 anos) na história da televisão americana. Nesta faixa demográfica, a série atingiu 10,5 milhões de americanos e 8.7 pontos. Assim, fica difícil para os grupos conservadores exercerem pressão para boicote e censura da série. De forma significativa, o episódio intitulado “The Day Will Come When You Won’t Be” foi ainda o programa mais visto na TV americana no domingo (23/10), em pleno dia de futebol, seguido por “Talking Dead”, o talk show da série. E sabe qual foi o terceiro programa mais visto do dia? A reprise de “The Walking Dead”, exibida após o talk show. Para dar contexto, a série teve mais audiência na demo que as demais atrações de domingo tiveram na audiência completa. O episódio também foi mais visto que todos os capítulos da temporada passada. Entretanto, apesar dos números de cair o queixo, faltou um fôlego a mais para a série bater seu próprio recorde, obtido na estreia da 5ª temporada, com 17,29 milhões de público total e 8.7 na demo. Vale considerar que raramente uma série vê ganhos de audiência em sua 7ª temporada, ainda mais nestes dias em que o público prefere assistir séries por aplicativos e gravações digitais fora do horário da exibição televisiva. No entanto, com o cliffhanger do final da temporada anterior e a expectativa de pelo menos uma morte garantida – acabaram sendo duas – , a sintonia elevada não chegou a ser uma grande surpresa, pois o público preferiu assistir o episódio “ao vivo” para evitar os spoilers – que, de fato, inundaram a internet. Mas isto é só o começo. Analistas estão apostando que na sexta (28/10), quando surgirem as medições dos primeiros três dias (Live+3) das plataformas digitais, a audiência do episódio quebrará o recorde da série e da história da TV paga americana.
The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada faz o Twitter chorar
Uma análise do Twitter pelo serviço de linguagem e mídias sociais Canvs concluiu que, dentre as citações ao episódio de estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” na rede social, 77% incluíram a palavra “chorando”. Além disso, a série gerou ainda 43% dos tuítes com as palavras “triste” ou “chateado” na noite de domingo (23/10). O episódio mexeu com o emocional do público de forma como a série ainda não havia feito antes, justificando sua fama de matar personagens importantes. Prevendo isso, o canal pago americano AMC divulgou dois vídeos com Steven Yeun e Michael Cudlitz, em que os atores se despedem de seus personagens e da série, recebendo carinhos do restante do elenco. São imagens fofas para contrastar com a violência do episódio.
The Walking Dead: Vídeo de bastidores registra a despedida de Michael Cudlitz
O canal pago AMC divulgou o segundo vídeo de bastidores da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que registra a despedida de Michael Cudlitz, o intérprete de Abraham Ford. Enquanto ele agradece a experiência de ter participado da série, cenas de sua trajetória são lembradas, e no final parte do elenco aparece, com bigodes postiços, para demonstrar seu carinho pelo ator. Quem viu o episódio de estreia da temporada sabe o que motivou este vídeo. A série continua, agora sem Abraham e Glenn, com o próximo episódio previsto para domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween. O capítulo, inclusive, será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, “The Walking Dead” tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.












