Os Defensores: Série que junta Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro ganha primeiras fotos
O site da revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens oficiais, um vídeo e os primeiros detalhes sobre “Os Defensores”, minissérie que vai reunir os personagens das séries Demolidor”, Jessica Jones, “Luke Cage” e da vindoura “Punho de Ferro” – que estreia em 17 de março – , num crossover do universo Marvel na Netflix. Além do quarteto fantástico interpretado por Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter e Finn Jones, as fotos registram a vilã misteriosa, vivida por Sigourney Weaver (“Avatar”) e alguns coadjuvantes importantes, como Misty Knight (Simone Missick) e Coleen Wing (Jessica Henwick), além de revelar Luke Cage preso, após os desdobramentos do final da 1ª temporada de sua série. Segundo a publicação, o primeiro encontro dos quatro protagonistas de “Os Defensores” vai acontecer de maneira casual, quando cada um deles, tentando desvendar um mistério diferente, acaba indo para o mesmo lugar e se depara com os outros. No vídeo abaixo, Finn Jones ainda afirma que é Danny Rand/Punho de Ferro quem assume a responsabilidade de unir os heróis num grupo. “Os Defensores” ainda não teve sua data de estreia definida, mas a Neflix já divulgou o primeiro teaser da atração, que pode ser conferido aqui. Além da série, a Marvel também está relançando os quadrinhos dos Defensores. Criado por Roy Thomas em 1971, o grupo juntava originalmente Hulk, Doutor Estranho e Namor, o Príncipe Submarino. Mas a nova versão dos gibis irá refletir a formação atual da TV, com Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho e Ferro. As imagens estão abaixo do vídeo do making of da produção da revista. Clique para ampliá-las.
Sete Minutos Depois da Meia-Noite revela-se uma fábula sinistra e profundamente bela
Estranho ver um menino inglês de 12 anos em pleno século 21 não aparecer em nenhuma cena deslizando o dedo num celular. Esse é o primeiro indício que mostra como, por traz de uma certa normalidade, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) gira fora do eixo do cinemão. O filme se passa na Londres atual e Connor O’Malley, o garoto em questão, prefere se refugiar com um lápis e uma caixa de tintas numa página em branco. Connor (interpretado por Lewis MacDougall, visto em “Peter Pan”) recusa-se a integrar qualquer grupo, seja na escola, na rua ou na família. No universo dele, o que se pavimenta é apenas um caminho: aquela do papel, em que uma aquarela explode em escarros e respingos compondo formas inusitadas como num quadro de expressionismo abstrato. Dependendo do ângulo, pode-se imaginar uma revoada de corvos ou uma poeira negra levitando de um incêndio, mas quando finalmente toda tinta negra se aglutina, uma estranha criatura, mix de árvore e humanóide aparece. Esse monstro de olhos de fogo encara Connor. É igualzinho a árvore retorcida no cemitério que o menino avista da janela de seu quarto. E aí, no tic tac nervoso daquela mesma noite em que a figura o encarou no papel, mais precisamente à meia-noite e sete, o monstro desperta no cemitério para vir atrás do garoto. O tom em “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” é sinistro com poucos momentos de alivio. A criatura assombra, ameaça e, bem ao inverso de “O Bom Gigante Amigo”, não convida para nenhum tipo de aventura. Ao contrário, o monstro aparece para contar três histórias e em cada uma quebra uma parede da fantasia, forçando Connor a encarar uma dura verdade. A mãe Lizzie (vivida por Felicity Jones de “Rogue One: Uma História Star Wars”) está com câncer em fase terminal e não resta muitas opções ao garoto: o pai (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”) é uma figura ausente, e a avó (Sigourney Weaver, da franquia “Alien” e “Avatar”), uma mulher rígida, antiquada e difícil. Adaptação do livro homônimo de Patrick Ness (criador da série sci-fi “Class”), o filme é uma aposta arriscada do diretor espanhol Juan Antonio Bayona. Tinha tudo para dar errado, mas felizmente Bayona mantém a tradição de seus bons trabalhos anteriores, o terror “O Orfanato” (2007) e o drama de catástrofe “O Impossível” (2012). O humano na obra deste diretor é filmado de tal maneira que podemos vê-lo sem que sejamos aviltados. O medo frente ao vazio e à morte não nos abate. Ao contrário, ele provoca uma espécie de embriaguez, que fortalece e nos ergue para além do nosso destino, tão medíocre e tão derrisório. Desprendido de toda pressão de ordem psicológica, é, antes de tudo, o mistério do ser que Bayona consegue com êxito captar na sua complexidade. “Sete Minutos…” reforça a tese. Em um sentido literal, o “monstro” revela-se primeiro um enorme cuspidor de fogo, com a voz de Liam Neeson (“Busca Implacável”), para, cinco minutos depois, derivar de significado. Ele é a metáfora para o desconhecido, para a morte, mas também para a vida. Representa anseios sufocados e sentimentos que mesmo um garoto imaginativo mal sabe definir. Cada um dos três contos narrados pelo monstro oferece uma surpresa estética. São animações nascidas de borrões de tintas, que tratam de bruxas e príncipes movidos por rancores antigos, e cada um toma um rumo inesperado que deixa Connor mais confuso do que nunca. Nenhum deles segue o habitual arco do bem triunfando sobre o mal. O mesmo pode ser dito da maneira como Bayona lida com as cenas reais. A cor e a luz são admiravelmente controladas para nunca soar intensas. O vermelho, o amarelo, o marrom dão o toque outonal para um mundo que está escurecendo. De fato, Bayona continua a ser um estilista visual criativo, a meio caminho entre um Tim Burton e Guillermo Del Toro. E seus atores todos atingem um equilíbrio notável representando tanto as emoções mais superficiais de uma cena, como insinuando sentimentos profundos. A eficiência do filme é inegável. E ainda que Bayona apele para a morbidez sentimental na cena de encerramento, a beleza da obra desculpa o deslize. Como disse o cineasta Jean-Claude Guiguet sobre “De Barulho e de Fúria” (1988), do colega Jean-Claude Brisseau: “Que importa a terra tão escura, o céu tão sombrio, se ainda sobra uma parcela de amor?” É esse o tom que se afirma neste delicado trabalho.
Vídeo revela os bastidores dos efeitos visuais de Sete Minutos Depois da Meia-Noite
A Focus Features divulgou um vídeo de bastidores da fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls), do diretor Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). Focado na tecnologia envolvida na produção, o vídeo detalha os efeitos visuais e o uso de captura de performance para transformar Liam Neeson (“Sem Escalas”) num monstro. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Patrick Ness, roteirizada pelo próprio escritor, sobre um garoto solitário, que procura a ajuda de um monstro para lidar com o bulling e a doença terminal de sua mãe solteira (Felicity Jones, de “Rogue One: Uma História Star Wars”). O elenco inclui ainda Sigourney Weaver (“Avatar”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e o menino Lewis MacDougall (“Peter Pan”) como o jovem protagonista. Filme com mais indicações ao prêmio Goya (o Oscar espanhol), “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” estreia na sexta (23/12) nos EUA e em 19 de janeiro no Brasil.
Sete Minutos Depois da Meia-Noite lidera indicações ao Goya, o Oscar espanhol
A organização dos prêmios Goya, considerado o Oscar do cinema espanhol, divulgou seus indicados a melhores do ano. E uma coprodução hollywoodiana disparou na frente. A fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, dirigida por Juan Antonio Bayona, mas falada em inglês, escrita por um americano e estrelada por atores britânicos, lidera em indicações, concorrendo em 12 categorias. Bayona já venceu dois prêmios Goya, como Melhor Diretor Estreante por seu primeiro filme, o terror “O Orfanato” (2007), e o de Melhor Diretor pelo drama de desastre “O Impossível (2012). Em “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, ele conta a história de um menino (Lewis MacDougall) que enfrenta a doença da mãe (Felicity Jones) com sua imaginação e a ajuda de um monstro (Liam Neeson). Sigourney Weaver é a única americana do elenco e concorre, pelo papel da vovó, ao Goya de Melhor Atriz Coadjuvante. O principal concorrente da superprodução de Bayona é um drama indie, “Tarde Para la Ira”, de Raúl Arévalo. Mesmo sendo o único longa na disputa de Melhor Filme que não tem financiamento das grandes redes de TV do país, conseguiu 11 indicações, uma façanha para Arévalo, que estreia como diretor após 15 anos trabalhando como ator de cinema. Ele já venceu o Goya como Melhor Ator Coadjuvante por “Gordos” (2009) e foi indicado outras quatro vezes – a mais recente pelo ótimo suspense “Pecados Antigos, Longas Sombras” (2014). A lista também inclui “Julieta”, de Pedro Almodóvar, que obteve sete indicações. Apesar de ter passado em branco no Festival de Cannes, o longa de Almodóvar é o candidato espanhol a uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Entre as curiosidades, o boicote ao filme “La Reina de España”, de Fernando Trueba – porque o diretor disse, em entrevista, que não se sentia espanhol – não impediu que Penélope Cruz fosse indicada como Melhor Atriz, nem a temática fetichista da comédia sexual “Kiki – Os Segredos do Desejo” – ou o fato de ser remake de um filme australiano – intimidou a Academia Espanhola a lhe conceder quatro indicações. Para completar, mais uma vez o Brasil ficou de fora da premiação, que selecionou filmes da Venezuela, Colômbia, Argentina e México na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano. A cerimônia do Goya será realizada no dia 4 de fevereiro. Confira abaixo a lista com alguns dos principais indicados. Indicados ao prêmio Goya 2016 Melhor Filme “El Hombre de Las Mil Caras”, de Alberto Rodríguez “Julieta”, de Pedro Almodóvar “Que Dios nos Perdone”, de Rodrigo Sorogoyen “Tarde Para la Ira”, de Raúl Arévalo “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, de Juan Antonio Bayona Melhor Direção Alberto Rodríguez, por “El Hombre de Las Mil Caras” Pedro Almodóvar, por “Julieta” Rodrigo Sorogoyen, por “Que Dios nos Perdone” J.A. Bayona, por “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” Melhor Diretor Estreante Salvador Calvo, por “1898. Los Últimos de Filipinas” Maro Crehuet, por “El Rey Tuerto” Nely Reguera, por “María (Y los Demás)” Raúl Arévalo, por “Tarde para la Ira” Melhor Ator Eduard Fernández, por “El Hombre de Las Mil Caras” Roberto Álamo por “Que Dios nos Perdone” Antonio de la Torre, por “Tarde para La Ira” Luis Callejo, por “Tarde para La Ira” Melhor Atriz Emma Suárez, por “Julieta” Carmen Machi, por “La Puerta Abierta” Penélope Cruz, por “La Reina de España” Bárbara Lennie, por “María (Y los Demás)” Melhor Ator Coadjuvante Karra Elejalde, por “100 metros” Javier Gutiérrez, por “El Olivo” Javier Pereira, por “Que Dios nos Perdone” Manolo Solo, por “Tarde para la Ira” Melhor Atriz Coadjuvante Candela Peña, por “Kiki – Os Segredos do Desejo” Emma Suárez, por “La Próxima Piel” Terele Pávez, por “La Puerta Abierta” Sigourney Weaver, por “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” Melhor Ator Revelação Ricardo Gómez, por “1898. Los Últimos de Filipinas” Rodrigo de la Serna, por “Cien Años de Perdón” Carlos Santos, por “El Hombre de Las Mil Caras” Raúl Jiménez, por “Tarde para la Ira” Melhor Atriz Revelação Silvia Pérez Cruz, por “Cerca de tu Casa” Ánna Castillo, por “El Olivo” Belén Cuesta, por “Kiki – Os Segredos do Desejo” Ruth Díaz, por “Tarde para la Ira” Melhor Roteiro Original Jorge Guerricaechevarría, por “Cien Años de Perdón” Paul Laverty, por “El Olivo” Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen, por “Que Dios nos Perdone” David Pulido e Raúl Arévalo, por “Tarde para la Ira” Melhor Roteiro Adaptado Alberto Rodríguez e Rafael Cobos, por “El Hombre de Las Mil Caras” Pedro Almodóvar, por “Julieta” Fernando Pérez e Paco León, por “Kiki – Os Segredos do Desejo” Patrick Ness, por “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” Melhor Direção de fotografia Alex Catalán, por “1898. Los Últimos de Filipinas” José Luis Alcaine, por “La reina de España” Arnau Valls Colomer, por “Tarde para la Ira” Óscar Faura, por “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” Melhor Trilha Sonora Original Julio de la Rosa, por “El Hombre de Las Mil Caras” Pascal Gaigne, por “El Olivo” Alberto Iglesias, por “Julieta” Fernando Velázquez, por “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” Melhor Canção Original “Descubriendo India”, de Luis Ivars, em “Bollywood Made in Spain” “Ai, ai, ai”, de Silvia Pérez Cruz, em “Cerca de Tu Casa” “Muerte”, de Zeltia Montes, em “Frágil Equilibrio” “Kiki”, Mr.Kí feat Nita de Alejandro Acosta, Cristina Manjón, David Borras Paronella, Marc Peña Rius e Paco León, em “Kiki – Os Segredos do Desejo” Melhor Animação “Ozzy” “Psiconautas, los Niños Olvidados” “Teresa eta Galtzagorri” Melhor Filme Iberoamericano “Anna”, de Jacques Toulemonde Vidal “De Longe te Observo”, de Lorenzo Vigas “El Ciudadano Ilustre”, de Gastón Duprat e Mariano Cohn “Las Elegidas”, de David Pablos Melhor Filme Europeu “O Mestre dos Gênios”, de Michael Grandage “O Filho de Saúl”, de László Nemes “Elle”, de Paul Verhoeven “Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach
Os Defensores: Vídeo revela Sigourney Weaver como nova vilã da Marvel
A Netflix divulgou um vídeo de seu painel na Comic-Con de Nova York, que registra o momento em que Sigourney Weaver é introduzida no palco, ingressando oficialmente no elenco da minissérie “Os Defensores”. Na atração, ela vai enfrentar os quatro atores que a recebem de pé no evento: Charlie Cox (Demolidor), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Punho de Ferro). Sua introdução foi feita por Jeph Loeb, presidente da Marvel Television, que acrescentou: “Estamos honrados em ter uma atriz desse calibre e com esse status no nosso maior show até o momento. Ela é a definição de uma atriz com classe”. Por enquanto, não foram revelados maiores detalhes sobre sua personagem. A minissérie vai fazer um crossover entre as séries “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”, com seus heróis unindo forças para enfrentar uma nova ameaça no Netflix. A produção está a cargo de Douglas Petrie e Marco Ramirez, showrunners de “Demolidor”. Mas ainda não há previsão para a estreia. Antes dela, está prevista a estreia de “Punho de Ferro” e possivelmente a 2ª temporada de “Jessica Jones”.
Sete Minutos Depois da Meia-Noite: O monstro do diretor de O Impossível ganha novo trailer
A Focus Features divulgou um novo trailer da fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls), do diretor Juan Antonio Bayona (“O Impossível”), desta vez em inglês. Narrada por Liam Neeson (“Sem Escalas”), em tom de fábula, a prévia apresenta o protagonista, um jovem que resolve invocar um monstro. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Patrick Ness, roteirizada pelo próprio escritor, sobre um garoto solitário, que procura a ajuda de um monstro para lidar com o bulling e a doença terminal de sua mãe solteira (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”). O elenco inclui ainda Sigourney Weaver (“Avatar”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e o menino Lewis MacDougall (“Peter Pan”) como o jovem protagonista. A estreia está marcada para 21 de outubro nos EUA e seis dias depois, em 27 de outubro, no Brasil.
Sete Minutos Depois da Meia-Noite: Menino invoca monstro em trailer da fantasia do diretor de O Impossível
A Universal Pictures da Espanha divulgou o trailer espanhol da fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls), novo filme do diretor Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). A prévia apresenta o protagonista, um jovem que resolve invocar um monstro. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Patrick Ness, roteirizada pelo próprio escritor, sobre um garoto solitário, que procura a ajuda de um monstro para lidar com o bulling e a doença terminal de sua mãe solteira. O elenco inclui Felicity Jones (“O Espetacular Homem Aranha 2”), Sigourney Weaver (“Avatar”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e Liam Neeson como o a voz do monstro, além do menino Lewis MacDougall (“Peter Pan”) como o jovem protagonista. A estreia está marcada para 21 de outubro nos EUA e seis dias depois, em 27 de outubro, no Brasil.
Sete Minutos Depois da Meia-Noite: Fantasia do diretor de O Impossível ganha trailer legendado
A Diamond Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls), novo filme do diretor Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). Narrada por Liam Neeson (“Sem Escalas”), em tom de fábula, a prévia apresenta o protagonista, um jovem que resolve invocar um monstro. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Patrick Ness, roteirizada pelo próprio escritor, sobre um garoto solitário, que procura a ajuda de um monstro para lidar com o bulling e a doença terminal de sua mãe solteira. O elenco inclui Sigourney Weaver (“Avatar”), Felicity Jones (“O Espetacular Homem Aranha 2”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e Liam Neeson como o a voz do monstro, além do menino Lewis MacDougall (“Peter Pan”) como o jovem protagonista. A estreia está marcada para 21 de outubro nos EUA e seis dias depois, em 27 de outubro, no Brasil.
Continuação de Alien pretendia trazer de volta a menina de Aliens – O Resgate
Após ter sua presença confirmada no projeto de “Alien 5”, o ator Michael Biehn revelou que não voltaria sozinho para a franquia. Em entrevista ao site Icons of Fright, o intérprete do Cabo Hicks em “Aliens – O Resgate” contou que a continuação contaria com a presença de Newt, a menina que ele e Ripley (Sigourney Weaver) salvaram no filme de 1986. A personagem reapareceria como uma mulher adulta de 27 anos. O ator explicou que o objetivo do diretor e roteirista Neill Blomkamp (“Elysium”), ao recuperar a personagem vivida por Carrie Henn aos 9 anos de idade, seria uma forma de renovar a franquia com uma nova protagonista em futuras sequências. “Eu sei que toda atriz em Hollywood vai querer interpretar esse papel, pois é realmente um passagem de protagonismo entre Sigourney e essa atriz mais jovem que interpretaria Newt”. Tanto Hicks quanto Newt se tornaram personagens muito populares após “Aliens – O Resgate”, a ponto de terem aparecido na primeira história em quadrinhos derivada da franquia, que, na época, era uma continuação direta do filme – escrita por Mark Verheiden (futuro roteirista de “Battlestar Galactica”) em 1988. O problema é que “Alien 3” (1992) resolveu matar os dois fora de cena, na viagem espacial até o planeta prisão em que Ripley, a única sobrevivente, desperta. Muitos fãs ficaram inconformados com o destino da dupla. Até que, sem alarde, Hicks reapareceu na franquia, resgatado no game “Colonial Marines” (2013), outra continuação em mídia diferente de “Aliens – O Resgate” (escrita por Bradley Thompson e David Weddle, ambos também de “Battlestar Galactica”). O game apresentava uma explicação convincente para justificar sua sobrevivência e, mais importante, chegou a ser considerado parte oficial da cronologia de “Aliens”. Blomkamp pretendia oficializar este status. Quando apresentou para a Fox seus planos para realizar “Alien 5”, o diretor sugeriu que o longa seria uma continuação direta do filme de 1986. “Eu quero que esse filme seja literalmente um irmão genético de ‘Aliens’, então seria ‘Alien’ (1979), ‘Aliens’ e esse filme”, ele disse, em entrevista, após ter o projeto aprovado. Os planos, porém, foram interrompidos logo em seguida pelo estúdio, que decidiu adiar indefinidamente o projeto de “Alien 5” para priorizar “Alien – Covenant”, a sequência de “Prometheus” (2012), dirigida por Ridley Scott. É que ambos os filmes tratam do mesmo universo. Enquanto a história de “Prometheus” serve de prólogo para o primeiro “Alien”, o filme de Blomkamp seria a continuação da franquia. Como o estúdio também anunciou que “Prometheus” será uma trilogia, é possível que o projeto de “Alien 5” demore para sair do papel. Para complicar mais, um eventual fracasso de “Alien – Covenant” pode até desencorajar a Fox a manter seu interesse na franquia.
A Monster Calls: Veja o primeiro teaser do novo filme do diretor de O Impossível
A Focus Features divulgou o primeiro teaser de “A Monster Calls”, novo filme do diretor Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). Narrada por Liam Neeson (“Sem Escalas”), em tom de fábula, a prévia apresenta o protagonista, um jovem que se sente ignorado e que, por isso, resolve invocar um monstro. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Patrick Ness, roteirizada pelo próprio escritor, sobre um garoto solitário, que procura a ajuda de um monstro para lidar com o bulling, na escola, e a doença terminal de sua mãe solteira, em casa. O elenco inclui Sigourney Weaver (“Avatar”), Felicity Jones (“O Espetacular Homem Aranha 2”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e Liam Neeson como o a voz do monstro, além do jovem Lewis MacDougall (“Peter Pan”). A estreia está marcada para 21 de outubro nos EUA e seis dias depois, em 27 de outubro, no Brasil.







