PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Produtor das séries de super-heróis da DC é afastado após denúncias de assédio

    11 de novembro de 2017 /

    A produtora Warner Bros Television (WBTV) afastou na noite de sexta-feira (10/11) o produtor executivo Andrew Kreisberg, responsável pelas séries da DC Comics na rede CW. Co-criador, com Greg Berlanti, de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, ele é acusado de assediar sexualmente diversas mulheres nos últimos anos. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Kreisberg se defende das acusações. “Eu fiz alguns comentários sobre a aparência das mulheres, mas nenhum de cunho sexual”, ele afirmou à Variety. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.

    Leia mais
  • Etc

    Roteirista vencedora do Emmy acusa criador de Mad Men de assédio

    10 de novembro de 2017 /

    O criador, produtor, roteirista e showrunner da série “Mad Men”, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho na série, afirmou na quinta (9/11) ao site The Information, que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Na época com 27 anos, Kate estava trabalhando à noite com o produtor, quando este lhe disse que tinha o direito de lhe ver nua, que ela devia isso a ele. Gordon começou a trabalhar com Weiner em 2007 como sua assistente pessoal. Em menos de um ano, a jovem escritora foi promovida a assistente dos roteiristas, sendo encarregada, entre outras tarefas, de transcrever as notas de Weiner, conhecido por ditar seus roteiros. O produtor também a incentivou a contribuir com suas próprias ideias. Os dois acabaram escrevendo juntos o último episódio da 2ª temporada da série, pelo qual ganharam o Emmy em 2009. Foi precisamente durante o trabalho conjunto que fizeram para esse capítulo que, segundo Gordon, Weiner a assediou sexualmente. Assim como outras vítimas de abusos em Hollywood disseram ter feito, Gordon comentou o ocorrido com colegas, mas não apresentou uma denúncia. Um ano depois, a roteirista foi demitida da equipe, gerando uma série de especulações na imprensa sobre a razão de sua saída, já que ela tinha sido premiada por seu trabalho. Embora naquela ocasião já fosse uma das roteiristas escaladas para a 3ª temporada, Weiner a chamou ao seu escritório para lhe dizer que não renovaria seu contrato porque ela “havia ficado aquém” das expectativas em seu trabalho. Desde então, Gordon não escreveu mais e se manteve à margem de Hollywood, evitando qualquer menção que a relacionasse à série “Mad Men”. Se agora decidiu falar, acrescentou a roteirista na entrevista à publicação, deve isso ao caso Harvey Weinstein e à onda de escândalos sexuais que vieram à tona em Hollywood nas últimas semanas. “Ganhei um Emmy, mas em vez de poder usá-lo como trampolim para minha carreira, ele se transformou em uma âncora, porque eu sentia que tinha de responder a especulações da imprensa. Eu acabei desistindo em vez de lutar”, lamentou a roteirista na entrevista. Weiner respondeu a acusação por meio de um comunicado lido por um porta-voz. “O sr. Weiner não se lembra de ter feito esse comentário, nem é o tipo de frase que ele diria a um colega de trabalho”, afirmou. Segundo a nota, Weiner “passava de oito a dez horas por dia escrevendo diálogos em voz alta com Gordon. Nos nove anos em que comandou ‘Mad Men’, Weiner frequentou uma sala de roteiristas cheia de mulheres”, destaca ainda o comunicado, assinalando que o criador da série sempre lutou por um espírito de “igualdade” e “respeito” no local de trabalho. O novo escândalo é mais uma péssima notícia para a Amazon, que vê aumentar os problemas em torno de “The Romanoffs”, série de antologia desenvolvida por Weiner, que já está em fase de gravação. A série era a única produção da The Weinstein Company que a plataforma insistiu em realizar, após cancelar outros projetos do estúdio, decidindo bancar sozinha seu orçamento de US$ 75 milhões para não ter o nome de Harvey Weinstein como parceiro na atração. O nome de Weiner, porém, não pode ser descartado com a mesma facilidade.

    Leia mais
  • Série,  TV

    Relatório revela número recorde de personagens LGBT+ na TV americana

    9 de novembro de 2017 /

    Um estudo realizado pela GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation), principal organização americana dedicada à defesa da imagem LGBTQ na mídia, revelou que, dos 901 personagens que aparecem nos principais programas da TV aberta dos EUA, 58 são gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer. O número é considerado recorde. Em relação ao ano passado, houve um crescimento de 28 personagens representantes da comunidade LGBT+ (o + inclui o Q, o I e outras formas de orientação sexual que sejam identificadas). Até as séries de super-heróis tiveram um casal lésbico, representado com muito bom gosto em “Supergirl” (foto acima). Batizado de “Where We Are on TV” (Onde estamos na TV), a pesquisa também avaliou os números dos personagens LGBT+ nos serviços de streaming. Segundo os dados, há 70 personagens gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer nas plataformas digitais. Segundo a presidente da organização, Sarah Kate Ellis, os dados registram uma resistência da comunidade em meio ao governo hostil do presidente Donald Trump. “Enquanto a administração de Trump está tentando diminuir a visibilidade das pessoas LGBTQ, estamos ocupando cada vez mais espaços na TV americana”, afirmou ela à revista Variety. “Nesses tempos, mostrar a representatividade é mais importante do que nunca. Vamos mudar o curso da história”, finalizou. Além do recorde, o relatório do GLAAD destacou que, pela primeira vez na história, foram registrados personagens não-binários como integrantes do elenco regular de séries, ainda que na TV paga e no streaming – Raphael, de “Shadowhunters”, Taylor, de “Billions”, e Todd, de “BoJack Horseman”, por exemplo. Apesar disso, a maior parte dos personagens LGBT+ em todas as plataformas são predominantemente do sexo masculino e de cor branca.

    Leia mais
  • Série

    Vikings ganha novos trailers e dezenas de fotos da 5ª temporada

    8 de novembro de 2017 /

    O canal pago History divulgou dois trailers e 43 fotos da 5ª temporada de “Vikings”. A prévia mostra um grande conflito pelo trono viking, descrito por Ivar (Alex Høgh Andersen) como uma guerra entre irmãos. Ele próprio aparece ensanguentado entre as fotos, que também destacam a rainha viking Lagherta (Katheryn Winnick), o bispo guerreiro saxão Heahmund (Jonathan Rhys Meyers), a chegada de Floki (Gustaf Skarsgård) em um novo país, que será conhecido como Islândia, e a viagem de Bjorn (Alexander Ludwig) pelo deserto. Os novos episódios vão ao ar a partir de 29 de novembro na TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo Fox Premium 2 e estreia logo em seguida, à 1h da madrugada do dia 30. Algumas das imagens abaixo já tinham aparecido antes com logotipos de revistas, mas a maioria é inédita. Clique nas miniaturas para ampliá-las em tela inteira.

    Leia mais
  • Série

    Vídeos e fotos do crossover das séries da DC revelam casamento duplo, vestido de noiva e supervilões

    17 de outubro de 2017 /

    As gravações do próximo crossover das séries da DC Comics na rede CW estão à todo vapor e mobilizando a atenção de fãs e paparazzi, que fizeram fotos e vídeos de um dos momentos mais esperados do especial: o casamento de Barry Allen (Grant Gustin), o Flash, e Iris West (Candice Patton). Disponibilizado no YouTube, um dos vídeos revela a Igreja luterana usada na cerimônia, a chegada de convidados, como Kara Danvers (Melissa Benoist), a Supergirl, e sua irmã Alex (Chyler Leigh), que pela primeira vez vem à Terra-1 e finalmente conhece Sara Lance (Caity Lotz), a Canário Branco. Mas nem tudo é felicidade, já que uma das cenas gravadas revela uma explosão no interior da Igreja, com uma fuga de convidados organizada com a ajuda do pai da noiva (Jesse L. Martin), Felicity (Emily Bett Rickards) e a própria Iris, que revela seu vestido de noiva na confusão. Outro vídeo registra uma segunda cerimônia, realizada num parque, e desta vez é um casamento duplo. Além de Barry e Iris, também inclui Oliver Queen (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, e Felicity. As gravações das duas sequências também renderam muitas fotos, como se pode ver abaixo, além de registros de supervilões da Terra-X, entre eles uma nova versão de Prometheus. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover entre “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” será centrado no casamento dos personagens, aproveitando que todos os super-heróis viajarão até Central City para a cerimônia, inclusive penetras da Terra-X. Nos quadrinhos da DC, Terra-X existe numa dimensão em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas, e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, lutou para derrotar o 3º Reich até os anos 1970. Estes personagens também aparecerão no crossover, que vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, e terminando na terça-feira, 28 de novembro. No Brasil, as séries são exibidas no canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    Netflix tem 8,4 milhões de supermaratonistas e o terceiro maior é brasileiro

    17 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou uma análise de dados de comportamento de seus assinantes, que revela a existência de “supermaratonistas”, pessoas que assistem à temporada completa de uma série no mesmo dia que ela entra no acervo da plataforma. Segundo os dados da empresa, existem mais de 8,4 milhões de assinantes que se qualificam como supermaratonistas em todo o mundo. O número serve para mostrar que fãs estão dispostos a passar diversas horas colados à televisão (ou notebook, smartphone e tablet) para devorar suas séries favoritas. “A Netflix permite assistir à TV de uma forma que nunca foi possível antes. Não há nada melhor do que ver uma série mobilizar os nossos assinantes e acender o desejo de assisti-la”, disse Brian Wright, vice-presidente de séries originais da Netflix, no comunicado sobre a pesquisa. Não há um gênero específico que renda mais maratonas, mas as séries de comédia com episódios de menor duração (com 30 minutos) tendem a ser devoradas com mais rapidez. Mesmo assim, dramas de cerca de uma hora de duração por episódio também entram na lista de “binge” (compulsão) dos supermaratonistas. Vale considerar também que séries com menos episódios rendem maratonas mais curtas, por isso são as mais assistidas. Com quatro capítulos apenas, o revival “Gilmore Girls” foi a atração mais maratonada deste ano, seguida por “Fuller House”, cujos episódios duram 30 minutos, e “Os Defensores”, com oito episódios. Os assinantes canadenses são os mais “empenhados” em devorar séries com rapidez, seguidos pelos americanos e dinamarqueses. E embora os brasileiros tenham ficado em 10º lugar, o terceiro maior maratonista de séries do mundo vem do Brasil. Um usuário brasileiro, não identificado pela empresa, assistiu a 21 séries no mesmo dia em que foram lançadas em 2017. A Netflix do Brasil fez um vídeo em homenagem ao assinante viciado, estimulando-o a ver ainda mais séries em 2018. Veja abaixo.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Apple e Amazon cancelam produção de séries da Weinstein Company

    14 de outubro de 2017 /

    O escândalo da denúncia de abuso sexual de Harvey Weinstein, que assediou jovens atrizes e funcionárias ao longo de décadas, começou a custar caro para a produtora The Weinstein Company (TWC). Mesmo após a diretoria ter demitido o magnata, suas produções estão sendo recusadas por parceiros de negócios, que começaram a rever contratos para cancelar encomendas de séries. A Apple decidiu abandonar nada menos que quatro minisséries biográficas de cantores famosos, que seriam produzidas pela TWC. Segundo o site Deadline, a mais adiantada contaria a vida de Elvis Presley em dez episódios e tinha o aval dos herdeiros do cantor. Também foram dispensadas séries semelhantes centradas em Michael Jackson, Prince e Frank Sinatra. Todas ainda estavam em fase de desenvolvimento. Já a Amazon optou por assumir o prejuízo da pré-produção de uma série sem título do cineasta David O. Russell (“O Lado Bom da Vida”, “Trapaça” e “Joy”). Ela seria estrelada por Robert De Niro e Julianne Moore – dois astros que não costumam fazer séries – e tinha um orçamento megalômano: US$ 160 milhões. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a plataforma já havia investido US$ 40 milhões no projeto, que estava na fase de finalização de roteiros. O cancelamento não gerou protestos dos envolvidos, que emitiram um comunicado afirmando entender e concordar com a decisão. “Nós apoiamos a decisão da Amazon à luz das notícias recentes e, em respeito a todos os afetados, decidimos juntos que o melhor é não prosseguir com esse programa”, disseram David O. Russell, Robert De Niro e Julianne Moore numa declaração conjunta. Além de abandonar essa série, a Amazon negociou a saída da TWC de outro projeto, “The Romanoffs”, série de antologia desenvolvida por Matthew Weiner (criador de “Mad Men”), que já estava em fase de gravação. A plataforma agora vai bancar sozinha a produção, orçada em US$ 75 milhões, para não ter o nome de Weinstein como parceiro na produção. As duas produções tinham sido encomendadas por Roy Price, diretor do Amazon Studios, que também foi afastado nesta semana após se envolver em seu próprio escândalo de assédio sexual, além de ter sido denunciado por Rose McGowan de acobertar e ser cúmplice de Weinstein. Vários diretores e funcionários da TWC pediram demissão nos últimos dias. Apenas quatro permanecem no comando da empresa e anunciaram que vão tirar o nome de Harvey Weinstein de todos os projetos do estúdio. Ele costumava ser creditado como produtor. A minissérie “Waco”, que vai lançar o canal Paramount em janeiro, já será exibida sem o nome de Weinstein. O irmão de Harvey e sócio fundador da produtora, Bob Weinstein, disse ao site Deadline que, apesar dos problemas, os investidores garantem sustentação financeira para a companhia atravessar essa fase turbulenta. E que, por isso, não pretende colocar o estúdio à venda. Fontes do Hollywood Reporter afirmam que, diante da associação do nome Weinstein com o escândalo, Bob teria encomendado um estudo de emergência a algumas agências de publicidade para mudar o nome da empresa e lançar uma campanha de reinvenção.

    Leia mais
  • Série

    Vídeos de The Flash destacam o novo uniforme e o casamento do herói

    11 de outubro de 2017 /

    A 4ª temporada de “The Flash”, que estreou na noite de terça (10/10) nos Estados Unidos, promete grandes novidades. Uma delas é visual: um novo uniforme para o herói. A outra é sentimental: Barry Allen vai se casar com Iris West. Ou, ao menos, este é o plano. Dois vídeos da rede CW destacam os dois desenvolvimentos, mostrando que nem todo bom plano dá certo. Num deles, o uniforme criado por Cisco passa a dar problemas. No outro, o casal vai parar numa terapia por causa de seus problemas de relacionamento… antes do matrimônio. Por sinal, há uma cena ao final do segundo vídeo que mostra um ensaio da cerimônia religiosa. A 4ª temporada de “The Flash” estreia em 26 de outubro no Brasil, pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    Vilão Prometheus vai voltar no crossover das séries da DC Comics

    2 de outubro de 2017 /

    Assim como nos quadrinhos, os bons (maus) vilões também não ficam mortos por muito tempo nas séries da DC Comics. A revista Entertainment Weekly apurou que Prometheus voltará a parecer no crossover deste ano das séries da CW. Como a trama do crossover abordará terras paralelas – especificamente, a Terra X – , o vilão não será o mesmo visto em “Arrow”, que morreu no final da temporada passada para explodir a ilha de Lian Yu. Isto significa que talvez nem seja vivido por Josh Segarra, que se destacou na interpretação do personagem. Intitulado “Crisis on Earth-X”, o crossover mostrará vilões vindo de uma Terra paralela, onde os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. O crossover televisivo vai envolver “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” e acontecerá em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, e terminando na terça-feira, 28 de novembro. No Brasil, as quatro séries são exibidas no canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    The Flash renasce em pôster e fotos da 4ª temporada

    1 de outubro de 2017 /

    A rede CW divulgou um pôster e as fotos do primeiro episódio da 4ª temporada de “The Flash”. Enquanto as imagens destacam os integrantes do time Flash, o cartaz revela o novo uniforme do herói (Grant Gustin) e a intensidade avermelhada de seus olhos, após sair da Força de Aceleração. Uma das imagens, por sinal, registra seu reencontro com o time, barbudo e abalado. Conforme os produtores adiantaram numa entrevista, esse retorno será marcado por mistério. Apesar da tensão que costuma acompanhar mistérios, Andrew Kreisberg e Todd Helbing afirmam que a 4ª temporada de “The Flash” será mais divertida que a anterior, e que o título do episódio de estreia, “The Flash Reborn” (o renascimento do Flash), também se refere ao resgate do clima lúdico da 1ª temporada. A 4ª temporada de “The Flash” estreia em 10 de outubro nos Estados Unidos e duas semanas depois, em 26 de outubro, pelo canal pago Warner no Brasil.

    Leia mais
  • Sofia Vergara
    Etc,  Série

    Sofia Vergara é a atriz mais bem paga da TV americana pelo sexto ano consecutivo

    27 de setembro de 2017 /

    A atriz Sofia Vergara manteve a fama de atriz mais bem paga da televisão americana pelo sexto ano consecutivo, segundo o levantamento anual da revista Forbes. Somando seu salário em “Modern Family” e seus contratos de publicidade, a atriz colombiana faturou US$ 41,5 milhões. O valor é muito superior aos rendimentos da 2ª colocada, a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”), que ganhou US$ 26M (milhões). E isto que Cuoco chega a receber US$ 1 milhão por episódio, o salário feminino mais alto da TV americana. As próximas da lista receberam metade da quantia arrematada pela intérprete de Penny em “Big Bang Theory”. Mindy Kaling (“The Mindy Project”), com US$ 13M, Ellen Pompeo (“Grey’s Anatomy”), também com US$ 13M, e Mariska Hargitay (“Law & Order: SVU”), com US$ 12,5M, completam o Top 5. Uma curiosidade do ranking é a inclusão da atriz Robin Wright (“House of Cards”) em 9º lugar, com US$ 9M, após reclamar e exigir receber o mesmo que seu parceiro masculino na série. Apesar disso, ela diz que foi enganada na negociação, e apesar do aumento continuou recebendo menos que Kevin Spacey. “Me disseram que eu estava recebendo pagamento igualitário e eu acreditei neles, mas descobri recentemente que não é verdade”, ela denunciou. Confira abaixo a lista das 10 atrizes mais bem pagas da TV americana. 1. Sofia Vergara: US$ 41,5M (“Modern Family”) 2. Kaley Cuoco: US$ 26M (“The Big Bang Theory”) 3. Mindy Kaling: US$ 13M (“The Mindy Project”) 4. Ellen Pompeo: US$ 13M (“Grey’s Anatomy”) 5. Mariska Hargitay: US$ 12,5M (“Law & Order: SVU”) 6. Julie Bowen: US$ 12M (“Modern Family”) 7. Kerry Washington: US$ 11M (“Scandal”) 8. Priyanka Chopra: US$ 10M (“Quantico”) 9. Robin Wright: US$ 9M (“House of Cards”) 10. Pauley Perrette: US$ 8,5M (“NCIS”)

    Leia mais
  • Série

    Russell Tovey será Ray, novo super-herói gay das séries da DC Comics

    23 de setembro de 2017 /

    O ator Russell Tovey (séries “Looking” e “Being Human”) vai interpretar um novo super-herói gay das séries da DC Comics na rede CW. Ele dará vida a Ray, personagem que será introduzido no crossover deste ano do Arrowverso, e depois terá sua série própria. Com uma peculiaridade. Intitulada “Freedom Fighters: The Ray”, a série será uma animação desenvolvida para o serviço de streaming CW Seed, em que Tovey dublará o personagem. A descrição oficial da versão televisiva do personagem é a seguinte: “Raymond ‘Ray’ Terrill foi um repórter que descobriu um grupo de cientistas do governo trabalhando em um projeto secreto para transformar a luz em uma arma de destruição em massa. Mas antes que ele pudesse informar sobre suas descobertas, o chefe do projeto expôs Ray a uma “bomba de luz genética”. A bomba não conseguiu matá-lo e, em vez disso, dotou Ray com poderes baseados na luz. Com essas habilidades, Ray percebeu que poderia ir além de denunciar a injustiça – ele poderia tomar medidas para ajudar a detê-la. E logo foi recrutado pelo Tio Sam e pelos Combatentes da Liberdade para enfrentar a violência e a opressão onde quer que exista.” A identidade do Ray já foi adotada por quatro personagens diferentes nos quadrinhos. Assim como Tio Sam e outros integrantes dos Combatentes da Liberdade, ele foi introduzido nos anos 1940, em publicações da editora Quality Comics. A DC acabou comprando os direitos dos heróis e juntou todos eles nos Combatentes da Liberdade nos anos 1970. Mas decidiu acomodá-los na Terra-X, onde a 2ª Guerra Mundial ainda não tinha terminado e Tio Sam continuava a lutar contra os nazistas. Detalhe: a primeira aparição do grupo foi numa edição da Liga da Justiça, publicada em 1973 e chamada: “Crisis on Earth-X”. Como o crossover televisivo também será chamado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), as referências se tornam evidentes. Ray Terrill é o herói dos anos 1970, filho do primeiro Ray, que após os diversos reboots da DC – e de outras duas versões do personagem – , reiniciou sua história como gay. Ele voltou a ter destaque em 2014 na minissérie “The Multiversity” (Multiversidade, ao pé da letra) de Grant Morrison. O roteirista explicou que a ideia para sua equipe de Combatentes da Liberdade era que fosse formada apenas por pessoas pertencentes a grupos perseguidos pelos nazistas e Ray era o membro gay. A estreia de Ray na TV vai acontecer após a grande aceitação e elogios à trama paralela de “Supergirl” que destacou o romance lésbico da irmã da heroína, Lex Danvers (Chyler Leigh), e a detetive policial Maggie Sawyer (Floriana Lina). Mas ele não é o primeiro super-herói gay do Arrowverse. O pioneirismo pertence ao Senhor Incrível (Mr. Terrific), interpretado por Echo Kellum na série “Arrow”. O novo herói será visto em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, nos episódios das quatro séries de super-heróis da rede CW: “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas no canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    Crossover de Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow adianta história, casamento, título e pôster

    22 de setembro de 2017 /

    A rede CW revelou os primeiros detalhes sobre o grande crossover envolvendo suas séries de super-heróis “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. O episódio foi intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X) e será centrado no casamento de Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton). Todos os super-heróis viajam até Central City para a cerimônia, enquanto os vilões da Terra-X invadem as festividades com uma agenda mortal. “Criamos o crossover deste ano para evocar os cruzamentos anuais da Liga da Justiça e da Sociedade da Justiça com que crescemos e adorávamos quando éramos crianças“, disseram os produtores executivos Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg em um comunicado. Por conta disso, eles encomendaram um pôster do evento para um artista de quadrinhos marcantes da DC Comics, Phil Jimenez, que desenhou a famosa “Crise nas Infinitas Terras” (2005-2006), além de muitas edições da “Mulher-Maravilha” (2001–2003). Mas a arte evoca uma época bem anterior, de capas clássicas da Liga da Justiça entre os anos 1960 e 1980, especialmente a edição 206, de 1982, “Crisis on Earth-Prime”, em que vilões da Terra-3, onde não havia super-heróis, invadem a Terra-1 (ou Prime). A arte do cartaz, inclusive, faz referência direta àquele combate. Compare abaixo. Terra-X, porém, tem uma história diferente. É uma Terra em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas, e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, lutava até os anos 1970 para derrotar o 3º Reich – o que só aconteceu com o auxílio da Liga da Justiça e da Sociedade da Justiça – sim, um novo crossover, publicado nas edições 107 e 108, de 1973. O nome dessa história? “Crisis on Earth-X”. O crossover televisivo envolvendo as quatro séries vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, e terminando na terça-feira, 28 de novembro. No Brasil, as séries são exibidas no canal pago Warner. Clique no pôster e na capa abaixo para ampliar as imagens em tela inteira.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie