Série teen britânica The End of the F***ing World é renovada para a 2ª temporada
A Netflix e o Channel 4 anunciaram a renovação da série adolescente britânica “The End of the F***ing World” para a 2ª temporada. A atração adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Na 1ª temporada, os dois decidem roubar um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi desenvolvida pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), que voltará a escrever a 2º temporada, e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. Os oito episódios inaugurais “The End of the F**king World” começaram a ser exibidos em outubro do ano passado no Reino Unido e chegaram apenas em janeiro deste ano na plataforma de streaming. O cronograma de estreia da 2ª temporada não foi divulgado.
Insatiable: Série acusada de gordofobia tem pior avaliação crítica da história da Netflix, mas o público gostou
A série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming) e já enfrenta um abaixo-assinado online com mais de 230 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento, conseguiu se tornar a série pior avaliada da história da Netflix, superando a repercussão negativa da 1ª temporada de “Punho de Ferro”. Massacrada pela crítica internacional, conquistou apenas 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nota 23 (de 100) no Metacritic – enquanto “Punho de Ferro” teve, respectivamente, 18% e nota 37. Agora vem o outro lado da questão. Alheio à polêmica politicamente correta, o público médio parece ter gostado da atração. Os mesmos sites citados registram notas bastante elevadas em votação de popularidade, com 78% de aprovação do público no Rotten Tomatoes e nota 7,2 (de 10) dos usuários do Metacritic – superior à avaliação popular de “Punho de Ferro”: 75% e nota 6. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. Se viram até o final da temporada, a série deve ganhar novos episódios. Se abandonaram após o primeiro capítulo, ela deve ser cancelada, para felicidade de quem assinou a petição online.
Criadora de Insatiable diz que campanha “politicamente correta” contra a série é censura
A série “Insatiable” chegou nesta sexta (10/8) na Netflix envolta em polêmicas, após ser acusada de gordofobia e body shaming (humilhação corporal). Apenas a divulgação de seu trailer foi suficiente para inspirar uma petição online, que já atingiu mais de 230 mil assinaturas, pedindo para a plataforma cancelar a produção. A trama acompanha a vingança de uma ex-gordinha, vivida por Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel). Vítima de bullying no colegial, ela decide mudar de dieta, fica glamourosa e vai à forra, num acerto de contas virulento. Cheia de momentos ultrajantes, acabou desagradando quem não viu e não gostou. E a impressão negativa contagiou a crítica. No dia de sua estreia, a série contava com meros 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Agora, a criadora da atração, Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), resolveu contra-atacar, defendendo “Insatiable” por seu potencial de gerar incômodo e comparando a campanha contra a série à censura. “Eu queria cutucar esses assuntos através da comédia. Mas cada um dessas assuntos que os personagens lidam – de distúrbios alimentares ao transtorno dismórfico corporal, sexualidade, a necessidade de validação, o desejo de ser perfeito, doença mental – eu enfrentei cada uma dessas coisas”, revelou Gussis, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Acho que estamos diante de um perigo real de censura se decidirmos que só podemos contar histórias de uma certa maneira para que todos se sintam seguros. Por experiência própria, o crescimento vem de desconforto e dor. Se ouvir essas coisas é desconfortável, eu entendo. São temas sensíveis. A ferida é profunda, mas não acho que a solução é me silenciar ou silenciar outras pessoas. Eu acho que a solução é falar, para que possamos discutir a respeito. É representar a realidade, ao invés de outra versão idealizada da verdade que não seja realista, o que nos mantém ainda mais distantes de ter uma conversa honesta e chegar a uma compreensão mais profunda de nós mesmos”, defende a criadora. Em outras palavras, ignorar o problema não faz o problema sumir. A repórter ainda questionou: “Mas como ajuda mostrar pessoas maltratando outras porque são gordas? A mensagem não deveria ser o contrário, que não se deve tratar mal as pessoas?” “Eu acho que essa é a mensagem da série, sim”, diz Gussis. “Quer dizer, veja o que acontece quando você trata alguém tão mal. Ela se transforma em uma pessoa realmente violenta, com raiva, e cada ação tem uma reação igual e oposta”. E então ela aponta o problema da pergunta, que está na raiz do ataque politicamente correto à produção. “Eu também acho que, na arte, ‘deveria’ é uma palavra muito, muito perigosa. Eu acho que se tentarmos dizer às pessoas como elas devem contar suas histórias, se tentarmos silenciá-las, então estamos fazendo o oposto do que a arte precisa fazer, que é estimular discussões. E eu acho que estamos, como sociedade, chegando muito perto desse perigo de censura. Eu acho que se dissermos às pessoas, e aos artistas especificamente, que você só pode contar uma história de uma certa maneira e você só tem permissão para contar uma história de uma forma que me faça sentir confortável, nós abrimos mão da capacidade de discutir e crescer com essas discussões”, concluiu.
Novo trailer legendado de Para Todos os Garotos que Já Amei segue ciclo de romances teens da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, a mais nova comédia romântica adolescente que continua o grande investimento da plataforma no gênero. Como o fenômeno “A Barraca do Beijo”, trata-se de outra historinha de garota tímida que reluta para se declarar ao crush – no caso, crushes – , até ser empurrada pelo destino, tropeçando pelo constrangimento até chegar ao final feliz inevitável do gênero. Mas, desta vez, a prévia é fofa o suficiente para superar o fato de tudo isso ser bem conhecido. A trama adapta o best-seller juvenil de Jenny Han e traz Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”) como a tímida apaixonada da vez. Sua personagem, Lara Jean Covey, tem a mania de escrever cartas para todos os garotos que ama. Ela nunca pensou em enviá-las, usando a escrita como forma de se consolar por sua falta de iniciativa. Até que, um dia, descobre que todas as cartas foram enviadas – e descobre isso da pior maneira possível, ao levar um fora de um dos endereçados. Semelhanças com “Awkward” à parte – na série da MTV, um blogue privado entrava online e revelava a paixonite da protagonista – , o filme também se diferencia por apostar na diversificação, com uma atriz asiática no papel principal. No livro, a personagem também tem descendência asiática. O elenco ainda destaca Noah Centineo (da série “The Fosters”), Israel Broussard (“A Morte Te Dá Parabéns”), Janel Parrish (série “Pretty Little Liars”), Anna Cathcart (série “Esquadrão Bizarro/Odd Squad”), Emilija Baranac (série “Riverdale”), Andrew Bachelor (“A Babá”), John Corbett (“Casamento Grego”), Madeleine Arthur (série “The Magicians”) e Trezzo Mahoro (série “Van Helsing”). O roteiro é de Sofia Alvarez (da série “Man Seeking Woman”), a direção de Susan Johnson (da comédia indie “Carrie Pilby”) e a estreia está marcada para 17 de agosto.
Petição junta mais de 100 mil pessoas para que Netflix desista de lançar série
O trailer da série “Insatiable”, disponibilizado na semana passada, não agradou nadinha o público americano. A comédia adolescente foi acusada de gordofobia e “body-shaming” — algo como “humilhação corporal” – , porque mostra a atriz Debby Ryan sofrendo bullying por ser gorda, mas avança no tempo para transformá-la em magra, bela e vingativa. A rejeição fez com que mais de 100 mil pessoas assinassem uma petição on-line para que a Netflix desista de lançar a produção. “Por muito tempo, as narrativas falaram às mulheres e jovens garotas impressionáveis que, para ser popular, ter amigos, para se tornar desejada pelo olhar masculino e, em alguma medida, para ser um ser humano de valor, é preciso ser magra”, escreveu Florence, autora da petição, para justificar sua iniciativa. “Ainda temos tempo para impedir que esta série seja lançada e cause a devastação de insegurança nas mentes de jovens meninas que irão pensar que, para serem felizes e valiosas, precisam perder peso.” Ryan, que interpreta a personagem, defendeu “Insatiable” nas redes sociais, dizendo que “se preocupa profundamente” com o modo como os corpos femininos são “humilhados e policiados na sociedade”. “Nos últimos dias, vi quantas vozes são protetoras e potentes sobre os temas que aparecem na história”, escreveu a atriz no Twitter. “Fui atraída pela proposta dessa série sobre o quão difícil e assustador pode ser existir em um mundo com o seu corpo, seja porque você está sendo elogiada ou criticada por seu tamanho. E também sobre como é rezar para ser ignorada porque isso é mais fácil do que ser vista.” “Espero que os fãs esperam e assistam a série antes de julgar”, acrescentou. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” estava sendo desenvolvida na rede CW, que não aprovou o piloto, antes de chegar na Netflix. A prévia disponibilizada pela plataforma é cheia de momentos ultrajantes, no melhor estilo “Heathers” (o filme cultuado também conhecido como “Atração Mortal” no Brasil), chamando a estreia para 10 de agosto. Apesar dos protestos barulhentos, algumas pessoas têm defendido o uso da comédia para lidar com questões como bullying e a pressão pela magreza. De todo modo, vale observar que esta não é a primeira série de comédia sobre o tema produzida neste ano. Lançada em junho pelo canal pago americano AMC, “Dietland” também acompanha uma gordinha (Joy Nash) vítima de body-shaming, que se junta a feministas radicais numa trama mirabolante de vingança. A diferença é que ela não fica magra da noite para o dia.
Insatiable: Debby Ryan vive ex-gordinha com planos de vingança no trailer da nova série teen da Netflix
A Netflix divulgou o pôster, 32 fotos, um teaser e o trailer legendado da série “Insatiable”, que acompanha a vingança de uma ex-gordinha. Vítima de bullying no colegial, ela decidiu mudar de dieta, ficou glamourosa e buscar um treinador de concursos de beleza para virar miss e ir à forra. A prévia é cheia de momentos ultrajantes, no melhor estilo “Heathers” (o filme, não a série aparentemente cancelada). O projeto estava sendo desenvolvido na rede CW, que não aprovou o piloto. Era aparentemente muito controvertido, pelo que o trailer demonstra. E já causa polêmica antes da estreia, acusado de body shaming nas redes sociais. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, Alyssa Milano (de “Charmed” e “Mistresses”) como sua mãe e Dallas Roberts (“The Walking Dead”) como o treinador, além de Christopher Gorham (“Covert Affairs”), Erinn Westbrook (“Awkward.”), Michael Provost (“Em Defesa de Cristo”), Sarah Colonna (“Chelsea Lately”), Kimmy Shields (“Big Little Lies”), Irene Choi (“As Calouras”), Arden Myrin (“Shameless”), James Lastovic (novela “Days of Our Lives”) e Beverly D’Angelo (do cássico “Férias Frustradas”). A 1ª temporada conta com 12 episódios e chega ao streaming em 10 de agosto. Além de “Insatiable”, a Netflix também resgatou o piloto de “Mixtape”, recusado pela Fox.
Famous in Love é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano Freeform oficializou o cancelamento da série “Famous in Love”, estrelada por Bella Thorne, após duas temporadas. Curiosamente, na semana passada a produtora I. Marlene King (a mesma de “Pretty Little Liars”) chegou a negar no Twitter alguns rumores de que a série seria cancelada. Mas não dá mais para esconder que o desempenho não agradou. Vale lembrar que a série demorou a garantir uma 2ª temporada, justamente devido a sua baixa audiência. Mas se a 1ª temporada foi vista ao vivo por cerca de 330 mil telespectadores, a última caiu para 254 mil pessoas, uma das piores médias do canal. Baseada no romance homônimo de Rebecca Serle, “Famous in Love” trazia Thorne como uma jovem universitária que, após passar num teste de elenco para estrelar um grande blockbuster de Hollywood, começa a mudar de comportamento, conforme convive com a fama. Além de sua vida virar um circo midiático, ela ainda precisa lidar com o interesse que desperta nos dois protagonistas de seu filme. O elenco também incluía Niki Koss (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”), Charlie DePew (“O Espetacular Homem-Aranha”), Keith Powers (série “Faking It”), Carter Jenkins (série “The Following”), Perrey Reeves (série “Entourage”), Pepi Sonuga (série “The Fosters”), Mark Valley (série “Human Target”) e Georgie Flores (vista em três “CSI” diferentes). O episódio final foi exibido em 30 de maio nos Estados Unidos.
Trailer revela nova comédia romântica adolescente da Netflix
Quando os algoritmos da Netflix identificam um filão bem sucedido, a plataforma se joga com tudo. A tendência do momento são comédias românticas adolescentes. E trailer e fotos de “Para Todos os Garotos que Já Amei” revelam que a empresa não perde tempo para repetir experiências bem-sucedidas. Como o fenômeno “A Barraca do Beijo”, trata-se de uma nova historinha de garota tímida que reluta para se declarar ao crush – no caso, crushes – , até ser empurrada pelo destino, tropeçando pelo constrangimento até chegar ao final feliz indefectível do gênero. A jovem Lara Jean Covey tem a mania de escrever cartas para todos os garotos que ama. Ela nunca pensou em enviá-las, usando a escrita como forma de se consolar por sua falta de iniciativa. Até que, um dia, descobre que todas as cartas foram enviadas – e descobre isso da pior maneira possível, ao levar um fora de um dos endereçados. Semelhanças com “Awkward” à parte – na série da MTV, um blogue privado entrava online e revelava a paixonite da protagonista – , o filme é baseado num best-seller juvenil e aposta na diversificação ao escalar uma atriz asiática no papel principal: Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”). No livro, a personagem também tem descendência asiática. O elenco ainda destaca Noah Centineo (da série “The Fosters”), Israel Broussard (“A Morte Te Dá Parabéns”), Janel Parrish (série “Pretty Little Liars”), Anna Cathcart (série “Esquadrão Bizarro/Odd Squad”), Emilija Baranac (série “Riverdale”), Andrew Bachelor (“A Babá”), John Corbett (“Casamento Grego”), Madeleine Arthur (série “The Magicians”) e Trezzo Mahoro (série “Van Helsing”). O roteiro é de Sofia Alvarez (da série “Man Seeking Woman”), a direção de Susan Johnson (da comédia indie “Carrie Pilby”) e a estreia está marcada para 17 de agosto.
A Barraca do Beijo é um dos maiores sucessos atuais da Netflix, segundo a Netflix
“‘A Barraca do Beijo’ (The Kissing Booth) é um dos filmes mais assistidos atualmente na Netflix americana e possivelmente no mundo”. A frase foi dita pelo diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, ao site Vulture. A comédia romântica adolescente é baseada no best-seller juvenil homônimo de Beth Reekles, e foi escrito e dirigido por Vince Marcello, que antes fez três telefilmes da franquia de bonecas “American Girl”. Sarandos não ofereceu nenhum dado para comprovar o sucesso da produção, mantendo o segredo que cerca a audiência da plataforma, mas ele citou o site de banco de dados IMDb como um “bom indicador” do que o público vai querer assistir. “[O IMDb é] um bom indicador do que funciona na Netflix, porque são pessoas bastante experientes em rede e com foco em entretenimento que dão feedback”, disse ele. “É melhor que o Rotten Tomatoes”, acrescentou. Ele então apontou que “A Barraca do Beijo” era o quarto filme no ranking de popularidade do IMDb – na quarta-feira (13/5), porém, caiu para o número nove. Mais de 15 mil pessoas avaliaram a produção. Entretanto, a nota média é 6,4. Vale considerar que a pontuação da crítica no Rotten Tomatoes dá apenas de 17% de aprovação para o filme. A trama gira em torno de uma garota que desde bebê tem um grande melhor amigo. A amizade durou tanto porque eles tem um regra: ela não pode namorar o irmão mais velho dele. Só que o cara é irresistível e começa a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula cresceu. Química e atração Física acabam complicando a Matemática desta relação de high school. Logicamente, os planos de esconder o relacionamento não dão certo, rendendo comédia e drama ao mesmo tempo. O elenco inclui Joey King (“O Ataque”, “7 Desejos”) como a protagonista, Joel Courtney (“Pacto Maligno”) como o melhor amigo e Jacob Elordi (“Swinging Safari”) como o galã adolescente mais velho. Mas o destaque não é para nenhum adolescente atual e sim para uma antiga adolescente, Molly Ringwald como a mãe de Joey King. A eterna “Garota de Rosa-Shocking” (1986) virou a mãe favorita de todo diretor de casting que faz produção do gênero – e atualmente vive a mãe de Archie na série “Riverdale”.
Rise: Série musical com revelações de Moana e Stranger Things é cancelada
A rede NBC cancelou a série musical “Rise” em sua 1ª temporada. A atração de temática edificante vinha registrando uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 0,85 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. “Rise” é baseada numa história real – narrada no livro “Drama High” – e traz o ator Josh Radnor (“How I Met Your Mother”) como um professor que afeta a vida de adolescentes de uma escola deteriorada, ao recuperar o departamento de teatro da instituição. O elenco também inclui Auli’i Cravalho (dubladora de “Moana”, em seu primeiro papel de carne e osso), Shannon Purser (a Barb de “Stranger Things”), a veterana Rosie Perez (“Segurando as Pontas”) e alguns jovens estreantes, como Ellie Desautels, Erin Kommor, Sergio King e Damon J. Gillespie. A trama foi desenvolvida por Jason Katims, que criou “Friday Night Lights”, cultuadíssima série que também se passava no colegial. Além dele, a produção contava com a dupla Flody Suarez e Jeffrey Seller, do fenômeno musical da Broadway “Hamilton”. O último episódio da série será exibido na terça (15/5) nos Estados Unidos.
The Kissing Booth: Comédia romântica teen com a eterna Garota de Rosa-Shocking ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos de “The Kissing Booth”, comédia romântica adolescente com clima de Sessão da Tarde clássica, que recebeu o título “A Barraca do Beijo” no Brasil. A trama gira em torno de uma garota que desde bebê tem um grande melhor amigo. A amizade durou tanto porque eles tem um regra: ela não pode namorar o irmão mais velho dele. Só que o cara é irresistível e começa a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula cresceu. Química e atração Física acabam complicando a Matemática desta relação de high school. Logicamente, os planos de esconder o relacionamento não dão certo, rendendo comédia e drama ao mesmo tempo. O elenco inclui Joey King (“O Ataque”, “7 Desejos”) como a protagonista, Joel Courtney (“Pacto Maligno”) como o melhor amigo e Jacob Elordi (“Swinging Safari”) como o galã adolescente mais velho. Mas o destaque não é para nenhum adolescente atual e sim para uma antiga adolescente, Molly Ringwald como a mãe de Joey King. A eterna “Garota de Rosa-Shocking” (1986) virou a mãe favorita de todo diretor de casting que faz produção do gênero – e atualmente vive essa tendência à maternidade de uma nova geração na série “Riverdale”. Adaptação do best-seller juvenil de Beth Reekles, “A Barraca do Beijo/The Kissing Booth” foi escrito e dirigido por Vince Marcello, que antes fez três telefilmes da franquia de bonecas American Girl. Este é o primeiro filme em que ele foca garotas mais velhas, que já não brincam de bonecas. A estreia acontece em 11 de maio na plataforma de streaming.
Doce Argumento: Nova comédia teen da Netflix ganha pôster, fotos e trailer
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer da comédia teen “Doce Argumento” (ou Candy Jar, no original). A prévia resume praticamente o filme inteiro, mostrando dois alunos brilhantes do ensino médio que são rivais do clube de debate da escola e não conseguem concordar em nada. Mas quando são inscritos no campeonato estadual de debate, eles são forçados a trabalhar juntos e descobrem que têm mais em comum do que imaginavam. Os jovens Jacob Latimore (série “The Chi”) e Sami Gayle (série “Blue Bloods”) interpretam os dois protagonistas, enquanto Uzo Aduba (série “Orange is the New Black”) e Christina Hendricks (série “Good Girls”) vivem suas mães zelosas. O elenco ainda inclui Helen Hunt (série “Mad About You”), Tom Bergeron (apresentador de “Dancing with the Stars”) e Tracey Bonner (série “Black Lighting”). A direção é de Ben Shelton (série “The Daly Show”) e a estreia está marcada para sexta (27/4) em streaming.
Dude: Comédia teen com atriz de Pretty Little Liars ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da comédia “Dude – A Vida é Assim”, filme de garotas colegiais. Mais ocupada das ex-integrantes da série “Pretty Little Liars”, Lucy Hale (que também está no terror “Verdade ou Desafio” e na nova série “Life Sentence”) estrela a produção, consumindo muita maconha, exortando a anatomia masculina e fazendo planos para o futuro, em conversas de virar a noite com suas melhores amigas para sempre. A prévia é divertida, mas também aborda o que costuma acontecer com os melhores planos, quando a graduação se aproxima para separar aquelas que eram inseparáveis. O bom elenco teen inclui Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Awkwafina (do vindouro “Oito Mulheres e um Segredo”) e Kathryn Prescott (série “Finding Carter”) como as amigas e ainda Alex Wolff (“Jumanji – Bem-Vindo à Selva”) e Austin Butler (série “The Shanara Chronicles”). Para completar, há os adultos Brooke Smith (série “Grey’s Anatomy”), Colton Dunn (série “Superstore”), Jack McBrayer (série “30 Rock”), Claudia Doumit (série “Timeless”), Michaela Watkins (série “Casual”), Esther Povitsky (série “Crazy Ex-Girlfriend”), Ian Gomez (série “Supergirl”) e Nora Dunn (série “Entourage”). “Dude” marca a estreia na direção da roteirista Olivia Milch, que escreveu “Oito Mulheres e um Segredo”, e chega em 20 de abril na plataforma de streaming.









