Remake de Duna ganha primeira foto com Timothée Chalamet
A Warner liberou a primeira foto do remake de “Duna”, que traz Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista Paul Atreides. A imagem foi veiculada originalmente pela revista Vanity Fair, que inclui uma entrevista com o ator em sua edição deste mês. “O que imediatamente me atraiu para Paul foi que, em meio a uma história cheia de detalhes, tão gigantesca, ele está em uma jornada de anti-herói”, explicou Chalamet, dizendo que seu personagem não está “procurando uma aventura”, mas com medo dela. “Ele quer ser este jovem general que vai estudar todas as técnicas do seu pai, a forma como ele lidera a família, antes de assumir o controle, o que ele imagina que seja dentro de uma década, ou algo assim”, continuou o ator. Mas fatos inesperados alteram essa perspectiva. Na trama, Paul faz parte de uma família aristocrática, que deixa seu planeta para supervisionar a mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação pode ser dividida em duas partes ou virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. O roteiro do filme atual foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também comanda as filmagens. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.
Disney encomenda remake da animação clássica Robin Hood
A Disney oficializou mais um remake de seu catálogo de suas animações clássicas. Desta vez, é “Robin Hood”, que virou longa animado em 1973 e teve uma canção indicada ao Oscar. Além de animada, essa versão da Disney se diferenciava por ser um musical antropomórfico – isto é, animais falantes viviam os personagens da fábula clássica. O famoso ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres era uma raposa, claro, enquanto João Pequeno tinha o tamanho de um urso e o ardiloso Príncipe João não passava de um leão da montanha com complexo de nobreza. A nova versão vai manter essas características, usando animação computadorizada de ponta para dar vida aos animais – que deverão ser menos realistas que os bichos falantes de “O Rei Leão”, já que no desenho original usavam roupas. Ao contrário dos muitos remakes em desenvolvimento no estúdio, essa adaptação não está será lançada no cinema. A produção foi encomendada para a plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Kari Granlund, que assinou a história da versão live-action de “A Dama e O Vagabundo” (2019), também feita para o Disney+ (Disney Plus). Já a direção está a cargo do mexicano Carlos López Estrada, que, entre outras coisas, comandou o filme “Ponto Cego” (2018) e o clipe da música “When The Party Is Over”, de Billie Eilish. O contrato foi fechado antes da paralisação geral das produções de Hollywood, que aconteceu em março como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, não há previsão para sua estreia.
Conteúdo infantil puxa audiência dos serviços de streaming na quarentena do Brasil
O serviço de VOD do NOW, plataforma sob demanda da operadora Claro NET, revelou que quase 12 milhões de pessoas fizeram uso de conteúdo infantil de seu serviço durante o período de quarentena, da segunda quinzena de março até 8 de abril. Encabeçando este consumo está a porquinha Peppa Pig, do Discovery Kids. O aumento do consumo de conteúdo infantil também foi revelado pelo Globoplay. Só nesse segmento, a plataforma afirmou ter registrado 486% de aumento na segunda quinzena de março, em relação à média do ano, abastecido pelo canal Goob. Na categoria cinema houve um aumento de 165% em horas assistidas, e em séries, de 81%. Ainda assim, o programa mais visto na Globoplay é o BBB 20. Enquanto “Peppa Pig” lidera entre as crianças, os filmes mais assistido dos serviços pagos são “Minha Mãe é Uma Peça 3” e, logo em seguida, “Contágio”, que virou o grande clássico da pandemia. Com relação à TV paga, a ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) divulgou esta semana um balanço que aponta crescimento de 20% na audiência do segmento no Brasil, com destaque para canais de notícias e canais de filmes. Houve significativo aumento de uma plateia jovem, que já havia desistido da TV, inclusive nos canais de notícias, onde a plateia mais fiel tem acima de 25 anos. Mas o público de assinaturas de streaming e serviços VOD cresceu muito mais. Segundo a NOW, a audiência do serviço, somando todos os gêneros, aumentou em 36% desde 12 de março, um dia após a OMS (Organização Mundial da Saúde) decretar pandemia do Coronavírus. Já a Globoplay, somando todo o conteúdo do serviço, indica ter registrado um crescimento de 46% no consumo da plataforma.
Survive: Nova série de Sophie Turner é tachada de “irresponsável” pela crítica americana
“Survive”, uma das atrações mais badaladas da nova plataforma Quibi, está enfrentando a ira da crítica nos Estados Unidos. A primeira série de Sophie Turner após “Game of Thrones” estreou na segunda (6/4), junto com o novo serviço de streaming, uma espécie de Netflix para aparelhos celulares, e recebeu apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas, paradoxalmente, a atriz ganhou muitos elogios por sua interpretação, ao viver uma mulher complexa e muito diferente de Sansa – “prova que a incrivelmente talentosa Sophie Turner é merecedora de papéis maiores e melhores”, resumiu o próprio Rotten Tomatoes. O problema estaria na forma como a produção retrata a depressão de sua personagem, a ponto de os jornalistas americanos tacharem a produção como “irresponsável”. Na trama, baseado em um livro homônimo de Alex Morel, a jovem Jane Salas (Sophie) sofre de estresse pós-traumático e tem tendências suicidas. Ela viveu em uma casa de recuperação durante um ano e fala em se matar, enquanto a câmera exibe em detalhes as marcas em seu corpo, causadas por automutilação. Há ainda cenas de flashback de sua tentativa de suicídio, um banho de sangue que faz com que “13 Reasons Why”, da Netflix, pareça “Malhação”. “Survive” até avisa no começo dos episódios que exibirá “cenas que algumas pessoas podem achar perturbantes, incluindo problemas mentais e pensamentos suicidas”, mas nem isso prepara o público para a forma explícita com que esses temas são tratados. O tom perturbador incomodou a crítica. “Uma das séries mais irresponsáveis que eu já vi”, publicou o site The Vox, para quem “Survive” “é minuciosa nas instruções de automutilação e suicídio, de um jeito que faz tudo ser vagamente atrativo”. O Vulture lamentou tanto o conteúdo quanto a forma. “Honestamente, não sei o que é mais frustrante: a irresponsável idealização suicida ou as pedantes cenas de flashback”. A revista Time reforçou que “a série, intencionalmente ou não, se esbalda na estética niilista e sangrenta do suicídio”. A Variety lamentou o tom “errante em seus clichês [suicidas] tóxicos.” Até a CNN atacou: “De longe, é a pior série do catálogo do Quibi”. O detalhe é que, numa série convencional, a violência depressiva não chamaria tanta atenção. Veja-se “Euphoria”, por exemplo, que também aborda tentativa de suicídio e depressão de forma visceral, mas foi bastante elogiada. A diferença é que o piloto de “Euphoria” durava 53 minutos, enquanto cada episódio de “Survive” não passa de um “quibi” (10 minutos ou menos). Isso faz com que dois episódios inteiros sejam completamente dedicados ao horror, sem possibilidade de atenuação. Só que, do terceiro capítulo em diante, a série muda completamente, para virar uma trama tradicional de sobrevivência, a partir de uma reviravolta irônica. Tudo muda quando Jane embarca num avião, ao sair do centro de recuperação para voltar para casa, com diversos remédios que roubou da instituição, disposta a morrer de overdose no banheiro da aeronave. Mas quando se prepara para abandonar a vida, o avião bate em uma montanha. Só ela e um outro passageiro (vivido por Corey Hawkins) sobrevivem. E é então que a personagem que queria morrer descobre-se disposta a fazer de tudo para sobreviver. Vale lembrar que o Quibi também chegou no Brasil nesta semana, ainda que sem divulgação ou legendas em português. Veja abaixo o trailer americano de “Survive”.
Disque Amiga para Matar: 2ª temporada ganha pôster, teaser e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e um teaser da 2ª temporada de “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me), que revela a data de estreia dos novos episódios da série protagonizada por Christina Applegate (“Perfeita É a Mãe!) e Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”). A trama é centrada em Jen (Applegate), uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conhece num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy faz de tudo para esconder um grande segredo. “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) marcou a volta da atriz Christina Applegate às sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, sua primeira lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, liderou o ranking por semanas. A 2ª temporada estreia em 8 de maio.
Stargirl: Nova série de super-heróis ganha comercial repleto de ação
A rede The CW divulgou um novo comercial de “Stargirl”, sua próxima série de super-heróis da DC Comics. A prévia mostra a aspirante a heroína (Brec Bassinger) explicando seu plano de como enfrentar supervilões para o padrasto (Luke Wilson). “Eu tenho um plano em 3 partes: encontrá-los, surpreende-los e chutar seus traseiros”, diz a adolescente, enquanto o vídeo corta a palavra “traseiros” em inglês, mostrando em vez disso a Stargirl em ação. A protagonista é uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado originalmente em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl – simples assim, na versão simplificada da série. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 19 de maio na TV americana, um dia após a estreia na plataforma de streaming DC Universe.
HBO Brasil libera acesso a episódios de séries em sua plataforma digital
A HBO liberou o acesso a vários conteúdos exclusivos, sem custo, em seu site brasileiro e na sua plataforma de streaming HBO Go. O material, que ficará disponível até o final de abril, inclui os primeiros episódios de séries recentes, como “Watchmen”, “Avenue 5”, “Euphoria”, “His Dark Materials” e “The Outsider”. Também foi disponibilizada toda a 1ª temporada da série brasileira “O Negócio” e há planos para abrir gradualmente o acesso a séries clássicas, como “Sex and The City” e “Família Soprano” (The Sopranos), informou a HBO. O conteúdo já está disponível e não é preciso ser assinante para assistir.
Trailer de Você Nem Imagina revela “irmã” lésbica de Sierra Burgess É uma Loser
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer sua nova comédia romântica adolescente. E a prévia revela que “Você Nem Imagina” (The Half of It) é basicamente a irmã lésbica e mais inteligente de “Sierra Burgess É uma Loser”. Ambos os filmes de streaming tem a mesma premissa, inspirada pela mesma obra: “Cyrano de Bergerac”, peça clássica de 1897. A criação de Edmond Rostand já ganhou inúmeras adaptações, de modo que é fácil identificar as referências ao triângulo amoroso formado em torno de uma troca de cartas ou, no século 21, mensagens de texto. Mas é importante destacar que “Você Nem Imagina” é a primeira versão dessa trama a culminar com uma saída do armário, e por isso também evoca uma leitura LGBTQIA+ de “Alguém Muito Especial” (1987) – cult escrito pelo mestre dos filmes adolescentes John Hughes. Embora Cyrano fosse narigudo e Sierra Burgess gorda, a heroína do novo filme não é realmente feia. Ao contrário, Elie Chu é bonita, apenas prefere ser tomboy (pouco feminina) – como a Watts (Mary Stuart Masterson) do filme dos anos 1980. Nerd asiática da escola, ela ganha dinheiro fazendo lições de casa dos colegas, até ser procurada por um colega com um pedido incomum: escrever uma carta de amor para uma garota. O detalhe é que, ao conhecer a tal garota, ela se apaixona. Mas esconde do menino, assim como vem escondendo seu lesbianismo de todos os demais. A história e a direção são assinadas por Alice Wu, que antes só tinha feito o longa “Livrando a Cara” (2004). Já o elenco destaca Leah Lewis (a Georgie da série “Nancy Drew”) como Elie, em sua estreia em longa-metragem, além de Daniel Diemer (“Sacred Lies”) e Alexxis Lemire (“The Art of Murder”) como os outros vértices do triângulo central. A estreia está marcada para 1 de maio em streaming.
Aprendiz de Espiã troca estreia no cinema pelo streaming da Amazon
A Amazon adquiriu a comédia de ação “Aprendiz de Espiã” (My Spy), do estúdio STX, para lançar em seu serviço de streaming. “Aprendiz de Espiã” deveria ter sido lançado em setembro do ano passado nos cinemas americanos, mas foi adiado para abril deste ano para se distanciar de outra comédia do ator Dave Bautista – o filme “Stuber”. Só que os cinemas fecharam devido a pandemia de coronavírus, deixando a produção sem data de estreia nos EUA – apesar do lançamento internacional em alguns territórios da Ásia e Oceania em janeiro. O serviço Amazon Prime Video fará agora a distribuição exclusiva do longa, que no Brasil seria lançado pela Diamond Films. O filme segue uma fórmula já explorada com sucesso por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros adeptos do cinema de pancadarias para ampliar seu público e conquistar a simpatia infantil: virar brutamontes bonzinho num contexto de comédia com criança. No filme, Bautista vive um agente da CIA que prefere explodir os inimigos a cumprir os objetivos de suas missões. Por conta disso, é colocado sob observação. Para piorar, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos, que grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. E ela dá um baile no durão, além de descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies” e que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha e o elenco ainda inclui Kristen Schaal (de “O Último Cara na Terra/The Last Man on Earth”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Parisa Fitz-Henley (“Midnight Texas”). O roteiro é dos irmãos Jon e Erich Hoeber (“RED: Aposentados e Perigosos”) e a direção está a cargo do veterano Peter Segal (“Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final”). “Aprendiz de Espiã” é o quarto filme transferido dos cinemas para o streaming por conta da crise sanitária. Anteriormente, a Universal já havia disponibilizado a animação “Trolls 2” em VOD nos EUA, a Netflix comprou a comédia “The Lovebirds”, da Paramount, e “Artemis Fowl” trocou a projeção cinematográfica por exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer legendado de “Aprendiz de Espiã”.
Netflix Brasil recomenda séries das plataformas rivais nas redes sociais
Para estimular as pessoas a ficarem em casa como precaução contra a pandemia de coronavírus, vale tudo, até falar bem da concorrência. Foi o que fez a Netflix Brasil, ao divulgar em suas redes sociais o conteúdo de plataformas rivais de streaming. Em três posts consecutivos, a Netflix recomendou a seus assinantes que busquem conteúdos também na HBO GO, Amazon Prime Video, Globoplay e Telecine, ressaltando que o último tem todos os filmes de Harry Potter, algo cobrado por seu público há algum tempo. A Globoplay aproveitou para entrar no espírito, ao dizer que se tem a casa mais vigiada do Brasil, a residência do “Big Brother”, a Netflix tem “La Casa de Papel”, e o importante é mesmo ficar em casa. Veja abaixo. Se você gosta de Black Mirror, provavelmente vai gostar de Years and Years, da @HBO_Brasil. Se prefere Orange Is The New Black, você deve gostar de Fleabag, do @PrimeVideoBR. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 8, 2020 Se gostou de Atypical, talvez você goste de The Good Doctor, do @globoplay. Mas se o que você gosta é de me encher no Twitter, a @redetelecine tem sete filmes de Harry Potter disponíveis. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 8, 2020 Se temos algo em comum são as nossas casas, né sister? Você tem La Casa de Papel e eu tenho La Casa mais vigiada do Brasil. O importante nesse momento é ficar em 🏠! — globoplay em 🏠 (@globoplay) April 8, 2020
Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Space Force”, a nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”, desta vez em parceria com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Não por acaso, a série é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell será um general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e o elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Alex Sparrow (“UnREAL”) e Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.
Disney+ (Disney Plus) atinge 50 milhões de assinantes mundiais
O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) ultrapassou os 50 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, informou a Walt Disney Co. nesta quarta-feira (8/4). A marca foi atingida cinco meses após o lançamento do serviço e poucos dias após sua chegada na Europa, em 24 de março, quando ficou disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países, além da Índia, onde foi lançado em 3 de abril. Só o lançamento na Índia – realizado em conjunto com o serviço Hotstar, adquirido na compra dos ativos da Fox – representou cerca de 8 milhões de novos assinantes para a Disney +, em apenas cinco dias. “Estamos realmente sensibilizados pelo fato de a Disney+ (Disney Plus) estar ressonando entre milhões de pessoas em todo o mundo e acreditamos que isso é um bom presságio para nossa expansão contínua na Europa Ocidental e no Japão e em toda a América Latina no final deste ano”, disse Kevin Mayer, presidente do departamento direct-to-consumer da Walt Disney. “Grandes histórias inspiram e elevam, e estamos em uma posição privilegiada de poder oferecer uma vasta gama de ótimos conteúdos de entretenimento focados em alegria e otimismo no Disney+ (Disney Plus)”, completou, em comunicado. Ao atingir a marca de 50 milhões, a Disney+ (Disney Plus) já deixou para trás o serviço Hulu, seu irmão corporativo, que tem um pouco mais de 30 milhões de assinantes. A diferença é que o Hulu só está disponível na América do Norte. Mas o rápido avanço já supera expectativas iniciais. Quase dobrou sua base desde a última vez que divulgou seu número de assinantes, no início de fevereiro. E já reuniu uma audiência que é quase um terço do tamanho da Netflix, que começou a oferecer streaming há mais de uma década. A Disney não disse se atribui parte do crescimento recente do serviço à pandemia de coronavírus, que paralisou a vida cotidiana em todo o mundo e causou um aumento nas visualizações de streaming. A plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, oferece uma vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, mas pouco material exclusivo. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial.
Disney planeja remake feminino da série Tal Pai, Tal Filho
A Disney planeja produzir mais um remake para abastecer seu serviço de streaming, o Disney+ (Disney Plus). O estúdio pretende resgatar a série “Tal Pai, Tal Filho” (no original, “Doogie Howser, M.D.”), exibida entre 1989 e 1993, que lançou o então adolescente Neil Patrick Harris ao estrelato. A nova versão se diferenciaria da série original por apresentar uma protagonista feminina. A trama acompanharia uma garota adolescente que, assim como o Doogie original, revela-se um prodígio da Medicina e antecipa sua formação profissional. Com isso, precisa dividir seu tempo entre os problemas comuns da sua idade e as pressões adultas que acompanham uma residência médica num hospital. Além da troca de sexo, a produção também vai mudar a raça da personagem. Na nova série, a protagonista vai morar no Havaí e ter família asiática. A criação da nova versão está a cargo de Kourtney Kang, roteirista da sitcom “Fresh Off the Boat”, que, por sinal, trabalhou com Neil Patrick Harris na série “How I Met Your Mother”. Harris foi indicado a um Globo de Ouro por sua performance como Doogie Howser em 1992, quando tinha 19 anos.












