Trailer apresenta série do Gavião Arqueiro como comédia de Natal
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer nacional de “Gavião Arqueiro” (Hawkeye), que revela o tom bem-humorado da produção. A comédia é garantido pela presença entusiasmada – e atrapalhada – da personagem de Hailee Steinfeld (“Dickinson”). Mas a trilha e período de encenação reforçam ainda outro detalhe: mais que comédia, é uma comédia natalina. Jeremy Renner reprisa seu papel como Clint Barton, o Gavião Arqueiro dos Vingadores, que encurta sua reunião com a família para salvar uma jovem que virou alvo de criminosos, após decidir se passar por Ronin. Esta foi a identidade assumida por Barton durante os cinco anos de solidão entre o estalar de dedos de Thanos e o retorno dos desaparecidos. Mas ao salvar Kate Bishop (o papel de Steinfeld), Barton arranja mais problemas que esperava, além de uma discípula. O elenco também inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”), Tony Dalton (“Better Call Saul”), Fra Fee (“Les Misérables”) e Zahn McClarnon (“Longmire”). Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), a trama também vai dar sequência ao desfecho do filme “Viúva Negra” e contará ainda com participação de Florence Pugh no papel de Yelena Belova. O encontro não está no trailer e não será nada amistoso, já que ela está sendo levada a crer que Barton foi responsável pela morte de sua irmã Natasha (a Viúva Negra) e busca vingança. “Hawkeye” também vai introduzir Eco (Echo), heroína surda e nativo-americana, que será interpretada pela estreante Alaqua Cox e deve ganhar seu próprio spin-off em 2022, atualmente em desenvolvimento pelo casal Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e Emily Cohen. A estreia da série vai acontecer em 24 de novembro no Disney+ e, com exibição semanal, deve se estender até depois do Ano Novo, o que explica a presença do Natal na trama. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português
“O Gâmbito da Rainha” lidera premiação das categorias técnicas do Emmy 2021
A Academia da Televisão dos EUA entregou mais troféus do Emmy 2021 em duas cerimônias realizadas na tarde e na noite de domingo (12/9) em Los Angeles. Após uma primeira leva de categorias técnicas no sábado, os novos troféus destacaram prêmios em animação, documentários, variedades e reality shows, além de atores convidados e dublês. Os Emmys de interpretação permitiram a Claire Foy acrescentar um Emmy de Melhor Atriz Convidada a sua coleção, por sua pequena participação num flashback de dois minutos da 4ª temporada de “The Crown”, após ter vencido o troféu de Melhor Atriz pela 2ª temporada de série em 2018. O Melhor Ator Convidado de drama foi Courtney B. Vance, de “Lovecraft Country”, enquanto dois apresentadores do “Saturday Night Live”, Maya Rudolph e Dave Chappelle, conquistaram os prêmios equivalentes de comédia. Entre os prêmios principais de categorias, “Natal com Dolly Parton” foi o Melhor Telefilme, “Boys State” o Melhor Documentário, “Secrets Of The Whales” a Melhor Série Documental, “Queer Eye” o Melhor Reality e “Primal” a Melhor Série Animada. Somando as cerimônias de sábado e no domingo, a atração mais premiada até o momento é “O Gâmbito da Rainha”, minissérie da Netflix que conquistou nove prêmios, seguido por “The Mandalorian”, primeira série “Star Wars” da Disney+, com sete troféus. Em 3º lugar, há um empate entre o humorístico “Saturday Night Live” e o reality “RuPaul’s Drag Race”, ambos com cinco vitórias. Entre esses prêmios, o apresentador RuPaul atingiu sua sexta vitória consecutiva e levou o 10º Emmy de sua carreira. Chamados de Emmys das Artes Criativas, estes primeiros prêmios são técnicos e entregues sem exibição ao vivo da TV. A cerimônia principal, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT, está marcado para o próximo domingo (19/9), onde serão conhecidas as melhores séries e artistas do ano. Confira abaixo todos os troféus entregues ao longo de domingo no Emmy 2021. Melhor Ator Convidado – Série de Drama Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Claire Foy (“The Crown”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Melhor Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Documentário “Boys State” Melhor Série Documental “Secrets Of The Whales” Melhor Série Animada “Primal” Melhor Realização Individual em Animação David Krentz (storyboard artist) em “Primal” Robert Valley (production designer) em “Love, Death & Robots” Patricio Betteo (background artist) em “Love, Death & Robots” Dan Gill (stop motion animator) em “Love, Death & Robots” Laurent Nicolas (character designer) em “Love, Death & Robots” Nik Ranieri (lead character layout artist) em “Os Simpsons” Melhor Produção Animada em Curta-Metragem “Love, Death + Robots” – Episódio “Ice” Mérito Excepcional em Documentário “76 Days” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Reality Show sem Estrutura “RuPaul’s Drag Race Untucked” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “Stanley Tucci: Searching For Italy” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Casting – Série de Comédia “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “The Crown” Melhor Casting – Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Casting – Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Coreografia – Variedades “Dancing With The Stars” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Fotografia – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Fotografia – Reality Show “Life Below Zero” Melhor Comercial “You Can’t Stop Us” – Nike Melhor Direção – Variedades Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Melhor Direção – Documentário Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Melhor Direção – Reality Show Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição – Documentário “O Dilema das Redes” Melhor Edição – Reality Show Estruturado “RuPaul’s Drag Race” Melhor Edição – Reality Show sem Estrutura “Life Below Zero” Melhor Iluminação – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Iluminação – Especial de Variedades “David Byrne’s American Utopia ” Melhor Trilha Musical – Série “The Mandalorian” Melhor Trilha Musical – Minissérie, Antologia ou Telefilme “O Gambito da Rainha” Melhor Trilha Musical – Documentário ou Variedades “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Direção Musical “Bo Burnham: Inside” Melhor Canção Original “WandaVision” – Agatha All Along Melhor Tema de Abertura “The Flight Attendant” Melhor Supervisão Musical “I May Destroy You” Melhor Ator – Série de Episódios Curtos John Lutz (“Mapleworth Murders”) Melhor Atriz – Série de Episódios Curtos Keke Palmer (“Keke Palmer’s Turnt Up With The Taylors”) Melhor Programa de Episódios Curtos “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Programa de Variedades em Curta-Metragem “Uncomfortable Conversations With A Black Man” Melhor Dublagem Maya Rudolph (“Big Mouth”) Melhor Narração Sterling K. Brown (“Lincoln: Divided We Stand”) Melhor Apresentador de Reality Show RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição de Som – Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Mixagem de Som – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhores Efeitos Visuais – Temporada Completa “The Mandalorian” Melhores Efeitos Visuais – Episódio “Star Trek: Discovery” – Su’kal Melhor Coordenação de Dublês “The Mandalorian” Melhor Performance de Dublês “The Mandalorian” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Série de Variedades “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Especial de Variedades “Hamilton” Melhor Roteiro – Documentário Vickie Curtis, Davis Coombe, Jeff Orlowski (“O Dilema das Redes”) Melhor Roteiro – Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside” E confira ainda os prêmios entregues no sábado. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”
“WandaVision” ganha primeiros Emmys da Marvel
A Academia da Televisão dos EUA começou a entregar seus primeiros troféus de 2021 na noite de sábado (11/9) em Los Angeles. E a primeira das três cerimônias previstas já rendeu Emmys para o Marvel Studios em sua estreia na premiação, com duas conquistas para “WandaVision”. A série exibida na Disney+ venceu as categorias de Design de Produção (cenografia) e Figurino para produções de meia-hora e fantasia, respectivamente. Mas a atração que disparou na frente no começo do Emmy 2021 foi “O Gâmbito da Rainha”. A minissérie da Netflix conquistou nada menos que 7 troféus técnicos: Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem e Edição de Som em minissérie. Outros destaques foram “The Mandalorian”, “Pose” e o humorístico “Saturday Night Live”, com três troféus cada. Este é o último Emmy de “Pose”, que se encerrou na 3ª temporada e concorre a oito prêmios ao todo. As conquistas até agora foram nas categorias de Figurino, Maquiagem e Cabelereiro de série contemporânea, que disputava como favorita. Além de “WandaVision”, a premiação destacou outra série estreante: a comédia “Ted Lasso”, da Apple TV+, com dois troféus técnicos. Entre as plataformas, a Netflix abriu frente com 12 vitórias (incluindo dois Emmys de “The Crown”), seguida pela Disney+ com seis troféus. Já em 3º lugar há um surpreendente empate entre HBO/HBO Max e Apple TV+, ambas com quatro prêmios. Chamados de Emmys das Artes Criativas, os primeiros prêmios são técnicos e entregues ao longo de dois dias. A segunda metade da premiação acontece neste domingo (12/9) em duas partes (à tarde e à noite), enquanto o evento com os prêmios principais – e único dos três dias com transmissão televisiva – está marcado para o próximo domingo (19/9). Confira abaixo todos os troféus entregues na primeira noite do Emmy 2021. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”
“Shang-Chi” ultrapassa US$ 250 milhões mundiais
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve-se imbatível no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 4,3 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou surpreendentes US$ 35,8 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 145,6 milhões no mercado doméstico. O desempenho representa o maior segundo fim de semana de todo o período da pandemia, superando os US$ 25,8 milhões de “Viúva Negra”. A diferença de resultados dá razão à Scarlett Johansson em sua disputa contra a Disney. A atriz argumenta que o lançamento simultâneo em streaming prejudicou as bilheterias de seu longa, e a queda de arrecadação foi realmente dramática após a estreia. Já “Shang-Chi”, que é exclusivo dos cinemas, manteve uma arrecadação forte. O filme também se manteve em 1º lugar em vários países do mundo, incluindo o Brasil, Austrália, França, Alemanha, Coréia, Itália, México, Rússia, Espanha e Reino Unido. O sucesso do novo herói da Marvel é tão impressionante que precisou só de 10 dias, em plena pandemia, para cruzar os US$ 250 milhões mundiais. O montante internacional está em US$ 112 milhões, o que rende um total exato de US$ 257,6 milhões em todo o mundo. E isto sem o mercado chinês, que não deve receber “Shang-Chi” por censura política. Os números reforçam a decisão da Disney de encerrar sua experiência com o Premier Access, seu PVOD na Disney+, e voltar a realizar lançamentos apenas no cinema, ainda que com uma janela bem menor de exclusividade – 45 dias, em vez dos 90 de antes da pandemia. A Disney, por sinal, também ocupa o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões de faturamento doméstico neste domingo (12/9), com um cume de US$ 101,8 milhões até o momento. No mundo inteiro, o valor está em US$ 276,5 milhões graças ao lançamento na China, que já rendeu US$ 76,3 milhões até o momento. A principal estreia da semana, o terror “Maligno” da Warner, abriu apenas em 3º lugar, com US$ 5,57 milhões em 3,5 mil telas nos EUA. Disponibilizado também na HBO Max, o filme não teve o desempenho esperado, especialmente diante das críticas positivas que costumam impulsionar bilheterias de terror – teve 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Somando as arrecadações internacionais, chegou a US$ 15,1 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui outro terror, “A Lenda de Candyman”, com US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana para um total doméstico de US$ 48 milhões, e outra produção da Disney, “Jungle Cruise”, que fez US$ 2,4 milhões para um total doméstico de US$ 109,9 milhões após sete semanas nos cinemas.
Billy Bob Thornton vai estrelar série derivada de “Yellowstone”
O ator Billy Bob Thornton, que está encerrando sua trajetória à frente de “Goliath”, na Amazon, já tem uma nova série à vista. Ele vai estrelar o spin-off de “Yellowstone”. Intitulada “1883”, a atração é um prólogo desenvolvido para a plataforma Paramount+ Com estreia marcada já para este ano, “Y: 1883” vai seguir a família Dutton enquanto embarca em uma jornada para o Oeste através das Grandes Planícies, rumo ao último bastião da América indomada do século 19. A série será um western autêntico e um drama intenso sobre uma família que foge da pobreza para buscar um futuro melhor na terra prometida de Montana. Thornton vai interpretar um delegado na trama, juntando-se ao elenco que destaca o veterano Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e os cantores country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”) como integrantes da família Dutton, além de Isabel May (“Young Sheldon”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como coadjuvantes confirmados. O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”, que atualmente é a série mais assistida da TV paga americana. O lançamento de “1883” está marcado para dezembro.
Astros de “The Boys” comemoram final das gravações da 3ª temporada
Os atores Karl Urban, Jack Quaid e Erin Moriarty anunciaram o final das gravações da 3ª temporada de “The Boys” nas redes sociais. Em seu post no Instagram, o intérprete do carrancudo Billy Bruto (Billy Butcher) agradeceu aos colegas de elenco, a equipe e a produção da Amazon e da Sony “por trabalhar duro e nos manter seguros durante a covid”, além de exaltar o showrunner Eric Kripke por criar uma temporada “totalmente insana”. “Todos vocês merecem um abraço e uma bebida… e muita terapia depois do que acabamos de fazer”, acrescentou Quaid, que vive o tímido Hughie Campbell, em seu próprio texto. “Mal posso esperar para que vocês vejam”, os dois arremataram. E só não foi em coro porque os posts foram publicados separadamente. Por sua vez, a atriz que interpreta Starlight revelou que os Boys foram mesmo tomar bebidas após o fim dos trabalhos, publicando várias imagens da celebração. “Não poderia ter um grupo melhor para passar por isso”, ela comemorou, entre brindes. As gravações duraram sete meses durante a pandemia e incluem, entre sua muitas “insanidades”, o registro de uma orgia de super-heróis, o “Herogasm”, que deu o que falar nos quadrinhos originais de Garth Ennis em que a atração se baseia. Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, detendo o recorde de público da plataforma de streaming em sua 2ª temporada. Sem revelar números oficiais, a empresa afirmou que a temporada passada teve o lançamento global mais assistido dentre todas as suas séries originais e, em suas primeiras semanas, quase dobrou (+ 89%) a audiência mundial atingida pelo primeiro ano de produção – já considerada uma marca elevada para a companhia – , atraindo milhões de novos espectadores a cada semana. Não por acaso, a atração vai ganhar um spin-off e receberá um reforço de peso em sua 3ª temporada: Jensen Ackles como o herói Soldier Boy, o Capitão América do mundo de “The Boys”. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Quaid (@jack_quaid) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erin Moriarty (@erinelairmoriarty)
Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas
A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.
Como Hollywood filmou os ataques de 11 de setembro
O impacto dos ataques de 11 de setembro de 2001 abalaram o mundo, e a indústria cultural dos EUA foi jogada em seus escombros quase que imediatamente com a série “24 Horas”, lançada dois meses após a queda das Torres Gêmeas com forte influência da narrativa da “guerra ao terror”. Ainda assim, a tragédia propriamente dita precisou de tempo maior para ganhar imagens, aparecendo primeiro como um eco distante em “Rescue Me”, série de 2004 sobre os bombeiros de Nova York. O trauma foi tão grande que Hollywood chegou a apagar digitalmente as Torres Gêmeas nos primeiros filmes que estrearam após o 11 de setembro de 2001 – produções como “Homem-Aranha”, cujo trailer original trazia o World Trade Center, e “Homens de Preto II”, que precisou até mudar seu final. Foi preciso uma distância respeitosa de cinco anos para os ataques viraram filmes. Só que as primeiras produções avançaram direto na ferida, levando o público a passar mal com a encenação do sequestro de um dos aviões usados pelos terroristas em “Vôo United 93”, dirigido por Paul Greengrass, e a se revoltar novamente com “As Torres Gêmeas”, que Oliver Stone transformou em desastre patriótico com frases de exortação à guerra contra o Afeganistão, a mais longa e inútil da história dos EUA. A mistura de patriotismo e vingança rendeu vários filmes de guerra, dos quais o mais relevante é “12 Heróis”, em que o australiano Chris Hemsworth virou o primeiro “americano” a lutar no Afeganistão, mas principalmente filmes de guerra ao terror. Kathryn Bigelow se tornou a primeira mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção ao filmar um dos conflitos criados pela reação bélica do presidente George W. Bush, batizado no Brasil, justamente, de “Guerra ao Terror”. Mas foi seu segundo longa sobre o tema, “A Hora Mais Escura”, que escancarou os diferentes elementos da ação militar e deu vazão à catarse de vingança com a morte do terrorista Osama Bin Laden. Hollywood também focou as perdas pessoais de entes queridos, em “Reine Sobre Mim” e “Tão Forte e Tão Perto”, mas as reverberações dos ataques renderam novas vítimas, resultado da xenofobia e violência americana, que o indiano “Meu Nome É Khan” denunciou de forma contundente. Outras abordagens humanistas se dedicaram a ponderar o valor total das vidas perdidas (“Quanto Vale?”) e até o impacto do radicalismo islâmico na vida de uma das viúvas dos terroristas (“O Dia que Mudou o Mundo”). O fato é que, conforme os anos se passaram, a história ganhou novos contornos, com a revelação de arbitrariedades (“O Mauritano”), mentiras explícitas (“O Relatório”) e incompetência absoluta (“The Looming Tower”) do governo dos EUA em relação aos acontecimentos trágicos. A ficção se encarregou de contar essa história de vários ângulos. Lembre abaixo (com trailers) de uma dúzia de obras inspiradas pelos ataques de 11 de setembro. São 11 filmes e uma minissérie, todos disponíveis em serviços de assinatura e/ou locação digital no Brasil, para fazer uma mostra de cinema em casa. Vôo United 93 | EUA | 2006 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) As Torres Gêmeas | EUA | 2006 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) Reine Sobre Mim | EUA | 2007 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, YouTube Filmes) Meu Nome É Khan | Índia, EUA | 2010 (Google Play) Tão Forte e Tão Perto | EUA | 2011 (Apple TV, Claro Video, HBO Max, Google Play, NOW, YouTube Filmes) A Hora Mais Escura | EUA | 2012 (Apple TV, Globoplay, Google Play, Netflix) 12 Heróis | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, NOW, YouTube Filmes) The Looming Tower | EUA | 2018 (Amazon Prime Video) O Relatório | EUA | 2019 (Amazon Prime Video) O Mauritano | EUA, Reino Unido | 2021 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) O Dia que Mudou o Mundo | Alemanha, França, Líbano | 2021 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Quanto Vale? | EUA | 2021 (Netflix)
“Aquaman” volta a ser zoado em nova animação
A HBO Max divulgou o teaser de “Aquaman: King of Atlantis”, uma produção que joga por água abaixo todo o esforço de transformar Aquaman num herói sério. Para quem não lembra, o personagem foi alvo de várias piadas no Cartoon Network, que aproveitou um desenho antigo para zoar o herói que se comunica com peixes. Depois do esforço de Jason Momoa para mostrar que Aquaman podia ser “badass”, a HBO Max resolveu zoar o personagem de novo, incorporando algumas mudanças trazidas pelo ator, como a barba, numa trilogia animada (ou minissérie de três episódios) de comédia. O mais curioso é que a sátira animada tem produção do cineasta James Wan, diretor do filme estrelado por Jason Momoa e sua continuação, atualmente em filmagens. A atração mostrará em três partes o início atrapalhado do reinado de Aquaman em Atlantis, após assumir o poder com uma surra em Orm, o Mestre do Oceano, no filme de 2018. Roteiros e produção estão a cargo de Victor Courtright e Marly Halpern-Graser (ambos de “ThunderCats Roar!”) e a dublagem original destaca Cooper Andrews (“The Walking Dead”) como Aquaman, Gillian Jacobs (“Community”) como Mera, Thomas Lennon (“Máquina Mortífera”) como Vulko e Dana Snyder (dublador de “Squidbillies”) como Mestre do Oceano. A estreia está marcada para 14 de outubro.
Elenco de “Lucifer” se despede dos fãs
Com a chegada da 6ª e última temporada de “Lucifer” ao streaming nesta sexta (10/9), a Netflix preparou um vídeo de despedida em que o elenco agradece aos fãs pela audiência, fidelidade e campanhas de salvamento. Vale lembrar que a série foi salva duas vezes do cancelamento, a mais recente na atual temporada, que não existiria se não fosse o desejo dos fãs por mais “Lucifer”. Como lembrou Tom Ellis, intérprete do protagonista: “Esta não é uma experiência normal. A continuidade da série na Netflix só aconteceu por causa dos fãs”. Além de Ellis, também se pronunciaram Lauren German (a “detec-tive” Chloe Decker), Kevin Alejandro (o “douche” Dan Espinosa), Aimee Garcia (Ella Lopez), D.B. Woodside (Amenadiel), Rachael Harris (Linda Martin) e Lesley-Ann Brandt (Mazikeen, a “Maze”), todos emocionados. “Esta foi uma experiência única de vida”, resumiu Woodside. “Eu até fico com um nó na garganta, porque os fãs mudaram minha vida”, completou Harris. O vídeo termina com Ellis convidando o público a assistir aos últimos episódios na Netflix. Só esqueceu de avisar que é preciso uma caixinha de lenços descartáveis para superar o final. Lucifãs, quem lembra do dia 15/06/2018? Foi o dia que eu contei pra vocês que tinha resgatado Lucifer. Hoje, três temporadas depois, a história do nosso diabão chega ao fim. Fiquem com essa mensagem especial do elenco pra vocês. #LuciferNetflix ❤️ https://t.co/UheerUQ743 pic.twitter.com/4FkEHi7P2Z — netflixbrasil😈 (@NetflixBrasil) September 10, 2021
Final de “Lucifer”, volta de “Segunda Chamada” e mais 10 séries pra maratonar
Uma série popular chega ao fim nesta sexta (10/9). “Lucifer” se despede em grande estilo, após sobreviver a dois cancelamentos precoces, com direito a episódio animado, a chegada de Adão e, claro, o apocalipse. Retomando a trama do ponto em que o próprio diabo se tornou Deus… ou quase, a série chega ao fim junto com o mundo, que começa a se desfazer sem Deus. Não esqueça de preparar lenços para assistir ao adeus de Tom Ellis e seus coadjuvantes. “Lucifer” não é a única série que enfrenta o apocalipse neste fim de semana. “The Magicians” também chega ao fim, com sacrifícios, lágrimas e atos desesperados para salvar um mundo – não necessariamente este mundo. Além disso, “Fear the Walking Dead” prepara um reboot nuclear numa das melhores temporadas de sua produção. E “Noite Adentro” retoma sua corrida por sobrevivência após o sol virar radioativo. Entre os dramas, o destaque é “Segunda Chamada”, que aprofunda o debate sobre a realidade social brasileira em sua 2ª temporada, ao abordar pessoas em situação de rua. Trazidos por iniciativa da professora Lúcia (personagem de Débora Bloch), os novos personagens ajudarão a impedir o fechamento do curso noturno, que sofre com alta evasão escolar, mas deflagram várias situações conflituosas – e discussões importantes. Para distensionar, a dica é “O Dilema de Suzy”, comédia britânica em que Billie Piper (“Doctor Who”) vive uma subcelebridade que tem uma foto íntima comprometedora vazada nas redes sociais. E as crianças ainda podem conferir a estreia de “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”, nova versão da série clássica “Tal Pai, Tai Filho”, na Disney+. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana. Lucifer | EUA | 6ª Temporada (Netflix) Fear the Walking Dead | EUA | 6ª Temporada (Amazon Prime Video) The Magicians | EUA | 5ª Temporada (Globoplay) Noite Adentro | Bélgica | 2ª Temporada (Netflix) Segunda Chamada | Brasil | 2ª Temporada (Globoplay) Kid Cosmic | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Doogie Kamealoha: Doutora Precoce | EUA | 1ª Temporada (Disney+) O Dilema de Suzy | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay) Chosen | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) Gigantes | Espanha | 1ª e 2ª Temporadas (Stazplay) 100 Code | Suécia, Alemanha | Minissérie (Paramount+) A Autonomia | Israel | Minissérie (HBO Max)
“Diana: O Musical” ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Diana: O Musical”, filmagem da peça musical sobre a princesa Diana, que está em desenvolvimento para a Broadway. O espetáculo irá estrear na Netflix antes da abertura planejada para Nova York em novembro. “Diana: O Musical” foi um dos primeiros musicais da Broadway a anunciar sua estreia após o fechamento por mais de um ano dos teatros de Nova York devido à pandemia de coronavírus. Mas o público poderá ver a peça bem antes disso, graças a um acordo para sua exibição antecipada na Netflix no dia 1ª de outubro. Será a primeira vez que uma peça irá estrear primeiro no streaming, antes de poder ser vista pelo público num palco. A apresentação da Netflix foi gravada em 2020 com o elenco. Na produção, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos, também feita sem público e à portas fechadas. Mas o musical de Lin-Manuel Miranda já estava em cartaz desde 2015.
Veja as primeiras imagens de Maisa na série “De Volta aos 15”
A Netflix divulgou nesta quinta-feira (9/9) as primeiras imagens oficiais da série “De Volta aos 15”. Com a torre Eifel ao fundo, parecem cenas de “Emily em Paris”. Exceto pela Maisa Silva, que é made in Brazil. As imagens destacam as protagonistas Maisa e Camila Queiroz, que interpretam a mesma personagem em diferentes fases da vida, nos bastidores de gravações em Paris, na França. “Emily que se cuide, pois Maisa e Camila Queiroz brilharam muito em Paris no final das gravações de ‘De Volta aos 15’. Minha nova série brasileira chega em 2022”, pronunciou-se o perfil da plataforma no Twitter, junto das imagens. “De Volta aos 15” é um “De Repente 30” ao contrário, acompanhando uma mulher chamada Anita (papel de Camila Queiroz), que aos 30 anos não teve a vida que imaginava na adolescência. Ela queria sair da cidade pequena, viajar o mundo e conhecer muita gente, mas na verdade fez poucos amigos, foi morar em um apartamento pequeno e não tem vida amorosa. Anita volta à cidade natal para o casamento da irmã e, depois de eventos desastrosos, se refugia no quarto onde passou a adolescência. É quando, como mágica, volta a ser uma adolescente de 15 anos (a Maisa). A trama fantasiosa, originalmente apresentada no livro homônimo de Bruna Vieira, não é só fruto de muitas Sessões da Tarde (e de sessões da série “Do Over”, de 2002), mas também de leituras de Jane Austen, por transformar Anita numa típica Emma, que tenta consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela. Só que cada mudança que Anita faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. Sim, nesta altura, a trama vira “Efeito Borboleta”. A adaptação para série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento. Serão ao todo seis episódios, que chegarão ao streaming em algum ponto de 2022. 𝒯𝓇𝑒́𝓈 𝒸𝒽𝒾𝒸 que fala? Emily que se cuide, pois @maisa e @Camiqueirozreal brilharam muito em Paris no final das gravações de De Volta aos 15. Minha nova série brasileira chega em 2022. 𝒜𝓊 𝓇𝑒𝓋𝑜𝒾𝓇. pic.twitter.com/yIqZBQC8r8 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 9, 2021












