Igreja Universal lança “Netflix religioso”
A Igreja Universal do Reino de Deus lançou a sua versão da Netflix. Batizada de Univer, a plataforma de vídeos online cobra a partir de R$ 14 por mês pelo acesso às transmissões ao vivo dos cultos do Templo de Salomão e por “filmes e séries cristãs, palestras sobre como obter sucesso financeiro, fé inteligente e uma infinidade de conteúdo sobre vida a dois”, conforme anuncia vídeo publicado na página do YouTube da Universal. Com um layout parecido com o da Netflix, o serviço traz uma programação totalmente religiosa, com reprise de algumas atrações já exibidas pela Record. Contudo, não estão no cardápio as produções bíblicas originais da Record, como a novela “Os Dez Mandamentos”, já licenciadas pela Netflix. O canal em breve terá um concorrente. Silas Malafaia já disponibilizou a pré-venda de assinaturas do Gospel Play, serviço de streaming que promete ser “a maior plataforma gospel de vídeo on demand do Brasil”. Confira abaixo o vídeo que anunciou o lançamento do Univer.
HBO anuncia chegada de seu serviço de streaming ao Brasil
O canal pago HBO anunciou que vai lançar seu novo serviço de streaming, exclusivo para a internet, até o fim do ano no Brasil. A notícia foi dada pelo diretor-executivo do HBO, Richard Plepler, durante uma conferência realizada em San Francisco. Trata-se do HBO Go, serviço de vídeo por streaming similar à Netflix, que permite ao telespectador assinar apenas a HBO e receber o conteúdo da programadora via internet, sem passar por operadoras de TV paga. Ainda não há informação sobre quando o HBO Go chegará ao país nem quanto custará. Em um comunicado oficial, a empresa afirmou que o serviço poderá ser contratado “por meio das operadoras participantes, que serão anunciadas no momento do lançamento”. O preço deve ser similar ao do pacote dos canais HBO e MAX na TV paga. Nos Estados Unidos, o serviço foi lançado em abril de 2015 com assinatura a US$ 15 (cerca de R$ 58) e já tem mais de 800 mil assinantes. Além do Brasil, a Argentina também receberá a novidade, seguindo a implementação na América Latina. Colômbia e México já dispõem do serviço.
Vital Signs: Apple desenvolve sua primeira série em parceria com Dr. Dre
A Apple vai produzir sua primeira série. Segundo o site The Hollywood Reporter, a empresa de tecnologia está trabalhando no projeto em parceria com o rapper e produtor Dr Dre, co-fundador da banda N.W.A. e da marca de fones de ouvido Beats, que foi comprada justamente pela Apple em 2014. Intitulada “Vital Signs”, a série vai contar com seis episódios, mas seu tema está sendo mantido em sigilo. Tudo indica se tratar de uma semi-autobiografia de Dre. Neste sentido, o projeto poderia até ser encarado como continuação do bem-sucedido filme “Straight Outta Compton – A História do NWA”, que termina com Dre indo abrir sua gravadora. Produzido pelo rapper, o longa arrecadou U$ 200 milhões em bilheteria e foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Entretanto, o Hollywood Reporter acredita que o projeto pode optar por dispensar um ator principal e ser povoado pelas fantasias do verdadeiro Dre. O próprio Dre selecionou a equipe responsável pela criação da série, incluindo o roteirista Robert Munic (filme “Veia de Lutador” e série “Empire”), que assina todos os seis capítulos. Por sua vez, a direção dos episódios está a cargo do veterano diretor de clipes Paul Hunter, que gravou vídeos para Michael Jackson, Britney Spears e Jennifer Lopez, além de ter realizado o filme “O Monge à Prova de Balas” (2003). A distribuição será feita, provavelmente, por meio da Apple Music, o serviço de streaming da empresa, mas ainda não está claro se a Apple TV, o iTunes e até mesmo algum distribuidor tradicional de televisão estarão envolvidos. Tanto a Apple quando o rapper não quiseram comentar o assunto. A primeira temporada será lançada integralmente de uma vez, como é feito pelos serviços de streaming da Amazon e Netflix. A iniciativa, inclusive, posiciona a Apple para entrar na disputa das produções de séries originais com os dois gigantes do mercado. A Apple já demonstrando interesse no segmento de streaming de audiovisual há certo tempo, tendo rendido alguns experimentos, como a transmissão de um show da cantora Taylor Swift no Apple Music. Mas “Vital Signs” será o primeiro investimento concreto da empresa de tecnologia na produção de uma série.
Pipoca Moderna – Top 10: Os Melhores Filmes em DVD e VOD de 2015
Alguns dos melhores filmes de 2015 não passaram nos cinemas brasileiros. Não deixa de ser curioso que, entre eles, encontrem-se filmes de ficção científica, terror, comédia, ação e romance, gêneros bastante populares. Para deixar qualquer um perplexo, “Ex Machina: Instinto Artificial”, que a distribuidora achou que não valia a pena exibir nos cinemas, não só é um dos filmes mais premiados do ano, como é a melhor sci-fi de um ano repleto de boas ficções científicas. Da lista abaixo, a única produção feita especificamente para plataforma digital é “Beasts of No Nation”, um filme do Netflix, que ainda assim teve lançamento limitado nos cinemas americanos. Aqui, só para assinantes. E o maior problema é justamente a exclusividade de alguns títulos em VOD, lançados em plataformas concorrentes. Assim, quem assinar Netflix tem acesso a “Beasts” e “O Senhor Babadook” (por sinal, o melhor terror de 2015), mas “Dope” está disponível para assinantes do PlayStation e Google Play, enquanto “Palo Alto”, que quase entrou no Top 10, consta do Telecine Play. Neste sentido, os lançamentos em DVD são mais democráticos, ainda que com imagem do século passado. E este é outro detalhe trágico: o Bluray não é o padrão do mercado de vídeos nacionais. Para confirmar o desinteresse dos cinemas em exibir bons filmes, as distribuidoras já anunciaram para as próximas semanas os lançamentos direto em DVD de “Descompensada” (melhor comédia de 2015), “Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer” (vencedor do Festival de Sundance de 2015), “Sr. Sherlock Holmes” (Ian McKellen como Sherlock Holmes!) e “The Beach Boys – Uma História de Sucesso” (que esconde, sob a tradução imbecil, o sublime “Love & Mercy”). Inevitável reparar que, enquanto alguns dos melhores filmes ficam restritos à telinha, subprodutos da TV brasileira entopem os cinemas. CONFIRA TAMBÉM O TOP 25 DOS MELHORES FILMES DE 2015 CONFIRA TAMBÉM O TOP 10 DOS MELHORES FILMES BRASILEIROS DE 2015 CONFIRA TAMBÉM O TOP 30 DAS MELHORES SÉRIES DE 2015 1. Ex Machina: Instinto Artificial Lançamento em DVD (6/8/15) 2. Beasts of No Nation Lançamento em VOD (16/10/15) 3. O Predestinado Lançamento em DVD e Bluray (24/3/15) 4. O Senhor Babadook Lançamento em VOD (2/6/15) 5. Dope – Um Deslize Perigoso Lançamento em DVD e VOD (11/11/15) 6. A Entrega Lançamento em DVD e VOD (6/3/15) 7. Orgulho e Esperança Lançamento em DVD e VOD (1/10/15) 8. No Auge da Fama Lançamento em DVD, Bluray e VOD (21/5/15) 9. Nos Bastidores da Fama Lançamento em DVD e Bluray (25/3/15) 10. A Viatura Lançamento em DVD (8/12/15)
Amazon renova The Man in the High Castle, Red Oaks, Hand of God e encomenda mais cinco séries
O serviço de streaming da Amazon começa a construir um line-up sólido para se firmar como alternativa ao Netflix. De uma só vez, anunciou a renovação de três séries novas e a produção de mais cinco atrações. As séries renovadas para a 2ª temporada foram “The Man in The High Castle”, “Hands of God” e “Red Oaks”. A primeira foi desenvolvida por Frank Spotnitz (roteirista de “Arquivo X”) e adapta a sci-fi clássica “O Homem do Castelo Alto”, de Phillip K. Dick (“Blade Runner”), sobre uma linha histórica alternativa em que os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. “Hands of God” acompanha um juiz interpretado por Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”), que sofre um colapso mental, começa a ter “visões” e passa a fazer justiça com as próprias mãos. Única comédia da lista, “Red Oaks” se passa num country club dos anos 1980. Entre os pilotos aprovados para ganhar 1ª temporada, três são comédias. “Highston” foi criada por Bob Nelson, roteirista indicado ao Oscar por “Nebraska” (2013), e acompanha um jovem de 19 anos que ainda tem amigos imaginários, com um detalhe curioso: todos são celebridades. O piloto foi dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris, os cineastas de “A Pequena Miss Sunshine” (2006). “One Mississippi” acompanha a criadora da série, Tig Notaro, uma lésbica assumida que volta para casa após a morte de sua mãe e precisa lidar com sua família funcional. Por sua vez, “Patriot”, criada por Steven Conrad (roteirista de “A Vida Secreta de Walter Mitty”), mostra desastres da espionagem no Oriente Médio, centrando-se num oficial de inteligência e seu filho espião. Há também dois dramas de época. “Z: The Begining of Everything” baseia-se na vida da escritora Zelda Fitzgerald, mulher do gênio literário F. Scott Fitzgerald e ícone dos anos 1920. Cristina Ricci (série “Pan Am”) tem o papel principal na atração, desenvolvida por Dawn Prestwich e Nicole Yorkin (roteiristas de “The Killing”). Já “Good Girls Revolt”, criada por Dana Calvo (roteirista e produtora de “Narcos”), acompanha um grupo de funcionárias de uma importante revista americana, que lideram um movimento feminista por direitos iguais no final dos anos 1960. Ainda não há previsão de estreia para as novas produções.
YouTube pode passar a exibir filmes e séries atuais
O site de compartilhamento de vídeos YouTube pode estar se preparando para exibir filmes e séries atuais, segundo apurou o Wall Street Journal. O jornal financeiro americano informou que executivos da companhia reuniram-se com estúdios de Hollywood e outras produtoras nos últimos meses, para considerar propostas e negociar licenças de novos lançamentos no cinema e na TV. A exibição de filmes e séries seria uma estratégia para se posicionar como uma alternativa a outros serviços de streaming, como Netflix e Amazon. A companhia estaria usando relações existentes do Google Play com estúdios de cinema e outros detentores de conteúdo de vídeo premium para negociar os acordos. O objetivo seria reforçar o YouTube Red, serviço recém-lançado pelo Google, que é basicamente um YouTube sem anúncios e pago por assinantes. De acordo com o jornal, o YouTube pretende reunir uma boa coleção de programação original e licenciada de 2016 em diante. A reportagem não foi comentada por representantes do YouTube.





