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  • Série

    Séries online: A polêmica de Allen v. Farrow é maior atração do fim de semana

    19 de fevereiro de 2021 /

    A série documental “Allen v. Farrow”, que estreia domingo (21/2) na HBO e em sua plataforma de streaming, é a grande atração do fim de semana. Apesar de tomar partido declarado, o foco no suposto abuso cometido pelo diretor Woody Allen em sua filha adotiva Dylan Farrow na década de 1990, quando ela tinha 7 anos, tende a repercutir com força nas redes sociais, restaurando a campanha de cancelamento contra o cineasta. Qualquer resposta de Allen – e imagina-se que existirá – apenas garantirá mais audiência para os próximos capítulos dessa novela interminável da vida real. Entre o escapismo da ficção, os destaques são um novo suspense adolescente espanhol, uma sci-fi alemã dos produtores de “Dark”, a 2ª temporada de “For All Mankind” e todos os episódios da série musical “Glee”. Confira abaixo a relação completa e os trailers de 10 séries disponibilizadas em streaming nesta semana.     Allen v. Farrow | EUA | Minissérie (HBO Go)     O Internato: Las Cumbres | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Tribes of Europa | Alemanha | 1ª Temporada (Netflix)     For all Mankind | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     Glee | EUA | 6 Temporadas (Disney+)     Por Trás de Seus Olhos | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Bia – Um Mundo do Avesso | EUA | Especial (Disney+)     Pit Stop | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Hard | Brasil | 2ª Temporada (HBO Go)     EUA: A Luta pela Liberdade | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

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  • Filme

    Netflix libera “Os 7 de Chicago” de graça no YouTube

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix vai disponibilizar gratuitamente “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, por dois dias, durante este fim de semana em seu canal oficial americano no YouTube. O filme estará disponível de sexta-feira (19/2) até domingo (21/2) para celebrar o aniversário do veredito do julgamento histórico retratado na produção. Em comunicado, o diretor e roteirista Aaron Sorkin diz que a ação foi feita para “relembrar os verdadeiros patriotas que inspiraram aquela geração a tomar as ruas”. “Quando começamos a filmar no último inverno, nós sabíamos que a história que contávamos não apenas era um capítulo importante da história americana, mas muito relevante aos eventos de hoje”, continua diretor. “Nós certamente não precisávamos tornar mais relevante os eventos, mas eles se tornaram”. A data também ganhou um vídeo comemorativo da Netflix, que faz parte de uma campanha mais ampla para chamar atenção para o filme, na expectativa de conquistar vagas entre os indicados ao Oscar 2021. “Os 7 de Chicago” é um dos filmes da plataforma que chega com grande força na temporada de premiações cinematográficas dos EUA. A trama de “Os 7 de Chicago” é baseada no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin e Tom Hayden – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale apontar que os paralelos que podem ser feitos com protestos atuais dizem respeito apenas ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e não ao movimento fascista que atacou a democracia americana por meio do cerco e invasão do Congresso. O novo vídeo disponibilizado pela Netflix conta com a participação dos atores. E também lembra que o filme conta com um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”).

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  • Série

    Creepshow é renovada para 3ª temporada

    18 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma americana Shudder renovou “Creepshow” para sua 3ª temporada. A série produzida por Greg Nicotero (produtor de “The Walking Dead”) voltará com mais seis episódios no final deste ano. A renovação foi anunciada antes da estreia da 2ª temporada, prevista para 1º de abril. “Durante a produção da 2ª temporada, a Shudder ficou tão satisfeita com o que estava vendo que nos pediu para começarmos a produção de uma nova temporada, que apresentará algumas de nossas histórias mais ambiciosas até agora”, disse o showrunner Greg Nicotero. “Estou extremamente grato à equipe da Shudder pela oportunidade de continuar homenageando o gênero com contos mais alegremente macabros ao longo não de uma, mas de duas novas temporadas de ‘Creepshow’ neste ano.” Baseado no filme de George A. Romero de 1982 com o mesmo nome, “Creepshow” é uma antologia de terror, que conta histórias diferentes a cada episódio. A 2ª temporada, porém, será mais curta, já que um episódio com participação de Marilyn Manson foi descartado, após o cantor se envolver em denúncias de agressão e abusos sexuais. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+.

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  • Série

    WandaVision vai homenagear Modern Family no próximo episódio

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Marvel divulgou uma cena do próximo episódio de “WandaVision”, que mostra Wanda conversando diretamente com a câmera como em um falso documentário. Isto significa que o episódio desta sexta (19/2) avançará sua “homenagem televisiva” até os anos 2000. O recurso é uma citação ao estilo narrativo adotado por séries como “The Office” (2005-2013) e – mais especificamente no caso da cena – “Modern Family” (2009-2020). “WandaVision” usa a referência de sitcoms tradicionais para mostrar a rotina do casal Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) e como eles tentam se encaixar em uma rotina normal, apesar do que acontece ao seu redor, no mundo fora de sua redoma literal. Levantamento recente da empresa Parrot Analytics apontou que a série disponibilizada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) pode ser a mais assistida do mundo em 2021. A atração tem só mais três episódios inéditos, encerrando-se no dia 5 de março.

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  • Filme

    Jennifer Garner vai estrelar mais uma comédia de troca de corpos

    18 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Jennifer Garner vai voltar a estrelar uma comédia de troca de corpos, 17 anos depois de seu maior sucesso comercial, “De Repente 30”. Pra quem não lembra, em “De Repente 30” uma garotinha desejava virar adulta e acordava no corpo de Jennifer Garner. Desta vez, a protagonista não vai trocar de corpo sozinha. A trama de “Family Leave” é sobre uma família inteira que descobre ter trocado de corpo com desconhecidos do outro lado do mundo. O filme seguirá os Brenners que, de acordo com a sinopse, “acordam com uma mudança completa de corpos e rapidamente percebem que o mesmo aconteceu com uma família do outro lado do mundo”. Daí em diante, “eles devem se unir a esse grupo de estranhos e determinar como desfazer a troca, ao mesmo tempo em que navegam hilariantemente pela vida diária em corpos diferentes”. “Family Leave” é inspirado no livro infantil “Bedtime for Mommy”, de Amy Krouse Rosenthal. Não por acaso, a escritora também escreveu a história adaptada no novo filme de Garner, “Dia do Sim”, que estreia em 12 de março na Netflix. Em outro não acaso, “Family Leave” tem produção de Garner e Nicole King, que trabalharam juntas em “Dia do Sim”. Para completar, o lançamento vai acontecer igualmente na Netflix – em data ainda não estabelecida. Antes disso, Garner aparecerá em outro filme da Netflix, “The Adam Project”, ao lado de Ryan Reynolds.

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  • Série

    Fate: A Saga Winx é renovada para 2ª temporada

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “Fate: A Saga Winx” para sua 2ª temporada. O anúncio foi acompanhado por um vídeo dublado em português, que pode ser visto abaixo. De forma diferente de outras séries de fantasia da Netflix, a adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx” teve um lançamento reverberado por forte campanha de marketing, que envolveu até participações de Bruna Marquezine e Sasha Meneghel no Brasil. O investimento forte na divulgação de “Fate: The Winx Saga” chegou logo após a Netflix cancelar diversas séries do gênero sobrenatural adolescente em suas primeiras temporadas, sem dedicar a elas um décimo da atenção dispensada à novidade. E chamou atenção mesmo que a crítica tenha odiado, com apenas 35% de aprovação na apuração do site Rotten Tomatoes. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). A trama acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências.

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  • Série

    HBO Max renova série animada dos Gremlins antes da estreia

    17 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max renovou antecipadamente a série animada dos “Gremlins” para uma 2ª temporada. Anunciada em 2019, a atração se chama em inglês “Gremlins: Secrets of the Mogwai” e é um prólogo dos longas de Joe Dante. Como os fãs sabem, o “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. A animação vai voltar no tempo para mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua infância na Xangai dos anos 1920, onde encontra pela primeira vez o amigável mogwai Gizmo. A renovação foi anunciada bem antes da estreia da série, que está atualmente em produção e só agora anunciou seu elenco de vozes, formado por Izaac Wang (“Bons Meninos”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), BD Wong (“Jurassic World”), James Hong (“Os Aventureiros do Bairro Proibido”), AJ LoCascio (“Croods, o Início”), Gabrielle Green (“Força Danger”) e Matthew Rhys (“The Americans”). Produzida pela Warner Bros. Animation em parceria com a Amblin Television (de Steven Spielberg), a série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Filme,  Música

    Globoplay anuncia documentários de Ludmilla e Lexa

    17 de fevereiro de 2021 /

    A Globo aproveitou um dos intervalos comerciais do “BBB 21”, na noite de eliminação de Nego Di (16/2) para anunciar algumas novidades do seu serviço de streaming. No teaser exibido pela emissora, os destaques ficaram por conta de documentários musicais focados em dois dos maiores nomes do funk nacional: Ludmilla e Lexa. Os documentários “Ludmilla: Rainha da Favela” e “Lexa” acompanharão as trajetórias das duas cantoras. O vídeo que apresenta cenas das produções não revela previsões de estreia. Veja abaixo o teaser, que inclui séries (nacionais e importadas) e outros conteúdos da programação da Globoplay. Eu tô todo bobo com meu catálogo LINDÃO! 🤩 pic.twitter.com/buMFRyAqGY — globoplay (@globoplay) February 17, 2021

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  • Filme

    Sindicato dos Roteiristas destaca filmes de streaming em indicações de prêmio

    16 de fevereiro de 2021 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira (16/2) a lista dos indicados ao seu prêmio anual, WGA Awards, que será entregue em 21 de março. As nomeações ajudam a reforçar a campanha de “Judas e o Messias Negro”, chamam atenção para a seriedade com que a indústria trata a comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, alertam para o subestimado “Palm Springs”, insistem no superestimado “O Som do Silêncio”, preparam a vitória de “Os 7 de Chicago” e incluem “O Tigre Branco”, que até então só tinha sido lembrado pelo Spirit Awards. Mas as surpresas ocupam vagas de filmes esperados, como “Minari – Em Busca da Felicidade”, “Nomadland”, “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” e “First Cow”, exemplares do bom cinema indie americano, premiados mundialmente e que não foram lançados em streaming. Em compensação, a WGA indicou nove filmes de streaming, dos quais quatro foram produzidos pela Netflix. De forma impressionante, todos os cinco indicados na categoria de Melhor Roteiro Adaptado são produções de streaming, numa competição particular entre Netflix e Amazon. Confira abaixo a lista dos roteiros de filmes que concorrem a prêmios. Melhor Roteiro Original “Judas e O Messias Negro” – Will Berson, Shaka King, Kenny Lucas e Keith Lucas; Warner Bros. “Palm Springs” – Andy Siara e Max Barbacow; Hulu “Bela Vingança” – Emerald Fennell; Focus Features “O Som do Silêncio” – Darius Marder, Abraham Marder e Derek Cianfrance; Amazon Studios “Os 7 de Chicago” – Aaron Sorkin; Netflix Melhor Roteiro Adaptado “Borat: Fita de Cinema Seguinte” – Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Swimer, Peter Baynham, Erica Rivinoja, Dan Mazer, Jena Friedman, Lee Kern e Nina Pedrad; Amazon Studios “A Voz Suprema do Blues” – Ruben Santiago-Hudson; Netflix “Relatos do Mundo” – Paul Greengrass e Luke Davies; Netflix “Uma Noite em Miami” – Kemp Powers; Amazon Studios “O Tigre Branco” – Ramin Bahrani; Netflix Melhor Roteiro de Documentário “Até o Fim: A Luta Pela Democracia” – Jack Youngelson; Amazon Studios “The Dissident” – Mark Monroe e Bryan Fogel; Briarcliff Entertainment “Herb Alpert Is…” – John Scheinfeld; Abramorama “Red Penguins” – Gabe Polsky; Universal Pictures “Totally Under Control” – Alex Gibney; Neon

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  • Série

    Disney anuncia suas primeiras séries europeias de streaming

    16 de fevereiro de 2021 /

    A Disney anunciou nesta segunda (16/2) a produção dos primeiros conteúdos originais europeus para suas plataformas de streaming. Serão 10 programas desenvolvidos na França, Itália, Alemanha e Holanda, incluindo os primeiros projetos para a vindoura Star+ (Star Plus), versão internacional da Hulu, que respondem por oito títulos do total. A lista europeia inclui uma mistura de dramas, fantasias, comédias e documentários, que destaca as séries “The Good Mothers”, sobre mulheres mafiosas, produzida pela empresa italiana Wildside (“We Are Who We Are” da HBO), a fantasia “Parallels”, criada por Quoc Dang Tran (o escritor por trás da série de terror francesa “Marianne” da Netflix), e “Sam – A Saxon”, história do primeiro policial negro da Alemanha Oriental, escrita por Jörg Winger (criador da premiada “Deutschland 83”). Entre as comédia, a Disney+ (Disney Plus) vai retomar a série italiana “Boris” (foto acima), originalmente da Fox, após três temporadas anteriores e um longa-metragem. Liderada por Diego Londono (ex-Fox), vice-presidente executivo de redes de mídia e conteúdo da Disney na EMEA (Europa, Oriente Médio e África), e Liam Keelan (ex-BBC), vice-presidente de conteúdo original na região, a iniciativa europeia da Disney buscou atrair produtores de peso e espera lançar seus primeiros programas ainda em 2021. Em comunicado, Londono disse que a Europa é uma “potência criativa” e os projetos locais ajudarão a Disney+ a se tornar um “destino certo” para o público. Keelan acrescentou: “Nossa oferta europeia inicial ressalta o compromisso regional da Disney com talentos diferenciados e excepcionais, refletindo nosso desejo de trabalhar com os melhores contadores de histórias da indústria”. O lançamento da Star+ deu à dupla mais flexibilidade em termos dos tipos de programas que podem encomendar, embora o mercado adulto seja muito mais competitivo, com Netflix, Amazon e Apple brigando por séries internacionais de alto nível. Além dos programas anunciados, a Disney sinalizou intenção de lançar originais da Espanha e Reino Unido, além de investir mais em produções da Alemanha. O plano é, em última instância, ultrapassar a meta de produção de 50 séries internacionais originais até 2024, anunciada durante o Dia do Investidor no ano passado. Este montante, porém, não é exclusivo da Europa e também conta com produções de outros mercados, como a América Latina.

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  • Etc

    Ray Fisher aproveita escândalo de Buffy para provocar chefões da Warner

    16 de fevereiro de 2021 /

    O ator Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, aproveitou a nova leva de acusações contra Joss Whedon, agora de integrantes das séries “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel”, para provocar figuras de peso da Warner que teriam acobertado o mau comportamento do diretor. “Só há um motivo para não ter sido processado por Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg ou Walter Hamada: eles sabem que estou dizendo a verdade”, ele tuitou. De fato, Fisher chegou a desafiar Whedon a processá-lo em julho passado, logo após denunciar o diretor no Twitter por comportamento “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável” no set de “Liga da Justiça”. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir”, afirmou na ocasião, durante participação na convenção online Justice Con, que contou com a presença de Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”. Snyder acabou se afastando do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner promoveu sua substituição na pós-produção por Whedon, responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, que refez boa parte do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. O intérprete de Ciborgue disse que Geoff Johns e Jon Berg, produtores de “Liga da Justiça”, “incentivaram” o mau comportamento do diretor. Ele ainda acusou Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso levasse adiante suas reclamações, revelou que o presidente da DC Films, Walter Hamada, pediu para livrar Johns das acusações e que o próprio presidente da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich, teria participado de discussões racistas para eliminar personagens negros e diminuir o seu espaço nas refilmagens do longa. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, ele tuitou em outubro. Ele pressionou a empresa até a AT&T, dona da Warner Bros Pictures, conduzir uma investigação interna, que se encerrou em dezembro com um comunicado avisando que “medidas corretivas foram tomadas”. Na prática, porém, o único resultado visível foi o afastamento de Joss Whedon (que ele fez parecer voluntário) da produção de “The Nevers”, a primeira série do produtor cineasta na HBO – com lançamento previsto para abril. Só que após esta pequena vitória, Fisher foi afastado do filme “The Flash”, em que faria uma participação como Ciborgue. Esta aparente punição não passou desapercebida por Charisma Carpenter, intérprete de Cordélia em “Buffy” e uma das testemunhas ouvidas na investigação sobre Whedon, que se revoltou e colocou a boca no mundo, revelando o que sofreu nas mãos de Whedon nos bastidores da série clássica. Foi “a gota d’água para mim”, disse, sobre o afastamento de Fisher. “Me incomoda e entristece que, em 2021, os profissionais ainda tenham que escolher entre a denúncia de irregularidades no local de trabalho e a segurança no emprego”. A denúncia de Carpenter gerou comoção e levou outras atrizes a falarem do “ambiente tóxico” de “Buffy”, abrindo outra crise na empresa, já que a série era uma produção da Warner Bros. TV. Fisher também aproveitou a acusação da atriz para voltar a atacar o presidente da DC Films. ‘O que torna Walter Hamada ‘o tipo mais perigoso de permissível’ é sua disposição de encobrir cegamente seus colegas. Se ele tivesse conseguido desencorajar a investigação de bastidores de ‘Liga da Justiça’, não estaríamos aqui. Ele deve desculpas a Charisma Carpenter e a todos os outros”, apontou, sem que o estúdio se manifestasse. There’s only one reason that I haven’t been sued by Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg, or Walter Hamada: They know I’m telling the truth. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 16, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher)

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  • Série

    Atriz de Sex Education será protagonista da 2ª temporada de Bridgerton

    15 de fevereiro de 2021 /

    A produção de “Bridgerton” encontrou a atriz principal da sua 2ª temporada. A série da Netflix escalou Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) como Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.

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  • Etc,  Série

    O Bem-Amado volta em streaming para mostrar que Brasil virou Sucupira

    15 de fevereiro de 2021 /

    A clássica novela “O Bem-Amado” estreou em streaming nesta segunda (15/2), disponibilizada pelo Globoplay. E seu retorno, quase meio século após sua exibição original, surpreendeu público e imprensa pela atualidade de sua trama. Em seus capítulos, a antiga Sucupira de Odorico Paraguaçu ressurge quase como uma premonição sobre o Brasil atual de Jair Bolsonaro. Adaptação feita por Dias Gomes de sua própria peça “Odorico, O Bem-Amado e Os Mistérios do Amor e da Morte” (1962), a obra foi exibida originalmente em 1973 como a primeira novela à cores da Globo. Foi também a primeira exportada e a primeira a conquistar premiação internacional. Marcou época por muitos motivos, mas principalmente graças à fantástica interpretação de Paulo Gracindo no papel do prefeito corrupto Odorico Paraguaçu. O personagem fez tanto sucesso que depois ainda rendeu uma série e permaneceu culturalmente relevante a ponto de ganhar um filme recente (de 2010) com Marco Nanini no papel principal. “O Bem-Amado” também lançou as carreiras da atriz Sandra Brea e até de Lima Duarte como ator da Globo – ele tinha sido contratado como diretor, um ano antes. Ela vivia a filha de Odorico e ele interpretou o matador Zeca Diabo. A história criticava o Brasil do regime militar, satirizando o cotidiano da cidade fictícia de Sucupira. Mas mesmo enfrentando censura – a ditadura proibiu que se falasse em “coronéis”, entre outras coisas – , pintou um retrato da política nacional que se revela extremamente atual no Brasil de Bolsonaro. Candidato a prefeito de Sucupira, o corrupto Odorico Paraguaçu era considerado um mito pela maior parte da população que acreditava em suas mentiras. Ele se elege com a promessa de inaugurar o primeiro cemitério na cidade, mas, como não morria ninguém, resolveu permitir o retorno do matador Zeca Diabo, com a esperança de que ele matasse alguém. Só que Zeca Diabo virou crente e prometeu nunca mais matar ninguém. A esperança do prefeito se volta então para uma epidemia de tifo, na metade da trama, que o levar a querer atrapalhar uma campanha de vacinação (do médico vivido por Jardel Filho) que pode impedir as mortes. Esta não é a única possível coincidência com a realidade atual. Odorico também reagiu com um sonoro “E daí?” ao ser informado sobre a ameaça à saúde da população de Sucupira, disse que não admitia que um adversário político fosse reconhecido por providenciar vacinas e afirmou que iria interceptar os imunizantes para distribuir ele mesmo num posto de saúde que iria inaugurar, ficando com as glórias pelo esforço alheio. O personagem também vivia fazendo trapaças e espalhando mentiras (fake news) para derrotar seus adversários, era aliado das fanáticas religiosas locais, as irmãs Cajazeiras (Ida Gomes, Dorinha Durval e Dirce Migliaccio), defensoras da moral e dos bons costumes, queria controlar a polícia e enxergava a imprensa como sua maior inimiga, perseguindo o principal jornalista da cidade (vivido por Carlos Eduardo Dolabella) por denunciar seus desmandos. Confira abaixo uma cena que confirma como a trama de quase meio século atrás tornou-se extremamente atual.

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