Terror do diretor de Guardiões da Galáxia ganha novo trailer brutal
A Blumhouse Productions divulgou o pôster e um novo trailer de “The Belko Experiment”, terror barato que chama atenção por juntar os cineastas James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Greg Mclean (“Wolf Creek”). O primeiro escreveu o roteiro e o segundo assassina na direção. A prévia é uma “Battle Royale” de escritório. Um prédio é lacrado e seus funcionários recebem ordens para matar 30 colegas. Caso não cumpram a ordem, a voz que vem dos auto-falantes garante que matará 60. A ideia de que se trata de uma brincadeira de mau gosto termina quando a primeira cabeça explode, vítima de um implante que todos os funcionários possuem. O elenco inclui Tony Goldwyn (série “Scandal”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), John C. McGinley (série “Scrubs”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Brent Sexton (série “The Killing”), Sean Gunn (série “Gilmore Girls”) e Adria Arjona (da vindoura série “Emerald City”). Exibido no Festival de Toronto, o filme dividiu radicalmente as opiniões por sua brutalidade. A estreia está marcada para 17 de março nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Comercial de O Chamado 3 exibe o vídeo de Samara e amaldiçoa os espectadores
A Paramount divulgou novos comerciais do terror “O Chamado”. E um deles exibe o infame vídeo com a maldição de Samara. Quem assistir, morre em sete dias, segundo a mitologia cinematográfica. Não acredita? Quer arriscar? Está lá embaixo. O longa retoma a franquia após 12 anos e no rastro do ressurgimento do monstro original no Japão – a franquia começou como remake de “Ringu” (1998), que no Japão rendeu duas trilogias, sendo a mais recente iniciada por “Sadako 3D” (2012). A vítima de “O Chamado 3” é a italiana Matilda Anna Ingrid Lutz (“Somewhere Beautiful”), que cai na tentação de ver um estranho vídeo online e acaba recebendo a ameaçadora ligação telefônica que dispara a contagem regressiva: “Sete dias”. O elenco também inclui Alex Roe (“A 5ª Onda”), Zach Roerig (série “The Vampire Diaries”), Johnny Galecki (série “The Big Bang Theory”), Aimee Teergarden (série “Friday Night Lights”), Lizzie Brocheré (série “The Strain”), Laura Wiggins (série “The Tomorrow People”) e Andrea Powell (série “Outcast”). O roteiro passou por versões de Jacob Aaron Estes (“Quase um Segredo”), Akiva Goldsman (“A 5ª Onda”) e David Loucka (“A Última Casa da Rua”). A direção é do espanhol F. Javier Gutiérrez (“Tres Días”) e a estreia está marcada para 2 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Netflix disponibiliza de surpresa um dos melhores filmes de terror de 2016
A Netflix brasileira disponibilizou de surpresa e sem nenhuma divulgação o terror “Sob a Sombra” (Under the Shadow), coprodução iraniana e britânica que, ao entrar no circuito dos festivais, sensibilizou a crítica internacional e acabou considerado um dos melhores filmes de terror de 2016. Entre os diversos prêmios que a produção conquistou estão o de Melhor Filme da mostra New Visions do Festival de Sitges, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo, e o de Melhor Roteiro do Festival de Atenas, além dos BIFAs (prêmio do cinema independente do Reino Unido) de Melhor Roteiro, Atriz Coadjuvante e Diretor Estreante – sem esquecer ainda que está indicada ao BAFTA (o “Oscar britânico”) e ao Independent Spirit Awards (o “Oscar indie”) em diversas categorias. Escrita e dirigida por Babak Anvari, a trama acompanha mãe e filha que se vêem assombradas em sua casa, em Teerã, enquanto o marido luta na guerra do Irã contra o Iraque dos anos 1980. De forma estranha, em vez de exaltar o filme que adquiriu, a Netflix simplesmente despejou o título em sua videoteca. Felizmente, o estúdio britânico disponibilizou um trailer, que pode ser visto abaixo. E, mesmo sem legendas, consegue impressionar. Atualização: A crítica já pode ser lida aqui.
Rick descobre a existência do Reino em cena inédita de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou uma cena inédita da segunda parte da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que revela os próximos passos de Rick (Andrew Lincoln) em sua guerra contra Negan (Jeff Dean Morgan). Já legendada por fãs brasileiros, a prévia mostra o momento em que ele descobre a existência do Rei Ezekiel (Khary Payton) e seu Reino. A sinopse divulgada pelo canal, porém, é desanimadora, dando a entender que a trama continuará em passo de zumbi até chegar ao conflito, no arco conhecido nos quadrinhos como “All Out War” (guerra total). “O grupo de Rick descobrirá mais uma vez que o mundo não é o que eles pensavam ser. É muito maior do que qualquer coisa que viram até agora. Embora eles tenham um propósito claro – de derrotar Negan – , não vai ser fácil. Mais importante ainda, a vitória exigirá mais do que apenas Alexandria. Eles precisam dos números do Reino e de Hilltop mas, como Rick sentiu, Ezekiel (Khary Payton) e Gregory (Xander Berkeley) não querem derramamento de sangue. Para convencê-los a mudar de ideia, serão necessários mais do que discursos. Até onde Rick e o grupo terão de ir para encontrar armas, comida e novos lutadores será nada menos que notável. Vamos encontrar novos sobreviventes em lugares incríveis. Veremos Rick e seu grupo testados de maneiras que nunca vimos antes. Veremos traições de pessoas em quem confiamos. Rick está confiante em como verá seu grupo e muitos outros se juntarem com o objetivo comum de derrubar Negan. Mas nenhuma quantidade de planejamento vai preparar o grupo para a guerra total contra Negan e seu exército.” A 7ª temporada retorna a partir do dia 12 de fevereiro, com exibição simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Action (sem intervalos comerciais). The Walking Dead 7ª Temporada – Episódio 9… por WalkingDeadBr
Alien: Covenant ganha mais três fotos sangrentas
Após uma primeira leva de imagens, a 20th Century Fox divulgou mais três fotos de “Alien: Covenant”, que mostram detalhes sangrentos e cenas do filme. Além de ser uma continuação de “Prometheus” (2012), a trama escrita por Michael Green (“Lanterna Verde”) também é um prelúdio de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979). Ridley Scott, que realizou ambos os filmes, volta a assinar a direção do novo longa. Além de Michael Fassbender, que retorna como o androde David, sobrevivente do filme “Prometheus”, o elenco inclui Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”), Danny McBride (“É o Fim”) e participações de Noomi Rapace e Guy Pearce, que também retomam seus personagens de “Prometheus”. Originalmente marcado para agosto, o lançamento foi antecipado e agora acontecerá em 18 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Veja 32 fotos do terror A Cura, que marca a volta ao gênero do diretor de O Chamado
A Fox divulgou 32 fotos de “A Cura” (A Cure for Wellness), que marca o retorno do cineasta Gore Verbinski (franquia “Piratas do Caribe”) ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). As imagens enfatizam a bela fotografia (de Bojan Bazelli, o mesmo cinematógrafo de “O Chamado”) e os elementos góticos da produção, passada num velho castelo europeu, que foi transformado numa clínica/spa particular. A trama acompanha Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”), que vai ao spa sinistro para buscar seu chefe, cumprindo ordens de levá-lo de volta ao trabalho. Mas apesar da cortesia inicial, uma paciente vivida por Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”) o alerta que ninguém sai daquele lugar. E logo um acidente comprova a teoria, fazendo-o estender seus planos de visita para ser tratado por Jason Isaacs (o Lucius Malfoy, da franquia “Harry Potter”). Não demora e ele descobre que o local tem um propósito muito mais sinistro do que apenas servir os seus pacientes. Na produção, Verbinski volta a trabalhar com o roteirista Justin Haythe, responsável por “O Cavaleiro Solitário” (2013), cujo fracasso abalou a carreira de ambos. A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Foto de Annabelle 2 mostra a volta da boneca do mal
A Warner divulgou uma nova foto de “Annabelle 2”, continuação do terror recordista de público de 2014. A imagem traz a boneca macabra, introduzida no primeiro “Invocação do Mal” (2013), sentada calmamente na cama do quarto de Talitha Bateman (“A 5ª Onda”), A jovem é que não parece muito confortável com a situação. Novamente escrito por Gary Dauberman, o filme traz novos personagens e sugere uma história de origem. Segundo a sinopse, para compensar a perda da filha, um fabricante de bonecas e sua mulher resolvem abrigar em sua casa uma freira e as crianças de um orfanato recém-fechado, apenas para ver um espírito maligno se apossar delas. A direção está a cargo de David F. Sandberg, que estreou em longas no ano passado com o terror “Quando as Luzes se Apagam”, e o elenco ainda inclui duas atrizes daquele filme: Alicia Vela-Bailey e Lotta Losten. Também integram a produção os atores Anthony LaPaglia (série “Without a Trace”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Adam Bartley (série “Longmire”), Philippa Coulthard (série “Secrets and Lies”), Grace Fulton (série “Revenge”) e a menina Lulu Wilson (“Ouija: A Origem do Mal”). A estreia está marcado para 18 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Terror canibal Raw, que provoca desmaios e devora prêmios, ganhou dois trailers pra quem tem estômago forte
A Universal Pictures do Reino Unido divulgou o pôster e dois trailers fortes, ainda sem legendas, do terror canibal “Raw” – o segundo foi proibido para menores nos EUA. As cenas são perturbadoras, ao combinarem insinuações sexuais e violência. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Depois disso, o frisson só aumentou. A produção lotou sessões no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia, e venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. “Raw” ainda será exibido no Festival de Sundance, que começa na quinta (19/1), e tem estreia comercial marcada para 10 de março nos EUA. Apesar de ter passado no Festival do Rio, ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
William Peter Blatty (1928 – 2017)
Morreu William Peter Blatty, roteirista e diretor de cinema, mais conhecido como criador de “O Exorcista”. A confirmação de sua morte veio pelo twitter do cineasta William Friedkin, que dirigiu “O Exorcista”. Ele faleceu na quinta-feira (12/1), aos 89 anos, de câncer – mieloma múltiplo, um tipo de câncer no sangue – , em um hospital em Bethesda, Maryland (EUA). Antes de aterrorizar o mundo, Blatty se especializou em fazer o público rir, assinando quatro roteiros para o cineasta Blake Edwards, entre eles o ótimo “Um Tiro no Escuro” (1964), a melhor comédia da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa”. Ele também escreveu “O Harém das Encrencas” (1965), de J. Lee Thompson, com Shirley MacLaine de odalisca, e “A Deliciosa Viuvinha” (1966), de Arthur Hiller, com o jovem Warren Beatty e Leslie Caron. A mudança de tom veio com a adaptação de “A Última Esperança da Terra” (1971), sci-fi distópica baseada no romance clássico “Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson. Chamado para consertar o roteiro, ele acabou ficando sem créditos, mas o resultado rendeu um clima de terror impressionante que contrastava muito com a primeira filmagem da obra, “Mortos que Matam” (1964). No mesmo ano, ele se afirmou como grande autor e escritor com a publicação de seu livro “O Exorcista”. O livro ficou impressionantes 57 semanas na lista dos dez best-sellers mais vendidos do New York Times, e despertou grande interesse de Hollywood. O próprio Blatty assinou a adaptação para o cinema, lançada dois anos depois. Dirigido por um mestre, William Friedkin, “O Exorcista” (1973) atingiu o raro patamar de obra-prima, não só do gênero terror, mas do próprio cinema. Impossível falar de Hollywood nos anos 1970 sem mencionar sua produção. Acompanhado por uma campanha de marketing avassaladora, sua estreia em 1973 foi um frisson, que mudou o terror para sempre – além de ajudar a criar o conceito de filme-evento, antecipando “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, e “Guerra nas Estrelas” (1977), de George Lucas. E o longa fazia jus ao hype. Até hoje considerado o filme mais assustador já feito, “O Exorcista” impressionou com uma coleção de cenas chocantes, que iam do profano ao escatológico, acompanhando as tentativas de dois padres de exorcizar uma adolescente possuída, ao mesmo tempo em que discutia aspectos filosóficos da fé. Algumas partes eram tão fortes que criaram dificuldades para sua liberação pela ditadura militar no Brasil, só chegando no país com um ano de atraso. Blatty venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, um feito inesperado para um autor de terror. Também faturou um Globo de Ouro, de lambuja. O passo seguinte do escritor foi passar para trás das câmeras, dirigindo seu primeiro longa, também adaptação de um livro de terror de sua autoria, “A Nona Configuração” (1980). A trama se passava num castelo transformado em sanatório, que abrigava militares traumatizados pela Guerra do Vietnã. O detalhe é que o recém-chegado novo diretor do hospício (Stacy Keach) era ainda mais insano que os pacientes. A produção não rendeu o mesmo frenesi, mas Blatty colecionou o seu segundo Globo de Ouro de Melhor Roteiro. Enquanto isso, o estúdio Morgan Creek, tentando capitalizar com “O Exorcista”, lançou uma continuação que quase acabou com a franquia. Sem a participação de Blatty ou Friedkin, “O Exorcista II – O Herege” (1977) foi um fiasco de público e crítica. Visando recuperar o título, o estúdio fechou o retorno do escritor para “O Exorcista III” (1990), que ele também dirigiu, baseado em seu livro “Legião” (1983), a sequência literária oficial de “O Exorcista”. A trama juntava possessão e psiquiatria, os dois temas de suas duas obras anteriores de terror, e ignorava completamente o filme anterior. Na verdade, fazia conexão direta com o longa original ao recuperar o personagem do detetive policial William Kinderman, interpretado por Lee J. Cobb em 1973 e vivido por George C. Scott na continuação, investigando crimes cometidos por psicopatas diabólicos. Apesar da premissa inovadora – que seria copiada por inúmeros terrores, entre eles o recente “Livrai-Nos do Mal” (2014) – , o lançamento não teve a repercussão pretendida, ainda que parte da crítica tenha reverenciado sua capacidade de assustar. Blatty reclamou muito da Morgan Creek na época, mas apenas em 2016 foi possível comparar sua visão com a do estúdio, deixando claro a interferência em seu processo criativo. Uma edição do diretor foi lançada em Blu-ray em outubro passado, com um tom mais sombrio e final completamente diferente – sem o show pirotécnico que o estúdio acrescentou à revelia do cineasta. As cenas inéditas, porém, foram mal preservadas e possuem péssima qualidade. Mesmo assim, o lançamento arrancou elogios rasgados da crítica americana. Infelizmente, Blatty não teve outras chances de escrever e dirigir mais filmes desde “O Exorcista III”. Ele chegou a desenvolver uma minissérie baseada na franquia, mas o projeto foi substituído pela série “The Exorcist” em 2016, passada no mesmo universo de seus livros e filmes. O roteiro da minissérie inédita, intitulada “The Exorcist for the 21st Century”, deve ser lançado como livro.
Sarah Paulson e Evan Peters vão voltar na 7ª temporada de American Horror Story
Além da renovação até 2018, a série “American Horror Story” teve algumas novidades adiantadas durante o evento para a imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). O produtor Ryan Murphy adiantou a participação dos atores Sarah Paulson e Evan Peters na 7ª temporada, prevista para estrear ainda neste ano. Na 6ª antologia da série, intitulada “Roanoke”, Sarah e Peters interpretaram um casal de atores que se apaixonou em um set de filmagens. Outra novidade é que a trama vai se passar nos dias atuais. Mais que isso, é segredo. Murphy avisou que vai repetir – em partes – o mistério que envolveu o tema da 6ª temporada até minutos antes de sua estreia. Mas isso se deve também ao fato de que apenas recentemente começou a desenvolver a história, e ainda não decidiu como irá revelar a trama. Murphy chegou a especular que talvez solte uma pista aqui e ali, dando ao público um pouco mais com o que trabalhar do que os enganosos teasers que antecederam Roanoke. Anteriormente, o showrunner havia dito que personagens de “Freak Show” (4ª temporada) poderiam voltar na 7ª temporada. Ele também já comentou a ideia de realizar um crossover com os personagens de “Murder House” (1ª temporada) e “Coven” (3ª). A 7ª temporada deve estrear ainda este ano, provavelmente na época do Halloween.
American Horror Story é renovada até 2018
O canal pago americano FX renovou a série “American Horror Story” para mais duas temporadas, garantindo a exibição da série até 2018. O anúncio foi feito durante evento para a imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) por John Landgraf, presidente do FX. O FX já havia renovado a série para a 7ª temporada após os sucesso de “American Horror Story: Roanoke”, no começo deste ano. Landgraf dobrou a renovação e destacou que ela inaugurou um novo formato na TV, no que se refere a temporadas limitadas. “Cada capítulo é um evento cultural, adorado por cada nova reviravolta imagética, em estilo, elenco e história”, ele comentou. Criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk em 2011, ao longo de seis temporadas “American Horror Story” já venceu 15 Emmys (o “Oscar da TV”) e dois Globos de Ouro. A 7ª temporada deve estrear ainda este ano, provavelmente na época do Halloween, enquanto a 8ª fica para 2018.
The Walking Dead ganha sinopse e primeiras fotos do retorno da 7ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou as quatro primeiras fotos e a sinopse da segunda parte da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que promete explorar a guerra entre as diversas comunidades sobreviventes e Negan. Trata-se da história conhecida como “All Out War” (guerra total), que durou da edição 115 à 126 nos quadrinhos. Eis o texto traduzido da sinopse: “O grupo de Rick descobrirá mais uma vez que o mundo não é o que eles pensavam ser. É muito maior do que qualquer coisa que viram até agora. Embora eles tenham um propósito claro – de derrotar Negan – , não vai ser fácil. Mais importante ainda, a vitória exigirá mais do que apenas Alexandria. Eles precisam dos números do Reino e de Hilltop mas, como Rick sentiu, Ezekiel (Khary Payton) e Gregory (Xander Berkeley) não querem derramamento de sangue. Para convencê-los a mudar de ideia, serão necessários mais do que discursos. Até onde Rick e o grupo terão de ir para encontrar armas, comida e novos lutadores será nada menos que notável. Vamos encontrar novos sobreviventes em lugares incríveis. Veremos Rick e seu grupo testados de maneiras que nunca vimos antes. Veremos traições de pessoas em quem confiamos. Rick está confiante em como verá seu grupo e muitos outros se juntarem com o objetivo comum de derrubar Negan. Mas nenhuma quantidade de planejamento vai preparar o grupo para a guerra total contra Negan e seu exército.” A 7ª temporada retorna a partir do dia 12 de fevereiro, com exibição simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Action (sem intervalos comerciais). Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Quadrinhos de The Walking Dead sugerem que Rick vai virar um novo Negan
Rick parece ter levado a sério demais a frase “Todos somos Negan”. A capa da nova edição dos quadrinhos de “The Walking Dead” traz o líder da comunidade de Alexandria vestindo jaqueta de ouro e segurando Lucille, numa imagem que sugere que ele tomará o lugar do vilão na trama. Veja abaixo. A edição tem o número 163 e, se a série televisiva seguir em passo de zumbi, só deve entrar em produção para a TV daqui a quatro anos. Comentar mais a respeito do destino de Negan é megaspoiler e, como não é relevante para a notícia, fica por isso mesmo. Já na série, a segunda metade da 7ª temporada de “The Walking Dead” vai começar a mostrar o fim da submissão de Rick (Andrew Lincoln) e demais sobreviventes à Negan (Jeffrey Dean Morgan), e a criação de uma aliança entre Alexandria, Hilltop e o Reino contra os Salvadores, que conduzirá ao arco dos quadrinhos intitulado “All Out War” (guerra total). Isto significa que a série está chegando à edição de número 111 dos quadrinhos – são mais de 50 números de diferença. A midseason de “The Walking Dead” começa em 12 de fevereiro, com transmissão no Brasil pelo canal Fox e Fox Action (sem intervalos).












