Venom 2: Vídeos do set flagram Woody Harrelson como o vilão Carnificina
As filmagens de “Venom 2” estão acontecendo em São Francisco – cidade californiana que atualmente recebe também a produção de “Matrix 4” – e os primeiros vídeos com bastidores da produção começaram a aparecer nas redes sociais na segunda (17/2). Um fã conseguiu flagrar com bastante proximidade uma cena em que Woody Harrelson aparece como Cletus Kasady, o serial killer que se torna o supervilão Carnificina. O vídeo revela que o personagem recebe diversos tiros de um policial, mas não se abala, reagindo como se manifestasse seus poderes (que devem ser acrescentados como efeitos visuais na pós-produção). O ator já tinha aparecido no papel nas cenas pós-créditos do primeiro “Venom”, e agora deverá enfrentar o personagem-título da franquia, vivido por Tom Hardy. Além de Venom e Carnificina, o longa ainda trará outra vilã dos quadrinhos. A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), vai interpretar Shriek, que é amante de Cletus. A continuação também inclui Michelle Williams em seu elenco, novamente no papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock, o Venom. Atrás das câmeras, o ator e diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”) substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa, numa filmagem bastante corrida – considerando que a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro. "#CletusKasady scene. #carnage #venom2 #venom source: @msmugler"https://t.co/0Lu0UtBiyV#TomHardy #WoodyHarrelson #ETHX pic.twitter.com/MvXfxYiMvv — E.T.H.X. (@ETHXTomHardy) February 17, 2020 Found #Venom2 filming a block away from my apartment tonight pic.twitter.com/2x9RQxAI9t — Blue🦄PandaNW🦄 (@nw_panda) February 17, 2020
Venom 2: Tom Hardy revela primeira foto de Woody Harrelson na continuação
O ator Tom Hardy compartilhou no Instagram a primeira foto de bastidores das filmagens de “Venom 2”, que entretanto foi deletada em poucos minutos. Isto porque ele não escolheu a si mesmo para divulgar e acabou confirmando a participação e o papel do ator Woody Harrelson (“Zumbilândia”). “Oi, Cletus”, escreveu Hardy, ao lado da imagem, que pode ser conferida acima, salva antes do post ser apagado. Na trama, Harrison interpretará Cletus Kasady, mais conhecido nos quadrinhos da Marvel como o vilão Carnificina. O ator já tinha aparecido no papel nas cenas pós-créditos de “Venom”, e agora enfrentará o personagem-título da franquia, vivido por Tom Hardy. Além de Venom e Carnificina, a produção ainda trará outra vilã dos quadrinhos. A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), vai interpretar Shriek, que é amante de Cletus. A continuação também inclui Michelle Williams em seu elenco, novamente no papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock, o Venom. Atrás das câmeras, o ator e diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”) substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa, numa filmagem bastante corrida – considerando que a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro.
Sonic bate recorde com maior estreia de filme baseado em videogame nos EUA
A Paramount descobriu a fórmula ideal para lançar blockbusters. É simples: basta impedir a publicação das críticas até a estreia. Graças a esse estratagema, “Sonic: O Filme” teve desempenho acima do esperado na América do Norte, com faturamento de US$ 58 milhões entre sexta e domingo (16/2), recorde para uma adaptação de filmes baseados em videogames. O recorde anterior era de “Pokemon: Detetive Pikachu”, que abriu com R$ 54,3 milhões nos EUA e Canadá no ano passado. No resto do mundo, houve menos entusiasmo com a produção. “Sonic: O Filme” faturou US$ 43 milhões no exterior, somando US$ 111 milhões em bilheteria global. A adaptação do jogo clássico da Sega, que destaca a participação de Jim Carrey como o vilão Dr. Robotnik, precisou passar por uma revisão completa de efeitos, após o visual do personagem-título ter sido amplamente rejeitado pelo público, na divulgação do primeiro trailer. Temendo também rejeição da crítica ao resultado final, o estúdio proibiu a publicação de resenhas até a quinta-feira passada (13), dia da estreia do longa no mercado internacional. Assim que o embargo foi levantado, as primeira críticas publicadas foram dos sites geeks, fazendo com que o filme aparecesse com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. Como o principal site de venda de ingressos dos EUA, o Fandango, informa essa avaliação para os consumidores, houve estímulo para o comércio dos ingressos. Entretanto, a imprensa propriamente dita (jornais e revistas impressos) teve opinião diversa, fazendo a nota cair para 63% até domingo. Só que esta altura o filme já era um sucesso de público, apesar de ter sido rejeitado pelos críticos considerados top (representantes da própria imprensa), que consideram o filme apenas 50% passável – ou perfeitamente medíocre. Em termos de comparação, os 63% de aprovação geral de “Sonic” no Rotten Tomatoes equivalem à nota dos “tops” para “Aves de Rapina”, que caiu para o 2º lugar na América do Norte. Juntando os blogueiros geeks, o número do filme da Arlequina dispara para 79% no mesmo Rotten Tomatoes. E, mesmo assim, muita gente achou “Aves de Rapina” fraco. Imaginem, então, “Sonic: O Filme”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics faturou US$ 17,1 milhões em sua segunda semana em cartaz, atingindo US$ 61,6 milhões na América do Norte e US$ 145,2 milhões em todo o mundo. Sem a China e parte da Ásia para impulsionar as bilheterias mundiais, por culpa do coronavírus, a Warner vai ter contas a fazer nas próximas semanas, mas pelo menos aprendeu uma lição com “Liga da Justiça”: o orçamento mais baixo da nova produção, de US$ 84,5 milhões, ajuda a evitar prejuízo. A semana teve mais três lançamentos. O terror que adapta a série “Ilha da Fantasia” e o romance “A Fotografia” abriram muito próximos, respectivamente com 12,4 e 12,2 milhões, em 3º e 4º lugares. “Ilha da Fantasia”, porém, conseguiu uma distinção. Tornou-se o terror pior avaliado do ano, com 9% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre os críticos top, a situação chega a ser ainda mais aterradora, com 0%. Ou seja, teve pior avaliação que “O Grito” (20%) e “Os Órfãos” (12%), e o acúmulo de tantas lançamentos de baixo nível em tão pouco tempo sinaliza que os filmes do gênero atravessam uma fase de péssima qualidade em Hollywood. Quem se deu mal, realmente, foi “Downhill”, que fez apenas US$ 4,6 milhões em 10º lugar. O filme que completa a lista de novidades e não tem previsão de estreia no Brasil é um remake do drama sueco “Força Maior”. A versão estrelada pelos comediantes Will Ferrell e Julia Louis-Dreyfus conseguiu ser rejeitada por público e crítica. Enquanto o original de 2014 recebeu 94% de aprovação, a cópia inferior americana atingiu 40% (31% entre os tops). Hollywood insiste em refilmar sucessos internacionais com a desculpa de que o público americano não lê legendas. A vitória de “Parasita” no Oscar, em contraste com o acúmulo de fracassos dos remakes, pode mudar a tendência. “Parasita”, por sinal, voltou a aparecer no Top 10 com sua conquista do fim de semana passado. Fez US$ 5,5 milhões, para atingir 44,3 milhões na América do Norte, uma das maiores bilheterias para filmes estrangeiros nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o valor é US$ 175,3 milhões. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana no mercado norte-americano – se preferir, clique também em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Sonic: O Filme Fim de semana: US$ 58M Total EUA e Canadá: US$ 68M Total Mundo: US$ 112M 2. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 17,1M Total EUA e Canadá: US$ 61,6M Total Mundo: US$ 145,2M 3. Ilha da Fantasia Fim de semana: US$ 12,4M Total EUA e Canadá: US$ 14M Total Mundo: US$ 21,6M 4. A Fotografia Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 13,3M 5. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 182,8M Total Mundo: US$ 369,8M 6. 1917 Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 145,6M Total Mundo: US$ 323,7M 7. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA e Canadá: US$ 307M Total Mundo: US$ 780M 8. Parasita Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 44,3M Total Mundo: US$ 175,3M 9. Dolittle Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 71,7M Total Mundo: US$ 182,3M 10.
Ator entrega identidade do primeiro super-herói gay assumido dos filmes da Marvel
O ator Haaz Sleiman (“Little America”) revelou a identidade do primeiro super-herói gay declarado do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao site New Now Next, ele contou que está no elenco de “Eternos” como marido de Phastos, vivido por Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”). Anteriormente, o produtor Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, já tinha anunciado que “Os Eternos apresentaria o primeiro herói abertamente LGBTQIA+ do MCU, após Tessa Thompson afirmar que sua Valquíria era bissexual – algo que, entretanto, ainda não foi visto nas telas. Segundo Sleiman, a relação de “Eternos” não é apenas sugerida na trama. O casal tem um filho e filmou um beijo emocionante para a produção. “É um beijo lindo, muito tocante. Todos no set choraram”, disse o ator. Assumidamente gay, Sleiman afirmou que o beijo teve uma grande importância pessoal para ele. “É importante mostrar o quão amável e bonita uma família diversa pode ser”. Ele completou elogiando seu parceiro na cena. “Brian Tyree Henry é um tremendo ator e trouxe tanta beleza para o papel que teve uma hora que eu pude ver uma criança em seu olhar e é importante que o mundo se lembre que as pessoas da comunidade LGBTQIA+ já foram crianças um dia”, disse. “As pessoas se esquecem disso porque sempre somos retratados como criaturas sexuais e rebeldes. Nós esquecemos de nos conectar com essa faceta humana”. O elenco da produção também inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Kit Harington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Lia McHugh (“American Woman”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”). O filme é dirigido pela chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e tem estreia marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Matt Reeves revela visual oficial de Robert Pattinson como Batman
O diretor Matt Reeves revelou nesta quinta-feira (13/2) pela primeira vez o visual oficial de Robert Pattinson como Batman. A revelação se deu por meio de um vídeo disponibilizado na plataforma Vimeo, com direito à trilha sonora tensa. O vídeo revela Pattison com o uniforme do herói, destacando o logo de morcego no peitoral e o perfil do intérprete sob a máscara, em um teste de câmera. De quebra, apresentou também o primeiro trecho da orquestração composta por Michael Giachinno para a trilha do filme. Antes de “The Batman”, compositor e diretor já tinham trabalhado juntos em dois filmes da franquia “Planeta dos Macacos” (em 2014 e 2017) e no terror “Deixe-Me Entrar” (2010). Para completar, a captação de imagem é assinada pelo responsável pela direção de fotografia do filme, Greig Fraser, que também trabalhou em “Deixe-me Entrar”, além de ter sido indicado ao Oscar por “Lion: Uma Jornada para Casa” (2016). O elenco da produção ainda inclui Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) em papel não identificado (mas provavelmente como Harvey Dent/Duas Caras). “The Batman” (o título original em inglês) tem estreia marcada para junho de 2021.
Vídeo e fotos flagram novo visual de Arlequina no set do próximo Esquadrão Suicida
A Arlequina vai aparecer com novo visual em seu terceiro filme. Vídeos e fotos flagraram Margot Robbie de volta ao papel no set de “O Esquadrão Suicida” (The Suicide Squad), que atualmente está sendo rodado no Panamá pelo diretor James Gunn As imagens ainda mostram Gunn ao lado da atriz e uma nova arma favorita da “vilãroína”. No vídeo, Robbie aparece num vestido vermelho longo com babados e uma lança comprida em punho, acenando para um táxi. Como os fãs do primeiro filme – e do derivado “Aves de Rapina” – estão cientes, este é um visual radicalmente diferente para Harley. A personagem vivida por Margot Robbie é uma das poucas remanescentes do primeiro Esquadrão Suicida cinematográfico. Além dela, também voltam os atores Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”)a, Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada apenas para agosto de 2021. Margot Robbie como Harley Quinn, no set de The Suicide Squad ao lado do diretor James Gunn.#HarleyQuinn #TheSuicideSquad #SuicideSquad #MargotRobbie #JamesGunn #DC #DCEU 📷 @HarleyMovieNews pic.twitter.com/hU3vSp3s9z — Infantaria Geek (@infantariageek) February 11, 2020 Margot Robbie #TheSuicideSquad pic.twitter.com/fGlaBKZEMk — DC ⩖⁸⁴ (@UniversoDComics) February 11, 2020 #MargotRobbie as #HarleyQuinn on the set of #JamesGunn's #SuicideSquadSequel pic.twitter.com/tQReq3M4TX — 🌈 WW 84 & Birds Of Prey 🌈 (@AnnaOmmen) February 12, 2020
Diretor e roteirista de Doutor Estranho nunca trabalharam na continuação
Afastado da continuação de “Doutor Estranho”, o diretor Scott Derrickson nem chegou a trabalhar no desenvolvimento da produção. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu o primeiro longa do herói e acreditava que retornaria para a sequência, revelou que nem ele nem Derrickson tiveram a oportunidade de apresentar um projeto para a nova trama. “Como estão aparecendo novas notícias, vale notar que Scott e eu nunca tivemos a oportunidade de escrever o esboço de ‘Multiverso da Loucura’, então o que quer que eles estejam trabalhando agora não é derivado de nosso trabalho”, ele explicou, num post no Twitter. Diretor do primeiro filme, Derrickson revelou em janeiro que não faria parte do segundo longa devido à “diferenças criativas”. Segundo ele, a decisão foi tomada de mútuo acordo. Atualmente, a Marvel negocia com Sam Raimi, diretor da primeira trilogia do Homem-Aranha, para assumir a função. A história de “Doctor Strange in The Multiverse of Madness” estava sendo escrita pela iniciante Jade Halley Bartlett, que escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. Mas, na semana passada, ela foi substituída por Michael Wardon, responsável pela vindoura série “Loki”, na Marvel, na plataforma Disney+ (Disney Plus). Since it keeps coming up in news stories, it's worth noting that Scott and I never had the opportunity to write a draft of MULTIVERSE OF MADNESS, so whatever they are working with now isn't derivative of our work. I am of course very excited to see where they take Stephen next. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) February 8, 2020
Loki: Gugu Mbatha-Raw entra na série da Marvel
A atriz inglesa Gugu Mbatha-Raw (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”) entrou na série “Loki”, atualmente em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus). A Marvel não revelou o papel da atriz, que vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, além de Owen Wilson (“Extraordinário”) e Sophia Di Martino (“Yesterday”) em papéis não identificados. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos. A atração tem roteiros de Michael Waldron (“Rick e Morty”), direção de Kate Herron (“Sex Education”) e produção de Kevin Feige, o chefão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A estreia está marcada para o começo de 2021 e sua trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Warner muda título de Aves de Rapina após fracasso nas bilheterias
A Warner anunciou uma mudança no título do filme “Aves de Rapina”. O filme, que antes se chamava “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” passa agora a ser chamado oficialmente de “Harley Quinn: Birds of Prey” – ou “Arlequina: Aves de Rapina” – nos cinemas dos Estados Unidos. A alteração foi uma reação ao desempenho de bilheteria, considerado fraquíssimo no fim de semana de estreia. E comprova que a Warner não fez o dever de casa em relação ao filme. O título equivocado foi um dos tópicos levantados entre as avaliações pós-desastre do estúdio, diante da abertura de US$ 33,2 milhões no mercado americano – a pior estreia de um filme de super-heróis da DC Comics desde o fiasco de “Mulher-Gato” em 2004. Antes que alguém ligue o fato de “Aves de Rapina” e “Mulher-Gato” serem estrelados por mulheres como fator preponderante do fracasso – “Capitã Marvel” e “Mulher-Maravilha” enterraram essa tese – , há outros detalhes que aparecem em comum entre os dois filmes. Em ambos, as reclamações dos fãs sobre a escalação das intérpretes, que não refletem o perfil das personagens dos quadrinhos, jamais foram consideradas. A contratação de um(a) cineasta inexperiente só começou a ser tida como equivocada após os desempenhos negativos. Assim como o tom indeciso do roteiro, entre a comédia e a ação, que não agradou quem esperava mais de um ou de outro. O título, claro, era um dos problemas óbvios de “Aves de Rapina”. Afinal, porque o filme não se chamou “Arlequina”, se ela era a única conhecida? Parece que deu certo com “Coringa”. Mas agora, após uma fortuna gasta em marketing para divulgar “Aves de Rapina”, a Warner parece ter finalmente se dado conta do erro. Outro problema aparente teria sido a afobação do estúdio em construir um “universo cinematográfico”, que previa lançar uma franquia de “Aves de Rapina” paralela a novos filmes da Arlequina. Essa pressa resultou num segundo “Liga da Justiça” – que, em vez de lançar franquia, virou fim de linha. Ao contrário da Marvel, as adaptações da DC Comics tem sido bem-sucedidas quando não compartilham um “universo” de personagens. E, lógico, não há como entender a classificação etária “R” (para maiores nos EUA). “Esquadrão Suicida”, que lançou a Arlequina no cinema, foi exibido para menores (PG-13). E a própria Arlequina é uma personagem de desenho animado infantil. Além disso, ao contrário de “Coringa”, “Deadpool” ou “Logan”, “Aves de Rapina” não apresentou nenhuma cena especialmente violenta ou sexual, apenas linguagem imprópria – um ou outro palavrão – que a dublagem nacional tende até a esconder. A Warner também vacilou na data de estreia, marcada para o fim de semana do Oscar, quando o público ainda corria para ver os filmes indicados ao prêmio da Academia. Tanto é assim que o Top 10 do fim de semana resgatou até “Entre Facas e Segredos”, que já havia saído do topo do ranking – lançado em novembro passado! No mercado internacional, “Aves de Rapina” saiu-se um pouco melhor, elevando o total para US$ 81,2 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa liderou a bilheteria do último fim de semana. Mas como os cinemas chineses e de parte da Ásia estão fechados, devido ao coronavírus, o montante global não deve se tornar a “salvação” de sua balança comercial.
Bilheterias: Estreia de Aves de Rapina fica muito abaixo das expectativas
A estreia de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” ficou em 1º lugar nos EUA e Canadá. Mas os números não foram o que a Warner planejava comemorar, quando investiu US$ 97,1 milhões em sua produção. O estúdio tinha como parâmetro o sucesso comercial de “Esquadrão Suicida”, que abriu com US$ 133 milhões em 2016. “Aves de Rapina” rendeu apenas US$ 33,2 milhões – cerca de 24% do que fez o primeiro longa com a Arlequina nos cinemas norte-americanos. Trata-se, ainda, da pior estreia de um filme de super-heróis da DC Comics desde o reboot de “Homem de Aço”, em 2013. Com 80% de aprovação, o filme foi aprovado pela crítica. O problema é que a crítica não é o público alvo deste tipo de produção. E os fanboys vêm reclamando de decisões do estúdio desde que o projeto foi anunciado. Pois agora, postumamente, os executivos resolveram tabular o que os fãs estão dizendo, porque todo prejuízo precisa ser justificado diante dos sócios do conglomerado. Entre as ponderações óbvias estão desde o título da produção até a escalação equivocada das novas personagens. Porque o filme não se chamou “Arlequina”, se ela era a única conhecida? Parece que deu certo para “Coringa”. A afobação da Warner em construir “universo cinematográfico” também pode ser identificada na premissa, que previa lançar uma franquia de “Aves de Rapina” paralela a novos filmes da Arlequina, mas que resultou num segundo “Liga da Justiça” – que, em vez de lançar spin-offs, virou fim de linha. As reclamações dos fãs sobre a escalação das intérpretes, que não refletem o perfil das personagens dos quadrinhos, jamais foram consideradas. Uma cineasta inexperiente, de repente, passou a ser apontada como contratação equivocada – mas não era até o fracasso. O tom indeciso, entre a comédia e a ação, também teria desapontado quem esperava mais de um ou do outro. Mas o estúdio, habituado em encontrar as desculpas habituais, deve apontar a classificação etária “R” (para maiores nos EUA) como grande motivo pelo fracasso. “Esquadrão Suicida” foi exibido para menores (PG-13). E a verdade é que não havia justificativa para produzir um derivado exclusivamente para maiores. Afinal, trata-se de um filme estrelado por uma personagem de desenho animado infantil e, ao contrário de “Coringa”, “Deadpool” ou “Logan”, sem nenhuma cena especialmente violenta ou sexual, apenas linguagem imprópria – um ou outro palavrão – que a dublagem nacional tende até a esconder. A Warner também vacilou na data de estreia, marcada para o fim de semana do Oscar, em que o público corre para ver os filmes indicados que, por qualquer motivo, ainda não conseguira assistir. Tanto é assim que o Top 10 resgatou até “Entre Facas e Segredos”, que já havia saído do topo do ranking – lançado em novembro passado! No mercado internacional, “Aves de Rapina” saiu-se um pouco melhor, elevando o total para US$ 81,2 milhões em todo o mundo. Mas como os cinemas chineses e de parte da Ásia estão fechados, devido ao coronavírus, o montante global não deve se tornar a “salvação” da balança comercial. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos EUA e Canadá – se preferir, clique também em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 33,2M Total EUA e Canadá: US$ 33,2M Total Mundo: US$ 81,2M 2. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 166,3M Total Mundo: US$ 336,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 132,5M Total Mundo: US$ 287,3M 4. Dolittle Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 63,9M Total Mundo: US$ 158,6M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 298,4M Total Mundo: US$ 768,4M 6. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 60,3M 7. Maria e João: O Conto das Bruxas Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ 13,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 140,7M Total Mundo: US$ 299,6M 9. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 102,6M Total Mundo: US$ 177,1M 10. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 510,5M Total Mundo: US$ 1B
Roteirista da série Loki vai reescrever Doutor Estranho 2
A Marvel resolveu recomeçar do zero a produção do próximo filme do Doutor Estranho. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, o roteirista Michael Waldron, da animação “Rick e Morty”, foi escolhido para reescrever “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura). Waldron concebeu o piloto da vindoura série “Loki”. E vale lembrar que Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, disse em novembro passado que essa série teria ligação com o novo longa do “Doutor Estranho” A contratação reforça teorias sobre o significado do título do filme. Como a existência de Loki resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? Além de Michael Waldron, o cineasta Sam Raimi, que realizou a primeira trilogia do Homem-Aranha nos cinemas, negocia com a Marvel assumir a direção do filme, em substituição a Scott Derrickson, afastado por “diferenças criativas”. Além de dirigir, Derrickson assinou o roteiro do primeiro “Doutor Estranho” com C. Robert Cargill, seu parceiro na franquia de terror “A Entidade”, e Jon Spaihts (“A Múmia”). Até a saída de Derrickson, a iniciante Jade Halley Bartlett era a encarregada da história da continuação. Ela escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. A inclusão de um novo diretor e um novo roteirista aponta uma reformulação bastante ampla na produção da Marvel. Entretanto, o prazo para isso é bastante escasso. O cronograma de produção prevê o início das filmagens para maio e o lançamento exatamente um ano depois, em maio de 2021. A data se encaixa num dominó de estreias, que inclui ainda a série “WandaVision”, em dezembro, e “Loki” no começo de 2021. Por sinal, a personagem Wanda, a Feiticeira Escarlate, está confirmada no filme do Doutor Estranho. O primeiro “Doutor Estranho” foi um sucesso comercial e de crítica quando estreou em 2016, arrecadando quase US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.
Superman terá filhos adolescentes em sua nova série
A nova série live-action de Superman será realmente diferente de todas as demais. Depois de apresentar sua adolescência em “Smallville”, a rede americana The CW vai mostrar um herói pai de família, lidando com problemas do cotidiano, como emprego e filhos adolescentes. Isto mesmo. O crossover “Crise nas Infinitas Terras” transformou o bebê Jonathan, recém-nascido, em dois irmãos adolescentes, Jonathan e Jordan. A produção escalou os atores Jordan Elsass e Alexander Garfin para os papéis. O detalhe é que eles não têm a mesma idade, eliminando a possibilidade de interpretarem gêmeos. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e ainda aparecerá na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 19 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 14 anos. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais, como Clark Kent/Superman e Lois Lane. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em dois crossovers do Arrowverso. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, um spin-off de “Arrow” centrado na filha do Arqueiro Verde.
Sam Raimi negocia dirigir sequência de Doutor Estranho
O diretor Sam Raimi, que dirigiu a primeira trilogia do Homem-Aranha nos cinemas, pode voltar a comandar um filme de super-herói da Marvel. Ele abriu negociações com o estúdio comandado por Kevin Feige para substituir Scott Derrickson em “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura). A Marvel Studios confirmou em janeiro a saída de Derrickson por “diferenças criativas”, mas ele vai continuar no projeto como produtor executivo. Como o filme manteve seu cronograma, com início das filmagens em maio deste ano e lançamento em maio do ano que vem, a Marvel corre para definir o substituto. Caso tope, será a estreia de Raimi num longa produzido pela Marvel Studios, já que os primeiros Homem-Aranha foram lançamentos exclusivos da Sony. Tanto Raimi quanto Derrickson tem passado ligado ao cinema de terror, mas Raimi é mais conhecido por injetar humor em suas histórias aterrorizantes. Mais interessado em desenvolver sua própria produtora nos últimos anos, Raimi não dirige um filme desde 2013, quando lançou “Oz: Mágico e Poderoso”, uma fábula da Disney, justamente a dona da Marvel. O primeiro “Doutor Estranho” foi um sucesso comercial e de crítica quando estreou em 2016, arrecadando quase US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.












