PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Kristen Stewart e Chloë Sevigny estrelarão filme sobre a famosa assassina Lizzie Borden

    29 de maio de 2016 /

    As atrizes Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) e Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vão estrelar um filme de época sobre uma das mais famosas assassinas americanas, que jamais foi condenada. Trata-se do suspense “Lizzie Borden”, que, segundo o site da revista Variety, será dirigido por Craig William Macneill (do terror “O Garoto Sombrio”). “Lizzie Borden” vai contar a história da personagem-título, supostamente responsável pelo brutal assassinato de sua família à machadadas em 1892. Sevigny viverá a personagem-título, descrita na sinopse como uma mulher pacata que busca a liberdade longe do pai dominador. Ela encontra uma simpática parceira em Bridget Sullivan (Kristen Stewart), empregada que trabalha para a família. A partir daí tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos EUA. O caso virou lenda urbana e entrou na cultura pop americana, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Entre as diversas atrizes que já interpretaram Lizzie Borden estão Elizabeth Montgomery (estrela da série clássica “A Feiticeira”) e Christina Ricci (“O Cavaleiro sem Cabeça”), que estrelou um telefilme e uma série recentes no canal pago americano Lifetime – respectivamente, “Lizzie Borden Took an Ax” (2014) e “The Lizzie Borden Chronicles” (2015).

    Leia mais
  • Série

    Wayward Pines: Veja fotos e 10 comerciais da 2ª temporada

    24 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou fotos, o pôster e 10 comerciais da 2ª temporada de “Wayward Pines”, que introduzem o novo protagonista, vivido por Jason Patric (“Os Perdedores”), e confirmam o retorno de vários integrantes da trama original. A prévia também mostra os moradores de Wayward Pines vivendo sob regras ainda mais radicais, implantadas pelos adolescentes da “Primeira Geração”, uniformizados como a juventude nazista, sob orientação da professora Megan Fisher (Hope Davis), que sobreviveu com sequelas ao desfecho da temporada anterior. Entre os atores que estão de volta, também é possível identificar Charlie Tahan (Ben Burke), Shannyn Sossamon (Theresa Burke), Carla Gugino (Kate Hewson) e até Terrence Howard (Xerife Pope), dado como morto na 1ª temporada. Mas apenas Hope Davis é representada nas fotos oficiais, ao lado das outras novidades no elenco, que ainda incluem Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Kacey Rohl (série “The Magicians”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Nimrat Kaur (série “Homeland”), Tom Stevens (série “Cedar Cove”) e Michael Garza (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”). A trama original iniciou como um suspense sinistro, com a chegada do agente do Serviço Secreto Ethan Burke (Matt Dillon) ao vilarejo de Wayward Pines, em busca de dois agentes federais desaparecidos (um deles era a personagem de Gugino). Ele logo descobre que os moradores da cidade vivem sob vigilância e são impedidos de partir. Mas, conforme investiga, descobre que nada era o que parecia. O mistério, na verdade, escondia uma sci-fi apocalíptica, passada no futuro, no qual a pitoresca Wayward Pines era tudo o que restava da humanidade. As reviravoltas inesperadas, com direito a mudança de gêneros, estrearam diante de 3,7 milhões de telespectadores no verão americano de 2015 e não perderam público. Ao contrário, os últimos episódios foram assistidos por mais de 4 milhões de pessoas ao vivo, sintonia elevada para o período de férias. A continuação tem estreia marcada para esta quarta (25/5) nos EUA. E terá exibição praticamente simultânea no Brasil no canal pago premium Fox1.

    Leia mais
  • Filme

    Cannes: Diretor de A Separação usa violência sexual como parábola do Irã moderno

    21 de maio de 2016 /

    Último filme exibido na competição do Festival de Cannes, “The Salesman” (Forushande), do iraniano Asghar Farhadi, também se foca na violência sexual contra uma personagem feminina. Mas num contexto completamente diferente do elogiado “Elle”, de Paul Verhoeven. O novo drama do diretor de “A Separação” (2011), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e de “O Passado” (2013), que rendeu à Bérénice Bejo o prêmio de melhor atriz em Cannes, volta a falar sobre os dilemas morais do Irã moderno. O fio condutor é uma história de mistério e vingança, que envolve um casal de atores de uma montagem local da peça “A Morte do Caixeiro Viajante” de Arthur Miller. Após serem forçados a abandonar seu prédio devido a uma obra, Emad (Shahab Hosseini) e Rana (Taraneh Alidoosti) se mudam temporariamente para um apartamento no centro de Teerã, antes ocupado por uma moradora de comportamento “promíscuo”. Certa noite, o lugar é invadido e a mulher é atacada enquanto toma banho. Temendo por sua privacidade, ela se recusa a procurar a polícia, o que provoca uma mudança de comportamento no então sereno marido. A tensão se eleva e afeta o relacionamento do casal, prejudicando até o trabalho de Emad como professor e a peça na qual os dois atuam. O diretor, que estudou teatro antes de se envolver com cinema, confessou que se sentiu voltando às origens ao filmar o mundo teatral, e que a história de Emad e Rana traça um paralelo com a dos protagonistas de “A Morte do Caixeiro Viajante”, que ambos encenam no palco. “Há tempos queria fazer um filme sobre uma peça de teatro”, disse o cineasta, durante a entrevista coletiva do festival. “A peça fala de personagens que tentam se encaixar em um mundo em transformação. O texto de Arthur Miller conta a história de homens e mulheres que não conseguem acompanhar as mudanças que estão acontecendo em Nova York nos anos 1940 e 1950. Emad e Rana também estão procurando seu lugar na sociedade iraniana, que está sedenta por modernidade. Eles não conseguem se adaptar aos novos tempos”, comparou. As comparações entre a vida real e a ficção teatral embutem na narrativa a discussão dos valores conservadores no Irã. “É fácil ver os conflitos anacrônicos. A escola em que Emad trabalha, por exemplo, ainda separa meninos de meninas. Eles vivem a dicotomia do país”, descreveu o diretor. Farhadi já havia trabalhado com Taraneh Alidoosti e Shahab Hosseini em “À Procura de Elly” (2009), o filme com o qual chamou atenção internacional, premiado no Festival de Berlim, e que era outra parábola moral, disfarçada de história de mistério. E os intérpretes conferem convicção a cada fotograma, enquanto a trama avança em ritmo firme para o suspense intenso.

    Leia mais
  • Filme

    Cannes: Filme de Paul Verhoeven excita, tensiona e eletriza o festival

    21 de maio de 2016 /

    O suspense “Elle” interrompeu a monotonia das vaias em Cannes com doses eletrizantes de tensão. Produção francesa dirigida pelo veterano holandês Paul Verhoeven, o filme traz Isabelle Huppert como uma empresária implacável que é estuprada, na própria casa, por um homem mascarado, e passa a lidar com a situação de forma ambígua. Ao retomar o gênero do thriller sexual, que traz à tona em sua filmografia o clássico “Instinto Selvagem” (1992), Verhoeven demonstrou que continua um mestre em criar situações perversas e obter desempenhos antológicos. A consagração, por meio de elogios rasgados da crítica, representa a volta por cima de um grande cineasta, que nos últimos anos, graças a sucessivos remakes de seus trabalhos, vem sendo alçado ao status de lenda cult. Inspirado em livro de Philippe Djian (o escritor de “Betty Blue”), “Elle” foi escrito pelo americano David Burke (“Os 13 Pecados”), especialista em terrores baratos, e quase foi rodado nos Estados Unidos, onde Verhoeven não filma desde “O Homem sem Sombra” (2000). Mas Hollywood não saberia lidar com a escuridão madura do filme, após virar as costas para o diretor que fez, ainda, “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Tropas Estelares” (1997), franquias que rendem dinheiro para seus estúdios até hoje. “A ideia inicial do produtor Said Ben Said (coprodutor do brasileiro ‘Aquarius’), que já fez filmes para Roman Polanski, David Cronenberg e Brian DePalma, era, sim, ambientá-lo em uma cidade americana. Mas o livro é francês, Isabelle é uma atriz maravilhosa, e fiquei feliz de filmarmos em Paris. Seria um filme completamente diferente se feito nos Estados Unidos”, contou o cineasta, que está com 77 anos, na entrevista coletiva de Cannes. Sobre seu distanciamento de Hollywood, Verhoeven afirma que não tem encontrado roteiros interessantes nos Estados Unidos. “O que é feito lá hoje em dia não me interessa ou eu mesmo já fiz”, disse, ao mesmo tempo em que se mostrou aberto à propostas. “Se houver um bom roteiro… Dinheiro não importa. Ou melhor, ele chega de qualquer forma, se você é bom naquilo que faz.” Um bom roteiro, por sinal, foi o que fez Isabelle Huppert entrar em “Elle”. A grande atriz, que já foi premiada duas vezes em Cannes – na juventude, por “Violette” (1978), e no auge, por “A Professora de Piano” (2001) – , se disse encantada pela trama cheia de ironia, “que nunca dá explicações, só lança hipóteses, o que facilita a performance”. Sua personagem, Michelle, surge como uma mulher dura e pragmática, que administra tanto a empresa quanto a família da mesma forma, sem muita emoção. Marcada pelos crimes cometidos pelo pai em sua infância, ela mantém distanciamento nas relações com o filho, o ex-marido e a melhor amiga. E não altera sua rotina após sofrer a agressão sexual. Sem envolver a polícia, ela parece apenas curiosa em descobrir a identidade de seu agressor, aparentemente atraída pela ousadia. “A Michelle abre a porta para alguma coisa que gostaria que acontecesse com ela, mas não sabe como confessar isso. Ela é uma mulher que está se questionando o tempo todo, tentando entender quem é”, explicou Huppert. Ela não crê que o sentimento ambíguo despertado pelo estupro vá chocar o público. “A história não é um manifesto sobre um estupro. Não se trata de uma história realista, é como um conto de fadas, uma fantasia”, explica, separando arte e vida real. A consideração da atriz é importante nessa época em a arte vive sob ameaça constante do boicote politicamente correto. Num momento em que as mulheres debatam o machismo do cinema, a personagem de Huppert parece encontrar prazer em sofrer abusos. Sem esconder de ninguém, apenas da polícia, Michelle conta o caso de forma corriqueira para o ex-marido e colegas, que reagem com mais pavor que ela. Logo, fica clara a sua fascinação pelo homem que a violentou. O que deve causar grande rejeição entre as feministas. “A reação dela não é comum a todas as mulheres. Ela vive uma situação particular, que é só dela”, defende Huppert. “O filme não está falando sobre a situação geral das mulheres do mundo”, pondera. Para Verhoeven, porém, a reação de Michelle não é anormal. Anormal é quem se mostra capaz de voar numa produção cinematográfica. “Eu gosto de falar de pessoas, algo que anda se perdendo nas telas, sobretudo no cinema americano, onde os filmes de super-herói prevalecem. Com eles, nós estamos perdendo o contato com a normalidade. Devemos voltar a falar de pessoas normais, porque é nelas que está a riqueza”, disse o diretor. Veja Também: O Trailer

    Leia mais
  • Filme

    O Homem nas Trevas: Suspense do diretor de A Morte do Demônio ganha trailer legendado

    14 de maio de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou as primeiras fotos, o pôster e dois trailers de “O Homem nas Trevas” (Don’t Breathe) – a versão americana e a nacional, legendada. Os vídeos revelam demais, praticamente metade da história. Como se trata de um suspense, bons sustos e reviravoltas já estão comprometidos. As prévias mostram como o plano de assaltar a casa de um velho cego dá errado pelo fato da vítima ser tudo menos indefesa. Assim, os jovens ladrões se veem presos num lugar repleto de segredos sinistros e caçados por um assassino com experiência militar, que usa sua cegueira como vantagem, ao desligar todas as luzes. “O Homem nas Trevas” tem roteiro e direção do uruguaio Fede Alvarez, responsável pelo sanguinolento remake de “A Morte do Demônio” (Evil Dead). Na nova produção, ele volta a trabalhar com a estrela daquele filme, Jane Levy (série “Suburgatory”). O elenco também inclui Dylan Minnette (“Goosebumps”), Daniel Zovatto (“Corrente do Mal”) e Stephen Lang (série “Terra Nova”) como o cego. A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    O Contador: Suspense com Ben Affleck ganha primeiro trailer legendado

    14 de maio de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a primeira foto e o trailer legendado do suspense “O Contador”, estrelado por Ben Affleck (“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”). A prévia, ao som de Radiohead (“Everything In Its Right Place”), introduz o personagem do ator, um autista que, desde criança, demonstra ser mais do que aparenta. Alternando-se entre flashbacks, repetições de um trabalho tedioso e eventos violentos, o trailer acumula tensão a ponto de levar Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) a entrar em pânico, incrédula com o personagem-título: “Quem é Você?” A história de Bill Dubuque (“O Juiz”), que chegou a figurar na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood, gira em torno de um contador aparentemente pacato, que tem como cliente algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ciente que está sendo vigiado pela polícia federal (chefiada por J.K. Simmons, de “Whiplash”), ele decide desviar a atenção, aceitando um cliente legítimo: uma empresa de robótica de última geração. O problema é que uma assistente de contabilidade da companhia (Anna Kendrick) descobre uma discrepância envolvendo milhões de dólares. Isto leva o contador a mergulhar nos registros, mas, conforme se aproxima da verdade, a contagem de corpos começa a subir. A direção é de Gavin O’Connor (“Guerreiro”) e o elenco ainda inclui Jon Bernthal (série “Demolidor”), Jeffrey Tambor (série “Transparent”), John Lithgow (“O Amor É Estranho”), Cynthia Addai-Robinson (série “Arrow”) e Alison Wright (série “The Americans”). A estreia está marcada para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Dakota Fanning vai enfrentar serial killer em suspense do diretor de fotografia de Steven Spielberg

    8 de maio de 2016 /

    A atriz Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) vai estrelar “The Postcard Killings”, suspense dirigido pelo polonês Janusz Kaminski, mais conhecido por seu trabalho como diretor de fotografia de todos os filmes de Steven Spielberg desde “A Lista de Schindler” (1993), quando ganhou seu primeiro Oscar. O filme é baseado no livro “Os Assassinos do Cartão Postal”, de James Patterson (autor de “Beijos que Matam”) e Liza Marklund (“A Bomba”). O roteiro da adaptação está a cargo da própria Marklund, em parceria com Andrew Stern (“Os Desconectados”). A trama gira em torno de um nova-iorquino que tem a vida virada ao avesso quando sua filha recém-casada é brutalmente assassinada. Ao pesquisar o caso, ele descobre relatos de crimes semelhantes por toda a Europa, com cada matança acompanhada por um cartão postal enviado a um jornalista local. Fanning vai interpretar uma jovem repórter, que é a próxima a receber o cartão postal. Uma curiosidade: Kaminski e Fanning trabalharam juntos quando ela tinha 11 anos de idade, nas filmagens de “Guerra dos Mundos” (2005), dirigido por Spielberg. As filmagens de “The Postcard Killings” estão previstas para janeiro em Munique, Londres e na Escandinávia. Kaminski acabou de filmar “O Bom Gigante Amigo” para Steven Spielberg, que chega aos cinemas em 28 de julho, e está trabalhando na pós-produção de seu terceiro longa como diretor, “American Dream”, que ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Andrew Garfield vai estrelar novo filme do diretor de Corrente do Mal

    6 de maio de 2016 /

    O ator Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) vai estrelar “Under the Silver Lake”, novo thriller escrito e dirigido por David Robert Mitchell (“Corrente do Mal”). Segundo o site da revista Variety, o filme é um suspense noir contemporâneo, passado em Los Angeles. Não há maiores informações sobre a trama, nem previsão de estreia. Mas novos detalhes devem emergir em breve, já que as filmagens estão marcadas para começar em três meses, com produção de Michael De Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”).

    Leia mais
  • Filme

    Águas Rasas: Blake Lively enfrenta tubarão em trailer legendado

    5 de maio de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer completo legendado do suspense “Águas Rasas” (The Sallows), estrelado por Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”). A prévia é, na verdade, completa demais, entregando algumas reviravoltas da trama, que traz a surfista vivida por Lively tentando sobreviver a um ataque de tubarão, isolada num pequeno recife, enquanto a maré sobe inexoravelmente. Escrito por Anthony Jaswinski (“Mistério da Rua 7”) e dirigido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), “Águas Rasas” ainda conta em seu elenco com Óscar Jaenada (“Cantinflas: A Magia da Comédia”) e a estreante Sedona Legge. A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Michael Fassbender vai viver serial killer em suspense baseado em fatos reais

    4 de maio de 2016 /

    O ator Michael Fassbender vai viver um serial killer, como protagonista do suspense “Entering Hades”, informou a produtora Broad Green Pictures em comunicado à imprensa. Baseado em fatos reais e no livro homônimo escrito por John Leake, “Entering Hades” acompanha a história de Jack Unterweger, um jornalista austríaco e autor de best-sellers que leva uma vida dupla: investiga crimes durante o dia e mata pessoas durante a noite. Pelo menos, 11 vítimas foram executadas pelo assassino. Ainda não há diretor definido para “Entering Hades”, mas o roteiro passa atualmente por uma revisão final, nas mãos de Alexander Dinelaris, roteirista de “Birdman” (2014). “Estamos confiantes de que o filme será um grande sucesso de público”, declararam o CEO e o chefe criativo da Broad Green Pictures, respectivamente, Gabriel e Daniel Hammond, no comunicado enviado à imprensa.

    Leia mais
  • Filme

    Atriz de Sleepy Hollow vai estrelar remake de Alucinações do Passado

    25 de abril de 2016 /

    A atriz Nicole Beharie, que interpretou a policial Abbie Mills na série “Sleepy Hollow” até a recente 3ª temporada, entrou para o elenco do remake de “Alucinações do Passado” (Jacob’s Ladder), informou o site da revista Variey. O filme original, lançado em 1990, tinha direção de Adrian Lyne (“Atração Fatal”) e acompanhava o carteiro Jacob Singer (Tim Robbins) numa espiral de confusão mental, ao ser tomado por recordações de seu primeiro casamento, seu filho falecido e sua atuação na Guerra do Vietnã. Cada vez mais perturbado, ele perde a capacidade de discernir realidade e ilusão, para desespero de sua companheira (Elizabeth Peña). Escrito por Jeff Buhler (“O Último Trem”) e Sarah Thorp (“A Marca”), o remake mudará a etnia dos personagens e terá dois irmãos como protagonistas, interpretados por Michael Ealy (“Pense como Eles Também”) e Jesse Williams (série “Grey’s Anatomy”). Com direção de David Rosenthal (“O Cara Perfeito”), as filmagens começam nesta semana e ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Guy Hamilton (1922 – 2016)

    24 de abril de 2016 /

    Morreu o diretor inglês Guy Hamilton, responsável por alguns dos filmes mais famosos de James Bond e grandes clássicos do cinema britânico. Ele faleceu na quarta (20/4), aos 93 anos, num hospital em Palma de Maiorca, na Espanha, onde residia há quatro décadas. Apesar do passaporte britânico, Hamilton nasceu em Paris, em 16 de setembro de 1922, onde seus pais trabalhavam a serviço da Embaixada do Reino Unido. Ele começou a carreira ainda na França, aos 16 anos, como batedor de claquete de um estúdio de cinema de Nice. Mas precisou fugir quando os nazistas avançaram sobre o país. No barco em que rumava para a África formou amizade com outro “britânico parisiense” em busca de asilo, o escritor Somerset Maugham (“O Fio da Navalha”). O encontro o inspirou a se alistar na Marinha britânica e realizar diversas missões de resgate de compatriotas em fuga da França ocupada. Ele próprio se viu enrascado quando seu barco foi afundado por nazistas, e dizia que devia a vida aos heróis da resistência, especialmente à bela francesa de 18 anos Maria-Therese Calvez, inspiradora, em sua memória, de dezenas de Bond girls. Após a guerra, ele se reuniu com sua família em Londres, onde retomou seus planos de trabalhar com cinema. Logo começou a estagiar na London Film Productions, exercendo a função de diretor assistente sem receber créditos, em clássicos como “Seu Próprio Verdugo” (1947), de Anthony Kimmins, e “Anna Karenina” (1948), de Julien Duvivier, antes de ganhar o respeito de Carol Reed, que lhe deu seus primeiros créditos profissionais e se tornou seu mentor. Hamilton assistiu Reed na criação de grandes clássicos do cinema britânico, como “O Ídolo Caído” (1948), o fabuloso “O 3º Homem” (1949), estrelado por Orson Welles, e “O Pária das Ilhas” (1951), em que conheceu sua futura esposa, a atriz franco-argelina Kerima. A parceria deixou nele uma marca profunda. “Carol era basicamente meu pai”, ele observou, em entrevista ao jornal The Telegraph. “Ele me ensinou tudo o que sei. Eu o adorava.” Outra experiência marcante foi trabalhar como assistente de John Huston no clássico “Uma Aventura na África” (1951), produção estrelada por Humphrey Bogart e Katharine Hepburn, realizada entre bebedeiras e surtos de disenteria na savana africana, que serviu para demonstrar ao jovem tudo o que podia dar errado numa filmagem. Os rigores de “Uma Aventura na África” lhe encheram de confiança para iniciar sua carreira como diretor. Hamilton conseguiu convencer o produtor Alexander Korda que podia completar um filme inteiro em três semanas, e seu mentor Carol Reed aconselhou-o a estrear com um thriller de comédia, pois teria o dobro de chances de acertar, fosse na tensão ou na diversão. O resultado foi a adaptação de “O Sineiro” (1952), considerada um das melhores produções baseadas na literatura de mistério de Edgar Wallace. A boa recepção lhe rendeu convites para dirigir mais filmes do gênero. Vieram “Um Ladrão na Noite” (1953) e “Está Lá Fora um Inspetor” (1954). Mas para se firmar como grande diretor, Hamilton foi buscar inspiração em suas aventuras reais de guerra. “Escapando do Inferno” (1955) narrava a fuga de um grupo de prisioneiros de um campo de concentração nazista e foi rodada no castelo de seu título original, “The Colditz Story”. Baseado no livro de memórias de P.R. Reid (interpretado por John Mills no filme), o longa provou-se tão ressonante que sua trama acabou resgatada numa série de TV, duas décadas depois – “Colditz”, que durou três temporadas entre 1972 e 1974. O sucesso continuou com “A Clandestina” (1957), um filme incomum para a época, sobre o poder destrutivo da paixão sexual, envolvendo um capitão de navio (Trevor Howard) e uma jovem clandestina mestiça (a italiana Elsa Martinelli). E persistiu com a comédia “Quase um Criminoso” (1959), em que James Mason finge deserção para a União Soviética para processar os jornais por calúnia e sustentar seu plano de uma vida de luxo nos EUA. Os acertos sucessivos lhe renderam o convite para assumir sua primeira produção a cores, “O Discípulo do Diabo” (1959), drama de época que havia perdido seu diretor em meio a choques com os egos de seus astros, Burt Lancaster, Kirk Douglas e Laurence Olivier. Ainda que o filme tenha representado seu primeiro fracasso comercial, o fato de Hamilton conseguir trabalhar/domar as feras foi tido como um feito, que lhe abriu o mercado internacional – seguiram-se a produção italiana “O Melhor dos Inimigos” (1961), estrelada por David Niven, e a coprodução americana “As Duas Faces da Lei” (1964), com Robert Mitchum. Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond, Hamilton foi sua primeira opção para estrear o personagem nos cinemas. Mas o cineasta tinha a agenda ocupada, e a oportunidade foi agarrada por Terence Young. Dois anos depois, porém, Hamilton não voltou a recusar o convite, que considerou uma oportunidade de superar seu maior desgosto. Ele estava arrasado após filmar “The Party’s Over”, que foi proibido pelo comitê de censura por conter cenas polêmicas, como uma orgia envolvendo necrofilia. Foram meses de trabalho perdido – o longa só veio à tona muito depois e com inúmeros cortes. Com a censura atravessada na garganta, Hamilton resolveu ousar na franquia de espionagem e acabou realizando aquele que até hoje é o longa mais cultuado de James Bond, “007 Contra Goldfinger” (1964). Para começar, decidiu aumentar a temperatura sexual, apresentando, logo de cara, uma mulher nua coberta de ouro – a morte mais brilhante, literalmente, nas cinco décadas da série. A trama também destacava a Bond girl de nome mais chamativo, Pussy Galore (Honor Blackman), e a melhor ameaça a laser, apontada exatamente entre as pernas de um cativo 007. As tiradas do vilão também marcaram época – “Não, Sr. Bond, eu espero que você morra!”. Sem esquecer da música tema de Shirley Bassey, “Goldfinger”, uma das canções mais famosas do cinema, que Hamilton brigou com os produtores para incluir na abertura – “Eu não sei se vai fazer sucesso, Harry, mas dramaticamente funciona”, ele disse a Saltzman. Foi ainda “007 Contra Goldfinger” que estabeleceu os elementos mais icônicos dos filmes de James Bond, ao apresentar Sean Connery dirigindo seu Aston Martin repleto de armas secretas, seduzindo vilãs até torná-las aliadas, tomando martíni para flertar com o perigo e fumando com charme antes de explodir uma bomba. O longa rendeu o dobro de bilheteria dos dois filmes anteriores de 007. O que colocou Hamilton na mira de um rival, o agente secreto Harry Palmer. O cineasta filmou em seguida “Funeral em Berlim” (1966), o segundo filme da trilogia do espião que usava óculos, vivido por Michael Caine. Ele completou sua década vitoriosa com “A Batalha da Grã-Bretanha” (1969), recriação meticulosa e em escala épica do esforço da RAF (força aérea britânica) para impedir a invasão nazista ao Reino Unido. A produção talvez seja seu trabalho mais elogiado pela crítica, que resiste até hoje como um dos grandes clássicos de guerra. A ambiciosa realização de “A Batalha da Grã-Bretanha” confirmou que Hamilton era o diretor mais indicado para comandar a franquia 007, que começava a dar sinais de decadência, com o desastre representado pela falha de George Lazenby em substituir Connery em 1969. Convencidos disto, os produtores o trouxeram de volta para três filmes consecutivos, de modo a garantir uma transição tranquila entre Sean Connery, que voltou à saga oficial para se despedir pela segunda vez com “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), e Roger Moore, o novo James Bond a partir de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973). Para emplacar Moore, Hamilton contou até com a ajuda de um Beatle, Paul McCartney, que compôs “Live and Let Die” como tema da estreia do ator. Mas foi o filme seguinte, “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro” (1974), que soube explorar melhor a mudança de intérprete, apresentando um Bond mais divertido, relaxado e simpático. A franquia praticamente renasceu com a adoção de elementos cômicos, que Hamilton já considerava um diferencial em “Goldfinger”, além de se tornar mais extravagante, com carrões, jatos e mulheres sempre lindas. James Bond virou um playboy. Depois de três “007” seguidos, Hamilton voltou à guerra. Foi dirigir Harrison Ford, recém-consagrado pelo sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), em “O Comando 10 de Navarone” (1978), continuação do clássico “Os Canhões de Navarone” (1961). Mas, acostumado a blockbusters, ele entendeu o sucesso moderado obtido pela produção como hora de mudar de estilo. Quis mudar tudo, diminuir o ritmo, e optou por trocar a ação intensa pelas tramas cerebrais de mistério que lançaram sua carreira. Assim, realizou duas adaptações consecutivas de Agatha Chistie. “A Maldição do Espelho” (1980) registrou a última aparição da personagem Miss Marple no cinema, vivida por Angela Lansbury, enquanto “Assassinato num Dia de Sol” (1982) foi o penúltimo filme com Peter Ustinov no papel do detetive Hercule Poirot. Filmada nas ilhas de Maiorca, esta produção acabou tendo impacto na vida pessoal do cineasta, que, impressionado pela locação, convenceu-se a abandonar sua residência na Inglaterra para passar o resto de sua vida no litoral espanhol com sua esposa. Hamilton já fazia planos de aposentadoria e não filmava há três anos quando foi convencido pela MGM a fazer sua tardia estreia em Hollywood. O projeto era basicamente lançar um 007 americano, baseado num personagem igualmente extraído de uma franquia literária de ação. Só que a crítica não perdoou a tentativa apelativa. Estrelado por Fred Ward como um agente secreto a serviço da Casa Branca, “Remo – Desarmado e Perigoso” (1985) foi considerado um James Bond de quinta categoria. E a produção, que ia inaugurar uma franquia, se tornou o maior fracasso da carreira do diretor. Resignado, ele decidiu encerrar a carreira. Mas nos seus termos, lembrando o conselho precioso de Carol Reed. Se tinha começado com um thriller de comédia, também sairia de cena com chances de motivar meio riso ou meia aflição. E deixou a cortina cair com “De Alto Abaixo” (1989). Deu sua missão por comprida, e gentilmente recusou a proposta da Warner para, novamente, ajudar a lançar uma franquia de ação em Hollywood. Guy Hamilton disse não a “Batman” (1989).

    Leia mais
  • Filme

    A Garota no Trem: Emily Blunt testemunha um crime no primeiro trailer legendado do suspense

    21 de abril de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do suspense “A Garota no Trem”, que adapta o best-seller homônimo de Paula Hawkins. A prévia revela diversos detalhes da trama, desde o desaparecimento da personagem de Haley Bennett (“O Protetor”), o testemunho de Emily Blunt (“Sicario”) e as suspeitas sobre o crime. O livro é um fenômeno editorial, que foi disputado por vários estúdios interessados em sua adaptação. Por isso, o mercado já compara “A Garota no Trem” com “Garota Exemplar” (2014). A trama acompanha Rachel (Blunt), uma mulher alcoólatra, deprimida e divorciada que tem como única distração usar sua viagem de trem diária para fantasiar histórias sobre as vidas dos outros passageiros e das pessoas que vê do lado de fora. Até que sua atenção acaba se focando no encontro de um casal, antes da mulher desaparecer misteriosamente. Ao se apresentar como testemunha, porém, vários detalhes a tornam suspeita. Entre eles, o fato de a mulher desaparecida trabalhar como babá para seu ex-marido. O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Edgar Ramirez (“Livrai-nos do Mal”), Allison Janney (série “Mom”) e Lisa Kudrow (série “The Comeback”) A adaptação foi escrita por Erin Cressida Wilson (“Homens, Mulheres e Filhos”) e dirigida por Tate Taylor (“História Cruzadas”), e a estreia acontece em 27 de outubro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie