Final de temporada de The Walking Dead será desfecho da série
O produtor Scott M. Gimple, que deixa o cargo de showrunner de “The Walking Dead” no final da 8ª temporada, revelou em entrevista à revista Entertainment Weekly que o final da 8ª temporada vai encerrar todas as tramas pendentes e servir como uma espécie de desfecho da série, permitindo à sua substituta recomeçar totalmente a atração no próximo ano. “Esse episódio não vai servir apenas uma conclusão para os últimos 15 episódios. Eu, a Angela e os roteiristas, sempre falamos sobre ser, de diversas formas, uma conclusão para as oito primeiras temporadas. O programa vai virar uma nova série ano que vem, com uma narrativa nova e maior. Era algo que nós estávamos muito animados para fazer. E tinha um certo peso no ar para o tipo de conclusão que nós estávamos nos aproximando.” Gimple foi promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos. Ele “caiu para cima”, após ter sua demissão pedida numa petição online de fãs inconformados com os rumos da série, especialmente pela decisão de Gimple de matar o personagem Carl, interpretado por Chandler Riggs – ainda vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. O final da 8ª temporada de “The Walking Dead” será exibida no domingo, dia 15 de abril. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
Sacha Baron Cohen vai estrelar série de espionagem da Netflix
O ator Sacha Baron Cohen (“O Ditador”) vai estrelar “The Spy”, uma série de espionagem do responsável pela criação de “Homeland”, em desenvolvimento para a Netflix. A produção vai mostrar a capacidade dramática do intérprete de Borat e Bruno, que viverá um espião da vida real, Eli Cohen. Agente israelense infiltrado na Síria no início dos anos 1960, Eli Cohen foi um dos espiões mais lendários do mundo. Ele viveu disfarçado em Damasco e conseguiu se inserir na alta sociedade síria e ingressar nos bastidores da política síria. Suas ações, conexões e imenso sacrifício tiveram conseqüências duradouras, moldando o Oriente Médio de hoje. “The Spy” é uma criação do israelense Gideon Raff, cuja série “Hatufim” virou o remake americano “Homeland”. Ele é creditado como produtor da série do canal pago Showtime e também criou “Tyrant”, que durou três temporadas no FX, e a minissérie “Dig”, no USA. O Canal Plus francês é parceiro da produção, junto com a Netflix. A série renova o interesse de Baron Cohen na Síria, que o levou a doar em 2015, junto com sua esposa, a atriz Isla Fisher, US$ 1 milhão para organizações voltadas a ajudar os refugiados sírios. A data de estreia de “The Spy” ainda não foi definida.
Fãs e elenco de Everything Sucks! se mobilizam para Netflix “descancelar” a série
Os fãs e o elenco de “Everything Sucks” resolveram fazendo uma campanha nas redes sociais para a Netflix reverter a decisão de cancelar a série, após o anúncio da plataforma de que não haveria uma 2ª temporada. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série sobre a juventude dos anos 1990 combinava drama e comédia e, com o cancelamento, ficou sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A protagonista Peyton Kennedy, que vive a adolescente lésbica Kate Messner, filha do diretor da escola, e Jahi Di’Allo Winston, que vive Luke, seu melhor amigo na série, resolveram encorajar os fãs a se manifestarem para continuar a história da atração. A série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano, o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”), que também foram ao Twitter com a hashtag #RenewEverythingSucks. Peyton Kennedy ainda lançou sua própria hashtag, #IAmKateMessner, em homenagem à sua personagem. “Como vocês, estou de coração partido, mas sou grata por ter retratado essa personagem complexa e importante. Kate, dolorida e não assumida, se transformou em um ícone adolescente. O amor dos fãs e críticos é um testemunho do poder de sua voz única. Eu admiro vocês por levantarem suas vozes únicas. #IAmKateMessner”, escreveu a jovem atriz de apenas 14 anos de idade. Há precedentes para a influência dos fãs nas decisões da plataforma de streaming. Anteriormente, pressão dos fãs fez a Netflix encomendar um telefilme de encerramento da série “Sense8”, após seu cancelamento. O detalhe é que a produção de “Everything Sucks!” é muito mais barata que da série sci-fi das irmãs Wachowski. Ao todo, foram produzidos 12 episódios de “Everything Sucks”, disponibilizados em 16 de fevereiro. If you ❤️ KATE & EMALINE & LUKE & MCQUAID & TYLER & OLIVER, pls go to these #Netflix accounts and reply #RenewEverythingSucks on every single post! @netflix @Netflix_CA @NetflixUK @NetflixES @NetflixANZ @NetflixIT @NetflixBrasil @NetflixSA @NetflixNL @NetflixKR @NetflixFR et al — Peyton Kennedy (@peyton_kennedy) March 30, 2018 PREACH!!!!! https://t.co/mvrKfflyWP — Jahi Di'Allo Winston (@jahidiallo) March 30, 2018 It’s frustrating, but perhaps appropriate, that a show about a bunch of underdogs finds itself an underdog. If you root for those characters, and this show, please let everyone know: #RenewEverythingSucks — Michael Mohan (@michaelmohan) 30 de março de 2018 Like you I’m heartbroken but I’m grateful I got to portray this complex & important character. Broken, closeted Kate blossomed into a teen icon. Love from fans & critics is testament to the power of her unique voice. I admire you for raising your unique voices. #iamkatemessner pic.twitter.com/Y5liRBZqCt — Peyton Kennedy (@peyton_kennedy) April 7, 2018
John Cusack ataca versão Disney de Alta Fidelidade
O ator John Cusack usou o Twitter para protestar contra a transformação do livro e do filme “Alta Fidelidade” numa série de comédia romântica do serviço de streaming da Disney. Insatisfeito com as mudanças anunciadas pela Disney para a adaptação, que vai trocar o gênero do protagonista, ele disparou: “Versão pra cima?… Parece que a magia vai ser perdida. Eles querem misturar a marca deles com a nossa obra — e vão f**** tudo”. Em um terceiro tweet, Cusack declarou que não acha uma versão feminina do personagem principal ruim, mas não confia numa produção sem a participação de Nick Horby, autor do livro de 1995. Cusack foi indicado ao Globo de Ouro em 2001 pelo papel de Rob Gordon, o dono de uma loja de discos obcecado com listas de melhores, no filme dirigido por Stephen Frears. Fãs da obra cultuada também demonstraram insatisfação com a novidade. Alguns lembraram do fracasso da versão de 2016 de “Caça-fantasmas”, que também resolveu mudar o gêneros dos protagonistas. A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”. Up beat ? sound like they may miss the majic mix – 🙂 what came first the music or the misery ? https://t.co/rHyst6p4zv — John Cusack (@johncusack) April 6, 2018 Of course – they want to brand their thing with our thing- they’ll fuck it up 😉 https://t.co/J1QTTocMTR — John Cusack (@johncusack) April 6, 2018
Samantha!: Primeira série de comédia brasileira da Netflix ganha teaser e data de estreia
A Netflix divulgou o teaser de “Samantha!”, sua primeira série de comédia brasileira. A prévia destaca a egotrip da protagonista, vivida por Emanuelle Araújo (“Bingo – O Rei das Manhãs”), além de uma rápida participação da produtora Alice Braga (série “Queen of the South”) e a aguardada data de estreia da produção. A série gira em torno da personagem-título, uma ex-celebridade infantil dos anos 1980 que tenta retornar aos holofotes com planos absurdos. Ela é casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. O elenco ainda inclui os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves). Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), “Samantha!” está sendo produzida pela empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga. A direção dos episódios também contará com Luis Pinheiro (“Julie e os Fantasmas”) e Julia Jordão (“O Negócio”), e os roteiros estão a cargo de Roberto Vitorino (“Justiça”), Patricia Corso (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), Rafael Lessa (“Vai que Cola”) e Filipe Valerim (“Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”). “Samantha!” foi anunciada pela Netflix no começo de 2017 durante uma visita de seu CEO, Reed Hastings, ao país. “É o tipo de série que todo mundo no Brasil vai gostar, mas também vai espalhar a cultura brasileira pelo mundo”, afirmou ele na ocasião. A estreia está marcada para o dia 6 de julho.
Canal de Walking Dead encomenda série de vampiros do filho de Stephen King
O canal pago americano AMC encomendou uma nova série de terror, gênero de sua produção mais bem-sucedida, “The Walking Dead”. Em vez de zumbis, desta vez os monstros são vampiros. Intitulada “NOS4A2” (um jeito afetado de escrever Nosferatu), a série é baseada no best-seller homônimo de Joe Hill, que é autor do livro que virou o terror “Amaldiçoado” (2013) e filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”). A trama gira em torno de Vic McQueen, uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx, um vilão aparentemente imortal que se alimenta das almas das crianças e depósitos que sobraram delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. Sim, essa ideia de crianças raptadas e abandonadas numa espécie de “Christmasland” já apareceu numa série, “Happy!”, que estreou no ano passado no canal pago Syfy. A série é criação da produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada, que deve estrear em 2019. Hill também atuará como produtor executivo. Ele finalmente verá uma de suas obras virar série, após duas tentativas frustradas de adaptar “Locke and Key”, que teve seu segundo piloto recusado no final de março pela plataforma Hulu.
Dietland: Série de feministas assassinas revela fotos com atriz de The Good Wife
O canal pago americano AMC divulgou 25 retratos do elenco de “Dietland”, nova série estrelada por Julianna Margulies (“The Good Wife). Além dela, as imagens destacam Joy Nash (vista em “Twin Peaks”), Robin Weigert (série “Big Little Lies”), Rowena King (“Of Kings and Prophets”), Tamara Tunie (“Law & Order: SVU”), Adam Rothenberg (“Ripper Street”), Erin Darke (“The Marvelous Mrs. Maisel”), e os novatos Will Seefried (visto em “The Deuce”), Tramell Tillman (visto em “Difficult People”) e Ricardo Davila. Desenvolvida por Marti Noxon, criadora de “UnReal” e “Girlfriends’ Guide to Divorce”, a produção é baseada no romance homônimo de Sarai Walker, lançado em 2015, e gira em torno de uma mulher com obesidade mórbida chamada Plum Kettle, que se junta a dois grupos feministas radicais. Um deles usa táticas de guerrilha para atacar a indústria de cosméticos e o outro, ainda mais radical, mutila e mata homens que machucam mulheres. Joy Nash vive a protagonista, que inicia a série como uma escritora fantasma de uma revista de moda. Ela lida com rejeição a sua imagem corporal enquanto trabalha com magras modelos e considera realizar uma cirurgia para perder peso. Enquanto isso, homens do alto escalão, acusados de agressão sexual, começam a aparecer mortos na cidade. Já o papel de Margulies é o de Kitty Mongomery, a ambiciosa editora de revista de moda, que vê seus amigos virarem alvo de uma organização terrorista feminista. Segundo a sinopse divulgada, ela será “sugada por um ciclo de notícias aterradoras e não poderá mais contar com o poder da mídia tradicional, devendo, em vez disso, participar de um jogo totalmente novo de manipulação, onde não há regras”. A série é uma co-produção entre a Skydance Television e o AMC Studios, e primeiro projeto criado por Noxon após assinar um contrato de três anos para desenvolver produções para a Skydance. A 1ª temporada terá dez episódios e tem estreia marcada para 4 de junho nos Estados Unidos.
You: Série de suspense com atores de Gossip Girl e Pretty Little Liars ganha trailer intenso
O canal pago Lifetime divulgou o primeiro trailer de “You”, nova série estrelada por Penn Badgley (o “Gossip Girl”). E quem imagina um drama lacrimoso, por causa do título na linha pronominal de “This Is Us”, pode se surpreender. A prévia é bastante intensa, avançando entre cenas de romance e suspense violento. Adaptação do best-seller homônimo de Caroline Kepnes, “You” é descrita como um suspense psicológico do século 21, que cruza a linha tênue entre o romance e a perseguição virtual. Badgley interpreta o protagonista, um brilhante gerente de livraria que se apaixona por uma escritora aspirante e decide usar as mídias sociais como suas ferramentas para se aproximar dela, reunindo informações sobre suas coisas favoritas, ao mesmo tempo em que age estrategicamente para remover todos os obstáculos – e pessoas – que possam atravessar seu caminho. A perseguição o faz estar no lugar e na hora certa para salvar a vida da jovem, o que os aproxima, ao mesmo tempo em que desperta a desconfiança dos amigos do alvo de sua obsessão. A série é criação de uma dupla de peso, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”), e o elenco inclui Elizabeth Lail (a princesa Anna de “Once Upon a Time”) como a vítima e Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”) como uma amiga bastante íntima dela. A estreia vai acontecer apenas em setembro nos Estados Unidos.
Netflix revela primeira foto da série de terror mexicana Diablero
A Netflix divulgou a primeira foto de sua série mexicana “Diablero”, uma produção de terror, mas que também usa de humor para contar a batalha eterna entre o bem e o mal em meio a demônios e anjos nas ruas da Cidade do México. A imagem destaca os três protagonistas. A trama começa quando o Padre Ramiro Ventura busca o auxílio do legendário “diablero”, ou caçador de demônios, Elvis Infante, para encontrar sua filha. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta clandestino. A trama é baseada no livro “El Diablo me Obligó”, de F. G. Haghenbeck, e tem produção e direção de José Manuel Cravioto (“Sr. Ávila”). O elenco inclui Christopher Von Uckermann (da série “Kdabra”), Horacio Garcia Rojas (“Carga Preciosa”), Giselle Kuri (“Sonho em Outro Idioma”), Dolores Heredia (série “El Chapo”), Humberto Busto (também de “El Chapo”), Flavio Medina (“A Ditadura Perfeita”) e Quetzalli Cortes (série “Tres Milagros”), entre outros. Diablero deve chegar à Netflix ainda em 2018, como parte de um esforço da plataforma para lançar mais produções em espanhol e português e aumentar sua presença no mercado latino-americano.
Will Ferrell e o diretor Adam McKay vão produzir série de comédia para a Netflix
A Netflix encomendou uma nova série de comédia com produção da dupla Will Ferrell e Adam McKay, ator e diretor de “Tudo por um Furo”. Intitulada “Dead to Me”, a série é criação de Liz Feldman (criadora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”) e é descrita como uma produção sobre “uma poderosa amizade que nasce entre uma viúva e uma pessoa de espírito livre com um chocante segredo”. A 1ª temporada terá 10 episódios, ainda sem previsão de estreia. A produtora Gary Sanchez, de Ferrell e McKay, está investindo cada vez mais em séries. Entre as novas produções da dupla estão “No Activity”, renovada para a 2ª temporada na plataforma CBS All Access, “LA to Vegas”, que estreou em janeiro na rede Fox, e “Succession”, que chega em junho na HBO.
Mon-El aparece com uniforme clássico dos quadrinhos em novas fotos de Supergirl
A rede CW divulgou novas fotos da série “Supergirl”, que revelam que Mon-El (Chris Wood) vai finalmente aparecer com seu uniforme clássico dos quadrinhos – de cores vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual já tinha sido antecipado em janeiro, num comercial sobre a programação de 2018 do canal – que foi tirado do ar e refeito sem Mon-El após os produtores perceberem o spoiler -, e é bem diferente daquele visto no episódio da Legião dos Super-Heróis. As fotos são do episódio que vai ao ar no dia 23 de abril nos Estados Unidos, intitulado “In Search of Lost Time”. E podem representar alguma reviravolta da trama. “Supergirl” está atualmente em sua 3ª temporada e é exibida com poucos dias de atraso no Brasil pelo canal pago CW. A série também teve seus primeiros episódios transmitidos na madrugada da rede Globo.
Vídeos de personagens de Kobra Kai revelam a filha de Karatê Kid
O YouTube Red divulgou cinco vídeos dedicados aos personagens de “Cobra Kai”, série que continua a história de “Karatê Kid”. E além de destacar Daniel Larusso (novamente vivido por Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (ainda vivido por William Zabka), as prévias revelam os filhos dos dois personagens. Mary Mouser (série “Freakish”) vive Samantha “Sam” LaRusso, a filha de Daniel San, e Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) é Robby Keene, o filho de Johnny Lawrence. O quinto vídeo traz Xolo Maridueña (série “Parenthood”) como Miguel, um estudante do Cobra Kai, que também é o namorado potencial da filha do Karatê Kid. A trama vai mostrar que os dois antigos rivais “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. Para isso, resolve reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto traz de volta o conflito com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração pretende explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, que morreu em 2005. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinam a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Courtney Henggeler (série “Mom”), o menino Griffin Santopietro (da vindoura comédia da Netflix “Lá vem os Pais”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia está marcada para 2 de maio no serviço de streaming do YouTube.
Os Simpsons tinham um problema com Apu, que virou crise após o último episódio
A série “Os Simpsons” finalmente pode ter encontrado uma polêmica da qual não consegue se livrar. Lançada em 1989, a atração influenciou uma nova geração de animações televisivas, mas também gerou muitas controvérsias por seu humor politicamente incorreto. E uma das situações mais comentadas é a forma caricatural com que lida com o personagem indiano Apu, dono do Kwik-E Mart. O personagem chegou a inspirar um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”. O filme traz entrevistas com celebridades como Aziz Ansari, Kal Penn e Maulik Pancholy, que contam histórias sobre serem provocados por pessoas que tem Apu como único ponto de referência sobre como as pessoas do sul da Ásia falam ou se comportam. E convida o público a reavaliar o personagem. Na época do lançamento, até o dublador original de Apu, Hank Azaria, e outros envolvidos com o programa pareceram receptivos às críticas levantadas. Mas o episódio mais recente da série, exibido no domingo (8/4) nos Estados Unidos, resolveu retomar a polêmica, sugerindo totalmente o contrário. No capítulo “No Good Read Goes Unpunished” (algo como “Nenhuma boa leitura fica impune”), Marge Simpson quer que sua filha Lisa leia um livro que marcou sua infância. Quando pega o fictício “A Princesa no Jardim”, no entanto, avalia que o livro tornou-se problemático e decide reescrevê-lo. Marge lê a nova versão para Lisa, mas percebe que sua “edição” ficou sem graça – acabou “tirando o espírito e personalidade do livro”. A mãe então pergunta para a filha: “O que devo fazer?” Lisa então olha para a tela da TV e diz, dirigindo-se diretamente ao público: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” Uma foto de Apu com a inscrição “Don’t have a cow” (expressão que significa “não exagere”) aparece ao lado da cama de Lisa. Marge então diz: “Vamos lidar com algumas coisas no futuro.” E Lisa conclui: “Se lidarmos.” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamente incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Em outro post, acrescentou: “Em ‘The Problem with Apu’, usei Apu e ‘Os Simpsons’ como ponto de partida para uma conversa maior sobre a representação de grupos marginalizados e por que isso é importante. A resposta de ‘Os Simpsons’ hoje à noite não é um alfinetada em mim, mas ao que muitos consideram um avanço.”












