John Legend vai produzir e dublar primeira série animada da realidade virtual
O cantor John Legend, que pode ser ouvido atualmente nos cinemas, cantando a música tema do sucesso “A Bela e a Fera”, vai continuar no mundo das fábulas infantis em seu próximo projeto audiovisual. Ele é produtor executivo dublador da primeira série animada da realidade virtual, “Rainbow Crow”, que terá sua première no Festival de Cinema de Tribeca. “Grande parte do atrativo do projeto era me aventurar em uma tecnologia que está emergindo como um novo meio para o talento criativo”, disse Legend para a agência Associated Press. Inspirada na história dos índios norte-americanos, “Rainbow crow” trata “de amor, de inclusão e da comunidade”, disse ele. A animação foca na inesperada amizade entre um gambá tímido e um corvo colorido e confiante, personagem do título, que é dublado por Legend como uma espécie de popstar entre os animais da floresta. A série é dirigida por Eric Darnell, co-fundador e diretor criativo da produtora Baobab, que vem investindo na realidade virtual. Uma de suas primeiras experiências nesse formato foi a série “Invasion!”, indicada ao Emmy. Legend também produz a série “Underground”, sobre escravos e abolicionistas, que se passa nas vésperas da Guerra Civil norte-americana, atualmente na 2ª temporada no canal pago WGN America. No episódio exibido na semana passada nos EUA, ele também fez uma participação especial como intérprete do escritor abolicionista Frederick Douglass.
Polêmica: psiquiatras alertam que assistir 13 Reasons Why pode ser perigoso
Como tudo que repercute com intensidade, a série “13 Reasons Why” começou a render ressalvas. A situação é mais complicada, neste caso, por se tratar de receios da comunidade psiquiátrica. Produzida pela cantora Selena Gomez, que diz ter se identificado com as situação de depressão vivida por sua protagonista, a série adapta o livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, que lista 13 motivos que levaram uma jovem ao suicídio. Em seu Facebook, o psiquiatra Luís Fernando Tófoli divulgou um texto com 13 Alertas sobre “13 Reasons Why” para pais, educadores e profissionais de saúde. Em um trecho, ele afirma: “O programa tem o potencial de causar danos a pessoas que estão emocionalmente fragilizadas e que poderão, sim, ser influenciadas negativamente. Não é absurdo inclusive considerar que, para algumas pessoas, a série possa induzir ao suicídio. Portanto, pessoas em situações de risco deveriam ser desencorajadas a assistir a série”. O comentário leva à questionar se “13 Reasons Why” pode servir de gatilho para quem sofre de depressão ou tem tendências suicidas. Por tratar o suicídio de forma metódica e explícita, poderia a série influenciar adolescentes a se matarem? “Não é uma opinião pessoal, e sim um fato: a veiculação ou divulgação de um suicídio pode inspirar pessoas que pensam no assunto”, disse Carmita Abdo, presidente da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), ao jornal O Globo. “Se, por um lado, estamos nos solidarizando pela Hannah e mostrando os riscos que ela pode sofrer dentro de situações cotidianas, por outro estamos, talvez sem saber, dando munição para muitos indivíduos que sofrem de desequilíbrio mental. Uma saída para a ficção é falar sobre o suicídio como algo que se pode combater, em vez de se afirmar somente que é um evento horrível.” No fim do 13º e último episódio, a Netflix exibe um documentário de 30 minutos com atores, produtores e psiquiatras alertando sobre os perigos e impactos psicológicos dos temas retratados na série. Também traz um link (13reasonswhy.info) no qual jovens que enfrentam problemas semelhantes podem buscar ajuda — no Brasil, os contatos do Centro de Valorização da Vida (CVV), estão disponíveis. Além disso, no começo dos episódios com conteúdo de violência ou abuso sexual, uma mensagem é exibida recomendando a discrição do espectador. De acordo com Carlos Correia, voluntário do CVV, desde a estreia da série o número de atendimento diários aumentou de 50 para cerca de 300 e, muitas vezes, “13 Reasons Why” é mencionada. “Essa é uma situação comum na ficção, já aconteceu com outras séries, filmes, livros. Vimos como positiva a oportunidade de ajudar os espectadores da série, que podem nunca ter ouvido falar no CVV”, defende Correia. No documentário exibido ao final da série, produtores e roteiristas se defendem. “Muitas pessoas nos perguntaram por que nós mostramos Hannah se matando da forma como fizemos. Trabalhamos duro para que (a cena) não fosse gratuita. Queríamos que fosse difícil de ver, para ficar claro que não há nada que valha a pena (no suicídio)”, diz o showrunner Brian Yorkey.
Netflix fura Hollywood com gravação secreta de série sobre El Chapo
A Neflix saiu na frente na disputa para ver quem leva primeiro a vida do narcotraficante Joaquin “El Chapo” Guzman para as telas. Enquanto Sony e Fox brigam para adiantar projetos cinematográficos sobre a trajetória do ex-chefe do cartel de Sinaloa, preso em janeiro do ano passado, a plataforma de streaming fechou parceria com o canal Univision e gravou toda a 1ª temporada de sua série, que já tem fotos, teaser e estreia ainda neste mês de abril. Veja abaixo. As gravações aconteceram no mais completo sigilo na Colômbia. Segundo a agência Associated Press, as pessoas que viviam próximas às locações foram informadas de que, na verdade, as gravações eram para uma novela chamada “Dolores de Amor”. Apesar de El Chapo ser o maior narcotraficante do México, as locações usadas foram as mesmas da série “Narcos” sobre o colombiano Pablo Escobar. Além de garantir segredo, foram apontados conhecimento prévio da equipe técnica e questões de segurança como razão das filmagens na América do Sul. Mas a produção, que se chama “El Chapo”, tem ainda um grande obstáculo para ser exibida: os advogados do verdadeiro El Chapo. Eles vem apresentando uma série de recursos para impedir que o nome do traficante seja utilizado sem sua autorização. “Se eles estão produzindo algo que ele (El Chapo) não autorizou, se eles começarem a atacá-lo, ou publicarem algo sobre sua vida pessoal, eles vão ter que responder de acordo com a lei”, declarou Jose Refugio Rodriguez, um dos advogados do traficante, à AP. Outro advogado do traficante, Andres Granados, disse que as empresas deveriam pagar por usar o apelido de Joaquin “El Chapo” Guzman como título da série. “Se eles colocarem essa série no ar, eles serão processados”, falou Granados. “Eles, por necessidade, precisam da autorização do Sr. Guzman, porque ele ainda não está morto.” Mas há uma brecha legal que permite a produção. Apaixonado pela atriz mexicana Kate del Castillo, que foi responsável pelo encontro entre El Chapo e o ator Sean Pen, após o qual El Chapo foi preso, o criminoso concedeu os direitos de sua vida para que ela pudesse contar sua história como preferisse. Del Castillo, no entanto, não disse o que faria com esses direitos. Na série, o traficante é interpretado por Marco de la O, ator mexicano de 38 anos, que tem a aparência física muito similar a El Chapo. Sobre o papel, ele afirmou: “Eu não posso julgá-lo. Da perspectiva do ator, você não pode dizer se o personagem é bom ou ruim… Nós contamos a verdade, e a verdade pode ser dura.” El Chapo ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamentos com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, e só foi definitivamente preso em janeiro, seis meses após uma fuga espetacular da prisão de segurança máxima de Altiplano, após aceitar ser entrevistado pelo ator Sean Penn para uma reportagem da revista Rolling Stone. Ele também esteve na lista de bilionários da revista “Forbes” durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos. Além desta série, o canal History também desenvolve uma produção televisiva sobre o narcotraficante, que ironicamente está sendo escrita por Chris Brancato, o criador de “Narcos” na Netflix, enquanto a Fox atrai Ridley Scott e a Sony corteja Michael Bay para mostrar tudo isso, com menos detalhes, nos cinemas. A série “El Chapo” tem estreia marcada para 23 de abril no canal pago Univision, voltado às comunidades latinas dos EUA, e depois seguirá para distribuição mundial pela Netflix.
The Crown lidera indicações ao BAFTA TV, principal prêmio da televisão britânica
O BAFTA TV, principal prêmio da televisão britânica (equivalente ao Emmy americano), divulgou as indicações aos seus troféus de 2017. E a série da Netflix “The Crown”, sobre a rainha Elizabeth II, liderou a lista, com cinco nomeações, à frente de “Fleabag” e “Happy Valley”, que receberam três indicações cada. “The Crown” concorre como Melhor Série de Drama contra “The Durrells”, “Happy Valley” e “War & Peace”, que curiosamente é uma minissérie. Já a disputa de Melhor Série de Comédia ficou entre “Camping”, “Fleabag”, “Flowers” e “People Just do Nothing” Este ano, a lista de séries estrangeiras contemplou apenas produções americanas: “Stranger Things”, da Netflix, “The night of”, da HBO, “The People vs OJ Simpson: American Crime Story”, da FX, e “Transparent”, da Amazon. A cerimônia de premiação acontecerá em Londres, no dia 14 de maio. Veja a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao BAFTA TV 2017 Melhor Série de Drama “The Crown” “The Durrells” “Happy Valley” “War & Peace” Melhor Série de Comédia “Camping” “Fleabag” “Flowers” “People Just do Nothing” Melhor Atriz de Drama Claire Foy – “The Crown” Jodie Comer – “Thirteen” Nikki Amuka-Bird – “NW” Sarah Lancashire – “Happy Valley” Melhor Ator de Drama Adeel Akhtar – “Murdered by My Father” Babou Ceesay – “Damilola, Our Loved Boy” Benedict Cumberbatch – “The Hollow Crown: The Wars of the Roses” Robbie Coltrane – “National Treasure” Melhor Atriz de Comédia Diane Morgan – “Cunk On Shakespeare” Lesley Manville – “Mum” Olivia Colman – “Fleabag” Phoebe Waller Bridge – “Fleabag” Melhor Ator de Comédia Asim Chaudhry – “People Just do Nothing” David Mitchell – “Upstart Crow” Harry Enfield – “The Windsors” Steve Coogan – “Alan Partridge’s Scissored Isle” Melhor Atriz Coadjuvante Nicola Walker – “Last Tango in Halifax” Siobhan Finneran – “Happy Valley” Vanessa Kirby – “The Crown” Wunmi Mosaku – “Damilola, Our Loved Boy” Melhor Ator Coadjuvante Daniel Mays – “Line of duty” Jared Harris – “The Crown” John Lithgow – “The Crown” Tom Hollander – “The Night Manager” Melhor Minissérie “The Hollow Crown: The Wars Of The Roses” “National Treasure” “The Secret” “The Witness for the Prosecution” Melhor Telefilme “Aberfan: The Green Hollow” “Damilola: Our Loved Boy” “Murdered by My Father” “NW” Melhor Novela “Casualty” “EastEnders” “Emmerdale” “Hollyoaks” Melhor Série Estrangeira “The Night Of” “The People vs OJ Simpson: American Crime Story” “Stranger Things” “Transparent” Melhor Programa de Comédia “Charlie Brooker’s 2016 Wipe” “Cunk On Shakespeare” “The Last Leg” “Taskmaster” Melhor Programa de Entretenimento “Ant And Dec’s Saturday Night Takeaway” “Britain’s Got Talent” “Michael McIntyre’s Big Show” “Strictly Come Dancing” Melhor Apresentador de Programa de TV Adam Hills – “The last leg” Claudia Winkleman – “Strictly come Dancing” Graham Norton – “The Graham Norton Show” Michael McIntyre – “Michael McIntyre’s Big Show” Melhor Momento da TV “Game Of Thrones: Battle Of The Bastards” “The Late Late Show With James Corden: Carpool Karaoke with Michelle Obama” “Line Of Duty: Urgent Exit Required” “Planet Earth II: Snakes vs Iguana Chase” “Strictly Come Dancing: Ed Balls’ Gangnam Style” “Who Do You Think You Are?: Danny Dyer’s Origins” Melhor Reality Show “First Dates” “Muslims Like Us” “The Real Marigold Hotel” “The Secret Life of 5 Year Olds” Melhor Série Documental “Behind Closed Doors” “Hillsborough” “How To Die: Simon’s Choice” “Hypernormalisation” Melhor série de Não-Ficção “24 Hours In Police Custody” “Exodus: Our Journey to Europe” “Kids On The Edge” “The Prosecutors: Real Crime and Punishment” Melhor Programa Documental “Alan Bennett’s Diaries” “Attenborough’s Life That Glows” “Grayson Perry All Man” “Planet Earth II” Melhor Evento ao Vivo “The Centenary of the Battle of the Somme” “Shakespeare Live! From the RSC” “Stand Up to Cancer” “The Queen’s 90th Birthday Celebration” Melhor Reportagem “Inside Obama’s White House” “Teenage Prison Abuse Exposed” (Panorama) “Three Days of Terror – The Charlie Hebdo Attacks” (This World) “Unarmed Black Male” (This World) Melhor Cobertura Jornalística “Channel 4 News: Brexit – Day One” “BBC North West Tonight: Hillsborough Inquests” “Sky News Tonight – Aleppo: Death of a City” “Victoria Derbyshire” Melhor Cobertura de Esportes “The Open” – Sky Sports 1 “Rio 2016 Olympics” – BBC Sport/BBC One “Rio 2016 Paralympics Production Team” – Channel 4 “Six Nations” – England v Wales
O Exterminador vai voltar à série Arrow
O ator Stephen Amell, astro da série “Arrow”, publicou em seu Twitter uma foto do capacete do Exterminador, anunciando a volta do personagem à série. “Tempos desesperadores pedem medidas desesperadas”, ele escreveu na legenda, dando as boas vindas ao ator Manu Bennett, intérprete do vilão. O texto sugere uma aliança entre os inimigos, provavelmente para deter Prometheus (Josh Segarra). Manu Bennett não é o único integrante do elenco original que dará as caras nos próximos episódios. Além dele, a atriz Katie Cassidy, que interpretou Laurel Lance/Canário Negro, vai retornar à trama, mas de um jeito bem diferente (saiba mais aqui). A série está atualmente em pausa nos EUA e retorna com a parte final de sua 5ª temporada no dia 26 de abril. No Brasil, “Arrow” é exibida pelo canal pago Warner. Desperate times call for desperate measures. Welcome back @manubennett. pic.twitter.com/ITB7a7Tq6h — Stephen Amell (@StephenAmell) April 10, 2017
Terror clássico A Assombração da Casa da Colina vai virar série da Netflix
Clássico da literatura de terror, “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House) vai virar série da Netflix. Segundo o site Deadline, a plataforma de streaming encomendou uma temporada de 10 episódios para o roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). A produção é da Amblin, empresa de Steven Spielberg, marcando a primeira parceria do cineasta com a Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura.
Selena Gomez e atores de 13 Reason Why fazem tatuagem para marcar a repercussão da série
Selena Gomez decidiu fazer uma tatuagem com os atores Alisha Boe e Tommy Dorfan para marcar a repercussão positiva de “13 Reasons Why”. Nesta segunda-feira (10/4), a atriz, que é produtora executiva da atração da Netflix, e os intérpretes de Jessica e Ryan tatuaram um ponto e vírgula nos braços. A imagem escolhida é símbolo do Project Semicolon, uma organização norte-americana que ajuda pessoas com depressão e propensão ao suicídio. Os dois atores compartilharam as fotos das tatuagens em suas páginas no Instagram. Veja abaixo. Today was a magical day. Another day to be grateful to be alive. Alisha, Selena, and I went together to get ; tattoos. The ; symbol stands for an end of one thought and a beginning of another. Instead of a period, authors use the semicolon to continue a sentence. For us, it means a beginning of another chapter in life, in lieu of ending your life. I struggled with addiction and depression issues through high school and early college. I reached out and asked for help. At the time, I thought my life was over, I thought I'd never live past the age of 21. Today I'm grateful to be alive, in this new chapter of life in recovery, standing with my colleagues and friends, making art that helps other people. If you're struggling, if you feel suicidal, I urge you to click the link in my bio. Ask for help. Start a new chapter with the support of others. ?⛅️?☀️and RIP Amy Bleul, who started the semicolon movement. Uma publicação compartilhada por TOMMY DORFMAN (@tommy.dorfman) em Abr 9, 2017 às 7:16 PDT I have received so much love and support from all of you who are watching 13 Reasons Why. Today- Tommy, Selena and I got tattoos of a semicolon. Project semicolon is a movement dedicated to presenting hope for those suffering from depression, thoughts of suicide, addiction, and self-injury. Those of you watching 13 Reasons Why and identify with Hannah Baker, please check out Beyond The Reasons on netflix, or check out the link in my bio. Rest In Peace Amy Bluel, who started this movement. Love you all❤❤ (thx @ktal77 and @joymaryro for the inspo?) Uma publicação compartilhada por Boezo (@alishaboe) em Abr 9, 2017 às 6:54 PDT
2ª temporada de Sense8 ganha trailer tenso em clima de conflito
Após as fotos, a Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Sense8”. A prévia foca no conflito entre os sensates e a organização secreta que os caça, com destaque para Will, o personagem policial vivido por Brian J. Smith, que é seduzido pelos inimigos, ao mesmo tempo em que descobre Angelica Turing (Daryl Hannah) ainda viva e cativa. Também chama atenção a participação do ator Toby Onwumere, que substituiu Aml Ameen como intérprete do personagem Capheus. Ameen foi demitido da série supostamente após comentários preconceituosos contra uma das diretoras, Lana Wachowski, e a atriz Jamie Clayton, a Nomi. Ambas são mulheres trans. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A estreia acontece em 5 de maio.
Escritor do romance gostaria de ver 13 Reasons Why ganhar 2ª temporada
O escritor Jay Asher, autor do livro “Os Treze Porquês”, gostaria de ver a série “13 Reasons Why” ganhar uma 2ª temporada, mesmo não tendo escrito uma continuação para a história. Isto porque, embora a trajetória de Hannah (Katherine Langford) tenha chegado ao fim, a trama deixou várias perguntas sem respostas. “Não estou autorizado a dizer se haverá ou não uma 2ª temporada. Mas eu gostaria de ver mais esses personagens. Estou tão curioso quanto vocês. O que acontece com Clay (Dylan Minnette)? Como as pessoas vão reagir ao que Alex (Miles Heizer) fez? O que vai acontecer com Mr. Porter (Derek Luke)? Eu mesmo cheguei a pensar numa sequência do livro, mas decidi não escrever. Por outro lado, não acabaram as histórias dos personagens que ficaram para trás. Cada ação tem consequências que ninguém pode prever. Você percebe isso no que Hannah fez, mas também da forma que trataram Tyler (Devin Druid). Então, o caminho está aberto”, disse o autor em entrevista para a revista Entertainment Weekly. Asher dá bons motivos para continuar a história, contrariando parte da crítica que chegou a se manifestar contra uma continuação por ela precisar ir além do livro. Pela temática delicada, envolvendo bullying e suicídio adolescente, a série disponibilizada em 31 de março se tornou uma das mais faladas da Netflix.
Volta de Will & Grace recebe encomenda de mais episódios
Antes mesmo da estreia, o revival de “Will & Grace” ganhou a encomenda de mais episódios. A rede NBC, que originalmente tinha negociado a produção de 10 capítulos para trazer de volta a sua série clássica, pediu mais dois, aumentando a 9ª temporada para 12 episódios inéditos. Todos os episódios serão escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A estreia do revival ainda não foi marcada.
Roteirista de Straight Outta Compton desenvolve série sobre a banda Grateful Dead
O roteirista Jonathan Herman, indicado ao Oscar por “Straight Outta Compton – A História do N.W.A.” (2015), vai voltar ao mundo da música em seu próximo trabalho. Segundo o site Deadline, ele está desenvolvendo uma minissérie sobre a carreira da banda The Grateful Dead para o serviço de streaming da Amazon. Herman vai adaptar “Home Before Daylight: My Life On The Road With The Grateful Dead”, o livro de memórias de Steve Parish, roadie veterano do Grateful Dead. O projeto pretende traçar desde a formação em San Francisco nos anos 1960 até a morte de Jerry Garcia em 1995, mostrando como a banda viajou quase sem parar por três décadas, tornando-se uma das mais mais lendárias da história do rock. Co-fundador do Grateful Dead, o cantor e guitarrista Bob Weir vai produzir o projeto junto com Parish e também supervisionará toda a música para a série. Os executivos da Amazon devem ser muito fãs do Grateful Dead, pois, além deste projeto, também adquiriram o documentário de quatro horas “Long Strange Trip”, de Amir Bar-Lev, exibido no Festival de Sundance em janeiro, que conta a história da banda.
2ª temporada de Sense8 ganha 50 fotos
A Netflix divulgou 50 fotos da 2ª temporada de “Sense8”, que mostram os personagens em cenas de festas, mas também de ação. Entre as imagens, está o ator Toby Onwumere, que substituiu Aml Ameen como intérprete do personagem Capheus. Ameen foi demitido da série supostamente após comentários preconceituosos contra uma das diretoras, Lana Wachowski, e a atriz Jamie Clayton, a Nomi. Ambas são mulheres trans. Há também três fotos do episódio que inclui a parada LGBTQ de São Paulo, gravado em maio de 2016 em plena Avenida Paulista. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 2ª temporada estreia em 5 de maio.
Veja as imagens e o trailer legendado da primeira série espanhola da Netflix
A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer legendado de sua primeira série espanhola, “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable). A trama é um drama de época, passado em Madri nos anos 1920, e acompanha quatro mulheres que conseguem emprego como telefonistas, conquistando independência financeira numa sociedade ainda dominada pelo machismo. A prévia indica um mistério na trama, romances e situações de melodrama, ao estilo das séries de época da Globo. A série foi criada pelo trio Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, que escreveram juntos “Seis Hermanas”, uma novela passada quase na mesma época. O elenco é liderado por Blanca Suárez (“A Pele que Habito”), Ana Polvorosa (“Mentiras y Gordas”), Maggie Civantos (“Temporal”) e Nadia de Santiago (“Ninho de Musaranho”). A estreia está marcada para 28 de abril.












