Penny Dreadful vai ganhar continuação em quadrinhos
Os fãs que ficaram decepcionados com o final de “Penny Dreadful” vão ganhar um consolo. A editora britânica Titan Comic Books pretende lançar uma sequência da série em quadrinhos. A Titan começou a publicar revistas em quadrinhos da série há alguns meses, baseadas na trama apresentada na TV. Com o fim da série, Chris King, um produtor executivo do canal pago Showtime, e o ilustrador Jesús Hervás voltarão ao projeto para fazer a continuação, que deverá chegar ao público em 2017. A história vai se passar seis meses depois dos acontecimentos finais da série, conforme confirmou o próprio Showtime pelo Twitter. Veja abaixo. “Como todos os fãs de Penny Dreadful, estou muito empolgada com o fato de estarmos retornando ao incrível mundo da série. Existem muitas histórias a serem contadas e não há ninguém melhor do que Chris King para contá-las. O que ele planejou vai te deixar sem fôlego, e mal posso esperar para que os fãs vejam tudo ganhando vida com o artista Jesús Hérvas”, disse a editora Lizzie Kaye no comunicado que anunciou a publicação. Happy Halloween #Dreadfuls! Behold your treat: A new #PennyDreadful Comic Book Series, coming 2017, set 6 months after the TV series finale! pic.twitter.com/RQai9HMjDL — Penny Dreadful (@SHO_Penny) October 31, 2016
The Walking Dead: Maria Bello vai participar da 8ª temporada da série
A atriz Maria Bello (“Os Suspeitos”) vai aparecer em “The Walking Dead”. Ela pediu para fazer uma participação e estará em pelo menos um episódio da 8ª temporada, após revelar ser “obcecada” pela série em entrevista à revista People. “Sou completamente obcecada pela série”, Bello disse à revista. “Eu tenho um amigo que é produtor da série e eu pedi para eles escreverem um papel para mim, o que eles aparentemente farão para a próxima temporada”, ela contou. “Mesmo que seja para interpretar um zumbi, eu não me importo, é o meu programa favorito!” “The Walking Dead” já está renovada para sua 8ª temporada, que será exibida em 2017.
American Horror Story: Personagem da 2ª temporada vai voltar na trama atual
Depois de anunciar que a série “American Horror Story” terá uma temporada de crossover, com o encontro entre os personagens da 1ª temporada (“Murder House”) e da 3ª (“Coven”), o criador da série Ryan Murphy usou o Twitter para antecipar um minicrossover, com a participação de uma personagem da 2ª temporada na trama atual. “A personagem de Sarah Paulson, Lana Winters, única sobrevivente de ‘Asylum’, retornará nesta temporada em ‘AHS: Roanoke.’ Feliz dia das bruxas!”, escreveu Murphy. Não será o primeiro encontro de personagens de diferentes temporadas. Na verdade, os crossovers estão ficando cada vez mais frequentes na série. Na temporada passada (“Hotel”), por exemplo, apareceram a médium Billie Dean Howard (personagem de Paulson em “Murder House”) e a bruxa Queenie (vivida por Gabourey Sidibe em “Coven”). Atualmente em sua 6ª temporada, “American Horror Story” é exibida no canal pago FX.
The Walking Dead: Trailer legendado, cena e fotos do próximo episódio revelam destino de Daryl
O canal pago americano AMC divulgou três fotos, o trailer e uma cena de “The Cell”, próximo episódio da série “The Walking Dead”. As fotos e a prévia destacam o vilão Dwight (Austin Amelio), enquanto o trailer – já legendado por fãs – revela o destino de Daryl (Norman Reedus), mostrando mais detalhes do interior do Santuário, o quartel general de Negan (Jeffrey Dean Morgan). Terceiro episódio da 7ª temporada, “The Cell” vai ao ar no domingo (6/11). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
American Horror Story terá crossover com personagens da 1ª e da 3ª temporadas
A série “American Horror Story” terá uma temporada de crossover, com o encontro entre os personagens da 1ª temporada (“Murder House”) e da 3ª (“Coven”). A revelação foi feita pelo criador da série, Ryan Murphy, no fim de semana, durante um painel em evento da revista Entertainment Weekly. Veja o vídeo abaixo. Entretanto, o crossover não será necessariamente na próxima temporada. Segundo Murphy, o projeto será feito conforme a disponibilidade do elenco. Connie Britton, da 1ª temporada, por exemplo, tem a série “Nashville” para protagonizar. “Eu já estou indo ao encontro dos atores de ambas as temporadas, silenciosamente, dizendo ‘acho que nesse período aqui você pode nos encaixar”, disse Murphy. Isso também significa que Jessica Lange, que deixou a série após a 4ª temporada (“Freak Show”) vai voltar. Atualmente, “American Horror Story” está na 6ª temporada, tendo mantido a premissa, o tema e o elenco do novo arco em segredo até a exibição do primeiro episódio.
Cidade dos Mortos: Veja um curta de zumbis passado em São Paulo
O curta “Cidade dos Mortos” é uma boa surpresa na produção de terror nacional. Não há muita história, mas, considerando seus 5 minutos de duração, o clima e a boa fotografia compensam com bastante tensão, acompanhando um rápido passeio da protagonista (Fernanda Gonçalves) entre a segurança de seu carro e o indefectível corredor escuro, onde um zumbi mastiga sua mais recente vítima. Disponibilizado há uma semana no YouTube, o vídeo da matadora de zumbis (possivelmente concebida após um menáge à trois entre Buffy, Daryl e Dean Winchester) já tem mais de 25 mil visualizações. Em seu canal oficial, ele é descrito como a abertura de um projeto maior. “Trata-se dos primeiros 5 minutos de um longa metragem de zumbis ambientado na cidade de São Paulo”, diz o texto. A direção é de Uirá O.W., enquanto roteiro, fotografia e produção são de Rodrigo Prata. Os dois ainda dividem a edição.
Bilheterias: Inferno tem a pior estreia da franquia iniciada por O Código Da Vinci nos EUA
A estreia de “Inferno”, que no Brasil foi batizado de “Inferno – O Filme”, nem precisou do título nacional idiota para passar ridículo nos EUA. Terceiro filme (mas o único “O Filme”) da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006) e “Anjos & Demônios” (2009), seu lançamento apenas confirmou as previsões apocalíticas do mercado. Com uma arrecadação pífia de US$ 15 milhões, mal conseguiu abrir em 2º lugar. E nem incomodou a liderança nas bilheterias da comédia “Boo! A Madea Halloween”, enésima produção em que Tyler Perry se veste de mulher para viver Madea – a Dona Hermínia americana. Em duas semanas no 1º lugar, o Halloween de Madea já rendeu US$ 52 milhões, mas, como os filmes anteriores, não deve ser lançado no Brasil – nem em outros países de parque exibidor relevante. “Inferno”, por outro lado, esquentou sua abertura com o mercado internacional, onde faturou mais de US$ 100 milhões. É uma compensação relativa por ter sido a pior abertura das adaptações de Dan Brown. Vale lembrar que “O Código da Vinci” foi um blockbuster, que abriu com US$ 77 milhões apenas nos EUA, enquanto “Anjos & Demônios” deu para o gasto, com uma estreia doméstica de US$ 46,2 milhões. Para piorar, o filme é o quarto fracasso seguido do diretor Ron Howard, que não emplaca uma boa bilheteria desde, justamente, “Anjos & Demônios” (2009). A crítica jogou a pá de cal na esperança da Sony de se segurar por algum tempo no Top 10 ao avaliar o lançamento como podre – apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os demais filmes em cartaz também confirmaram tendência de queda, apontando que suas pretensões giram em torno de recuperar seus investimentos. Com possibilidade de conseguir empatar os custos, “Jack Reacher – Sem Retorno” fechou o Top 3 com meros US$ 9,5 milhões em seu segundo fim de semana em exibição. Mas, em todo o mundo, já soma US$ 93,8 milhões. Com orçamento de US$ 60 milhões, precisaria ao menos dobrar o total já obtido para entrar no amarelo. Mais barato, “O Contador” custou US$ 44 milhões, mas vem faturamento bem menos, atingindo US$ 72 milhões em todo o mundo. Com orçamento equivalente e mais bem sucedida, “A Garota no Trem” chegou a US$ 122,4 milhões. Entretanto, nesta semana caiu fora do Top 5. De forma relevante, o maior sucesso de toda essa leva é o filme pouco incensado que fecha o Top 5. “Ouija: Origem do Mal” já faturou US$ 43,7 milhões. Pode parecer pouco, mas foi filmado por somente US$ 9 milhões. Enquanto os filmes caros da lista fazem as contas para sair do vermelho, o terror barato só contabiliza lucros. E, por mais irônico que possa parecer, até elogios da crítica. “Ouija” tem 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Aproveite e leia a crítica. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 16,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 52 milhões 2. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 147,7 milhões 3. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 93,8 milhões 4. O Contador Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 61,2 milhões Total Mundo: US$ 72,1 milhões 5. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 24,6 milhões Total Mundo: US$ 43,7 milhões 6. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 65,9 milhões Total Mundo: US$ 122,4 milhões 7. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 79,8 milhões Total Mundo: US$ 232,5 milhões 8. Vizinhos Nada Secretos Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 10,7 milhões Total Mundo: US$ 14 milhões 9. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 68,2 milhões Total Mundo: US$ 153,5 milhões 10. Ae Dil Hai Mushkil Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 2,1 milhões Total Mundo: US$ 2,1 milhões
Ouija – Origem do Mal é muito melhor que o primeiro filme
Quem diria que a continuação de um grande filme como “Invocação do Mal” (2013) resultaria em um filme tão aquém do que se espera de James Wan, e que a continuação de uma obra tão insignificante quanto “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014) fosse resultar em um trabalho interessante? “Ouija – Origem do Mal” (2016) não é exatamente uma continuação, mas um prólogo, e não é necessário ver o filme anterior para entender qualquer coisa. Felizmente. Trata-se de uma história independente, que tem um parentesco muito maior com outra obra do mesmo diretor, “O Espelho” (2013), um dos mais inventivos filmes de horror desta década. Mike Flanagan, o diretor, é desses nomes que merecem atenção neste atual cenário de poucas novidades no gênero – pelo menos em comparação com a safra de mestres surgidas nas décadas de 1970 e 1980. Flanagan não traz apenas ideias novas, como faz tudo com uma elegância de tirar o chapéu. Pode até ter derrapado um pouco na conclusão do novo filme, mas ainda assim é difícil negar as qualidades da produção. A começar pelos créditos iniciais, que trazem o logo antigo da Universal, como nos anos 1960, época em que se passa a trama, e depois com o título escrito em letras grandes, como se estivéssemos vendo um filme sessentista. A reconstituição de época é apurada, com um trabalho de direção de arte e fotografia que ajuda a tornar narrativa ainda mais atraente, por mais que o enredo possa parecer, em alguns momentos, requentado ou um tanto previsível. Mas na verdade só parece. Embora haja algumas apropriações de cenas do primeiro filme, como a inevitável brincadeira de olhar pela lente do indicador do tabuleiro ouija e ver alguma coisa que provocará medo na plateia, há muitas surpresas ao longo da metragem. Flanagan sabe lidar muito bem com a expectativa, principalmente nos 2/3 iniciais do filme, que são perfeitos em sua condução narrativa e recursos de câmera que funcionam a favor da trama, como a profundidade de campo – na cena em que a garotinha vai buscar, a pedido de um espírito misterioso, uma bolsa cheia de dinheiro para sua mãe. O jogo com o medo do espectador é feito com muita eficiência, mesmo quando o filme sai do território das sutilezas para mostrar a entidade maligna ou uma expressão assustadora no rosto da garotinha de forma mais gráfica. Mas é no modo como a garota consegue ser sinistra apenas sorrindo, que vemos o quanto este prólogo está longe da vulgaridade dos filmes do gênero. E isso é muito bom de constatar. Na trama, uma família trambiqueira, formada por uma mãe (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) e duas filhas (a adolescente Annalise Basso, de “O Espelho”, e a menina Lulu Wilson, da série “The Millers”), que vive de aplicar golpes em clientes fingindo se comunicar com os mortos. Através de combinações prévias com as filhas, ela consegue enganar até mesmo as pessoas mais céticas. Mas, como é de se esperar, brincar com os espíritos – que começam a perturbar a família através do tabuleiro ouija – se provará muito perigoso. Talvez um dos problemas de “Ouija – Origem do Mal” seja a explicação da trama, que acaba sendo convencional. O que importa mesmo é a habilidade de Flanagan em extrair momentos de medo e suspense, não somente com sustos, mas por meio da construção dos personagens, fazendo com o que o público se interesse por eles. Junte-se isso à atmosfera de medo e o tratamento visual sofisticado e o resultado é um pequeno grande filme, muito melhor que o anunciado.
Veja trailer de terror com atriz da série The Affair
A Netflix divulgou o trailer de “I Am The Pretty Thing That Lives In The House”, terror estrelado por Ruth Wilson (série “The Affair”). Na prévia, ela interpreta uma enfermeira contratado para cuidar de uma mulher idosa, que foi uma famosa escritora de terror. E, a partir do momento que Lily começa a ler um dos seus romances, a casa ao seu redor começa a se mostrar assombrada. Dirigido por Oz Perkins (roteirista de “Dinheiro Sujo”) e co-estrelado pela veterana Paula Prentiss (“As Esposas de Stepford”), que não atuava há uma década, o filme foi disponibilizado na Netflix na sexta-feira (28/10).
The Walking Dead: Assassinatos brutais de Negan ganham versão Lego
As mortes da estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” pareceram muito brutais? Que tal, então, uma versão Lego do massacre promovido por Lucille, o bastão sangrento de Negan? O usuário do YouTube Kristo499 criou uma animação que demonstra que, mesmo com brinquedos de criança, a violência permanece impressionante. Usando o som original do episódio e bonecos Lego, o vídeo resultou tão perturbador quando a própria série. Confira apenas se tiver estômago forte para suportar a visão de “miolos” de plástico, geleia de morango e tinta vermelha. Kristo499 já transformou em Lego outros momentos cruéis da série, como o assassinato de Hershell, Beth, Noah e o desfiguramento de Carl, recriados como singela animação infantil ultraviolenta.
The Walking Dead: Fotos revelam processo de maquiagem da morte brutal de Glenn
O produtor Greg Nicotero, que além de dirigir e produzir “The Walking Dead”, chefia o departamento de maquiagem da série, divulgou em seu perfil no Instagram algumas imagens do trabalho feito para deformar a cabeça de Steven Yeun na cena da morte de seu personagem, Glenn. É impressionante, como foi a materialização na série. Nicotero também foi responsável por dirigir o episódio e comentou seus bastidores num vídeo divulgado pelo canal pago americano AMC, que pode ser conferido logo abaixo. A violência das cenas impressionou grupos conservadores que ensaiaram um pedido de boicote, mas o resultado também liderou a audiência nos EUA e no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o episódio de estreia da 7ª temporada, exibido no canal pago Fox, só foi menos visto que a programação da Globo.
Sexta-Feira 13: Reboot da franquia já tem data para começar a ser filmado
O reboot da franquia de terror “Sexta-Feira 13” já tem cronograma de produção, com data para começar a ser filmado. Em entrevista ao site Collider, os produtores Brad Fuller e Andrew Form revelaram que o filme será rodado no segundo trimestre de 2017. “Encontramos a locação. Encontramos o lago, encontramos o acampamento. Encontramos um roteiro incrível, de Aaron Guzikowski (‘Os Suspeitos’). Breck Eisner (‘O Último Caçador de Bruxas’) dirigirá o filme. O filme será rodado no início da primavera”, os produtores disseram. A razão da demora para a retomada das matanças de Jason Voorhees foram questões burocráticas, porque os direitos pertenciam a dois estúdios, Warner e Paramount, e isto só se resolveu quando a Warner abriu mão de sua participação numa negociação para distribuir o filme “Interestelar” (2014), de Christopher Nolan. Quando isto foi solucionado, começaram as questões criativas. A Paramount achou que poderia reviver a franquia como um filme em estilo “found footage”, em que as vítimas registrariam Jason em câmeras amadoras. Os produtores foram contra, até que conseguiram convencer o estúdio de que isto jamais daria certo, porque é Jason quem vê as vítimas nos filmes, sem que elas saibam até ser tarde demais. Segundo os produtores, o roteiro de Guzikowski agradou a todos, o que foi uma grande vitória, e em breve começarão a escalar o elenco do longa-metragem.
The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada só teve menos audiência que a Globo no Brasil
A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi o programa mais visto da noite de domingo (23/10) na TV paga brasileira. Segundo o Kantar Ibope, a atração registrou média de 3,25 pontos em sua faixa horária, das 23h30 à 0h30. Os números superaram, inclusive, a programação da TV aberta. Na verdade, a exibição da série no canal pago Fox ficou com o 2º lugar geral na audiência de seu horário, perdendo apenas para a Globo. Vale observar que esta audiência impressionante foi conseguida apesar de o país ter sido apontado como líder da pirataria mundial da estreia da série. A série também garantiu números impressionantes nos EUA. Segundo o instituto Nielsen, o episódio de estreia da temporada foi visto por mais de 17 milhões de espectadores e marcou 8.4 pontos no índice demográfico (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes).












