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  • Série

    Episódios da 7ª temporada de Game of Thrones serão os mais longos da série

    2 de junho de 2017 /

    Apesar de mais curta que o normal, a 7ª temporada de “Game of Thrones” terá os episódios mais longos da série. A HBO divulgou que o capítulo que abre a temporada terá 59 minutos. A première de praticamente uma hora de duração será o maior episódio de começo de temporada de toda a série. Mas o episódio mais longo será guardado para o final. Segundo uma fonte confiável da revista Entertainment Weekly, o season finale terá “bem mais do que uma hora de duração”. Em entrevistas recentes, o elenco de “Game of Thrones” mencionou que, em contraste com a menor quantidade de episódios, estavam tendo mais tempo na tela do que nunca. Além de episódios longos, isso também se explica pela menor quantidade de personagens importantes em cena, já que muitos morreram ao longo das temporadas. Com apenas sete capítulos, “Game of Thrones” retorna ao canal pago HBO no dia 16 de julho.

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  • Série

    Elenco de Sense8 fica de “coração partido” com o cancelamento da série

    2 de junho de 2017 /

    A Netflix pegou todo mundo de surpresa ao anunciar o cancelamento de “Sense8” menos de um mês após a estreia da 2ª temporada. A internet surtou e já há até um abaixo-assinado para tentar reverter a situação. Mas o mais impressionante é o desolamento do elenco, que foi ao Twitter agradecer aos fãs e se despedir da série. “Estamos todos de coração partido. Esse programa era a definição de global, igualdade, inovação e diversidade. A TV na forma mais representativa e inclusiva”, disse Freema Agyeman, que interpretava Amanita Caplan, sintetizando o sentimento do grupo. “Lamento que Sense8 foi cancelada, foi uma experiência incrível. Obrigada a todos que assistiram e apoiaram o seriado. Sentirei saudades”, escreveu Tina Desai, a Dandekar. “Me desculpem, gente. Muito obrigado pela paixão e apoio nesses últimos dias, foi tocante ver o amor de vocês pelo seriado. Em frente!”, tuitou Brian J. Smith, que fez o papel de Will Gorski. ”Muito amor pelo elenco e equipe de produção que trabalharam tanto nas duas temporadas. Tenho muito orgulho de ter sido parte da série mais épica de todas”, finalizou Adam Shapiro, que interpreta o doutor Metzger. Veja abaixo os tuítes originais: We are all heartbroken.?This show was the DEFINITION of global, equal, groundbreaking, diverse. TV at its most representational & inclusive. https://t.co/hfHxzEE54b — Freema Agyeman (@FreemaOfficial) June 1, 2017 Sorry guys. Thanks for your passion and support these last few days, was very moving to see your love for the show. En Evant! https://t.co/77H3Ob7OGB — Brian J. Smith (@BrianJacobSmith) June 1, 2017 I'm sorry #Sense8 has been cancelled. It was an incredible experience. Thank u to everyone​ who watched and supported the show. Wl miss it. — Tina Desai (@tinadesai07) June 1, 2017 Much ❤️ to the cast & crew who worked so hard on the 2 seasons. I have so much #Pride to have been part of the most EPIC show ever. #Sense8 https://t.co/onWiEAdLQt — Adam Shapir? (@adamshapiro) June 1, 2017

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  • Série

    Sense8 é cancelada menos de um mês após a estreia da 2ª temporada

    1 de junho de 2017 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Sense8”, série sci-fi das irmãs Lilly e Lana Wachowski (“Matrix”), menos de um mês após a disponibilização de sua 2ª temporada. “Após 23 episódios, 16 cidades e 13 países, a história dos grupo Sense8 terminou”, disse Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original do serviço de streaming, em comunicado divulgado à imprensa americana. “Foi tudo o que nós e os fãs sonhávamos que seria: ousada, emotiva, impressionante, vigorosa e completamente inesquecível”, continuou. “Nunca houve uma série mais global com elenco e equipe igualmente diversa e internacional, o que se refletiu na apaixonada comunidade de fãs pelo mundo. Agradecemos Lana, Lilly, Joe (Michael Straczynski, cocriador da série) e Grant (Hill, produtor executivo) por sua visão, e todo o elenco e equipe por seu trabalho e comprometimento.” Mas ao contrário do clima de “missão cumprida” do comunicado, a série sai do ar deixando questões no ar e com a vontade dos envolvidos de continuar. Na terça (30/5), dois dias antes da guilhotina cair, o ator Brian J. Smith usou o Twitter para conclamar os fãs a fazerem campanha pela renovação. “Se não mostramos nosso apoio, ‘Sense8’ pode não ser renovado. Vamos tuitar o máximo possível a hashtag #RenewSense8”, ele escreveu. A série estreou em 2015 com uma proposta ousada. A trama acompanhava oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. Por conta disso, eles também começam a compartilhar seus sentimentos e visões de mundo, permitindo um diálogo entre diferentes culturas. A série era apontada como a primeira sci-fi abertamente queer, não apenas por incluir personagens gays e transgêneros, mas por abordar o modo de vida LGBTQ em sua trama. Um dos episódios da 2ª e agora última temporada foi gravado na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo. O cancelamento de “Sense8 chega apenas uma semana após a Netflix anunciar o fim de “The Get Down”, série musical criada por Baz Luhrmann. As duas têm em comum o fato de serem projetos criados por cineastas com custos elevadíssimos. Não por coincidência, a Netflix já tinha cancelado “Marco Polo”, que também se situava entre suas séries mais caras, apontando uma tendência de revisão de metas. Da lista das mais dispendiosas, apenas “The Crown”, premiada com Globos de Ouro, SAG e BAFTA Awards, foi renovada.

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  • Série

    Atriz de Teen Wolf vai estrelar duas séries de terror

    1 de junho de 2017 /

    A atriz Holland Roden, intérprete de Lydia Martin na série “Teen Wolf”, já definiu seus próximos projetos. Ela vai participar de duas séries de terror, estrelando a 3ª temporada de “Channel Zero”, no canal pago SyFy, e a primeira série de terror da plataforma de streaming da Amazon. Intitulada “Lore”, a atração é baseada num podcast que relata histórias paranormais supostamente reais e, assim como “Channel Zero”, terá formato de antologia. Em “Lore”, Roden interpretará Bridget Cleary, uma mulher casada que vive na Irlanda no final do século 19. Ela é uma costureira e comerciante de ovos, que graças às invenções da máquina de costura e do vagão frigorífico começa a ganhar mais dinheiro que o marido. Mas seu sucesso também a torna mais atrevida, o que leva seu marido a acreditar que ela não é a verdadeira Bridget Cleary, mas uma criatura metamorfa maligna que tomou seu lugar. Em “Channel Zero”, ela viverá Zoe Woods, uma jovem forte e dura, cujas lutas com doenças mentais a desgastaram ao longo dos anos. Ela odeia que sua irmã mais nova precise cuidar dela e daria qualquer coisa para voltar à maneira como as coisas costumavam ser. O aspecto sobrenatural da trama não foi revelado, mas a série é baseada em contos de terror da internet, conhecidos como “creepypasta” Antes disso, a atriz ainda será vista nos últimos episódios de “Teen Wolf”. Atualmente em hiato, a série da MTV não tem data para retomar a exibição de sua 6ª e derradeira temporada. Por coincidência, nem “Lore” nem a 3ª temporada de “Channel Zero” tampouco têm previsão de estreia.

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  • Série

    Odette Annable viverá a principal vilã da 3ª temporada de Supergirl

    1 de junho de 2017 /

    A 3ª temporada de “Supergirl” definiu sua nova supervilã. A atriz Odette Annable (séries “House”, “Banshee” e “Pure Genius”) foi contratada para viver Régia (Reign). É esta personagem que aparece, ainda bebê, na cena final da 2ª temporada, enviada de Krypton para a Terra. Em comunicado, o produtor executivo Andrew Kreisberg disse que ele e o coprodutor Greg Berlanti desejavam “trabalhar com Odette há anos”. “Estamos muito entusiasmados por vê-la se juntar ao nosso elenco no papel assustador, poderoso e doloroso de Régia”. Régia é uma personagem nova dos quadrinhos, criada por Michael Green (hoje roteirista de cinema, responsável por “Logan” e “Alien: Covenant”) em 2012 como líder de uma raça de kryptonianos modificados geneticamente por Zor-El, o pai cientista de Kara. Nas publicações da DC Comics, cinco integrantes de sua espécie, denominada de Arrasa-Mundos (Worldkillers), tentam destruir a Terra e são impedidos por Supergirl, num combate que testa os limites da heroína. Embora Régia seja baseada nesse arco dos quadrinhos, a versão televisiva será diferente, segundo o site Deadline, que não soube precisar o que irá diferenciá-la. Mas ela deverá ser a principal vilã da próxima temporada da atração, que retorna à rede CW em outubro. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Sin City vai virar série com produção de showrunner de The Walking Dead

    1 de junho de 2017 /

    A produtora TWC/Dimension está desenvolvendo uma série baseada nos quadrinhos de “Sin City”, de Frank Miller. Segundo o site Deadline, Harvey Weinstein, dono do estúdio e responsável pela adaptação da obra no cinema, contratou o roteirista-produtor Glen Mazzara para o projeto. A versão televisiva não deve manter a estética expressionista dos dois filmes codirigidos por Frank Miller e Robert Rodriguez. O primeiro, “Sin City: A Cidade do Pecado” (2005), foi considerado inovador para a época, quando Hollywood ainda dava os primeiros passos na elaboração de universos digitais. Todos os seus cenários foram criados por computador. Além disso, a produção foi feita em preto e branco, mas com detalhes coloridos, que aproximaram o visual do filme das artes originais. Mazzara já teve uma experiência bem-sucedida com uma adaptação de quadrinhos. Ele foi showrunner de “The Walking Dead” durante a 3ª temporada, tendo sido responsável pela polêmica decisão de matar Andrea (Laurie Holden), que diferenciou a série das publicações de Robert Kirkman. Ele também já transformou um filme no ponto de partida de uma série. Seu último trabalho foi “Damien”, passado no universo do terror “A Profecia” (1976). A direção do piloto ficará a cargo de Len Wiseman, que após se lançar nos cinemas com “Anjos da Noite” (2003), “Duro de Matar 4.0” (2007) e “O Vingador do Futuro” (2012), tem se dedicado à produções televisivas. Ele dirigiu os pilotos de “Sleepy Hollow” e “Lucifer”. Wiseman também dividirá a produção com Mazzara, o próprio Frank Miller, o produtor Stephen L’Heureux (da continuação “Sin City: A Dama Fatal”) e os irmãos Bob e Harvey Weinstein, donos do estúdio. A produção está sendo desenvolvida sem o apoio de nenhum canal. O objetivo era formar o time responsável pela adaptação antes de ir ao mercado. Mas, de acordo com o Deadline, já há interessados.

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  • Série

    Still Star-Crossed: Continuação de Romeu e Julieta tem péssima estreia na TV americana

    31 de maio de 2017 /

    A rede ABC atrasou em quase um ano a estreia de “Still Star-Crossed”, série de época desenvolvida em 2015, que continua a história de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare. E o motivo ficou claro com a exibição do primeiro episódio na noite de segunda (29/5). O capítulo inaugural foi recebido com críticas muito negativas, rendendo uma média de 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas a pior notícia para o canal é que a atração também não interessou ao público. Foi assistida por 2,4 milhões ao vivo e marcou apenas meio ponto de audiência entre o alvo demográfico dos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A série pode testar o relacionamento do canal com a produtora Shonda Rhimes, responsável por alguns dos maiores sucessos da ABC, como “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”. Na atual temporada, a Shondaland, empresa de Rhimes, já perdeu uma série na ABC, com o cancelamento de “The Catch”. O detalhe é que “The Catch” saiu do ar com 2,9 milhões de telespectadores. Mais público que se interessou pela estreia de “Still Star-Crossed”. A tendência de todas as séries é perder público após o primeiro episódio. Dependendo da queda, “Still Star-Crossed” pode sair do ar sem dar continuidade à exibição de seus episódios. Mas tomar esta decisão seria amarga para o canal, pois o pedido inicial de 10 episódios foi totalmente produzido. As reclamações sobre a nova atração apontam seu tom romântico exagerado, voltado para o público feminino, muito mais próximo de “Reign” que “Outlander”, diálogos indecisos entre o inglês shakespeareano e o idioma coloquial, além de um evidente anacronismo racial. A abordagem politicamente correta e historicamente equivocada transporta para a Europa medieval a igualdade racial do século 21. A trama se baseia no livro homônimo da escritora Melinda Taub, que revela o que aconteceu com as famílias Capuleto e Montecchio após a morte de Romeu e Julieta, e ainda acompanha um novo romance proibido. Isto porque o clima beligerante entre os rivais faz com que o Príncipe Escalus (Sterling Sulieman, da série “Pretty Little Liars”) conclua que a única forma de trazer paz a Verona é fazer com que as duas famílias se unam em matrimônio. Assim, Benvolio (o australiano Wade Briggs, da série “Home and Away”), primo de Romeu, é o escolhido para se casar com Rosaline (a britânica Lashana Lynch, de “Entre Amigas”), prima de Julieta. Mas, ao contrário do casal original, os dois não se amam. Para complicar, o verdadeiro amor de Rosaline é justamente o Príncipe. Ainda assim, os dois são obrigados a concordar com a união para salvar as vidas de suas famílias e do povo de Verona. O detalhe desse melodrama é que não só Rosaline e o Príncipe, mas o próprio Romeu (o inglês Lucien Laviscount, da série “Scream Queens”) são negros – como Otello, que chamava atenção por ser o único mouro na peça que leva seu nome. A integração racial é característica das produções de Shonda Rhymes, ela própria uma mulher negra bem-sucedida. Basta lembrar que “Scandal” e “How to Get Away with Murder” são protagonizadas por atrizes negras. Mas o empoderamento racial na Europa medieval não motivou os mesmos elogios que costumam acompanhar suas iniciativas de inclusão no mundo moderno. Nem Baz Luhrmann, em seu “Romeu + Julieta” (1996) passado na era contemporânea, ousou tanto – no máximo, escalou Harold Perrineau como Mercutio, que não é Capuleto nem Montecchio. A série foi desenvolvida por Heather Mitchell, coprodutora das séries “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, e o elenco ainda inclui Torrance Coombs (série “Reign”), Zuleikha Robinson (série “Lost”), Anthony Head (série “Dominion”), Grant Bowler (série “Defiance”) e Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demons”).

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  • Série

    The Deuce: Série sobre pornografia estrelada por James Franco ganha primeiro teaser

    31 de maio de 2017 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser “The Deuce”, nova série de época que forma uma espécie de trilogia com as já canceladas “Vinyl” e “The Get Down”. As três se passam no mesmo lugar e na mesma época: a Nova York dos anos 1970. Pelo que mostra a curtíssima prévia, “The Deuce” parece abraçar com mais vigor as referências cinematográficas do período, reimaginando uma Nova York mais parecida com a cidade de “Taxi Driver” (1976) do que de um videoclipe musical. Criada por David Simon (autor de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), a atração vai mostrar o início da indústria pornográfica e será estrelada por James Franco (“A Entrevista”) em papel duplo. O ator interpreta os irmãos Vincent e Will Seefried. O primeiro é um bar tender, enquanto seu irmão é um estudante da Universidade de Nova York (NYU). Ambos cresceram neste mundo movido a violência e sexo, cruzando algumas das pessoas mais influentes da nascente indústria pornô. Além de atuar, Franco também dirigiu dois episódios. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) como Candy, uma garota de programa que leva seu “espírito empreendedor” das ruas para a pornografia, além de Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). “The Deuce” estreia em 10 de setembro, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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  • Série

    Trailer do final da série The Leftovers tem clima apocalíptico

    31 de maio de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer do último episódio da série “The Leftovers”. A prévia traz narração de Carrie Coon, enquanto sua personagem, Nora Durst, prepara-se para o procedimento de ir para lugar nenhum, onde boa parte da população da Terra já se encontra, devido ao mistério do desaparecimento simultâneo de milhões de habitantes do planeta. Paralelamente, cenas apocalípticas e flashbacks são apresentados para o espectador. Aclamada pela crítica, “The Leftovers” surgiu como adaptação do livro homônimo de Tom Perrota, mas passou a contar uma história inteiramente original, criada por Perrota e o roteirista-produtor Damon Lindeloft (“Prometheus”), a partir de sua 2ª temporada. É interessante reparar como o desfecho aproxima a série do final de “Lost”, também escrito por Lindelof, que na ocasião foi duramente criticado por conter a mesma pseudo-espiritualidade e vislumbre similar de vida após a morte. Intitulado “The Book of Nora”, o final vai ao ar no domingo (4/6) tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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  • Série

    The Gifted: Série derivada dos X-Men ganha novo comercial

    31 de maio de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou um novo comercial de “The Gifted”, série derivada dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra cenas de ação vistas no trailer oficial, com narração de Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) Na série, ela e Stephen Moyer (série “True Blood”) vivem pais de dois adolescentes que começam a manifestar poderes mutantes e passam a ser perseguidos pelo governo. Em fuga, eles buscam refugiar sua família com mutantes rebeldes. Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretam os filhos. Já os mutantes incluem X-Men conhecidos, como Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”). Desenvolvida por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a série tem produção e direção do cineasta Bryan Singer, responsável pelos filmes dos “X-Men”. “The Gifted” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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  • Filme

    Sucesso de crítica, série Quarry é cancelada após 1ª temporada

    31 de maio de 2017 /

    O canal pago americano Cinemax anunciou o cancelamento da série “Quarry” após a 1ª temporada. Sucesso de crítica, com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série também tinha um público acima da média do canal. O problema é que uma reestruturação da HBO fez com que o Cinemax mudasse seu foco. O canal vai passar a ter uma programação centrada em filmes de ação. Esse “rebranding” já tinha levado ao cancelamento da série “The Knick”, drama médico de época do cineasta Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”). E também pode tirar do ar o terror “Outcast”, baseado em quadrinhos de Robert Kirkman (“The Walking Dead”). Para piorar o cenário para séries de qualidade, a mudança acontece ao mesmo tempo em que o WGN América cancelou suas séries. Num desabafo publicado em seu blog pessoal, o roteirista-produtor Michael D. Fuller revelou que metade da 2ª temporada já estava escrita, porque havia confiança na continuidade da produção. Afinal, todos os fatores que garantem uma renovação, como boas críticas e público fiel, estavam presentes. A série foi desenvolvida por Fuller e Graham Gordy, ambos roteiristas da série dramática “Rectify”, e produzida em parceria com Greg Yaitanes, diretor e produtor de “Banshee”, a série mais bem-sucedida do Cinemax. Adaptação do livro de Max Allan Collins, “Quarry” girava em torno de um ex-fuzileiro (Logan Marshall-Green, de “Prometheus”), que ao retornar do Vietnã em 1972 era evitado por aqueles que amava, tornando-se alvo de comentários pejorativos por ter lutado numa guerra suja. Transformado em pária, o combatente duro e desiludido acaba recrutado por uma rede de assassinos de aluguel, que atua ao longo do rio Mississippi. Além de Logan Marshall-Green, o elenco destaca Jodi Balfour (série “Bomb Girls”), Peter Mullan (“Cavalo de Guerra”), Nikki Amuka-Bird (“O Destino de Jupiter”), Damon Herriman (série “Flesh and Bone”) e Edoardo Ballerini (série “Boardwalk Empire”).

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  • Filme

    Final de Gotham pode introduzir a vilã Arlequina

    31 de maio de 2017 /

    Não será só Ra’s Al Ghul quem aparecerá no final da 3ª temporada de “Gotham”. Segundo o ator David Mazouz, que interpreta o jovem Bruce Wayne na série, o episódio duplo também trará a vilã Arlequina. “Ela estará na (season) finale. Fiquem ligados”, disse o ator sobre a introdução da popular personagem dos quadrinhos, em entrevista ao site Movie Pilot. Curiosamente, a Warner proibiu a série “Arrow” de usar a vilã, que teve sua voz ouvida num episódio sobre o Esquadrão Suicida. A personagem foi vivida por Margot Robbie no filme “Esquadrão Suicida” (2016) e também estará em “Sereias de Gotham”, sobre as vilãs de Gotham City. Além disso, o longa animado “Batman e Arlequina” chega em home video em agosto. Na entrevista, Mazouz também comentou a jornada de seu personagem e como o final da temporada afetará a história de Bruce Wayne. “Algo importante acontece na última cena da 3ª temporada para Bruce. Ele toma uma decisão, e essa decisão influenciará o que ele faz”. Ele só não pode adiantar quais serão as consequências disso, porque a produção dos novos capítulos ainda não começou. “Ainda não sei o que vai acontecer na 4ª temporada, não recebi nenhum roteiro nem falei com os escritores sobre o que vai acontecer, mas vejo que (a história) segue para um ponto que eu queria ir há muito tempo. Você verá o que quero dizer. Bruce vai estar muito ocupado assumindo esse novo papel a que ele se propõe ao final da 3ª temporada e acho que isso será muito legal”, explicou o ator. A 3ª temporada de “Gotham” chega ao final na próxima segunda-feira (5/5), com a exibição de dois episódios seguidos, pela rede americana Fox. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.

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  • Música

    Kevin Hart e o rapper TI criam série de comédia passada num estúdio de gravação

    30 de maio de 2017 /

    O comediante Kevin Hart (“Um Espião e Meio”) e o rapper Tip “TI” Harris (“Homem-Formiga”) estão desenvolvendo uma nova série de comédia, que gerou disputa de bastidores e acabou tendo seus direitos adquiridos pelo canal pago americano Showtime. Intitulada “The Studio”, a série vai mostrar o que acontece num estúdio de gravação, girando em torno de funcionários desse negócio posso ortodoxo, em que o horário de trabalho normalmente vai da meia-noite às 6h da manhã. Além de assinarem o projeto, Hart e TI também participarão do elenco da série, que terá produção da Lionsgate TV. Os dois já trabalharam juntos, nas comédias “O Durão” (2015) e “Policial em Apuros 2” (2016). Hart será visto a seguir no remake/continuação de “Jumanji” e TI em “Homem-Formiga e Vespa”, mas ainda não há previsão para a estreia de “The Studio”.

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