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  • Série

    Estreias: “Willow”, “Gossip Girl” e as melhores séries da semana

    2 de dezembro de 2022 /

    A variedade de séries disponibilizadas em streaming nesta semana atende aos mais diferentes gostos. Fantasia, suspense, drama, comédia, atrações para crianças e adultos, tem de tudo um pouco. Confira abaixo as 10 melhores novidades das plataformas.   | WILLOW | DISNEY+   A continuação da fantasia clássica produzida por George Lucas em 1988 traz Warwick Davis de volta ao papel-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood, que relutantemente era forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série continua essa história acompanhando uma nova missão do protagonista, que volta a ser se juntar com aventureiros para novos encontros com criaturas fantásticas e magia. Desta vez, ele atende a um chamado do antigo bebê, agora uma rainha, para salvar seu filho raptado por trolls. E contará entre seus acompanhantes com a filha da ex-bebezinha, vivida por Ellie Bamber (“O Quebra Nozes e os Quatro Reinos”). O elenco também inclui Tony Revolori (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Dempsey Bryk (“O Silêncio”), Amar Chadha-Patel (“Doom: Aniquilação”), Ruby Cruz (“Mary of Easttown”), Talisa Garcia (“Baptiste”) e Erin Kellyman (“Falcão e o Soldado Invernal”), com quem o intérprete de Willow já tinha trabalhado em “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”), tem Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner, e conta com o diretor e o roteirista do filme original, Ron Howard e Bob Dolman, entre seus produtores.   | SLOW HORSES 2 | APPLE TV+   A série de espionagem estrelada por Gary Oldman retorna para uma nova aventura. Adaptação do livro homônimo de Mick Herron, a trama acompanha os “pangarés”, uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman vive Jackson Lamb, o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de encabeçar “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Com o sucesso de sua primeira missão, os pangarés enfrentam novo desafio na 2ª temporada, ao investigarem segredos antigos da Guerra Fria, precisando superar novamente suas limitações para impedir uma conspiração que pode ocasionar um massacre nas ruas de Londres. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série já se encontra renovada até a 4ª temporada.   | GOSSIP GIRL 2 | HBO MAX   A série juvenil volta em sua 2ª temporada repleta de olhares arregalados, empurrões, água na cara e até perseguição policial, prometendo mais esquemas ardilosos, triângulos e quadriláteros amorosos e, claro, muitos escândalos, especialmente devido ao retorno da Georgina Sparks (Michelle Trachtenberg), a malvadinha da série original dos anos 2000. Continuação da série que foi sucesso entre 2007 e 2012 na TV americana, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e tem produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage, criadores da primeira atração. E apesar de novos personagens, reforça a ligação entre as duas gerações por meio da narração de Kristen Bell, que repete seu papel como a voz informal de Gossip Girl. Uma década depois que o blog da “garota fofoqueira” foi desativado, a trama revela uma nova Gossip Girl, desta vez concebida pelos professores da escola de elite da trama, que surge para controlar a atual geração de estudantes sem noção de limites. O elenco da versão 2.0 reúne Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Legacies”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”), o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”) e Elizabeth Lail (a vítima da 1ª temporada de “Você”).   | RESERVATION DOGS 2 | STAR+   A comédia passada em território nativo-americano gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Amor e Trovão”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirige episódios e é coprodutor da atração com Waititi. Aclamada pela crítica, “Reservation Dogs” é notável por ser a primeira série a apresentar uma equipe totalmente nativa de escritores, diretores e elenco, e é um dos programas mais assistidos da FX Networks disponibilizados diretamente em streaming – na plataforma Hulu nos EUA.   | TIME | HBO MAX   A minissérie vencedora do BAFTA TV (o Emmy britânico) se passa numa prisão do Reino Unido e acompanha o embate entre um agente penitenciário, vivido por Stephen Graham (“O Chef”), e um dos criminosos mais perigosos do presídio, que o chantageia com ameaças à vida de seu filho. No meio disso tudo, um professor remoendo culpa por uma atropelamento, interpretado por Sean Bean (“Expresso do Amanhã”), começa uma sentença de quatro anos, impressionando-se com a violência daquele lugar. A partir daí, a série pressiona os protagonistas sem parar, buscando mostrar em que ponto eles podem quebrar. Com três episódios, a produção de Jimmy McGovern (“Moving On”) tem 100% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, foi eleita a Melhor Minissérie Britânica do ano e ainda premiou Sean Bean como Melhor Ator.   | CABEÇA QUENTE | NETFLIX   A sci-fi turca se passa num mundo pós-apocalíptico abalado por uma epidemia de loucura, que se espalha através da fala desordenada dos infectados. Enquanto todos andam com fones de ouvido, um recluso linguista descobre ser a única pessoa misteriosamente não afetada pelo contágio. Caçado por uma implacável Instituição Antiepidêmica para ser estudado, ele se vê forçado a deixar a zona segura e fugir para as ruínas das ruas de Istambul, em meio aos loucos e em busca do segredo de seu “crânio quente”, uma marca duradoura da doença. A série é uma criação de Mert Baykal (“Kardesim Benim”) e é estrelada por Osman Sonant (“A Caixa de Pandora”). Os dois trabalharam juntos antes na dramática “Fi” (2017–2018), vencedora do Golden Butterfly Awards, uma premiação do público da TV turca.   | AMIGAS PARA SEMPRE 2 | NETFLIX   A 2ª temporada encerra a série estrelada por Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”). Adaptação do romance homônimo de Kristin Hannah, a trama acompanha duas melhores amigas ao longo de décadas, acompanhando o envelhecimento das personagens após se unirem durante uma tragédia na adolescência. Heigl vive Tully, “a garota ousada e atrevida que você não pode ignorar”, e Chalke é Kate, “a garota tímida que você nunca nota”, e uma vez ligadas se tornam inseparáveis por 30 anos de altos e baixos, até que uma traição impensável sacode essa amizade, deixando dúvidas se elas conseguirão se reconciliar. Vale reparar que “Amigas para Sempre” foi a primeira série estrelada por Heigl, desde que saiu de “Grey’s Anatomy”, a não acabar após uma temporada. Ela não tinha emplacado nenhum sucesso em sua tentativa de voltar às produções televisivas, após uma carreira frustrante no cinema. Atrações que protagonizou, como “State of Affairs” e “Doubt”, foram canceladas com menos de 13 episódios exibidos. Para completar, ela entrou em “Suits” e a série acabou logo em seguida. O elenco de “Amigas para Sempre” também inclui Ali Skovbye (de “O Homem do Castelo Alto”) e Roan Curtis (“The Magicians”) como as versões adolescentes das protagonistas, além de Ben Lawson (“Designated Survivor”), Yael Yurman (também de “O Homem do Castelo Alto”) e Beau Garrett (“The Good Doctor”).   | MAGGIE, A VIDENTE | STAR+   A personagem do título é uma vidente de verdade, que ganha a vida fazendo previsões sobre o futuro das pessoas. Até que um dia, ao atender um cliente charmoso, descobre seu próprio futuro, ao ter uma visão de seu casamento com ele. A revelação tira seu chão e ela busca ajuda das amigas para lidar com o fato de que um desconhecido aleatório será seu marido. A comédia romântica com humor ácido e personagens carismáticos foi criada por Justin Adler e Maggie Mull, respectivamente criador e produtora de “Life in Pieces”, e traz a atriz Rebecca Rittenhouse (“Era uma Vez em… Hollywood”) como protagonista.   | ARCHER 13 | NETFLIX   Paródia hilária de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” chega a sua 13ª temporada com uma nota triste. Esta foi o primeiro ano da animação sem uma de suas protagonistas principais, após a morte de Jessica Walter. A atriz, também conhecida pela série “Arrested Development”, interpretava a mãe de Archer, a espiã mestre Malory Archer, e faleceu em março do ano passado, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, aos 80 anos. A série é criação de Adam Reed, que ficou conhecido por outra paródia animada, “Laboratório Submarino 2021”, sátira de um desenho clássico de 1972, e gira em torno do espião Sterling Archer, que atende pelo codinome nada másculo de Duquesa e até a temporada passada trabalhava para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional. Agora o personagem dublado por H. Jon Benjamin (série “Master of None”) e demais associados da agência precisam lidar com a nova chefia, após sua organização ser adquirida por um conglomerado de espionagem internacional, que os envia em missões cada vez mais estranhas. O elenco de dubladores originais também inclui Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a espiã Lana Kane, Chris Parnell (“Anjos da Lei”) como o espião Cyril Figgis, Amber Nash (dubladora de “Frisky Dingo”) como a diretora do RH Pam Poovey e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a secretária sexy Cheryl Tunt.   | TATAMI: UMA VIAGEM NO TEMPO | STAR+   O novo anime estiloso do estúdio Science SARU (“A Hora da Aventura”) é uma continuação de “The Tatami Galaxy”, originalmente um romance de Tomihiko Morimi, que ganhou uma adaptação animada – e cultuada – em 2010. A trama original girava em torno de um estudante universitário sem nome, oficialmente conhecido como “Watashi” (japonês para “I”), que vê seu objetivo de ter uma “vida cor-de-rosa no campus” ser repetidamente frustrado por seu colega de classe Ozu, que se aparece com uma figura demoníaca. Totalmente surreal, a série usava o conceito de multiversos para explorar a contraposição do livre arbítrio e do destino, mostrando Watashi repetindo padrões em diferentes versões da realidade. Os personagens retornam na continuação, agora numa trama de viagem no tempo. Depois de Ozu quebrar o controle remoto do ar-condicionado do dormitório, Watashi e seus amigos ponderam que a única forma de evitar passar calor é usar uma máquina do tempo recém-descoberta no campus, para voltar alguns minutos no passado e impedir o estrago. Claro que tudo sai errado. Várias vezes. Apesar de contada no contexto de “Tatamy Galaxy”, a história na verdade é uma adaptação do filme “Summer Time Machine Blues”, escrito por Morimi e lançado em 2005 no Japão. “Tatami: Uma Viagem no Tempo” também foi concebido para o cinema, sendo dividido em seis episódios apenas para passar na plataforma adulta da Disney. Na prática, porém, isso não faz diferença, já que a temporada foi lançada completa.

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  • Série

    As 10 melhores séries de abril

    8 de maio de 2022 /

    Estão em dia com as séries, acompanhando o que de melhor tem sido distribuído pelas plataformas digitais? Esta “tarefa” é cada vez mais difícil, graças à multiplicação dos serviços de streaming, que transforma a diversão em dificuldade, tamanha a quantidade de títulos lançados semanalmente. Para ajudar a recordar e/ou apontar uma sugestão que possa ter passado batida entre as inúmeras novidades do dia-a-dia, selecionamos pra vocês as 10 melhores séries lançadas em streaming no mês passado. Confira o Top 10 abaixo com detalhes e trailers de cada título.     SLOW HORSES | APPLE TV+ Estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), a série acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman é o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron tem um elenco impressionante, que ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”).     BONECA RUSSA | NETFLIX Uma das melhores séries da Netflix ficou ainda melhor na 2ª temporada, recompensando o espectador com um destemor absurdo ao correr grandes riscos com sua trama mirabolante. Na história original de looping temporal, a personagem de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) morria várias vezes durante sua noite de aniversário na cidade de Nova York, apenas para voltar ao começo da festa e se preparar para morrer novamente, continuamente, vitimada por detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Mas esta foi só a primeira fase de suas desventuras, que agora trocam o looping temporal por viagem no tempo. Após conseguir sobreviver à morte insistente, ela se vê embarcando num trem para o passado, que a leva aos anos 1980. Não só isso, ela passa a habitar o corpo de sua mãe, então grávida dela mesma. E tem a brilhante ideia de mudar o passado para corrigir seu presente. Só que essa ideia nunca deu certo em nenhum filme de viagem no tempo já produzido. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”).     OZARK | NETFLIX A aclamada série criminal chega ao fim de forma surpreendente, mas também inevitável, para entrar na História como uma das melhores produções já feitas para o streaming. Consistente do começo ao fim, “Ozark” leva a tese do efeito dominó apresentada em seu começo ao limite, concluindo a história em seus últimos sete episódios do único jeito que poderia acabar, porém sem perder de vista o fator da imprevisibilidade humana. Um show de equilíbrio narrativo. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração conta a trajetória da família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. E sofrem as consequências de todos seus atos. A série já venceu três Emmys, incluindo dois para Julia Garner pelo papel da trapaceira Ruth Langmore, ex-aprendiz local de Marty, que tem papel importante no desfecho violento. O outro Emmy foi para o astro Jason Bateman, mas por seu trabalho como diretor na série. Por sinal, ele assina o capítulo final.     BETTER CALL SAUL | NETFLIX O lançamento dos primeiros capítulos inaugura oficialmente o início do fim, também conhecido como primeira parte da 6ª e última temporada de “Better Call Saul”. Estruturado como um interminável flashback, o spin-off de “Breaking Bad” vem contando desde 2015 como o advogado idealista Jimmy McGill se transformou no inescrupuloso vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. E a produção fez o público aguardar cinco temporadas para chegar no ponto mais esperado, quando a trama se cruza com os eventos de “Breaking Bad”, trazendo de volta Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) para conduzir a trama aos eventos fatídicos que levaram o personagem vivido por Bob Odenkirk a perder carreira e fortuna ao final da série original. Vale lembrar que o primeiro episódio de “Better Call Saul” iniciava bem depois dos eventos de “Breaking Bad”, e há grande expectativa para ver em que condições Jimmy/Saul se tornou um dos poucos sobreviventes da premiada trama original.     TOKYO VICE | HBO MAX A minissérie de ação sobre o submundo da Yakuza é um thriller estiloso de grife, assinado por dois cineastas famosos: Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e o veterano Michael Mann (“Fogo Contra Fogo”). A trama se baseia no livro-reportagem de Jake Adelstein, em que o jornalista relata sua experiência nos dois lados da Lei em Tóquio, descrevendo o estilo de vida violento da máfia japonesa e a corrupção no departamento de polícia da capital. Estrelada por Ansel Elgort (“Amor, Sublime Amor”) no papel de Adelstein, a série também destaca em seu elenco Ken Watanabe (“Godzilla 2”), Hideaki Ito (“Memórias de um Assassino”), Shô Kasamatsu (“O Diretor Nu”), Tomohisa Yamashita (“The Head: Mistério na Antártida”), Rachel Keller (“Legion”), Ella Rumpf (“Raw”) e Rinko Kikuchi (“Círculo de Fogo”).     HEARTSTOPPER | NETFLIX A adaptação dos quadrinhos homônimos de Alice Oseman sobre dois garotos apaixonados virou uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas. Uma produção cor-de-rosa, que transmite conforto e ternura como a primeira série adolescente de temática gay produzida pela Netflix. A trama gira em torno de dois adolescentes britânicos: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas logo Charlie se vê profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imagina – e isto pode lhes custar suas amizades ou se transformar no primeiro amor de suas vidas. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”.   ANOS INCRÍVEIS | DISNEY+ A nova série é um reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years), exibida nos anos 1980, sobre uma família de classe média dos 1960 que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão repete a premissa, a estrutura e a época da produção original, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, é diretor de oito episódios e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Mas foi demitido da atração na sexta passada (6/7) após denúncias de comportamento inadequado. Já o roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”.     GASLIT | STARZPLAY A minissérie de época pode finalmente dar a Julia Roberts seu perseguido Emmy. A atriz dá um show como Martha Mitchell, socialite casada com o Procurador-Geral da República John Mitchell (um irreconhecível Sean Penn sob quilos de maquiagem) e personagem central de um dos maiores escândalos políticos dos EUA. Trata-se do escândalo Watergate, nome do prédio onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata, invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano em 1972 com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se prova uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a espionagem política e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. Apesar de sua filiação partidária, Martha gostava de “aparecer” e tinha fama de ser “boca aberta”. E por saber dos segredos, foi logo considerada o elo fraco dos conspiradores, levando seu marido a ter que escolher entre a esposa e o presidente dos EUA. Na minissérie, a situação tensa rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense psicológico e político. A produção criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”) também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”).     ILUMINADAS | APPLE TV+ A minissérie de suspense estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, sem saber que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss é um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque e passa a reparar mudanças significativas e súbitas em seu cotidiano. Já Moura interpreta um jornalista desacreditado, que decide investigar o caso sem perspectivas a respeito de onde o mistério o conduzirá. Baseado no livro homônimo de Lauren Beukes, a adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer.     WU-TANG: AN AMERICAN SAGA | STAR+ Demorou três anos, mas a série que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan finalmente chegou ao Brasil. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme”), a trama mostra como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime no começo dos anos 1990, para originar uma das histórias mais improváveis de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e referências de kung fu em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo. Além disso, a maioria de seus integrantes também desenvolveu carreiras individuais...

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  • Música,  Série

    Mick Jagger revela música criada para a série “Slow Horses”

    1 de abril de 2022 /

    Mick Jagger divulgou nas redes sociais e em seu canal no YouTube a música “Strange Game”, que foi composta para a trilha da série “Slow Horses”, lançada nesta sexta na Apple TV+. “Strange Game” resultou de uma parceria entre Jagger e Daniel Pemberton, compositor da trilha instrumental da série, que já foi indicado ao Oscar por “Os 7 de Chicago”. Pemberton também assinou as músicas de “Depois da Festa”, outra série da Apple TV+, além das trilhas de “Enola Holmes”, “Aves de Rapina” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” Estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), “Slow Horses” acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Até que se veem envolvidos num complô inesperado e precisam mostrar a competência que nunca tiveram, para não virarem danos colaterais de seus superiores. Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron tem um elenco impressionante, que ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”).

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  • Série

    O novo herói da Marvel e as melhores séries da semana

    1 de abril de 2022 /

    O novo super-herói da Marvel é o destaque entre as séries estreantes da semana nas plataformas digitais. Mas há outras boas opções para os públicos mais adulto ou mais jovem. Na verdade, o que chama atenção na lista abaixo, com as melhores opções de lançamentos, é a ausência completa do nome Netflix. Com concorrência cada vez maior, as plataformas rivais perceberam que qualidade supera quantidade, uma equação que a pioneira do streaming nem sempre consegue totalizar. Confira abaixo os 10 principais títulos que chegam ao streaming, com informações detalhadas e os respectivos trailers.   CAVALEIRO DA LUA | DISNEY+ Primeira série da Marvel a apresentar a origem de um novo personagem, “Cavaleiro da Lua” se diferencia das anteriores pelo próprio protagonista. Reinventada para o streaming, a trama reforça o aspecto único do herói, ao apresentá-lo como Steven, um inglês comum que tem apagões e acredita sofrer de sonambulismo. Até o dia em que uma escapada que parecia sonho o leva a ser perseguido por uma criatura sobrenatural e o único jeito de sobreviver é aceitar que possui uma segunda personalidade chamada Mark, capaz de resolver a situação. A interpretação de Oscar Isaac (da franquia “Star Wars”) alterna sotaques para deixar mais claro o transtorno dissociativo de identidade. Mas a origem de seus poderes ficou para os próximos episódios. Nos quadrinhos dos anos 1970, Mark Spector virava o Cavaleiro da Lua após encontrar o deus Khonshu numa missão como mercenário no Egito, transformando-se num avatar da divindade egípcia. A série está a cargo do roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix), e a equipe conta com os diretores Mohamed Diab (“Clash”), uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, e a dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017). O elenco ainda destaca Ethan Hawke (“Boyhood”), May Calamawy (“Rami”) e o francês Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”), que faleceu em janeiro num acidente de ski.   SLOW HORSES | APPLE TV+ Estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), a minissérie acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman é o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram, para não virarem danos colaterais de seus superiores. Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron tem um elenco impressionante, que ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”).   UM LOBO COMO EU | AMAZON PRIME VIDEO A minissérie estrelada por Josh Gad (“A Bela e a Fera”) e Isla Fisher (“Truque de Mestre”) é um terror romântico. Eles se conhecem e se apaixonam num acidente de carro, mas um segredo da personagem de Fisher a faz fugir sempre que o envolvimento se torna mais sério. A atração foi concebida pelo australiano Abe Forsythe, diretor do terrir “Pequenos Monstros” (Little Monsters), que também foi estrelado por Gad. Ele assina o roteiro e a direção de todos os seis episódios, e ainda compartilha a produção executiva com Gad e Fisher.   JULIA | HBO MAX A minissérie biográfica conta a história de Julia Child, pioneira dos programas de culinárias na televisão, que já tinha sido interpretada por Meryl Streep no filme “Julie & Julia” (2009). A trama utiliza seu sucesso para explorar um momento chave na evolução cultural dos EUA, incluindo o feminismo, a cultura das celebridades e a popularização dos canais públicos de TV. Criada por Daniel Goldfarb (produtor de “Maravilhosa Sra. Maisel”) e produzida por Christopher Keyser (criador de “Party of Five” e “The Society”), a atração destaca a inglesa Sarah Lancashire (“Happy Valley”) no papel-título.   CLAWS | HBO MAX Inédita no Brasil, a série criada por Eliot Laurence (roteirista de “Bem-Vindos ao Mundo”) e produzida pela atriz Rashida Jones (séries “Parks and Recreation” e “Angie Tribecca”), “Claws” chega completa, com quatro temporadas disponibilizadas em streaming. Exibida até este ano nos EUA, a trama gira em torno de funcionárias de um salão de manicures que se transformam em gângsteres. Niecy Nash (“Scream Queens”) lidera o elenco no papel de Desna Simms, a proprietária do salão localizado no sul da Flórida, onde trabalham outras cinco mulheres: Polly (Carrie Preston, de “True Blood”), que cumpriu pena por roubo de identidade, Jennifer (Jenn Lyon, de “Justified”), uma garota tentando se livrar dos vícios, Quiet Ann (Judy Reyes, de “Devious Maids”), a segurança do lugar, e Virginia (Karrueche Tran, de “The Bay”), sempre entediada com o próprio trabalho. O problema é que, sob esse esmalte de normalidade, o salão é uma fachada para lavagem de dinheiro da máfia russa. E, ao longo da série, as manicures resolvem peitar os criminosos e construir seu próprio império.   O INTERNATO: LAS CUMBRES | AMAZON PRIME VIDEO A série espanhola de terror adolescente retorna para uma 2ª temporada repleta de mistérios. Nos novos episódios, a morte de Cayetano desperta ainda mais o interesse dos alunos para descobrir quem está por trás de todos os estranhos assassinatos cometidos no internato de elite que batiza a atraçaõ.   THE GOOD DOCTOR | GLOBOPLAY A atração estrelada por Freddie Highmore (de “Bates Motel”) está atualmente na reta final de sua 5ª temporada nos EUA. Por enquanto, foram disponibilizados apenas os sete primeiros capítulos dessa fase, que lidam com o noivado do protagonista. Desenvolvida por David Shore (o criador de “House”), a série traz Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Apesar disso, os novos episódios destacam sua trama romântica com Lea Dilallo (Paige Spara).   BALTHAZAR | GLOBOPLAY A série procedimental acompanha casos policiais pelo ponto de vista do legista do título, um personagem excêntrico, que parece ser capaz de falar com os mortos para conseguir pistas de assassinatos. Grande sucesso da TV francesa, a produção é tipo “o crime da semana” e deve sua popularidade à química dos atores principais – Tomer Sisley (“Não Olhe para Cima”) como Balthazar e Hélène de Fougerolles (“Tudo pela Honra”) no papel da parceira policial relutante. Por enquanto, a Globoplay disponibilizou as duas primeiras temporadas, de um total de quatro já produzidas na França.   LA GARÇONNE: DUPLA IDENTIDADE | GLOBOPLAY Passada na Paris da era do jazz, a produção francesa segue Louise Kerlac, que testemunha um assassinato e se torna a principal suspeita. Convencida de que só conseguirá descobrir o verdadeiro criminoso com ajuda da polícia, ela assume a identidade de seu irmão gêmeo e se torna detetive, seguindo a pista do desaparecimento de várias modelos de pintores de Montparnasse. Mas para se infiltrar na boêmia parisiense, precisa criar uma segunda personagem, uma versão extravagante e glamorosa de si mesma, passando a investigar como homem durante o dia e como mulher à noite.   PHOENIX RISING: RENASCENDO DAS CINZAS | HBO MAX A minissérie documental traz Evan Rachel Wood falando sobre o abuso que sofreu nas mãos de Marilyn Manson (que ela chama pelo nome real, Brian Warner), abrindo espaço para novas denúncias contra o músico e para a luta de vítimas contra o limite de prescrição desse tipo de crime, que impede que abusadores sejam investigados depois de um certo tempo. Em um dos momentos mais fortes da produção, a estrela da série “Westworld” revela ter sido estuprada diante das câmeras no clipe de “Heart-Shaped Glasses”, lançado em 2007, quando ela tinha 19 anos – Manson estava com 38. Após a exibição do filme dirigido por Amy Berg (“Livrai-nos do Mal”) no Festival de Sundance deste ano, Marilyn Manson abriu processo contra a atriz por difamação, contestando suas alegações de abuso sexual, que chama de “falsidade maliciosa”. Ela respondeu com um “Não tenho medo”.  

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    Gary Oldman vai estrelar série de espionagem da Apple

    15 de novembro de 2019 /

    O astro britânico Gary Oldman vai estrelar sua primeira série de streaming. Ele será o protagonista de “Slow Horses”, série de espionagem da plataforma Apple TV+. Inspirada nos livros de Mick Herron, “Slow Horses” seguirá um grupo de agentes secretos britânicos cujos métodos duvidosos fazem com que sejam expulsos do MI5, o serviço secreto do Reino Unido. Oldman vai interpretar Jackson Lamb, o brilhante, mas irascível, líder deste grupo. Mick Herron lançou oito livros da série “Slow Horses” desde 2010, que podem alimentar várias temporadas da atração, criada por Will Smith. Homônimo do famoso ator americano, este Will Smith é na verdade um roteirista britânico, que tem no currículo episódios de séries de comédia política como “Veep” e “The Thick of It”. Antes de vencer o Oscar por “O Destino de Uma Nação” no ano passado, Oldman teve sua primeira indicação ao prêmio da Academia por outra adaptação literária de espionagem britânica, “O Espião que Sabia Demais” (2011). Ele volta às séries após atingir sua maior consagração no cinema. Até então, Oldman só tinha estrelado uma série televisiva, o drama britânico “Morgan’s Boy”, em 1984, quando estava começando a carreira. Depois disso, ainda fez uma participação especial em “Friends”, nos dois episódios do casamento de Monica e Chandler, exibidos em 2001, e participou de uma minissérie derivada de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, repetindo seu papel do filme, como Comissário Gordon, disponibilizada como bônus do Blu-ray.

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