Vingadores: Ultimato tem maior público de estreia no Brasil em todos os tempos
“Vingadores: Ultimato” quebrou o recorde de 24 horas de uma estreia no Brasil, sendo visto por mais de 1,5 milhão de espectadores na última quinta-feira (25/4). O antigo recordista era o filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que levou 953,3 mil espectadores aos cinemas em seu primeiro dia, no ano passado. A diferença é que a produção prévia foi lançada em “mais de mil salas”, enquanto “Vingadores: Ultimato” ocupou 2,7 mil telas, cerca de 80% de todos os espaços cinematográficos disponíveis no país. A distribuição predatória da Disney garante muitos recordes. Mas também inspira protestos no mercado nacional. Sem se preocupar com o debate, o estúdio comemora R$ 28,1 milhões em apenas 24 horas no país.
Vingadores Ultimato é marco do entretenimento do século 21
Após o final surpreendente de “Vingadores: Guerra Infinita”, temos a conclusão não só dessa história, mas também da saga dos primeiros 11 anos (e 22 filmes) da Marvel Studios. Se o anterior deixou o público de queixo caído pela ousadia, “Vingadores: Ultimato” substitui o choque pela carga emocional mais intensa que você já viu em um filme de super-heróis. Enfim, leve uma caixa de lenços. Ao mesmo tempo em que se completam, “Guerra Infinita” e “Ultimato” se apresentam como filmes bem diferentes em tom e ritmo. Antes, os Vingadores foram pegos de surpresa e sem tempo algum para planejar um contra-ataque, uma resistência ou qualquer outra coisa capaz de fazer frente ao desespero. O que justifica um filme mais dinâmico, direto ao ponto, com soluções urgentes. Agora, chegou o momento de sentar e conversar para ver o que é possível ser feito. E o clima não é dos melhores, afinal os heróis lidam com o peso das consequências de “Guerra Infinita”. O que justifica um tom melancólico e praticamente sem um pingo de esperança. Mas é um gancho e tanto para os irmãos Anthony e Joe Russo trabalharem a importância do mito e a existência de heróis entre nós. Tema repetido e reciclado pelo cinema americano ao longo dos tempos, incluindo a ênfase nos pais e mentores como nossos heróis de carne e osso, algo que ganha força neste filme porque “Ultimato” significa o fim de um ciclo, uma virada de página, uma passagem para a próxima geração. Ou seja, uma jogada perfeita dos irmãos Russo e a razão pela qual é um filme movido pela catarse. Entretanto, a descrença e a lógica devem ficar do lado de fora do cinema, porque o filme é propositalmente confuso e talvez nem faça o menor sentido. São as emoções que fazem a trama fluir, não a história, que derrapa a cada tentativa de se ligar os pontos durante a projeção. O filme faz ainda menos sentido para quem não viu os 21 lançamentos anteriores da Marvel. Diferente de “Guerra Infinita”, que situa até mesmo os leigos na busca pelas Joias, é preciso conhecer a saga (ou a maior parte dela) para embarcar de cabeça em “Ultimato”. Na verdade, é um milagre que tudo se encaixe em “Vingadores: Ultimato”, e isso é mérito da direção dos irmãos Russo – aumentando a curiosidade sobre o que eles podem fazer fora desse universo. Eles conseguem tornar o drama tão intenso quanto a ação – e até o humor. Ao final, tudo funciona, dando maior sentido, inclusive, aos filmes que o precederam. Mais que um filme, temos um evento. O cinema não precisa ser sempre, mas pode ser divertido quando encarado como espetáculo. Ou seja, é possível ficar encantando sem se deparar com um Martin Scorsese, Stanley Kubrick ou Federico Fellini. O filme é grandioso não só pela longa duração (você cortaria qualquer cena das 3 horas?), mas pela escala que direciona os eventos para uma batalha final gigantesca que aproveita a tela inteira do cinema para se manifestar. E é incrível notar, durante o conflito, o quanto a trilogia “O Senhor dos Anéis”, de Peter Jackson, influenciou o cinema das duas últimas décadas. “Vingadores: Ultimato” gera uma comparação imediata com “O Retorno do Rei” em termos de ato final, despedidas, escopo da ação e o quanto as cenas grandiosas são do mesmo tamanho dos dilemas, motivações e laços entre os personagens. E é por isso que é tão dolorido dizer adeus para essa fase da Marvel. Às vezes é isso que conta: entregue um final emocionante e o público esquecerá qualquer furo e todo o resto. E que final, pessoal! É apoteótico, com toneladas de CGI, mas os atores não são esquecidos. Pelo contrário, eles são bastante valorizados. Se a maioria do elenco não teve momentos para brilhar em “Guerra Infinita”, “Ultimato” dá esse espaço a eles. E é incrível como todos evoluíram nos últimos 11 anos, especialmente Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Natasha/Viúva Negra) e Chris Evans (Steve Rogers/Capitão América), porque Robert Downey Jr já era um monstro quando essa brincadeira começou. “Vingadores: Ultimato” também é um agradecimento da Marvel a Downey e uma declaração de amor ao Homem de Ferro. Com o filme, a Marvel se torna definitivamente referência para o cinema de entretenimento e os Vingadores se torna a franquia mais influente de Hollywood neste século. Será difícil a Marvel superar esse feito, mas a tarefa é ainda mais árdua para a concorrência, que terá que apresentar algo tão ou mais relevante daqui para frente.
Cineastas protestam contra a distribuição predatória de Vingadores: Ultimato no Brasil
A Disney estalou os dedos e a maioria dos filmes desapareceram das salas de cinema para dar lugar à estreia predatória de “Vingadores: Ultimato” no Brasil. Mas a façanha despertou o lado Vingadores da classe cinematográfica brasileira. O longa do vilão Thanos foi lançado na quinta-feira (25/4) em 2,7 mil das 3,3 mil salas existentes no circuito nacional, ocupando cerca de 80% de todos os espaços físicos destinados à projeção de filmes no país. Isto enquanto “Shazam!” e “Capitã Marvel” continuavam a ser exibidos na maioria das salas, deixando pouco espaço para outras estreias e sufocando os filmes que já estavam em cartaz. Segundo alguns cineastas, a superprodução da Disney teria sido favorecida principalmente pela ausência da cota de tela para este ano, que espera para ser assinada pelo governo Bolsonaro, e pelo enfraquecimento da Agência Nacional de Cinema (Ancine), que tinha regras sobre o setor que não estão mais em vigor. Por conta da estreia massiva, a comédia brasileira “De Pernas pro Ar 3”, com mais de 1 milhão de ingressos vendidos em duas semanas, perdeu 300 salas do circuito. Mariza Leão, produtora do filme, reclamou para o jornal O Globo que mesmo as salas que ainda exibem o filme fatiaram suas sessões com o lançamento da Disney. “Em 153 cinemas, o filme é colocado em duas sessões diárias, e em 199 cinemas, fica em apenas uma sessão diária. Isto é uma perversidade do ponto de vista cultural e econômico”, apontou. A produtora enviou uma carta à diretoria colegiada da Ancine protestando contra a falta de regras reguladoras do mercado cinematográfico. Além da ausência da cota de tela, ela menciona no texto a regra da “dobra”, segundo a qual os exibidores eram obrigados a manter o filme em cartaz se ele atingisse uma média de público. “Filmes com performance acima de média saem de salas sem nenhuma explicação, sem nenhuma defesa. Tal fato gera prejuízos incalculáveis a investimentos tanto públicos quanto privados”, acrescentou. O cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, cujo filme “Bacurau” foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Cannes, ecoou a reclamação da produtora em sua página no Facebook “‘De pernas pro Ar 3’ estava dando dinheiro. Quando o mercado corre sem lei, sua lógica é a de subtrair para ganhar, e não a de somar com diversidade. Os dois filmes poderiam ir bem, sem desequilíbrio”, escreveu. O outro lado da questão é defendido pelo presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras (Feneec) e diretor da rede de cinemas GNC, Ricardo Difini Leite, que não quer regulação e defende que a diminuição de salas de “De Pernas pro Ar 3” foi “natural”. “Estamos falando do maior lançamento do ano, que teve uma procura fenomenal. É precipitado dizer que ‘Vingadores: Ultimato’ vai prejudicar ‘De pernas pro Ar 3’. O filme brasileiro continua em muitas salas, mas teve diminuição da média de forma natural”, disse ao jornal O Globo. A questão realmente divide exibidores e cineastas. Daniel Caetano, presidente da Associação Brasileira de Cineastas (Abraci), acredita que a regulação é necessária e ajuda o mercado a funcionar, sendo construída em conjunto com os agentes desse mercado. “Eu entendo que o mercado tenda a esse modelo, mas acredito que faz parte das funções do governo criar mecanismos regulatórios que evitem que as leis de mercado acabem canibalizando o próprio mercado”, explica. Em nota, a Ancine disse que vai “monitorar a questão”. “O assunto é pauta da Câmara Técnica de Salas de Exibição, que conta com representantes de associações de distribuidores, exibidores e produtores do audiovisual”, limita-se a dizer. Atualmente, a Ancine encontra-se parada, sem poder investir na produção de novos filmes e séries, devido a um processo do Tribunal de Contas da União. Além do cancelamento de liberação de recursos para novos projetos, também não está sendo emitida a Salic, uma espécie de certidão de nascimento para que filmes e séries existam oficialmente. Em palestra na Rio2C, evento do audiovisual brasileiro, o diretor da Ancine jurou que a agência continua funcionando. Segundo ele, “a Ancine não parou, é só um momento de transição”. Esse “momento de transição” também inclui a falta de pressa ou interesse do presidente Jair Bolsonaro em assinar a cota de tela para este ano. Sem essa assinatura, o próximo grande lançamento do ano – o período de maio a agosto é de um grande lançamento por semana – pode ocupar 90% das salas sem infringir a (falta de) legislação do setor. A discussão não é específica sobre um filme. É sobre todo o mercado.
Vingadores: Ultimato bate dois novos recordes em 24 horas na América do Norte
Mesmo com três horas de duração, “Vingadores: Ultimato” bateu o recorde de bilheteria de 24 horas de estreia do cinema norte-americano. O filme da Marvel arrecadou US$ 157,5 milhões em seu primeiro dia, incluindo na conta os US$ 60 milhões de pré-estreias na noite de quinta (25/4). Ou seja, US$ 38 milhões a mais que o antigo recordista, “Star Wars: O Despertar da Força”, em 2015. E este não foi o único recorde quebrado no lançamento do filme. Ele ainda se tornou o que mais rápido atingiu a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias, ultrapassada após as primeiras 17 horas de exibição no mercado doméstico. Até a soma desses números, havia dúvidas se “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro lançamento a faturar US$ 300 milhões em sua estreia nos Estados Unidos e Canadá. Agora, a dúvida é se passará de US$ 350 milhões. Vale lembrar que “Vingadores: Guerra Infinita”, o filme anterior da franquia, faturou “apenas” US$ 257,6 milhões em sua abertura norte-americana. E este é o recorde de estreia doméstica em todos os tempos. Como o primeiro dia da China arrecadou US$ 100 milhões, o filme deve bater recorde de maior bilheteria de fim de semana inaugural em todo o mundo. E chegar rapidamente a seu 1º bilhão. “Vingadores: Ultimato” também abriu em 1º lugar nas bilheterias nacionais, batendo recorde de arrecadação em seu primeiro dia em cartaz no Brasil.
Pennyworth: Alfred é contratado por Thomas Wayne em novo teaser da série
A DC divulgou novas fotos e o segundo teaser da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título e mostra o momento em que ele recebe uma oferta de trabalho de Thomas Wayne (Ben Aldridge, de “Reign”). “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A produção ainda destaca a cantora Paloma Faith como Bet Sykes, descrita como uma “vilã espirituosa, sádica e de língua afiada” e que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, encerrada na quinta-feira (25/4) nos Estados Unidos, onde o personagem era vivido pelo ator Sean Pertwee. A 1ª temporada com dez episódios vai estrear em 28 de julho, no canal pago americano Epix. E não há previsão para sua exibição no Brasil.
Gotham se despede com revelação de Batman no capítulo final
A série “Gotham” exibiu na noite de quinta (25/5), nos EUA, o seu último episódio. Intitulado “The Beginning…”, ele revela o visual final do Batman, interpretado pelo ator David Mazouz durante a série. Para agradecer aos fãs que acompanharam a produção por cinco temporadas, o perfil oficial da série publicou o gif da última cena, com o visual completo de Batman. Veja abaixo. “É tão difícil dizer adeus, mas a gente se vê… Foram cinco anos maravilhosos, agradecemos interminavelmente a vocês por terem feito parte deles”, diz o texto que acompanha a imagem. O capítulo final mostrou um avanço de 10 anos no tempo, mas não revelou o Bruce Wayne adulto, provavelmente pelo fato de David Mazouz ser muito jovem – ele completou 18 anos em fevereiro. Wayne é apenas mencionado – e aguardado – em cena. E ele não foi o único ausente da despedida. A atriz Camren Bicondova deu lugar à Lili Simmons (“Banshee”) como a Selina Kyle adulta – a Mulher-Gato. Apesar de “Gotham” ter acabado, a equipe criativa formada por Bruno Heller e Danny Cannon continuará mergulhada no mundo do Batman. A próxima série da dupla é “Pennyworth”, que explora o passado do mordomo Alfred, com estreia prevista para julho nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. It's so hard to say goodbye, but we'll be seeing you, Gothamites… ?❤️?It's been a wonderful five years — our endless thanks for being part of it. #Gotham pic.twitter.com/4NSCMu2GyV — Gotham (@Gotham) April 26, 2019
Vingadores: Ultimato bate recorde em pré-estreia na América do Norte
“Vingadores: Ultimato” arrecadou a quantia recorde de US$ 60 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá em suas sessões de pré-estreia na noite de quinta-feira (25/4), informou a Disney. A estreia doméstica superou o recorde anterior de US$ 57 milhões estabelecido em 2015 por “Star Wars: O Despertar da Força”. Com isso, a bilheteria mundial do filme já alcançou US$ 305 milhões nos primeiros dois dias, também de acordo com a Disney. “Ultimato” já bateu recordes de maior dia de estreia na China e em outros países e espera-se que muitas outras marcas caiam ao longo do fim de semana. O filme de três horas de duração é o capítulo final de uma história contada ao longo de 22 produções da Marvel e estreou no Brasil na quinta-feira.
Vingadores: Ultimato bate recorde de pré-venda de ingressos na Índia
A coleção de recordes de “Vingadores: Ultimato” vai ser grande. Depois de bater o recorde de maior bilheteria de primeiro dia de um filme lançado na China, vem a informação de que a pré-venda de ingressos na Índia é a maior já registrada para um filme estrangeiro antes de seu lançamento, com a comercialização de mais de 2,5 milhões de ingressos antecipados. A demanda pelo 22º longa da Marvel tem sido tão alta que alguns cinemas planejam fazer sessões extras, em horários alternativos, segundo a BookMyShow, uma plataforma de reservas online que anunciou os números de vendas. E onde um novo ingresso para o filme tem sido vendido a cada 18 segundos. “Vingadores: Ultimato” estreou em partes da Ásia e da Europa na quarta-feira (24/4), chegou no Brasil às 0h desta quinta e terá lançamentos na Índia, nos Estados Unidos e no Canadá na sexta-feira. A expectativa é que o filme dos diretores Joe e Anthony Russo quebre todos os recordes imagináveis de bilheteria mundial.
Vingadores: Ultimato estreia em 80% dos cinemas brasileiros
O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai ocupar 2,7 mil das 3,5 mil salas de cinema (ou 80% do total) que existem no Brasil. É uma overdose avassaladora, recorde disparado de maior distribuição já feita para um filme no país em todos os tempos – e quebra deliberada de acordo contra distribuição predatória de blockbusters em território nacional. Como o filme tem 3 horas de duração, há menos sessões por cinema. Isso contribui para a ocupação de mais salas. As sessões começaram às 0h desta quinta-feira (25/4), prometendo concluir não só a história interrompida em “Vingadores: Guerra Infinita”, que terminou com o cliffhanger mais angustiante desde “O Império Contra-Ataca” (1980), mas toda a saga da Marvel nos cinemas. Mais que uma continuação simples, o filme é a culminação dos 21 blockbusters de super-heróis que o precederam, num crescendo dramático que levou para as telas, pela primeira vez, a construção de universos que caracteriza os quadrinhos de super-heróis. Histórias intercaladas são comuns nos gibis, mas raras nos cinemas, que já viram algumas trilogias clássicas, mas nunca 21 filmes interconectados compartilhando personagens e avançando a mesma história. Anunciado como capítulo final – ou pelo menos desfecho de um volume – “Vingadores: Ultimato” estreia não como filme, mas como o maior evento da história do cinema. E deve bater todos os recordes de bilheteria imagináveis. Para se ter noção, antes mesmo de estrear, “Vingadores: Ultimato” já tinha 1,1 mil sessões esgotadas no Brasil, apenas com a pré-venda. Por isso, merecem reconhecimento pela coragem os cinco títulos que enfrentarão o monopólio por um espaço nos 20% de cinemas que sobraram e que ainda mantêm em cartaz os filmes lançados nas últimas semanas. São todos dramas pesados, numa contraprogramação assumida. A única alternativa com ação é “Sobibor”, drama de guerra que representou a Rússia nas indicações ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Conta a história do levante judeu no campo de concentração nazista do título, durante a 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido o telefilme “Fuga de Sobidor”, estrelado por Rutger Hauer em 1987. Premiado em vários festivais LGBTQ e com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “O Ano de 1985” é o melhor da leva, um drama indie em preto e branco, passado durante a pior fase da epidemia da Aids, que traz Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”) no papel principal. Os demais dramas são o finlandês “O Último Lance”, sobre um velho comerciante de arte que aposta tudo no leilão de um quadro de autor desconhecido, a história argentina de separação “La Cama” e o brasileiro “Organismo”, em que um jovem fica paraplégico num mergulho – “Feliz Ano Velho” nos dias de hoje. Veja abaixo os trailers e as sinopses de todas as estreias. Vingadores: Ultimato | EUA | Super-Heróis Após Thanos eliminar metade das criaturas vivas, os Vingadores precisam lidar com a dor da perda de amigos e seus entes queridos. Com Tony Stark (Robert Downey Jr.) vagando perdido no espaço sem água nem comida, Steve Rogers (Chris Evans) e Natasha Romanov (Scarlett Johansson) precisam liderar a resistência contra o titã louco. Sobibor | Rússia | Guerra Alexander Pechersky, um prisioneiro de guerra no campo de exterminação de Sobibor, organizou uma revolta que deu oportunidade para o escape em massa dos prisioneiros do campo. Apesar de muitos dos fugitivos terem sido capturados novamente, Pechersky liderou os que restaram à se juntarem aos partisans. O Ano de 1985 | EUA | Drama Inspirado pelo curta-metragem premiado de mesmo nome, “1985” segue Adrian (Cory Michael Smith), um jovem que vai passar o natal com a família em sua antiga cidade no Texas durante a primeira onda de crise da AIDS. Sobrecarregado após uma tragédia indescritível em Nova York, Adrian se reconecta com seu irmão (Aidan Langford) e seu amigo de infância (Jamie Chung), enquanto luta para revelar um segredo aos pais religiosos. O Último Lance | Finlândia | Guerra Olavi (Heikki Nousiainen) é um negociante de arte obcecado com trabalho que vem sendo deixado para trás com a modernização da indústria, que favorece cada vez mais grandes conglomerados. Quando o que pode ser um obscuro ícone de um pintor russo acaba em suas mãos, ele recebe a ajuda surpreendente de seu neto para recuperar suas finanças, o reaproximando de sua filha. Porém, ele sacrificaria tudo por esse último grande negócio? La Cama | Argentina, Brasil | Drama Jorge (Alejo Mango) e Mabel (Sandra Sandrini) formam um casal na terceira idade, que já passou por muita coisa juntos. Em vias de se separar, eles precisam dividir entre si os objetos e móveis da casa em que vivem, assim como lidar com as dores e mágoas deste momento. Organismo | Brasil | Drama Um homem recém-lesionado que está aprendendo a lidar com a condição de cadeirante entra em crise existencial após o falecimento de sua mãe, evento que o lança em uma espiral de memórias de infância, de relacionamentos passados e principalmente das percepções sobre seu corpo antes e depois do acidente.
Vingadores: Ultimato bate recorde com US$ 100 milhões no primeiro dia na China
“Vingadores: Ultimato” já estreou em alguns países. E a arrecadação do primeiro dia de exibição na China, desde as sessões da meia-noite desta quarta-feira (24/4), registrou um valor recorde. O Twitter do China Box Office revelou que o lançamento superou o faturamento de US$ 100 milhões em 24 horas. Este desempenho deixou para trás o maior dia de estreia já visto no país, atingido pela produção chinesa “Monster Hunt 2” (que não teve sessões da meia-noite). A estimativa é que o filme faça US$ 521 milhões até o domingo (28/4) apenas no mercado chinês, onde a pré-venda também rendeu um montante recordista (US$ 110 milhões). Este desempenho transformará a produção da Marvel na maior estreia de filme estrangeiro no país, superando “Velozes e Furiosos 8” (US$ 393 milhões). O detalhe é que o filme ocupa 83% de todas as telas da China, segundo apurou a revista Variety, num monopólio similar ao planejado para o lançamento nacional. A estreia de “Vingadores: Ultimato” no Brasil acontece nesta quinta-feira (25/4).
Trailer da série do Monstro do Pântano destaca clima de terror
A plataforma DC Universe divulgou o primeiro trailer de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. A prévia destaca o nome do produtor James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) e o clima de terror da produção. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, acompanhando Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Abby será vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganhará interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), além de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” tem estreia marcada para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Len Weiseman (“Anjos da Noite”).
Primeiras reações a Vingadores: Ultimato exaltam “obra-prima” da Marvel
A imprensa norte-americana teve a oportunidade de assistir a première de “Vingadores: Ultimato” na noite de segunda (22/4), em Los Angeles. E as reações exaltadas à nova “obra-prima” da Marvel já começaram a ser publicadas no Twitter. A maioria dos jornalistas recomentou levar uma caixa de lenços de papel ao cinema, porque o filme é altamente emotivo, concluindo a jornada dos principais heróis da Marvel com uma luta decisiva contra Thanos. Os tuítes também confirmaram que 90% das imagens exibidas nos trailers retratam apenas os primeiros 15 minutos do longa – deixando muitas surpresas para os fãs descobrirem no cinema. Um dos fãs mais exaltados, Sean Gerber, do blogue Superhero News, vestiu a camiseta e comprou a pipoca do filme. “‘Ultimato’ é a obra-prima que merece ser. É extraordinário. É a conclusão merecida para a maior saga do cinema de todos os tempos. Estou emocionalmente exausto”, escreveu, hiperventilando sobre o teclado. Brandon Davis, do site Comic Book, escreveu que o filme é “fantástico” duas vezes em suas poucas linhas de tuite. “‘Ultimato’ é surpreendente, um filme fantástico. Eu nunca vi nada como isso. Esse filme é tudo que eu queria que fosse e muito mais. Fantástico.” Ele ainda acrescentou: “Enquanto assistia ao filme, eu ri muito alto, bati palmas com muita força e chorei demais. O filme excede toda a expectativa e é a culminação perfeita para todo o universo cinematográfico da Marvel”. O editor-chefe do Rotten Tomatoes Joel Meares escreveu que “os fãs vão ficar malucos” com o filme. E a reação dos coleguinhas reforça a tese. Já seu colega do Fandango, o editor Erik Davis, é capaz de deixar os fãs “malucos” antes do filme, apenas com sua descrição: “O filme é a culminação de uma série de 22 filmes que não apenas conclui a história, mas a expande para além disso.” “Expande para além disso” é a frase que libera a piração. Ele ainda acrescentou: “Você descobre mais sobre os filmes enquanto [‘Ultimato’] se desenrola. Se ‘Guerra Infinita’ foi músculo, ‘Ultimato’ é cérebro. Uau, que encerramento!”. Beatrice Verhoeven, do site The Wrap, citou como apostar nas teorias dos fãs é inútil. “Vocês não estão prontos para essa m… Todas as teorias não te prepararam para isso. Eu chorei muito.” Peter Sciretta, editor do Slash Film, também destacou o choro. “Imagine a melhor versão para ‘Ultimato’ e ainda assim o filme supera as expectativas. Chorei cinco ou seis vezes. É o filme mais emocional e épico. Um tributo a dez anos deste universo e o maior ‘fan service’ do mundo. Muito bom” Anthony Breznican, da revista Entertainment Weekly, tentou descrever a sensação causada pela sessão com um tom poético. “O filme me deixou com o coração cheio, mas um coração com algumas cicatrizes. Mas, ao fim, estes são os mais fortes.” Mas o comentário mais curioso veio de Dave Itzkoff, do jornal The New York Times: “Eu não estava preparado para a gama de emoções que ‘Ultimato’ me faria ter, do profundo desespero à pura euforia. Eu ri, chorei e quis que Tony Stark fosse meu pai”. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo estreia no Brasil nesta quinta-feira (25/4).
Trailer do final de Gotham apresenta nova Mulher-Gato e volta de Jeremiah
A rede americana Fox divulgou um novo trailer do último capítulo de “Gotham”, que se passa uma década depois do capítulo anterior e destaca a transformação dos vilões. Pinguim (Robin Lord Taylor) e Charada (Cory Michael Smith) finalmente assumem o visual dos quadrinhos, mas a maior mudança coube à Mulher-Gato, que trocou de intérprete. A atriz Lili Simmons (“Banshee”) assumiu o papel de Camren Bicondova como a Selina Kyle adulta. Além disso, Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan) se prova difícil de matar, escapando do Asilo Arkham completamente deformado e com a risada enlouquecida do Coringa. Até a capa e o vulto de Batman entram em cena. A prévia só não mostra Bruce Wayne (David Mazouz), que, de forma conveniente, parece estar sempre ocupado. Será que o ator, que ainda é adolescente, vai aparecer como a versão adulta do personagem? Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção vai chegar ao fim após acompanhar, ao longo de cinco temporadas, o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostrou a juventude do Pinguim, da Mulher Gato e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Intitulado “The Beginning…”, o capítulo final vai ao ar nesta terça (23/4) nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.












