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  • Série

    Conheça os super-heróis que estarão na 3ª temporada de Justiça Jovem

    26 de julho de 2017 /

    A série animada “Justiça Jovem”, que teve duas ótimas temporadas no Cartoon Network, vai voltar a ser produzida pela Warner TV após três anos. A produção será relançada com o título “Young Justice: Outsiders” e ganhou sua primeira imagem, que mostra os super-heróis que participarão da nova formação do grupo. A nova aventura completa dos heróis jovens da DC Comics vai reunir personagens da Turma Titã original e da Justiça Jovem dos quadrinhos, mantendo a estética da série animada – influenciada por “Batman: A Série Animada” e animes. A lista de protagonistas inclui os clássicos titãs Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Fãs vão sentir saudades da Miss Marte e de Superboy, mas os grupos de heróis juvenis da DC Comics nunca ficam estáveis por muito tempo. “Young Justice: Outsiders” vai mostrar os heróis combatendo o tráfico de meta-humanos e tentando evitar uma guerra genética em escala galáctica. Os produtores da série original, Brando Vietti e Greg Weisman, retornam ao comando da atração, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). Mas a série não será exibida no Cartoon, como as temporadas anteriores. “Young Justice: Outsiders” faz parte de uma iniciativa da DC chamada DC Digital, que quer ser a Netflix dos quadrinhos da editora, uma plataforma de streaming “pensada com interação e imersão dos fãs em mente e englobando quadrinhos e séries de TV”. Além do desenho, o serviço também contará com uma série live-action dos Jovens Titãs. Por enquanto, não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Estreia de Game of Thrones derruba HBO Go

    17 de julho de 2017 /

    A estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” gerou mais demanda que a HBO estava preparada para receber. E o resultado foi uma dificuldade generalizada do público para acessar a HBO Go, plataforma de streaming do canal. Muitos espectadores relataram que o serviço ficou indisponível na noite deste domingo (16/7), tanto no site quanto pelos aplicativos. Os problemas começaram por volta das 20h30, uma hora e meia antes da estreia, às 22h. Usuários do Twitter oficial da HBO no Brasil lotaram a conta de reclamações, que receberam de volta uma resposta padrão: “Pedimos desculpas pelo ocorrido, tente fechar a plataforma, limpar o histórico do navegador e abrir novamente.” Mas, segundo o site The Hollywood Reporter, a queda atingiu toda a América do Sul e não poupou nem sequer o site americano HBO.com, cujo endereço ficou fora do ar durante o período de exibição da série. Por volta das 22h30, o canal divulgou um comunicado nas redes sociais, afirmando que estava trabalhando para “uma rápida solução”. Comunicado oficial sobre os problemas técnicos com a HBO GO. pic.twitter.com/ihtZYZOG2L — HBO Brasil (@HBO_Brasil) 17 de julho de 2017

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  • Série

    Conheça os indicados ao prêmio Emmy 2017

    13 de julho de 2017 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (13/7) os indicados à 69ª edição de sua premiação, os Emmy Awards. E a inevitável ausência de “Game of Thrones”, recordista do troféu, que ainda não exibiu episódios neste ano, abriu espaço para surpresas. A principal novidade foi o destaque obtido pela sci-fi “The Handmaid’s Tale”, primeira produção do serviço de streaming Hulu a obter indicação ao Emmy de Melhor Série de Drama. Também chamou atenção a evidência conseguida por “This Is Us”, num feito raro nesses dias de TV em toda parte. Produção de rede comercial aberta, o drama geracional provou ter qualidade suficiente para disputar o troféu com as atrações premium dos serviços por assinatura. Mas a Netflix conseguiu se destacar com um feito ainda mais significativo, ao emplacar três produções na prestigiosa disputa de Drama: “The Crown”, “Stranger Things” e “House of Cards”. Marcada por grande renovação, a categoria das Melhores Séries abriga cinco produções estreantes. Além de “This Is Us” e “The Handmaid’s Tale”, também apareceram “Westworld”, “The Crown” e “Stranger Things” para competir com “Better Call Saul” e “House of Cards”. A quantidade de títulos de ficção científica é outro dado ilustrativo dos novos tempos. Em compensação, entre as comédias a única novidade é “Atlanta”, que, por sinal, é favorita na disputa com “Black-ish”, “Master of None”, “Silicon Valley”, “Unbreakable Kimmy Schmidt”, “Veep” e a perene “Modern Family”. A lista de telefilmes causou sobressaltos ao incluir episódios de duas séries: “Black Mirror” e “Sherlock”. Esta anomalia reflete a grande qualidade das séries e a safra fraca dos filmes feitos para TV, da qual só se destaca realmente “The Wizard of Lies”, da HBO. Entre as minisséries e séries limitadas (leia-se de antologia), apenas “Fargo” é veterana, abrindo espaço para mais uma antologia de Ryan Murphy, “Feud”, duas novidades bem distintas da HBO, “The Night Of” e “Little Big Lies”, e a surpresa de “Genius”, do estranho no ninho National Geographic. Em contraste com tantas novidades, a atração que obteve maior quantidade de indicações está no ar há mais de 40 anos: o humorístico “Saturday Night Life”. Contando prêmios técnicos, a produção veterana recebeu 22 indicações – mesmo número, por sinal, de “Westworld”, principal herdeiro de “Game of Thrones” nas categorias técnicas (efeitos). Já entre as emissoras, a HBO foi mais uma vez a líder, com um total de 110 indicações. A decepção ficou por conta da Amazon, que não conseguiu ampliar muito sua presença além de “Transparent”, sua realização mais premiada. Mas uma série de comédia da empresa de streaming acabou permitindo a maior emoção de toda a lista: a lembrança de Carrie Fisher, seis meses após a sua morte, na categoria de Melhor Atriz Convidada por sua participação na 3ª temporada de “Catastrophe”. Ela morreu após passar mal no avião que a trazia de volta deste trabalho na Inglaterra. Com apresentação de Stephen Colbert, a cerimônia do Emmy 2017 será realizada no dia 17 de setembro, no Microsoft Theater, em Los Angeles. No Brasil, a premiação será exibida ao vivo pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista dos principais indicados aos prêmios da Academia da Televisão. Indicados ao Emmy 2017 Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” “House of Cards” Melhor Série de Comédia “Atlanta” “Black-ish” “Master of None” “Modern Family” “Silicon Valley” “Unbreakable Kimmy Schmidt” “Veep” Melhor Minissérie ou Série Limitada “Big Little Lies” “Fargo” “Feud” “Genius” “The Night Of” Melhor Telefilme “The Wizard of Lies” “Black Mirror: San Junipero” “Dolly Parton’s Christmas of Many Colors: Circle of Love” “The Immortal Life of Henrietta Lacks” “Sherlock: The Lying Detective” Melhor Atriz em Série de Drama Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) Claire Foy (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Keri Russell (“The Americans”) Evan Rachel Wood (“Westworld”) Robin Wright (“House of Cards”) Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Anthony Hopkins (“Westworld”) Matthew Rhys (“The Americans”) Liev Schreiber (“Ray Donovan”) Kevin Spacey (“House of Cards”) Milo Ventimiglia (“This Is Us”) Melhor Atriz em Série de Comédia Pamela Adlon (“Better Things”) Jane Fonda (“Grace and Frankie”) Alison Janney (“Mom”) Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) Julia Louis Dreyfuss (“Veep”) Tracee Elliss Ross (“Black-ish”) Lily Tomlin (“Grace and Frankie”) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Aziz Ansari (“Master Of None”) Zach Galifianakis (“Baskets”) Donald Glover (“Atlanta”) William H. Macy (“Shameless”) Jeffrey Tambor (“Transparent”) Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Carrie Coon (“Fargo”) Felicity Huffman (“American Crime”) Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Jessica Lange (“FEUD: Bette and Joan”) Susan Sarandon (“FEUD: Bette and Joan”) Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Riz Ahmed (“The Night Of”) Benedict Cumberbatch (“Sherlock – The Lying Detective”) Robert De Niro (“The Wizard of Lies”) Ewan McGregor (“Fargo”) Geoffrey Rush (“Genius”) John Turturro (“The Night of”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”) Samira Wiley (“The Handmaid’s Tale”) Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”) Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) Chrissy Metz (“This Is Us”) Thandie Newton (“Westworld”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama John Lithgow (“The Crown”) Jonathan Banks (“Better Call Saul”) Mandy Patinkin (“Homeland”) Michael Kelly (“House of Cards”) David Harbour (“Stranger Things”) Ron Cephas Jones (This Is Us) Jeffrey Wright (Westworld) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Vanessa Beyer (“Saturday Night Live”) Leslie Jones (“Saturday Night Live”) Anna Chlumsky (“Veep”) Judith Light (“Transparent”) Kathryn Hahn (“Transparent”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Louie Anderson (“Baskets”) Ty Burrell (“Modern Family”) Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) Tony Hale (“Veep”) Matt Walsh (“Veep”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Regina King (“American Crime”) Shailene Woodley (“Big Little Lies”) Laura Dern (“Big Little Lies”) Judy Davis (“Feud”) Jackie Hoffman (“Feud”) Michelle Pfeiffer (“The Wizard of Lies”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) David Thewlis (“Fargo”) Alfred Molina (“Feud”) Stanley Tucci (“Feud”) Bill Camp (“The Night Of”) Michael K. Williams (“The Night Of”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale”) Alison Wright (“The Americans”) Ann Dowd (“The Leftovers”) Cicely Tyson (“How to Get Away With Muder”) Shannon Purser (“Stranger Things”) Laverne Cox (“Orange Is the New Black”) Melhor Ator Convidado em Série de Drama Ben Mendelsohn (“Bloodline”) BD Wong (“Mr. Robot”) Brian Tyree Henry (“This Is Us”) Denis O’Hare (“This Is Us”) Hank Azaria (“Ray Donovan”) Gerald McRaney (“This Is Us”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Wanda Sykes (“Black-ish”) Carrie Fisher (“Catastrophe”) Becky Ann Baker (“Girls”) Angela Bassett (“Master of None”) Kristen Wiig (“Saturday Night Live”) Melissa McCarthy (“Saturday Night Live”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Hugh Laurie (“Veep”) Matthew Rhys (“Girls”) Lin-Manuel Miranda (“Saturday Night Live”) Riz Ahmed (“Girls”) Tom Hanks (“Saturday Night Live”) Melhor Direção em Série de Drama Vince Gilligan (“Better Call Saul”) Lesli Linka Glatter (“Homeland”) The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Stephen Daldry (“The Crown”) Reed Morano (“The Handmaid’s Tale”) Kate Dennis (“The Handmaid’s Tale”) Jonathan Nolan (“Westworld”) Melhor Direção em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta”) Jamie Babbit (“Silicon Valley”) Mike Judge (“Silicon Valley”) Morgan Sackett (“Veep”) David Mandel (“Veep”) Dale Stern (“Veep”) Melhor Direção em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Jean-Marc Vallée (“Big Little Lies”) Noah Hawley (“Fargo”) Ryan Murphy (“FEUD: Bette And Joan”) Ron Howard (“Genius”) James Marsh (“The Night Of”) Steven Zaillian (The Night Of) Melhor Roteiro em Série de Drama Joel Fields, Joe Weisberg (“The Americans”) Gordon Smith (“Better Call Saul”) Peter Morgan (“The Crown”) Bruce Miller (“The Handmaid’s Tale”) The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Lisa Joy, Jonathan Nolan (“Westworld”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta: B.A.N”) Stephen Glover (“Atlanta: Streets on Lock”) Aziz Ansari, Lena Waithe (“Master of None”) Alec Berg (“Silicon Valley”) Billy Kimball (“Veep: Georgia”) David Mandel (“Veep: Groundbreaking”) Melhor Roteiro em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme David E. Kelley (“Big Little Lies”) Charlie Brooker (“Black Mirror: San Junipero”) Noah Hawley (“Fargo”) Ryan Murphy (“Feud: And the Winner Is”) Ryan Murphy, Jaffe Cohen, Michael Zam (“Feud: Pilot”) Richard Price, Steven Zaillian (“The Night Of”) Melhor Série de Esquetes e Variedades “Billy On The Street” “Documentary Now!” “Drunk History” “Portlandia” “Saturday Night Live” “Tracey Ullman’s Show” Melhor Reality Show “The Amazing Race” “American Ninja Warrior” “Project Runway” “RuPaul” “Top Chef” “The Voice” Melhor Talk Show de Variedades “Full Frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight” “Real Time with Bill Maher” “The Late Late Show with James Corden” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Apresentador Alec Baldwin W. Kamau Bell RuPaul Charles Heidi Klum e Tim Gunn Gordon Ramsay Martha Stewart e Snoop Dogg

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  • Filme

    Os Bonecos da Morte continuam sangrentos no trailer do 11º filme da franquia clássica de terror

    8 de julho de 2017 /

    Os “Bonecos da Morte” estão de volta em um novo filme para o mercado digital da lendária produtora Full Moon. As criaturinhas sádicas dos anos 1980 retornam em “Puppet Master: Axis Termination”, 11º título da franquia (12º se contar o crossover com “Brinquedos Diabólicos”), que encerra a trilogia nazista iniciada por “Puppet Master: Axis of Evil” (lançado em DVD em 2010). Apesar do orçamento baixíssimo, a prévia revela que o gore continua a render litros de sangue e mutilações na franquia. Além disso, a história foi escrita pelo próprio criador dos bonecos assassinos e contará com um novo grupo de vilões em miniatura, numa luta pela supremacia. Além de assinar o roteiro, Charles Band, que fundou a Full Moon e escreveu “Os Bonecos da Morte” em 1989, ainda dirige o filme. Com ele, também volta seu irmão, o compositor Richard Band, que dá um toque nostálgico à trilha sonora. O lançamento vai acontecer “em breve” no canal da Full Moon no serviço de streaming da Amazon. Além deste filme, há planos para um remake, com orçamento de cinema e escrito pelo cineasta S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”). Intitulado “Puppet Master: The Littlest Reich”, o terror está atualmente em pós-produção, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Filme Jumper vai virar série do YouTube

    27 de junho de 2017 /

    O YouTube Red, serviço de streaming por assinatura do YouTube, encomendou a série sci-fi “Impulse”, que será produzida e dirigida pelo cineasta Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). “Impulse” é baseado no terceiro livro da série literária “Jumper”, de Steven Gould. O primeiro rendeu um filme em 2009, estrelado por Hayden Christensen e Samuel L. Jackson, também dirigido por Liman. A trama foi escrita por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (do vindouro “Feito na América”, dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, Henry (Maddie Hasson, da série “Twisted”) que sempre se sentiu diferente de seus pares e desejava escapar de sua cidade pequena, aparentemente pitoresca. Seus desejos são atendidos quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. O elenco também inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”) e Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”). A previsão de estreia é para 2018. O YouTube também aprovou recentemente a produção de uma série sci-fi de Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), intitulada “Lifeline”.

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  • Série

    Atriz de O Homem nas Trevas vai estrelar a nova série de terror Castle Rock

    26 de junho de 2017 /

    A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) será a protagonista feminina de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”) e o escritor Stephen King (“A Torre Negra”). A série é inspirada pelo universo literário de King, e trará Levy como uma mulher obcecada pelas mortes e acontecimentos sobrenaturais da cidade do título. Ela vai contracenar com André Holland (“Moonlight”), intérprete de um advogado com clientes condenados à pena de morte, e Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original), professora aposentada e mãe adotiva do personagem de Holland. Não há mais informações sobre a trama, além das descrições destes personagens. Mas o site The Hollywood Reporter especula que se trata de uma série de antologia, ao estilo de “Fargo” e “American Horror Story”, em que cada temporada contaria uma história diferente e com personagens diferentes, conectadas pelo mesmo universo ficcional. King concebeu a cidade fictícia de Castle Rock no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertaiment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. A produção será disponibilizada no site de streaming Hulu, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Loosely Exactly Nicole é salva pelo Facebook para se tornar a primeira série da rede social

    26 de junho de 2017 /

    A série “Loosely Exactly Nicole”, cancelada pela MTV no começo do ano, após sua 1ª temporada, foi resgatada pelo Facebook, que pretende virar uma plataforma de séries como a Netflix. A atração é a primeira série confirmada para integrar o conteúdo do projeto. “Loosely Exactly Nicole” acompanhava o cotidiano da atriz/personagem Nicole Byer, uma jovem negra e acima do peso que tenta decolar sua carreira como comediante, e tinha uma média de 198 mil telespectadores na TV paga americana. O Facebook considera que os números mais importantes da produção são os demográficos. Segundo uma reportagem publicada pelo The Wall Street Journal, os conteúdos originais do Facebook terão como público-alvo pessoas de 13 a 34 anos, com foco especial na faixa dos 17 aos 30. Por isso, a empresa procura séries no estilo de “Scandal” e “Pretty Little Liars”. A série de Nicole Byer faz parte desse espectro. Além da 2ª temporada de “Loosely Exactly Nicole”, a rede social também encomendou a produção de um reality show, “Last Late Standing”, que reunirá 50 competidores disputando um prêmio de US$ 500 mil. E novos projetos serão anunciados em breve. Ainda de acordo com o WSJ, a companhia de Mark Zuckerberg conversa com produtoras de Hollywood e está disposta a pagar até US$ 3 milhões por episódio para entrar no ramo das séries. Mas não há muitas informações sobre como esses novos conteúdos são disponibilizados – se serão gratuitos, visando gerar receita de anunciantes, ou integrarão um pacote de assinaturas. Como a novidade deve ser lançada ainda em 2017, informações mais precisas virão em breve.

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  • Etc,  TV

    Netflix já tem mais assinantes nos Estados Unidos que todas as empresas de TV paga

    16 de junho de 2017 /

    A Netflix já tem mais assinantes do que os serviços de TV paga nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada pelo Leichtman Research Group, especializado nesse tipo de pesquisa de mercado, apurou que a plataforma de streaming possui 50,85 milhões de usuários ativos, enquanto a soma dos assinantes de todas as empresa de TV paga não ultrapassa os 48,61 milhões no país. A pesquisa também apurou que as assinaturas de pacotes de TV vem diminuindo. As empresas perderam nada menos do que 100 mil assinantes somente no último trimestre. Em compensação, a Netflix disse ter adquirido mais de 1,4 milhões de novos assinantes no mesmo período. Trata-se de uma virada significativa no mercado, que mostra claramente o caminho para onde o público está rumando. Outro relatório sobre o mercado de streaming, desenvolvido pela empresa de consultoria PwC, ainda afirma que serviços como o da Netflix, Hulu e Amazon terão um crescimento em torno de 30% em seu faturamento nos próximos três anos, alcançando a marca de US$ 1,81 bilhões até 2020. Não é por acaso que a HBO está se desvinculando de sua exclusividade televisiva, para oferecer sua assinatura por streaming.

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  • Etc,  TV

    HBO começa a expandir oferta de assinatura fora da TV paga

    12 de junho de 2017 /

    A HBO anunciou a expansão do acesso à HBO GO, disponibilizando pela primeira vez a assinatura online de seu serviço por meio de lojas de aplicativos, como Apple AppStore e Google Play Store. Assim, o público não precisará mais assinar um serviço de TV paga para ter acesso às programação do canal, podendo se inscrever de forma independente na HBO GO a partir de qualquer dispositivo móvel com iOS e Android. Por enquanto, a novidade ainda não chegou ao Brasil. A liberação do acesso por aplicativo acontecerá por etapas na América Latina, começando nesta segunda (12/6) pelo Caribe. O serviço de assinatura online da HBO GO é parte da estratégia de tornar o conteúdo do canal cada vez mais acessível em várias plataformas. “O público consome cada dia mais conteúdo por meio da internet. A assinatura online da HBO GO permite aos fãs terem acesso fácil e imediato ao conteúdo do catálogo da HBO”, comentou Francisco Smith, Vice-Presidente Executivo de Distribuição e Desenvolvimento de Mídia da HBO Latin America, em comunicado. “Basta ter um dispositivo móvel e uma conexão de banda larga”, complementa Smith. O detalhe é que, para quem já possui uma assinatura de pacote básico de TV paga, a HBO Go não oferece, realmente, muita vantagem, uma vez que, segundo o comunicado, o serviço estará disponível por um custo equivalente ao valor de aquisição de um pacote dos canais HBO/MAX em um serviço de assinatura de TV.

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  • Música

    Katy Perry mostra o bumbum em live streaming promocional do novo disco

    12 de junho de 2017 /

    A cantora e eventual atriz Katy Perry mostrou sua “Part of Me” que poucos conheciam com tanta intimidade, durante o live streaming promocional de divulgação de seu novo disco. A campanha de lançamento de “Witness” a levou a transformar sua vida numa espécie de Big Brother. Referenciando o título do álbum (testemunhe, em inglês), ela se mudou para um apartamento equipado com 42 câmeras durante o fim de semana. E foi assim que, enquanto desfrutava de uma massagem relaxante, despida sob uma toalha, ela acidentalmente mostrou seu bumbum para milhares de “testemunhas”. A internet quebrou por alguns minutos. E ao voltar foram só elogios à boa forma da estrela. Sem querer, ela acabou cumprindo à risca a promessa de tornar essa semana bastante reveladora de sua intimidade. As cenas de nudez foram parar na internet poucos dias após ela listar, numa conversa com o apresentador do “Late Late Show”, James Corden, quais tinham sido seus amantes favoritos – com John Mayer levando a medalha de Ouro, Orlando Bloom a de Prata e o DJ Diplo no último lugar. Clique aqui para ver o que Katy Perry está fazendo agora, no live streaming da Witness World Wide. E nas imagens indiscretas abaixo para ampliá-las.

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  • Série

    Desventuras em Série inclui Nathan Fillion, Tony Hale e outros no elenco de sua 2ª temporada

    11 de junho de 2017 /

    Os atores Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”) entraram na 2ª temporada de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events). Mas a Netflix não revelou que papéis eles interpretarão. A 1ª temporada adaptou os quatro primeiros livros da coleção de Lemony Snicket, pseudônimo do escritor Daniel Handler. A expectativa é que a 2ª adapte mais quatro ou cinco, deixando os últimos volumes, de um total de 13 publicados, para a já encomendada 3ª temporada. Os livros originais foram publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Os próximos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só devem chegar à plataforma de streaming em 2018.

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  • Série

    Ator de House of Cards grava mensagem para o povo brasileiro

    30 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “House of Cards” voltado à situação política do Brasil. Publicado no Facebook, ele traz o ator Michael Kelly, intérprete de Doug Stamper, braço direito do Presidente Francis Underwood (Kevin Spacey), dando uma recado aos fãs da série no país. “Povo brasileiro, isso não é uma competição. Você nunca sabe de onde as pessoas podem tirar inspiração. Fiquem atentos”, ele diz, em inglês. Confira abaixo. Criada por Beau Willimon (roteirista de “Tudo pelo Poder”), “House of Cards” acompanha a trajetória de um político corrupto e violento, que se mostra capaz das artimanhas mais perversas, sem receio de sujar as mãos, para se tornar presidente e depois se manter no poder dos Estados Unidos. A série estreia sua 5ª temporada nesta segunda (30/5) na Netflix.

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  • Filme

    Cineastas europeus famosos assinam manifesto para enquadrar a Netflix

    22 de maio de 2017 /

    Importantes cineastas europeus, incluindo Michael Haneke (Áustria), Wim Wenders (Alemanha), Paolo Sorrentino (Itália), os irmãos Dardenne (Bélgica), Stephen Frears (Reino Unido), Michel Hazanavicius (França), Cristian Mungiu (Romênia), Fernando Trueba e Alejandro Amenábar (ambos da Espanha), assinaram nesta segunda-feira (22/5) um manifesto em defesa de maior regulamentação sobre os serviços de streaming na Europa. Divulgado no Festival de Cannes, onde a seleção de dois filmes da Netflix despertou polêmica, o abaixo-assinado defende a “territorialização” dos serviços, pede cotas para filmes europeus nos serviços de streaming em atividade na Europa, diferenciando a produção cinematográfica de cada país, além da implementação da mesma taxação existente para a TV e pagamentos vinculados à lucratividade de um filme. Enfim, regras fiscais e de proteção de mercado, num apelo dirigido ao Parlamento Europeu. Segundo o texto, “a integração dos gigantes da Internet na economia criativa europeia é determinante para o futuro do cinema”. E, para que isso aconteça, os cineastas consideram que “a Europa deve definir uma meta e assegurar as condições de um jogo competitivo mais justo e sustentável entre todos aqueles que difundem nossas obras”. “Todos os autores esperam que suas obras sejam acessíveis para o maior número de pessoas possível. Suas obras devem estar amplamente disponíveis em telas de cinema, TV e suas variantes digitais, e em todos os serviços on-demand”, diz o manifesto, que conclui com um chamamento. “Há muita coisa em jogo, mas o desafio é formidável: nos unirmos – atores políticos, criadores e cidadãos – para redesenhar e reconstruir uma política cultural exigente e ambiciosa, adaptada ao ambiente digital, a sua economia e as suas aplicações, que valorizem as obras e situem os criadores no epicentro da ação”, concluem. O texto até inclui um chavão: “A Europa não é o Velho Oeste selvagem e sem lei”. A frase visa reforçar o pedido de regulamentação, igualando streaming à exibição televisa. Ou, nas palavras do texto, “a aplicação das mesmas regras a todos os radiodifusores, plataformas, sites de compartilhamento e redes sociais”. Mas enquanto os cineastas buscam enquadrar a Netflix, não oferecem nenhuma palavra para incentivar o investimento, preferindo ignorar completamente a polêmica do festival francês, originada pela janela de lançamentos. Na França, o parque exibidor tem exclusividade de três anos sobre um filme, antes dele poder ser distribuído em outro formato, como streaming e vídeo. É um monopólio em descompasso com o resto do mundo e na contramão do interesse dos estúdios. O manifesto pode ser lido na íntegra, em inglês, no site da FERA, Federação dos Diretores de Cinema Europeus.

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