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    Wayward Pines: Primeiro vídeo da 2ª temporada adianta diversos detalhes da produção

    27 de março de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou o primeiro vídeo da 2ª temporada de “Wayward Pines”. A prévia revela os bastidores da produção, introduz novos personagens e confirma quem voltará na série, com todas as explicações ancoradas pelo escritor Blake Crouch, criador do livro em que a temporada inaugural foi baseada. Crouch confirma que toda a história literária foi contada na 1ª temporada, concebida como uma minissérie completa, mas que o sucesso de público e crítica fez com que ele, o escritor Chad Hodge (série “The Playboy Club”) e o cineasta M. Night Shyamalan (“A Visita”) discutissem o que poderia acontecer se a trama continuasse. Satisfeitos com as ideias, os três conceberam uma forma de retomar a trama, que terá início logo após os eventos apresentados no final original, com os moradores de Wayward Pines vivendo sob regras ainda mais radicais, implantadas pelos adolescentes da “Primeira Geração”. A prévia, por sinal, estabelece que está em vigor uma lei marcial e ainda faz analogias entre os jovens uniformizados que comandam o local com a juventude nazista. Entre os atores que voltarão, foram nominalmente confirmados Charlie Tahan (Ben Burke), Shannyn Sossamon (Theresa Burke), Carla Gugino (Kate Hewson) e Hope Davis (Megan Fisher), que não morreu no último capítulo, mas ficou ferida. A Fox, por sua vez, confirmou o retorno de vários outros atores, muitos dos quais interpretaram personagens que não sobreviveram, o que pode sugerir flashbacks. E, para o lugar do protagonista Matt Dillon, a produção escalou Jason Patric (“Os Perdedores”), que dará vida ao Dr. Theo Yedlin, um novo residente da cidade congelada no tempo, que é despertado em meio à nova realidade. Outras novidades no elenco incluem Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Kacey Rohl (série “The Magicians”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Nimrat Kaur (série “Homeland”), Tom Stevens (série “Cedar Cove”) e Michael Garza (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”). A trama original iniciou como um suspense sinistro, com a chegada do agente do Serviço Secreto Ethan Burke (Matt Dillon) ao vilarejo de Wayward Pines, em busca de dois agentes federais desaparecidos (um deles era a personagem de Gugino). Ele logo descobre que os moradores da cidade vivem sob vigilância e são impedidos de partir. Mas, conforme investiga, descobre que nada era o que parecia. O mistério, na verdade, escondia uma sci-fi apocalíptica, passada no futuro, no qual a pitoresca Wayward Pines era tudo o que restava da humanidade. As reviravoltas inesperadas, com direito a mudança de gêneros, estrearam diante de 3,7 milhões de telespectadores no verão americano de 2015 e não perderam público. Ao contrário, os últimos episódios foram assistidos por mais de 4 milhões de pessoas ao vivo, sintonia elevada para o período de férias. A continuação tem estreia marcada para 25 de maio nos EUA. E, como a Fox vem fazendo com os carros-chefes de sua programação, é bastante provável que a exibição aconteça simultaneamente no Brasil.

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    Águas Rasas: Blake Lively é atacada por tubarão em trailer legendado de suspense

    19 de março de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o pôster e o primeiro teaser legendado do suspense “Águas Rasas” (The Sallows), estrelado por Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”). A prévia mostra a situação tensa da surfista vivida por Lively, que, após um acidente no mar, vê-se isolada num pequeno recife, enquanto um grande tubarão bloqueia sua fuga para a costa. Para piorar, a maré está subindo. Escrito por Anthony Jaswinski (“Mistério da Rua 7”) e dirigido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), “Águas Rasas” ainda conta em seu elenco com Óscar Jaenada (“Cantinflas: A Magia da Comédia”) e a estreante Sedona Legge. A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil.

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    Mundo Cão faz suspense com Lázaro Ramos assustador

    19 de março de 2016 /

    Uma pena que certos lançamentos brasileiros, por não terem um apelo tão popular quanto as “globochanchadas”, estejam sendo tratados como vira-latas: é uma semana em cartaz e rua! Tende a ser o caso de “Mundo Cão”, o retorno à boa forma de Marcos Jorge, até hoje mais lembrado pelo ótimo “Estômago” (2007). No novo filme, Jorge retoma a parceria com Lusa Silvestre, roteirista de seu longa de estreia, numa trama bem construída. Claro que, quem esperar algo tão bom quanto “Estômago” pode se desapontar, mas a força de “Mundo Cão”, sua eficiência como suspense e o desempenho espetacular do elenco são inegáveis. O filme começa apresentando Nenê, personagem de Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”), um sociopata que agencia máquinas eletrônicas de bingo de bar e que usa seus cachorros adestrados para impor medo. E é por causa do que acontece com um de seus cães que Nenê entra na vida de Santana, vivido por Babu Santana (“Tim Maia”), empregado de uma empresa prestadora de serviços ao Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. Nenê quer vingança após um de seus cães, capturado pela carrocinha, ser sacrificado. A história também apresenta a família de Santana, que é um homem simples casado com Dilza (Adriana Esteves, de “Real Beleza”), evangélica que confecciona calcinhas para ajudar nas despesas da casa e que cuida de dois filhos, uma moça surda-muda e um garotinho que quer torcer pelo Palmeiras, para tristeza do pai corinthiano. Toda essa família acabará prejudicada pelo encontro fatídico entre Nenê e Santana. Saber isso da trama já é mais do que suficiente. Como há reviravoltas, qualquer outra revelação pode estragar as surpresas do filme – independente de serem ou não previsíveis. A construção do personagem de Lázaro Ramos é um dos pontos altos da produção. Em alguns momentos, ele beira o grotesco, mas de vez em quando se manifesta com alguns tons de cinza, principalmente nos momentos em que contracena com o filho de Santana, o que permite que deixe de ser meramente um antagonista. É um papel sob medida para Ramos se provar um dos grandes atores do cinema brasileiro contemporâneo. A moça que faz a filha (Thainá Duarte, da novela “I Love Paraisópolis”) também vai ganhando força ao longo da narrativa, configurando-se numa bela revelação. Já a personagem evangélica de Adriana Esteves, por outro lado, é bem caricata. Mas apesar dos desempenhos, fica a impressão de que o filme poderia resultar bem melhor, especialmente após mostrar situações capazes de deixar o espectador paralisado. Em parte por conta de uma indecisão estilística, entre seguir o suspense até o limite ou buscar alívio pela comédia. De todo modo, trata-se de um trabalho eficiente, preocupado em amarrar os menores detalhes que servirão para a conclusão de sua trama.

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    Green Room: Patrick Stewart aterroriza banda punk em trailer tenso de suspense

    19 de março de 2016 /

    O estúdio A24 divulgou um novo pôster e trailer do suspense “Green Room”. Diferente do vídeo anterior, a prévia é toda picotada, enfatizando a tensão, por meio de gritos, e a participação de Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que surge ameaçador, como mentor de um grupo de skinheads. O filme acompanha o drama de bastidores de um show de punk rock. Após testemunhar um assassinado, os músicos se trancam no camarim (“green room”, em inglês), enquanto skinheads violentos tentam matá-los. O elenco inclui Anton Yelchin (“Star Trek”), Imogen Poots (“A Hora do Espanto”), Alia Shawkat (série “Arrested Development”), Callum Turner (“Queen and Country”), Joe Cole (série “Peaky Blinders”), Macon Blair (“Blue Ruin”) e Mark Webber (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”). Escrito e dirigido por Jeremy Saulnier (do elogiado suspense “Blue Ruin”), “Green Room” foi exibido em vários festivais, inclusive no Rio, e estreia em 15 de abril nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento comercial no Brasil.

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  • Série

    Maioria do elenco original retornará para 2ª temporada de Wayward Pines

    8 de março de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou a data de estreia e o elenco da 2ª temporada de “Wayward Pines”, que trará de volta a maioria dos atores dos capítulos iniciais. As gravações já começaram em Vancouver, no Canadá, revelou a atriz Carla Gugino em seu Instagram (veja abaixo). Ela é uma das intérpretes que retorna à produção, após sua personagem, a ex-agente federal Kate Hewson, sobreviver ao massacre da 1ª temporada. Entretanto, no salto temporal de três anos do epílogo final, o público descobriu que ela foi congelada, criogenicamente, pela “Primeira Geração”. O segundo ano de “Wayward Pines” terá início logo após esses eventos, com os moradores do lugarejo vivendo sob regras ainda mais radicais, implantadas pelos adolescentes da “Primeira Geração”. A Fox confirmou o retorno de vários outros atores, muitos dos quais interpretaram personagens que não sobreviveram, o que pode sugerir flashbacks. A lista de participações inclui Hope Davis (Megan Fisher), Toby Jones (Dr. Jenkins/David Pilcher), Shannyn Sossamon (Theresa Burke), Tim Griffin (Adam Hassler), Charlie Tahan (Ben Burke), Melissa Leo (Enfermeira Pam) e Tom Stevens (Jason Higgins). E, para o lugar do protagonista Matt Dillon, a produção escalou Jason Patric (“Os Perdedores”), que dará vida ao Dr. Theo Yedlin, um novo residente da cidade congelada no tempo, que é despertado em meio à nova realidade. Outras novidades no elenco incluem Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Kacey Rohl (série “The Magicians”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Nimrat Kaur (série “Homeland”), Tom Stevens (série “Cedar Cove”) e Michael Garza (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”). A trama original iniciou como um suspense sinistro, com a chegada do agente do Serviço Secreto Ethan Burke (Matt Dillon) ao vilarejo de Wayward Pines, em busca de dois agentes federais desaparecidos (um deles era a personagem de Gugino). Ele logo descobre que os moradores da cidade vivem sob vigilância e são impedidos de partir. Mas, conforme investiga, descobre que nada era o que parecia. O mistério, na verdade, escondia uma sci-fi apocalíptica, passada no futuro, no qual a pitoresca Wayward Pines era tudo o que restava da humanidade. As reviravoltas inesperadas, com direito a mudança de gêneros, estrearam diante de 3,7 milhões de telespectadores no verão americano de 2015 e não perderam público. Ao contrário, os últimos episódios foram assistidos por mais de 4 milhões de pessoas ao vivo, sintonia elevada para o período de férias. Entretanto, toda a história original, baseada no best-seller “Pines”, de Blake Crouch, foi contada na temporada inaugural. Isto porque a produção foi concebida como minissérie. Seu sucesso, porém, levou a Fox a sondar o produtor da atração, o cineasta M. Night Shyamalan (“A Visita”), que teve várias reuniões com o roteirista e criador da adaptação, Chad Hodge (série “The Playboy Club”), para imaginar a continuação. O resultado será visto em breve na televisão, com estreia marcada para 25 de maio nos EUA. Kate coming to life. ? @waywardpines #hairandmakeup #onlocation #Vancouver ? Uma foto publicada por Carla Gugino (@carlagugino) em Mar 2, 2016 às 2:29 PST

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  • Filme

    Estreia de Afonso Poyart em Hollywood, Presságios de um Crime sofre com roteiro fraco

    4 de março de 2016 /

    Gostando ou não gostando de “2 Coelhos” (2012), o filme de estreia de Afonso Poyart convenceu Hollywood que ele poderia dirigir uma produção americana estrelada por Anthony Hopkins (“Thor”). E o brasileiro teve mesmo que mostrar serviço, diante do roteiro problemático de “Presságios de um Crime”, que ele driblou repetindo alguns truques do filme anterior – como o uso da imagem congelada. “Presságios de um Crime” segue um filão do suspense que vinha migrando para a TV nos últimos anos, os thrillers envolvendo assassinos seriais. A trama apresenta uma dupla de agentes do FBI, vividos por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”) e Abbie Cornish (“RoboCop”), que buscam a ajuda de um médium que costumava auxiliar a polícia em alguns casos especiais. O problema é que o tal médium, John Clancy (Anthony Hopkins), está passando por um momento de clausura desde que a sua filha morreu, em consequência de uma leucemia. Mas, como o roteiro é óbvio, jamais resta dúvida de que ele irá sair da toca para prestar auxílio aos policiais, vendo na detetive vivida por Abbie Cornish uma semelhança com a filha morta. É importante dizer que em nenhum momento o filme coloca em dúvida os dons de Clancy. Eles surgem em flashes do passado e do futuro, em imagens tão rápidas quanto em videoclipes, também como uma forma de antecipar eventos e criar um suspense sobre o que pode acontecer. A busca pelo médium é um sintoma de como o FBI está atônito diante do crescente número de vítimas do assassino serial, que usa um objeto perfurante, sem deixar pistas sobre o que motivaria e o que ligaria suas vítimas. E o filme se mantém firme enquanto caça o assassino – que também tem “superpoderes”, um dom de prever o futuro. Os problemas, na verdade, só começam quando o personagem de Colin Farrell (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”) materializa-se em cena. O assassino não é bem delineado (na verdade, é apenas um rascunho) e isso se percebe logo em sua primeira aparição, assim como na pressa do filme em explicar as suas motivações. Ao menos, a conclusão ainda inclui uma boa cena-chave e incentiva alguma reflexão sobre a questão da eutanásia, de um ponto de vista mais amplo. Também contam pontos algumas reviravoltas, que, entretanto, nem sempre tem execução satisfatória. A culpa do roteiro fraco, porém, não é de Poyart.

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    Para Minha Amada Morta: Suspense brasileiro premiado ganha fotos e seu primeiro trailer

    4 de março de 2016 /

    A Vitrine Filmes e a Grafo Audiovisual divulgaram as fotos, o pôster e o trailer do suspense nacional “Para Minha Amada Morta”, primeiro longa de ficção de Aly Muritiba (documentário “A Gente”). Com clima tenso e inquietante, a prévia gira em torno de um viúvo (Fernando Alves Pinto, de “A Floresta que se Move”), que cuida de seu filho pequeno e ainda sente saudades de sua esposa, vendo e revendo gravações em vídeo da amada morta. Até que encontra um VHS desconhecido, em que a mulher aparece transando com outro homem. A descoberta lhe desperta ódio, sentimento de traição e desejo de vingança, levando-o rapidamente a descobrir a identidade do estranho e a se infiltrar em sua família, planejando seduzir a esposa e a filha do rival. O elenco também inclui Giuly Biancato (“Gol a Gol”) como a filha mais velha e o estreante Lourinelson Vladmir como o amante, ambos premiados como coadjuvantes no Festival de Brasília do ano passado. “Para Minha Amada Morta” venceu ao todo seis prêmios oficiais do Festival de Brasília, incluindo Melhor Direção, além do troféu Silver Zenith (segundo melhor filme de estreante) no Festival de Montreal de 2015. A estreia está marcada para 31 de março.

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    Amy Adams vai estrelar nova adaptação da autora de Garota Exemplar

    21 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Amy Adams (“Trapaça”) vai estrelar a adaptação do romance “Objetos Cortantes”, primeiro livro escrito por Gillian Flynn, que já teve dois best-sellers filmados, “Garota Exemplar” (2014) e “Lugares Escuros” (2015). O detalhe é que, desta vez, a adaptação será realizada para a televisão. Quando o projeto foi anunciado em 2014, a intenção do estúdio Blumhouse era produzir uma série, mas desde então “Sharp Objects” (o título original) ganhou status cinematográfico, com a entrada do cineasta Jean-Marc Vallee (“Clube de Compras Dallas”) em sua produção. Vallee também vai assinar a direção do piloto/telefilme. Não está claro, a esta altura, qual será o formato da atração, que está sendo negociada com vários interessados em sua exibição. Publicado em 2006, o livro acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Marti Noxon, veterana da série “Buffy – A Caça-Vampiros”, que também passou por “Mad Men” antes de emplacar uma das melhores surpresas do ano passado, a série “UnReal”. Amy Adams, que iniciou sua carreira aparecendo em “Buffy”, “Charmed”, “That ’70s Show” e outras séries do ano 2000, não participava de uma produção televisiva há uma década, desde que levou um fora de Jim (John Krasinski) num episódio de “The Office” de 2006. Acumulando sucessos no cinema desde então, ela será vista a seguir em “Batman vs Superman – A Origem da Justiça”, que estreia em 24 de março no Brasil.

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    Presságios de um Crime: Veja uma cena da estreia de Afonso Poyart em Hollywood

    21 de fevereiro de 2016 /

    A Diamond divulgou uma cena legendada de “Presságios de um Crime” (Solace), suspense que marca a estreia do diretor brasileiro Afonso Poyart (“2 Coelhos”) em Hollywood. A prévia acompanha uma conversa entre o agente do FBI vivido por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”) e um velho conhecido, o médium vivido por Anthony Hopkins (“Thor”), que, a princípio se recusa a saber de informações sobre uma investigação criminal em curso, mas demonstra seus poderes ao antecipar a chegada de outra agente, vivida por Abbie Cornish (“RoboCop”). Na trama, o FBI busca auxílio do médium para caçar um serial killer. O problema é que o assassino (Colin Farrell, de “Sete Psicopatas e um Shih Tzu”) está sempre à frente das investigações, pois também possui poderes psíquicos. A história de Sam Bailey (“Tron: O Legado”) e Ted Griffin (“Onze Homens e um Segredo”) teria passado por várias revisões nas mãos de roteiristas como Peter Morgan (“A Rainha”) e James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”), mas a dupla original é a única oficialmente creditada pelo roteiro. “Presságios de um Crime” estreia na quinta (25/2) no Brasil, cinco meses após o lançamento no Reino Unido e sete meses antes da previsão para os EUA – tamanho espaçamento não costuma ser o melhor dos sinais.

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    O Quarto de Jack materializa uma enxurrada emocional de tensão e maravilhamento

    20 de fevereiro de 2016 /

    “O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson, é desses filmes que causam comoção em diversos momentos. É um filme pequeno que se agiganta com seu tema forte e pesado, com as interpretações inspiradas da bela e talentosa Brie Larson (“Como Não Perder Essa Mulher”) e do garotinho Jacob Tremblay (“Mamãe Precisa Casar”), e com cenas que transmitem impotência, claustrofobia e indignação. Ao mesmo tempo, exalta a beleza e a grandeza do mundo, esse mundo tão desconhecido dos olhos e da cabeça do pequeno Jack. A princípio, especialmente se o espectador não se deixou levar pela tentação de ver o trailer ou ler qualquer crítica, a trama desperta inquietação por manter obscuro o motivo de a mãe vivida por Brie Larson e o pequeno Jack viverem sozinhos e trancados em um quarto minúsculo, sem saírem para lugar algum. Mas as respostas vêm em breve, assim como uma série de outros sentimentos perturbadores, causados pela raiva, urgência pela liberdade e sede de justiça. Lenny Abrahamson (“Frank”) poderia muito bem ter optado por uma janela de aspecto mais fechada, a fim de tornar aquele espaço pequeno ainda menor, mas ele foi na direção oposta, com o scope, dando àquele espaço uma relativa grandeza na cabeça de Jack, que nunca conheceu outro lugar em seus cinco anos de vida. Demora um pouco para ele aceitar, por exemplo, que aquilo que vê na televisão velha e com má sintonia não é mágica, mas pessoas de verdade que existem em um mundo do outro lado daquelas paredes. Trata-se de uma clara alusão ao mito da caverna de Platão. Uma vez que fica difícil escrever sobre “O Quarto de Jack” sem entregar alguns spoilers, o conselho para os leitores é pararem por aqui e correrem para o cinema, para assistirem a um dos grandes filmes do ano. Já os que pretendem refletir mais sobre a trama, podem considerar resumir a obra em dois momentos distintos: antes e depois do quarto do título. Isto serve tanto para a jornada dos personagens quanto para a experiência cinematográfica dos espectadores. Não se trata, que fique claro, de um mero filme sobre sequestro, fuga e final feliz. Além de conseguir envolver o público no plano da mãe e incluir grande carga de suspense no momento da fuga do garotinho, o longa tem cenas de tirar a respiração. Uma das mais lindas capta o olhar de Jack ao ver pela primeira vez o céu azul. Além disso, a trama também permite ao espectador acompanhar o que acontece com os personagens depois disso. As cicatrizes e os traumas daqueles anos confinados gerarão ainda muito interesse na segunda parte do filme, com a difícil readaptação à vida normal, tanto para o garoto quanto para sua mãe, que precisou ser forte pelo garotinho de cabelos longos, mas ele também representou o principal motivo de ela querer sobreviver dentro daquela situação hedionda. O segundo ato é tão bom quanto o primeiro, trazendo ainda mais cenas comoventes, entre elas a relação de Jack com a avó (Joan Allen, de “O Legado Bourne”) e o modo como a mãe de Jack cai em depressão ao se ver diante daquele mundo que os acolhe, mas que também procura tirar proveito de sua experiência perturbadora de aprisionamento e abuso sexual. O drama é baseado em um romance da escritora irlandesa-canadense Emma Donaghue, que tem um histórico interessante de livros sobre personagens femininas fortes. Dois de seus livros receberam prêmios especiais de ficção lésbica. E se “O Quarto de Jack” não possui marcas de lesbianismo, tem um forte apelo feminino, ao mostrar a personagem de Brie como uma mulher que recusa, com toda a razão, a ideia de que Jack seja produto da ação de um estuprador, mas sim que seja o garoto dela, e só dela. Esta declaração, inclusive, é um dos momentos mais fortes deste filme sensível e doloroso. Revelada ainda criança em sitcoms televisivos, Brie Larson já merecia reconhecimento por “Temporário 12” (2013), drama indie premiadíssimo e negligentemente ignorado pela Academia. Em compensação, por seu desempenho no filme atual, vem acumulando prêmios, como o BAFTA, o Globo de Ouro, o Critics Choice e o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores), além de disputar como favorita o Oscar de Melhor Atriz.

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    Colonia: Novo trailer traz Emma Watson convertendo-se a uma seita sinistra

    19 de fevereiro de 2016 /

    A Screen Media Films divulgou o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). Diferente das anteriores, a prévia se foca na conversão da personagem de Watson numa estranha seita, comandada por um nazista(Michael Nyqvist, de “Missão Impossível – Protocolo Fantasma”) exilado no Chile nos anos 1970, e a forma como ele usa brutalidade para controlar seus seguidores, ao mesmo tempo em que revela as segundas intenções da jovem, que visa usar a seita como forma de reencontrar seu namorado (Bhrul), “desaparecido” durante o golpe militar chileno. Baseada em fatos verídicos, o filme tem direção do alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”) e estreou na quinta (18/2) na Alemanha. A produção só chega aos cinemas americanos em abril, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    O Escaravelho do Diabo: Adaptação do clássico de mistério juvenil ganha primeiro trailer

    19 de fevereiro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “O Escaravelho do Diabo”, adaptação do clássico da literatura de mistério juvenil. A prévia resume a trama, mostrando como o cotidiano de um menino (Thiago Rosseti) é afetado pelo assassinato de seu irmão mais velho. Enquanto a polícia permanece sem suspeitos, a criança junta as peças do quebra-cabeças, a partir do terrível inseto do título, que as vítimas de um serial killer obcecado por ruivos recebem antes de morrer. O vídeo também revela algumas opções curiosas da produção, alternando de forma radical o tom de algumas cenas, que vão da comédia infantil (a paixonite do protagonista) ao terror adulto (a tatuagem à “Dragão Vermelho” do assassino). A confusão pode ser resultado de uma iniciativa tomada durante a adaptação. No icônico livro de Lúcia Machado de Almeida, best-seller da coleção Vaga-Lume nos anos 1970, o protagonista é um jovem adulto, mas o diretor Carlo Milani (novela “Além do Horizonte”), que faz sua estreia no cinema, optou por transformá-lo em um pré-adolescente de 13 anos. Além do estreante Thiago Rosseti, o elenco inclui Marcos Caruso (“O Diário de Tati”), Jonas Bloch (“O Outro Lado do Paraíso”), Lourenço Mutarelli (“Que Horas Ela Volta?”), Celso Frateschi (minissérie “José do Egito”), Selma Egrei (“Hoje Eu Quero Voltar Sonho”) e a menina Bruna Cavalieri. “O Escaravelho do Diabo” tem estreia prevista para o dia 14 de abril.

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    Margot Robbie vai estrelar suspense noir

    19 de fevereiro de 2016 /

    Margot Robbie vai estrelar suspense noir “Terminal”, escrito e dirigido por Vaughn Stein, que fará sua estreia como diretor principal, após servir como assistente de produções como “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), “Branca de Neve e o Caçador” (2012), “Guerra Mundial Z” (2013) e “A Garota Dinamarquesa” (2015). A trama segue dois matadores, que embarcam em uma missão suicida para um empregador misterioso, disposto a pagar um alto salário. Ao longo do caminho, o par improvável descobre que uma mulher dinâmica chamada Annie (Robbie) pode estar mais envolvida no negócio do que eles inicialmente suspeitavam. Robbie será vista a seguir na comédia “Whiskey Tango Foxtrot”, que estreia em 5 de maio no Brasil, na aventura “A Lenda de Tarzan”, marcado para 21 de julho, e na adaptação de quadrinhos “Esquadrão Suicida”, prevista para 4 de agosto.

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