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    Personagens de The Vampire Diaries podem ganhar nova série

    11 de março de 2017 /

    O final de “The Vampire Diaries” não representa, necessariamente, a despedida de todos os personagens da série. Antes mesmo da exibição do último episódio, na noite de sexta (10/3), já se sabia que Alaric, interpretado por Matt Davis, apareceria brevemente num episódio de “The Originals”. Agora surgem mais detalhes, graças à revelação da doação de Klaus (Joseph Morgan, protagonista de “The Originals”) ao projeto de Caroline (Candice King) para criar uma escola para crianças sobrenaturais – como suas próprias filhas com Alaric. Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, a produtora Julie Plec revelou que essa é uma semente que pode germinar numa série própria. “Nós temos elementos de crossover na próxima temporada de ‘The Originals’, então isso é algo que eu vejo como um futuro para os personagens ou até mesmo outra série da franquia ‘The Vampire Diaries’. Estou muito ansiosa para ver o que posso fazer com isso.” O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, afirmou que “The Originals” pode ter um futuro sem “The Vampire Diaries”, mas a decisão sobre uma possível renovação só sai em maio. “Espero anunciar sua volta”. Já sobre outro spin-off, o executivo aponta que só teve conversas casuais a respeito, mas não descarta essa possibilidade. “Julie e eu só tivemos discussões casuais sobre isso. Eu até adivinheu quais eram seus planos em uma de nossas discussões casuais. Acho que é uma discussão que podemos ter, porque ela desenvolveu a premissa de forma certa.” Já imaginaram Caroline como Miss Peregrine e Alaric como Professor Xavier, ajudando crianças poderosas?

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    Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro

    10 de março de 2017 /

    “Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.

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    Spin-off de The Big Bang Theory encontra versão mirim de Sheldon

    4 de março de 2017 /

    A produção do spin-off de “The Big Bang Theory” focado na infância de Sheldon Cooper, personagem de Jim Parsons, encontrou seu protagonista. Trata-se do ator mirim Iain Armitage, que está no ar na minissérie “Big Little Lies” do canal pago HBO. Nesta atração, ele interpreta o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Quando o projeto veio à tona, os produtores imaginavam contar histórias da adolescência de Sheldon, mas a escalação do elenco revela uma mudança de direção. Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, que interpreta a versão mais velha da personagem na série original. A sitcom, que deve se chamar “Sheldon”, “Young Sheldon” ou “Little Sheldon”, está sendo desenvolvida pelos criadores de “The Big Bang Theory”, Chuck Lorre e Bill Prady. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter descrevem o projeto como uma espécie de “Malcolm in the Middle”, centrada na esquisita família Cooper. Detalhes adicionais sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo.

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  • Filme

    Diretor de Kubo e as Cordas Mágicas vai comandar spin-off de Transformers centrado em Bumblebee

    3 de março de 2017 /

    O diretor Travis Knight, que estreou com a aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas”, indicada ao Oscar 2017 da categoria, foi escolhido pela Paramount Pictures para assumir a direção de Bumblebee, primeiro derivado da franquia “Transformers”. A produção será seu primeiro trabalho em um filme com atores. O roteiro está sendo escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e nenhum detalhe adicional foi revelado, além da data de estreia anteriormente anunciada, marcada para junho de 2018.

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    Ator de Lost viverá Karnak na série dos Inumanos

    2 de março de 2017 /

    O ator Ken Leung, que viveu Miles na série “Lost” e atualmente estava em “Plantão Noturno/Night Shift”, foi escalado para viver Karnak, um importante personagem da série baseada nos quadrinhos dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. O papel será o segundo projeto da Marvel da carreira de Leung, que teve uma pequena participação em “X-Men: O Confronto Final” (2006). Karnak é o primo de Raio Negro e seu conselheiro mais próximo, graças à sua capacidade de enxergar falhas em todas as coisas – pessoas, planos, estruturas, etc. Ele é o estrategista da família real. O ator vai se juntar a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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  • Série

    Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos

    1 de março de 2017 /

    A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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    Astro de Hell on Wheels será Raio Negro na série dos Inumanos

    28 de fevereiro de 2017 /

    O ator Anson Mount, protagonista da série “Hell on Wheels”, vai viver o super-herói Raio Negro na série dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Raio Negro é o principal herói do grupo criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1965. Rei dos Inumanos, ele possui uma voz tão poderosa que seu simples sussurro é capaz de destruir um quarteirão. Por isso, porta-se como se fosse mudo, liderando seu reino sem dizer nenhuma palavra. “Anson adorou o desafio de interpretar um personagem que só se comunicará silenciosamente”, disse Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, no comunicado que anunciou a contratação. “Seu entusiasmo misturado com sua persona imponente torna fácil ver porque ele é o nosso Raio Negro.” O ator vai se juntar a Iwan Rheon (Ramsay Bolton na série “Game of Thrones”), anteriormente confirmado como Maximus, o irmão maligno de Raio Negro. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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    David Ayer indica que Máscara Negra poderá ser o vilão de Sereias de Gotham

    27 de fevereiro de 2017 /

    O diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) publicou um tuíte misterioso, sem texto, com o quadrinho de um vilão dos gibis de Batman. Trata-se do Máscara Negra. E bastou esse teaser para surgirem discussões a respeito do personagem no próximo filme do cineasta, que será uma adaptação das Sereias de Gotham City, o grupo de vilãs femininas que inclui a Arlequina, a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Até o momento, apenas Margot Robbie está confirmada no elenco, retomando o papel de Arlequina de “Esquadrão Suicida” (2016). Além de estrelar, ela também vai produzir o longa-metragem, sobre o qual nada mais se sabe. O roteiro está sendo escrito por Geneva Robertson-Dworet (responsável pelo reboot de “Tomb Raider” e “Sherlock Holmes 3”). O Máscara Negra é um vilão relativamente novo, como a própria Arlequina. Ele surgiu nos gibis do Batman em 1985 e é um chefão do crime de rosto deformado, fascinado por máscaras – o que o leva a querer incluir o capuz do herói em sua coleção. Nos últimos anos, ele tem sido uma pedra na bota de cano alto da Mulher-Gato, possibilitando sua inclusão na trama das Sereias de Gotham. Apesar de ainda não ter cronograma de produção ou previsão de lançamento, “Gotham City Sirens” não deve demorar a ser filmado. O diretor David Ayer já encerrou a produção de “Bright”, sci-fi estrelada por Will Smith (também de “Esquadrão Suicida”) para a Netflix, e não possuiu nenhum projeto engatilhado para o segundo semestre, mesma época em que a agenda de Margot Robbie esvaziará. pic.twitter.com/sfkjNeSIHW — David Ayer (@DavidAyerMovies) February 27, 2017

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    Spin-off de Doctor Who, Class teria sido cancelada na 1ª temporada

    26 de fevereiro de 2017 /

    A série britânica “Class”, spin-off de “Doctor Who”, teria sido cancelada após sua 1ª temporada. A informação é do tabloide inglês Daily Mirror, mas a BBC ainda não fez o anúncio oficial. A atração estreou em outubro e teve oito episódios em sua 1ª temporada, mas nem a participação de Peter Capaldi como Doctor Who no primeiro episódio a ajudou a decolar. A estreia foi disponibilizada antecipadamente no aplicativo BBC iPlayer, onde foi assistida por 550 mil pessoas. E esta foi a maior audiência registrada pela série, seja online ou em suas “reprises” televisivas. Criada por Patrick Ness (roteirista de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), “Class” chegou a ser descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica, por girar em torno de um grupo de alunos de uma famosa escola fictícia, a Coal Hill School – cenário do primeiríssimo episódio de “Doctor Who”, o clássico “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. O elenco incluía Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”) como uma professora e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah como os estudantes da Coal Hill School. “Class” não chegou a estrear nos EUA.

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    Ator de Revolution vai estrelar spin-off de Sons of Anarchy

    26 de fevereiro de 2017 /

    O ator JD Pardo (série “Revolution”) será o protagonista de “Mayans MC”, a série derivada de “Sons of Anarchy”. Segundo o site The Hollywood Reporter, Pardo viverá um candidato a membro do clube, que passará por diversos testes até ser considerado um legítimo Mayan. Ele se juntará no elenco aos anteriormente confirmados John Ortiz (“Quatro Vidas de um Cachorro”) e Edward James Olmos (série “Battlestar Galactica”). “Mayans MC” vai se passar após o final de “Sons of Anarchy”, quando os motoqueiro latinos assumem o controle do tráfico, num arranjo orquestrado pelo antigo líder dos SoA, Jax Teller. Mas a trama vai acompanhar uma história de vingança, centrada em EZ Reyes (o personagem de Pardo), que quer acertar as contas contra o cartel. O desenvolvimento do spin-off está a cargo do cineasta indie Elgin James, que tem uma história de vida digna de “Sons of Anarchy” – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão extorsão em nível federal. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente é o roteiro de “Lowriders”, drama sobre a cultura latina de carros envenenados, que recentemente teve seu primeiro trailer divulgado. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, vai produzir “Mayans MC”, além de dirigir o piloto.

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    Suits pode ganhar um spin-off centrado na personagem de Gina Torres

    25 de fevereiro de 2017 /

    A série “Suits”, maior sucesso do canal pago americano USA Network, pode ganhar um spin-off. Segundo o site Deadline, os produtores estão desenvolvendo um projeto em torno da advogada Jessica Pearson, personagem interpretada pela atriz Gina Torres. A atriz deixou o elenco de “Suits” durante a 6ª e atual temporada, alegando que gostaria de passar mais tempo com sua família, em Los Angeles. Ela não queria mais passar boa parte do ano em Toronto, no Canadá, onde a atração é gravada – apesar de a trama acontecer em Nova York. Sua saída foi amigável, com a personagem Jessica Pearson se mudando para Chicago. E Torres chegou a falar que adoraria continuar interpretando a advogada em participações eventuais. Mas, desde que liberou sua agenda, ela tem sido procurada para outros projetos de TV, em Los Angeles, e já engatou um arco na atual temporada de “The Catch”. Por isso, os realizadores de “Suits” estão tentando apressar o máximo que puderem a proposta de spin-off, antes que a atriz se comprometa por mais tempo com outra produção. O spin-off está sendo desenvolvido por Aaron Korsh, criador de “Suits”, que quase matou a personagem em sua saída da série. Nos planos originais, Jessica Pearson seria assassinada pelo pai de seu último cliente. Mas conversas entre a equipe e os executivos do canal acomodaram um final feliz para a personagem, com a possibilidade de seu retorno numa série própria.

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    Novo intérprete de Chewbacca promete orgulhar Peter Mayhew no papel

    22 de fevereiro de 2017 /

    Após quatro décadas interpretando Chewbacca, Peter Mayhew será definitivamente substituído no papel. O ator de 72 anos e 2,20m de altura anda adoentado e já em “Star Wars: O Despertar da Força” teve parte de seu trabalho realizado por um dublê. Agora, aquele dublê foi contratado de forma oficial para assumir o seu lugar no spin-off centrado na juventude de Han Solo. Como mudou o intérprete de Han Solo, fazia sentido mudar também o de Chewie. Mas Joonas Suotamo, que assume o personagem, fez questão de homenagear seu antecessor, numa mensagem postada nas redes sociais. “Eu estou profundamente agradecido por essa incrível oportunidade de fazer parte da franquia de ‘Star Wars’, que eu amo desde a minha infância. Gostaria de agradecer minha família, amigos, técnicos de basquete e parceiros de time, o elenco e a equipe, a Lucasfilm e a Disney, os ótimos fãs desse universo espetacular, e especialmente a Peter Mayhew”, escreveu o ator finlandês, que jogou basquete profissional entre 2011 e 2015. “Chewbacca é um dos personagens mais icônicos da história do cinema, e a atuação de Peter como o querido Wookiee espalhou muita graça pelo mundo. A forma como Peter guiou o personagem, com tanta bondade, é um inestimável presente que aqueceu meu espírito e me preparou para essa jornada. Eu pretendo orgulhar Peter e levar aos filmes de ‘Star Wars’ o Chewie que todos conhecem e amam”, finalizou. Na terça-feira (21/2), a Disney divulgou a primeira foto oficial do elenco do filme sobre a juventude de Han Solo, já trazendo o finlandês sob a fantasia peluda de Chewbacca. Ainda sem título oficial, o longa-metragem chegará aos cinemas em maio de 2018. Here it is #chewbacca #starwars Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em Fev 21, 2017 às 9:35 PST

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    Vilão de Game of Thrones é primeiro ator confirmado na série dos Inumanos

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Marvel e a rede ABC anunciaram o primeiro ator contratado para o elenco de sua nova série de super-heróis, “Inhumans”, sobre os poderosos Inumanos dos quadrinhos. E é ninguém menos que Iwan Rheon, conhecido do grande público por ter interpretado o sádico Ramsay Bolton em quatro temporadas de “Game of Thrones”. Curiosamente, Rheon já teve a experiência de interpretar um personagem que era uma espécie de super-herói: o encapuzado Simon da série britânica “Misfits”. Mas em “The Inhumans” viverá um personagem mais parecido com Ramsay, assumindo o papel de Maximus. Enquanto a maioria dos sites incorporou simplesmente a descrição oficial divulgada pela rede ABC (“personagem charmoso, inteligente e devotado ao povo de Attilan e ao seu irmão”), o Maximus dos quadrinhos é um vilão sádico e enlouquecido, que faz de tudo para tomar o trono de Atillan de seu irmão, o herói Raio Negro, rei dos Inumanos. “A capacidade de Iwan de ser charmoso, engraçado e completa e inesperadamente perigoso preenche todos os requisitos que precisávamos para trazer o personagem à vida. Estamos felizes por tê-lo a bordo”, disse o chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, em comunicado. A série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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