Séries estreantes Atlanta e Better Things são renovadas
O canal pago americano FX anunciou a renovação de duas séries estreantes. “Atlanta” e “Better Things” terão 2ª temporada. As séries estrearam no começo de setembro nos Estados Unidos, com excelente recepção da crítica e também do público. Ambas têm registrado média de 1,4 milhão de telespectadores no canal. Criada e estrelada por Donald Glover (série “Community”), “Atlanta” traz o ator como um jovem que larga os estudos para ajudar a carreira do primo no mundo do rap. Já “Better Things” é criada e estrelada por Pamela Adlon (série “Louie”) no papel de uma atriz divorciada, que tenta criar suas três filhas. As novas temporadas terão dez episódios, como no primeiro ano de cada série, e as estreias vão acontecer no final de 2017.
Sofia Vergara é a atriz mais bem paga da TV americana pelo quinto ano seguido
A revista Forbes divulgou a sua lista anual das atrizes mais bem pagas da TV mundial. E a atriz colombiana Sofia Vergara manteve a coroa pelo quinto ano consecutivo. Ela lidera a lista desde 2012 e este ano faturou US$ 43 milhões. Para se ter ideia, o valor é apenas US$ 3 milhões menor que o recebido pela atriz mais bem paga do cinema em 2016, Jennifer Lawrence. Mas não vem só da participação na série “Modern Family”. Sofia tem sua linha própria de móveis e é requisitada para vários comerciais. O 2º lugar ficou com Kaley Cuoco, que teve rendimentos bem menores, US$ 24,5 milhões, alimentados basicamente por seu cachê na série de comédia “The Big Bang Theory”. Ela chega a faturar US$ 1 milhão por episódio, o salário feminino mais alto da TV americana. Em 3º lugar aparece Mindy Kaling, da série “The Mindy Project”, que recebeu US$ 15 milhões também como produtora da atração, além de escrever livros e fazer dublagens. Ellen Pompeo, da série “Grey’s Anatomy”, e Mariska Haritay, que estrela a atração mais longeva da atualidade, “Law & Order: SVU”, são as principais estrelas dramáticas da relação, completando o Top 5 com US$ 14,5 milhões, cada. Vale ressaltar, ainda, que o Top 10 registrou uma surpresa, a aparição da novata Priyanka Chopra, estrela de Bollywood que estreou no ano passado na TV americana, na série “Quantico”. A indiana já aparece em 8º lugar, com US$ 11 milhões.
Médicos de cinco séries diferentes se juntam pela primeira vez em comercial americano
Uma empresa de planos de saúde dos EUA decidiu inovar em sua campanha publicitária e juntou, em um único comercial, cinco atores que ficaram famosos interpretando médicos na TV. O comercial da Cigna faz parte de uma campanha para incentivar as pessoas a fazerem check-up anualmente. E para convencê-las, a empresa reuniu nada menos que Alan Alda, o eterno Dr. Falcão Pierce da clássica série “MASH” (1972-1983), Noah Wyle, o Dr. John Carter de “Plantão Médico”/”E.R.” (1994-2009), Donald Faison, o Dr. Christopher Turk de “Scrubs” (2001-2010), Lisa Edelstein, a Dra. Lisa Cuddy de “House” (2004-2012), e Patrick Dempsey, o Dr. Derek Shepherd, que em 2015 deixou o elenco de “Grey’s Anatomy” (2005-), série ainda em produção. No vídeo, criado pela agência McCann, os atores se apresentam como médicos televisivos, revelando que realmente não sabem nada de Medicina, mas decidiram aproveitar a chance de salvar vidas de verdade incentivando o exame preventivo. O comercial termina com os atores fazendo ‘pose de médico’. Orçada em US$ 9 milhões, a campanha ficará no ar até 2017 na TV americana e se estenderá para as redes sociais.
Stephen Amell antecipa foto do próximo crossover televisivo dos super-heróis da DC Comics
O ator Stephen Amell, intérprete do Arqueiro Verde na série “Arrow”, postou em seu Twitter a primeira foto dos bastidores do próximo e aguardado crossover entre as séries “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. A imagem flagra as pernas do elenco de quatro séries diferentes, todas “à caráter” em seus devidos uniformes. É possível ver as botas do próprio Amell, como Arqueiro Verde, de Melissa Benoist, como Supergirl, de Caity Lotz como Canário Branco, de Grant Gustin como Flash e de Brandon Routh como Eléktron (Atom). Durante sua passagem pela San Diego Comic-Con, o produtor executivo Marc Guggenheim afirmou que será a Supergirl quem conectará todas as séries. “Uma ameaça externa irá envolver Supergirl em ‘The Flash’, depois em ‘Arrow’ e depois em ‘Legends of Tomorrow’”, contou o realizador. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a trama, mas será a primeira vez que integrantes de quatro séries distintas se encontrarão numa história contínua que se passará entre episódios das diferentes séries envolvidas. Embora personagens de mais séries já tenham contracenado juntos antes, nunca, na história da TV, a aparição se estendeu por quatro séries simultaneamente. Por isso, a produção desse evento está sendo considerado o maior crossover já mostrado na TV. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia em 10 de outubro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Super-heróis da TV se juntam em comerciais do universo compartilhado da DC Comics
A rede americana CW divulgou dois novos vídeos promovendo suas séries de super-heróis da DC Comics. Com “Supergirl”, “The Flash”, “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, o canal promete super-heróis praticamente todos os dias da semana, durante a temporada de outono de 2016. Os episódios inéditos das atrações começam a ser exibidos a partir de 4 de outubro nos EUA. No Brasil, todas essas séries (e mais “Gotham”) estão na programação do canal pago Warner.
David Huddleston (1930 – 2016)
Morreu o ator David Huddleston, que ficou conhecido pelo papel-título da cultuada comédia dos irmãos Coen, “O Grande Lebowski” (1998). Ele sofria de problemas no coração e nos rins, segundo sua família, e faleceu na quinta (4/8), aos 85 anos, na cidade de Santa Fé, nos EUA. No clássico dos anos 1990, Huddleston encarnava um milionário que era confundido por mafiosos com outro Lebowski, papel desempenhado por Jeff Bridges. Os personagens de ambos tinham o mesmo nome, o que sempre causava confusões, num dos filmes mais engraçados e reverenciados dos Coen. Antes disso, Huddleston trabalhou bastante na televisão, desde os anos 1970, em séries como “A Feiticeira”, “Bonanza”, “Gunsmoke”, “Mary Tyler Moore”, “Kung Fu”, “Police Woman” e “Os Waltons”, até produções mais recentes, como “The West Wing”, “Jericho”, “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “Gilmore Girls”, na qual viveu o prefeito Harry Porter. Um de seus personagens mais populares na TV foi o “vovô Arnold” na série “Anos incríveis”, estrelada, durante o começo dos anos 1990, pelo jovem Fred Savage. Ele também atuou em duas comédias concebidas por Mel Brooks: “Banzé no Oeste” (1974) e o remake “Os Produtores” (2005). E, além de “O Grande Lebowski”, trabalhou com Jeff Briges em “Má Companhia” (1972), um dos primeiros filmes de ambos. “Foi um grande prazer trabalhar com ele duas vezes”, disse Bridges, em depoimento para o site The Hollywood Reporter. “David encarava seu trabalho com uma alegria que transformava tudo em diversão. Foi maravilhoso ‘brincar’ com ele”, comentou, completando, em referência ao papel que ambos viveram em 1998: ‘O Grande Lebowski está morto. Longa vida ao Grande Lebowski”.
Wynonna Earp é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano SyFy anunciou a renovação da série “Wynonna Earp” para sua 2ª temporada. A série é uma coprodução canadense, criada por Emily Andras (produtor-roteirista de “Lost Girl”) e baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. A premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”), a atração encerrou sua temporada inaugural no domingo (24/6) com uma média de 500 mil telespectadores ao vivo por episódio – bem menos, por exemplo, que outras séries canceladas recentemente pelo SyFy, como “Helix” e “Dominion”.
Garry Marshall (1934 – 2016)
Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.
Astro da série Chips vira policial de verdade
O ator Erick Estrada, que ficou conhecido como o policial rodoviário Frank “Ponch” Poncherello na clássica série Chips (1977-1983), virou policial de verdade nos EUA. A informação foi divulgada pelo próprio ator em seu Twitter. “Agora faço parte do Departamento de Polícia da cidade de St. Anthony. É um dia especial para mim”, escreveu ele, divulgando uma foto de sua formatura, que o mostra prestando seu juramento como policial, aos 67 anos, e outra em frente de uma moto com seu novo uniforme. Estrada foi designado para trabalhar numa força-tarefa de Crimes Virtuais contra Crianças, que tem o objetivo de instruir jovens contra os perigos da internet. Antes, o ex-ator serviu como assistente de xerife em Virginia.
Noel Neill (1920 – 2016)
Noel Neill, a primeira atriz a interpretar Lois Lane no cinema, morreu no domingo (3/7) aos 95 anos em Tucson, nos EUA, de causas não reveladas. Ela ficou famosa ao viver o interesse romântico de Superman nos seriados de aventura dos anos 1940, mas antes disso fez muitas figurações e chegou a integrar o elenco de uma série de “high school” musicais do estúdio Monogram, vivendo a estudante Betty Rogers em seis filmes, entre 1946 e 1948. Neill estrelou “Super-Homem” em 1948, ao lado de Kirk Alyn, o primeiro Superman do cinema. Produzido pela Columbia Pictures, o seriado mostrava o super-herói enfrentando a Mulher-Aranha, uma vilã que nunca existiu nos quadrinhos da DC Comics. Apesar de ter sido lançado quando o formato dos seriados entrava em decadência, a produção fez bastante sucesso e ganhou sequência, “O Homem Atômico Contra o Super-Homem” (1950), voltando a reunir o elenco original e destacando o vilão Lex Luthor, o “Homem Atômico” do título, interpretado por Lyle Talbot. Paralelamente, ela participou de alguns westerns de baixo orçamento, vivendo a donzela em perigo em produções como “As Aventuras de Frank e Jesse James” (1948), “Contrabando de Armas” (1949) e “Pistolas nos Prados” (1951). Mas após o último seriado do Superman, as oportunidades de trabalho no cinema voltaram a se resumir a figurações. Ela até apareceu no clássico “Os Homens Preferem as Louras” (1953), antes de voltar ao papel de sua vida. A identificação com Lois Lane foi tanta que Neill foi contratada para retomar a personagem na TV, na série “As Aventuras do Super-Homem”, como substituta da intérprete original, Phyllis Coates, que saiu da produção em 1953. Entrando na 2ª temporada, ela flertou com o herói vivido por George Reeves até o sexto ano, em 1958, quando a série saiu do ar. Mas nem o fim da série fez os fãs a esquecerem. Neill foi homenageada duas vezes pelos produtores dos filmes de Superman, aparecendo brevemente como Ella Lane, a mãe de Lois, no primeiro longa-metragem do herói, “Superman: O Filme” (1978), e como uma milionária enganada por Luthor em “Superman: O Retorno” (2006). Em 2010, a cidade de Metropolis, no Illinois, inaugurou uma estátua de Lois Lane, modelada em sua fisionomia.
Estúdio Lionsgate compra o canal pago americano Starz
O estúdio Lionsgate, responsável pelas sagas “Jogos Vorazes” e “Divergente”, anunciou a compra do canal pago americano Starz por US$ 4,4 bilhões. Segundo comunicado da empresa, a transação tem como objetivo dar origem a um novo gigante mundial do cinema e televisão. “A combinação de Lionsgate e Starz dá uma importante amplitude a nosso portfólio de conteúdos e ativos em distribuição”, disse o presidente do estúdio, Mark Rachesk, para quem a aquisição “permitirá competir exitosamente no setor mundial de entretenimento que evolui muito rapidamente”. As duas empresas vinham negociando já há algum tempo, com o objetivo de se posicionarem melhor no mercado da produção de conteúdo qualificado para competir com gigantes como HBO e Netflix. A Lionsgate também tem uma divisão televisiva, que produz séries como “Orange Is the New Black”, “Mad Men”, “Nashville” e “Anger Management” (Tratamento de Choque), enquanto o Starz produz atrações como “Outlander”, “Black Sails”, “Ash vs. Evil Dead” e “Spartacus”. O principal acionista da Starz é o magnata americano de comunicação John Malone, que também é proprietário da Liberty Media. Malone já controla parte do capital do Lionsgate e participa de seu conselho administrativo, e a partir do novo negócio aumentará sua influência no grupo.
Game of Thrones: Elenco central ganha aumento para as últimas temporadas
O elenco central da série “Game of Thrones” receberá um aumento para renovar suas participações na série para as próximas duas temporadas, que finalizarão a trama. De acordo com o site Deadline, os protagonistas Peter Dinklage (Tyrion Lannister), Kit Harington (Jon Snow), Lena Headey (Cersei Lannister), Emilia Clarke (Daenerys Targaryen) e Nikolaj Coster-Waldau (Jaime Lannister) vão ganhar mais de US$ 500 mil por episódio na já encomendada 7ª temporada e, se seus personagens sobreviverem até lá, na 8ª e última temporada da atração. As renegociações salariais garantem os principais nomes do elenco até que a série acabe. O último aumento dado ao elenco foi em 2014, quando os pagamentos por episódio chegaram a US$ 300 mil. Entretanto, apesar de toda sua popularidade, dos prêmios recebidos e dos elogios da crítica, os astros de “Game of Thrones” não figuram entre os mais bem pagos da televisão. Os líderes do ranking recebem nada menos que o dobro: o elenco de “The Big Bang Theory” ganha US$ 1 milhão por episódio.
Batman e Os Vingadores vão se encontrar num crossover de séries dos anos 1960
A DC Comics vai lançar na quarta (8/6) uma publicação digital de quadrinhos que trará um crossover de duas séries clássicas dos anos 1960: “Batman” e “Os Vingadores”. Vale lembrar que “Os Vingadores” foi uma série britânica de ação e espionagem criada em 1961, dois anos antes de seu nome ser adotado por um certo grupo de super-heróis. A trama vai manter o clima das séries originais, juntando o mundo pop do “Batman” de 1966 com a ação mod dos “Vingadores” da fase de 1965, ao mostrar um caso compartilhado entre Batman, Robin, John Steed e Emma Peel – originalmente vividos por Adam West, Burt Ward, Patrick Macnee e Diana Rigg. A história também inclui a Mulher Gato, com design inspirado em Julie Newmar. Intitulada “Batman ’66 Meets Steed and Mrs Peel”, a publicação teve sua arte de capa divulgada, assinada pelo mestre Michael Allred, que pode ser conferida acima. A edição será disponibilizada em papel no mês de julho e abrirá uma coleção de crossovers sessentistas. Para o próximo projeto, já está previsto um encontro entre Batman, Robin, Napoleon Solo e Illya Kuryakin, os agentes da UNCLE.












