Atriz de “Homeland” vai estrelar série do diretor de “Onze Homens e um Segredo”
A atriz Claire Danes (“Homeland”) será uma das protagonistas de “Full Circle”, nova série dirigida pelo cineasta Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”). Ela vai contracenar com Zazie Beetz (“Coringa”), primeiro nome confirmado, na produção criada por Ed Solomon (roteirista de “Bill & Ted: Encare a Música”). A série vai acompanhar a investigação de um sequestro que revela segredos antigos envolvendo várias pessoas e culturas diferentes de Nova York. O papel de Danes seria de uma advogada de Manhattan que administra os negócios da família de seu pai, enquanto Beetz interpretaria uma agente do Serviço Postal dos EUA. “Full Circle” terá seis episódios, todos dirigidos por Soderbergh. Ainda não há previsão de estreia. A atração foi desenvolvida para o serviço de streaming HBO Max, marcando a quarta parceria entre o cineasta e a plataforma, depois dos filmes “Let Them All Talk” (2020), “Nem um Passo em Falso” (2021) – também escrito por Solomon – e “Kimi: Alguém Está Escutando” (2022). Depois de interpretar a agente da CIA Carrie Mathison por oito temporadas em “Homeland”, Danes foi vista mais recentemente em “A Serpente de Essex”, da Apple TV+, e será vista em seguida na minissérie “Fleishman Is In Trouble”, do canal pago americano FX.
Continuação de “Entre Facas e Segredos” ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019). A prévia mostra um grupo reunido numa ilha para um fim de semana de diversão, incluindo brincadeira de seguir pistas, que se transforma num mistério de assassinato real. A trama se passa na Grécia, onde o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) vai questionar esse novo grupo de suspeitos. O grandioso elenco conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”) e Madelyn Cline (“Outer Banks”). Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas pelo cineasta Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” terá première no Festival de Toronto no sábado (10/9) e também será exibido em alguns cinemas selecionados, em data a ser confirmada, antes de chegar à Netflix em 23 de dezembro.
Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming
Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming vai sobreviver à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, na última quarta (7/9), Iger também abordou as mudanças que o cinema deve enfrentar os próximos anos, numa palestra que deu muito o que falar. Analisando os serviços oferecidos atualmente, Iger avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. “Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não vai embora”, disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne. Em relação aos outros competidores, Iger se disse surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple “não são os negócios primários deles e são medidos, provavelmente, por padrões diferentes em termos de resultados, e servem a outros propósitos nessas empresas.” Por conta disso, “eles vão aguentar. Eles vão continuar a crescer e vão crescer bem. Eles têm bolsos fundos. Eles têm ótimo acesso aos consumidores. Eles têm plataformas tecnológicas fortes. Eles provaram que sabem fazer isso. Então eles ficam.” Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock (que nem chegou ao Brasil ainda). Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: “Eu não acho que todos eles vão conseguir.” Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. “A TV linear e a satélite estão marchando em direção a um grande precipício e serão empurradas”, afirmou Iger, que teve sob sua supevisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um “mundo de dor” para a transmissão convencional. “Não posso dizer quando, mas ela vai embora.” Em relação às salas de cinema, Iger elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente. “Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia”, disse ele, destacando que existem “cicatrizes permanentes” causadas pelas medidas de prevenção. “Competição, escolha… substitui a ida ao cinema”, explicou ele, afirmando que estamos vivendo numa era de muita ansiedade para a indústria, “porque esta é uma era de grande transformação.”
Trailer de “High School” mostra adolescência das cantoras Tegan e Sara
A plataforma americana Freevee (ex-IMDb TV), que pertence à Amazon, divulgou o pôster e um novo trailer de “High School”, série adolescente inspirada pelo livro de memórias das cantoras Tegan e Sara Quin, dos hits “Nineteen”, “Back In Your Head” e “Now I’m All Messed Up”. A prévia acompanha as irmãs gêmeas em uma nova escola de subúrbio do Canadá, tendo que lidar com as pressões, comparações e competição entre si, até descobrirem o que as aproxima: sua paixão por música e, também, por outras garotas. Vale observar que a trilha do vídeo é um cover de “Today”, do Smashing Pumpkins, que Tegan e Sara gravaram especialmente para a série. “High School” é estrelada pelas gêmeas Railey e Seazynn Gilliland, que estreiam nas telas, além de Cobie Smulders (a agente Maria Hill dos filmes da Marvel) e Kyle Bornheimer (“História de um Casamento”) como os pais das jovens. A adaptação foi produzida pela atriz Clea DuVall (“Heroes”), que dirigiu um clipe das artistas canadenses em 2016 – antes de se consagrar como diretora de “Alguém Avisa?” (2020). DuVall também dirige seis dos oito episódios da 1ª temporada, que vai estrear em 14 de outubro nos EUA. Assim como outras séries do Freevee, “High School” deve chegar ao Brasil pela Prime Video, da Amazon.
Pennyworth: Alfred enfrenta a psicodelia no trailer da 3ª temporada
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Pennyworth”, que avança no tempo para mostrar o futuro mordomo de Batman numa trama psicodélica do final dos anos 1960, enfrentando uma droga capaz de controlar mentes, além de supervilões. “Pennyworth” acompanha a juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) e mostra como ele se envolveu com Thomas Wayne (Ben Aldridge) e Martha Kane (Emma Paetz), os futuros pais de Batman. Desenvolvida por Bruno Heller, criador de “Gotham”, a série iniciou sua trama na Inglaterra do começo dos anos 1960, mas terá um salto de cinco anos nos novos episódios, que assumem maior influência de 007 – ou melhor, das paródias de 007 da época. Até as invenções de Lucius Fox (Simon Manyonda) ganham maior equivalência aos gadgets de Q. Os novos episódios estreiam em 6 de outubro.
Elenco de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” se une contra racismo dos “fãs”
O elenco de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” divulgou um comunicado para condenar o racismo que seus colegas não brancos estão sofrendo nas redes sociais. “Nós, o elenco de ‘Os Anéis do Poder’, estamos juntos em absoluta solidariedade e contra o racismo implacável, ameaças, assédio e abuso que alguns de nossos colegas negros estão sendo submetidos diariamente. Recusamo-nos a ignorá-lo ou tolerá-lo”, diz um comunicado em conjunto compartilhado nas redes sociais. A declaração do elenco da série Amazon Prime Video continua: “JRR Tolkien criou um mundo que, por definição, é multicultural. Um mundo em que povos livres de diferentes raças e culturas se unem, em comunhão, para derrotar as forças do mal. ‘Anéis de Poder’ reflete isso. Nosso mundo nunca foi todo branco, a fantasia nunca foi toda branca, a Terra-média não é toda branca. O BIPOC [abreviatura em inglês de negros, indígenas e pessoas de cor] pertence à Terra-Média e está aqui para ficar.” “Finalmente, todo o nosso amor e companheirismo vão para os fãs que nos apoiam, especialmente os fãs de cor que estão sendo atacados simplesmente por existirem neste fandom. Vemos vocês, suas bravuras e criatividades sem fim. Seus cosplays, fancams, fanarts e insights tornam esta comunidade um lugar mais rico e nos lembram do nosso propósito. Vocês são válidos, vocês são amados e vocês pertencem aqui. Vocês são parte integrante da família LOTR [abreviatura em inglês de O Senhor dos Anéis] – obrigado por nos apoiar.” A declaração chega logo depois que os intérpretes dos hobbits originais dos filmes de “O Senhor dos Anéis” se uniram em torno de uma mensagem semelhante. Elijah Wood, Billy Boyd, Dominic Monaghan e Sean Astin mostraram seu apoio com fotos em que aparecem com camisetas e boné ilustrados por orelhas de personagens mágicos de JRR Tolkien de todas as cores. As imagens foram postadas nas redes sociais junto de uma legenda curta e significativa: “Vocês são todos bem vindos”. O mais interessante no novo texto é a forma como explica a história para quem não entendeu o que leu ou viu nas telas: “Um mundo em que povos livres de diferentes raças e culturas se unem, em comunhão, para derrotar as forças do mal”. Ou seja, quem é contra a união das diferentes raças e culturas – a base da história original de “O Senhor dos Anéis” – faz parte das forças do mal. E serão derrotados como na trama clássica. Afinal, a série já bateu recorde de audiência em sua estreia na Prime Video, plataforma da Amazon, mesmo contra a vontade dos racistas, que tentam sabotá-la com bombas de críticas negativas nas plataformas abertas à votação do público. We stand in solidarity with our cast. #YouAreAllWelcomeHere pic.twitter.com/HLIQdyqLmr — The Lord of the Rings on Prime (@LOTRonPrime) September 7, 2022
“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” para sua 2ª temporada. A série agradou a crítica, atingindo 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com um reinvenção considerada até melhor que a “Pretty Little Liars” original, graças à elementos de terror slasher introduzidos pelo criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, e sua parceira de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A trama gira em torno de um grupo de garotas adolescentes atormentado por um agressor desconhecido por culpa de segredos de suas mães. Refletindo a tendência dos últimos anos, o elenco é mais diversificado que o da série de 2010, destacando Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente Tabby (Kinney), a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases – o que alinha a atração ao estilo referencial de “Pânico” – enquanto as protagonistas tentam descobrir quem é o misterioso A. “Estamos muito orgulhosos da incrível resposta da crítica e dos fãs recebida por ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max. “Os espectadores abraçaram nossa nova geração de Liars, além de Roberto e Lindsay, brilhantemente sombrios e cheios de terror, nesta franquia icônica. Junto com [as produtoras] Alloy e Warner Bros. Television, estamos entusiasmados em continuar o legado de ‘Pretty Little Liars’.” Com a renovação, “Um Novo Pecado” se tornou o primeiro derivado da série original a ir além da temporada inaugural. Adaptação de best-seller de Sarah Shepard, “Pretty Little Liars” durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform – além de deslanchar a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das belas mentirosinhas originais. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Por isso, a HBO Max decidiu buscar outros criadores para comandar o terceiro spin-off. Roberto Aguirre-Sacasa e Lindsay Calhoon Bring comemoram com entusiasmo a renovação. “Estamos muito animados para continuar contando histórias com nosso incrível grupo de pequenas mentirosas – explorando suas amizades, seus romances, seus segredos e seus status de supremas rainhas do grito!”, disseram em comunicado conjunto. “Agradecimentos eternos aos fãs que abraçaram esta nova versão de terror de ‘Pretty Little Liars’ – que continuaremos, é claro – bem como aos nossos parceiros da HBO Max, Warner Bros. Television e Alloy Entertainment. Como Tabby diria, ‘há uma sequência a caminho!’” Só não há previsão de estreia para os novos episódios. Veja abaixo um vídeo com alguns dos momentos assustadores da 1ª temporada, divulgado junto do anúncio da renovação nas redes sociais. Foi aqui que pediram renov🅰️ção de #PLLUmNovoPecado? Pois fiquem calmos, porque nossas meninas vão voltar pra segunda temporada 🖤 https://t.co/El2n3gWGKA — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) September 7, 2022
Criador de “The Boys” se une a Erin Moriarty contra trolls: “Não assistam a série”
Eric Kripke, o criador de “The Boys”, se solidarizou com a atriz Erin Moriarty, intérprete da heroína Starlight na série, após ela desabafar sobre o ódio que vem sofrendo nas redes sociais. O produtor publicou uma mensagem forte contra os trolls que têm assediado Moriarty com mensagens “misóginas”. “Olá trolls! Primeiro, isso [misoginia] é literalmente o oposto da mensagem do programa”, Kripke twittou. “Dois, você está causando dor a pessoas reais com sentimentos reais. Seja amável. Se vocês não podem ser gentis, então vão comer um saco de caralh*s, vão se f*der e não assistan ‘The Boys’, nós não queremos você.” Na última terça (6/9), Moriarty compartilhou no seu Instagram uma postagem que abordava essa questão. Escrito pela usuária @butcherscanary, o post tinha o seguinte título: “#EuEstouComStarlight?: A traição de Erin Moriarty pelos ‘fãs’ de ‘The Boys'”. Em seguida, a usuária apresentou um problema comum entre fãs da cultura geek: a incapacidade de enxergar o subtexto daquele material que eles tanto amam. “Como se pode ver, você pode dedicar uma temporada inteira de uma série para explorar como a toxicidade da masculinidade esmaga e controla as mulheres, e aparentemente a maioria do público ainda não empregará as lições aprendidas – ou pior, não reconhecerá que sequer havia uma mensagem.” Na legenda do post, @butcherscanary também falou que “o tratamento de Erin Moriarty realmente me irritou. É um reflexo de como a misoginia na ‘cultura do fandom’ está sendo normalizada, o que só vai piorar se a negligenciarmos, se não protegermos ela e uns aos outros.” A postagem de @butcherscanary servia para divulgar um artigo que ela escreveu para o site Medium, no qual expôs melhor essa problemática da maneira como o público tem tratado a atriz Erin Moriarty. Segundo a autora, “o assédio é ainda pior devido ao contexto de seu papel como Starlight na série, uma mulher silenciada e sexualizada, tratada como uma tela de celebridade para os outros se projetarem, em vez de um ser humano com seus próprios pensamentos e sentimentos”, diz o artigo. “Mas Annie é fictícia e Erin não. O tormento não termina para ela após os créditos da série, porque não há desligamento.” Além de compartilhar a postagem, Moriarty também inseriu a sua própria opinião na legenda, falando de como ela já se sentiu “silenciada” e “desumanizada” por causa das muitas críticas relacionadas à sua personagem e à sua aparência. “Eu me sinto silenciada. Eu me sinto desumanizada. Eu me sinto paralisada. Eu coloquei sangue, suor e lágrimas nesse papel (repetidas e repetidas vezes)”, disse Moriarty. “Então, com isso eu digo: a) obrigada a @butcherscanary b) isso parte meu coração – eu abri uma veia para esse papel e esse tipo de trollagem é exatamente contra o que essa personagem (Annie) se posicionaria, e c) todos estão passando por suas próprias batalhas; não vamos adicionar ódio a isso. Eu nunca iria intencionalmente (e ESPECIALMENTE) adicionar ódio publicamente à sua batalha.” A postagem da atriz rendeu comentários de alguns dos seus colegas de elenco. Antony Starr, intérprete do vilão Capitão Pátria (Homelander), comentou: “Apoio você e o que você disse aqui 100%. Bem colocado. Seu trabalho na série é e sempre foi estelar e você é linda por dentro e por fora. Continue brilhando.” O protagonista Jack Quaid também postou um comentário. “Amo você Erin. Estamos todos aqui para você. Você é uma força da natureza incrível e talentosa e me considero incrivelmente sortudo por conhecê-la. Continue brilhando. Deixe os trolls conosco. Nós te protegemos”, disse ele. As três primeiras temporadas de “The Boys” estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A 4ª está atualmente em produção. Hi trolls! One, this is literally the opposite of the show's fucking message. Two, you're causing pain to real people with real feelings. Be kind. If you can't be kind, then eat a bag of dicks, fuck off to the sun & don't watch #TheBoys, we don't want you. #TheBoysTV https://t.co/ZQmRlljyS6 — Eric Kripke (@therealKripke) September 7, 2022
Hobbits de “O Senhor dos Anéis” apoiam elfos, anões e pés-peludos de todas as cores
Os intérpretes originais dos hobbits da trilogia “O Senhor dos Anéis” uniram-se numa manifestação de apoio à série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” baseada na franquia. Elijah Wood, Dominic Monaghan e Billy Boyd posaram juntos com camisetas iguais, ilustradas com estampas de orelhas de várias criaturas mágicas da obra de JRR Tolkien, todas apresentando cores diferentes, enquanto Sean Astin apareceu numa foto individual com um boné com o mesmo desenho. Publicadas nas redes sociais dos atores, as fotos foram acompanhadas por uma legenda curta e significativa: “Vocês são todos bem vindos”. A mensagem é uma reação contra o racismo de um grupo de geeks estridentes, que chegou a lançar uma campanha para sabotar a nota da série nos sites de avaliação aberta ao público. No Metacritic, a nota do público chegou a 1,9 (de 10) contra 71% de aprovação da crítica, enquanto no Rotten Tomatoes a diferença bateu em 37% de aprovação do público contra 84% da crítica. Sem a preocupação de esconder sua motivação, os inconformados com a série deixam claro como suas peles os comentários carregados de menções pesadas à raça de alguns personagens (negros e latinos) e à decisão de dar protagonismo para uma mulher (Galadriel, interpretada por Morfydd Clark). Os comentários chamam Galadriel de “Karen”, apelido criado por homens de perfil “incel” para mulheres “reclamonas”, e reclamam da inclusão de “todas as minorias” na trama, afirmando que não existiam elfos negros e latinos na obra de Tolkien nem nos filmes que adaptaram “O Senhor dos Anéis”. Para estes, a Terra Média da fantasia é baseada na Europa medieval, onde a população era majoritariamente branca, e a série peca por incluir outras raças na história. A Europa também não tinha dragões, elfos ou orcs, mas isso é detalhe no argumento racista. Além de um elfo negro e latino (Ismael Cruz Cordova), há um hobbit/”pé-peludo” negro (Lenny Henry), uma princesa negra (Sophia Nomvete) e uma rainha negra (Cynthia Addai-Robinson), entre outros personagens não brancos na produção bilionária da Amazon. Além da foto, os hobbits originais estão apoiando uma loja online onde os fãs podem comprar suas próprias camisetas com o design de suas camisetas., além de moletons e mais peças de vestuário com o mesmo grafismo, com 50% de todos os rendimentos revertidos para uma instituição de caridade que apoia “pessoas de cor”. “Os Anéis do Poder” estreou logo após “A Casa do Dragão” também sofrer críticas por destacar atores negros, e a atriz Moses Ingram ser alvo de ódio por sua participação na série “Obi-Wan Kenobi”. O que esses ataques demonstram é que o racismo virou um problema grave na comunidade geek, que não pode mais ser ignorado nem tolerado. You Are All Welcome Here @LOTRonPrime @DonMarshall72 #RingsOfPower https://t.co/8txOhlHa2f pic.twitter.com/nWytILT0zG — Elijah Wood (@elijahwood) September 7, 2022 You are all welcome here.#RingsOfPower @LOTRonPrime #MiddleEarth #Samwise @ElijahWood @BillyBoydActor @DomsWildThings @DonMarshall72 https://t.co/w2tdZ4nFwN pic.twitter.com/f4RsBKE9an — Sean Astin (@SeanAstin) September 7, 2022
Animação “Abominável” vira série. Veja o trailer
A Dreamworks Animation divulgou o pôster e o trailer da nova série “Abominable and the Invisible City”, que é uma continuação do filme “Abominável”, animação sobre o Abominável Homem das Neves. A prévia mostra a volta do Yeti aos EUA, após todo o trabalho da garotinha Yi e seus amigos para levá-lo, numa aventura ao redor do mundo, à segurança do Himalaia. A explicação para seu retorno também é a missão que serve de premissa da série: ajudar outras criaturas mágicas a encontrar segurança longe das ameaças da civilização. Os personagens foram criados por Jill Culton, que escreveu a história original de “Monstros S.A.” (2001) e dirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006), e a adaptação está a cargo de Tiffany Lo e Ethel Lung, roteiristas da série de aventuras “Blood & Treasure”. Já o elenco de dubladores mantém as vozes do filme original, com destaque para Chloe Bennet (a Tremor da série “Agents of SHIELD”), que dubla a menina Yi. “Abominable and the Invisible City” será lançado nos EUA nas plataformas Hulu e Peacock no dia 5 de outubro, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Intérprete de Starlight reclama da misoginia dos fãs de “The Boys”
A atriz Erin Moriarty, que interpreta a super-heroína Starlight na série “The Boys”, se manifestou a respeito da misoginia expressada por muitos dos fãs da atração em comentários nas redes sociais. Na última terça (6/9), Moriarty compartilhou no seu Instagram uma postagem que abordava essa questão. Escrito pela usuária @butcherscanary, o post contém o seguinte título: “#EuEstouComStarlight?: A traição de Erin Moriarty pelos ‘fãs’ de ‘The Boys'”. Em seguida, a usuária apresentou um problema comum entre fãs da cultura geek: a incapacidade de enxergar o subtexto daquele material que eles tanto amam. “Como se pode ver, você pode dedicar uma temporada inteira de uma série para explorar como a toxicidade da masculinidade esmaga e controla as mulheres, e aparentemente a maioria do público ainda não empregará as lições aprendidas – ou pior, não reconhecerá que sequer havia uma mensagem.” Na legenda do post, @butcherscanary também falou que “o tratamento de Erin Moriarty realmente me irritou. É um reflexo de como a misoginia na ‘cultura do fandom’ está sendo normalizada, o que só vai piorar se a negligenciarmos, se não protegermos ela e uns aos outros.” A postagem de @butcherscanary servia para divulgar um artigo que ela escreveu para o site Medium, no qual expôs melhor essa problemática da maneira como o público tem tratado a atriz Erin Moriarty. Segundo a autora, “o assédio é ainda pior devido ao contexto de seu papel como Starlight na série, uma mulher silenciada e sexualizada, tratada como uma tela de celebridade para os outros se projetarem, em vez de um ser humano com seus próprios pensamentos e sentimentos”, diz o artigo. “Mas Annie é fictícia e Erin não. O tormento não termina para ela após os créditos da série, porque não há desligamento.” Além de compartilhar a postagem, Moriarty também inseriu a sua própria opinião na legenda, falando de como ela já se sentiu “silenciada” e “desumanizada” por causa das muitas críticas relacionadas à sua personagem e à sua aparência. “Eu me sinto silenciada. Eu me sinto desumanizada. Eu me sinto paralisada. Eu coloquei sangue, suor e lágrimas nesse papel (repetidas e repetidas vezes)”, disse Moriarty. “Então, com isso eu digo: a) obrigada a @butcherscanary b) isso parte meu coração – eu abri uma veia para esse papel e esse tipo de trollagem é exatamente contra o que essa personagem (Annie) se posicionaria, e c) todos estão passando por suas próprias batalhas; não vamos adicionar ódio a isso. Eu nunca iria intencionalmente (e ESPECIALMENTE) adicionar ódio publicamente à sua batalha.” Ao final, Moriarty afirmou que “isso só fortaleceu meu músculo de empatia e, para todos que vêm até mim: eu vejo vocês, eu não os odeio, eu só simpatizo e os perdoo.” A postagem da atriz rendeu comentários de alguns dos seus colegas de elenco. Antony Starr, intérprete do vilão Capitão Pátria (Homelander), comentou: “Apoio você e o que você disse aqui 100%. Bem colocado. Seu trabalho na série é e sempre foi estelar e você é linda por dentro e por fora. Continue brilhando.” O protagonista Jack Quaid também postou um comentário. “Amo você Erin. Estamos todos aqui para você. Você é uma força da natureza incrível e talentosa e me considero incrivelmente sortudo por conhecê-la. Continue brilhando. Deixe os trolls conosco. Nós te protegemos”, disse ele. As três primeiras temporadas de “The Boys” estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A 4ª está atualmente em produção.
Tulsa King: Veja o trailer da primeira série estrelada por Sylvester Stallone
A Paramount+ divulgou o trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
Eddie Redmayne é serial killer no trailer de “O Enfermeiro da Noite”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), suspense estrelado por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e Jessica Chastain (“A Grande Jogada”). O filme gira em torno da história real do assassino Charlie Cullen (personagem de Redmayne), um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que, confrontada com a verdade pela polícia, arriscou tudo para conseguir provas e incriminá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marcará a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. O elenco ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). A produção é do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). A estreia está marcada para 26 de outubro na Netflix.












