Falcão e o Soldado Invernal: Paparazzi flagram bastidores de cena de ação da série inédita
A primeira cena de ação da série “Falcão e o Soldado Invernal”, da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), foi conhecida durante gravações ao ar livre nas ruas de Atlanta, nos Estados Unidos. Os paparazzi do site Just Jared fotografaram os astros Sebastian Stan (Bucky Barnes) e Anthony Mackie (Sam Wilson) na noite de segunda (23/12), em meio a correrias e lutas, e também registraram as presenças de Daniel Bruhl (Barão Zemo) e Emily VanCamp (Sharon Carter). Continuação direta do filme “Vingadores: Ultimato”, a série vai girar em torno do legado do Capitão América. Segundo o chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, a decisão de Steve Rogers de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou Feige, durante CCXP 2019. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A série também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.
Loki: Tom Hiddleston informa que preparação da série já começou
Tom Hiddleston foi às redes sociais revelar que a série “Loki” iniciou sua pré-produção. O ator compartilhou uma foto em que aparece sentado numa mesa ao lado do “Time Loki”, a equipe criativa da atração. “Preparação começou oficialmente! Vejo vocês no ano novo”, ele escreveu na legenda. Entre as pessoas a seu redor na imagem, estão a diretora Kate Herron (da série “Sex Education”) e o produtor Kevin R. Wright (que trabalha nos filmes da Marvel desde 2016). “Loki” vai trazer Hiddleston de volta ao papel-título, como o vilão favorito dos filmes da Marvel, e até agora só confirmou mais uma atriz no elenco: Sophia Di Martino (do filme “Yesterday”). A série tem previsão de estreia para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) e, segundo o presidente do estúdio, Kevin Feige, terá ligação com o próximo filme do “Doutor Estranho”. Ver essa foto no Instagram Team Loki. Prep has officially begun! See you in the New Year. @herronthatkate @kevinrwright #Loki Uma publicação compartilhada por Tom Hiddleston (@twhiddleston) em 21 de Dez, 2019 às 9:52 PST
Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia com pior bilheteria da nova trilogia
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” cumpriu a expectativa de uma bilheteria arrasadora em sua estreia no fim de semana. Entretanto, as críticas negativas que o longa recebeu ajudaram a diminuir o impacto vislumbrado pelo mercado. Na famosa metáfora do copo, ele está definitivamente mais cheio que vazio, mas poderia ter transbordado. A arrecadação de US$ 175,5 milhões passa longe de ser considerada irrisória. Afinal, é a terceira maior bilheteria de estreia já registrada no mês de dezembro na América do Norte. O detalhe é que as duas maiores foram “O Despertar da Força” (US$ 248 milhões em 2015) e “Os Últimos Jedi” (US$ 220 milhões em 2017). E isto torna “A Ascensão Skywalker” a pior bilheteria de estreia da nova trilogia – e a única a não largar com mais de US$ 200 milhões. Antes das críticas serem publicadas, a expectativa era que “A Ascensão Skywalker” faturasse US$ 215 milhões… O filme chegou a decepcionar em alguns mercados, como a China, onde a franquia nunca teve força – devido à falta de lançamento da trilogia original. Foram apenas US$ 12,6 milhões nos cinemas chineses. Com isso, o lançamento simultâneo em 52 países rendeu US$ 198 milhões, diante de uma projeção de até US$ 250 milhões. Também foi a menor abertura internacional da trilogia. Somando tudo, “A Ascensão Skywalker” atingiu US$ 373,5 milhões mundiais. Outras comparações negativas dentro da saga ficaram por conta das avaliações da crítica (57% – pior aprovação da trilogia e a segunda mais baixa de toda a franquia) e do público (B+ no CinemaScore, primeiro “Star Wars” a receber menos que a nota A). O Top 3 norte-americano se completou com “Jumanji: Próxima Fase”, que foi líder na semana passada, e “Frozen 2”, que está atualmente com US$ 1,1 bilhão mundiais, ainda atrás do primeiro filme e do recorde de “O Rei Leão” em arrecadação de animação. Já o outro grande lançamento da semana, “Cats”, foi um fracasso completo. Pode-se dizer que também cumpriu expectativas, diante das críticas mais viscerais do ano. “A pior coisa que aconteceu com gatos desde os cachorros” fez apenas US$ 6,6 milhões em seu estreia na América do Norte, abrindo em 4º lugar e gerando grande crise contábil, como fonte de prejuízo financeiro milionário para o estúdio Universal. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 175,5M Total EUA e Canadá: US$ 175,5M Total Mundo: US$ 373,5M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,9M Total Mundo: US$ 311,9M 3. Frozen 2 Fim de semana: US$ 12,3M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1,1B 4. Cats Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ 10,9M 5. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,5M Total Mundo: US$ 185,5M 6. Escândalo Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 5,4M Total Mundo: US$ 5,4M 7. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 9,5M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Queen & Slim Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,5M Total Mundo: US$ 36,5M 9. Natal Sangrento Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 13,3M 10. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 101,9M Total Mundo: US$ 192,9M
Aves de Rapina recebe classificação “R”, proibido para menores nos EUA
A produção de “Aves de Rapina” recebeu oficialmente a classificação “R” nos Estados Unidos. Trata-se do equivalente ao “proibido para menores”, embora não seja a classificação mais elevada. Um filme “R-Rated” é proibido para menores de 17 anos, mas pode ser visto por adolescentes que forem acompanhados por pais ou responsáveis. Já a classificação seguinte, “NC-17”, proíbe terminantemente a presença de menores, mesmo com o pai e a mãe. A razão para a faixa etária elevada, segundo a MPA (Associação do Cinema dos EUA), são “cenas fortes de violência, palavras de baixo calão e alguns materiais envolvendo sexo e drogas”. Com isso, “Aves de Rapina” se junta a “Kick-Ass”, “Kick-Ass 2”, “Deapool”, “Logan” e “Coringa” na lista de filmes de super-heróis/vilões de quadrinhos rotulados pela MPA com um “R”. Os quatro últimos foram lançados no Brasil com indicação para maiores de 16 anos, mas “Kick-Ass”, que veio antes (em 2010), acabou recebendo “censura” para 18 anos. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Para completar, ainda entram na história os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está prevista para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Umbrella Academy: Elenco compartilha foto em clima de Natal
O elenco da série “The Umbrella Academy” se reuniu para celebrar o natal. Em uma imagem divulgada pelo Instagram oficial da produção (veja acima), os irmãos Número Cinco (Aidan Gallagher), Luther (Tom Hopper), Vanya (Ellen Page), Allison (Emmy Raver-Lampman), Ben (Justin H. Min), Klaus (Robert Sheehan) e Diego (David Castañeda) Hargreeves aparecem vestidos em trajes natalinos para desejar boas festas ao público. “De nossa família disfuncional para a sua, boas festas!”, diz a legenda. Atualmente em fase de finalização de sua 2ª temporada, a série é um exemplo dos paradoxos da matriz brasileira da Netflix. Os quadrinhos que inspiram a produção são desenhados por um brasileiro, Gabriel Bá, e são vendidos no Brasil com o título de “A Academia Umbrella”. Mas a série não teve o nome traduzido do inglês para sua veiculação no país. Entretanto, atrações sem referências nacionais e de nomes mais simples ganharam “traduções” completamente alopradas dos “profissionais” da plataforma. Como “Dead to Me”, que virou “Disque Amiga para Matar”, ou “Living with Yourself”, transformado em “Cara x Cara”. Não há critério algum. E essa “criatividade” aleatória apenas atrapalha na identificação das produções originais. Anyway (ou Gerard Way, o autor dos quadrinhos), a Academia Umbrella é um grupo de jovens desajustados, que foram adotados por um milionário excêntrico ainda crianças após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. Pior que isso: os episódios revelam que um deles é o responsável pelo apocalipse. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e além dos heróis citados, o elenco ainda inclui a cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e Cameron Britton (“Stitchers”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que vai continuar a história do ponto em que a 1ª temporada parou, com os personagens viajando no tempo para impedir o fim do mundo.
James Cameron tem “certeza” que Avatar retomará recorde de maior bilheteria do mundo
James Cameron acredita que a perda do recorde de maior bilheteria do mundo, que por uma década pertenceu a seu filme “Avatar” (2009), vai ser revertida. Em entrevista ao jornal USA Today, o diretor disse que a disputa com o novo recordista, “Vingadores: Ultimato”, ainda não acabou, revelando planos para um relançamento do filme nos cinemas, em antecipação à estreia de sua aguardada continuação em 2021. Questionado se o relançamento pode levar “Avatar” novamente ao topo da lista, ele nem titubeou: “Acho que isso é uma certeza”. Em seguida, jogou panos quentes na competição. “Mas vamos deixar este momento para ‘Ultimato’ e celebrar que pessoas ainda vão ao cinema”. “Vingadores: Ultimato” estabeleceu seu recorde ao acumular US$ 2.79 bilhões, superando “Avatar” em cerca de US$ 10 milhões apenas. Um relançamento bem marketado pode, realmente, pender novamente a balança para o lado do filme de Cameron. Na ocasião da quebra do recorde, em julho passado, o cineasta foi bastante elegante, parabenizando a Marvel pela façanha. Em mensagem postada no Twitter oficial da franquia “Avatar”, ele parabenizou “Vingadores: Ultimato” “por se tornar o novo rei da bilheteria”. Após a venda da Fox, os filmes do diretor agora fazem parte da mesma companhia que produziu “Vingadores: Ultimato” – a Disney. O diretor atualmente trabalha em novas sequências de “Avatar”, com participação de quase todo o elenco original do primeiro filme. A programação da Disney prevê lançar um novo “Avatar” a cada dois anos, até 2027.
The Boys: Elenco responde críticas negativas da série
A Amazon divulgou um vídeo pouco convencional de “The Boys”, que traz o elenco respondendo as negativas dos assinantes da plataforma contra a violência e a linguagem da série. Entre um monte de dedos do meio e palavrões, as respostas são tão rudes quanto a maioria dos comentários. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), “The Boys” acompanha um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. A razão da desconfiança é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E embora pareçam um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias – , desta vez eles têm razão: os super-heróis da série são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças à empresa de marketing que os financia. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. A série já terminou de gravar sua 2ª temporada, que ainda não tem previsão de estreia.
Site oficial do governo dos EUA cita parceria comercial com país fictício da Marvel
O site oficial do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos listou Wakanda, país fictício do filme “Pantera Negra”, como um dos parceiros comerciais dos Estados Unidos. Nos quadrinhos e no filme da Marvel, Wakanda é uma das mais avançadas potências tecnológicas do mundo. Mas n buscador de tarifas agrícolas do site, seu comércio com os EUA se resume a agropecuária – patos, burros e vacas leiteiras. A inclusão inusitada do país na lista foi identificada por Francis Tseng, engenheiro de software de Nova York que estava pesquisando tarifas agrícolas para se candidatar a uma bolsa de estudos. Ele informou à agência de notícias Reuters que, quando viu Wakanda na lista, ficou “muito confuso”. Após a “parceria” ser revelada – e virar piada nas redes sociais – , um porta-voz do órgão explicou que Wakanda foi adicionado à lista por acidente, durante um teste realizado pela equipe. O nome do mítico reino africano acabou removido da lista nesta quinta (19/12). Mas continua rendendo piadas. Após a remoção, um repórter de Orlando perguntou ao porta-voz do governo: “Então nós não temos livre comércio com Wakanda? E em que pé estão as negociações com a Agrabah?”, referindo-se à cidade onde se passa a trama de Aladdin.
Watchmen: Damon Lindelof já considera fazer a 2ª temporada
Anteriormente irredutível sobre seu plano de tratar “Watchmen” como uma minissérie completa, o produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) já considera a possibilidade de fazer uma 2ª temporada. Em entrevista para a revista Variety, ele ponderou que tudo vai depender de ter uma boa ideia para continuar a história. Ele vai, inclusive, tirar um período para refrescar a cabeça, aproveitando que a produção acabou – com recorde de audiência na HBO – , para pensar sobre o poderia acrescentar a esse universo. “O que quero dizer é que vou esticar minha antena para ver se ela capta alguma coisa. Se não captar nada em um período de tempo razoável – talvez até março – , então acho que passamos à outra pergunta. Se não eu, quem poderia fazer mais?”, ele explicou. E foi além. “Eu realmente concordo com a HBO que essa deve ser uma série contínua. Talvez continue daqui a um ano ou dois, talvez continue depois de quatro anos ou o que for, mas eu também quero ver mais ‘Watchmen'”. Lindelof diz que vê “Watchmen” como “Fargo” e “True Detective”. “São eram programas de antologia, em que cada temporada tem a aparência de uma minissérie, com começo, meio e fim, que permite que as temporadas subseqüentes apresentem personagens totalmente diferentes, ou até se passem em períodos de tempo completamente diferentes. É por isso que acho que a HBO está chamando de uma série contínua. Eu não disse a eles: ‘Gente, serão nove episódios, e será como ‘Chernobyl’, e então devemos abandoná-la’. Ele é honesto ao dizer que a sequência vai envolver uma negociação, de onde se deduz que provavelmente vai pedir mais dinheiro, agora que o sucesso da produção foi comprovado. “São conversas pessoais e privadas que ainda precisam acontecer entre a HBO e eu. Meu palpite é que algumas dessas conversas começarão a acontecer nesta semana e provavelmente não as compartilharei com a imprensa”. E se não fizer uma nova temporada? Ele diz que adoraria simplesmente escrever para algum showrunner que admira, como Donald Glover, Sam Esmail ou Jill Solloway, porque “meio que sinto que, para a próxima fase da minha narrativa, eu preciso voltar um pouco para a escola”. Por isso, gostaria de aprender mais sobre como comandar uma série com as pessoas que fazem produções que ele admira – e Lindelof cita, nominalmente, “Atlanta”, “Mr. Robot” e “Transparent”.
Final de Watchmen bate recorde de audiência da série
O final de “Watchmen”, exibido na noite de domingo (15/12) nos Estados Unidos, bateu o recorde de audiência da série nos Estados Unidos. Ao todo, 1,6 milhão de espectadores sintonizaram a HBO para assistir ao desfecho da, por enquanto, minissérie, um crescimento de 17% em relação à estreia, exibido em 20 de outubro. O número, porém, explode quando se considera a audiência online, incluindo os assinantes do serviço HBOGo. “Watchmen” chegou ao fim com uma média de 7 milhões de espectadores por episódio em todas as temporadas, tornando-se a série nova mais assistida da HBO desde “Big Little Lies”, de 2017. Concebida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) como minissérie, “Watchmen” também encerrou sua trama, embora tenha deixado ganchos para uma continuação. Lindelof, porém, diz que a série poderia ganhar 2ª temporada – lançando seu próprio gancho negociar aumento salarial.
Adaptação de Superman: Red Son ganha primeiro trailer animado
A Warner Animation divulgou o trailer da animação “Superman: Red Son”, adaptação da graphic novel homônima, publicada no Brasil como “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. A trama faz parte da linha “Elseworlds”, de histórias alternativas, e explora o que aconteceria se a nave que trouxe Kal-El de Krypton tivesse caído na União Soviética, em vez de em Smallville, no interior do Kansas (EUA). Escrita por Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”) em 2003, a trama acompanha o herói por cinco décadas, entre os anos 1950 e o começo do século 21. Após chegar ainda bebê na Rússia, Superman cresce seguindo a ideologia comunista, torna-se símbolo e representante do poderio soviético, ajuda Joseph Stalin a dominar a Europa durante a Guerra Fria e assume o comando do Partido com a morte do ditador. Por conta disso, a CIA contrata Lex Luthor para destruí-lo e salvar o mundo ocidental. A história também inclui Mulher-Maravilha, um Batman russo, a tropa dos Lanternas Verdes e muitas reviravoltas – como o casamento entre Lois Lane e o presidente dos EUA, Lex Luthor. “Superman: Red Son” também inspirou um arco importante da 4ª temporada da série “Supergirl”. A versão animada tem direção de Sam Liu, que tem comandado a maioria dos desenhos em longa-metragem do universo DC, e destaca o ator Jason Isaacs (das séries “The OA” e “Star Trek: Discovery”) como a voz do protagonista. O filme será lançado no começo de 2020 em Bluray e versão digital.
Disputa Marvel x Scorsese segue entre pré-selecionados ao Oscar de Efeitos Visuais
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda (16/12) diversas listas de filmes pré-selecionados em algumas categorias do Oscar 2020. Além de Filme Internacional e Documentário, também foram divulgados os 10 candidatos que continuam na disputa por vagas ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais. A lista inclui três filmes inéditos nos cinemas, entre eles o controvertido “Cats”, cujos efeitos, responsáveis por transformar atores em gatos semi-humanos, tiveram grande rejeição nas redes sociais, por ocasião da divulgação de seu trailer. Os outros dois inéditos são o drama de guerra “1917” e a sci-fi “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Além do novo “Star Wars”, a Disney conseguiu emplacar a animação “O Rei Leão” e mais dois filmes da Marvel, respondendo por 40% do total de títulos listados. Quando consideradas as produções da Fox – dois fracassos produzidos por James Cameron – , a supremacia do estúdio atinge 60%. “O Irlandês”, de Martin Scorsese, também está na competição, pelo uso de efeitos para rejuvenescer seu elenco septuagenário. A inclusão ocorre depois de Scorsese polemizar, dizendo de que os filmes da Marvel “não são cinema”. É esperar para ver se a Academia concorda, numa disputa que pode chegar ao Oscar. Vale destacar ainda a inclusão de “Projeto Gemini”. Embora tenha fracassado nas bilheterias, o longa de Ang Lee aprimorou muito a tecnologia de reprodução de imagens em 3D. Os finalistas de todas as categorias serão anunciados no dia 13 de janeiro e os vencedores conhecidos em 9 de fevereiro, em cerimônia transmitida ao vivo para o Brasil pelos canais TNT e Globo. Confira abaixo a lista dos 10 filmes pré-selecionados para o Oscar 2020 de Melhores Efeitos Visuais. “1917” “Alita: Anjo de Combate” “Capitã Marvel” “Cats” “Projeto Gemini” “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” “O Irlandês” “O Rei Leão” “Star Wars: A Ascensão Skywalker” “Vingadores: Ultimato”
Jumanji: Próxima Fase estreia com recordes na América do Norte
A estreia de “Jumanji: Próxima Fase” acabou com três semanas de liderança e muitos recordes de “Frozen 2” nas bilheterias da América do Norte. A comédia de aventura com Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan fez US$ 60,1 milhões entre sexta e domingo (15/1) nos Estados Unidos e Canadá, muito mais do que a Sony esperava, com uma abertura 40% maior que o filme anterior, “Jumanji: Bem-Vindo A Selva” – que rendeu US$ 36,1 milhões em 2017. O resultado transformou “Jumanji: Próxima Fase” na maior estreia de uma comédia lançada no mês de dezembro na América do Norte, em todos os tempos. A bilheteria também é a maior já faturada pela Sony Pictures numa estreia de dezembro. E tem um detalhe: o filme fez o mesmo sucesso no exterior. Como foi lançado na semana passada em vários países, seu total mundial já está em US$ 212,6 milhões. Mas não há valores em reais neste montante. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 16 de janeiro. De todo modo, a crítica achou pior que o primeiro, com registro de 66% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% do anterior. A Disney, porém, nem ligou para os recordes do rival, porque ainda está comemorando o sucesso de “Frozen 2”. A animação perdeu uma posição no ranking, mas já soma US$ 366,5 milhões no mercado doméstico e atingiu a marca encantada de US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Mais detalhes sobre essa realização podem ser conferidos aqui. “Entre Facas e Segredos”, um dos poucos títulos do ranking que podem ser vistos no Brasil, fecha o Top 3. Apesar do elenco estelar, a produção tem orçamento modesto para os padrões dos grandes estúdios de Hollywood (US$ 40 milhões) e se pagou com três semanas em cartaz (com US$ 162,2 milhões mundiais). Duas estreias completam o Top 5: “O Caso Richard Jewell”, de Clint Eastwood, baseado num fato real que voltou a render polêmica com a exibição, e o terror “Natal Sangrento” (Black Christmas), ambos com rendimentos medíocres. Mas enquanto o drama de Eastwood ainda pode prosperar devido às críticas positivas (77% de aprovação) e possíveis indicações a prêmios na temporada, “Natal Sangrento” enfrenta má vontade generalizada – crítica (44%) e público (nota D+ no CinemaScore) odiaram. “O Caso Richard Jewell” estreia em 2 de janeiro no Brasil, enquanto o segundo remake do clássico canadense “Noite do Terror” (Black Christmas, 1974) deve chegar por aqui direto em VOD. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 60,1M Total EUA e Canadá: US$ 60,1M Total Mundo: US$ 212,6M 2. Frozen 2 Fim de semana: US$ 19,1M Total EUA e Canadá: US$ 366,5M Total Mundo: US$ 1B 3. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA e Canadá: US$ 78,9M Total Mundo: US$ 162,2M 4. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 5M Total Mundo: US$ 5M 5. Natal Sangrento Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 4,4M Total Mundo: US$ 7,5M 6. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 98,2M Total Mundo: US$ 184,6M 7. Queen & Slim Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 33,1M Total Mundo: US$ 33,1M 8. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 49,3M Total Mundo: US$ 49,3M 9. Dark Waters – O Preço da Verdade Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,8M Total Mundo: US$ 9,2M 10. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 26,3M Total Mundo: US$ 37,8M











