Foto revela novo visual de Barry Allen na volta da série The Flash
A revista Entertainment Weekly divulgou (com seu indefectível logotipo) uma foto que registra o novo visual de Barry Allen (Grant Gustin), ao sair da Força de Aceleração e retornar a Central City. Ele aparece diferente, com barba e uma expressão atordoada. O comercial do episódio de estreia da 4ª temporada já tinha mostrado algo estranho em sua aparência, como raiozinhos em seu olhar. E os produtores adiantaram que esse retorno será marcado por mistério. Apesar da tensão que costuma acompanhar mistérios, Andrew Kreisberg e Todd Helbing afirmam que a 4ª temporada de “The Flash” será mais divertida que a anterior, e que o título do episódio de estreia, “The Flash Reborn” (o renascimento do Flash), também se refere ao resgate do clima lúdico da 1ª temporada. A 4ª temporada de “The Flash” estreia em 10 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Plataforma de streaming da Sony, Crackle chega ao canal Now da Net e Claro HDTV
A plataforma de streaming Crackle fechou uma parceria com a Net e a Claro HDTV para trazer suas séries para os assinantes das operadoras via Now (o serviço on demand da Net/Claro). Até então, o streaming da Sony Pictures estava disponível apenas para assinantes de banda larga da Oi em alguns estados. “Chegar ao Now é motivo de muita comemoração para nós, já que o Crackle passa a ser uma nova opção de entretenimento para milhões de assinantes brasileiros que contam com os serviços Net e Claro TV. Estamos extremamente animados com essa grande parceria e por expandir o Crackle por meio de um serviço sob medida exclusivo para os operadores da Pay-TV com excelente custo-benefício para o assinante”, disse Alberto Nicolli Jr., vice-presidente sênior e gerente geral da Sony Pictures Television. O catálogo da platoforma conta com séries exclusivas como “Preacher”, “Snatch”, “StartUp”, “100 Code” e “Powers”, e outras compartilhadas, como “NCIS”, “Criminal Minds” e “Hannibal”, além de uma grande variedade de filmes. A assinatura mensal custa R$ 14,90 e dá acesso ao serviço pelo site oficial do Now – para aplicativos de tablet e smartphone – e também pelo controle remoto, utilizando o canal 1 da Net HD.
The Flash retorna em novo comercial e vídeo com entrevistas dos produtores
A rede CW divulgou um novo comercial e o vídeo de uma entrevista dos produtores de “The Flash”. A prévia mostra a volta de Barry Allen (Grant Gustin) à Central City depois de sua passagem pela Força de Aceleração. Mas algo não parece muito normal com ele, como demonstram os raiozinhos em seu olhar. Conforme os produtores adiantam na entrevista, esse retorno será marcado por mistério. Apesar da tensão que costuma acompanhar mistérios, Andrew Kreisberg e Todd Helbing afirmam que a 4ª temporada de “The Flash” será mais divertida que a anterior, e que o título do episódio de estreia, “The Flash Reborn” (o renascimento do Flash), também se refere ao resgate do clima lúdico da 1ª temporada. A 4ª temporada de “The Flash” estreia em 10 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Nikolaj Coster-Waldau diz que protagonistas vão virar zumbis no final de Game of Thrones
O ator Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, afirmou, em entrevista à revista Esquire, que alguns protagonistas da série devem se tornar zumbis na 8ª e última temporada. “O medo é virar um desses zumbis. Isso seria um saco. Você sabe que alguns dos personagens principais vão virar. Vamos ter alguns protagonistas com olhos azuis correndo por aí. E, deus, espero não ser eu. São três horas de maquiagem pela manhã. Sei que se David Benioff e Dan Weiss lerem isso, eles dirão ‘ah, vai ser sim’.” O último ano da série terá apenas seis episódios, mas eles serão mais longos que o usual e começarão a ser gravados mais tarde que o habitual. Segundo o próprio Coster-Waldau, a produção começa em outubro. Mas esta será apenas a primeira etapa. Com o aumento de cenas em meio à neve, refletindo a chegada do inverno na trama, as dificuldades serão ainda maiores. Isto significa mais cenas na Islândia, na Irlanda do Norte, na Croácia e na Espanha, onde estão os principais cenários naturais da série, mas no período de inverno, que começa em dezembro, além de uma longa fase de pós-produção para a inclusão de efeitos especiais, cada vez mais complexos e que demandam cada vez mais tempo. Por conta disso, a estreia da 8ª e última temporada pode ficar apenas para 2019.
SBT, RedeTV! e Record voltam à TV paga em São Paulo e Brasília
Os canais SBT, RedeTV! e Record voltaram para os pacotes da TV paga de Brasília e São Paulo, primeiras regiões que tiveram o sinal analógico cortado no país. A Simba, empresa formada pelas três redes, fechou nesta semana um acordo com as principais operadores de TV paga, e já na sexta (8/9) o sinal foi restabelecido, encerrando uma novela que durou cinco meses e viu as audiências dos três canais desabarem. Net e Claro seguiram os moldes do acordo fechado por Sky e Vivo em agosto, concordando em pagar um valor por assinante para as três redes de TV, que até março respondiam por quase 20% de toda a audiência da TV por assinatura brasileira. O acordo encerra a disputa, que se iniciou em março, quando Silvio Santos, dono do SBT, sugeriu notificar as operadoras para fazer um acordo comercial, afirmando que não poderiam mais carregar seus sinais digitais no Distrito Federal e na Grande São Paulo. Antes disso, vale lembrar, os sinais do SBT, RedeTV! e Record eram carregadas gratuitamente pela TV por assinatura, além das outras emissoras abertas. Com a lei 11.485/11, que atualizou a legislação do setor, as emissoras passaram a ter o direito de cobrar por seus sinais digitais. Ao partir para o rompimento, Record, SBT e RedeTV! contavam que os assinantes fossem pressionar as operadoras para que aceitassem fazer um acordo. Isso não ocorreu. A partir daí, seus telejornais começaram a fazer reportagens com viés crítico sobre o serviço da TV paga brasileira, abordando reclamações de usuários e a queda no número de assinantes. O âncora Boris Casoy, no RedeTV News, chegou a dizer: “Se você, amigo telespectador, amiga telespectadora, tem muitos pecados, basta assinar a Sky. Você vai pagar por todos eles”. Em maio, Silvio Santos gravou um vídeo debochado, que ensinava a seus telespectadores a “se livrar do cabo”, adquirindo uma antena digital. No meio disso tudo, a audiência dos canais da Simba desabou, perdendo entre 20% e 30% de seu público e demonstrando que talvez fossem mais dependentes da TV paga do que imaginavam. Com isso, o preço da negociação caiu. Os detalhes do negócio não foram divulgados, mas não são os valores pedidos pela Simba, quando esta se mostrava irredutível e exigiu a retirada do ar dos canais.
Katee Sackhoff será supervilã na 4ª temporada de The Flash
A atriz Katee Sackhoff (séries “Battlestar Galactica” e “Longmire”), entrou no elenco da 4ª temporada de “The Flash”. Ela vai viver uma nova vilã da trama, Amunet Black, também conhecida como Forja (Blacksmith em inglês). A personagem descrita como “uma chefona do mercado-negro de contrabandos para supervilões. Amunet usa todas as ferramentas, incluindo uma longa lista de metahumanos que controla, para garantir que seus negócios ilegais triunfem”. Nos quadrinhos, a personagem é ex-mulher de Hunter Zolomon, ninguém menos que o futuro supervilão Zoom, apresentado na 2ª temporada de “The Flash”. Ela também lidera um grupo formidável de inimigos do Flash, quase todos já vistos na série – como Mestre dos Espelhos, Mago do Tempo, Trapaceiro e Magenta. Katee Sackhoff fará sua estreia no quinto episódio do novo ano, intitulado “Girls Night Out”, que também terá participação de Emily Bett Rickards, a Felicity da série “Arrow”. A 4ª temporada de “The Flash” estreia em 10 de outubro nos Estados Unidos. A série exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Apple pretende investir US$ 1 bilhão na produção de séries em 2018
A Apple planeja investir US$ 1 bilhão para comprar e produzir séries em 2018, revelou na quarta-feira (16/8) o jornal The Wall Street Journal. O valor colocaria a gigante tecnológica como uma das grandes produtoras de Hollywood, ainda que, segundo o jornal, o montante seja apenas metade do orçamento anual da HBO. E bem menor que os ambiciosos US$ 6 bilhões destinados pela Netflix para lançar novos conteúdos neste ano. Segundo fontes citadas pelo Wall Street Journal, com esse dinheiro a empresa poderia licenciar e produzir até dez séries, entrando assim na disputa por conteúdos premium com outras grandes empresas, como as citadas HBO e Netflix. Analistas acreditam que a Apple precisa de pelo menos uma série de grande sucesso para conseguir decolar, como aconteceu com a Netflix, com “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A empresa já começou a oferecer alguns programas próprios através do seu serviço de streaming, mas que não tiveram muita repercussão. Nenhum deles segue o formato das produções de ficção. Mas recentemente a empresa contratou os copresidentes da Sony Pictures Television, Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, que estiveram por trás dos lançamentos de “Breaking Bad”, “The Blacklist” e “The Crown”. Com reservas de mais de US$ 261 bilhões e um faturamento de US$ 215 bilhões, a Apple poderia fazer facilmente grandes apostas em Hollywood.
3ª temporada de American Crime Story sofre mudança radical
O atraso na produção da 3ª temporada de “American Crime Story”, baseada na catástrofe causada pelo furacão Katrina, fez a produção mudar totalmente o foco da história. Originalmente prevista como 2ª temporada da antologia, a série apresentaria a trama como um crime político, cometido por servidores públicos, que possuíam recursos financeiros para minimizar o impacto do fenômeno natural. Mas o roteiro inspirado no livro “The Great Deluge”, de Douglas Brinkley, não engrenou. Tanto que perdeu a vez e foi substituída no organograma do programa pelo assassinato de Gianne Versace, que seria apenas a terceira história. Segundo apurou o site Deadline, a produção foi reconfigurada e agora vai se basear no livro “Five Days at Memorial”, de Sheri Fink. Expansão de uma reportagem premiada com o troféu Pulitzer, a obra foca as consequências do furacão Katrina no hopital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica, liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou, decidiu praticar eutanásia em diversos pacientes com saúde criticamente debilitada, para terminar com suas dores. O produtor Scott Rudin (vencedor do Oscar por “Onde os Fracos Não Têm Vez”) já tinha adquirido os direitos do livro para realizar um filme, mas entrou em acordo com Murphy para ser coprodutor da temporada. Tal mudança também deve afetar o elenco da produção, já que Dennis Quaid, Annette Bening, Matthew Broderick e Courtney B. Vance, anteriormente anunciados no projeto, iriam interpretar políticos. Até o momento, apenas Sarah Paulson está confirmada. Anunciada em setembro, ela permanece na produção e será a protagonsita, no papel de Anna Pou. A produção ainda não tem previsão para começar a ser gravada. Já a 2ª temporada, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” está em plena produção, com um elenco encabeçado por Édgar Ramirez, Darren Criss, Penélope Cruz e Ricky Martin. A previsão de lançamento é para 2018.
Netflix revela que jovens brasileiros não leem legendas
A Netflix revelou que a maioria do público brasileiro prefere assistir a seus filmes e séries com dublagem nacional em vez de legendas. Segundo afirmou Todd Yellin, vice-presidente de produtos da Netflix, em encontro com a imprensa, 84% dos brasileiros que assistiram a “13 Reasons Why” optaram pela versão dublada, enquanto apenas 16% se valeu das legendas em português. Essa quantidade é absurdamente maior que nos Estados Unidos, país que historicamente tendia a rechaçar conteúdo legendado – afinal, a maioria das produções de cinema é falada em inglês e, portanto, não se formou costume de ler legendas no país. O percentual de público da Netflix norte-americana que prefere ver séries e filmes estrangeiros com dublagem em inglês corresponde a 60% dos assinantes, enquanto 40% prefere assistir no idioma original, com legendas Um levantamento da plataforma apontou que, no Brasil, a vasta maioria do público mais jovem tende a preferir dublagem ao áudio original com legendas. Mas esse percentual tende a diminuir em séries e filmes em que a faixa etária do público-alvo é mais elevada. No caso de “House of Cards”, o percentual entre os que assistem dublado e os que preferem legendado é equivalente, com 50% para cada lado. Isto muda o estereótipo de que americano não gosta de ler. Quem não gosta de ler são os jovens brasileiros. Consequência de um ensino cada vez pior? E se não gostam de ler legendas de filmes, vão ler textos de livros? Melhor não pensar no que isso pode implicar para o país. Afinal, os jovens que não gostam de ler são os mesmos que elegem os políticos que estão aí – e outros piores que podem vir.
Próximo crossover de super-heróis da DC Comics vai acontecer em novembro
O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, anunciou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o próximo crossover de séries de super-heróis da DC Comics vai acontecer em novembro. Ao contrário de “Invasion”, que durou quatro noites, a nova interação dos personagens de “Arrow”, “Supergirl”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow” vai acontecer em duas noites, 27 e 28 de novembro, com a exibição de dois episódios de cada série por dia. “O último crossover foi a semana mais bem sucedida na história da CW em termos de audiência e tudo. Nós sentimos que, neste caso particular, como já temos ‘The Flash’ e ‘Legends’ no mesmo dia, o melhor era adiantar ‘Supergirl’ para ir ao ar com ‘Arrow’ e exibir a história como se fossem dois filmes de duas horas – ou uma minissérie. Tivemos muitas conversas com produtores e pessoas de marketing e achamos que este foi o melhor caminho a seguir. Mas, no ano que vem, podemos voltar para um evento de quatro noites”, ele explicou. As quatro séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, que curiosamente exibiu “Invasion” numa sessão contínua como um filme.
Wynonna Earp é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano SyFy anunciou a renovação da série “Wynonna Earp” para sua 3ª temporada. A série é uma coprodução canadense, criada por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”) e baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. A premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. A atração se destaca pela sensualidade da heroína, vivida por Melanie Scrofano (série “Damien”). O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Shamier Anderson (série “Shots Fired”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Michael Eklund (série “Bates Motel”) e Tim Rozon (série “Lost Girl”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. A 2ª temporada ainda está sendo exibida, com a season finale prevista para 25 de agosto.
Netflix supera a marca de 100 milhões de clientes em todo o mundo
A Netflix anunciou ter ultrapassado a marca de 100 milhões de clientes pelo mundo, consolidando-se com folga como líder mundial de assinantes pagos para um serviço de streaming de vídeo. A informação foi divulgada por meio de uma carta a investidores, distribuída na terça (18/7). A companhia explicou que a série “13 Reasons Why” e a nova temporada do drama político “House of Cards” ajudaram a atrair mais assinantes no segundo trimestre, que economicamente costuma ser o menos expressivo do ano. Além disso, atingiu pela primeira vez um maior número de assinantes no exterior do que nos Estados Unidos — 52,1 milhões no mercado internacional contra 51,9 milhões no doméstico. Como resultado, as ações da empresa na bolsa eletrônica Nasdaq operaram em alta, valorizando 13,5%. Os lucros da Netflix também foram altos. A empresa registrou um avanço econômico de 60% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2016, saltando de US$ 40,8 milhões para US$ 65,6 milhões.
Loosely Exactly Nicole é salva pelo Facebook para se tornar a primeira série da rede social
A série “Loosely Exactly Nicole”, cancelada pela MTV no começo do ano, após sua 1ª temporada, foi resgatada pelo Facebook, que pretende virar uma plataforma de séries como a Netflix. A atração é a primeira série confirmada para integrar o conteúdo do projeto. “Loosely Exactly Nicole” acompanhava o cotidiano da atriz/personagem Nicole Byer, uma jovem negra e acima do peso que tenta decolar sua carreira como comediante, e tinha uma média de 198 mil telespectadores na TV paga americana. O Facebook considera que os números mais importantes da produção são os demográficos. Segundo uma reportagem publicada pelo The Wall Street Journal, os conteúdos originais do Facebook terão como público-alvo pessoas de 13 a 34 anos, com foco especial na faixa dos 17 aos 30. Por isso, a empresa procura séries no estilo de “Scandal” e “Pretty Little Liars”. A série de Nicole Byer faz parte desse espectro. Além da 2ª temporada de “Loosely Exactly Nicole”, a rede social também encomendou a produção de um reality show, “Last Late Standing”, que reunirá 50 competidores disputando um prêmio de US$ 500 mil. E novos projetos serão anunciados em breve. Ainda de acordo com o WSJ, a companhia de Mark Zuckerberg conversa com produtoras de Hollywood e está disposta a pagar até US$ 3 milhões por episódio para entrar no ramo das séries. Mas não há muitas informações sobre como esses novos conteúdos são disponibilizados – se serão gratuitos, visando gerar receita de anunciantes, ou integrarão um pacote de assinaturas. Como a novidade deve ser lançada ainda em 2017, informações mais precisas virão em breve.












