Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones
Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.
Justiça nega tentativa de censura evangélica de Lindinhas no Brasil
O juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra rejeitou pedido feito pela organização evangélica Templo Planeta do Senhor para censurar o filme francês “Lindinhas” (Mignonnes), lançado na Netflix. Premiado no Festival de Sundance, “Lindinhas” ganhou repercussão entre os evangélicos brasileiros após deixar a ministra pastora Damares Alves “brava, Brasil”. Ela também tenta a censura do filme. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, chegou a afirmar sobre a produção. O motivo do protesto são “meninas em posições eróticas e com roupas de dançarinas adultas”, segundo a pastora que integra o governo Bolsonaro. “Quero deixar claro que não faremos concessões a nada que erotize ou normalize a pedofilia!”, ainda ameaçou. Na ação em que pede censura ao filme da diretora Maïmouna Doucouré, a organização Templo Planeta do Senhor ecoa o ataque da ministra para dizer que as meninas do filme têm um comportamento inadequado para sua idade, com “vestimentas sensuais, blusas curtas e calças apertadas”, concluindo que a Netflix promove um “prato cheio para a pedofilia”. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz diz que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. “É uma forma indefensável de censura, pois pretendia a supressão da liberdade de informação e, sobretudo, da liberdade de educação familiar”. De acordo com o magistrado, os pais e responsáveis têm o direito de decidir quais conteúdos seus filhos podem assistir, a despeito dos interesses religiosos da entidade. A Templo Planeta do Senhor é a mesma organização evangélica que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, mas acabou punida com um prejuízo financeiro considerável. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. Acabou desistindo do processo, mas ainda precisou pagar os custos. Assim como fez com “Lindinhas”, o processo anterior também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Em contraste com a reação de Damares e outros evangélicos, o filme foi lançado sem provocar polêmicas na França em agosto. De fato, as autoridades de proteção infantil do governo francês acompanharam as filmagens durante a produção e aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa contra o filme só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”. A Netflix também se pronunciou sobre as críticas conservadoras ao longa. “‘Lindinhas’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, disse a plataforma.
O Céu da Meia-Noite: Sci-fi apocalíptica de George Clooney ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Céu da Meia-Noite” (The Midnight Sky), primeira sci-fi dirigida por George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”). O astro aparece atrás e também diante das câmeras nas cinco fotografias reveladas, que ainda destacam outros atores da produção: Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”). Mais acostumado a se alternar entre dramas e comédias, Clooney comanda uma catástrofe apocalíptica, baseada no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton. Roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”), o filme se desdobra em duas tramas paralelas, acompanhando Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico, que pode ser o último homem da Terra, enquanto ele tenta fazer contato com a tripulação da nave espacial Aether para impedir seu retorno, e a astronauta Sullivan (Jones), que comanda uma missão pioneira à Júpiter sem saber que a Terra já não é mais a mesma. O último filme dirigido por Clooney foi a comédia de humor negro “Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso”, de 2017, que não foi bem-recebida por público e crítica. Depois disso, ele estrelou, produziu e dirigiu a série “Catch 22” na plataforma de streaming Hulu. Atualmente em pós-produção, “O Céu da Meia-Noite” ainda não tem previsão de estreia.
Documentário da Xuxa vai mudar devido à pandemia
O documentário que Xuxa Meneghel estava desenvolvendo sobre sua turnê de despedida dos palcos vai sofrer mudanças devido a pandemia de coronavírus. Inicialmente, “O Último Voo da Nave” registraria as últimas apresentações de Xuxa como cantora, em shows no Brasil e na Argentina. O projeto pretendia intercalar os shows com depoimentos de fãs, amigos e parceiros de trabalho. Mas, por causa da covid-19, os shows não devem mais acontecer. Segundo apurou o colunista Fefito, o documentário deve ganhar novo título e mudar sua abordagem para um registro da carreira de sucesso da apresentadora. A produção, que atualmente está em negociações com a TV paga e plataformas de streaming, é um dos muitos projetos que Xuxa pretende realizar em 2021. Ela também prepara um novo programa de TV, uma cinebiografia e seu retorno aos filmes infantis, mas não descarta nem estrelar série em streaming.
Saiba quanto vai custar assinar Disney+ no Brasil
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já definiu seu preço para lançamento no Brasil. O serviço de streaming da Disney custará R$ 29 por mês. É um valor bem próximo ao do pacote padrão da Netflix (R$ 32,90), mas bem maior que os dos demais concorrentes do setor. Com lançamento marcado para 17 de novembro, a Disney+ (Disney Plus) disputará espaço não apenas com a Netflix, mas também a Amazon Prime Vídeo (R$ 9,90 mensais), Apple TV+ (também R$ 9,90) e até a Globoplay (R$ 22,90). O que valoriza o serviço é seu catálogo, repleto de sucessos que marcaram a infância de várias gerações. Como o acordo de licenciamento da Disney com a Amazon Prime Video chega ao fim na próxima quarta (30/9), quem quiser ver os super-heróis da Marvel, os filmes de “Star Wars”, os live-actions de fábulas encantadas e os desenhos da Pixar terá apenas a alternativa da Disney+ (Disney Plus). Além do catálogo da Disney, que também inclui séries do Disney Channel, a plataforma também disponibiliza conteúdos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Entre as séries inéditas, o destaque é para “The Mandalorian”, situada no universo de Star Wars, que chega por aqui já com duas temporadas disponíveis e aclamada pela crítica com oito vitórias no Emmy 2020. Além da assinatura mensal, a Disney+ (Disney Plus) também oferece um pacote de acesso anual por R$ 290 – com um desconto de R$ 58. A venda do serviço começará a ser feita um mês antes da estreia oficial, em 17 de outubro. Confira abaixo o trailer oficial do novo serviço de streaming.
Desfile de lingeries de Rihanna ganha teaser da Amazon
A Amazon divulgou um teaser do documentário “Savage X Fenty Show 2”, registro do segundo desfile da grife de lingeries de Rihanna, que após o sucesso do ano passado contará com participações de várias celebridades. Já estão confirmadas as presenças de Travis Scott, Rosalía, Bad Bunny, Willow Smith, Lizzo, Demi Moore, Cara Delevingne e Paris Hilton, entre outras estrelas. A produção ocupa um nicho abandonado pela Victoria’s Secret, que no ano passado anunciou que não faria mais seu evento anual. Além de sua coleção de roupas íntimas femininas, a Savage X Fenty também vai lançar este ano uma linha masculina, com cuecas, boxers e pijamas.
Samuel L. Jackson pode estrelar série de Nick Fury na Disney+ (Disney Plus)
O ator Samuel L. Jackson deve estrelar uma nova série do Universo Marvel a ser exibida na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A informação foi apurada pelo site da revista Variety, que ainda revelou que a produção está sendo desenvolvida por Kyle Bradstreet, produtor-roteirista de “Mr. Robot”. A Marvel não confirmou nem negou a notícia. O ator de 71 anos interpreta Nick Fury, o chefe da SHIELD, nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Responsável pela formação dos Vingadores no cinema, Fury apareceu pela última vez em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019), em que foi visto numa missão no espaço junto de alienígenas da raça Skrull – introduzidos em “Capitã Marvel” (2019). A falta de detalhes do projeto deixa no ar se a série vai dar sequência à essa missão ou mostrará Fury de volta à Terra. Caso confirmada, a produção poderia, inclusive, voltar a reunir o elenco de “Agents of SHIELD” em torno de uma reestruturação da agência secreta da Marvel, que implodiu após os eventos de “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) Jackson, inclusive, chegou a aparecer como Nick Fury num episódio de “Agents of SHIELD”. Exibida originalmente na rede ABC, “Agents of SHIELD” chegou ao fim em agosto passado, após sete temporadas.
Estreias Online: Enola Holmes e mais 10 filmes para o fim de semana
A programação de estreias online não é das mais empolgantes. A boa exceção fica por conta de “Enola Holmes”, provável início de uma nova franquia de aventuras estrelada por Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). Além de estrelar como a irmã caçula e mais esperta de Sherlock Holmes, ela também é produtora do filme, que adapta o primeiro volume da coleção literária juvenil “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer. Repleto de ação e empoderamento, “Enola Holmes” ainda marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (vencedor do Emmy pela série “Fleabag”) e agradou em cheio aos críticos americanos, atingindo 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo mais detalhes deste e de mais 10 lançamentos digitais, a maioria apenas medianos, que as diversas plataformas de vídeo por demanda (locação) e serviços de streaming por assinatura disponibilizam para o fim de semana. Se faltar alguma estreia na lista abaixo é porque a curadoria não inclui clássicos e produções trash – como “A Gangue: Uma Noite de Terror” ou “eHero” – que em outros tempos seriam queima de estoque em DVD. Enola Holmes | EUA | 2020 Espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, “Enola Holmes” traz Millie Bobby Brown como a irmã adolescente do famoso detetive. Na trama, ela busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Além de Millie, o elenco também destaca Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock, Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes, e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Disponível na Netflix Clemency | EUA | 2020 Vencedor do Festival de Sundance do ano passado, o drama de Chinonye Chukwu superou o badalado “A Despedida”, de Lulu Wang, e representa a renovação feminina em curso no cinema indie americano. No filme que tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e deu muito o que falar na imprensa dos EUA, Alfre Woodard (“Luke Cage”) vive uma agente penitenciária que conduz execuções no corredor da morte. Mas ao se preparar para executar outro detento, ela tem que confrontar os demônios psicológicos e emocionais que seu trabalho cria, levando-a, por fim, a fazer vínculo com o homem que tem ordens para matar. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes Aos Olhos de Ernesto | Brasil | 2020 Vencedor do prêmio da crítica na última Mostra de São Paulo, o segundo longa de ficção de Ana Luiza Azevedo (“Antes que o Mundo Acabe”) acompanha um velho fotógrafo uruguaio (Jorge Bolani) que está perdendo a visão, mas acha que consegue enganar a todos. Diante da pressão do filho para deixar de viver sozinho, ele acaba encontrando uma solução ao conhecer uma jovem cuidadora de cachorros (Gabriela Poester) que não tem onde morar. O roteiro sensível, que trata da solidão com humor, foi escrito em parceria com Jorge Furtado, responsável por “Sob Pressão”, e o astro daquela série, Julio Andrade, faz uma pequena participação como o filho. Disponível na Now e Vivo Play Gauguin – Viagem ao Taiti | França | 2017 Vincent Cassel da vida ao célebre pintor francês Paul Gauguin durante seu exílio no Taiti. Lá, durante o ano de 1891, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Em vez disso, encontra a solidão, a pobreza, a doença, mas também Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Disponível na Amazon Retratos de uma Guerra | Lituânia | 2020 Baseado no livro “A Vida em Tons de Cinza”, da escritora americana Ruta Sepetys, o filme lembra que o Holocausto judeu perpetrado pelos nazistas não foi o único projeto de genocídio levado adiante na Europa entre os anos 1930 e 1940. Neste drama, a inglesa Bel Powley (“Diário de uma Adolescente”) vive uma jovem desenhista lituana arrancada de sua casa e deportada com a família, amigos e vizinhos para a Sibéria sob as ordens de Joseph Stalin. Condenados à morte por traição, por ocuparem um país cobiçado por Stalin à beira do Mar Báltico, são levados para trabalhar até morrer num campo de concentração gelado, numa brutalidade realizada sob o pretexto de estratégia geopolítica pelo regime comunista. Além do povo retratado no filme, Stalin também enviou porção significativa da população dos países vizinhos, Estônia, Letônia, para gulags siberianos, e exterminou pela fome a resistência ucraniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes O Bastardo | Bélgica | 2020 Suspense dramático sobre uma mãe enlutada que, após perder um filho num acidente, adota um jovem sem-teto, despertando ciúmes, mas também preocupação no filho que sobreviveu à tragédia. Concorreu ao prêmio Margritte, na Bélgica, como Melhor Filme falado em flamengo. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes Pornô para Principiantes | Uruguai | 2018 Passada nos anos 1980, a comédia acompanha um diretor frustrado que, em busca de dinheiro para se casar com sua namorada, acaba trocando os sonhos de fazer cinema de arte por um grande salário com um filme pornô. Seu plano para tornar sua primeira produção do gênero o mais decente possível acaba frustrado pelo fato de a estrela ser irresistível, o que o leva a uma encruzilhada. Apesar do título, do tema e de vários esterótipos e situações clichês, o filme de Carlos Ameglio (“Psiconautas”) é, na verdade, uma grande homenagem ao prazer cinéfilo e à produção cinematográfica, celebrando o cinema possível quando não há recursos para se filmar. Disponível na Looke Superman: O Homem do Amanhã | EUA | 2020 Mais um bom longa animado da DC, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, que se destaca pelo visual caprichado e uma versão divertida do Ano 1 do Superman. Com participações de Lobo e Caçador de Marte, a produção apresenta a origem do Superman e explora o início do relacionamento entre Clark Kent e Lois Lane. Mas em vez de recriar quadrinhos clássicos, conta uma versão inédita dessa fase da vida do primeiro super-herói dos quadrinhos. A equipe de produção destaca o diretor Chris Palmer, que trabalhou na festejada animação da “Justiça Jovem” (Young Justice) e dirigiu a série “Voltron: O Defensor Lendário” na Netflix, além de diversos dubladores famosos (para quem optar por assistir em inglês): Darren Criss (“American Crime Story”) como Superman, Alexandra Daddario (“Baywatch”) como Lois Lane, Zachary Quinto (“NOS4A2”) como Lex Luthor, Ryan Hurst (“The Walking Dead”) como Lobo e Ike Amadi (“Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”) como Caçador de Marte. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play e YouTube Filmes Diga Meu Nome | Brasil | 2020 Com roteiro e direção de Juliana Chagas, o documentário conta a história dramática e real de duas mulheres trans (Selem Soares e Diana Conrado) que lutam pelo simples direito de serem chamadas por seus nomes. Para isso, precisam obter a mudança de nome e de gênero em seus documentos. Mas a burocracia enfrentada pelas personagens para realizar a troca das identidades se revela um calvário, registrado pela diretora ao longo de nada menos que dois anos. A documentarista estreou com “As Pastoras — Vozes Femininas do Samba” (2018), que conquistou menção honrosa no International Houston Black Film Festival 2019 e no Festival Visões Periféricas 2019. Seu novo filme foi selecionado, entre outros, pelo Philadelphia Latino Film Festival, nos EUA, e o Flying Broom International Women’s Film Festival, na Turquia. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes Dos Quartos aos Bilhões: A Revolução PlayStation | EUA | 2020 O documentário sobre a criação e ascensão do PlayStation é o terceiro filme dos irmãos Anthony e Nicola Caulfield sobre os primórdios da indústria dos videogames. Depois de se debruçarem sobre o esquecido Amiga e pioneiros britânicos, eles traçam a impressionante evolução dos jogos eletrônicos dos anos 1990 até meados dos 2000. Repleto de entrevistas de executivos, engenheiros, desenvolvedores e chefes de desenvolvimento da Sony – e até mesmo da Sega – , o filme também apresenta alguns dos jogos que marcaram o período, como “Resident Evil”, “Metal Gear Solid” e “Gran Turismo”, para ilustrar o salto de qualidade mais importante e monumental da história dos games. Disponível na Apple TV/iTunes Ciência da Resistência | Brasil | 2020 O documentário de Larissa Karl mostra a luta de cientistas, médicos e pós-graduandos para realizar pesquisas em doenças infecciosas, enquanto o governo brasileiro corta suas verbas e negligencia seu trabalho. O filme, porém, foi iniciado no governo Dilma. E se a situação já era trágica na época, virou show de horrores com Bolsonaro, com cortes ainda maiores, interrupções de pesquisas e paralisação do setor… tudo isso na véspera da disseminação da pandemia de covid-19. Multiplique por 17 e faça arminha com a mão para entender como a mortalidade aumentou dramaticamente por conta do abandono da Ciência no Brasil atual. Disponível na Now e Vivo Play
Estreias online: Utopia e mais 5 séries para maratonar no fim de semana
Num fim de semana com seis séries novas em streaming, o destaque é uma produção que traz a grife da romancista Gillian Flynn. Mas desta vez a escritora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à minissérie “Objetos Cortantes” trabalha com o material de outro autor. Ela assina a adaptação americana da série homônima britânica, criada por Dennis Kelly em 2013. E um dos detalhes da trama torna a nova atração especialmente atual. A conspiração da história envolve uma pandemia que ataca o sistema respiratório, criada por laboratório para reduzir a população mundial. Com elenco grandioso, que destaca John Cusack na primeira série de sua carreira, “Utopia” levou anos para sair do papel. Originalmente desenvolvido para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), o remake acabou recusado pela trama complexa, mas isso não foi encarado como problema na Amazon, que encomendou uma 1ª temporada com oito episódios para a produtora Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes”. Os demais lançamentos pode ser conferidos com trailers e maiores informações logo abaixo. Utopia | EUA | 1ª Temporada O remake assinado pela romancista Gillian Flynn (“Garota Exemplar”) acompanha um grupo de fãs de quadrinhos que descobre uma conspiração para disseminar vírus pandêmicos, denunciada nas páginas de “Utopia”, sua graphic novel favorita. A constatação de que a história é real torna os fanboys alvos de uma organização sinistra, mas a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do falecido criador dos quadrinhos, que está desaparecida há anos, fugindo de assassinos. O ótimo elenco inclui John Cusack (“Alta Fidelidade”), Jessica Rothe (“A Morte Te Dá Parabéns”), Sasha Lane (“Hellboy”), Rainn Wilson (“The Office”), Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“The Handmaid’s Tale”), Desmin Borges (“You’re the Worst”), Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”), Christopher Denham (“Billions”) e Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). Disponível na Amazon Teerã | Israel | 1ª Temporada Desenvolvida por integrantes da equipe de “Fauda”, a série é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A atriz Niv Sultan (“The Stylist”) vive a protagonista, uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente no país para uma missão secreta. Mas tudo dá errado e ela vê perseguida na capital do Irã por agentes do governo, sob comando de Shaun Toub (de “Homeland”). O elenco também destaca Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). Disponível na Apple TV+ Tell Me a Story | EUA | 2 Temporadas Inédita no Brasil, a produção da plataforma CBS All Access é baseada numa série espanhola (“Cuéntame un Cuento”) que transforma a premissa de contos de fadas em tramas de suspense, explorando temas como ganância, vingança e assassinato. Adaptada por Kevin Williamson, o criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico” (Scream), a versão americana conta com um elenco grandioso formado por Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”) e, na 2ª temporada, Carrie-Anne Moss (a Trinity de “Matrix”). A atração foi cancelada em maio, mas, como cada temporada conta uma história completa, não deixou pontas soltas. Disponível na Amazon Quarry | EUA | 1 Temporada Um dos cancelamentos mais doídos dos últimos tempos, a excelente série de Michael D. Fuller e Graham Gordy (ambos roteiristas da série dramática “Rectify”) foi vítima de “rebranding” do canal pago Cinemax, que trocou suas produções de qualidade por séries de lutas e explosões, enquanto a WarnerMedia não o tira do ar. Adaptação do livro de Max Allan Collins, “Quarry” se passa em 1972 e acompanha um ex-fuzileiro (Logan Marshall-Green, de “Prometheus”), que retorna do Vietnã e é evitado por aqueles que ama, virando alvo de comentários pejorativos por ter lutado numa guerra suja. Transformado em pária, o combatente duro e desiludido acaba recrutado por uma rede de assassinos de aluguel, que atua ao longo do rio Mississippi. O final da temporada serve perfeitamente como fim da série. Disponível na Amazon Sneakerheads | EUA | 1ª Temporada A comédia explora a subcultura de colecionadores de tênis, que não medem esforços para conseguir os modelos dos seus sonhos, quanto mais raros e caros melhor. Seu criador, o roteirista Jay Longino (de “Fora de Rumo”), é um legítimo apaixonado por tênis, que começou sua própria coleção quando Michael Jordan presenteou-o com um par de tênis após um jogo de basquete. Ele também teve a primeira grande decepção de sua vida quando sua mãe jogou os calçados fora. Mas essa lembrança da adolescência inspira a trama da série, que acompanha um grupo de amigos em busca de ofertas de tênis especiais. O protagonista é um pai solteiro que acaba se endividando ao procurar um dos tênis mais cobiçados de todos os tempos, e corra atrás de negócios lucrativos para recuperar o dinheiro antes que sua mulher descubra. O elenco inclui Allen Maldonado (“The Last O.G.”), Andrew Bachelor (“A Babá”), Jearnest Corchado (“Cucuy: O Bicho Papão”) e Matthew Josten (“Timeline”). Disponível na Netflix Enfermeira Exorcista | Coreia do Sul | 1ª Temporada Jung Yu-mi (de “Invasão Zumbi”) é uma enfermeira que vê o que ninguém mais vê: criaturas sobrenaturais e fantasmas. Quando ela começa um novo emprego numa escola, vários incidentes misteriosos passam a acontecer. Mas como só ela enxerga as criaturas, as pessoas desconfiam de sua sanidade. Isto não impede um jovem professor de chinês (Nam Joo-Hyuk) de se interessar pela louquinha, que empunha uma espada de plástico colorida pelos corredores da escola, dizendo que está salvando todo mundo. O visual dos monstrinhos, que parecem geleias, é um detalhe a mais na bizarria da comédia, baseada em best-seller da escritora Chung Serang. Disponível na Netflix
Anya Taylor-Joy é campeã de xadrez em trailer legendado de minissérie
A Netflix divulgou 12 novas fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit), minissérie de época estrelada por Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”, “Emma.”, “Os Novos Mutantes”). A prévia destaca o desempenho da atriz e a beleza dos figurinos e direção de arte, numa recriação fashionista dos anos 1960. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon (Taylor-Joy) dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”) A série foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. A estreia está marcada para 23 de outubro.
The Boys bate recorde de audiência e vai ganhar spin-off
A Amazon revelou que a série de super-heróis “The Boys” bateu o recorde de público de sua plataforma de streaming. Sem revelar números oficiais, a empresa afirmou que a 2ª temporada teve o lançamento global mais assistido dentre todas as suas séries originais e, em suas primeiras semanas, quase dobrou (+ 89%) a audiência mundial atingida pelo primeiro ano de produção – já considerada uma marca elevada para a companhia – , atraindo milhões de novos espectadores a cada semana. Para aproveitar esse sucesso, a Amazon oficializou a encomenda de um spin-off do mesmo universo, mas com novos personagens. Desenvolvida por Craig Rosenberg, um dos produtores de “The Boys”, a série derivada vai se passar na única faculdade especializada em ensinar estudantes superpoderosos, que faz parte da corporação da Vought International – a empresa maligna que criou os super-heróis e que agencia os direitos de suas aparições públicas. Ainda sem título, o projeto é descrito como uma série irreverente e para maiores, que explora a vida de super-heróis na fase mais hormonal e competitiva de suas vidas, enquanto colocam seus limites físicos, sexuais e morais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades atendidas pela Vought. A descrição oficial resume a nova série como “parte comédia universitária e parte ‘Jogos Vorazes’ – com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys'”. Mas enquanto “The Boys” é baseado nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a nova série terá personagens inéditos, concebidos especialmente para sua produção. Além de escrever o piloto, Rosenberg atuará como showrunner, assinando a produção ao lado do criador da série “The Boys”, Eric Kripke (criador também de “Supernatural”), e da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (criadores da série “Preacher”). Ainda não há previsão para a estreia. Atualmente na reta final de sua 2ª temporada, “The Boys” já se encontra renovada para o terceiro ano de produção.
Enola Holmes: Vídeo de bastidores destaca cenas de luta de Millie Bobby Brown
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de bastidores de “Enola Holmes” sobre as cenas de luta de Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O vídeo mostra cenas das filmagens, treinamento e depoimentos do elenco e equipe, destacando como Millie é “uma força da natureza”. Espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, “Enola Holmes” traz Millie Bobby Brown como a irmã adolescente do famoso detetive. O elenco também destaca Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock, Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes, e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Além de estrelar, Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Na trama, Enola busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. A produção marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E o filme já está disponível, desde quarta (23/9), em streaming.
Pretty Little Liars: Nova série é oficializada. Conheça os detalhes
É oficial: a HBO Max vai reviver “Pretty Little Liars”. A plataforma de streaming encomendou uma nova versão do antigo e maior hit do canal pago Freeform, da Disney, mas a criadora da série original, I. Marlene King, não foi convidada a participar do projeto. O criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, foi o escolhido pela Warner para desenvolver o reboot da série, que vai reimaginar a atração apenas três anos após o fim da série original. Ele vai escrever os episódios com sua colaboradora em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. “Somos grandes fãs do que I. Marlene King e seu elenco icônico criaram. Sabíamos que tínhamos que tratar a série original como cânone e fazer algo diferente”, disseram Aguirre-Sacasa e Bring em um comunicado conjunto nesta quinta (24/9). “Então, estamos nos inclinando para o suspense e o terror nesta reinicialização, que esperançosamente honrará o que os fãs amaram na série de sucesso, enquanto entrelaça elementos novos e inesperados.” Para demonstrar que se trata de uma nova série com novos personagens e abordagem, a produção terá subtítulo. Vai se chamar “Pretty Little Liars: Original Sin”. No comunicado divulgado sobre a produção, a HBO Max descreveu a premissa da seguinte forma: “Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruiu a cidade operária de Millwood. Agora, nos dias atuais, um grupo de meninas adolescentes díspares – um novo conjunto de ‘Little Liars’ – se vê atormentado por um agressor desconhecido e é obrigado a pagar pelo pecado secreto que seus pais cometeram há duas décadas… bem como o seu próprio. No sombrio drama de terror e amadurecimento ‘Pretty Little Liars: Original Sin’, nos encontramos a quilômetros de Rosewood, mas dentro do universo existente de ‘Pretty Little Liars’ – em uma cidade totalmente nova, com uma nova geração de mentirosinhas.” A série original durou sete temporadas, de 2010 a 2017, e ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform. Além disso, deslanchou a carreira dos membros do elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das Pretty Little Liars do título. Graças a esse sucesso, a produtora I. Marlene King já tinha tentado emplacar dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), mas ambos foram cancelados após a 1ª temporada, sem repetir a mesma audiência. Mas vale lembrar que, embora a primeira versão televisiva tenha sido criada por King, “Pretty Little Liars” é, na verdade, inspirada numa coleção literária da escritora Sara Shepard. Por sinal, a trama dos livros é bem diferente, mas mantém doses parecidas de absurdos, como uma irmã gêmea malévola e secreta como grande vilã da saga. O projeto ainda não foi oferecido ao mercado, mas o THR sugere que o serviço de streaming HBO Max, da própria Warner, é considerado o destino potencial para a série. A O grande sucesso da série original ajudou a estabelecer a carreira de membros do elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das mentirosinhas do título. O showrunner de Riverdale, Roberto Aguirre-Sacasa, está liderando a série, intitulada Pretty Little Liars: Original Sin . Aguirre-Sacasa co-escreverá a série ao lado de seu colaborador Chilling Adventures of Sabrina, Lindsay Calhoon Bring. A criadora da série original I. Marlene King não está envolvida.












