10 Filmes: “Velozes e Furiosos 10” e as estreias em streaming
Um dos maiores blockbusters do ano chega nas locadoras digitais, junto com filmes inéditos de terror e uma variedade de títulos em streaming. Confira os 10 principais lançamentos para ver em casa neste fim de semana. VELOZES E FURIOSOS 10 | VOD* Maior, mais cheia de famosos e cada vez mais cara, a franquia de ação festeja o exagero e apresenta seu melhor antagonista no 10º filme. Psicopata divertido, comparado até ao Coringa, o vilão vivido por Jason Momoa (o Aquaman) é filho do chefão do 5º longa e foi um dos criminosos (então anônimos) que enfrentaram o time de Dominic Toretto (Vin Diesel) na ponte Rio-Niterói. Em sua vingança, não faltam as inevitáveis cenas de corrida e destruição de veículos de todos os tipos, com os mais diferentes artefatos e de formas sempre criativas. Mas sua performance é o principal efeito visual do filme, que tem um roteiro fraquinho e chama mais atenção pela quantidade de astros em cena. “Velozes e Furiosos 10” reúne uma constelação. Até John Cena e Jason Statham retomam seus papéis – com direito à parceria entre Statham e seu ex-falecido inimigo Sung Kang, insinuada na cena pós-créditos do filme anterior. O elenco destaca, claro, os protagonistas da trilogia inicial: Vin Diesel, Jordana Brewster, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris e Sung Kang. Além de aquisições mais recentes, como Nathalie Emmanuel, Scott Eastwood, Helen Mirren, a vilã favorita Charlize Theron e os citados Cena e Statham. A estes ainda se somam os “novatos” Momoa, Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alan Ritchson (“Reacher”), Rita Moreno (das duas versões de “Amor, Sublime Amor”) e Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), sem esquecer da participação “secreta” da cena pós-créditos e da figurante de luxo Ludmilla. Quem dirige esses vingadores do cinema de ação é o francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”), que assumiu o comando do longa após o começo da produção – inicialmente prevista para ser dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”). Impressionando os executivos da Universal, ele já se garantiu antecipadamente à frente do 11º longa – que pode ou não encerrar a saga da família Toretto em 2025/26. FRIO NOS OSSOS | HBO MAX Thriller intenso de invasão domiciliar, o filme de Matthias Hoene (“Cockneys vs. Zombies”) se passa durante uma tempestade em uma fazenda remota, onde uma mãe (Joely Richardson, de “O Amante de Lady Chatterley”), luta de maneira extremamente intensa para proteger sua família. Junto a ela estão sua filha adolescente (Sadie Soverall, de “Fate: A Saga Winx”) e o marido doente, que celebra seu aniversário quando são interrompidos pela chegada inesperada de dois irmãos, Matty (Harry Cadby, de “Red Rose”) e Jack (Neil Linpow, de “Pesadelos Mortais”, que também é o roteirista do filme). A história é inicialmente simples: Matty e Jack, buscando abrigo após um acidente de carro, encontrando ajuda na fazenda isolada. No entanto, a suposta inocência dos irmãos logo dá lugar à tensão quando fica claro que eles estão fugindo da lei. No entanto, a força de Mama não deve ser subestimada, e é aqui que o filme subverte as expectativas típicas do gênero. Richardson oferece uma performance convincente, equilibrando os momentos de ação com sua maternidade calorosa, enquanto a família lida com os invasores cada vez mais ameaçadores. À medida que a tempestade se intensifica, os segredos de cada personagem se desenrolam, criando uma narrativa carregada de emoções complexas e disputas pela sobrevivência. NOCEBO | VOD* O terror acompanha Christine (Eva Green, de “Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”), uma bem-sucedida designer de moda, que vive uma vida aparentemente perfeita com seu marido (Mark Strong, de “Shazam!”) e sua filha. Após um incidente perturbador durante um de seus desfiles, ela passa a sofrer de uma doença misteriosa, não diagnosticada, que a deixa constantemente esgotada e aflita. Sem conseguir ajuda médica, a situação só muda quando uma jovem filipina (Chai Fonacier, de “Born Beautiful”) bate em sua porta, alegando ser a nova babá. Sem lembrar de tê-la contratado, devido à perda de memória que a acomete, Christine se surpreende quando a jovem lhe introduz remédios caseiros que ajudam em sua recuperação. Por outro lado, seu marido mostra-se cético e preocupado com o controle que a desconhecida passa a exercer sobre a esposa. O filme tem a marca de Lorcan Finnegan, cineasta irlandês que vem se destacando no cinema fantástico, principalmente após o sucesso de crítica de “Viveiro” (Vivarium, 2019). O diretor costuma explorar temas complexos e atuais, como o impacto da urbanização desenfreada, os efeitos psicológicos do isolamento e as questões sociais envolvidas na economia globalizada. Seus filmes geralmente são repletos de suspense e mistério, com narrativas que desafiam o público a questionar a realidade apresentada. Em “Nocivo”, seu olhar particular transforma em terror questões de exploração de mão de obra em países pobres, culpa e injustiças sociais, além de abordar conceitos psicológicos, como o efeito nocebo – o oposto do efeito placebo, onde a crença de que algo irá prejudicar a saúde acaba por manifestar sintomas reais de doenças. | URUBUS | VOD* O drama impactante leva o espectador a conhecer o universo dos pichadores da periferia, suas motivações e desafios, e reencena a célebre pichação das paredes brancas da Bienal de São Paulo em 2008. A trama gira em torno do líder de um grupo de pichadores que escala os edifícios mais altos para deixar sua marca. Quando o protagonista (vivido pelo estreante Gustavo Garcez) conhece uma estudante de arte (Bella Camero, de “Marighella”), seus mundos colidem resultando na invasão da 28ª Bienal. O feito transforma os jovens invisíveis da periferia em protagonistas de um polêmico debate cultural. Com estética semi-documental vibrante, o primeiro longa de Claudio Borrelli (que apareceu como personagem no documentário “Pichadores”) tem produção do cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e venceu vários prêmios internacionais, em festivais nos EUA e Europa, além dos troféus da Crítica e do Público como Melhor Filme da 45ª Mostra de São Paulo. MEUS SOGROS TÃO PRO CRIME | NETFLIX A nova comédia traz Adam Devine (“Megarrromântico”) como um gerente de banco que finalmente conhece os pais de sua noiva, mas logo passa a suspeitar que eles são os ladrões que roubaram seu banco durante a semana do casamento. A história mistura humor com ação, remetendo a longas como “Entrando Numa Fria” (2000) e “Vizinhos Espiões” (2016). E conta com uma reviravolta: quando a noiva é raptada por criminosos que exigem o pagamento de US$ 5 milhões para libertá-la, o gerente decide se juntar aos sogros num novo roubo de banco para salvar a amada. O elenco destaca ainda Nina Dobrev (“The Vampire Diaries”) como a noiva, além de Pierce Brosnan (“Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”) como os sogros. A direção é de Tyler Spindel (“A Missy Errada”) e a produção é de ninguém menos que Adam Sandler (“Mistério em Paris”). ALERTA MÁXIMO | AMAZON PRIME VIDEO O thriller de ação traz Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) como um piloto de voo comercial, que se vê forçado a aterrissar seu avião lotado numa zona de guerra por causa de uma terrível tempestade. Mas escapar do desastre é só o começo da história. Em pouco tempo, ele precisa se juntar a um criminoso algemado (Mike Colter, o “Luke Cage”) para salvar seus passageiros, que são aprisionados por guerrilheiros. De forma curiosa, essa história lembra um pouco a premissa de “Eclipse Mortal” (2000), só que sem os elementos de ficção científica. Mas a crítica americana entrou a bordo, considerando o longa melhor que as produções genéricas de ação estreladas pelo ator escocês nos últimos anos – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os méritos pertencem ao diretor francês Jean-François Richet, que vem causando boas impressões desde seu clássico “Inimigo Público nº 1” (2008). O sucesso de bilheteria garantiu a produção de uma continuação. SEMPRE EM FRENTE | HBO MAX Primeiro filme de Joaquin Phoenix após vencer o Oscar por “Coringa”, o drama em preto e branco traz o ator como um documentarista que pretende entrevistar crianças sobre a situação do mundo. Nesse processo, estabelece um relacionamento tênue, mas transformador, com seu sobrinho sem filtros de 8 anos, que ele leva em suas viagens. “Sempre em Frente” tem roteiro e direção de Mike Mills, que não lançava uma nova obra desde “Mulheres do Século 20” em 2016. E embora tenha passado ao largo do Oscar, o menino Woody Norman (“Troia: A Queda de Uma Cidade”), que vive o sobrinho, foi indicado ao BAFTA (o Oscar britânico) como Melhor Ator Coadjuvante. Elogiadíssimo pela crítica, atingiu uma avaliação até mais positiva que muitos indicados ao prêmios da Academia – 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. SAM & KATE | VOD* A comédia romântica traz os veteranos Dustin Hoffman (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Sissy Spacek (“O Velho e a Arma”) atuando ao lado dos seus respectivos filhos da vida real, Jake Hoffman (“Wu-Tang: An American Saga”) e Schuyler Fisk (“A Babá”). Na trama, Sam (Jake) é um jovem artista que vive com seu pai, Bill (Dustin). A relação dos dois, que já não era das melhores, é abalada quando Sam se apaixona por Kate (Fisk), uma mulher que ele conheceu recentemente, ao mesmo tempo que seu pai se apaixona pela mãe dela, Tina (Spacek). Com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi produzido pela atriz Amy Adams (“A Mulher na Janela”) e dirigido pelo seu marido, o ator Darren Le Gallo (“Then We Got Help!”), em sua estreia na função. UMA FAMÍLIA PERFEITAMENTE NORMAL | FILMICCA A diretora estreante Malou Reymann baseou-se em suas próprias experiências de infância para contar a história desse drama premiado no Festival de Roterdã. Passada nos anos 1990, a narrativa é centrada na perspectiva de Emma, uma garota dinamarquesa de 11 anos, que tem um choque ao ser comunicada do divórcio dos pais, devido à decisão do pai Thomas (Mikkel Boe Følsgaard, de “The Rain”) de mudar de gênero e se assumir como Agnete. O filme atingiu 71% de aprovação no Rotten Tomatoes por sua abordagem direta e honesta, sem sensacionalismos, e é considerado uma contribuição valiosa para a representação da experiência transgênero no cinema. Ao mesmo tempo em que retrata a alegria de Agnete por finalmente poder viver como sua verdadeira identidade, não ignora o sofrimento de sua filha para entender e aceitar a mudança radical no pai, a quem sempre viu como um companheiro de futebol e modelo masculino, que agora acredita ter perdido. WHAM! | NETFLIX O documentário musical lembra a carreira do Wham!, dupla pop formada por George Michael e Andrew Ridgeley, que foi um fenômeno nos anos 1980 com hits como “Wake Me Up Before You Go-Go” e “Last Christmas”. Composto por imagens de arquivo e várias entrevistas, o filme conta a história de amizade da dupla, que se conheceu na infância e se apresentou junta de 1981 até 1986, quando se separaram. Após cinco anos e três álbuns de estúdio, George Michael decidiu seguir carreira solo, tornando-se ainda mais famoso – até morrer aos 53 anos, no Natal de 2016. A direção é de Chris Smith, do documentário “Fyre Festival: Fiasco no Caribe” (2019). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Final de “Reservation Dogs” ganha trailer
A FX e a plataforma Hulu divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “Reservation Dogs”. A série acompanha a história de adolescentes indígenas na região rural de Oklahoma, com planos para escapar da reserva após a morte de um querido amigo e conhecer a Califórnia. No trailer da temporada final, o grupo retorna para casa depois de finalmente chegar à Califórnia, mas precisa lidar com as consequências de deixar a reserva. Elora, Cheese e Willie Jack conseguem chegar em casa, enquanto Bear embarca em uma jornada solo com seu Espírito Guia e se une a um teórico da conspiração chamado Maximus (Graham Greene, de “Longmire”), que tem visões semelhantes. Em casa, Elora começa o processo de inscrição na faculdade, Willie Jack se interessa em contribuir com a comunidade local, e a mãe de Bear, Rita (Sarah Podemski), tem uma visão de sua amiga Cookie, que faleceu há muito tempo. Com a temporada anterior focada principalmente nos adolescentes e em sua missão de ir para o Oeste, o final parece dar mais espaço para as demais personalidades da série, como Big (Zahn McClarnon, de “Westworld”), que encara a trilha do Pé Grande e outras criaturas que provocam estranheza na noite, indicando ainda mais energia mística na trama. Primeira série 100% indígena Aclamada pela crítica, “Reservation Dogs” é notável por ser a primeira série a apresentar uma equipe totalmente indígena de escritores, diretores e elenco. A série foi criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Amor e Trovão”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirige episódios e é coprodutor da atração com Waititi. Foi Harjo quem anunciou em junho que a 3ª temporada seria a última, por considerar “o final perfeito para a série.” Com 10 episódios, “Reservation Dogs” retorna em 2 de agosto nos EUA. A série é disponibilizada pela Star+ no Brasil.
Fundação: Trailer da 2ª temporada mostra guerra nas estrelas
A Apple TV+ divulgou novo trailer da 2ª temporada de “Fundação”, ambiciosa série sci-fi baseada na franquia literária de Isaac Asimov. Repleta de efeitos visuais, a prévia destaca a guerra entre o Império Galáctico e a Fundação do título. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) são considerados a mais importante trilogia literária da sci-fi. Inspirados pela queda do Império Romano, têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Na trama, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do Império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. A descoberta o transforma em inimigo do Império e também origina um grupo conhecido como A Fundação, criado para preservar o conhecimento humano do inevitável apocalipse. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (de “Avatar: O Caminho da Água”) e destaca Jared Harris (“Chernobyl”) como Hari Seldon, Lee Pace (“Capitã Marvel”) como o imperador Brother Day e Lou Llobell (“Voyagers”) no papel da pioneira da Fundação Gaal Dornick – além de Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). A trilogia literária teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e o póstumo “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015 com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento fez o canal desistir da tentativa. Aparentemente, o preço coube no bolso da Apple. O trailer aponta que os novos episódios vão manter a aparência de que custaram uma fortuna para serem produzidos. O lançamento da 2ª temporada vai acontecer em 14 de julho.
“Elite” vai acabar na 8ª temporada e terá retorno de Nadia e Omar
A Netflix pode ter cancelado a série teen “Elite”. De acordo com o jornal espanhol El Diário, o streaming planeja que a 8ª temporada – já em produção – encerre a trama. Apesar da Netflix não ter feito nenhum anúncio oficial, o veículo aponta que a notícia deve ser oficializada após o lançamento da 7ª temporada. Contatada pelo jornal, a Netflix se recusou a comentar o assunto. Segundo as informações, as gravações da 8ª temporada devem começar nas próximas semanas. Embora os episódios já tenham sido escritos, algumas pequenas alterações serão feitas para garantir que sirvam como encerramento definitivo para a série. Lançada em 2018, a série conquistou o público com investigações criminais e cenas de sexo entre adolescentes. Recentemente, a 7ª temporada ganhou um teaser com a participação da cantora Anitta, que fará aparições na nova leva de episódios. Nadia e Omar voltam para o final Segundo o El Diário, a possível temporada final ainda terá retornos surpreendentes para a alegria dos fãs. O veículo confirmou que a atriz Mina El Hammani vai voltar como Nadia para o encerramento da série. A personagem integrou o elenco principal até a 3ª temporada. Ao lado dela, o ator Omar Ayuso também retorna como seu irmão. O jornal ainda confirmou a participação de Valentina Zenere e André Lamoglia, que agora viraram dois dos membros mais antigos do elenco. Os atores Ander Puig, Carmen Arrufat, Pepe Ocio, Godeliv Van der Brandt e Luz Cipriota, que entraram na 6ª temporada, também continuarão fazendo parte da produção até seu final. Outras adições recentes no elenco, como Maribel Verdú, Alejandro Albarracín, Mirela Balic e Fernando Lindez, também estão confirmados para a 7ª temporada e continuarão na 8ª. Vale apontar que nenhuma série da Netflix foi tão longe como “Elite”. As mais duradouras, “Orange Is the New Black” e “Grace & Frankie”, foram encerradas após sete anos de produção. A 7ª temporada de “Elite” chega na Netflix no dia 20 de outubro e ainda não há previsão para o lançamento do 8º ano.
“Betty, A Feia” vai ganhar continuação com elenco original na Amazon Prime Video
A Amazon vai reviver a famosa telenovela colombiana “Betty, A Feia”, trazendo de volta Ana María Orozco e Jorge Enrique Abello para mais uma temporada inédita da produção. Originalmente exibida entre 1999 e 2001, a atração voltará para contar o que aconteceu depois do “felizes para sempre” do casal, numa parceria entre Prime Video e a emissora colombiana RCN. Após 20 anos, a trama vai retomar a história de Betty após ela se tornar uma mulher bem-sucedida, esposa e mãe. Ainda casada com Armando (Enrique Abello) e lidando com um complexo relacionamento com a filha adolescente, ela enfrenta a crise econômica da empresa familiar e questiona se o caminho que escolheu na vida realmente a fez feliz. A temporada inédita é escrita por Marta Betoldi (“Ciega a Citas”), Juan Carlos Pérez (“Garzón”) e César Betancur (“Las Hermanitas Calle”) e contará com direção de Mauricio Cruz Fortuna (“O Perfume da Paixão”). Ainda não foram divulgados outros nomes no elenco e não se sabe quais outros personagens da atração original também retornam. “Embora Betty tenha sido tão progressista para sua época, há muitos elementos que são muito característicos de sua época, de nossa cultura, de nossa idiossincrasia, questões que agora, 20 anos depois, podemos abordar para ter um diálogo com um público moderno”, disse Orozco. Com isso, os novos capítulos da personagem devem abordar questões atuais enquanto revisitam o legado da atração. “Sinto que sua essência não mudou, mas precisamente por isso Betty certamente levanta muitas questões. Ela agora está mais madura, mas a vida para uma mulher em seus 40 anos nunca é um desafio fácil”. Essência da série Considerada uma das maiores telenovelas de todos os tempos, a produção foi criada pelo já falecido Fernando Gaitan e ganhou popularidade graças à grande identificação do público com seus personagens. Na trama, a protagonista seguia o estereótipo do “patinho feio”, que foi se transformando em cisne no decorrer da trama. “Isso, eu acho, é uma homenagem ao trabalho de Fernando. Eu testemunhei como essa incrível sala de roteiristas pegou seu legado e tentamos, com imenso cuidado e respeito, estar à altura da tarefa. É um desafio enorme, mas acredito que estamos em boas mãos”, completou Orozco. “[A telenovela] tinha uma energia saudável, e a personagem teve um enorme impacto nos códigos convencionais de beleza, o que explica por que se tornou uma franquia global com a qual todas as mulheres podem se relacionar”, pontuou Francisco Morales, líder da equipe de estratégia e aquisições de conteúdo do Prime Video para a América Latina. Remakes pelo mundo Devido ao sucesso, a produção se popularizou internacionalmente e ganhou 20 novas versões ao redor do mundo. Uma delas foi a série americana “Ugly Betty”, estrelada por America Ferrera (“Barbie”). Aclamada pela crítica, a atração conquistou um Globo de Ouro de Melhor Série e um prêmio Emmy de Melhor Atriz para Ferrera. No Brasil, a telenovela foi exibida pela RedeTV após uma longa batalha pelos direitos autorais com a Rede Globo e o SBT. Transmitida pela primeira vez entre 2002 a 2003, a atração foi uma das maiores audiências da emissora na época. Ao longo dos anos, ela ainda foi reprisada duas vezes pelo canal. Diante do sucesso, a atração ganhou uma versa brasileira intitulada “Bela, a Feia” pela Record TV, com a atriz Giselle Itié no papel da protagonista. A produção estreou em 2009 e foi encerrada em 2010, após 217 capítulos. Apesar de ter conquistado prêmios, o remake foi criticado pelas diferenças da original. Recentemente, um novo remake americano foi feito pela Telemundo Global, divisão da Universal Studios. Intitulada “Betty, a Feia em NY”, a telenovela trouxe Elyfer Torres no papel principal e teve apenas uma temporada, exibida originalmente em 2019. No Brasil, essa versão foi transmitida pelo SBT e também está disponível na Netflix. A nova temporada de “Betty, A Feia”, a original, tem previsão de estreia para 2024 na Amazon Prime Video.
Filme “A Cratera” é removido da Disney+ após apenas 50 dias
“A Cratera”, filme de ficção científica dos mesmos produtores de “Stranger Things”, foi retirado abruptamente do catálogo do Disney+ cerca de 50 dias após o seu lançamento. A decisão causou revolta entre os espectadores e reacendeu debates sobre a preservação de mídia em uma era dominada por plataformas de streaming. Produzido pela Disney com um custo estimado de US$ 53,4 milhões, o filme desapareceu sem aviso prévio da plataforma, anulando a chance de conquistar novos públicos e colocando em dúvida o modelo de produção direto para streaming. O acontecimento levantou questões sobre o destino de outros títulos da companhia que também estão sendo retirados do catálogo sem qualquer explicação. Política controversa de corte de conteúdo A remoção de “A Cratera” faz parte de uma política da Disney que já levou à exclusão de mais de duas dúzias de programas da Disney+ e da Hulu/Star+. Entre os títulos notáveis, está “Willow”, que encerrou sua temporada menos de seis meses antes de ser retirado do ar. Esta política de corte foi posta em prática após a decisão do CEO da Disney, Bob Iger, de reduzir o conteúdo de seus serviços de streaming para lidar com perdas superiores a US$ 1 bilhão. Iger planeja economizar US$ 3 bilhões até 2023 e espera que a redução do conteúdo resulte em uma economia de US$ 1,5 bilhão a US$ 1,8 bilhão. Em uma declaração recente, Iger afirmou: “Quando você faz muito conteúdo, tudo precisa ser divulgado. Você acaba gastando muito dinheiro em divulgação que não vão ter um impacto no fim das contas, exceto negativamente devido aos custos”. Preocupações com a Preservação de Mídia A nova estratégia da Disney para a curadoria de conteúdo, aliada à remoção em massa de programas de plataformas como a Max, gerou várias questões sobre a preservação de mídia. Com o declínio do lançamento físico de filmes e séries, muitos títulos podem estar condenados a desaparecer completamente. Por exemplo, “A Cratera” agora só pode ser assistido de forma ilegal. Lançado em 12 de maio, “A Cratera” contava a história de um menino que cresceu em uma colônia de mineração lunar e se aventura com seus amigos para explorar uma cratera lendária antes de ser transferido para outro planeta. Inspirado por aventuras do cinema dos anos 1980, o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. Os considerados críticos top do Rotten Tomatoes (grande imprensa) deram 100% de aprovação ao filme, fazendo comparação a clássicos juvenis produzidos por Steven Spielberg. Mas os blogueiros se dividiram e a nota média ficou com 64%, praticamente empatada com a aprovação de 63% do público. o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. Entretanto, seu lançamento aconteceu praticamente sem divulgação e boa parte dos assinantes da Disney+ sequer souberam que o filme existia, apesar do elenco incluir a popular atriz jovem Mckenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”). “A Cratera” agora se junta a uma lista crescente de produções desaparecidas da existência digital. Veja abaixo o trailer da produção.
Ilha da Tentação: Amazon vai lançar novo reality brasileiro de pegação
A Amazon Prime Video anunciou que está desenvolvendo uma nova versão brasileira do reality show americano “Temptation Island”. A informação divulgada nesta quarta-feira (5/7) revela que o programa vai seguir um estilo parecido com “De Férias com o Ex”, da MTV, e “Brincando com Fogo”, da Netflix. A proposta é pegação explícita e jogos de sedução entre os participantes. De acordo com o streaming, o projeto faz parte de uma parceria com a holding internacional Banijay, proprietária do formato. Além disso, o Brasil não será o único a ter uma “Ilha da Tentação” – México, Argentina e Chile também ganharão suas próprias edições em breve. “Estamos muito felizes em anunciar o ‘Ilha da Tentação’, um programa que combina as emoções de um reality show de namoro com outros elementos favoritos dos fãs, como tentações, convidados surpresas e participantes entusiasmados”, declarou Javiera Balmaceda, chefe de Originais locais para América Latina, Canadá, Austrália e Nova Zelândia do streaming. Como funciona Com 9 episódios por temporada, a atração vai apresentar quatro casais que embarcam em uma jornada para testar seus relacionamentos. Separados em duas vilas completamente isoladas uma da outra, os casais enfrentarão testes únicos enquanto interagem com um grupo de solteiros atraentes, cujo objetivo é tentá-los. Ao longo do programa, eles ainda vão se deparar com diversas situações desafiadoras que exploram seus desejos, além de tomarem decisões que podem mudar suas vidas. No final, cada um deverá escolher entre voltar para casa com seu parceiro original ou explorar a conexão que construiu com um dos solteiros do programa. Por fim, também é possível optar por ficar sozinho, caso assim prefiram. Tentativa fracassada do SBT Curiosamente, o reality já teve uma versão brasileira há mais de 20 anos. Intitulado “Ilha da Sedução”, o programa estreou em 2002 no SBT e acumulou polêmicas durante sua breve exibição. Embora tenha feito sucesso nos Estados Unidos, o reality não teve o mesmo efeito no Brasil e foi um fiasco de audiência. O programa alcançou 23 pontos na estreia, porém o número foi caindo drasticamente com o passar dos episódios. No capítulo final, o reality registrava apenas 14 pontos. Na época, o público reclamou da falta de cenas explícitas e que as traições, principal atrativo na trama, eram raramente exibidas. Com isso, a expectativa do público de ver cenas de sexo na televisão aberta foi por água abaixo. Com apenas uma temporada de 13 episódios, o programa foi apresentado pela atriz Babi Xavier (“Os Dez Mandamentos”). Ao final da exibição, apenas um dos quatro casais acabou junto: Bruna Silva e Vinícius Cardoso. Outro aspecto que complicou ainda mais o êxito da produção foi a intervenção do Ministério da Justiça, que ordenou um horário diferente na transmissão. Enquanto o SBT queria exibir o programa às 21h, o órgão do governo solicitou que ele ocupasse um horário após as 22h na programação do canal, o que diminuiu ainda mais o público. Agora rebatizado de “Ilha da Tentação” pela Amazon Prime Video, o reality ainda não tem previsão de estreia no streaming.
Assassinos da Lua das Flores: Filme de Scorsese e DiCaprio ganha trailer completo
A Paramount divulgou o trailer completo de “Assassinos da Lua das Flores” (Killers of the Flower Moon), o novo filme dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Leonardo DiCaprio (ambos de “O Lobo de Wall Street”). O filme será lançado nos cinemas em outubro, antes de chegar ao streaming da Apple TV+. A prévia destaca o apuro visual da produção, além de enfatizar o papel dos protagonistas, com DiCaprio dividido entre sua esposa indígena, interpretada por Lily Gladstone (“Billions”), e a lealdade à família, representada pelo ganancioso personagem de Robert De Niro (“Os Infiltrados”). O ponto de discórdia é uma série de assassinatos, que chamam a atenção do FBI. O filme é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca assassinatos cometidos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma, e seu roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Assassinos da Lua das Flores” é a sexta parceria entre o diretor e DiCaprio, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). Mas é a primeira vez que DiCaprio contracena com De Niro num filme do diretor – que tem os dois atores como maiores parceiros de sua carreira. Além da dupla famosa, também participam da produção Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), Brendan Fraser (“A Baleia”), John Lithgow (“The Crown”), Tantoo Cardinal (“Stumptown”), Pat Healy (“Station 19”), Louis Cancelmi (“Billions”), Gary Basaraba (“Suburbicon”), Tatanka Means (“The Son”), Scott Shepherd (“X-Men: Fênix Negra”), Cara Jade Myers (“Rutherford Falls”) e os músicos Sturgill Simpson (“A Caçada”) e Jason Isbell (“Squidbillies”). A estreia está marcada para 19 de outubro nos cinemas brasileiros, duas semanas depois do lançamento nos EUA.
Sex Education: Otis passa vergonha no teaser da 4ª e última temporada
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Sex Education” e confirmou nesta quarta-feira (5/7) que os novos episódios serão os últimos da série. Na prévia, o já não tão tímido Otis (Asa Butterfield) se atrapalha com as palavras ao dar uma palestra sobre sexo para seus respectivos colegas. “Pensar em sexo é algo natural para mim, porque aprendi tudo o que sei sobre sexo com a minha mãe”, diz para uma plateia cheia estudantes e causando espanto em todos. “Pelo amor de deus só diga que você é um terapeuta sexual!”, grita Eric (Ncuti Gatwa). O vídeo ainda oferece um vislumbre dos conflitos emocionais que estão por vir na próxima temporada. Apesar do anúncio do encerramento da série entristecer os fãs, o ponto final já era esperado, considerando que vários membros do elenco já haviam declarado que não retornariam para uma possível 5ª temporada. Baixa no elenco Em fevereiro, a interprete de Maeve, Emma Mackey, disse à RadioTimes que havia “dito adeus a Maeve” após revelar anteriormente que sua personagem não seria tão relevante na 4ª temporada. Vale mencionar que as personagens Ola (Patricia Allison), Olivia (Simone Ashely), Lily (Tanya Reynolds) e a professora Emily Sands (Rakhee Thakkar) não retornam nos novos episódios. O ator Ncuti Gatwa, que interpreta o espontâneo Eric, também declarou que a 4ª temporada seria a última para ele. “Último dia. Última vez. Tchau, meu querido, obrigado por todas as lições e toda a força”, escreveu no Instagram em fevereiro. No ano passado, ele foi anunciado como 15º Doutor da série britânica “Doctor Who”. Em meio às mudanças e clima de despedida, a criadora, roteirista e produtora executiva de “Sex Education”, Laurie Nunn, segue à frente da série no novo ano. Ainda sem uma sinopse oficial, os episódios inéditos prometem encerrar a trajetória dos estudantes da Moordale em uma nova escola. Do elenco original, retornam Asa Butterfield, Gillian Anderson, Ncuti Gatwa, Aimee-Lou Wood, Emma Mackey, Connor Swindells, Kedar Williams-Stirling, Mimi Keene, George Robinson, Chinenye Ezeudu, Dua Saleh, Alistair Petrie, Samantha Spiro, Jim Howick, Rakhee Thakrar e Daniel Ings. A série também recebe novos rostos como o ator Dan Levy (“Schitt’s Creek”). A 4ª e última temporada de “Sex Education” chega na Netflix no dia 21 de setembro.
3ª temporada de “The Witcher” lidera audiência da semana na Netflix
A primeira parte da 3ª temporada de “The Witcher” chegou com força na Netflix e alcançou o 1º lugar no ranking global do streaming. Com a estreia dos novos episódios – que marcam a despedida de Henry Cavill – a nova temporada alcançou 15,2 milhões de visualizações. O lançamento ainda impulsionou a 1ª temporada da série, que apareceu em 10º lugar da lista com mais 2,2 milhões de visualizações. Já o 2º lugar foi marcado pela 6ª temporada de “Black Mirror”, que liderava a audiência desde sua estreia em 15 de junho, após um hiatos de quatro anos. Os novos episódios tiveram 5,4 milhões de visualizações nesta semana. Foram seguidos pela 3ª temporada da série documental “Na Cola dos Assassinos”, com 4,1 milhões de visualizações na 3ª posição. A nova comédia dramática do streaming “Glamorous” apareceu em 4º lugar, com 3,5 milhões de visualizações, enquanto a 2ª temporada de “Nosso Planeta” encerrou o Top 5 com 2,9 milhões de visualizações, número empatado com a 4ª temporada de “Eu Nunca…” e a 1ª temporada de “Suits”, que aparecem em 6º e 7º lugar, respectivamente. Outro título inédito é a série documental “Músculos e Confusão: A História Por Trás de American Gladiators”, que marcou o 8º lugar com 2,8 milhões de visualizações, enquanto a 4ª temporada de “Titans” apareceu em 9º com 2,2 milhões. “Resgate 2” segue líder nos filmes Na sessão dos filmes, o thriller de ação “Resgate 2” continua como favorito do público do streaming. O longa estrelado por Chris Hemsworth conquistou mais 17,5 milhões de visualizações. No total, o filme já acumula 102,5 milhões de views, o que não está muito longe de “A Mãe”, estrelado por Jennifer Lopez – que virou o 10º filme mais visto do streaming com 128,7 milhões. O sucesso estrondoso da sequência também chamou a atenção para o longa original, que se manteve na lista pela terceira semana, desta vez em 4º lugar, com 6 milhões de visualizações. Já o 2º lugar fica com a nova comédia romântica do streaming “A Descoberta Perfeita”, com 11 milhões de visualizações, e o 3º lugar é do terror “Run Rabbit Run”, com 8,4 milhões. Em seguida, aparece o documentário “O Mistério de Maya”, com 4,6 milhões, que fica acima da animação “Patrulha Canina: O Filme”, com 4,5 milhões. O thriller “O Atirador – O Fim de um Assassino” aparece em 7º lugar com 3,4 milhões de visualizações e logo abaixo está o documentário de James Cameron “Fantasmas do Abismo”. A produção que investiga os escombros do Titanic marcou 3,3 milhões de visualizações, voltando a chamar atenção após o acidente fatal do submersível Titan. Por fim, o ranking de filmes globais se encerra com a animação inédita “Nimona”, com 3,2 milhões de visualizações e com a volta de “Matilda: O Musical” na lista, marcando 2,4 milhões de visualizações. Confira abaixo os trailers das séries em inglês mais vistas da semana na Netflix. 1 | THE WITCHER 3 | NETFLIX 2 | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX 3 | NA COLA DOS ASSASSINOS | NETFLIX 4 | GLAMOROUS | NETFLIX 5 | NOSSO PLANETA 2 | NETFLIX
“The Idol” é classificada como “pior série o ano” por críticos dos EUA e Reino Unido
A polêmica série “The Idol” liberou seu último episódio neste último domingo (2/7) na HBO Max, tendo um final prematuro. Originalmente, a atração teria um total de seis episódios, mas a trama foi encerrada no quinto capítulo, o que alimentou os boatos de que a série não terá uma 2ª temporada. Nos últimos meses, a produção acumulou comentários negativos do público e da crítica. E com o episódio final não foi diferente. Criada por Sam Levinson (“Euphoria”), The Weeknd e Reza Fahim, a série é estrelada pelo cantor como o misterioso Tedros e por Lily Rose Depp como uma cantora chamada Jocelyn. Após um colapso nervoso, Jocelyn interrompeu sua última turnê e começou a se envolver com Tedros, que promete levá-la a novas alturas gloriosas, enquanto explora as profundezas mais escuras de sua alma. De acordo com o cantor, a trama foi baseada em diversos acontecimentos da sua vida e experiências que observou na indústria artística. Com uma proposta inicial de fazer um retrato sombrio da indústria, a série exagera em clichês, tramas fracas, conteúdo sexual e nudez. Apesar do tratamento artístico, os cinco episódios foram considerados um pior que o outro, o que valeu à produção o título de “pior série do ano”. Uma bomba histórica O jornal inglês The Guardian não poupou as palavras e classificou a série como “um dos piores programas já feitos”. De acordo com a crítica Leila Latif, a atração era “um evento televisivo dolorosamente tedioso” que teve “o final mais fraco” possível. Entediante e sem sentido, a série “sentiu a necessidade de fazer um ponto sobre como o feminismo e o movimento #MeToo atrapalham a diversão”. Em relação à performance dos atores, esse aspecto passou longe de conquistar pela falta de carisma, com a personagem de Depp consistindo em “nada além de apatia, olhar vago e fumo em série”, enquanto a atuação de The Weeknd deveria ser julgada em um tribunal penal. “Estávamos preparados para ficar chocados. Estávamos preparados para ficar horrorizados. Mas nada pode prepará-lo para ficar tão incrivelmente entediado”. Segundo a crítica, a HBO “gastou milhões e milhões de dólares para entregar mulheres se contorcendo alegremente, sendo sexualizadas e encontrando paz ao admitir o quanto elas são ruins”. Seguindo a mesma linha, o jornal britânico Telegraph considerou “The Idol” como “certamente o pior programa de TV do ano”. Na crítica de Ed Power, a série foi chamada de “extremamente ruim e sexista”, conseguindo “manter uma consistente mediocridade ao longo [dos episódios]”. A crítica ainda apontou que a HBO decaiu no seu padrão de qualidade e que finalmente “lançou uma bomba histórica”. “Confirmou que não era apenas o pior programa de TV do ano, mas um possível fracasso histórico”, disse o crítico sobre o episódio final. “Foi o Lado Sombrio da Lua da televisão terrível – tão embaraçoso que é difícil imaginar como saiu do papel, quanto mais como chegou às nossas telas”. A série não era tudo isso Apesar da série não agregar quase nenhuma opinião positiva, alguns veículos não foram tão extremistas nas críticas. De acordo com Chris Vognar, da Rolling Stone, a HBO “já teve contratempos piores” no passado. Por outro lado, ele lamentou o “acúmulo atonal de motivações vagas dos personagens, becos sem saída narrativos e cenas de sexo incrivelmente desinteressantes” da atração. “Não foi um estrondo nem um murmúrio”, escreveu sobre o final. “Foi só menos ruim que o que o precedeu. Isso pode ser interpretado como uma crítica com elogio fraco ou visto como uma pequena vitória de alguma forma”. Já para Alison Herman, da Variety, a série não era “tão ofensiva quanto seus detratores afirmavam nem tão ‘revolucionária’ quanto o co-criador Sam Levinson acreditava”. “Como tantas obras de arte que buscam provocação aberta demais, o drama de cinco episódios da HBO se atrapalhou, passando clichês redutivos como transgressões radicais”, ponderou. Narrativa incoerente Quando anunciada, a atração prometia ser uma das produções mais aclamadas do ano, o que deixou o público e a crítica bastante desapontados. Segundo Lovia Gyarkye, do Hollywood Reporter, a série terminou “com um final tão desorientador que a previsão de Levinson de que sua última criação seria ‘o maior programa do verão’ agora parece ridícula”. “Os problemas de ‘The Idol’ não se limitam à sua nudez gratuita ou erotismo juvenil. O programa é assombrado por uma trama rasa e uma narrativa incoerente”, pontuou. “As histórias são levantadas e descartadas de forma descuidada, com seus restos assombrando os espectadores atentos”. A crítica ainda ressaltou que o péssimo desenvolvimento dos personagens, atuações fracas e ritmo fora de tom deixaram o programa pior. “E ainda assim, a temporada contém alguns momentos inspirados – vislumbres do que ‘The Idol’ poderia ter sido”, finalizou. Ponderando a capacidade desperdiçada da série, a crítica de Laura Martin, da BBC, apontou que sempre houve uma “confusão sobre o que exatamente ‘The Idol’ deveria ser”. Para ela, “qualquer aspecto positivo foi perdido na caótica discussão em torno do programa.” “Parecia ser muitos programas se passando por um”, escreveu. “O programa vacilava de forma estranha, nunca se comprometendo completamente com o que queria entregar”. “Enquanto isso, o aparente foco em ser vanguardista – ou ‘doente e distorcido’, como os primeiros trailers alegavam que as mentes de Levinson e Tesfaye eram – teve um custo”, apontou. “O diálogo era terrível, a trama não se movia até o penúltimo episódio – e mesmo assim era uma confusão – e não houve praticamente nenhuma progressão de personagem”. Todos os episódios de “The Idol” estão disponíveis na HBO Max.
As 10 melhores séries lançadas em junho
Com tantos lançamentos de séries em streaming, é muito fácil deixar passar títulos que não ganham tanta promoção. Por isso, toda virada de mês a gente faz um Top 10 para destacar os sucessos e as descobertas do período. Confira abaixo para ver se está em dia com as melhores séries lançadas em junho. | OS OUTROS | GLOBOPLAY O novo drama brasileiro aborda de forma contundente a escalada do ódio e intolerância entre vizinhos de um condomínio. Protagonizada por Adriana Esteves (“Medida Provisória”), Thomás Aquino (“Bacurau”), Maeve Jinkings (“Aquarius”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Eduardo Sterblitch (“Os Parças”) e Drica Moraes (“Sob Pressão”), a série apresenta a história de duas famílias que entram em conflito após uma briga entre seus filhos adolescentes. A história escrita por Lucas Paraizo, responsável também pelos roteiros de “Sob Pressão”, gira em torno de Cibele (Adriana Esteves), uma mãe superprotetora, e Amâncio (Thomas Aquino), um pai zeloso, cujo filho Marcinho (Antonio Haddad) é espancado por Rogério (Paulo Mendes), o filho de outro morador do condomínio, Wando (Milhem Cortaz). O enredo evolui de maneira surpreendentemente realista, transformando o espectador em um morador do condomínio Barra Diamond, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto as tensões se intensificam entre as duas famílias. A construção dessas tensões é tão crua e imersiva que a série se torna um espelho da sociedade, obrigando o espectador a se questionar: “Como eu agiria nessa situação?” Por trás das portas do condomínio, há ainda vários outros dramas se desenrolando, incluindo situações com a síndica Dona Lúcia (Drica Moraes), o porteiro Elvis (Rodrigo Garcia) e o vizinho Sérgio (Eduardo Sterblitch), um ex-policial. Essas histórias se cruzam a medida que o conflito central se desenrola e toma proporções absurdas, alimentando uma crescente sensação de tragédia iminente. Além de superenvolvente, a série também é um convite à reflexão. | JACK RYAN 4 | AMAZON PRIME VIDEO A série de ação estrelada por John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) chega ao fim com uma última aventura do personagem criado pelo escritor Tom Clancy. Na história, Jack Ryan é encarregado de desenterrar a corrupção da CIA como novo vice-diretor interino da agência. E ao fazê-lo, descobre uma série de operações suspeitas que expõem a convergência de um cartel de drogas com uma organização terrorista. A temporada volta a contar com o elenco de apoio tradicional, que inclui Wendell Pierce (“The Wire”), Michael Kelly (“House of Cards”), Betty Gabriel (“Corra!”) e Abbie Cornish (“Segredo Entre Amigas”), mas também traz novos rostos, principalmente Michael Peña (“Homem-Formiga”) como um aliado pouco usual de Ryan no submundo sul-americano das drogas. O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e a realização dos seis episódios finais é comandada por Vaun Wilmott (criador de “Dominion”). | JOE PICKETT | PARAMOUNT+ O neo-western contemporâneo é baseado na obra literária de C.J. Box, que também inspirou a série “Big Sky”. A trama policial rural se passa em Wyoming, nos EUA, e acompanha um guarda florestal – vivido de forma convincente por Michael Dorman (“Patriota”) – que se encontra no meio de uma série de homicídios. Na trama, Joe Pickett, um homem modesto e de princípios inabaláveis, se muda com sua esposa Marybeth (Julianna Guill, de “The Resident”) e suas duas filhas para a pequena cidade de Saddlestring. Ao começar seu novo trabalho como guarda florestal, ele imediatamente enfrenta a resistência da comunidade quando multa o governador por pescar sem licença. O clima piora quando um caçador local aparece morto em sua propriedade, levando Joe e Marybeth a um emaranhado de mistérios e perigos. | SWIMMING WITH SHARKS | AMAZON PRIME VIDEO Kiernan Shipka, que protagonizou “O Mundo Sombrio de Sabrina”, volta às séries nessa atração baseada no filme “O Preço da Ambição” (Swimming with Sharks). Com seis episódios, a minissérie é uma versão feminina do longa de 1995, em que Frank Whaley vivia um jovem e ingênuo assistente de estúdio de Hollywood, que virava o jogo contra seu chefe produtor incrivelmente abusivo, interpretado por Kevin Spacey. Na nova versão, Shipka interpreta uma estagiária da Fountain Pictures, que parece uma ingênua recém-chegada a Hollywood, impressionada com a notória CEO do estúdio. Mas, na verdade, ela fez uma extensa pesquisa sobre sua chefe e não foi por acidente que conseguiu o estágio. À medida que sua obsessão cresce, ela demonstra ser capaz de tudo para se aproximar da produtora poderosa. O papel da chefe do estúdio é vivido pela alemã Diane Kruger (“As Agentes 355”) e o bom elenco também inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Thomas Dekker (“O Círculo Secreto”), Finn Jones (“Punho de Ferro”), Erica Alexander (“Raio Negro/Black Lightning”), Ross Butler (“Shazam!”) e Gerardo Celasco (“Next”). | SOU DE VIRGEM | AMAZON PRIME VIDEO A comédia surreal traz Jharrel Jerome (premiado com o Emmy por “Olhos que Condenam”) como Cootie, um adolescente negro gigante de 4 metros. A série acompanha suas experiências enquanto ele lida com restrições físicas, busca amizade e amor, e enfrenta os desafios de crescer em uma sociedade marcada pelo preconceito e pelo impacto da cultura comercial. Embora seja uma comédia, a atração criada pelo cineasta Boots Riley (“Desculpe te Incomodar”) é apresentada como parábola com questões profundas sobre identidade, justiça e sobrevivência em um mundo que nem sempre é acolhedor para pessoas negras que queiram fazer coisas grandes na vida. Aplaudida pela crítica dos EUA, tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. | EU NUNCA… 4 | NETFLIX Criada por Mindy Kaling e Lang Fisher (ambos de “Projeto Mindy”), a série é uma comédia de amadurecimento que acompanha a adolescente indiana-americana Devi (Maitreyi Ramakrishnan). A jovem é uma estudante superdotada do Ensino Médio que frequentemente encara algumas situações complicadas, muitas delas envolvendo suas paixões, como Paxton Hall-Yoshida (Darren Barnet) e Ben Gross (Jaren Lewison), e conflitos com sua família imigrante. Na 4ª e última temporada, Devi vai se formar, perder a virgindade e desenvolver uma nova paixão: Ethan, personagem de Michael Cimino (“Love, Victor”), que chega logo após a saída de Paxton para a faculdade. A expectativa para o final é descobrir com quem ela decide ficar. Além disso, a derradeira leva de episódios traz um casamento surpresa. | STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS 2 | PARAMOUNT+ A série que serve de prólogo para a franquia “Star Trek” retorna com novas aventuras espaciais e muitas curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks” – via versões live-action dos personagens da animação, interpretados por seus dubladores originais. A atração acompanha as viagens especais do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. E se originou como um spin-off, após o trio ter grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Só que os personagens são muito mais antigos que qualquer série da franquia. Eles protagonizavam o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). | INVASÃO SECRETA | DISNEY+ Mais lenta que os fanboys podiam esperar, e sem os famosos super-heróis do estúdio, a nova série da Marvel chega em clima de thriller de espionagem ao streaming. A trama dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e Maria Hill (Cobie Smulders), e logo no primeiro episódio vê um importante aliado morrer em seus braços. Essa surpresa dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner). | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX Após um hiato de quatro anos, a série antológica de sci-fi está de volta. E desta vez nem a Netflix escapa de sua abordagem ácida – no melhor episódio, uma mulher comum descobre que uma plataforma de streaming lançou um drama baseado em sua vida, estrelado pela famosa atriz Salma Hayek Pinault (“Casa Gucci”). Criada e co-dirigida por Charlie Brooker, “Black Mirror” estreou em dezembro de 2011 no Channel 4 do Reino Unido e foi adquirida pela Netflix a partir da 3ª temporada em 2016. Ao virar exclusiva do streaming, a série venceu oito Emmys, incluindo o prêmio de Melhor Filme para TV pelos episódios “San Junipero” (2017), “USS Callister” (2018) e “Bandersnatch” (2019). Em seu sexto ano, a série se reinventa ao trocar o futuro pelo passado. Três dos cinco episódios são ambientados em décadas anteriores, enquanto um quarto se desenrola no presente, mas se concentra principalmente em eventos antigos. Tem ansiedade diante da ascensão da IA (inteligência artificial), mas também personagens obcecados por fitas VHS. E, para completar, o último capítulo nem é sci-fi, mas um terror sobrenatural com direito até à aparição de um demônio. Repleto de famosos, o elenco da 6ª temporada conta com Annie Murphy (“Schitt’s Creek”),...
Live-action de “One Piece” terá opção de dublagem com vozes do anime original japonês
A aguardada adaptação em live-action de “One Piece” para a Netflix trará um toque nostálgico e familiar para os fãs do anime: as vozes originais do desenho poderão ser ouvidas, reprisando seus papéis, na opção de dublagem em japonês. A novidade foi anunciada durante o Anime Expo 2023 em Los Angeles, onde os fãs assistiram a um vídeo de Mayumi Tanaka, a voz original de Monkey D. Luffy, dando as boas-vindas a Iñaki Godoy no papel do líder dos Chapéus de Palha. Tanaka expressou seu entusiasmo em retomar seu papel, dizendo: “Estou dublando Luffy há mais de 23 anos e acredito que todos tenham um pouquinho de Luffy em seus corações. Iñaki, que interpreta Luffy nesta série live-action, é tão divertido e alegre que realmente faz um Luffy perfeito! Estou muito feliz em poder dublar Luffy nesta adaptação também”. Além de Tanaka, o elenco completo de dubladores originais japoneses inclui Kazuya Nakai como Roronoa Zoro, Akemi Okamura como Nami, Kappei Yamaguchi como Usopp e Hiroaki Hirata como Sanji. Baseada no mangá de Eiichiro Oda, “One Piece” segue a história de Monkey D. Luffy, um jovem aventureiro que sempre sonhou com uma vida de liberdade e se envolve na caça de um tesouro lendário de piratas. Quando estava para ser executado, o Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Luffy parte de sua pequena vila em uma jornada perigosa para encontrar o tesouro One Piece e se tornar o novo Rei dos Piratas. Mas, para encontrar o prêmio supremo, precisa reunir a tripulação que sempre desejou (os Chapéus de Palha) antes de encontrar um navio para navegar, vasculhando cada canto dos vastos mares, superar outros Marinheiros e enganar rivais perigosos a cada milha navegada. O sucesso dos quadrinhos, publicados desde 1997 no Japão, só não é maior que seu desenho animado, produzido até hoje, com mais de 900 episódios. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco da adaptação também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Desenvolvida pelos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”) e Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”), a série estreia em 31 de agosto. TAGS:











