Showrunner de The Walking Dead planeja esticar a série por 20 anos
O showrunner de “The Walking Dead”, Scott M. Gimple, revelou que planeja “tentar manter a série no ar por 20 anos”. A declaração foi feita durante o Paleyfest, evento dedicado à sucessos da TV americana. “Nós estamos tentando fazer por 20 anos. Os quadrinhos (no qual ‘The Walking Dead’ é baseada) fez isso e sigo muito ansioso por cada edição”, afirmou Gimple, segundo o site Heroic Hollywood. “Os Simpsons tem 26, 27 anos, e isso é um desafio – então OK, desafio aceito. Feito”, completou. Ele explicou que tem uma estratégia para a série, que está completando sua 7ª temporada, chegar tão longe. “Tentamos reinventar o programa a cada oito episódios. Temos esta história que é fiel aos quadrinhos, mas também estamos explorando coisas originais, e essas coisas nos ajudam a continuar em frente. Queremos tentar fazer melhor, fazer coisas que não fizemos, assumir riscos. É assustador, mas contanto que continuemos fazendo isso, a série pode continuar e continuar”. De certa forma, isto ajuda a explicar o ritmo lento da 7ª temporada, que não parece ter pressa em resolver situações pendentes – exatamente o oposto narrativo de “Game of Thrones”. Faltam apenas dois episódios para o final da temporada. A exibição acontece aos domingos, com transmissão praticamente simultânea pelo canal pago Fox no Brasil.
Terror cult dos anos 1980, Maniac Cop vai ganhar remake do diretor de Drive
O terror “Maniac Cop – O Exterminador” (1988), filme cult da era dos slashers sangrentos, vai ganhar um remake do dinamarquês Nicolas Winding Refn. Segundo o site da revista Variety, o cineasta conhecido por “Drive” (2011) e “O Demônio de Neon” (2016) deve iniciar as filmagens no verão americano em Los Angeles. “Maniac Cop” trocava o monstro mascarado e o cenário suburbano/campestre de filmes como “Halloween” e “Sexta-Feira 13” por um policial fardado, deformado e psicopata, que assassinava brutalmente inocentes nas ruas de Nova York. O filme tinha roteiro de Larry Cohen (“Nasce um Monstro”) e direção de William Lustig (“O Maníaco”), dois mestres do terror, e ainda por cima incluía Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) como um dos suspeitos de ser o assassino. Fez tanto sucesso que rendeu duas continuações. Em comunicado, a produtora executiva do remake, Lene Børglum (também de “O Demônio de Neon”), afirmou que a ideia é transformar a trama em um suspense contemporâneo e realista, com menos ênfase na trama de terror. Segundo ela, o projeto é antigo e tende a refletir as críticas à brutalidade policial nos EUA, mas as dificuldades em conseguir os direitos do primeiro filme fizeram com que o projeto demorasse para sair do papel.
Fragmentado evidencia talento de M. Night Shyamalan para assustar com competência e classe
M. Night Shyamalan, o diretor de “O Sexto Sentido” (1999), sai do buraco depois “O Último Mestre do Ar” (2010) e “Depois da Terra” (2013), e faz um suspense a altura de seu talento. “Fragmentado” é sobre um sequestrador que sofre de transtorno de múltipla personalidade (James McAvoy, o professor Xavier jovem da franquia “X-Men”), e acua e aterroriza três mocinhas num covil subterrâneo. A mais esperta das vítimas, Casey (Anya Taylor-Joy, de “A Bruxa”), estabelece um diálogo com o captor, mas a cada momento ele se transforma. De homem severamente autoritário, como num passe de mágica ele passa a um menino de nove anos, depois veste uma saia e vira uma dama inglesa estilosa, seguido por um jovem obcecado por moda. Ao todo, o homem desenvolve 23 identidades, o que torna qualquer tipo de trato com a figura sutil como um jogo de xadrez. Um cineasta menor poderia ficar satisfeito com os sobressaltos proporcionados a cada reação do vilão, mas Shyamalan não fica nesse registro superficial. O cinema deste indiano, radicado nos Estados Unidos, é baseado em seu próprio senso de observação. A forma como ele capta as paranoias em pequenas atitudes do cotidiano e as amplifica em seus filmes, no fundo são engraçadas. Shyamalan, na verdade é um sátiro. Desde “A Vila” (2004), ele vem ridicularizando os EUA, mostrando o quanto o empenho de uma sociedade puritana é capaz de pregar peças em si mesma. Em “Fim dos Tempos” (2008), por exemplo, as pessoas correm de medo do vento. E em “A Dama da Água” (2006), o horror se esconde não no fundo de um lago escuro, mas de uma piscina limpa, cristalina e segura de um condomínio de classe média. O senso de ridículo não vem do lugar ou da natureza, mas do comportamento social. Buñuel já tinha nos mostrado antes que em situação de desespero o pequeno burguês revela seus instintos mais baixos, e Shyamalan cutuca a mesma ferida. Ele não é tão ácido quanto o cineasta catalão, mas compartilha de igual cinismo. Em “Fragmentado”, o medo vem das inesperadas reações mentais do doente. O personagem de McAvoy, seja como “Barry”, “Hedwig”, “Patricia”, “Dennis”, “Kevin” e outras personalidades menos identificáveis, está inclusive passando por sessões de terapia com uma psiquiatra (Betty Buckley, de “Fim dos Tempos”), mas a mulher flerta com o perigo por conta de uma tese que está desenvolvendo e usa o paciente como cobaia. Segundo ela, as 23 personalidades estão compondo uma 24ª e, como médica, ela acredita que é capaz de inibir o sujeito. Claro, será um erro de cálculo. No terceiro ato, quando começa a carnificina, “Fragmentado” fica mais previsível, porque Shyamalan acaba caindo nas armadilhas fáceis do suspense. Ainda assim, recorrendo a poucos efeitos visuais e se valendo da atuação rica e realmente complexa de McAvoy, ele cria um novo bicho-papão que assusta com competência e classe. E ainda inclui uma surpresa final, em referência a “Corpo Fechado” (2000).
Nova foto da versão de cinema do terror It evoca cena clássica
A New Line Cinema divulgou uma novo foto da adaptação de “It”, terror clássico de Stephen King, que mostra o palhaço Pennywise dentro de um bueiro. Fãs da minissérie lançada em 1990, com o subtítulo nacional de “Uma Obra-Prima do Medo”, vão reconhecer a importância da cena: o momento em que Pennywise atrai Georgie e termina agarrando o menino. No filme, Pennywise é interpretado por Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) e o elenco incluiu diversos atores jovens, como Finn Wolfhard (série “Stranger Things”), Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”) e o estreante Jackson Robert Scott, que vive o Georgie. Publicado em 1986 e lançado no Brasil com o título “It – A Coisa”, o romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas. A aterrorizante história gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que aparece como um palhaço. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também como adultos. A adaptação foi escrita por Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti, do terror “Mama” (2013). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Relembre abaixo a cena da minissérie recriada na foto.
Novo pôster de Alien: Covenant evoca iconografia do inferno
Refletindo as referências bíblicas reveladas no trailer legendado, o novo pôster de “Alien: Covenant” evoca a iconografia do inferno apresentada em obras como “Paraíso Perdido” (1674), de John Milton, e nas pinturas de Pieter Bruegel, Hieronymus Francken II e, claro, H.R. Giger (criador do design de “Alien”). Continuação de “Prometheus” (2012) e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro” (1979), o filme acompanha a tripulação da nave Covenant (Aliança), formada apenas por casais, que tem a missão de colonizar um planeta considerado um paraíso, sem saber das criaturas infernais que os aguardam. Dirigido Ridley Scott, que realizou tanto “Alien” quanto “Prometheus”, “Alien: Covenant” estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Cinema americano distribui sacos de vômito para o público de terror canibal
Um cinema de Los Angeles resolveu distribuir sacos de vômito para quem for assistir ao terror canibal “Raw” (Grave), lembrando que o filme deixou pessoas passando mal em sua première no Festival de Toronto. “Um dos funcionários tomou a iniciativa de fazer os sacos. Me lembrei que isso costumava ser feito com alguns lançamentos de horror na década de 1970”, disse Mark Valen, programador do cinema Nuart. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Depois disso, o frisson só aumentou. A produção lotou sessões no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia, e venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. “Raw” estreou em 10 de março nos EUA, mas, apesar de ter passado no Festival do Rio, permanece sem previsão de lançamento no Brasil. Protagonizado por Garance Marillier, Raw promete dar que falar durante 2017, sendo de esperar mais iniciativas como esta nos diversos países onde o filme vai ser exibido. Aproveite e veja dois trailers aqui.
Adaptação americana do mangá Death Note ganha teaser com clima de terror
A Netflix divulgou o primeiro teaser e a primeira foto oficial (acima) da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia (abaixo) traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. Caso os dois filmes sejam bem-sucedidos, podem precipitar uma onda de adaptações americanas dos quadrinhos orientais. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente estreou em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto.
Alien: Covenant ganha trailer legendado, que ressalta paralelos bíblicos da sci-fi
A Fox brasileira finalmente divulgou a versão oficial legendada do segundo trailer de “Alien: Covenant”, 20 dias após sua estreia no site oficial da Fox americana. Ao menos, trata-se da edição mais forte, com banho de sangue, cadáveres em carne viva e mais ataques de aliens. De todo modo, as legendas registram uma novidade. O lançamento optou por traduzir “Covenant” nos diálogos, transformando a nave do titulo em “Aliança”. Este detalhe, aliado ao fato de haver apenas casais na nave (arca) e a descrição do planeta a ser colonizado como paraíso, ajudam a ressaltar aspectos importantes que vinham passando batidos: os paralelos bíblicos da história. Continuação de “Prometheus” (2012) e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro” (1979), o filme é estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”), Danny McBride (“É o Fim”), James Franco (“A Entrevista”) e participações de Noomi Rapace e Guy Pearce, que retomam seus personagens de “Prometheus”. Dirigido Ridley Scott, que realizou tanto “Alien” quanto “Prometheus”, “Alien: Covenant” estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
M. Night Shyamalan confirma continuação de Fragmentado
O diretor M. Night Shyamalan veio ao Brasil para lançar seu mais recente sucesso, “Fragmentado”, dois meses após o filme se tornar o terror mais bem sucedido dos últimos anos nos Estados Unidos. Conversando com os jornalistas brasileiros nesta terça (21/3), ele confirmou que está trabalhando na continuação. “Eu já estou escrevendo. Talvez fique pronto até o ano que vem ou mais”, disse ele, que festejou a aceitação do público e a possibilidade de, por conta do filme, poder retomar seu clássico “Corpo Fechado” (2000), filme que os fãs há anos pedem que ele continue. “Quando fiz ‘Corpo Fechado’, senti que o filme era obscuro demais para a época. Hoje a juventude está mais disposta a discutir o que ‘Fragmentado’ propõe”, ele disse, observando que até heróis juvenis como Jack Sparrow e Tony Stark hoje precisam lidar com demônios realistas, como, nos casos, o alcoolismo. “Fragmentado” é uma espécie de continuação de “Corpo Fechado” e chegou a liderar as bilheterias dos EUA por três fins de semana consecutivos. A trama gira em torno de Kevin (James McAvoy, de “X-Men: Apocalipse”), um sujeito que possui 23 personalidades distintas, e uma delas decide sequestrar três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin, enquanto planejam um meio de escapar. Anya Taylor-Joy, do aclamado “A Bruxa”, também está no elenco, além de Haley Lu Richardson (“Quase 18”), Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”), Kim Director (“O Plano Perfeito”) e Sterling K. Brown (minissérie “The People vs O.J. Simpson – American Crime Story”). Desde que estreou em janeiro, “Fragmentado” já arrecadou US$ 136,9 milhões na América do Norte. Trata-se da maior bilheteria de um filme de terror nos últimos quatro anos e a segunda maior de todos os tempos, com apenas US$ 100 mil a menos que o primeiro “Invocação do Mal”, que arrecadou US$ 137 milhões em 2013. O filme estreia nesta quinta (23/3) no Brasil.
Nova série de terror da escritora de True Blood, Midnight, Texas ganha primeiro trailer
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Midnight, Texas”, nova série de terror baseada nos livros da escritora Charlaine Harris, autora da franquia literária “Crônicas de Sookie Stackhouse”, que deu origem à série “True Blood”. A prévia mostra a chegada de um forasteiro misterioso numa cidade em que todos tem segredos. A trama se passa na cidade de Midnight (meia-noite), um lugarejo bastante remoto do Texas, para onde se muda apenas quem busca se esconder, como criminosos, mas também criaturas sobrenaturais. Quando uma das moradoras desaparece, todos são suspeitos. O elenco é repleto de rostos conhecidos da TV, destacando François Arnaud (série “The Borgias”), Arielle Kebbel (série “The Vampire Diaries”), Peter Mensah (série “Spartacus”), Dylan Bruce (série “Orphan Black”), Jason Lewis (“Sex and the City”), Sarah Ramos (série “Parenthood”) e Lora Martinez-Cunningham (“Sicario”). O roteiro foi desenvolvido por Monica Breen (produtora-roteirista de “Agents of SHIELD”) e o piloto tem direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 25 de julho.
Fotos e trailer de The Walking Dead revelam começo da guerra contra Negan
Com apenas mais dois episódios para encerrar a temporada, “The Walking Dead” finalmente começa a esboçar o conflito entre Rick (Andrew Lincoln) e seus aliados contra Negan (Jeffrey Dean Morgan) e os Salvadores. O trailer do próximo episódio revela um avanço furtivo comandando por Rick, ao mesmo tempo em que mostra Tara (Alanna Masterson) de volta à Oceanside e Meg (Lauren Cohan) sondada por um Gregory (Xander Berkeley) traiçoeiro. A conversa entre os dois últimos ainda é explorada num segundo video, que revela mais destalhes da cena do encontro. Também foram divulgadas novas fotos, que confirmam que Sasha (Sonequa Martin-Green) sobreviveu à troca de tiros do final do episódio passado, apenas para se tornar prisioneira de Negan. Intitulado “Something They Need”, o episódio vai ao ar no domingo (26/3), com transmissão no Brasil pelo canal pago Fox. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Cléo Pires vai estrelar filme de terror nacional
A atriz Cléo Pires vai voltar ao terror, após participar da minissérie “Supermax”. Ela vai estrelar o filme “Terapia do Medo”, ao lado de Sérgio Guizé (“Uma Loucura de Mulher”), com roteiro e direção de Roberto Moreira (“Quanto Dura o Amor?”). “Terapia do Medo” traz a história de uma campeã de vôlei de praia que passa por experiências assustadoras e recebe a ajuda de um médico pouco convencional. “É um filme muito mais de medo do que de susto”, conta Luciano Patrick, produtor e co-roteirista do longa, no site da produtora Globo Filmes, que cita influências de filmes americanos como “O Exorcista” (1973), “O Chamado” (1998), “Horror em Amityville” (1979), “O Iluminado” (1980), “Poltergeist” (1982). Interessada por temas que dizem respeito à espiritualidade, Cleo Pires disse ter se apaixonado pela história. Para ela, a trama remete a algumas doutrinas sobre as quais já leu: “(Esse tema) me atrai muito, muito! Acho que a física quântica, que eu amo, fala disso com outros termos. Gosto de conhecer os olhares diferentes sobre a questão; da ciência, do espiritismo, de cada doutrina ou estudo. Cada uma tem um termo, uma representação diferente, mas basicamente falam da mesma coisa, que é energia. Tudo é energia”. As filmagens já estão sendo realizadas em São Paulo e Ilha Bela, mas a estreia ainda não foi marcada.
John Krasinski vai dirigir e estrelar terror com a esposa Emily Blunt
Casados na vida real, John Krasinski (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”) e Emily Blunt (“A Garota no Trem”) vão atuar juntos pela primeira vez na carreira. E será num filme de terror, que só teve um detalhe divulgado: o título “A Quiet Place”. Segundo o site Deadline, a trama foi originalmente escrita pela dupla Scott Beck e Bryan Wood (ambos de “Nighlife”) e, além de atuar, Krasinski também assina uma segunda versão do roteiro e a direção. A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay, que dirigiu Krasinski no drama de guerra “13 Horas – Os Soldados Secretos de Benghazi”. John Krasinski já dirigiu dois filmes indies e este será o primeiro longa de sua carreira como diretor com garantia de distribuição ampla – via Paramount. As filmagens estão previstas para o segundo semestre nos EUA.












