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  • Etc

    Plataforma de streaming da Sony, Crackle chega ao canal Now da Net e Claro HDTV

    16 de setembro de 2017 /

    A plataforma de streaming Crackle fechou uma parceria com a Net e a Claro HDTV para trazer suas séries para os assinantes das operadoras via Now (o serviço on demand da Net/Claro). Até então, o streaming da Sony Pictures estava disponível apenas para assinantes de banda larga da Oi em alguns estados. “Chegar ao Now é motivo de muita comemoração para nós, já que o Crackle passa a ser uma nova opção de entretenimento para milhões de assinantes brasileiros que contam com os serviços Net e Claro TV. Estamos extremamente animados com essa grande parceria e por expandir o Crackle por meio de um serviço sob medida exclusivo para os operadores da Pay-TV com excelente custo-benefício para o assinante”, disse Alberto Nicolli Jr., vice-presidente sênior e gerente geral da Sony Pictures Television. O catálogo da platoforma conta com séries exclusivas como “Preacher”, “Snatch”, “StartUp”, “100 Code” e “Powers”, e outras compartilhadas, como “NCIS”, “Criminal Minds” e “Hannibal”, além de uma grande variedade de filmes. A assinatura mensal custa R$ 14,90 e dá acesso ao serviço pelo site oficial do Now – para aplicativos de tablet e smartphone – e também pelo controle remoto, utilizando o canal 1 da Net HD.

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  • Série

    Game of Thrones vai gravar vários finais diferentes para sua última temporada

    15 de setembro de 2017 /

    A produção da 8ª e última temporada de “Game of Thrones” vai gravar vários finais diferentes para a série, visando evitar spoilers. A informação é de um jornal do interior dos EUA, The Morning Call, que acompanhou uma palestra do presidente de programação da HBO, Casey Bloys, em uma universidade da Pensilvânia, nos EUA. Na ocasião, o executivo afirmou que é necessário ter precauções quando se trata de “um programa importante”. “Quando estamos gravando as cenas, as pessoas acabam descobrindo. Então, filmaremos várias versões, para que ninguém descubra o que de fato irá acontecer no fim”, explicou Bloys. Como destacou o jornal, muitas séries de sucesso, como “Breaking Bad”, “Sopranos” e “Dallas”, também gravaram mais de uma versão para o episódio final das tramas, estratégia que é bastante comum entre as novelas da Globo. Curiosamente, não é a primeira vez que se ouve que “Game of Thrones” grava versões diferentes para despistar. Durante uma entrevista televisiva na véspera da estreia da 7ª temporada, o ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow, disse que os atores passaram 15 horas filmando cenas de mentira para evitar spoilers. Apesar disso, todas as fotos tiradas por paparazzi acabaram se revelando cenas verdadeiras, o que sugere que talvez a história das cenas falsas tenha sido apenas para criar dúvidas entre os fãs que viram as imagens de Jon Snow e Daenerys (Emilia Clarke) juntos. De todo modo, a estratégia se provou ineficaz diante dos problemas enfrentados pela série, como spoilers da trama integral, vazamentos de roteiros provenientes de ataques de hackers, divulgação antecipada de dois episódios por piratas da Índia e pelo equívoco de funcionários europeus da própria HBO, etc.

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  • Etc

    Disney decide incluir Marvel e Star Wars em seu serviço de streaming

    10 de setembro de 2017 /

    A Disney definiu que os filmes da Marvel e de “Star Wars” farão parte do acervo de lançamento de seu serviço de streaming, que deve ser inaugurado em 2019. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix. Na ocasião, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que o serviço incluiria apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois ainda estavam em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. Aparentemente, o estúdio percebeu que um produto unificado teria mais força para competir no mercado. “Agora decidimos que vamos colocar os filmes da Marvel e de ‘Star Wars’ nesse aplicativo também”, afirmou Iger, em um evento recente, segundo a revista Variety. Com isso, a Disney se prepara para rivalizar com a Netflix no negócio de distribuição de conteúdo audiovisual por streaming. Além de disponibilizar seus filmes com exclusividade, a Disney irá lançar produções originais exclusivas para streaming, visando justamente atrair o público que consumo este tipo de produto. A Netflix, porém, deve continuar a distribuir as produções da Disney no mercado internacional e a produzir as séries dos personagens da Marvel anteriormente contratadas. “Continuamos a fazer negócios com a Walt Disney Company globalmente em muitas frentes, incluindo o nosso relacionamento com a Marvel TV, em andamento”, diz o comunicado oficial da empresa.

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  • Série

    Trailer revela nova versão da série animada clássica O Ônibus Mágico

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da nova versão de “O Ônibus Mágico”, série animada originalmente exibida entre 1994 e 1997, sobre uma professora que leva sua turma de estudantes para descobrir e aprender ciência num passeio num ônibus com tecnologia de ponta. No Brasil, a série foi transmitido pelos canais pagos Nickelodeon e Boomerang, e também em rede aberta pela Globo. Intitulada “O Ônibus Mágico Decola Novamente” (The Magic School Bus Rides Again), a nova versão foi totalmente repaginada, com novo visual e dubladores. Escrita por Mark Banker (“Clarêncio, O Otimista”), traz Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) no papel da professora Frizzle e uma nova trilha de Lin-Manuel Miranda (compositor de “Moana”). Por conta disso, seria interessante que o trailer também tivesse sido disponibilizado em versão legendada. Como só foi lançado dublado, segue abaixo o trailer americano para comparar. A estreia está marcada para 29 de setembro no serviço de streaming.

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  • Série

    Chris Pine vai viver Robert F. Kennedy em série do criador de Bloodline

    10 de setembro de 2017 /

    A Hulu está desenvolvendo um série sobre o político americano Robert F. Kennedy, que será estrelada e produzida por Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), segundo o Deadline. Ainda sem título, a produção é baseada no livro “Bobby Kennedy: The Making of a Liberal Icon”, de Larry Tye, lançado no ano passado. A série está sendo desenvolvida por Todd E. Kessler, criador de “Damages” e “Bloodline”, e ainda não tem previsão de estreia. Robert Kennedy foi procurador-geral dos Estados Unidos na década de 1960, quando lutou contra a máfia e se destacou por seu envolvimento na luta pelos direitos civis. Dois anos após a morte de seu irmão, o presidente John F. Kennedy, ele se tornou senador pelo estado de Nova York. Em 1968, ano em que fazia campanha eleitoral como favorito para assumir a presidência dos Estados Unidos, foi assassinado com tiros à queima-roupa.

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  • Filme

    Mudbound: Trailer de drama épico revela aposta da Netflix no Oscar 2018

    8 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer, o pôster e oito fotos de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, cuja extensão a prévia apenas alude. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto e está programado para os festivais de Londres e Nova York em outubro, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.

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  • Série

    Pirataria da 7ª temporada de Game of Thrones teria atingido 1 bilhão de visualizações

    8 de setembro de 2017 /

    “Game of Thrones” bateu um novo recorde de audiência. A 7ª temporada da atração, que se tornou a série mais assistida da história da HBO e da TV paga americana, teria sido vista mais de 1 bilhão de vezes de forma ilegal. A afirmação foi feita pela empresa de monitoria MUSO, que identificou diversos arquivos piratas do programa na internet. Mais do que em anos anteriores, a mais recente temporada de “Game of Thrones” sofreu vazamentos após ataques de hackers, de piratas indianos e até como consequência de vacilos de funcionários europeus da própria companhia. Isto resultou em aumento significativo do público de cópias piratas de seus episódios. E não apenas por meio de redes de torrent, de uso mais complexo para o usuário comum. Embora capítulos tenham sidos disponibilizados também para download direto e simples em sites e fóruns, o que chamou mais atenção no monitoramento foi a proliferação do streaming pirata. 85% das exibições ilegais aconteceram com o simples aperto de um botão de “play”. Em comparação, os sites de torrent representaram 9,1% da pirataria, enquanto os downloads comuns 5,6%. “Não é segredo que a HBO foi atormentada por violações de segurança durante a última temporada, que teve alguns episódios vazados antes da transmissão e adicionados à atividade ilegal”, disse Andy Chatterley, CEO e cofundador da MUSO, no comunicado que apresentou os números. “Além do tamanho da pirataria quando se trata de programas populares, esses números demonstram que a transmissão sem licença pode ser um tipo de pirataria muito mais significativo do que os downloads via torrent”, ele concluiu.

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  • Filme

    Academia pode mudar regras para incluir ou vetar filmes da Netflix e Amazon no Oscar

    6 de setembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pela premiação do Oscar, pode mudar suas regras para favorecer ou vetar produções de plataformas de streaming como Netflix e Amazon. A revelação foi feita pelo novo Presidente da instituição, o diretor de fotografia John Bailey, que foi eleito em agosto e comandará a cerimônia do Oscar 2018. “A nossa realidade é que a Netflix e a Amazon se tornaram os estúdios que têm a coragem de fazer os filmes que ninguém mais faz”, disse Bailey, em entrevista contundente ao site IndieWire, durante o Festival de Telluride, no Colorado. “Eles pagam alto para ter grandes cineastas, mas não estão investidos no negócio dos cinemas físicos”. Bailey citou o documentário “Wormwood”, exibido no festival, como exemplo. “Se a Netflix não conseguir um lançamento, mesmo que limitado, nos cinemas, ele não será elegível para o Oscar. Por quê? É um filme extraordinário”, apontou, mesmo diante do fato de a produção ter sido concebida como uma minissérie de quatro capítulos, embora tenha sido projetada como um filme de cerca de quatro horas em Telluride. “Regras mudam todos os anos. Ainda não houve uma conversa profunda sobre isso dentro da Academia. Tudo foi feito com finalidades distintas para resolver situações individuais. Esta é uma das prioridades da nossa lista, algo com o qual nós temos que nos engajar para encontrar uma definição. Como a Academia poderá tomar a frente e lidar com a realidade do streaming?”, ponderou. Para resolver a questão, Bailey convocou o produtor Albert Berger para criar um grupo de profissionais da indústria que terão a missão de definir novas regras para a Academia. “Temos que redefinir o que se qualifica para um Oscar. Como definimos o que a Academia pode considerar elegível? Mais do que isso, o que define e o que pode ser definido como um filme, hoje em dia?”, questionou. Em suma, um filme precisa ser exibido numa sala de cinema para ser considerado filme? Se assim for, deve-se assumir que o ambiente de exibição é mais importante que as próprias imagens exibidas? “Vamos abordar tudo isso”, ele garante, diante dos exemplos. A discussão, de fato, já está atrasada diante da tecnologia atual e avança, via Oscar, na direção oposta da sinalizada pelo Festival de Cannes, que após protestos dos exibidores cinematográficos da França, diante da inclusão de dois filmes da Netflix em sua edição de 2017, mudou as regras para proibir que filmes lançados em streaming disputem a Palma de Ouro a partir do ano que vem. A 90º cerimônia de premiação da Academia americana será realizada no dia 4 de março. O anúncio oficial dos indicados está marcado para 23 de janeiro.

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  • Etc

    Governo não vai exigir cota de produções nacionais nos serviços de streaming

    6 de setembro de 2017 /

    O Ministério da Cultura decidiu não estender a exigência de cota de conteúdo nacional para os serviços de streaming. A medida está em vigor desde 2011 para canais de televisão por assinatura. A exigência da cota foi proposta pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) há três meses, prevendo que plataformas como Netflix, Amazon Prime Video, HBO Now e similares reservem 20% de seu catálogo para produções nacionais, mas o novo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitou, sugeriu, em vez disso, utilizar a simples taxação para fortalecer a produção nacional, por meio da cobrança de Condecine, taxa já cobrada da TV por obras audiovisuais. De acordo com o ministro, a decisão de abandonar as cotas para os serviços de streaming visa não desestimular o crescimento de um mercado relativamente novo. Para o futuro, porém, ele indica que a ideia pode ser revista. “A Ancine havia lá atrás colocado uma proposta de marco regulatório que tinha essa questão de cotas de conteúdo nacional e tal. O conselho já havia até iniciado a discussão, mas eu acho que foi ficando claro para todo mundo que havia sido uma precipitação”, apontou Leitão durante reunião do Conselho Superior de Cinema. “É provável que o segmento cresça bastante nos próximos anos, até atingir um ponto de maturidade, quando será possível fazer um marco regulatório mais realista”, finaliza. Agora, um grupo de trabalho vai se dedicar pelos próximos 75 dias a elaborar uma minuta de projeto de lei ou de medida provisória para incluir a taxação, mas não a cota, em seu texto final. A grande discussão se dará à respeito de como será cobrado o Condecine. Se for obra, inviabilizará iniciativas independentes, como a distribuidora Imovision, que pretende lançar um serviço de streaming para filmes de artes. Se for faturamento, afetará o lucro das maiores empresas, por isso esta opção já conta com resistência da Globo, cujo Globo Play seria um dos serviços mais taxados.

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  • Série

    Intérprete do Doutor Destino entra na série dos quadrinhos de Fugitivos

    27 de agosto de 2017 /

    O ator Julian McMahon (série “Nip/Tuck”) entrou no elenco de “Runaways”, a série baseada nos quadrinhos de “Fugitivos”, da Marvel, desenvolvida para a plataforma Hulu. Ele interpretará Jonah, personagem importante no contexto da rebelião dos protagonistas. A produção marcará o retorno de McMahon para a Marvel, após ter interpretado o vilão Doutor Destino em dois filmes do Quarteto Fantástico, em 2005 e 2007. Criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”), os quadrinhos de “Fugitivos” contam a história de seis adolescentes que descobrem que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões, conhecida como Orgulho. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Originalmente, a Marvel chegou a considerar transformar a história num filme. Em 2010, a produção chegou a ter um roteiro desenvolvido por Vaughan em parceria com Peter Sollet (“Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”), que também seria responsável pela direção. Mas o projeto nunca saiu do papel. A nova adaptação, agora como série, é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”. Já os protagonistas jovens serão vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Recentemente, o Hulu tem buscado aumentar sua produção de séries para se posicionar como alternativa ao Netflix, que, por sinal, encontrou bastante sucesso em atrações baseadas nos quadrinhos da Marvel, como “Demolidor” e “Jessica Jones”. A estreia está marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Netflix contrata produtora de Grey’s Anatomy e Scandal para criar novas séries exclusivas

    14 de agosto de 2017 /

    Criadora de séries de sucesso da TV americana, como “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder”, a produtora Shondaland, da roteirista Shonda Rhimes, fechou contrato para desenvolver séries para a Netflix. O anúncio foi feito pela empresa na noite deste domingo. Em comunicado, Shonda afirmou que é grata por ter iniciado sua carreira na TV, mas que seu foco agora é ampliar seu público e aumentar sua “identidade criativa”. Ela também explicou que já planejava os próximos passos de sua carreira com o diretor de conteúdo da empresa de streaming, Ted Sarandos: “Daremos a ela possibilidades sem limites”, declarou a Netflix em nota. As séries da ABC “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder” continuarão a ser exibidas pela rede americana. O canal também continua desenvolvendo com Shonda o drama jurídico “For the People” e o spin-off de bombeiros de “Grey’s Anatomy”. A contratação da Shondaland não deixa de ser uma resposta da Netflix à Disney, que na semana passada anunciou planos para lançar seu próprio serviço de streaming e retirar seus filmes do catálogo da empresa a partir de 2019. A rede ABC é o maior negócio televisivo da Disney, e Shonda sua produtora mais bem-sucedida.

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  • Etc

    Disney anuncia planos para lançar plataforma de streaming exclusiva

    8 de agosto de 2017 /

    A Disney jogou nesta terça (8/8) uma bomba no já disputado mercado de streaming. A empresa que acumula mais sucessos recentes de cinema vai lançar seu próprio serviço de streaming em 2019. O anúncio acompanha a decisão do estúdio de não renovar seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix, que agora será sua rival no negócio. O contrato havia sido assinado em 2012, antes de o streaming ter ganhado força e se tornado um negócio muito lucrativo. A Netflix perderá o conteúdo da Disney ao fim do contrato atual – o que deve acontecer, justamente, até o fim de 2019. Segundo o CEO da Disney, Bob Iger, o novo serviço de streaming terá curtas, filmes e séries da empresa, além de produções exclusivas. Durante apresentação do negócio para analistas, Iger afirmou que a companhia pretende fazer um “investimento significativo” em novas atrações para a plataforma. A princípio, o serviço incluirá apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois, segundo Iger, também estão em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. “Estamos conscientes do volume de produtos que entrarão nesses serviços. E queremos ter cuidado com isso. Também pensamos em incluir Marvel e ‘Star Wars’ como parte do serviço da marca da Disney. Mas aí precisamos verificar se os fãs de Marvel e ‘Star Wars’ são os mesmos fãs da Disney ou pertencem a outro grupo de interesses, que pode ser complementar para a Disney. Então, está tudo em discussão”, Iger afirmou. Ele definiu o projeto como “uma mudança estratégica significativa”. “Nós temos essa base incrivelmente apaixonada de consumidores da Disney em todo o mundo e, em praticamente todos os nossos negócios – exceto nos parques temáticos – , nunca tivemos a oportunidade de nos conectar diretamente com eles ou saber quem eles são. Já era tempo de entrar nesse negócio. E uma vez que decidimos entrar, as possibilidades de monetização são extraordinárias para esta empresa”. Iger ainda acrescenta: “A rentabilidade, a capacidade de geração de receita desta iniciativa é substancialmente maior do que os modelos de negócios nos quais atualmente estamos sendo atendidos”. Não há previsão de estreia do serviço para o Brasil.

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  • Série

    Australiana de 13 anos viverá Ravena na série dos Titãs

    3 de agosto de 2017 /

    A australiana Teagan Croft, de apenas 13 anos, é a primeira atriz contratada para a série de TV dos Jovens Titãs. Revelada na novela “Home and Away”, ela terá o papel de Ravena (Raven, no original). Intitulada “Titans”, a série é o novo projeto de Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e conseguir transformar “A Torre Negra” num fracasso de crítica. Sua genialidade será contrabalançada pelo produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e por Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração tem o objetivo de inaugurar a “Netflix” da DC Comics. Segundo o release, os Titãs terão em sua formação Dick Grayson (o release não informa se como Robin ou Asa Noturna), Estelar, Ravena e outros que serão confirmados. Em seu Twitter, Geoff Johns acrescentou mais um nome à turma: Mutano. É quase a formação do desenho animado do Cartoon Network, “Os Jovens Titãs em Ação”. Diz o texto: “‘Titans’ segue um grupo de jovens super-heróis que serão recrutados em todos os cantos do Universo DC. Nesta série cheia de ação, Dick Grayson emerge das sombras para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar, Ravena e muitos outros. ‘Titans’ é uma série dramática série de aventuras que vai explorar e comemorar uma das mais populares equipes de quadrinhos de todos os tempos”. A ideia de recrutar heróis “em todos os cantos do Universo DC” faz lembrar que as séries da rede CW já apresentaram Titãs originais dos quadrinhos: Arsenal e Kid Flash. Os dois foram membros fundadores da chamada “Turma Titã”, ainda nos anos 1960. Uma integrante ainda mais recente do grupo também andou aparecendo em episódios de “Supergirl”: a Miss Marte. Entretanto, a personagem foi retratada bem mais velha que nas publicações. De todo modo, a formação listada pelos produtores é a dos “Novos Titãs”, que foi popularizada nos anos 1980, e ainda não tinha aparecido em carne e osso na televisão. Parece confuso, porque o nome do grupo e a formação dos Titãs variaram muito durante os anos. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo de heróis adolescentes para combater o crime, adotando o nome “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. “Titans” será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. O gênio, o mito. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming da DC Comics.

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