Jamie Foxx negocia volta como Electro no próximo filme do Homem-Aranha
O ator Jamie Foxx, que interpretou o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), estrelado por Andrew Garfield, está nas negociações finais para reprisar o papel no próximo filme do super-herói, estrelado por Tom Holland. Para tornar essa escalação ainda mais curiosa, o filme coproduzido por Sony e Marvel Studios também deve trazer J.K. Simmons de volta ao papel de J. Jonah Jameson, que ele interpretou na trilogia do Homem-Aranha estrelada por Tobey Maguire. Os detalhes da nova produção estão sendo mantidos em sigilo, mas a notícia da participação de Foxx já alimenta várias teorias de fãs sobre a inclusão do multiverso na trama. O conceito de realidades paralelas no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) foi introduzida em “Vingadores: Ultimato” (2019) e mencionada pelo vilão Mysterio (Jake Gyllenhaal) em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019) – mas, neste caso, como parte de uma elaborada enganação. Além de Tom Holland, a maior parte do elenco dos dois filmes mais recentes do herói – incluindo Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Tony Revolori – deve retornar na continuação, que tem filmagens previstas para as próximas semanas em Atlanta, nos EUA. O filme também contará com direção de Jon Watts, responsável pelos bem-sucedidos “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) e “Homem-Aranha: Longe de Casa”.
John Cena vai estrelar série derivada do Esquadrão Suicida na HBO Max
A HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do vindouro filme “O Esquadrão Suicida”. Chamada de “Peacemaker”, a atração será uma minissérie de oito episódios centrada no vilão Pacificador (The Peacemaker). Assim como no filme, a série será estrelada por John Cena e dirigida por James Gunn. A produtora Warner Bros. pretende rodar “Peacemaker” no início de 2021, antes de Gunn começar a trabalhar no terceiro filme dos “Guardiões da Galáxia”, na Marvel. Curiosamente, o Pacificador não é um personagem original da DC Comics. Ele foi criado por Joe Gill e Pat Boyette em 1966 na Charlton Comics, editora que mais tarde foi adquirida pela DC. Sua estreia em segundo lar aconteceu numa minissérie lançada apenas em 1988. Em sua identidade civil, Christopher Smith era originalmente um diplomata pacifista. Mas sua visão da paz logo se revela distorcida, pois, como diz a sinopse de “O Esquadrão Suicida”, ele “acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para obtê-la”. Mentalmente perturbado, ele também acredita que as alma das pessoas que mata são coletadas por seu capacete e passam a conversar com ele. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que a decisão de fazer a série começou com a interpretação de Cena do personagem, que se tornou favorito dos executivos da Warner durante as sessões de teste do filme, graças à sua capacidade de roubar todas as cenas em que aparece, no meio de um elenco extremamente estrelado. O ator celebrou a notícia nas redes sociais, dizendo-se ansioso para repetir o papel no spin-off e voltar a trabalhar com o diretor. “Trabalhar com James Gunn em ‘O Esquadrão Suicida’ foi uma aula sobre como dar vida a personagens de uma forma nova e divertida. Estou ansioso para expandir ‘O Esquadrão Suicida’ e trazer esse personagem do universo de filmes da DC para a ampla envergadura de uma série”, escreveu Cena. Em comunicado, James Gunn acrescentou: “’Peacemaker’ será uma oportunidade de mergulhar nas questões do mundo atual através das lentes deste super-herói/supervilão e maior babaca do mundo”. “Peacemaker” também será a segunda série derivada de um filme da DC Comics na HBO Max. A plataforma já tinha colocado em andamento a produção de um drama policial passado na Gotham City do filme “Batman”, de Matt Reeves. A Warner resolveu priorizar a produção de conteúdo premium para o serviço de streaming, após o lançamento em maio decepcionar com pouco material exclusivo, devido à pandemia de coronavírus. Para isso, promoveu Casey Bloys, responsável pela programação premiada da HBO, a chefe criativo da HBO Max em agosto passado. A plataforma da WarnerMedia ainda não tem data oficial para chegar no Brasil, mas existe uma expectativa de estreia até o fim deste ano. Working alongside @JamesGunn on #SuicideSquad was an absolute masterclass in how to best bring beloved characters to life in a new and fun way. I cannot wait for the #DCUniverse to experience more of absurdity that is the Peacemaker in this new project on @hbomax!!! pic.twitter.com/PZ9dOa7Dzj — John Cena (@JohnCena) September 23, 2020 I'm over-the-moon excited to be working on #PEACEMAKER with my pals @JohnCena & #TheSuicideSquad producer Peter Safran on this new @hbomax original series from @warnerbrostv @DCComics pic.twitter.com/EsAkOVXB44 — James Gunn (@JamesGunn) September 23, 2020
Astro de Lovecraft Country será vilão de Homem-Formiga 3
A Marvel Studios definiu o intérprete do vilão de “Homem-Formiga 3”. O ator Jonathan Majors, que atualmente estrela a série “Lovecraft Country”, foi contratado para antagonizar Paul Rudd, intérprete do Homem-Formiga, e Evangeline Lilly, a Vespa. Embora o estúdio não tenha revelado qual personagem Majors irá interpretar, fontes de diversos sites americanos afirmam se tratar de Kang, o Conquistador. O personagem é bastante antigo. Criação de Stan Lee e Jack Kirby, Kang estreou na edição de número 8 dos Vingadores, publicada nos EUA em 1964, e sua trajetória se conecta a vários vilões clássicos da Marvel, como Doutor Destino, Apocalipse e até o próprio Thanos – cortesia de uma rivalidade com Nebula nos anos 1990 e uma obsessão pelas Jóias do Infinito. Além dos Vingadores, ele já enfrentou praticamente todos os personagens da Marvel, do Quarteto Fantástico ao Homem-Aranha, além de ter tentado se casar com Mantis, dos Guardiões da Galáxia. Originalmente um intelectual nascido no século 31 – e possível descendente de Reed Richards, o Homem-Elástico – , Kang descobriu como viajar no tempo e tentou governar o Egito, usando sua tecnologia futurista para ser adorado como um deus. Não contente, passou a buscar estabelecer seu domínio por outras eras, encontrando heróis da Marvel em cada uma delas. Em sua primeira aventura no século 20, ele chegou a raptar a Vespa, mas talvez a história mais interessante de sua fase inicial seja a que envolve impedir a formação dos Vingadores, mudando o passado para que Bruce Banner nunca se transforme no Hulk. Kang não tem superpoderes, mas seu intelecto avançado, acesso à tecnologia do século 40 e capacidade de viajar no tempo lhe dá grandes vantagens sobre seus oponentes. Além disso, ele sabe tudo o que vai acontecer, por encarar o presente como fatos históricos que, para ele, já aconteceram. “Homem-Formiga 3” voltará a ser dirigido por Peyton Reed, responsável pelos dois filmes anteriores, mas terá um roteirista novo: Jeff Loveness, que escreve a série animada “Rick & Morty”. “O terceiro filme do Homem-Formiga será um filme muito maior e mais abrangente do que os dois primeiros”, disse Reed no início deste mês sobre produção, acrescentando ainda que o longa “terá um padrão visual muito diferente.” O filme ainda não tem previsão de estreia.
Criador de Arlequina elogia visual da personagem novídeo de O Esquadrão Suicida
Um dos criadores da Arlequina, o roteirista Paul Dini mais que aprovou o visual da personagem no vídeo de bastidores de “O Esquadrão Suicida”. Ele definiu a aparência como “tão incrível”, ao ser questionado por um seguidor no Twitter sobre o novo look. “O Esquadrão Suicida” será o terceiro filme em que Margot Robbie interpreta a Arlequina. Mas ao contrário das produções anteriores, o primeiro “Esquadrão Suicida” e “Aves de Rapina”, em que usou roupas coloridas, pela primeira vez ela apareceu com trajes que refletem o esquema de cores de seus desenhos originais, trajando roupas em tons de vermelho e preto. Para quem não sabe, a Arlequina foi criada por Paul Dini e Bruce Timm no sétimo episódio da 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”, exibido originalmente em 1992 nos EUA. Era para ser uma aparição única, mas ela acabou voltando em mais 8 capítulos da série e em vários outros projetos, tornando-se uma das raras personagens criadas em outra mídia a fazer a transição para os quadrinhos – como outra criação de Dini e Timm, a policial Renee Montoya. Perdeu o trailer de “O Esquadrão Suicida”? Veja abaixo. So. AWESOME! https://t.co/27R2JJy6b6 — Paul_Dini (@Paul_Dini) August 22, 2020
Diretor de Operação Fronteira negocia filmar vilão do Homem-Aranha
O diretor J.C. Chandor, responsável pela aventura de ação da Netflix “Operação Fronteira”, negocia dirigir um filme do vilão Kraven, o Caçador, para o universo expandido do Homem-Aranha na Sony. O projeto veio à tona há dois anos, quando o estúdio contratou Richard Wenk (“O Protetor”) para escrever o roteiro. A Variety confirmou que se trata do mesmo projeto, mas acrescentou Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro”) à lista dos autores da história. Sergei Kravinoff, o Kraven, é um imigrante russo e caçador de animais selvagens, que graças a um soro místico adquiriu força super-humana. Ele se tornou obcecado em capturar o Homem-Aranha para provar que é o maior caçador do mundo. Embora nunca tenha aparecido nos cinemas, Kraven já teve histórias antológicas nos quadrinhos, em particular “A Ultima Caçada De Kraven”, de 1987, considerada a história mais sombria de toda a trajetória do Homem-Aranha – a resposta da Marvel ao “Cavaleiro das Trevas” – , que termina com o suicídio do caçador. Uma paulada. O filme faria parte de um projeto para introduzir vilões do Aranha em histórias individuais, iniciado com o lançamento de “Venom”, estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), e que terá sequência no longa de “Morbius”, com Jared Leto (“Esquadrão Suicida”). Rumores apontam que a ideia é construir aos poucos um universo de personagens que posteriormente poderiam formar uma versão do Sexteto Sinistro. Ainda não há cronograma para o filme de Kraven, que só chegaria aos cinemas depois da continuação de “Venom”, atualmente em produção.
Power: Rodrigo Santoro mostra bastidores de sua transformação em monstro
Rodrigo Santoro mostrou em seu Instagram o processo de transformação que precisou passar para viver a versão monstro do vilão Biggie no filme “Power”, da Netflix. Ele disse que o personagem o fez lembrar dos tempos de “300”, em que interpretou o rei Xerxes. “Que trabalho genial do Mike Marino com as próteses e a maquiagem. Passei nove horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis — pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão e uma honra também”, escreveu o ator brasileiro ao publicar o vídeo que detalha a aplicação da maquiagem especial. No filme de ação, Santoro interpreta o vilão da história, encarregado de vender uma droga que dá superpoderes por cinco minutos. Além de receber as próteses que alteraram sua aparência, o ator também teve de cortar a grande barba que usou na série “Reprisal”, da Hulu. Mas não precisará voltar a cultivá-la, porque a série foi cancelada na 1ª temporada. No filme, Santoro enfrenta Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt numa trama típica de história em quadrinhos, que gira em torno de uma nova droga sintética, altamente viciante, traficada por seu personagem. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. “Power” é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro foi escrito por Mattson Tomlin (“Rene”). E a estreia aconteceu na sexta (14/8) na Netflix. Ver essa foto no Instagram BIGGIE: que personagem! Me fez lembrar dos tempos de 300. E que trabalho genial do @prorenfx com as próteses e a maquiagem. Passei 9 horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis – pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão – e uma honra também. #Netflix BIGGIE: what a character! Reminded me of the time I worked in 300. And what an amazing job @prorenfx did with the prosthetics and makeup. It took 9 hours – on chairs that weren’t so confortable – to get to this incredible result. All this transformation took so much effort, but it was all worth it. It was a lot of fun, and a great honor as well. #Netflix Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 18 de Ago, 2020 às 8:25 PDT
Esquadrão Suicida: Diretor confirma que Coringa seria vilão principal
David Ayer voltou a falar de sua versão do “Esquadrão Suicida” no Twitter, ao confirmou para um seguidor que filmou uma cena do roteiro original que mostraria o Coringa, vivido por Jared Leto, como o principal vilão da história. No Twitter, ele atestou a veracidade de uma página vazada do roteiro, que traz o criminoso confrontando o Esquadrão Suicida. Na cena, o Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Rick Flag (Joel Kinnaman) e Bumerangue (Jai Courtney) são ameaçados pelo Coringa, que se aliou à vilã Magia (Cara Delevingne) e, para completar, ainda sequestrou Amanda Waller (Viola Davis), roubando o controle dos explosivos conectados aos integrantes do Esquadrão. “Eu filmei e editei tudo isso. É claro, vocês [o público] não puderam ver nada, meu amigo”, escreveu Ayer sobre a página. Após a HBO Max dar sinal verde para a produção da versão de Zack Snyder de “Liga da Justiça”, o diretor tem feito campanha para lançar a sua “versão do diretor” de “Esquadrão Suicida”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Yes I did. Shot and edited. Of course you were not permitted to see it my friend🤦♂️ https://t.co/PGSpz29T2Y — David Ayer (@DavidAyerMovies) July 20, 2020
Power: Rodrigo Santoro cria supervilões em trailer de filme de ação da Netflix
A Netflix divulgou fotos, pôster e o trailer legendado de “Power” (Project Power), filme que combina trama de super-heróis/supervilões e thriller de ação policial, estrelado por Jamie Foxx (“Django Livre”), Joseph Gordon-Levitt (“500 Dias com Ela”) e Rodrigo Santoro (“Westworld”). A trama tem premissa de história em quadrinhos, ao girar em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. O elenco também inclui Dominique Fishback (“The Deuce”), Amy Landecker (“Transparent”), Machine Gun Kelly (“Nerve”), Allen Maldonado (“The Last O.G.”), Andrene Ward-Hammond (“Loving”) e Kyanna Simpson (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) “Power” é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro foi escrito por Mattson Tomlin (“Rene”). E a estreia está marcada para 14 de agosto.
Stargirl é renovada pela CW e implode DC Universe
A rede americana The CW anunciou a renovação de “Stargirl” para a 2ª temporada. Uma renovação com exclusividade, que tira “Stargirl” de seu endereço original, a plataforma de streaming DC Universe. A série era exibida na CW um dia depois de estrear em streaming, num acordo com a DC Universe, mas deixará de ser compartilhada com a plataforma no próximo ano. Na prática, a nova acomodação implode de vez a DC Universe. Extremamente criativas, as séries do serviço foram motivo de cobiça dentro do conglomerado. “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), por exemplo, foi parar na HBO Max, mesmo endereço que vai receber “Harley Quinn”, a animação da Arlequina. A Warner praticamente abandonou a plataforma após ser comprada pela AT&T, que fechou vários serviços de streaming de nichos da empresa para se concentrar no lançamento da HBO Max. O cancelamento da elogiada série “Swamp Thing”, do Monstro do Pântano, logo após a estreia no ano passado, disparou a boataria sobre o destino do projeto digital da DC. A mudança de “Stargirl”, por fim, confirma o que algumas “fontes” anônimas diziam. Sem anunciar novas séries, a DC Universe só tem a 3ª temporada de “Titãs” para estrear no ano que vem – o que a deixa prestes a ser descontinuada ou absorvida pela HBO Max. A CW já tinha dado dica da apropriação da personagem na semana passada, ao divulgar uma coleção de imagens de super-heróis do canal com máscaras de proteção contra a covid-19. Ao aparecer junto de Supergirl, Arqueiro Verde, Flash e Raio Negro, Stargirl parecia ter sido adotada como nova integrante do Arrowverso, o universo de séries conectadas da CW. As séries do DC Universe não fazem parte do Arrowverso, mas “Stargirl” é produzida pela mesma produtora de “Arrow” e cia., a Berlanti Productions, de Greg Berlanti. Além disso, seu criador, Geoff Johns, também é cocriador de “The Flash”. Mas a ida de “Stargirl” para a CW cria mais que uma crise nas infinitas plataformas. Abre um possível problema financeiro por ter maior orçamento que as outras produções de super-heróis exibidas pelo canal. Os primeiros oito episódios (de um total de 13 na 1ª temporada) parecem filmes, com efeitos visuais superiores aos apresentados em “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, por exemplo. Só que os capítulo da 2ª temporada serão exibidos com exclusividade na TV aberta, o que inevitavelmente fará com que sejam barateados. O bom acabamento é um dos motivos de a série ter 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, uma das melhores avaliações já obtidas por uma produção televisiva de super-heróis. Mas as críticas positivas não se devem só a isso. A história de Geoff Johns é cativante, ao misturar o clima das tramas adolescentes de John Hughes com as fantasias de Steven Spielberg dos anos 1980. A trama se passa nos dias atuais, mas numa cidadezinha tão interiorana que é como se fosse daquela época. “Stargirl” conta a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua nova casa e descobre que seu padrasto esconde um segredo. No passado, ele foi assistente de um famoso super-herói – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, que foi criado nos quadrinhos durante os anos 1940. Como o cetro passa a obedecê-la, ela passa a acreditar que é filha de Starman – seu pai saiu de casa quando ela era muito pequena – , resolve virar a Stargirl em sua homenagem e decide vingar sua morte ao enfrentar os responsáveis pelo fim dos heróis clássicos: os supervilões da Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. O clima lúdico é muito bem resolvido graças à química do elenco, principalmente entre a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A. O casting jovem, por sinal, é um achado, com Yvette Monreal (“Faking It”), Anjelika Washington (“Crush à Altura”) e Cameron Gellman (“Heathers”) roubando cenas como os relutantes integrantes da versão teen da Sociedade da Justiça. Mas não fica nisso. O ótimo elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) em flashbacks como Starman, e Neil Jackson (“Absentia”) envolvente como o vilão Geada – junto com Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”) e Joe Knezevich (“A Mula”) como Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão e O Mago, integrantes da Sociedade da Injustiça. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil, mas as novas atrações do CW e da DC Universe têm sido lançadas na HBO, enquanto a plataforma HBO Max não chega por aqui.
Diretor da HBO Max diz que não vai “refazer todos os filmes” após “Snyder Cut” da Liga da Justiça
Com a oficialização da produção do “Snyder Cut”, versão de “Liga da Justiça” reeditada pelo diretor Zack Snyder para lançamento na HBO Max, campanhas por novas versões de filmes que foram mutilados, na fase de edição, por seus produtores, tomaram conta das redes sociais. Mas em uma entrevista para o site The Verge, o chefe da HBO Max, Tony Goncalves, afirmou que não há planos para outros projetos similares, pelo menos em sua plataforma. “Isto definitivamente não é um precedente”, explicou Goncalves, jogando areia na campanha do “Ayer Cut”, a versão de “Esquadrão Suicida” do diretor David Ayer. Mesmo assim, ele faz uma ressalva. “Consumidores falam e nós, como uma indústria, precisamos ouvir”, afirmou. E continuou: “Acho que, quando se fala de conteúdo, o consumidor nunca teve tanta escolha, tanta voz. Mas isso não significa que vamos investir dinheiro em todos os fandoms que existem. Mas acho que há uma referência nos fandoms de ‘Friends’ e ‘Liga da Justiça’, que tem o consumidor falando, e temos que ouvir” O executivo reforça, entretanto, que o caso de “Liga da Justiça” é único. “Isso não significa que vamos investir nossos dólares em todos os fãs que existem”, declarou. “Isso não significa que vamos refazer todos os filmes já feitos. Mas acho que definitivamente temos que ouvir. E acho que ouvimos.” Anteriormente, a Warner já tinha refeito, com grande sucesso, o clássico sci-fi “Blade Runner” (1982), que também tinha sido mutilado pelos executivos do estúdio na época de seu lançamento. Uma versão chamada de “do diretor”, mas sem aval de Ridley Scott, foi lançada em VHS em 1992, e uma oficial, assinada por Scott, chegou ao Blu-ray em 2007.
Stargirl: Série conquista crítica, público e cria problema para a Warner
A rede The CW tem um novo sucesso em sua programação. E isto é um problema para a Warner. A estreia de “Stargirl”, exibida na terça passada (19/5) nos EUA, conquistou elogios rasgados da crítica e registrou 1,2 milhões de telespectadores ao vivo. O número representa a segunda maior audiência de lançamento de uma série da CW desde “Batwoman” (1,9 milhão) no ano passado. A diferença é que “Stargirl” não era exatamente inédita e tem muito mais público não contabilizado, que a assistiu por outra plataforma. Originalmente uma produção da DC Universe, a série foi lançada um dia antes para os assinantes do serviço de streaming da editora de quadrinhos. Além disso, também foi disponibilizada em streaming gratuito do serviço digital da CW. A soma multiplataformas deve ter superado muito o alcance de “Batwoman”, mas nem a Warner nem a CW revelam o volume de usuários de seus streamings. De todo modo, não resta dúvida de que se trata de um sucesso de audiência, o que cria um problema caseiro para a Warner, porque “Stargirl” é claramente mais cara que as outras produções de super-heróis da DC exibidas pela CW. Os dois episódios já disponibilizados nos EUA parecem filmes, com efeitos visuais de qualidade muito superior aos apresentados em “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, por exemplo. “Stargirl” tem maior orçamento e melhor acabamento porque foi feita para streaming. Mas acabou sendo exibida em TV aberta. Os números de audiência inevitavelmente farão a CW querer manter a série em sua grade de programação por mais temporadas. E assim cria-se um dilema. A CW está canibalizando um atração da DC Universe – oferecendo-a até em streaming gratuito – , o que tende a criar atrito entre as diferentes divisões do conglomerado envolvidas no negócio. Lançar “Stargirl” na TV aberta, um dia depois do streaming, poderia ser apenas uma estratégia da Warner para atrair o público para uma 2ª temporada paga. Por isso, é questionável se a empresa toparia bancar essa 2ª temporada para a CW – uma atração cara, entregue quase de graça para exibição na TV convencional. Será que a CW, que pagou pouco pelos direitos de transmissão – bem menos que os custos de produção – , estaria disposta a bancar a série sem o investimento feito para a DC Universe? E como as séries do Arrowverso lidarão com uma coleguinha glamourosa na programação, que escancara a pobreza de recursos das suas produções? A série rica tem o mesmo produtor das séries pobres de super-heróis, Greg Berlanti. E isso também pode criar saia justa nos bastidores da Berlanti Prods. O fato de ser conteúdo premium de streaming justificava o maior investimento, só que a exibição na CW acabou com essa divisão. O projeto foi desenvolvido por Geoff Johns, co-criador de “The Flash”, maior sucesso do Arrowverse. Ele também é, por sinal, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A trama mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. O clima lúdico, praticamente spielberguiano da atração, encantou a crítica. Extremamente bem-feita, a série também foi sucesso nas avaliações da imprensa americana, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com destaque para a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, além de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça.
David Ayer confirma ter versão do diretor “quase completa” de Esquadrão Suicida
David Ayer confirmou para fãs no Twitter que realmente existe uma versão do diretor de “Esquadrão Suicida”. Não só isso: ela estaria quase pronta para ser exibida. “Claro que existe. E está quase completa, faltando alguns efeitos visuais”, escreveu na rede social. Ele ainda acrescentou: “Minha versão não é uma apoteose da arte cinematográfica, mas é simplesmente melhor que a versão que o público viu – e sim, faria sentido atualizá-la”. Ayer seguiu afirmando que “seria fácil completar” sua versão. “Seria incrivelmente catártico. É exaustivo ter o traseiro chutado por um filme que recebeu o tratamento ‘Edward Mãos de Tesoura’. O filme que eu fiz nunca foi visto”. Os tuítes (parte deles podem ser vistos abaixo) vêm na esteira da oficialização do “Snyder Cut”, a versão do diretor de “Liga da Justiça”, que ganhará lançamento na HBO Max em 2021. Após oficializar a versão de Zack Snyder, a AT&T, empresa que comprou a Warner e está por trás da prioridade dada ao lançamento da plataforma de streaming do estúdio, disse nas redes sociais que também estava aberta a um “Ayer Cut” de “Esquadrão Suicida”, o que fez o diretor se manifestar com uma mensagem, “No aguardo”, e começar a falar obsessivamente sobre isso. Nos últimos dias, Ayer se lançou com tudo na campanha por sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas, nesse processo, tem precisado desmentir a si próprio, negando afirmações que fez na época do lançamento do filme. Muito mal-recebido pela crítica, “Esquadrão Suicida” sofreu intervenção da Warner e foi remontado por um comitê em sua fase de pós-produção, mas como faturou uma fortuna, Ayer evitou criticar o estúdio e só confirmou parte dos bastidores tumultuados, jurando que não existiam cenas extras, muito menos “versão do diretor”. O discurso, agora, é o oposto disso. Passados quatro anos, Ayer finalmente confirmou aquilo que o ator Jared Leto sempre disse (e que ele dizia ser mentira): boa parte das cenas filmadas com o Coringa não foi usada. Leto chegou a afirmar que o material cortado daria um filme solo do Coringa. Agora, o diretor garante até que June/Magia, a personagem vivida por Cara Delevingne, tem mais destaque e é mais bem planejada na sua versão do filme. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção por “seis ou sete” montagens diferentes, mas todo o material foi utilizado. Ele até detalhou algumas versões, que poderiam virar um “Ayer Cut”. “Tínhamos uma versão linear do começo ao fim”, disse em 2016. “Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Na ocasião, porém, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. E ainda afirmou que não existia “uma edição secreta do filme com um monte de cenas do Coringa escondida por aí”. Coube à revista The Hollywood Reporter revelar que, apesar dessa afirmação, a versão final de “Esquadrão Suicida” não foi realmente o filme concebido por Ayer. Sua versão era densa e sombria, e foi modificada por terceiros para se tornar mais leve e engraçada. A reportagem confirmou o que diziam os boatos da época: que todas as piadas do roteiro original estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos – a tal “Versão Dossiê”. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. A mudança deixou a história leve no começo e pesada no fim. Assim, para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Diante da participação do diretor ao longo desse processo, fica claro que o chamado “Ayer Cut” tem uma origem bem diferente do “Snyder Cut” – Zack Snyder foi escanteado e não participou de refilmagens nem da edição final de “Liga da Justiça”. Yes – Enchantress / June Moon were more solidly arced out in my cut. https://t.co/Zoaaug3cTU — David Ayer (@DavidAyerMovies) May 24, 2020 Of course. My cut isn’t the apotheosis of filmmaking. It’s simply better than what the public has seen – and yes it would make sense to update it. https://t.co/vuV0uHcUeM — David Ayer (@DavidAyerMovies) May 25, 2020 This is a good question. My cut would be easy to complete. It would be incredibly cathartic for me. It’s exhausting getting your ass kicked for a film that got the Edward Scissorhands treatment. The film I made has never been seen. https://t.co/FkeHAlNoV0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) May 25, 2020
Stargirl: Comercial destaca elogios da crítica à nova série de super-heróis
A rede The CW divulgou um novo pôster e mais um comercial de “Stargirl”, série de super-heróis da DC Comics, que estreou na terça (19/5) na TV americana. A divulgação agora visa informar que a série também pode ser vista de graça online pela plataforma do canal – em concorrência direta com a DC Universe, que produziu originalmente a atração – , além de chamar atenção para a reação da crítica. O vídeo destaca alguns dos elogios publicados sobre a produção, que encantou a imprensa e atingiu impressionantes 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics – criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e juntar outros jovens heróis para enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC.












