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    Filme de Venom será terror para maiores

    27 de março de 2017 /

    A Sony planeja seguir a deixa da Fox (“Deadpool”, “Logan”) e lançar o filme solo do vilão Venom nos EUA uma classificação R-Rated (para maiores). Segundo o site Collider, será uma produção de baixo orçamento, também refletindo “Deadpool”. Para completar, o site My Entertaiment World descreve o longa como sendo de terror. “Venom” tem roteiro de Dante Harper (“Alien: Covenant”) e servirá como ponto de partida para iniciar a construção do cantinho particular do universo Marvel na Sony. Além deste filme, o estúdio já encomendou um roteiro que juntaria as anti-heroínas Gata Negra e Sabre de Prata. Mesmo sem ter diretor definido, o lançamento de “Venom” foi marcado para outubro de 2018.

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    Novo filme vai revelar verdadeiro nome de Han Solo… Como assim?!

    24 de março de 2017 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, afirmou em uma palestra na Universidade do sul da Califórnia, realizada na quinta-feira (23/3), que Han Solo não se chama Han Solo. E que seu verdadeiro nome será revelado no filme, ainda sem título, que contará a história do personagem. Sobre o novo spin-off do universo “Star Wars”, Iger declarou: “Ele começa com Han Solo aos 18 anos e se desenrola até ele chegar aos 24. Alguns fatos significativos acontecem na vida do personagem neste período, como adquirir um certo veículo e encontrar um certo Wookiee. E o filme também revelará qual é seu nome verdadeiro.” Assim como “Rogue One”, o filme de Han Solo se passa antes do clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco conta com Alden Ehrenreich (“Ave César”) como o protagonista, além de Woody Harrelson (franquia “Jogos Vorazes”), Donald Glover (série “Atlanta”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) e Thandie Newton (série “Westworld”). Com direção de Phil Lord e Chris Miller (“Uma Aventura Lego”), a previsão de estreia é para maio de 2018.

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    Sony desenvolve spin-off do Homem-Aranha centrado em Sabre de Prata e Gata Negra

    22 de março de 2017 /

    A Sony parece mesmo disposta a extrair spin-offs do Homem-Aranha. Além do longa solo de Venom, que – sem ter sequer diretor – , ganhou uma estreia para o ano que vem, o estúdio considera lançar um filme que juntaria Sabre de Prata e a Gata Negra. Segundo o site da revista Variety, Chris Yost, roteirista de “Thor: Ragnarok”, foi contratado para escrever o projeto ainda sem título. O mais curioso é que ele vai trabalhar em cima de um roteiro anterior, de autoria de Lisa Joy (criadora da série “Westworld”). Isto é, a Sony vem trabalhando neste projeto há bastante tempo. Tudo indica que a semente deste filme surgiu num dos brainstorms malucos da época de “O Espetacular Homem-Aranha”, que consideraram filmes solos até para a Tia May. Além do filme dos vilões do Sexteto Sinistro, que nunca saiu do papel, havia planos para uma produção centrada nas personagens femininas dos quadrinhos do Aranha. O filme da dupla feminina de anti-heroínas parece ser uma evolução desta ideia. Criada em 1985, Sabre de Prata é uma mercenária que caça criminosos de guerra e ocasionalmente se alia ao Aranha. Ela nunca apareceu no cinema, assim como a ladra Gata Negra, a “Mulher-Gato do Aranha”, lançada em 1979 – embora Felícia Hardy, sua identidade secreta igualmente gata, tenha dado as caras em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, vivida pela atriz Felicity Jones. A Sony está buscando por diretores para este projeto e o filme de Venom. Entretanto, o filme da dupla feminina não tem previsão de estreia.

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    Disney já considera desenvolver spin-off de A Bela e a Fera

    22 de março de 2017 /

    O sucesso de “A Bela e a Fera” é tão grande que a Disney já pensa no que fazer para transformar o filme numa franquia. Em entrevista ao site Deadline, o presidente de produções da Disney, Sean Bailey, revelou que o estúdio está analisando a possível realização de um spin-off ou uma história paralela ambientada no mesmo universo criado para o longa-metragem. Especula-se que o estúdio pode decidir contar as aventuras de Gaston e seu inseparável amigo LeFou, mas esta opção não deve ir adiante se o objetivo for faturar o máximo possível, uma vez que há um grande armário no meio do caminho deste relacionamento. Como diversos países – e cinemas do interior – reclamaram de alguns minutos do filme sobre isto, imagine um filme inteiro… Apesar desses planos, Bailey revelou que o filme não ganhará uma sequência. Ou seja, a Disney não pretende lançar “A Bela e a Fera 2”. Afinal, não há mais “Fera” na história e sim um Príncipe Encantado que, no máximo, pode ficar sem se barbear. Em seus cinco primeiros dias de exibição, o filme ultrapassou a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. No Brasil, levou mais de 1,9 milhão de espectadores aos cinemas e já arrecadou R$ 34,2 milhões. “A Bela e a Fera” também se tornou o live-action número um da Disney e é a sexta maior abertura de todos os tempos no país.

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  • Filme

    Danny Boyle considera desenvolver spin-offs de Trainspotting

    19 de março de 2017 /

    Em meio à divulgação de “T2 Trainspotting”, Danny Boyle revelou que poderia se envolver em mais um filme sobre os mesmos personagens, mas não seria “T3”, uma continuação direta, pois os livros escritos por Irvine Welsh são como um “universo Marvel”, repletos de aventuras solos. “The Blade Artist”, por exemplo, seria um desses livros. A obra lançada no ano passado retrata a violenta vida de Begbie, vivido nos cinemas por Robert Carlyle. “Acredito que Bobby (Carlyle) adoraria fazer porque é muito interessante para o personagem. Isso poderia render um filme. Não poderia ser chamado de ‘T3’ porque todos os outros pouco ou nada aparecem. É uma história solo. Pode se chamar de spin-off. ‘The Blade Artist’ é uma grande leitura”, declarou Boyle ao site da revsita The Hollywood Reporter. Apesar da empolgação em expandir o universo de “Trainspotting” nos moldes da Marvel, o cineasta ressaltou que não definiu se irá mesmo fazer estes filmes. “Não sei. Minha afeição é pela totalidade, pelos quatro. As pessoas consideram o primeiro um longa mais voltado para Renton (Ewan McGregor). Eu não vejo desta forma, apesar dele dominar por ser o narrador. Sempre olhei como um filme de elenco, então, ainda estou muito neste modelo”, declarou. Já Robert Caryle, em entrevista ao jornal The Guardian, deixou claro que toparia voltar ao personagem mais uma vez. “Temos conversado sobre o assunto e estou disposto a fazer. Então, talvez, não tenhamos ainda visto o fim de Begbie”, afirmou. “T2 Trainspotting” chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, dia 23 de maio.

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    Better Call Saul ganha trailer com participação de Gus Fring

    13 de março de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer da 3ª temporada de “Better Call Saul”, que inclui uma aparição de Gus Fring, o vilão vivido por Giancarlo Esposito em “Breaking Bad”. Anteriormente, o canal já tinha lançado uma prévia da atração, concebida como um comercial da rede de fast food do personagem. “Better Call Saul” é justamente um spin-off de “Breaking Bad” e a aparição do vilão favorito daquela série deve marcar uma guinada na trama, com a aguardada transformação do advogado bem-intencionado Jimmy McGill (Bob Odenkirk) no picareta Saul Goodman. A 3ª temporada estreia nos EUA em 10 de abril. No Brasil, os episódios inéditos são exibidos pela Netflix com um dia de diferença.

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  • Série

    Infância de Sheldon, de Big Bang Theory, vai virar série comandada pelo diretor de Homem de Ferro

    13 de março de 2017 /

    A rede americana CBS aprovou a produção da 1ª temporada da série “Young Sheldon”, sobre a infância do personagem vivido por Jim Parsons em “The Big Bang Theory”. E isto sem ver o piloto, tamanha a confiança na premissa e na equipe encarrada do spin-off. Isto porque, além dos criadores de “The Big Bang Theory”, Chuck Lorre e Bill Prady, a produção terá participação de Jim Parsons e de ninguém menos que o cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro”, “Mogli, O Menino Lobo”), que vai assinar o primeiro episódio. Parsons também será responsável pela narração da série, que deve focar no crescimento do personagem cercado pela família. O papel principal, do jovem Sheldon Cooper, será interpretado por Iain Armitage (que está no ar na série “Big little lies”). Um detalhe curioso é que, quando o projeto veio à tona, os produtores imaginavam contar histórias da adolescência de Sheldon, mas a escalação do elenco revela uma mudança de direção. Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Lance Barber (série “Faking It”) será o pai de Sheldon, e Raegan Revord (vista em “Modern Family”) e Montana Jordan (que estreia no vindouro filme “The Legacy of a Whitetail Deer Hunter”) foram contratados como seus irmãos. Mas o casting mais interessante é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, intérprete da mesma personagem na série original.

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    Série animada do filho de Naruto ganha primeiro teaser

    13 de março de 2017 /

    Surgiu um novo pôster e o primeiro teaser de “Boruto: Naruto Next Generations”, a série que dará sequência às aventuras da família de Naruto. A produção animada é a terceira série da franquia, seguindo “Naruto” (2002–2007) e “Naruto Shippuden” (2007-2017), e gira em torno de Boruto, filho do herói criado por Masashi Kishimoto. Ainda sem legendas, a prévia revela que a continuação será marcada por um equilíbrio entre melodrama adolescente e ação, e apresenta a música-tema da abertura, “Baton Road”, da banda Kana-Boon. “Boruto: Naruto Next Generations” vai estrear em 5 de abril, duas semanas após o episódio final de “Naruto Shippuden” no Japão.

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    Última temporada de Game of Thrones terá só seis episódios

    13 de março de 2017 /

    Os criadores e showrunners de “Game of Thrones” David Benioff e D.B. Weiss revelaram que a 8ª e última temporada da série terá só seis episódios, menos ainda que a já encurtada 7ª temporada. A revelação foi feita durante um painel da série no Festival SXSW em Austin, Texas. E confirma o que os produtores adiantaram há quase um ano, quando tornaram pública sua negociação com a HBO para encerrar “Game of Thrones” com apenas mais 13 episódios – sete na 7ª temporada e seis na 8ª. O novo chefe de programação do canal, Casey Bloys, chegou a pedir para os dois reconsiderarem, mas parece que seu apelo em defesa do aspecto financeiro da produção não os convenceu a modificar seus planos. Embora nenhum detalhe específico tenha sido adiantado, os produtores também mencionaram que vários personagens irão sobreviver, o que poderia hipoteticamente render mais histórias, mas eles não estão interessados em fazer um spin-off, embora encorajem a HBO a tentar. “Há sempre um apelo para continuar”, Benioff disse ao público presente no Centro de Convenções de Austin. “Acho que a HBO deveria fazer e eu estou ansioso para assistir. Mas acho que é melhor para eles trazer sangue novo com novas visões”, concluiu.

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    Personagens de The Vampire Diaries podem ganhar nova série

    11 de março de 2017 /

    O final de “The Vampire Diaries” não representa, necessariamente, a despedida de todos os personagens da série. Antes mesmo da exibição do último episódio, na noite de sexta (10/3), já se sabia que Alaric, interpretado por Matt Davis, apareceria brevemente num episódio de “The Originals”. Agora surgem mais detalhes, graças à revelação da doação de Klaus (Joseph Morgan, protagonista de “The Originals”) ao projeto de Caroline (Candice King) para criar uma escola para crianças sobrenaturais – como suas próprias filhas com Alaric. Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, a produtora Julie Plec revelou que essa é uma semente que pode germinar numa série própria. “Nós temos elementos de crossover na próxima temporada de ‘The Originals’, então isso é algo que eu vejo como um futuro para os personagens ou até mesmo outra série da franquia ‘The Vampire Diaries’. Estou muito ansiosa para ver o que posso fazer com isso.” O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, afirmou que “The Originals” pode ter um futuro sem “The Vampire Diaries”, mas a decisão sobre uma possível renovação só sai em maio. “Espero anunciar sua volta”. Já sobre outro spin-off, o executivo aponta que só teve conversas casuais a respeito, mas não descarta essa possibilidade. “Julie e eu só tivemos discussões casuais sobre isso. Eu até adivinheu quais eram seus planos em uma de nossas discussões casuais. Acho que é uma discussão que podemos ter, porque ela desenvolveu a premissa de forma certa.” Já imaginaram Caroline como Miss Peregrine e Alaric como Professor Xavier, ajudando crianças poderosas?

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    Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro

    10 de março de 2017 /

    “Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.

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    Spin-off de The Big Bang Theory encontra versão mirim de Sheldon

    4 de março de 2017 /

    A produção do spin-off de “The Big Bang Theory” focado na infância de Sheldon Cooper, personagem de Jim Parsons, encontrou seu protagonista. Trata-se do ator mirim Iain Armitage, que está no ar na minissérie “Big Little Lies” do canal pago HBO. Nesta atração, ele interpreta o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Quando o projeto veio à tona, os produtores imaginavam contar histórias da adolescência de Sheldon, mas a escalação do elenco revela uma mudança de direção. Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, que interpreta a versão mais velha da personagem na série original. A sitcom, que deve se chamar “Sheldon”, “Young Sheldon” ou “Little Sheldon”, está sendo desenvolvida pelos criadores de “The Big Bang Theory”, Chuck Lorre e Bill Prady. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter descrevem o projeto como uma espécie de “Malcolm in the Middle”, centrada na esquisita família Cooper. Detalhes adicionais sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo.

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    Diretor de Kubo e as Cordas Mágicas vai comandar spin-off de Transformers centrado em Bumblebee

    3 de março de 2017 /

    O diretor Travis Knight, que estreou com a aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas”, indicada ao Oscar 2017 da categoria, foi escolhido pela Paramount Pictures para assumir a direção de Bumblebee, primeiro derivado da franquia “Transformers”. A produção será seu primeiro trabalho em um filme com atores. O roteiro está sendo escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e nenhum detalhe adicional foi revelado, além da data de estreia anteriormente anunciada, marcada para junho de 2018.

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