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  • Etc,  Filme

    David Prowse (1935 – 2020)

    29 de novembro de 2020 /

    O ator e fisiculturista David Prowse, que interpretou o personagem Darth Vader na primeira trilogia de “Star Wars”, morreu no sábado (28/11) aos 85 anos, de causa não divulgada. Prowse se destacou como fisiculturista nos anos 1970 e foi seu porte físico imponente que levou o diretor George Lucas a escalá-lo para seu filme. Curiosamente, o cineasta tinha pensado nele para o papel de Chewbacca, mas logo mudou de ideia, levando-o a viver o grande vilão da franquia. Por ter um sotaque britânico muito forte, Prowse foi dublado pelo ator James Earl Jones no papel. Foi uma grande frustração para Prowse ter sua voz apagada no filme, porque seu papel mais famoso até então, Julian, em “Laranja Mecânica” (1971), praticamente não falava em cena. Ao longo da carreira, ele se especializou em viver monstros. Prowse estreou no cinema na comédia “Cassino Royale” (1967), uma paródia dos filmes de James Bond, em que viveu a criatura de Frankenstein, personagem que voltou a viver em “Frankenstein e o Monstro do Inferno” (1974). Ainda foi o Homem Forte em “O Circo dos Vampiros” (1972), um minotauro na série “Doctor Who”, um androide num arco de “Os Seres do Amanhã” (The Tomorrow People), um alienígena feito de nuvens num episódio de “Espaço: 1999” (Space: 1999) e um carrasco em “Criaturas que o Tempo Esqueceu”(1977). Mas também viveu um super-herói numa campanha de trânsito do Reino Unido, o Green Cross Code Man. Quando o primeiro “Star Wars”, então conhecido como “Guerra nas Estrelas”, chegou aos cinemas em 1977, muitos acreditavam que James Earl Jones era quem vivia o vilão, para aumentar a frustração de Prowse. Mas o sucesso da produção foi tamanha, que todos os detalhes de seus bastidores acabaram esmiuçados pelos fãs, dando enfim o reconhecimento que ele sempre buscou. Ele acabou se consagrando como o intérprete de Darth Vader, um dos vilões mais famosos da história do cinema. Prowse voltou a representar a encarnação do lado negro da Força em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Mas continuou ligado ao personagem anos após a trilogia original. Pode-se dizer que ele continuou sendo Vader pelo resto de sua vida, participando de convenções e até mesmo de um filme de fãs, “Saving Star Wars” (2004). Mesmo assim, segundo rumores, teria rompido com a saga em 2010, quando se desentendeu com o diretor George Lucas. Mark Hamill, que deu vida a Luke Skywalker na primeira trilogia de Star Wars, prestou homenagens a Prowse com uma publicação no Twitter. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, também deixou sua mensagem no Twitter. “A figura icônica de David dominou o filme em 1977 e vem dominando desde então. E seguirá fazendo isso”, escreveu.

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  • Série

    The Mandalorian: Ahsoka Tano ganha carne e osso e revela segredo do Baby Yoda

    27 de novembro de 2020 /

    O episódio 13 de “The Mandalorian” trouxe um dos momentos mais esperados pelos fãs de “Star Wars”: a estreia da versão live-action (de carne e osso) de Ahsoka Tano, heroína da série animada “The Clone Wars”. A aparição da personagem era aguardada desde que Rosario Dawson foi contratada para viver um papel misterioso na série. Todo mundo sabia qual seria. Também era grande a possibilidade de Ahsoka aparecer nesta sexta (27/11), após ter sido citada nominalmente por Bo-Katan (Katee Sackhoff), que enviou o mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) ao seu encontro. Ela saberia dizer mais sobre o passado misterioso do Baby Yoda. De fato, o capítulo intitulado “Chapter 13: The Jedi” registrou a materialização de Rosario Dawson no papel de Ahsoka Tano, que contou muitos detalhes sobre a origem do pequeno personagem que virou o brinquedo mais comercializado da Disney neste ano. Para começar, o mandaloriano descobriu que a Criança se chama Grogu e que foi treinada no Templo Jedi de Coruscant por muitos mestres. E que alguém a salvou da Grande Purgação, quando Anakin/Darth Vader massacrou Jedis e aprendizes. A parti daí, Grogu teve que se distanciar da Força para sobreviver e suas memórias se tornam obscuras, cheias de medo e solidão. Ahsoka também revela a Din Djarin que conheceu um outro ser como o Baby: o grande mestre Yoda. E as conexões com a saga original de “Star Wars” devem se ampliar ainda mais na continuação dessa jornada de descoberta, já que o próximo destino do mandaloriano é o planeta Thyton, onde existe um templo com forte conexão com a Força. Ao chegar lá, Grogu poderá fazer sua escolha e, caso se conecte com a Força, outro Jedi poderá sentir sua presença e vir a seu encontro. E caso aceite treiná-lo – Ahsoka recusou – , cumprirá o objetivo da missão de Djarin. Se a aparição de Bo-Katan já tinha animado os fãs, o novo episódio disparou os comentários nas redes sociais, levando muitos a reverem “Star Wars, Episódio III: A Vingança dos Sith” (2005), que tem eventos citados na trama. Não é à toa que “The Mandalorian” está sendo considerado a melhor atração do Disney+ (Disney Plus). Detalhe: o episódio foi escrito e dirigido por Dave Filoni, criador de Ahsoka Tano e coprodutor de “The Mandalorian” – ao lado do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro”, “Rei Leão”), que desenvolveu a nova atração. Veja abaixo alguns dos muitos comentários de aprovação da estreia live-action de Ahsoka Tano. CW// #TheMandalorian Say what you want.. this is arguably one of the coolest shots in the entire series 🤯 pic.twitter.com/XrEARrYT45 — kayla grace ✨ (@jaimeofoldstone) November 27, 2020 This is really happening…. Live. Action. Ahsoka Tano.#TheMandalorian pic.twitter.com/itnlDO0cnr — tyler (@grogu_sw) November 27, 2020 Some more of my favorite scenes from #TheMandalorian's new episode. #AhsokaTano was done justice. Rosario Dawson and Dave Filoni thank you so much! <3 Pretty sure this won't be the last time we see her ether. pic.twitter.com/mY4q3heQU0 — Crashfennec 衛星の耳 (@Crashfennec) November 27, 2020 Is so cool to see her in #TheMandalorian I love #asokatano ❤️😍 pic.twitter.com/hN2lDUoy66 — VictorG.ZP (@VictorG2602) November 27, 2020 Din, Ashoka and Grogu are the family we deserved #TheMandalorian pic.twitter.com/nh2IyJTCoY — Broke Magic Player (@is_that_dude) November 27, 2020 Ever so slightly, completely in love with live-action Ahsoka. #TheMandalorian pic.twitter.com/i2XJqdNMOK — Lewis Jones (@DefinitelyLewis) November 27, 2020 We absolutely loved @rosariodawson on this weeks episode of #TheMandalorian What'd y'all think ?! pic.twitter.com/HtnQ7Q4uKv — The Geek Press (@DaGeekPress) November 27, 2020 #TheMandalorian was AMAZING this week! Jedi, Clone Wars and Rebels lore all intertwining in an episode that had Original Trilogy vibes! So excited for where it’s going! pic.twitter.com/1Iho3y2KYO — Danny Stewart (@theOG_DANIMAL) November 27, 2020 Rewatched Revenge of the Sith this morning. I can’t believe I missed that before. #TheMandalorian pic.twitter.com/1jwrNQYBBw — And I am Iron Man (@hitmanhoupt) November 27, 2020

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  • Série

    Séries online: The Mandalorian é o grande destaque para maratonar na semana

    20 de novembro de 2020 /

    A chegada da Disney+ (Disney Plus) finalmente traz ao Brasil a primeira série live-action do universo “Star Wars”, que se tornou uma das mais premiadas do ano e também uma fonte ilimitada de memes. De fato, até quem não sabe o que é Disney+ (Disney Plus) já viu imagens do “Baby Yoda”, apelido dado a um personagem central de “The Mandalorian”, que consegue ser mais fofo que todos os ewoks e porg juntos, culminando décadas de evolução do lado comercial da Força. Mas “The Mandalorian” é mais que uma fábrica de memes e Yodas de pelúcia. É também uma série revolucionária para a indústria do entretenimento. Para começar, a Industrial Light & Magic, empresa de tecnologia visual da Lucasfilm, simplesmente eliminou o uso de tela azul em seu set de gravação. Herança da era do chroma key, a tela azul é usada nos estúdios para servir de pano de fundo para projeção de efeitos na pós-produção. Graças a esta técnica, nos lugares onde os atores contracenam com o vazio, o público posteriormente encontra cidades futuristas ou monstros terríveis. O set de “The Mandalorian” tornou esta técnica ultrapassada, ao incluir uma parede de vídeo gigante de LED semicircular, que projeta as cidades futuristas e os monstros terríveis em tempo real diante dos atores, que assim sabem exatamente onde estão e o que enfrentam. Desta forma, os efeitos acontecem desde a pré-produção. E o realismo obtido por essa técnica, que combina os fundos digitais com acessórios físicos do cenário, é tão impressionante que cenas feitas em estúdio parecem realmente acontecer em grandes espaços abertos de outros planetas. Esta inovação terá impacto profundo em Hollywood nos próximos anos, porque também gera economia em cenografia e locações. E já foi reconhecida pela Academia de Televisão com o Emmy de Melhores Efeitos Visuais deste ano, um dos 7 prêmios Emmy que a série conquistou. Outro motivo de os episódios de “The Mandalorian” parecerem filmes são os nomes por trás das câmeras. A série foi criada por Jon Favreau, diretor dos blockbusters “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino Lobo” e “O Rei Leão”, e os capítulos são comandados por uma seleção de cineastas famosos, entre eles Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Peyton Reed (“Homem-Formiga”), Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Sam Hargrave (“Resgate”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World” e filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”) e Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”). Filoni também assina os roteiros, o que tem servido, especialmente na 2ª temporada, para integrar a trama na saga “The Clone Wars”, com a materialização live-action de personagens icônicos como Bo-Katan, interpretada por sua dubladora original, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), e Ahsoka Tano, que nos próximos capítulos será encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a série explora a pouco conhecida mitologia dos mandalorianos no universo “Star Wars”. Mas se a 1ª temporada apresenta os dogmas que norteiam o personagem-título, vivido (na verdade, dublado) por Pedro Pascal (“Narcos”), a 2ª vira suas crenças do avesso ao apresentar um quadro mais amplo e complexo de facções, com a introdução da mandaloriana Bo-Katan e seus aliados – cuja missão merece seu próprio spin-off ou pelo menos um filme completo. E este é outro detalhe interessante da série. Como o protagonista é um errante solitário, cruzando planetas como Clint Eastwood adentrava cidadezinhas em westerns dos anos 1960, “The Mandalorian” permite encontros com uma profusão de personagens que parecem ter muitas outras histórias para viver. E alguns vivem, como a rebelde Clara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”) e o gerenciador de caçadores de recompensa Greef Karga (Carl Weathers, de “Rocky”), presentes em diversos episódios da produção. Eis porque “The Mandalorian” não é só o “Baby Yoda”. É o melhor western espacial já feito – incluindo nesta lista o sensacional filme “Outland: Comando Titânio” (1981), com o “xerife” Sean Connery – , uma das melhores criações do universo “Star Wars” e nada menos que 8 filmes excelentes por temporada. A Disney+ (Disney Plus) também traz outras opções originais em seu lançamento, inclusive a inédita temporada final de “Star Wars: The Clone Wars”. A lista tem até uma nova série animada do Mickey Mouse, o antigo garoto-propaganda da empresa, que foi suplantado por Baby Yoda na era Disney do streaming. Além dos títulos da nova plataforma, a semana ainda destaca o lançamento em streaming de duas séries completas pela Globoplay, a adulta “UnReal”, sobre os bastidores de um reality show fictício, cujo humor ácido, cínico e cruel é capaz de fazer o público nunca mais olhar da mesma forma as produções do gênero, e a sci-fi juvenil “Garotos de Lugar Nenhum” (Nowhere Boys), produção australiana que pode consolar os órfãos de “The Society” e outras séries canceladas sem cerimônia pela Netflix. Veja abaixo os trailers destes e de outros títulos que completam o Top 10 das séries online da semana. The Mandalorian | EUA | 2 Temporadas Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Star Wars: The Clone Wars | EUA | 7ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Garfinho Pergunta | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) High School Musical: A Série: O Musical | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais His Dark Materials | EUA | 2ª Temporada Disponível na HBO Go em episódios semanais No Man’s Land | EUA | 1ª Temporada Disponível na Starzplay em episódios semanais O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada Disponível na Netflix UnReal – Nos Bastidores de um Reality | EUA | 4 Temporadas Disponível na Globoplay Garotos de Lugar Nenhum | Austrália | 4 Temporadas Disponível na Globoplay

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  • Filme

    Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana

    20 de novembro de 2020 /

    A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) estreia no Brasil com atrações inéditas e catálogo poderoso

    17 de novembro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) estreia no Brasil nesta terça-feira (17), um ano após seu lançamento nos EUA superar todas as expectativas do mercado. O serviço de streaming oferece o catálogo de filmes e séries da Disney num único local, além de trazer produções inéditas e exclusivas, como a primeira série live-action de “Star Wars”, a excelente “The Mandalorian”, a filmagem do grande sucesso da Broadway “Hamilton”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e os vindouros lançamentos de “Mulan” e “Soul”, que trocaram os cinemas pelo streaming, devido à pandemia de coronavírus. O catálogo da plataforma, que recentemente atingiu mais de 73 milhões de assinantes globalmente, inclui ainda vários clássicos e blockbusters da Disney, Pixar, Marvel, Lucasfilm (Star Wars) e National Geographic. Mas pouca coisa da Fox, que produz material mais adulto e será disponibilizado em breve em uma plataforma-irmã. Nos EUA, as produções da Fox – e do canal pago FX – são lançadas na Hulu, mas a plataforma internacional adulta da Disney deve se chamar Star, nome de uma subsidiária indiana que já tem grande presença na Ásia e foi adquirida com a compra da Fox. Ainda não há previsão de estreia para esta segunda plataforma. Por enquanto, a Disney+ (Disney Plus) já tem programação mais que suficiente para entreter fãs de desenhos, super-heróis, aventuras espaciais, princesas e romances adolescentes. Além disso, o serviço tem planos concretos de investir em produções brasileiras, a exemplo do que outras plataformas de streaming já vem fazendo no país. “Nós vamos investir bastante em desenvolvimento de conteúdo local. Teremos artistas locais, produtores locais e diretores locais”, disse Juliana Oliveira, Head de Strategy & Business Development da Disney, durante apresentação do Disney+ (Disney Plus) à imprensa brasileira na semana passada. Ainda não há cronograma para os novos projetos brasileiros, mas os assinantes já poderão encontrar as séries nacionais do Disney Channel no novo endereço online, incluindo os sucessos “Bia”, “Juacas”, “Sou Luna” e “Violeta”. Vale apontar ainda que o serviço chega por aqui com alguns diferenciais em relação aos concorrentes. O principal é a funcionalidade de GroupWatch, que permite aos usuários assistirem juntos, e de forma sincronizada, a uma série ou um filme. Também é possível interagir e comentar com emojis, e cada assinante poderá criar até 7 perfis dentro da plataforma e assistir a até 4 telas simultâneas. Para completar, os pais tem acesso à criação de perfis kids para ativar o controle parental, definindo o que seus filhos podem assistir de acordo com suas idades.

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil

    12 de novembro de 2020 /

    A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.

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  • Série

    Globo vai exibir The Mandalorian na TV aberta

    7 de novembro de 2020 /

    A parceria entre Disney e Globo é maior que o acordo para oferecer um combo de assinaturas dos seus serviços de streaming, Disney+ (Disney Plus) e Globoplay. A emissora brasileira vai exibir na TV aberta “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars” e maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), horas antes do lançamento da plataforma americana no país. A informação consta do site do Ministério da Justiça, na lista de informações sobre classificação etária dos próximos programas da TV brasileira. Pelo menos um episódio será exibido no horário de filmes do Tela Quente, na segunda-feira, dia 16 de novembro. O Disney+ (Disney Plus) chega ao Brasil na terça, dia 17. No dia 17, o canal Fox (que agora é da Disney) também fará uma exibição especial da série, apresentando os dois primeiros episódios completos na TV paga. Vencedora de 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo o troféu de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento, a série acompanha um caçador de recompensas solitário, que decide trair seu empregador após receber a encomenda de resgatar um pacote. Ao descobrir que se trata de uma criança, que os fãs do mundo inteiro batizaram de Baby Yoda, o pistoleiro durão resolve protegê-la de ex-integrantes do Império que a cobiçam para seus próprios fins, o que lhe deixa com sua própria cabeça a prêmio. Por sorte, em meio a suas batalhas, ele também faz amigos. Criada pelo cineasta Jon Favreau, diretor de “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino-Lobo” e “O Rei Leão”, a série destaca Pedro Pascal (“Narcos”) como a voz do mandaloriano, que nunca tira seu capacete para revelar sua verdadeira aparência, e também destaca Gina Carano (“Deadpool”) como uma guerreira rebelde foragida e Carl Weathers (“Rocky”) como o chefe dos caçadores de recompensa, entre muitos outros astros. A 2ª temporada já começou a ser exibida nos Estados Unidos, mas só estreia no Brasil com a chegada da Disney+ (Disney Plus), em 17 de novembro. A pré-venda da Disney+ (Disney Plus) já começou, com preços promocionais e também no combo com a Globoplay. Pela oferta, os dois serviços custariam juntos R$ 37,90 por mês. A promoção está disponível pelo site globoplay.com/disneyplus.

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  • Filme

    Felicity Jones confirma ter contrato para voltar a viver Jyn Erso, de Rogue One

    1 de novembro de 2020 /

    Protagonista de “Rogue One – Uma História Star Wars”, a atriz inglesa Felicity Jones revelou que pode retornar em algum momento à franquia da Lucasfilm. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, a atriz confirmou que tem contrato para aparecer em pelo menos mais um filme, apesar do destino fatal de sua personagem, Jyn Erso, que se sacrificou ao lado de sua equipe para salvar a Aliança Rebelde. “Eu sempre digo que a reencarnação é totalmente possível no universo ‘Star Wars’”, brincou Jones, antes de assumir, seriamente, que acredita “que existem assuntos não encerrados para Jyn, com certeza”. Sobre uma possível trama para o futuro da personagem, a atriz pondera que vê com mais facilidade uma continuação que um prólogo. “Acho que seria fascinante vê-la envelhecer, se tornar mais sábia e lutar contra as forças sombrias, que aparentemente são várias”. Para justificar essa reviravolta, o próprio THR afirma que o destino de Jyn Erso não é “totalmente claro”, já que envolto numa explosão. De todo modo, o personagem que morreu a seu lado, Cassian Andor, vai ganhar uma série da plataforma Disney+ (Disney Plus), com Diego Luna repetindo o papel visto em “Rogue One”. Ainda sem título, esta série será um prólogo, passado antes da missão suicida. Em desenvolvimento desde 2018, a atração é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e será a segunda série do universo “Star Wars” na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que já conta com “The Mandalorian”. A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus.

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    The Mandalorian ganha novo trailer dublado para estreia no Brasil

    20 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “The Mandalorian”, em versões dublada e legendada. A prévia destaca a missão do mandaloriano (Pedro Pascal) para levar a Criança (Baby Yoda) até outros membros de sua raça, mostrando que ele alista os dois aliados que conquistou da 1ª temporada, Cara Dune (Gina Carano) e Greef Karga (Carl Weathers), para cumprir seu objetivo. O vídeo ainda mostra o protagonista usando seus jatos para voar e o retorno de Mythrol (Horatio Sanz), alien que apareceu no piloto da série. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Os próximos episódios produzidos pelo cineasta Jon Favreau (“Rei Leão”) vão trazer alguns personagens conhecidos do universo “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada em 30 de outubro nos EUA, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma Disney+ (Disney Plus) no país, marcada para 17 de novembro.

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    The Mandalorian ganha trailer dublado e legendado para estreia no Brasil

    15 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “The Mandalorian”, em versões dublada e legendada, para divulgar a chegada da série ao Brasil. A prévia parte do conflito final da temporada inaugural para revelar que o vilão Moff Gideon (Giancarlo Esposito) não desistiu da “criança” (o Baby Yoda) e vai perseguir o mandaloriano (Pedro Pascal) nos episódios inéditos, que os brasileiros poderão acompanhar junto do público americano, após maratonarem a 1ª temporada completa. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Além de trazer Pedro Pascal como o Mandaloriano principal e manter o vilão de Esposito e os aliados vividos por Gina Carano e Carl Weathers, os novos episódios produzidos pelo cineasta Jon Favreau (“Rei Leão”) vão trazer alguns personagens conhecidos do universo “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada em 30 de outubro nos EUA, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma Disney+ (Disney Plus) no país, marcada para 17 de novembro.

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    The Mandalorian: Novos pôsteres destacam os personagens da série

    12 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou novos pôsteres de “The Mandalorian”, que destacam os quatro personagens principais da 1ª temporada: o próprio Mandaloriano (Pedro Pascal), Cara Dune (Gina Carano), Greef Karga (Carl Weathers) e o fenômeno popular Baby Yoda, que oficialmente se chama a criança (the child). Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Além de trazer Pedro Pascal como o Mandaloriano principal e manter seus aliados vividos por Gina Carano e Carl Weathers, os novos episódios vão trazer alguns personagens conhecidos de “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada na Disney+ (Disney Plus) em 30 de outubro, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma no país, marcada para 17 de novembro.

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    Ewan McGregor diz que série de Obi-Wan Kenobi será gravada em março

    10 de outubro de 2020 /

    Ewan McGregor confirmou que logo voltará a viver Obi-Wan Kenobi mais uma vez. Durante uma aparição via videoconferência no programa “The Graham Norton Show”, da BBC, na sexta(9/10) à noite, o ator revelou que a série do personagem de “Star Wars” vai começar a ser gravada em março de 2021. “É a história de Obi-Wan Kenobi. Não serei eu sozinho, mas certamente vai ter muito de mim”, disse McGregor sobre a série, antes de contar: “Começaremos a filmar em março do ano que vem.” Embora a série tenha sido anunciada em agosto de 2019 e devesse ser produzida neste ano, o projeto acabou adiado quando o roteirista Hossein Amini (“Drive”) saiu da produção em janeiro passado. Amini acabou substituído por Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) em abril, e só então os roteiros definitivos começaram a ser escritos. Deborah Chow, que dirigiu episódios de “The Mandalorian”, vai comandar as gravações dos primeiros capítulos da nova série. Obi-Wan Kenobi é uma figura central na saga de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. Durante a entrevista, McGregor também expressou seu apreço por Alec Guinness, que morreu em 2000. “A coisa divertida de fazer isso em primeiro lugar, quando eu era muito mais jovem, foi tentar imaginar Alec Guinness, como ele interpretaria essas cenas como um cara mais jovem”, disse disse o ator. “Isso me levou a assistir a alguns de seus trabalhos mais antigos, que eu nunca tinha visto antes. Filmes brilhantes, filmes maravilhosos em que ele participou na juventude, e eu me diverti muito estudando-o nesses filmes. ” A série do personagem será lançada pela plataforma Disney+ (Disney Plus), mas ainda não tem título oficial nem previsão de lançamento.

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    Saiba quanto vai custar assinar Disney+ no Brasil

    25 de setembro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já definiu seu preço para lançamento no Brasil. O serviço de streaming da Disney custará R$ 29 por mês. É um valor bem próximo ao do pacote padrão da Netflix (R$ 32,90), mas bem maior que os dos demais concorrentes do setor. Com lançamento marcado para 17 de novembro, a Disney+ (Disney Plus) disputará espaço não apenas com a Netflix, mas também a Amazon Prime Vídeo (R$ 9,90 mensais), Apple TV+ (também R$ 9,90) e até a Globoplay (R$ 22,90). O que valoriza o serviço é seu catálogo, repleto de sucessos que marcaram a infância de várias gerações. Como o acordo de licenciamento da Disney com a Amazon Prime Video chega ao fim na próxima quarta (30/9), quem quiser ver os super-heróis da Marvel, os filmes de “Star Wars”, os live-actions de fábulas encantadas e os desenhos da Pixar terá apenas a alternativa da Disney+ (Disney Plus). Além do catálogo da Disney, que também inclui séries do Disney Channel, a plataforma também disponibiliza conteúdos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Entre as séries inéditas, o destaque é para “The Mandalorian”, situada no universo de Star Wars, que chega por aqui já com duas temporadas disponíveis e aclamada pela crítica com oito vitórias no Emmy 2020. Além da assinatura mensal, a Disney+ (Disney Plus) também oferece um pacote de acesso anual por R$ 290 – com um desconto de R$ 58. A venda do serviço começará a ser feita um mês antes da estreia oficial, em 17 de outubro. Confira abaixo o trailer oficial do novo serviço de streaming.

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