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  • Série

    Agents of SHIELD é renovada para a 6ª temporada

    14 de maio de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de “Agents of SHIELD” para sua 6ª temporada. A série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel, após o sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada, que se encerra na sexta-feira (18/5) nos Estados Unidos, foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Assim, ao estender sua produção mais um ano, a ABC condiciou o retorno à diminuição de episódios da próxima temporada. O próximo arco da série terá 13 capítulos, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A renovação também reflete o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), será visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará a aparecer num filme, “Capitã Marvel”, previsto para março de 2019, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. Caso “Blindspot” fosse cancelada, também havia rumores do ressurgimento da deusa Sif na série. Interpretada pela atriz Jaimie Alexander, Sif apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, após se destacar nos dois primeiros filmes de “Thor”. Mas ao entrar em “Blindspot”, a agenda de gravações da série acabou impossibilitando a atriz de retornar ao universo Marvel. Ninguém sabe seu destino após ela faltar a dois apocalipses, em “Thor: Ragnarok” e “Vingadores: Guerra Infinita”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Etc,  Filme

    Roberto Farias (1932 – 2018)

    14 de maio de 2018 /

    O diretor Roberto Farias, um dos nomes mais importantes do cinema nacional, morreu na madrugada desta segunda-feira (14/5), aos 86 anos. A casa da morte não foi divulgada, mas ele faleceu em casa, após relatos de saúde fragilizada. Irmão do ator Reginaldo Faria, com quem trabalhou em seus principais filmes, Roberto iniciou a carreira na época das chanchadas, como assistente de direção de Watson Macedo (“Aviso aos Navegantes”), na Atlântida. Entre seus primeiros filmes como diretor estavam comédias da época, como “Rico Ri à Toa” (1957), estrelada por Zé Trindade, e “Um Candango na Belacap” (1961), com a dupla Ankito e Grande Otelo. Mas os destaques de sua carreira foram obras dramáticas, incluindo um clássico da filmografia nacional, “Assalto ao Trem Pagador” (1962), thriller que viabilizou o gênero policial no Brasil. O próprio Farias tinha feito uma incursão anterior ao gênero, “Cidade Ameaçada” (1960), sobre um perigoso criminoso de São Paulo, vivido por Jardel Filho, que chegou a participar da disputa da Palma de Ouro do Festival de Cannes. Mas “Assalto ao Trem Pagador” foi o longa que acabou com a romantização do “bandido do bem” no Brasil, um inspiração dos filmes dos foras-da-lei de Hollywood. “Assalto ao Trem Pagador” também marcou época ao deixar os cenários dos estúdios e invadir as ruas e favelas, dando mais realismo às cenas de ação. Por isso, é considerado o grande precursor dos filmes de crime no país, tendo influenciado de “Cidade de Deus” a “Tropa de Elite”. Farias ainda foi responsável pela invenção do cinema pop nacional, ao levar Roberto Carlos e a Jovem Guarda para as telas. O diretor assinou a trilogia “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” (1969), “Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa” (1970) e “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora” (1971), inspirados nos filmes dos Beatles – “Os Reis do Iê-Iê-Iê” e “Help” – e também incluiu participações de Erasmo Carlos e Wanderléa. Para completar, antecipou-se à abertura política com o primeiro filme de denúncia da prática de tortura da ditadura militar e o uso político da Copa do Mundo de 1970 para alienar os brasileiros, no impactante drama “Pra Frente, Brasil” (1982). Além de vencer o Festival de Gramado, o filme foi premiado em Berlim. Mas ele não foi só um grande diretor. Sua importância para a cultura brasileira também inclui o período em que presidiu a Embrafilme, entre 1974 e 1978, estimulando a produção daquela que é considerada a fase áurea do cinema nacional. Ele conseguiu convencer a ditadura que investir na produção de filmes brasileiros era uma forma de fortalecer a identidade nacional diante da influência americana, que dominava a cultura da época. E o resultado foi a liberação de uma verba jamais vista para a produção de filmes no país, elevando a participação dos filmes nacionais a 33% do total do parque exibidor, culminando no surgimento dos primeiros blockbusters brasileiros – como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Xica da Silva” (1976) e “A Dama da Lotação” (1978). Isto, claro, não o transformou num aliado da “direita”, como demonstrou o tapa na cara de “Pra Frente, Brasil”. Ele também assumiu a produção de um punhado de clássicos, cujos temas polêmicos não chegariam às telas sem seu empenho pessoal, entre eles “Azyllo Muito Louco” (1970), de Nelson Pereira dos Santos, “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor, “A Rainha Diaba” (1974), de Antonio Carlos da Fontoura, e “Mar de Rosas” (1978), de Ana Carolina. Entretanto, “Pra Frente, Brasil” custou caro a Farias. Embora premiado, foi considerado “capaz de provocar incitamento contra o regime vigente, a ordem pública, as autoridades e seus agentes” e acabou vetado para exibição pública. Além disso, o fato de ter sido produzido com dinheiro público causou a demissão do sucessor de Farias na Embrafilme. Além disso, os militares exigiram o ressarcimento da verba da produção. Além de enfrentar dificuldades para realizar seu lançamento comercial, o diretor perdeu apoio da Embrafilme para novos projetos. Endividou-se e sua carreira sofreu, ainda que o filme tenha finalmente vindo à público um ano depois, após as eleições em que os candidatos do governo foram derrotados. Apaixonado por Fórmula 1, Farias ainda fez um documentário sobre Emerson Fittipaldi, “O Fabuloso Fittipaldi” (1973), e um vídeo sobre Ayrton Senna, “Acelere Ayrton” (1986). Mas só comandou mais um longa de ficção em toda a vida, “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (1987). Os anos seguintes foram dedicados à TV, principalmente à séries da TV Globo, como “As Noivas de Copacabana” (1982), “Contos de Verão” (1993), “Memorial de Maria Moura” (1994), “Decadência” (1995), “Sob Nova Direção” (2004-2007) e “Faça Sua História” (2008), seu último trabalho como diretor, realizado há uma década. Mas ele não se afastou completamente do cinema, tendo fundado a Academia Brasileira de Cinema (ABC), entidade que dirigiu nos últimos 11 anos, com a proposta de lançar um equivalente nacional à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. A ABC criou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que anualmente premia os melhores do cinema nacional. E em 2018 assumiu a função de selecionar o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

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  • Série

    Gotham é renovada para 5ª e última temporada

    13 de maio de 2018 /

    A rede Fox decidiu renovar “Gotham” para sua 5ª e última temporada. A decisão de estender a história foi tomada para permitir aos produtores encerrarem a trama da série. Assim, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios não foi revelada, mas o retorno pode acontecer numa temporada reduzida, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal. A série tem média de 2,62 milhões de telespectadores e registra 0,8 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Isto só supera a cancelada “The Exorcist”, na programação da Fox. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Ator de American Pie vai substituir ator demitido na série baseada em Máquina Mortífera

    13 de maio de 2018 /

    A série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, conseguiu encontrar um substituto para o ator Clayne Crawford, demitido no final da 2ª temporada, após denúncias de mau comportamento nos bastidores da produção. A rapidez e a escolha dos produtores agradou à rede Fox, que decidiu dar um voto de confiança para a atração, renovando-a para sua 3ª temporada. O escolhido foi o ator Seann William Scott, que se tornou conhecido como o Stifler da franquia “American Pie”. Ele não irá assumir o personagem de Crawford, Martin Riggs, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, mas um papel que não existia nos filmes. Scott interpretará um novo parceiro de Murtaugh (Damon Wayans). E assim a série se afastará de vez da premissa cinematográfica, provavelmente enveredando mais para o humor, tendo em vista que os dois protagonistas atuais são atores de comédia. A demissão de Clayne Crawford foi anunciada um dia após a exibição nos Estados Unidos do último episódio gravado. Ela seria resultado de ataques de fúria durante as gravações, que criaram um ambiente descrito como hostil nos bastidores, a ponto de colegas e equipe técnica ameaçarem não querer trabalhar mais com ele. O ator até chegou a pedir desculpas nas redes sociais, mas a situação já tinha chegado ao ponto de um “ou ele ou eu”.

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  • Série

    Terry Crews agradece Mark Hamill por ajudar a salvar Brooklyn Nine-Nine do cancelamento

    13 de maio de 2018 /

    O ator Terry Crews fez questão de agradecer a Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, pela “força” dada nas redes sociais para o resgate da série “Brooklyn Nine-Nine”. Quando a Fox anunciou o cancelamento da “Brooklyn Nine-Nine” em sua 5ª temporada, Hamill reclamou publicamente no Twitter, afirmando que “não estava preparado para dizer adeus” à série. E avisou que costuma guardar ressentimentos contra canais que cancelavam programas que ele ama. Pois 24 horas depois, a série foi resgatada por outro canal e garantiu sua 6ª temporada – agora, pela NBC. Terry Crews aproveitou para agradecer Hamill pessoalmente por usar “a força” a favor da série de comédia. “Quero pessoalmente lhe agradecer, Mark, por usar a Força para salvar ‘Brooklyn Nine-Nine'”, ele escreveu. Confira abaixo. Oh NOOOOOOOOO!!!!!!!!! ???? I'm SO not ready to say #ByeBye99. Be forewarned @FOXTV-when networks dump shows I love, I'm known for holding grudges a long, L-O-N-G time. I'm still mad @CBS didn't renew #SquarePegs! ?#EverythingILikeGetsCancelled https://t.co/NEry6Hrpng — Mark Hamill (@HamillHimself) 10 de maio de 2018 @HamillHimself I want to personally THANK YOU Mark for using the power of the force to save Brooklyn Nine Nine! *Wipes dirt off shoulder* — terrycrews (@terrycrews) 12 de maio de 2018

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  • Série

    Cena cortada do final de The Big Bang Theory revela homenagem da série a Stephen Hawking

    13 de maio de 2018 /

    A página oficial de “The Big Bang Theory” no YouTube revelou uma cena cortada do episódio final da 11ª temporada, exibido na última quinta-feira (11/5) nos Estados Unidos, que presta uma homenagem especial ao físico Stephen Hawking. No vídeo, Amy (Mayim Bialik) e Sheldon (Jim Parsons) estão em casa quando Penny (Kaley Cuoco) e Leonard (Johnny Galecki) chegam trazendo presentes do casamento que haviam sido enviados para o apartamento deles. Um dos pacotes é de Stephen Hawking. “Ele deve ter enviado antes de morrer”, diz Leonard. O presente é um relógio de bolso, com uma mensagem gravada: “Sheldon, estou muito feliz por você finalmente ter se casado com a Amy. Já era hora. Hahaha. Com amor, Stephen”. “E eu achava que já tinha chorado tudo o que podia”, comenta Leonard. Em seguida, surge na tela uma foto de Hawking com o elenco da série e uma mensagem em homenagem ao cientista. “A uma das mais brilhantes mentes do universo, membro querido da nossa família: nós vamos sentir profundamente a sua falta. Com amor, de todos da família ‘Big Bang Theory'”. Stephen Hawking chegou a aparecer em nada menos que sete episódios da série, como ele mesmo, entre 2012 e 2017. O cientista faleceu em março, aos 76 anos, vítima de complicações da esclerose lateral amiotrófica, doença degenerativa com a qual convivia desde a juventude.

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  • Série

    Vídeo legendado de Sense8 destaca gravações em São Paulo e alegria do elenco por poder encerrar a trama

    13 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado do episódio especial de duas horas que encerrará a série “Sense8”. A prévia destaca as cenas gravadas em São Paulo para a 2ª temporada, que foi um dos pontos altos da atração, para ilustrar, acompanhada por depoimentos do elenco, como a série os levou ao redor do mundo e os conectou de forma inesperada, numa experiência que prometem nunca esquecer e que estão felizes em poder encerrar de forma apropriada. A produção deste episódio especial foi uma conquista dos fãs da série. A Netflix chegou a cancelar “Sense8” de forma abrupta, o que deixaria a história sem conclusão. Mas os fãs protestaram de forma ruidosa. Diante da campanha criativa e incessante para que a série não ficasse sem desfecho, o serviço de streaming deu meia volta e se comprometeu a produzir um episódio especial de duas horas para encerrar a história. O roteiro que conclui a trama foi escrito por Lana Wachowski, criadora da série, em parceria com David Mitchell, o autor do romance que foi adaptado no filme “A Viagem” (2012) pelas irmãs Wachowski, e por Aleksandar Hemon, escritor de best-sellers – que apareceu como si mesmo num episódio de “Sense8”. O final vai voltar a reunir todo os oito “sensates” da trama: Brian J. Smith (Will), Miguel Ángel Silvestre (Lito), Tina Desai (Kala), Jamie Clayton (Nomi), Tuppence Middleton (Riley), Max Riemelt (Wolfgang), Doona Bae (Sun) e Toby Onwumere (Capheus). E será disponibilizado na plataforma de streaming no dia 8 de junho. Recentemente, o ator Miguel Angel Silvestr compartilhou uma mensagem avisando que o episódio especial de encerramento teria uma pré-estreia mundial em São Paulo, no dia 30 de maio.

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  • Série

    Elementary é renovada para a 7ª temporada

    13 de maio de 2018 /

    A rede americana CBS anunciou a renovação de “Elementary” para sua 7ª temporada. A decisão surpreendeu os próprios produtores da atração, diante do cancelamento de inúmeras séries de maior audiência no canal nas últimas 24 horas. “Elementary” estreou sua 6ª temporada há duas semanas na TV americana, registrando 4,6 milhões de telespectadores e 0,6 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. O desempenho é muito pior que o de todas as demais séries canceladas pelo canal. “Scorpion”, por exemplo, tinha média de 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e 0,8 na demo, enquanto “Wisdom of the Crowd” atingia 6,9 milhões e 0,9 ponto. Isto comprova que audiência é importante, mas não é o único fator que determina renovações de séries hoje em dia. No caso de “Elementary”, contou a seu favor o fator “casa”. A produção é da CBS Television, ou seja, do mesmo conglomerado, o que rende lucro para a empresa em licenciamentos, quando a série é negociada para outros canais e plataformas. E “Elementary” é um grande “player” no mercado internacional. Afinal, o negócio dos canais de TV não é realmente audiência, mas lucro, que pode vir atrelado à audiência, via contratos de publicidade – empresas buscam o público das séries mais assistidas – , mas também por meio de licenciamentos. Nos upfronts de 2016, o CEO da CBS, Les Moonves, apontou a série como um exemplo de bom negócio para o canal, dizendo que ela teria rendido US$ 80 milhões só de licenciamento para terceiros. Versão moderna de Sherlock Holmes, “Elementary” traz o ator Johnny Lee Miller (“Trainspotting”) como o personagem clássico de Arthur Conan Doyle, que se dedica a resolver crimes intrincados para a polícia de Nova York, como forma de lidar com seus vícios, na companhia da cuidadora contratada por seu pai, Joan Watson (vivida por Lucy Liu, de “Kill Bill”).

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  • Série

    CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries

    13 de maio de 2018 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.

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  • Série

    The Blacklist é renovada para a 6ª temporada

    13 de maio de 2018 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação de “The Blacklist” para a 6ª temporada. A série do supervilão Reddington (James Spader) sobreviveu a inúmeras reviravoltas, inclusive à perda de um integrante importante de seu elenco na atual temporada, que se encerra na quarta (16/5) com a promessa de encerrar o mistério da maleta de ossos. Segundo o criador da atração, Jon Bokenkamp, isso irá modificar completamente o universo do programa daqui pra frente. Mais uma vez. Todas as reviravoltas mirabolantes da trama têm sido muito boas para a produção, que aumentou sua audiência. De uma média de 5,2 milhões de telespectadores no ano passado, a série subiu para 5,6 milhões e manteve a pontuação da demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) em torno de 0,9. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A 6ª temporada terá 22 episódios, com início previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro). A série é exibida pelo canal pago AXN no Brasil, também está disponível na Netflix e já chegou à TV aberta com o nome “Lista Negra”.

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  • Série

    Série com atores de Star Wars vai se passar entre O Retorno de Jedi e O Despertar da Força

    12 de maio de 2018 /

    O diretor e produtor Jon Favreau, responsável pelo desenvolvimento da primeira série com atores derivada da galáxia de “Star Wars”, revelou a linha temporal em que a trama estará situada. Durante entrevista ao site Nerdist, Favreau revelou que a história vai se passar sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e os de “O Despertar da Força”, o que deixa em aberto muitas possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Favreau também adiantou que a série será concentrada em novos personagens, excluindo teorias de que seria baseada em alguns heróis conhecidos dos fãs da saga espacial. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado no final de 2019.

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  • Série

    Kevin Can Wait é cancelada na 2ª temporada

    12 de maio de 2018 /

    A rede CBS anunciou o cancelamento de “Kevin Can Wait”, após sua 2ª temporada. “Kevin Can Wait” marcava o retorno do ator Kevin James (“O Zelador Animal”) à televisão, nove anos após o final da série que o popularizou, “The King of Queens” (1998-2007). A reverência àquela série era tanta que a atração até passou por uma reestruturação em sua 2ª temporada para incluir a atriz Leah Remini e, assim, restabelecer o casal clássico de “The King of Queens”. Mas, para isso, os produtores precisaram “matar” a esposa do personagem de James na 1ª temporada, vivida por Erinn Hayes (de “Childrens Hospital”), o que acabou se provando uma medida extrema e responsável por afastar o público. A série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores entre suas duas temporadas, desabando para mais de 2 milhões na reta final. O último episódio, exibido na segunda (7/5), foi assistido por 5,4 milhões de pessoas e registrou 1 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Criada pelo produtor-roteirista Barton Dean (“Newhart”), que não emplacava nenhum sucesso desde os anos 1990, em parceria com o próprio Kevin James, “Kevin Can Wait” era uma das sitcoms mais antiquadas da TV americana, gravada em palco e diante de uma claque, como ainda se fazia na época em que o ator esteve na TV pela última vez. O corte de “Kevin Can Wait” reflete a decisão da CBS de reinventar suas noites de segunda-feira, onde atinge suas piores audiências. Não por acaso, todas as séries que recebem más notícias do canal neste sábado (12/5) iam ao ar às segundas. A rede também cancelou “Scorpion” e “Superior Donuts”, que atingiam médias similares de publico.

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    Superior Donuts é cancelada na 2ª temporada

    12 de maio de 2018 /

    A rede CBS cancelou a série de comédia “Superior Donuts” após sua 2ª temporada. A atração, que exibe seu último episódio na segunda (14/5), tinha 5 milhões de telespectadores e registrava 0,89 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A série registrava a audiência mais baixa do canal nas noites de segunda, que a CBS pretende reinventar na próxima temporada. Por conta disso, a rede também cancelou “Scorpion”, que era exibida no mesmo dia – com média de 5,2 milhões de telespectadores ao vivo. Criada pelo trio Bob Daily, Garrett Donovan e Neil Goldman (que trabalharam juntos no remake de “The Odd Couple”), a série era baseada numa peça de Tracy Letts (“Álbum de Família”) e girava em torno do relacionamento do velho dono de uma pequena loja de donuts, inaugurada em 1969, e seu jovem empregado, que se define como artista empreendedor, num bairro alegre de Chicago. O veterano ator Judd Hirsch (da série clássica “Taxi”) e Jermaine Fowler (série “Crashing”) lideravam o elenco, que também incluía Katey Sagal (“Sons of Anarchy”), David Koechner (“The Office”), Maz Jobriani (“Better Off Ted”) e Rell Battle (“Euro Club”).

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