“The Good Fight” é renovada para 6ª temporada
A plataforma Paramount+ renovou “The Good Fight” para sua 6ª temporada. Com isso, o spin-off de “The Good Wife”, estrelado por Christine Baranski, fica a uma temporada de igualar a duração da série original, encerrada em 2016 após sete anos de produção. “O mundo provocativo, inteligente e sem contenção de ‘The Good Fight’ permanece relevante como sempre, continuando a atrair novos públicos como uma das nossas séries originais de melhor desempenho”, disse Nicole Clemens, presidente da divisão de séries da Paramount+. “Estamos entusiasmados em continuar o legado duradouro de ‘The Good Fight’ com uma 6ª temporada e mal podemos esperar para ver o que as mentes brilhantes por trás da série, Robert e Michelle King, abordarão em seguida”. Os showrunners Robert e Michelle King assinaram recentemente um novo e rico contrato geral com a produtora CBS Studios, para quem desenvolvem “The Good Fight” e “Evil”, também renovada neste mês. A última temporada de “The Good Fight” se despediu de dois personagens importantes, vividos por Delroy Lindo e Cush Jumbo, e a próxima contará com a chegada de outro integrante fixo no elenco: Mandy Patinkin (de “Homeland”) como o responsável por um tribunal improvisado nos fundos de uma loja de serviços de cópias digitais. “The Good Fight” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.
Personagens de “Duna” ilustram coleção de pôsteres
A Warner divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Duna”, que destacam o elenco grandioso da atração em seus respectivos papéis. O filme é um dos muitos adiados pela pandemia e será lançado nos EUA com distribuição simultânea em streaming, na HBO Max. Clássico sci-fi originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e já levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”), o filme acompanha a família aristocrática Atreides, que deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que os Atreides enfrentem complôs e sofram um atentado ao chegar no único lugar do universo que a produz: o planeta Arrakis. Mas o integrante mais jovem da família, Paul, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Atreides, o elenco ainda destaca Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como os pais do protagonista, o duque Leto Atreides e Lady Jessica Atreides, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Chani, a “garota dos sonhos” de Paul, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) como Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul, Jason Momoa (o “Aquaman”) como Duncan Idaho, braço direito do duque Atreides, Javier Barden (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Stilgar, líder dos Fremen, uma tribo do deserto, Charlotte Rampling (“45 Anos”) como a Reverenda Madre Mohiam, oráculo do imperador, Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, e Stellan Skarsgard (“Thor”) como o Barão Vladimir Harkonnen, o grande vilão da história – entre outros. Embora não tenha sido oficialmente confirmado, o filme não deve contar a história completa de “Duna”, mas apenas a primeira parte. Por isso, a produção já teria uma continuação confirmada. Além dos filmes, o diretor Denis Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max. O filme terá première internacional no Festival de Veneza, em 3 de setembro, e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro.
Paramount+ terá série derivada de “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”
A Paramount+ encomendou “Rise of the Pink Ladies”, série de garotas rebeldes dos anos 1950 com personagens do famoso musical “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”. Desenvolvida por Annabel Oakes (roteirista de “Awkward.” e “Atypical”), a série é um prólogo de “Grease”, passado quatro anos antes da história do musical clássico – ou seja, em 1955, antes de Sandy (a personagem de Olivia Newton-John) chegar na Rydell High School e durante o estouro do rock’n’roll. A trama mostrará como Rizzo, Frenchie, Marty e Jan, as colegiais veteranas do filme, “ousaram se divertir do seu próprio jeito, incitando um pânico moral que mudará a Rydell High para sempre”. No cinema, o quarteto foi originalmente vivido por Stockard Channing, Didi Conn, Dinah Manoff e Jamie Donnelly. A série ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo uma cena do filme com as “pink ladies” originais.
Charlize Theron vai fazer série de terror com diretor de “It – A Coisa”
A atriz Charlize Theron (“The Old Guard”) está se juntando ao cineasta Andy Muschietti (“It – A Coisa”) para produzir uma série de terror na HBO Max. A atração é baseada no livro “The Final Girl Support Group”, de Grady Hendrix, que conta a história de um grupo de apoio criado por seis mulheres sobreviventes de assassinatos em massa. Não quaisquer assassinatos, mas os crimes bárbaros que inspiraram os principais filmes de terror slasher que saturaram os cinemas nas décadas de 1980 e 1990. Em meio à cultura que romantiza seus pavores, elas precisam lidar com a dor do trauma junto com a fama e notoriedade que acompanha o fato de terem enfrentado serial killers famosos. A série terá produção da Denver & Delilah Films, produtora de Theron, que realizou as séries “Girlboss” e “Mindhunter” na Netflix, em parceria com a Double Dream, de Andy e sua irmã Barbara Muschietti, responsável por “Locke & Key” também na Netflix. Além de produzir, Andy Muschietti dirigirá o episódio piloto. Ainda não há previsão de estreia. Veja abaixo a capa do livro de Grady Hendrix, que foi lançado na terça passada (13/7) nos EUA.
Brand New Cherry Flavor: Veja o trailer da nova série de terror da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Brand New Cherry Flavor”, minissérie de terror estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Ela vive Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas elegantes de Beverly Hills aos confins da floresta tropical da Amazônia. O elenco também conta com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. A estreia está marcada para 13 de agosto.
Netflix apresenta animação de “Monster Hunter”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer “Monster Hunter: Legends of the Guild”, primeiro longa animado derivado da franquia de games. Sem nenhuma relação com o recente longa estrelado por Milla Jovovich, o filme introduz um jovem herói chamado Aiden, que é nada mais nada menos que Ace Cadet no jogo “Monster Hunter 4”. Ele surge antes de se tornar o famoso caçador de monstros, juntando-se com um caçador experiente e sua equipe quando sua vila é ameaçada por dragões. A produção é uma parceria entre a fabricante do game, Capcom, com a produtora Pure Imagination Studios, responsável por várias animações da LEGO. O roteiro é de Joshua Fine, que assina vários episódios de séries animadas da Marvel (como “Wolverine e os X-Men” e “Os Vingadores – Os Maiores Heróis da Terra”), enquanto a direção marca a estreia de Steve Yamamoto, responsável pelos efeitos visuais de vários blockbusters, como “Liga da Justiça”, “Deadpool 2” e todos os filmes da franquia “Transformers”. A estreia está marcada para 12 de agosto. Veja abaixo o pôster e duas versões do trailer, dubladas em português e em inglês (sem legendas).
Série de luta livre com astros de “Arrow” e “Vikings” ganha trailer completo
O canal pago Starz divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Heels”, série de luta livre (wrestling) estrelada por Stephen Amell, o protagonista de “Arrow”, e Alexander Ludwig, astro de “Vikings”. Eles vivem irmãos que nutrem uma longa rivalidade no ringue e também fora dele. A disputa acontece em Duffy, uma pequena comunidade da Georgia que viveu dias de glória quando o ginásio de lutas local era mantido pelo pai dos dois. Agora, o que resta é a briga dos irmãos pelo controle do legado familiar. O personagem de Amell é Jack Spade. Descrito como um “vilão carismático” nos espetáculos de luta, ele também é um marido e trabalhador, que luta para realizar seus sonhos. Seu maior objetivo de vida é fazer da Associação de Luta Livre de Duffy (DWA, na abreviatura em inglês) um império da categoria. Mas ele pode arriscar seu casamento e a relação com o irmão em busca desse sonho. Ludwig interpreta Ace Spade, o “herói dos ringues”, que vence todas as lutas e é adorado pelo público. Mas as coisas são mais difíceis no mundo real, onde sua luta é para conciliar o status de ídolo com suas inseguranças e demônios. Ele é impetuoso, convencido e autodestrutivo – mas tão charmoso que todos costumam perdoá-lo. Criada por Michael Waldron, roteirista da elogiada série de “Loki”, a atração é dirigida pelo cineasta Peter Segal (“Como se Fosse a Primeira Vez”, “Aprendiz de Espiã”) e também inclui em seu elenco Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Alison Luff (“Hospital New Amsterdam”), David James Elliott (“Impulse”), Erica Pappas (“Katty Keene”), Robby Ramos (“Plantados”) e Duke Davis Roberts (“The Son”). A 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 15 de agosto. O lançamento no Brasil vai acontecer pela plataforma Starzplay.
Teaser apresenta nova diretora da escola de “Sex Education”
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Sex Education”. O vídeo é apresentado como uma peça publicitária do Colégio Moordale e introduz Jemima Kirke (de “Girls”) no papel de nova diretora da escola. Apesar de jovem, ela pretende resgatar o “passado glorioso” de Moordale com uma abordagem mais tradicional de ensino, que inclui a exigência de uniformes. O traje escolar é citado no vídeo e já foi visto em fotos adiantadas da produção. Logicamente, o perfil conservador da diretora deve render conflitos com Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, que transforma todo o constrangimento causado por sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, num plano para se tornar popular e ainda ganhar dinheiro de seus colegas. Além disso, o vídeo já deixa claro a má vontade da bad girl da turma (Emma Mackey) em relação às mudanças. Além de Jemima Kirke, a 3ª temporada contará com mais três reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a visão da nova diretora para a escola e conta com o apoio do único gay assumido da escola (Ncuti Gatwa). Os novos episódios vão chegar em streaming em 17 de setembro, após um hiato de 20 meses por conta da pandemia de coronavírus.
Associação de Donos de Cinemas dos EUA ataca Disney por estratégia de “Viúva Negra”
A Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) divulgou um comunicado agressivo contra a Disney neste fim de semana, comemorando o fato de “Viúva Negra” ter perdido a liderança das bilheterias, com uma queda de 67% de arrecadação em relação à semana anterior. O filme foi lançado ao mesmo tempo nos cinemas e na plataforma de streaming Disney+ (para locação ao preço de US$ 30 nos EUA) e a associação está culpando o modelo — chamado de “Premier Access” pela Disney — por fazer o próprio estúdio e toda a indústria cinematográfica perderem dinheiro. A nota é uma reação à divulgação do faturamento digital do filme em sua primeira semana em streaming. A Disney abalou o mercado ao revelar que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seus primeiros três dias no “Premier Access”, valor que foi comemorado pela empresa como cereja do bolo de sua iniciativa de lançamento casado entre cinemas convencionais e plataforma digital. A NATO questiona as “alegações de que essa estratégia de lançamento aprimorada na era do streaming é um sucesso para a Disney”. E tira números da cartola para dizer que o filme, que faturou US$ 80 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas dos EUA, poderia ter feito muito mais. Exatamente US$ 130 milhões, segundo a associação, se tivesse chegado apenas nos cinemas. Para justificar o valor, a NATO cita o desempenho de “Velozes & Furiosos 9” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”, títulos da Universal lançados exclusivamente nos cinemas. A projeção não se sustenta, porque, para começar, os dois filmes tiveram menor bilheteria que “Viúva Negra”. Além disso, é impossível afirmar que pessoas que optaram por assistir ao título da Marvel em casa teriam ido ao cinema durante o atual momento da pandemia, com a disseminação da variante delta. A associação também diz inverdades ao afirmar que “o lucro do Premier Access não é dinheiro novo, mas foi adiantado de uma janela de VOD mais tradicional, que não é mais uma opção”. Ou seja, para a NATO, a Disney teria deixado de lucrar com um lançamento posterior em VOD ao fazer uma estreia simultânea, que eliminaria a possibilidade dos fãs reprisarem o consumo do filme mais adiante. A informação não é verdadeira por um motivo óbvio. Com o lançamento da Disney+, os títulos do estúdio só têm lançamento em VOD nas condições do “Premier Access”. Se não tivesse distribuição simultânea, “Viúva Negra” chegaria em segunda janela na Disney+ de graça para os assinantes (isto é, sem a cobrança dos US$ 30 pelo aluguel digital). Não seria, portanto, VOD (video sob demanda), mas SVOD (assinatura sob demanda). Além disso, não há comprovação de que o público de determinado sucesso cinematográfico tenha o hábito de pagar para vê-lo de novo quando é disponibilizado online. Afinal, VOD não tem o mesmo apelo do Blu-ray, que representa um objeto de coleção para os fãs. A organização finaliza sua crítica chamando atenção para o compartilhamento de senhas e downloads ilegais do filme, apontando para o fato de o lançamento digital facilitar a pirataria. A pirataria é um fator real. Mas não se pode esquecer que o fenômeno dos downloads ilegais começou com a música e hoje há impérios digitais criados em torno de plataformas musicais pagas. A própria Disney+ já tem mais de 100 milhões de assinantes em todo o mundo. Os principais pontos levantados pela NATO são defesas pontuais de seus interesses, como entidade dos donos de cinema – logicamente contrários às plataformas de streaming. Trata-se de uma análise parcial, que parte de premissas equivocadas e manipuladas. Por sinal, sabe que outro filme teve queda de 67% em sua arrecadação de segunda semana nos últimos meses? “Velozes & Furiosos 9”, citado como exemplo de sucesso de lançamento exclusivo no cinema pela associação. Uma queda que, pelos próprios argumentos da NATO, não foi causada por pirataria de cópias online, mas pela pandemia mesmo. Negacionismo também existe no mercado cinematográfico.
Reservation Dogs: Nova série de Taika Waititi ganha primeiro trailer
O canal pago FX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Reservation Dogs”, série de comédia criminal passada em território nativo-americano. A trama gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirigiu o piloto e é coprodutor da atração com Waititi. “Histórias indígenas por cineastas indígenas”, descreveu Waititi em seu Twitter, ao anunciar o projeto em novembro do ano passado. “Reservation Dogs” é a segunda série do diretor no FX. Waititi também participa da produção de “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia cinematográfica que ele codirigiu com Jemaine Clements em 2014. O elenco da nova produção destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. A estreia está marcada para 9 de agosto na plataforma Hulu, na seção FX on Hulu.
MUBI vai exibir filme vencedor do Festival de Cannes 2021
A plataforma de streaming MUBI adquiriu os direitos de exibição internacional de “Titane”, que neste fim de semana foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2021. Continuação da trama canibal de “Raw”, filme que deu muito o que falar ao ser lançado na seção Semana da Crítica de Cannes em 2016, a produção combina terror corporal, filme de vingança feminina e obsessão por carros, além de ter sido indiscutivelmente a obra mais radical da competição de Cannes deste ano. “Titane” também foi apenas o segundo filme dirigido por uma mulher, a cineasta francesa Julia Ducournau, a conquistar a Palma de Ouro. Antes dela, somente a neozelandesa Jane Campion tinha realizado a façanha, ao vencer em 1993 por “O Piano”. Além do grande vencedor do festival, a MUBI também vai distribuir em streaming o Melhor Filme da mostra paralela Um Certo Olhar, o drama russo “Unclenching the Fists”, de Kira Kovalenko – mais uma obra de cineasta feminina. Outros filmes incluídos no pacote de compras da MUBI na Crosette incluem o drama “Lingui”, do chadiano Mahamat-Saleh Haroun, “Lamb”, do islandês Valdimar Jóhannsson, que também foi premiado na mostra paralela, e “Memoria”, do tailandês Apichatpong Weerasethakul, vencedor do Prêmio do Júri de Cannes. A MUBI fará os lançamentos simultaneamente em todos os países em que atua, inclusive no Brasil.
“Space Jam: Um Novo Legado” estreia em 1º lugar nos EUA
O híbrido animado “Space Jam: Um Novo Legado”, que junta o jogador de basquete LeBron James e o Pernalonga, superou expectativas ao estrear em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá, com um faturamento de US$ 31,7 milhões. A produção da Warner Bros. recebeu críticas muito negativas, atingindo apenas 31% de aprovação (podre) no Rotten Tomatoes, mas atraiu público suficiente para superar o blockbuster “Viúva Negra”, da Marvel. Com US$ 26,3 milhões, o filme da heroína vivida por Scarlett Johansson caiu para o 2º lugar, mas já soma US$ 132 milhões em 10 dias no mercado norte-americano, atingindo uma sólida bilheteria global de US$ 264 milhões nos cinemas – ou US$ 324 milhões, quando se considera os valores do aluguel digital revelados pela Disney. No exterior, o segundo “Space Jam” ficou bem abaixo do sucesso de “Viúva Negra”, arrecadando US$ 23 milhões de 54 territórios para um início global de US$ 54,7 milhões. Os valores são problemáticos para as finanças da Warner, porque os custos do filme são estimados em US$ 150 milhões somente com gastos de produção – sem contabilizar P&A, as despesas de marketing e divulgação. O Top 3 norte-americano se fecha com outra estreia da semana, “Escape Room 2”, que rendeu US$ 8,8 milhões. A continuação de terror da Sony também foi reprovado na avaliação do Rotten Tomatoes, mas foi considerado menos podre que a sequência da Warner, com 42% de aprovação. Pra quem não lembra, “Viúva Negra” teve 80% de aprovação. Único dos três ainda inédito no Brasil, “Escape Room 2” tem lançamento marcado nos cinemas brasileiros em 26 de agosto.
Intérprete de Guzmán se despede de “Elite”
O ator Miguel Bernardeau se despediu da série “Elite” após quatro temporadas. Intérprete do personagem Guzmán Osuna, ele gravou um vídeo para agradecer o carinho dos fãs. “Gravar a série não foi fácil, mas foi uma experiência incrível, muito construtiva. Sou muito agradecido a Netflix por ter nos dado essa oportunidade. Adeus”, ele disse no curto vídeo. Sua saída aconteceu após o final da 4ª temporada, em que seu personagem se despediu dizendo que ia viajar o mundo. “Elite” tem sofrido grandes perdas em seu elenco desde o final da 3ª temporada. Além de Bernardeau, outros atores que deixaram a série foram Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério), Álvaro Rico (Polo), Itzán Escamilla (Samuel) e Omar Ayuso (Omar). Por outro lado, a 4ª temporada apresentou novos personagens e o quinto ano continuará a trazer novos alunos para Las Encinas, entre eles o primeiro integrante brasileiro da série, André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix)












