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    Novo crossover das séries de heróis da DC Comics ganha data oficial

    22 de agosto de 2018 /

    A rede CW marcou as datas do crossover anual de suas séries da DC Comics. Desta vez, o evento vai envolver apenas três séries – em vez das quatro do ano passado – e acontecerá na segunda semana de dezembro. Mas em vez disso simplificar a logística, o projeto causará tumulto na ordem de exibição das atrações em suas novas temporadas. A trama vai começar com um episódio de “The Flash” e terminar em “Supergirl”, e por conta disso gerará uma troca no calendário entre as duas séries. A primeira parte será exibida em 9 de dezembro, um domingo, com o episódio de “The Flash”. Seguirá pela segunda em “Arrow”. E se encerrará na terça, dia 11 de dezembro, em “Supergirl”. Ao final do crossover, “Supergirl” voltará aos domingos e “The Flash” às terças. Ainda sem título, a história marcará a primeira aparição de Batwoman no Arrowverso – como são chamadas as séries da DC derivadas de “Arrow” – , com interpretação de Ruby Rose (“Megatubarão”) – , que deverá ganhar sua própria atração em 2019. A aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.

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    Riverdale domina premiação do Teen Choice Awards 2018 com nove troféus

    13 de agosto de 2018 /

    A premiação do Teen Choice Awards aconteceu na noite de domingo (12/08) em Los Angeles, premiando filmes, séries, cantores, atores e celebridades mais queridos do público adolescente americano em 2018. A cerimônia foi repleta de artistas famosos, tanto recebendo quanto entregando as pranchas de surfe do evento – também conhecidas como troféus -, e serviu de palco para uma verdadeira consagração da série “Riverdale”, disparada a grande vencedora do evento com nove prêmios – dez, se contar o prêmio do ator Cole Sprouse como melhor gostoso. Já os troféus cinematográficos foram dominados pela Marvel, com “Vingadores: Guerra Infinita” e “Pantera Negra” conquistando três vitórias cada, e “Thor: Ragnarok” mais uma. Individualmente, porém, o filme mais premiado foi o musical “O Rei do Show”, vencedor em cinco categorias. Ainda se destacaram a animação “Viva – A Vida É Uma Festa”, “Jurassic World: Reino Ameaçado” e “Com Amor, Simon”, com duas conquistas cada. Vale comparar que, se a Marvel arrasou no cinema, a DC compensou com vitórias de “The Flash” e “Supergirl” entre as séries favoritas da moçadinha. O público também apoiou a cancelada “Shadowhunters” com duas pranchas de surfe. Por curiosidade, a cantora brasileira Anitta estava na disputa de um prêmio, como melhor celebridade musical da web, mas acabou perdendo para uma youtuber americana. A ex-MasterChef Valentina Schulz e a youtuber mirim Sophia Santino também figuravam na lista de indicados da categoria de Muser, que é como se chama quem usa a rede social Musical.ly. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Ação (#ChoiceActionMovie) Vingadores: Guerra Infinita Melhor Ator em Filme de Ação (#ChoiceActionMovieActor) Robert Downey Jr. – Vingadores: Guerra Infinita Melhor Atriz em Filme de Ação (#ChoiceActionMovieActress) Scarlett Johansson – Vingadores: Guerra Infinita Melhor Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovie) Pantera Negra Melhor Ator em Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovieActor) Chris Hemsworth – Thor: Ragnarok Melhor Atriz em Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovieActress) Letitia Wright – Pantera Negra Melhor Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovie) Viva – A Vida É Uma Festa Melhor Ator em Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActor) Anthony Gonzalez – Viva – A Vida É Uma Festa Melhor Atriz em Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActress) Carrie Fisher – Star Wars – Os Últimos Jedi Melhor Filme de Drama (#ChoiceDramaMovie) O Rei do Show Melhor Ator em Filme de Drama (#ChoiceDramaMovieActor) Zac Efron – O Rei do Show Melhor Atriz em Filme de Drama (#ChoiceDramaMovieActress) Zendaya – O Rei do Show Melhor Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovie) Com Amor, Simon Melhor Ator em Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovieActor) Dwayne Johnson – Jumanji: Bem-Vindo à Selva Melhor Atriz em Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovieActress) Anna Kendrick – A Escolha Perfeita 3 Melhor Filme de Verão (#MelhorSummerMovie) “Incríveis 2″ Melhor Ator de Filme de Verão (#MelhorSummerMovieActor) Chris Pratt – “Jurassic World: Reino Ameaçado” Melhor Atriz de Filme de Verão (#MelhorSummerMovieActress) Bryce Dallas Howard – “Jurassic World: Reino Ameaçado” Melhor Vilão do Cinema (#MelhorMovieVillain) Michael B. Jordan – “Pantera Negra” Melhor Revelação do Cinema (#MelhorBreakoutMovieStar) Nick Robinson – “Com Amor, Simon” Melhor Casal de Cinema (#MelhorMovieShip) Zac Efron & Zendaya – “O Rei do Show” TELEVISÃO Melhor Série de Drama (#ChoiceDramaTVShow) Riverdale Melhor Ator em Série de Drama (#ChoiceDramaTVActor) Cole Sprouse – Riverdale Melhor Atriz em Série de Drama (#ChoiceDramaTVActress) Lili Reinhart – Riverdale Melhor Série de Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVShow) Shadowhunters Melhor Ator em Série de Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVActor) Matthew Daddario – Shadowhunters Melhor Atriz em Série de Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVActress) Millie Bobby Brown – Stranger Things Melhor Série de Ação (#ChoiceActionTVShow) The Flash Melhor Ator em Série de Ação (#ChoiceActionTVActor) Grant Gustin – The Flash Melhor Atriz em Série de Ação (#ChoiceActionTVActress) Melissa Benoist – Supergirl Melhor Série de Comédia (#ChoiceComedyTVShow) The Big Bang Theory Melhor Ator em Série de Comédia (#ChoiceComedyTVActor) Jaime Camil – Jane the Virgin Melhor Atriz em Série de Comédia (#ChoiceComedyTVActress) Gina Rodriguez – Jane the Virgin Melhor Série Animada (#ChoiceAnimatedTVShow) Miraculous: As Aventuras de Ladybug Melhor Série Antiga (#ChoiceThrowbackTVShow) Friends Melhor Reality Show (#ChoiceRealityTVShow) Keeping Up with the Kardashians Melhor Personalidade Televisiva (#ChoiceTVPersonality) Chrissy Teigen – “Lip Sync Battle” Melhor Programa de Verão (#MelhorSummerTVShow) “So You Think You Can Dance” Melhor Artista de TV de Verão (#MelhorSummerTVStar) Olivia Holt – “Marvel’s Cloak & Dagger” Melhor Vilão da TV (#MelhorTVVillain) Mark Consuelos – “Riverdale” Melhor Série Revelação (#MelhorBreakoutTVShow) “On My Block” Melhor Revelação da TV (#MelhorBreakoutTVStar) Vanessa Morgan – “Riverdale” Melhor Casal da TV (#MelhorTVShip) Cole Sprouse & Lili Reinhart – “Riverdale” Melhor Beijo (#MelhorLiplock) Cole Sprouse & Lili Reinhart – “Riverdale” Melhor Piti (#MelhorHissyFit) Madelaine Petsch – “Riverdale” Melhor Ladrão de Cena (#MelhorSceneStealer) Vanessa Morgan – “Riverdale” MÚSICA Melhor Artista Masculino (#ChoiceMaleArtist) Louis Tomlinson Melhor Artista Feminana (#ChoiceFemaleArtist) Camila Cabello Melhor Grupo Musical (#ChoiceMusicGroup) 5 Seconds of Summer Melhor Artista Country (#ChoiceCountryArtist) Carrie Underwood “Whatever It Takes” – Imagine Dragons Melhor Artista Revelação (#MelhorBreakoutArtist) Khalid Melhor Coisa que Vai Estourar (#MelhorNextBigThing) Jackson Wang Melhor Artista Internacional (#MelhorInternationalArtist) BTS Melhor Canção de Verão (#MelhorSummerSong) Back To You – Selena Gomez Melhor Artista Feminina de Verão (#MelhorSummerFemaleArtist) Camila Cabello Melhor Artista Masculino de Verão (#MelhorSummerMaleArtist) Shawn Mendes Melhor Grupo de Verão (#MelhorSummerGroup) 5 Seconds of Summer Melhor Turnê de Verão (#MelhorSummerTour) Harry Styles – Live on Tour DIGITAL Melhor Estrela Feminina da Web (#MelhorFemaleWebStar) Liza Koshy Melhor Estrela Masculina da Web (#MelhorMaleWebStar) The Dolan Twins Melhor Estrela de Comédia da Web (#MelhorComedyWebStar) Liza Koshy Melhor Estrela Musical da Web (#MelhorMusicWebStar) Erika Costell Melhor Estrela Web de Moda e Beleza (#MelhorFashionBeautyWebStar) James Charles Melhor Tuíte (#MelhorTwit) Anna Kendrick Melhor Instagrammer (#MelhorInstagrammer) Selena Gomez Melhor Snapchatter (#MelhorSnapchatter) Ariana Grande Melhor YouTuber (#MelhorYouTuber) Liza Koshy Melhor Muser (#MelhorMuser) Mackenzie Ziegler OUTROS Melhor Ícone de Estilo (#MelhorStyleIcon) Harry Styles Melhor Gostosa (#MelhorFemaleHottie) Lauren Jauregui Melhor Gostoso (#MelhorMaleHottie) Cole Sprouse Melhor Atleta Masculino (#ChoiceMaleAthlete) LeBron James Melhor Atleta Feminina (#ChoiceFemaleAthlete) Serena Williams Melhor Videogame (#MelhorVideogame) Fortnite Melhor Fandom (#MelhorFandom) #BTSArmy Melhor Dancerino (#MelhorDancer) Maddie Ziegler Melhor Modelo (#MelhorModel) Gigi Gadid

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    Stephen Amell dá boas vindas à Ruby Rose no Arrowverse

    10 de agosto de 2018 /

    Stephen Amell, protagonista da série “Arrow”, foi ao Twitter desejar boas-vindas a Ruby Rose, recém-chegada ao Arrowverse como estrela da nova série da “Batwoman”. “Hey, Ruby Rose – Bem-vinda!! São personagens como a Batwoman que carregarão o nosso universo para o futuro. Te vejo em breve!”, escreveu o ator. E ela, que tinha prometido sair do Twitter para se concentrar no trabalho, voltou especialmente para agradecer. “Bastante obrigado, Stephen. Isto vai ser muito divertido”, ela respondeu. Ruby Rose vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. O produtor Greg Berlanti, que é gay assumido, tem introduzido diversos personagens LGBTQIA+ nas séries da DC. Vale lembrar que Sarah Lance, a Canário Branco, foi a primeira a ter relacionamento com outras mulheres no Arrowverse. A personagem interpretada por Caity Lotz define-se como bissexual. Já a policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) se estabeleceu como a primeira lésbica em “Supergirl”, ajudando a irmã da heroína a descobrir sua verdadeira sexualidade. Por sinal, Maggie e Kate Kane tem história nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pelo noivado do casal em 2013. Avanços e retrocessos. Thank you so much Stephen. This is going to be so much fun. X https://t.co/LI3TCuAfzm — Ruby Rose (@RubyRose) August 10, 2018

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  • Série

    Ruby Rose se emociona por virar Batwoman e revela ligação com morcegos desde criança

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose revelou-se bastante emocionada por ter sido escalada para o papel de Batwoman numa nova série da rede CW. Não apenas por viver um tipo de personagem que ela não tinha a oportunidade de ver na TV quando era pequena, mas também porque brincava com morcegos quando era criança. A confissão foi feita na noite de quarta (8/8) em sua participação no programa “Tonight Show”. Ela foi convidada para falar da estreia nos cinemas de “Megatubarão”, mas o assunto Batwoman dominou as conversas com o apresentador Jimmy Fallon. Ruby contou que recebeu a notícia de que tinha passado nos testes para o papel uma hora antes da première do longa, e que teve de segurar as lágrimas no evento. “Eu estava tão emocionada, que eu pulei todos com quem tinha que falar, porque eu iria começar a chorar se me entrevistassem, como estou quase fazendo agora.” “Mal tive tempo de pensar nisso, eu soube ontem que passei no teste para ser a Batwoman. É um divisor de águas. Eu sinto que a razão para eu me emocionar tanto é porque eu cresci vendo TV e nunca havia alguém com quem me identificar, ainda mais uma super-heroína”, relembrou, referindo-se ao fato de Batwoman ser lésbica assumida como ela. Fallon brincou que será melhor ver crianças no Halloween vestidas como Batwoman do que o papel anterior, como presidiário com o uniforme laranja de “Orange is the New Black”. “As crianças vão poder ver e se identificar, é uma ótima oportunidade”, comentou Rose. Foi então que ela revelou que sua mãe tem uma tatuagem de morcego, porque ela criava morceguinhos como se fossem de estimação. “Pois é, ela cuidava desses morcegos bebês, ajudava-os a sobreviver, mas depois eles não tinham para onde ir, porque cresceram dentro de uma casa, ficaram domésticos e cagando na casa toda”, riu ela. Rose contou que isso a inspirou a fazer suas primeiras asinhas, imitando morcegos. “A gente não tinha dinheiro, então eu fazia meus brinquedos. Uma vez, construiu umas asas de papelão, e eu dormia com elas, corria com elas, pulava de lugares altos para minha mãe me pegar. E agora eu vou ter asas que não serão de papelão!”. Confira abaixo a entrevista original, com mais detalhes.

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  • Série

    Ruby Rose vai estrelar a série da Batwoman

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose foi anunciada como a intérprete da próxima super-heroína televisiva da DC Comics. Ela vai interpretar Batwoman numa nova série da rede americana CW. O produtor Greg Berlanti, criador e responsável pelo chamado “Arrowverse”, queria uma atriz lésbica para interpretar a personagem, que também é lésbica nos quadrinhos. E Ruby Rose é a mais famosa lésbica assumida do cinema atual. Ex-VJ da MTV Austrália, ela estreou nas séries americanas em 2015 ao participar de uma temporada em “Orange Is the New Black”, de onde saiu para estrelar diversos blockbusters de ação consecutivos, como “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, “xXx: Reativado”, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” e “Megatubarão”, que estreia nesta quinta (9/8) nos cinemas. Ela vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado, e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E esse personagem ganhou uma série animada.

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  • Filme

    Warner contrata roteirista para um filme de Supergirl

    6 de agosto de 2018 /

    A Warner Bros. encomendou o roteiro de um filme da “Supergirl”, super-heroína da DC Comics que atualmente tem uma série de sucesso na rede americana CW. Segundo o site Deadline, Oren Uziel, responsável pelo fraquíssimo “O Paradoxo Cloverfield” foi contratado para desenvolver a história. O projeto está em estágio inicial de desenvolvimento, como muitas outras adaptações da DC Comics ventiladas pela mídia americana – “Batgirl”, “Tropa dos Lanternas Verdes”, “Aves de Rapina”, etc – e não tem previsão para sair do papel. Caso o filme avance, não será a primeira vez que a prima loira do Superman voará até os cinemas. Em 1984, Helen Slater estrelou “Supergirl”, considerada uma das piores adaptações de quadrinhos da editora. Por sinal, Slater faz parte do elenco recorrente da série “Supergirl”, como mãe adotiva de Kara Danvers, a identidade civil da super-heroína. O filme não terá nenhuma relação com a série, mas mesmo assim a produção sofrerá inevitáveis comparações. Afinal, será muito difícil para a Warner encontrar uma atriz mais convincente no papel que Melissa Benoist, absolutamente perfeita como Supergirl.

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    Ator de Star Trek entra na 4ª temporada de Supergirl

    3 de agosto de 2018 /

    O ator Brent Spiner, que ficou conhecido como o personagem Data na série “Star Trek: A Nova Geração”, entrou na 4ª temporada de “Supergirl”. Ele terá papel recorrente como o vice-presidente dos Estados Unidos. Para quem não lembra, no mundo fictício de “Supergirl”, a candidata feminina venceu as últimas eleições. A presidente Olivia Marsdin é interpretada por Lynda Carter (a “Mulher-Maravilha” da série dos anos 1970), mas ela anda sumida da trama e, na 4ª temporada, seu více se verá obrigado a assumir papel de liderança em momentos de crise. Além da série “Star Trek: A Nova Geração” e diversos filmes da franquia, Spiner também se destacou como o Dr. Okun de “Independence Day” e sua continuação, lançada em 2016. Mais recentemente, apareceu como o vilão Sidney na série “Outcast”, do mesmo criador de “The Walking Dead”. Ele se juntará à várias novidades do quarto ano da produção, como Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”), que viverão capangas famosos do supervilão Lex Luthor, respectivamente Mercy Graves e Otis, além da primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines (vista em “Royal Pains”), e o anti-herói Manchester Black, que chegou a integrar o “Esquadrão Suicida”, interpretado por David Ajala (série “Falling Water”). Para completar, o ator Jesse Rath, que fez aparições recorrentes como Brainiac 5 nos últimos episódios da 3ª temporada, foi promovido a integrante fixo do elenco, no lugar de Jeremy Jordan, que fará apenas participações recorrentes em seu papel de Winn Schott. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Atriz de The Last Ship viverá a vilã da 4ª temporada de Supergirl

    1 de agosto de 2018 /

    A atriz inglesa Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”) entraram no elenco de “Supergirl”. Ambos vão viver capangas famosos do supervilão Lex Luthor, que, curiosamente, não surgiram nos quadrinhos. Rhona Mitra será ninguém menos que Mercy Graves. A personagem é a assistente/guarda-costas letal de Lex Luthor, introduzida em 1996 em “Superman: A Série Animada”, onde foi dublado por Lisa Edelstein e ganhou aparência ruiva. Fez tanto sucesso que, assim como a Arlequina, acabou adotada pelos quadrinhos, que a transformaram em loira e, após o recente reboot de 2011, em asiática. Por isso, ao receber carne e osso pela primeira vez em “Batman vs. Superman” (2016), foi interpretada por uma atriz japonesa, Tao Okamoto. Já Robert Baker será Otis, o capanga atrapalhado introduzido no clássico “Superman: O Filme” (1978), na pele de Ned Beatty, que reprisou o papel em “Superman II” (1980). Ele só apareceu em animações desde então – num episódio de “Os Superamigos” (Super Friends) e, mais recentemente, reimaginado como um mercenário a serviço de Luthor na série “Justiça Jovem” (Young Justice). Mercy deve ser a mais nova candidata a rival civil da heroína. A vaga é fixa, mas quem a preenche costuma sumir misteriosamente, esquecido pelos produtores entre uma temporada e outra. Maxwell Lord (interpretado por Peter Facinelli) ocupou este espaço na 1ª temporada e Morgan Edge (Adrian Pasdar) na primeira metade da 3ª temporada, ambos com praticamente o mesmo perfil de empresários perigosos, que deve ser adotado por Marcy Graves. Por sinal, nenhum dos dois antigos vilões teve seu sumiço da trama explicado. Na série, Mercy será uma ex-agente do laboratório Cadmus que sempre acreditou no excepcionalismo humano. Mas com Lex e Lillian na prisão, Mercy precisará sair da sombra dos Luthor para comandar seu próprio show, tornando-se uma figura chave no crescente movimento de “humanos em primeiro lugar” – a versão da série para a política internacional do presidente Trump, “America first”. Otis, por sua vez, permanecerá pouco esperto, mas compensará a lerdeza mental com agilidade mortal para assassinar alienígenas. Além deles, a série anunciou a inclusão da primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines (vista em “Royal Pains”), e o anti-herói Manchester Black, que chegou a integrar o “Esquadrão Suicida”. Apesar do nome do personagem, Manchester Black é praticamente um skinhead branco nos quadrinhos, que tatuou a bandeira britânica no peito inteiro para exaltar seu nacionalismo. Seu intérprete, porém, será um ator negro: David Ajala (série “Falling Water”). Vale avisar que a história desse personagem é absurdamente trágica. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Conheça a trajetória de Nicole Maines, que viverá a primeira super-heroína transexual da TV

    24 de julho de 2018 /

    A atriz Nicole Maines vai fazer história como a primeira super-heroína transexual da TV, na próxima temporada de “Supergirl”. E sabe da responsabilidade que isso representa. “Parece apropriado dizer que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Estou nervosa porque quero fazer do jeito certo”, disse Maines, citando uma famosa frase dos quadrinhos do Homem-Aranha para a revista Variety. Apesar disso, o papel está longe de ser o maior desafio de sua vida, já que ela encarou vários, como contou em sua autobiografia, “Becoming Nicole”. O primeiro deles foi ser aceita pelos próprios pais. Nascida Wyatt em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, ela se descobriu transgênero aos três anos de idade, mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. Assim, ela deveria usar o banheiro dos funcionários. Ou segurar a vontade. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. “Muitas pessoas estão realmente ansiosas para contar a história das pessoas transgêneras, especialmente porque é uma questão muito importante para a nossa sociedade hoje. Parece justo termos um super-herói trans para as crianças trans poderem se inspirar. Eu gostaria que houvesse uma quando eu era pequena”, contou a atriz, hoje com 20 anos. “Nós podemos ser quem nós quisermos, podemos fazer o que quisermos: podemos ser super-heróis, porque, de muitas formas, nós somos. Temos a representação de pessoas trans na TV já há um tempo, mas não tem sido a representação correta”, apontou, citando que, muitas vezes, essas personagens são viciadas em drogas ou trabalham com prostituição. Além disso, são interpretados por atores cisgêneros (que se identificam com os gêneros com que nasceram) e heterossexuais. “São homens de vestidos, e isso tem sido prejudicial por muito tempo”. A questão é importante para Maines, que inclusive opinou sobre a controvérsia que se instaurou recentemente quando a atriz Scarlett Johansson foi anunciada para o papel de um homem trans no filme “Rub & Tug” – do qual ela abriu mão dias depois. “Acho que os atores cisgêneros não pegam esses papéis por mal, é apenas uma falha em reconhecer o contexto”, disse. “Você tem que pensar no contexto. Como trans, muitas pessoas nos acusam de nos fantasiarmos, por qualquer motivo que seja, e isso não é verdade. Ter pessoas trans em papéis trans mostra que nossas identidades são válidas e que nós existimos. Então quando temos atores cis fazendo personagens trans, isso propaga o estereótipo de que é um homem (ou mulher) se fantasiando, o que não é verdade”, apontou. “Estamos em uma época em que, mais do que nunca, a representação na mídia importa. E o que vemos na televisão tem um efeito muito dramático na sociedade”, acrescentou. A participação da atriz em “Supergirl” representa mais um avanço da série na opção por representatividade e tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Seguem, a seguir, algumas informações sobre a personagem de Nicole Maines. Ela foi escalada para interpretar Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão que deve ser apresentada na série. A personagem é descrita pelos produtores como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixava os legionários a seus pés em sua estreia. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou seu corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Para completar, vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath.

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    Supergirl faz história ao escalar a primeira super-heroína transexual da TV

    22 de julho de 2018 /

    A equipe de “Supergirl” anunciou uma grande novidade da 4ª temporada na San Diego Comic-Con: a atriz transexual Nicole Maines (vista num episódio de “Royal Pains”) entrou no elenco da atração no papel de Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. A participação representa mais um avanço da série na opção por tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão televisiva. A personagem é descrita na série como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixa os legionários a seus pés em sua estreia, conforme pode ser visto na ilustração abaixo. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. Um detalhe nada irrelevante na contratação de Nicole Maines é que ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por seu ativismo LGBTQIA+. Em 2013, Maines venceu um processo histórico na justiça americana, pelo direito de frequentar banheiros femininos. A ação virou jurisprudência e a tornou célebre, levando-a a aparecer no documentário da HBO “The Trans List” (2016) e até ter sua vida transformada em livro – “Becoming Nicole” (2015), escrito por Amy Ellis Nutt. Os planos para introduzir uma super-heroína transgênero no Arrowverse foram anunciados dias após a confirmação do projeto de “Batwoman”, que será a primeira série criada em torno de uma super-heroína lésbica – fato que não diminui a importância de Nafessa Williams como Tormenta, a primeira super-heroína lésbica negra da TV, na série “Black Lightning” (Raio Negro). “Supergirl” retorna em 14 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e também está disponível no catálogo da Netflix. Veja abaixo a hilária introdução da Garota dos Sonhos em 1964 nos quadrinhos da DC Comics.

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    Vídeo da 4ª temporada de Supergirl mostra nova versão da heroína

    22 de julho de 2018 /

    A rede CW divulgou um vídeo da 4ª temporada de “Supergirl” produzido para a Comic-Con. A prévia recicla cenas da 3ª temporada, que são acompanhadas por uma narração xenofóbica, que prega o ódio contra alienígenas, e ao final apresenta uma espécie de nova Supergirl, com a identidade escondida sob uma armadura. A cena pode ter relação com o mistério do último episódio, que deixou muitos telespectadores intrigados ao introduzir, nos segundos finais, uma nova versão da heroína interpretada por Melissa Benoist, que chega sem roupas à Sibéria, na Rússia. A cena ambígua foi explicada pelos produtores em entrevistas após a exibição do capítulo. Ela apresenta a vilã da nova temporada, que será a própria Supergirl. Eis o que aconteceu. Durante sua luta final com Régia (Odette Annable), Kara voltou no tempo para impedir a morte de seus amigos e utilizar a Pedra de Yuda Kal para se transportar para uma espécie de mundo subconsciente. Mas isso fez com que uma cópia de Supergirl surgisse na Rússia. Segundo os produtores, essa aparição é inspirada na minissérie “Red Son” da DC Comics, que narrou uma história de origem alternativa para o Superman, escrita em 2003 por Mark Millar, o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”. A publicação de três edições contava o que aconteceria se a nave do bebê Kal-El tivesse descido na Rússia e Superman crescesse como um comunista. A publicação foi lançada no Brasil com o título “Superman – Entre a Foice e o Martelo”. A história de “Red Son” deve ser adaptada para a realidade de Supergirl, que até nos quadrinhos foi separada em duas pessoas diferentes, uma delas maligna, ao entrar em contato com Kryptonita Negra. Vale lembrar que a Pedra de Yuda Kal é um pedaço de rocha preta do planeta Krypton – a definição da Kryptonita Negra. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Batwoman deve ganhar série própria após crossover do Arrowverse

    17 de julho de 2018 /

    A heroína Batwoman pode ganhar uma série interligada ao Arrowverse, o universo dos super-heróis da DC Comics que faz parte da programação da rede americana CW. A novidade foi divulgada após o canal anunciar que a personagem iria aparecer no crossover anual entre “The Flash”, “Arrow”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. A ideia é aproveitar a audiência geralmente recorde desse tipo de evento como ponto de partida da nova série. Além das séries citadas, a rede CW ainda exibe “Black Lightning” com outro herói da DC Comics: Raio Negro. Todas as séries são produzidas por Greg Berlanti, que desenvolve mais duas atrações de super-heróis para o serviço de streaming DC Universe – “Titans” (dos Novos Titãs) e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino). Caso o projeto emplaque, “Batwoman” será a 15ª série do produtor – não da carreira, mas – a ir ao ar em 2019. Um recorde histórico. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Os produtores estão atualmente em busca de uma intérprete para a personagem, que será lésbica assumida na série, assim como nos quadrinhos. A preferência é justamente por uma atriz que seja lésbica de verdade. Mas a lógica de escalação de elenco das demais séries da DC Comics também sugere uma atriz negra. Afinal, Batwoman é ruiva nos quadrinhos – e veja-se o que aconteceu com os ruivos Jimmy Olsen, Miss Marte, Iris Allen, Kid Flash/Wally West e até a vindoura Estelar em “Titans”. A introdução de Batwoman no crossover marcará a primeira vez que a heroína ganhará versão em carne e osso – na TV ou mesmo cinema. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que ela foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. É interessante reparar que esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.

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    4ª temporada de Supergirl vai abordar trama cultuada do criador de Kick-Ass e Kingsman

    22 de junho de 2018 /

    O final da 3ª temporada de “Supergirl” deixou muitos telespectadores intrigados, pois nos últimos segundos introduziu uma nova versão da heroína do título, vista chegando sem roupas à Sibéria, no leste da Rússia. A cena ambígua foi explicada pelos produtores em entrevistas após a exibição do capítulo. Ela apresenta a vilã da próxima temporada, que será a própria Supergirl (Melissa Benoist). Durante sua luta final com Régia (Odette Annable), Kara volta no tempo para impedir a morte de seus amigos e utiliza a Pedra de Yuda Kal para se transportar para uma espécie de mundo subconsciente. Mas isso fez com que uma cópia de Supergirl surgisse na Rússia. “Para os fãs dos quadrinhos, acho que eles podem reconhecer que a história que queremos contar é inspirada na icônica ‘Red Son’ da DC Comics, que narrou uma história de origem alternativa para o Superman”, disse o produtor Robert Rovner ao site TVLine. A minissérie de três capítulos “Red Son” foi escrita em 2003 por Mark Millar, o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”, e conta o que aconteceria se a nave do bebê Kal-El tivesse descido na Rússia e Superman crescesse como um comunista. A publicação foi lançada no Brasil com o título “Superman – Entre a Foice e o Martelo”. Além da história de “Red Son”, a trama deve abordar eventos da própria revista da “Supergirl”, que em 2005 foi separada em duas pessoas diferentes ao entrar em contato com Kryptonita Negra, uma delas com personalidade maligna. Vale lembrar que a Pedra de Yuda Kal é um pedaço de rocha preta do planeta Krypton – a definição da Kryptonita Negra. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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