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    Stan Lee e James Gunn são convocados para defender escolha de Zendaya como Mary Jane

    24 de agosto de 2016 /

    Uma década após Keanu Reeves ser criticado por não ser loiro e britânico, ao estrelar “Constantine” (2005), as características físicas dos personagens de quadrinhos são cada vez menos levadas em conta pelos diretores de casting de Hollywood. Depois do Tocha Humana negro – e vários outros personagens originalmente brancos – é a vez de Mary Jane Watson, a icônica ruiva da vida do Homem-Aranha, ser interpretada por uma atriz negra, Zendaya (série “No Ritmo”). Hollywood é mesmo consistente em reprisar seus erros, veja-se a quantidade de remakes fracassados que lança todo o ano. A discussão sobre a alteração racial dos personagens de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” – além de Mary Jane, os colegas de escola de Peter Parker, como Flash Thompson, Ned Leeds e Liz Allen, serão todos negros – já domina as redes sociais. Mas a polêmica podia ser evitada, pois reprisa a discussão do Tocha Humana negro e até da Mulher-Invisível latina, do “Quarteto Fantástico” de 2005. Há quem defenda que os fãs estão errados. Que meio século de quadrinhos não devam ser levados em consideração. E que é bacana decepcionar quem lê os gibis, porque… sabe-se por qual lógica de mercado, acreditam que o consumidor nunca tem razão. Vai ver que é por isso que todos os filmes em que Hollywood apostou contra os fãs se provaram fracassos de bilheteria. É certo que o subtítulo “De Volta ao Lar” (Homecoming) já soa como propaganda enganosa, pois não há sensação alguma de retorno a ambiente conhecido com um elenco tão diferente dos personagens clássicos. Diante da rejeição, a Marvel já começou a seguir a dica da Sony, sua parceira na produção, que enfrentou o mesmo problema de relações públicas com sua versão feminina de “Os Caça-Fantasmas” – taí outra prova da reincidência de Hollywood. Para começar, já explora a tática de que é racismo não aprovar o elenco negro do filme – como era machismo achar que “Caça-Fantasmas” não tinha graça… O segundo capítulo do manual dos spin doctors é escalar porta-vozes influentes para defender a escolha considerada equivocada. Os primeiros funcionários da Marvel convocados para a missão foram Stan Lee, criador do Homem-Aranha, e James Gunn, diretor de “Guardiões da Galáxia”. Stan Lee deu sua declaração dizendo não é contra Zendaya viver Mary Jane. “Se ela for uma boa atriz, como eu tenho escutado que é, ela vai se sair muito bem”, disse, de forma suscita. Mas James Gunn preferiu ir além, defendendo o marketing estilo patrulha ideológica ao dizer-se incomodado com os “racistas”: “Para mim, se uma característica básica da personagem – o que faz delas icônicos – é a cor de sua pele, a cor de seu cabelo, francamente, essa característica é superficial e não presta. Pra mim, o que faz MJ ser MJ é a sua descontração de uma fêmea alfa, e se a atriz captar isso, logo, ela funcionará. E, pra constar, eu acho que Zendaya combina com o que eu considero as características físicas básicas de MJ – uma modelo alta e magra – muito mais que atrizes [que a interpretaram] no passado. Qualquer que seja o caso, se nós continuarmos fazendo filmes baseados nos heróis e personagens secundários quase todos brancos dos quadrinhos do último século, nós teremos que nos acostumar com eles sendo mais reflexivos da diversidade do nosso mundo atual. Talvez possamos ser abertos à ideia de que, embora alguém inicialmente não combine com como pessoalmente imaginamos um personagem, nós podemos ser – e frequentemente somos – surpreendidos positivamente”, afirmou Gunn. É importante completar dizendo duas coisas sobre isso. O mesmo James Gunn criou vários personagens coadjuvantes especialmente para o filme “Guardiões da Galáxia”. Todos eles foram interpretados por atores brancos. Teoria 10 x 0 Prática = Falácia 1000. Finalmente, a característica “superficial” da personagem foi o que a definiu nos quadrinhos. A escolha da cor do cabelo foi importante para o impacto que sua primeira aparição causou em Peter Parker. Na época, o desenhista John Romita assumiu ter se inspirado na atriz Ann-Margret, que virava a cabeça dos homens dos anos 1960, inclusive de Elvis Presley, citando sua personagem no filme “Adeus, Amor” (1963) como base para a criação de Mary Jane. Ann-Margret, por sinal, era insinuante, sexy e cheia de curvas. Ela nunca foi “uma modelo alta e magra”, as “características físicas básicas de MJ”, segundo James Gunn.

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    Elenco de Homem-Aranha: De Volta ao Lar recria pose famosa do filme Clube dos Cinco

    22 de agosto de 2016 /

    O elenco de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” se juntou pela primeira vez numa foto tirada pela revista Entertainment Weekly durante a San Diego Comic-Con, que homenageia o famoso cartaz do filme teen “Clube dos Cinco” (1985), clássico absoluto de John Hughes. Vale explicar que a imagem também repete as poses dos personagens registradas na capa de uma edição dos quadrinhos de “Spider-Man Loves Mary Jane”. O detalhe é que, com a exceção do próprio Peter Parker/Homem-Aranha, todos aqueles personagens brancos dos quadrinhos são representados por atores negros nas mesmas posições. Claro, Todd Holland (“Capitão América: Guerra Civil”) ocupa a posição do Homem-Aranha. E embora a Marvel não tenha confirmado oficialmente nada, Zendaya está na posição da ruiva Mary Jane, Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapest”) ocupa o lugar do loiro Flash Thompson, Laura Harrier (série “One Life to Live”) preenche a vaga da loira Gwen (na verdade, seu papel é de outra loira, Liz Allen, no filme) e o estreante Jacob Batalon na posição de Liz Allen na foto (ele é a versão de cinema do também branco e adulto Ned Leeds). Ironicamente, é inevitável constatar que faltam brancos na escalação do elenco jovem do filme. Até esta produção, o Marvel Studios sempre fez questão de se diferenciar dos demais responsáveis por adaptações de seus quadrinhos ao se gabar por produzir versões mais fiéis às criações de Stan Lee, Jack Kirby, Steve Ditko e cia. É provável que, quando a Sony procurou a Marvel para relançar a franquia do Homem-Aranha, levou isto em conta: um parceiro capaz de dar mais credibilidade e fidelidade às adaptações do personagem. Mas não é o caso deste filme, que apresenta um elenco mais “alternativo” que o universo Ultimate do próprio Homem-Aranha nos quadrinhos. Nem a Marvel ousou tanto em suas publicações, tendo o cuidado de introduzir um novo personagem quando quis fazer um “Homem-Aranha negro”. Peter Parker e seus amigos jamais mudaram de raça nas publicações da editora. Agora, é esperar para ver a reação do público à nova versão dos personagens no terceiro reboot consecutivo do Homem-Aranha no cinema. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.

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    Boato escala Zendaya como Mary Jane no novo filme do Homem-Aranha

    18 de agosto de 2016 /

    E essa agora? Segundo o infame fofoqueiro geek Umberto Gonzales, agora no site The Wrap, o papel da estrela teen Zendaya no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” seria simplesmente o de Mary Jane Watson. O boateiro profissional afirma ter obtido essa informação através de duas fontes próximas à produção, apesar de a personagem da atriz ter sido identificada no elenco como Michelle, uma colega de escola de Peter Parker. Mas não há nenhuma Michelle nos quadrinhos do Homem-Aranha e o nome estaria sendo usado apenas para despistar os curiosos e manter o sigilo sobre a história do filme. Caso a informação se confirme, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” será a mais nova produção vítima do bizarro preconceito contra personagens ruivos dos quadrinhos, fenômeno que já irrita os fãs de séries da DC Comics. Nos últimos tempos, personagens como Wally West, Jimmy Olsen, Iris West e a vindoura Miss Marte ganharam atores negros como intérpretes. Para complicar a história, ainda há o caso dos recentes filmes de “O Espetacular Homem-Aranha”, que estabeleceram Gwen Stacy como o grande amor de Peter Parker, num contexto em que ainda não existia Mary Jane, seguindo mais de perto a trama dos quadrinhos originais. Vale lembrar que “O Espetacular Homem-Aranha 2” tem apenas dois anos e ainda está muito fresco na memória do público. Mary Jane, por sua vez, foi vista anteriormente na trilogia de Sam Raimi da década de 2000. Na época, a atriz Kirsten Dunst, que é loira natural, apareceu ruiva para preservar o famoso visual da personagem nos quadrinhos. Nem a Marvel Studios nem a Sony Pictures confirmaram essa informação, e não há outros detalhes, como o tamanho do papel de Zendaya em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, para servir de confirmação ou contestação do boato. No mês passado, a escalação da atriz Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também despertou boatos. Por ser a única loira do elenco, os fãs apostavam que ela poderia viver a nova Gwen Stacy. Por enquanto, os únicos papeis 100% confirmados são de personagens já apresentados em filmes anteriores do estúdio: Tom Holland como Peter Parker/Homem-Aranha, Robert Downey Jr. no papel de Tony Stark/Homem de Ferro e Marisa Tomei como a Tia May, todos vistos em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.

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    A Intrometida rende um dos melhores papeis recentes de Susan Sarandon

    15 de agosto de 2016 /

    A luta das atrizes veteranas de Hollywood por bons papéis parece estar surtindo efeito nestes tempos em que a representatividade é a palavra de ordem no cinema. Isso porque tivemos nos últimos meses ao menos quatro filmes que se sobressaíram dentro do circuito independente com mulheres maduras: “Reaprendendo a Amar”, “Aprendendo com a Vovó”, “Hello, My Name Is Doris” e, agora, “A Intrometida”. Grande atriz, Susan Sarandon vive no segundo longa-metragem de Lorene Scafaria (“Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”) a sua melhor protagonista desde “Anjo de Vidro”, drama natalino produzido em 2004. Na superfície, a sua Marnie tem semelhanças com a Carol Petersen de Blythe Danner em “Reaprendendo a Amar”. São duas mulheres na faixa dos 60 anos que não sabem muito bem como aplacar a solidão advinda da viuvez, reavaliando as próprias funções em uma vida que não as surpreende mais. No entanto, as semelhanças param a partir do momento em que fica evidente a personalidade mais expansiva de Marnie, que não tem qualquer dificuldade em se meter em assuntos alheios, como bem deixa explícito o título do filme. É um comportamento que sufoca a sua filha única Lori (Rose Byrne, de “Vizinhos”), uma roteirista com dificuldades para superar o fim do relacionamento com Jacob (Jason Ritter, da série “Parenthood”), um jovem ator que já está com outra companheira. Diante da exigência de Lori para que tenha a sua independência respeitada, Marnie passa a estreitar os laços com outras pessoas, tentando justificar a sua presença a partir de um auxílio por vezes financeiro para quem não tem a mesma fortuna que a sua. A primeira a contar com as suas generosas contribuições é Jillian (Cecily Strong, do humorístico “Saturday Night Live”), colega lésbica de Lori que teve um casamento feito às presas e que agora terá a chance de celebrar como deseja em uma festa de mais de US$ 10 mil totalmente bancada por Marnie. Outro a ter a sua ajuda é Freddy (Jerrod Carmichael, também de “Vizinhos”), vendedor de uma loja da Apple que conta com as caronas de Marnie para se deslocar até a faculdade iniciada recentemente. Mesmo partindo de um registro mais cômico do que dramático, surpreende como Lorene Scafaria (também autora do roteiro) não ridiculariza Marnie por estar em uma posição privilegiada diante dos personagens secundários. Claro que a protagonista terá o momento em que ouvirá algumas boas verdades sobre o seu comportamento a partir das consultas com a mesma terapeuta de sua filha, Diane (Amy Landecker, da série “Transparent”). No entanto, isso não reduz a sua benevolência natural, a sua amabilidade com o próximo. Outro fato que traz maior interesse ao filme é o seu tom de crônica, oferecendo uma perspectiva crível de pequenas cenas do cotidiano, que irá gerar uma proximidade muito especial com o público da terceira idade, inclusive no interesse amoroso de Marnie com o policial aposentado Zipper (J.K. Simmons, de “Whiplash”). Não que o espectador mais jovem seja incapaz de ter empatia por essa história, que também destaca a cumplicidade na relação entre mães e filhas.

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    Mestres do Universo: Ator de Crepúsculo é cotado para virar o novo He-Man

    13 de agosto de 2016 /

    O diretor McG, que está à frente da nova versão de “Mestres do Universo” no cinema, revelou ter se encontrado com Kellan Lutz (o vampiro malvado de “Crepúsculo” e o “Hércules” menos bombado) para discutir sua escalação no papel do herói de brinquedo He-Man. “Kellan é um bom garoto e nós tivemos uma ótima reunião”, declarou o diretor, durante encontro com a imprensa no evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Ele é apaixonado pelo He-Man, por sua história. Realmente sabe muita coisa. Fiquei encantado com o seu foco e intensidade. Ele está sendo considerado muito, muito cuidadosamente, mas não chegamos lá ainda. Primeiro nós precisamos viabilizar o projeto, depois escalar o elenco”, completou. McG também falou sobre o papel do vilão Esqueleto. “Eu quero a pessoa certa para o papel. Gosto de trabalhar com grandes astros, mas também de trabalhar com revelações. Vamos fazer o que é certo, escolher alguém que incorpore a energia do Esqueleto, que precisa ser uma ameaça espetacular”, declarou. Para completar, o diretor declarou que o filme será inspirado em “Guardiões da Galáxia”, o que pode ser traduzido como bem-humorado. “Nós precisamos levar em conta os incríveis resultados que Kevin Feige tem conquistado com a Marvel, com um filme capaz de convencer e emocionar, cheio de ação, e contando a história da jornada de um herói”, completou. Aparentemente, McG encomendou um novo roteiro para a produção, que já coleciona uma lista inflacionária de scripts recusados – ou seja, seu orçamento já está sendo gasto sem que o filme tenha começado a ser rodado. A pilha de lixo começou em 2009 e já descartou, entre outras, páginas e páginas escritas por Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. A dificuldade em acertar o tom se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto.

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  • Série

    Série de super-heróis Powers é cancelada após a 2ª temporada

    5 de agosto de 2016 /

    A PlayStation Network cancelou sua única série original, “Powers”. O autor dos quadrinhos em que a série se baseava, Brian Michael Bendis (que também é o criador de “Jessica Jones”), compartilhou a má notícia com seus seguidores no Twitter. A atração durou duas temporadas e era oferecida com exclusividade aos assinantes da PlayStation Network (PSN). O último episódio foi disponibilizado em 19 de julho. “Powers” girava em torno do policial Christian Walker, um ex-super-herói que, após perder seus poderes, passa a trabalhar na divisão Powers, especializada em crimes envolvendo pessoas superpoderosas. Produzida pela Sony, “Powers” foi desenvolvida pelo próprio Bendis em parceria com Charlie Huston (telefilme “All Signs of Death”) e foi a primeira série exibida na rede do PlayStation. Não está claro se a PSN pretende continuar investindo em produções originais ou se a iniciativa foi abortada, diante da concorrência acirrada das plataformas de streaming. A adaptação era um projeto antigo da Sony (empresa que fabrica o PlayStation). O estúdio comprou os direitos dos quadrinhos em 2001 e só dez anos depois produziu um piloto para o canal pago FX, com o ator Jason Patric (“Wayward Pines”) como protagonista. Mas o conceito não agradou e acabou descartado pelo canal, sendo totalmente reformulado para lançar a PlayStation Network como plataforma de séries. A empresa Circle of Confusion, responsável pela série “The Walking Dead” (adaptação das histórias em quadrinhos de Robert Kirkman), produziu os episódios, que foram dirigidos, entre outros, pelos cineastas David Slade (“30 Dias de Noite”), Tim Hunter (“Juventude Assassina”), Jonathan Frakes (“Star Trek: Primeiro Contato”) e Rod Hardy (“Um Verão Para Toda Vida”). A adaptação era muito bem escrita e encenada, com um elenco repleto de rostos conhecidos, a começar por Sharlto Copley (“Distrito 9”) como Walker. Mas a série se distanciava bastante do visual dos personagens nos quadrinhos, dificultando sua identificação. Não só Copley não parecia nada com o fortão e bonitão Walker dos quadrinhos, como sua parceira Deena Pilgrim, loura nos gibis, virou uma policial negra, interpretada por Susan Heyward (série “Vinyl”). Bendis tranquilizou seus fãs ao informar que o cancelamento não vai atrapalhar os planos de publicação dos quadrinhos, onde os personagens mantém seus visuais originais. Além disso, recentemente ele revelou que o canal pago Cinemax estava desenvolvendo o projeto de uma nova série baseada numa de suas criações, a anti-heroína dos quadrinhos “Scarlet”.

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    A Intrometida: Susan Sarandon é mãe sem controle em trailer legendado de comédia

    30 de julho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da comédia “A Intrometida” (The Meddler), que traz Susan Sarandon (“Tammy”) no papel-título. Na prévia, ela resolve se mudar para perto da filha crescida (Rose Byrne, de “Os Vizinhos”), fazendo de tudo para encontrar-lhe um marido e sufocando-a com amor maternal. Mas quando a filha resolve dar um basta na situação, a senhora otimista descobre um novo foco de interesse: um simpático divorciado (J.K. Simmons, de “Whiplash”) que pode lhe dar um novo propósito. Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (“Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”), “A Intrometida” chega aos cinemas brasileiros na quinta (4/8), três meses após o lançamento original nos EUA.

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  • Filme

    Diretor de A Perseguição vai escrever a adaptação do game Uncharted

    29 de julho de 2016 /

    A Sony Pictures contratou um novo roteirista para a adaptação do game “Uncharted”, projeto “amaldiçoado”, que está em desenvolvimento há seis anos. Desta vez, o escolhido foi o cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”), que recentemente escreveu o roteiro do remake de “Desejo de Matar”. Carnahan contou à revista Variety que retratar o mundo de Nathan Drake, protagonista da franquia de jogos, é um sonho virando realidade: “Arqueologia nos dias de hoje é uma relíquia por si só, mas esse mundo sempre me pareceu fascinante. Ainda mais quando você vai em um museu e imagina como todos aqueles artefatos foram parar ali. Além disso, a marca em si é tão famosa que foi difícil recusar o convite”. Mesmo assim, ele deixou claro que não assumiria a direção do filme por conta de sua agenda lotada, já que também vai comandar “Bad Boys 3”. “Em um mundo perfeito, eu adoraria fazer ambos, mas agora só estou no projeto para fazer o roteiro”. O detalhe é que a adaptação de “Uncharted” só deve ser menos amaldiçoada que o remake de “O Corvo”. Isto porque a Sony já mudou a direção criativa do filme diversas vezes, sem saber direito se quer desenvolver uma franquia de ação ou uma comédia, atraindo e perdendo uma coleção respeitável de cineastas no processo. Para se ter ideia, diretores tão diferentes quanto David O. Russell (“Trapaça”), Neil Burger (“Divergente”) e Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”) já estiveram envolvidos com a produção, que também esteve prestes a ser estrelada por Mark Wahlberg (“Transformers: A Era da Extinção”), Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e até Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) em incontáveis versões atrás. O filme se arrasta para sair do papel desde 2010. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”) e, antes da última “mudança de direção criativa”, havia um terceiro roteiro aprovado, de autoria de Mark Boal (“A Hora Mais Escura”) A história do game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. O roteiro anterior, de Boal, mostrava o personagem em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá ele precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Esta versão do filme chegou a ganhar data de lançamento: em março deste ano, o que obviamente não aconteceu. Além de um diretor, a Sony está buscando um protagonista e ainda não agendou o início das filmagens nem uma nova data de estreia.

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    Vídeo divulga contração de T.J. Miller para dublar animação sobre Emojis

    19 de julho de 2016 /

    A Sony Animation divulgou um vídeo em que T.J. Miller (“Deadpool”) faz testes para um papel no filme animado dos Emojis. A piada é que ele se anima, dando vida a diferentes emojis populares, achando que entraria numa produção com atores reais, quando, na verdade, fará apenas a voz de um dos personagens. Miller é o primeiro ator anunciado no elenco de vozes da produção, intitulada, em inglês, “Emojimovie: Express Yourself”. Ele dublará o personagem Gene, que deveria ser um emoji “mais ou menos”, assim como seus pais. No entanto, o otimista personagem tem uma falha que o leva a ter várias expressões fora de seu controle. Ele quer ser normal, mas a sua “falha” pode acabar se tornando um dom. O filme tem direção de Anthony Leondis (“Igor”), que também assina o roteiro em parceria com Eric Siegel (produtor da série “Men at Work”). A estreia está marcada para 11 de agosto de 2017 nos EUA.

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    Caça-Fantasmas não supera Pets – A Vida Secreta dos Bichos nos EUA

    17 de julho de 2016 /

    O público americano preferiu a animação de cachorrinhos “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, em sua segunda semana em cartaz, à estreia do reboot feminino da franquia “Caça-Fantasmas”. O desenho do estúdio Illumination, que só estreia no Brasil no final de agosto, já é um fenômeno. Somando mais US$ 50,5 milhões em seu segundo fim de semana, ultrapassou US$ 200 milhões de arrecadação em apenas 10 dias nos EUA. Seu sucesso confirma que as animações de bichinhos falantes são a tendência mais bem-sucedida de 2016. “Caça-Fantasmas”, por sua vez, não foi o desastre preconizado pelas primeiras reações negativas a seu trailer. Mas tampouco o sucesso com que a Sony contava. Afinal, uma abertura de US$ 46 milhões não justifica um investimento de US$ 144 milhões em produção, sem contar os milhões dispendidos em marketing para reverter as más impressões iniciais. A Sony deve se fixar agora no mercado internacional, já tendo recebido a má notícia de que o filme não recebeu aval para ser lançado na China. Resta o consolo de sua abertura ter sido melhor que a de “A Lenda de Tarzan”, filme que reagiu e mantém agora o 3º lugar, superando os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. Mesmo assim, seu orçamento de US$ 180 milhões dificilmente será compensado. A outra animação de bichinhos falantes no ranking, “Procurando Dory” somou mais um recorde à sua coleção com os US$ 11 milhões deste fim de semana. Após se tornar a animação da Disney mais bem-sucedida de todos os tempos nos EUA, chegou agora a US$ 445,5 milhões no mercado doméstico, quantia que ultrapassa o sucesso de “Shrek 2” (US$ 441,2 milhões) como a maior bilheteria de animação da história do país. “Procurando Dory” também possui a maior bilheteria entre todos os lançamentos de 2016 nos EUA. Por sinal, entre as cinco principais bilheterias do ano no país, quatro são produções da Disney! BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 50,5 milhões Total EUA: US$ 203,1 milhões Total Mundo: US$ 253,9 milhões 2. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 46 milhões Total EUA: US$ 46 milhões Total Mundo: US$ 65,1 milhões 3. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 11,1 milhões Total EUA: US$ 103 milhões Total Mundo: US$ 193,5 milhões 4. Procurando Dory Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 445,5 milhões Total Mundo: US$ 721,7 milhões 5. Os Caça-Noivas Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 31,3 milhão Total Mundo: US$ 38,3 milhões 6. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 71 milhões Total Mundo: US$ 149,2 milhões 7. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 117,5 milhões Total Mundo: US$ 180,5 milhões 8. Conexão Escobar Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 6,7 milhões Total Mundo: US$ 6,7 milhões 9. O Bom Amigo Gigante Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 47,3 milhões Total Mundo: US$ 64,4 milhões 10. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 98,5 milhões Total Mundo: US$ 337,7 milhões

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  • Filme

    Elvis & Nixon: Veja o trailer legendado da comédia sobre o dia em que o Rei do Rock encontrou o Presidente dos EUA

    11 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Elvis & Nixon”, comédia sobre o encontro entre o cantor Elvis Presley e o presidente dos EUA Richard Nixon em 1970. A prévia mostra um pouco dos bastidores do encontro que realmente aconteceu, conforme atesta uma foto famosa, mas que, aparentemente, foi muito mais bizarro que o noticiado. Explorando o humor negro, o vídeo apresenta um Elvis nonsense e um Nixon constrangido, que não sabe o que fazer, além de aproveitar o marketing inesperado. Vale destacar ainda o visual de Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o Rei do Rock, além de Kevin Spacey (série “House of Cards”) no papel de um presidente maléfico da vida real. Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor. Na ocasião, Elvis deu um revólver Colt 45 de presente para o político, querendo ainda contribuir com o combate às drogas entre a juventude. Ironicamente, Elvis morreria sete anos depois de overdose de medicamentos, com apenas 42 anos de idade. O elenco ainda inclui Colin Hanks (série “Fargo”), Evan Peters (série “American Horror Story”), Geraldine Singer (“O Herdeiro do Diabo”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Tracy Letts (série “Homeland”) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). Escrito pelo ator Cary Elwes (“A Princesa Prometida” e “Jogos Mortais”) e dirigido por Liza Johnson (“Amores Inversos”), “Elvis & Nixon” teve uma estreia limitada em abril nos EUA, quando recebeu críticas elogiosas, e chega aos cinemas brasileiros na quinta, dia 16 de junho.

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  • Série

    Sony anuncia série sobre Hugo Chavez e cria polêmica na Venezuela

    12 de maio de 2016 /

    A Sony anunciou a produção de “El Comandante”, uma série sobre a vida de Hugo Chavez, ex-presidente da Venezuela, cuja popularidade só não foi maior que as polêmicas em que se envolveu e a crise econômica em que mergulhou seu país. Polêmicas que continuam mesmo após sua morte, agora envolvendo esta produção. A atração será estrelada pelo colombiano Andrés Parra, que interpretou Pablo Escobar em uma série sobre a vida do traficante, e terá 60 episódios. Chamando a oportunidade de “papel de sua vida”, Parra já divulgou um pôster da produção, que só começará a ser gravada a partir de junho. O material inclui a frase: “O poder da paixão e a paixão pelo poder”. A vice-presidente sênior e diretora-geral de produção da Sony Pictures Television para a América Latina e a comunidade hispânica nos Estados Unidos, Angelica Guerra, afirmou que “El Comandante” será uma das produções mais ambiciosas do canal, com centenas de figurantes e locações em vários países. Grandioso, o projeto deve movimentar gerar muitos empregos e envolver diversos parceiros, movimentando a economia da América do Sul. Menos, claro, a economia em estado falimentar da Venezuela. A obra não deve ganhar permissão para ser gravada no país e será contestada judicialmente. O deputado governista Diosdado Cabello, um dos principais líderes do chavismo, já informou, durante seu programa de televisão no canal estatal VTV, que está investigando se o estúdio tem o direito de produzir a atração. Cabello alegou que, para fazer uma produção como esta, o mínimo necessário deveria ser a autorização do personagem ou de seus familiares, algo que, segundo ele, não foi feito. Além disso, Cabello declarou que a escolha do intérprete de Chavez, o mesmo de Pablo Escobar, já era uma “provocação”. Segundo ele, a intenção da série é “tentar causar prejuízo à memória do comandante Hugo Chávez, e nós devemos defender Hugo Chávez”. “Tenho certeza que o imperialismo está metido nisto”, sintetizou o deputado governista, exatamente como faria uma caricatura de político de esquerda da América Latina nos anos 1960. Confira o cartaz abaixo. Ou grite “Abaixo o imperialismo”, “Não Passarão” e “Não vai ter golpe”.

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  • Filme

    Scarlett Johansson e Zoe Kravitz vão estrelar comédia de humor negro

    2 de maio de 2016 /

    As atrizes Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vão estrelar a comédia de humor negro “Rock That Body”, escrita e dirigida por Lucia Aniello (série “Broad City”), informou o site da revista Variety. O roteiro de Aniello, escrito em parceria com Paul W. Downs (também de “Broad City”), apareceu na Black List de 2015 (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) e motivou uma disputa entre grandes estúdios, que acabou vencida pela Sony Pictures. O filme gira em torno de cinco amigas que alugam uma casa de praia em Miami para um fim de semana de despedida de solteira e, acidentalmente, acabam por matar um stripper. Aniello está em alta em Hollywood. Após ser indicada a prêmio pelo Sindicato dos Roteiristas, por seu trabalho na série “Broad City”, ela lançou sua primeira criação televisiva, a minissérie de comédia sci-fi “Time Traveling Bong”, exibida em abril nos EUA. Ela também está trabalhando no roteiro de um filme derivado da franquia “Anjos da Lei” e fará sua estreia como diretora de cinema em “Rock That Body”. A data de início da produção ainda não foi definida pelo estúdio, que se recusou a comentar sobre o casting.

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