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    Jim Parsons desenvolve nova série de comédia baseada em sua vida real

    9 de outubro de 2018 /

    O ator Jim Parsons gostou de virar produtor de séries. E depois do sucesso de “Young Sheldon”, baseada na infância de seu personagem em “The Big Bang Theory”, ele prepara sua segunda incursão nesse mercado competitivo, desta vez baseando-se em experiências de sua vida real. Segundo o site da revista Variety, ele está desenvolvendo “Bless Her Heart” para a rede ABC. O projeto de sitcom gira em torno de duas matriarcas do Texas, que mudam completamente de vida quando seus respectivos filhos decidem morar juntos. A história é inspirada em situação vivida por Parsons e seu marido Todd Spiewak. O roteiro do piloto está a cargo de Chuck Tatham, que tem no currículo episódios de “Modern Family”, “How I Met Your Mother” e “Arrested Development”. Ao que tudo indica, quando “The Big Bang Theory” terminar na sua 12ª temporada, Parsons pretende se dedicar mais ao trabalho atrás das câmeras, privilegiando atuações em projetos indies, como o suspense “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer Ted Bundy, que ele acabou de filmar.

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  • Série

    CW renova The Outpost, Burden of Truth e anuncia nova série para o verão norte-americano de 2019

    9 de outubro de 2018 /

    A rede The CW renovou toda a sua programação de verão deste ano, o que inclui as séries “Burden of Truth” e “The Outpost”, e ainda anunciou uma nova atração para o mesmo período em 2019, “Bulletproof”. A renovação de “The Outpost” foi a maior surpresa, tendo em vista a baixa audiência da série (média de 628 mil telespectadores). Muitos sites especializados dos Estados Unidos já a consideravam cancelada. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganhou créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco experientes, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), o citado Jake Stormoen, Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma fantasia passada num reino imaginário medieval, que acompanha a vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e interpretações canastronas podem sugerir. Ao contrário da companheira de veraneio, “Burden of Truth” já tinha a renovação garantida. A série é uma produção original canadense do canal CBC, que anunciou a produção da 2ª temporada antes mesmo da estreia americana. Ao adquirir os direitos de exibição, o CW trouxe de volta ao canal a atriz Kristin Kreuk, que se destacou nos elencos de “Smallville” e “Beauty and the Beast”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue” e “King”), a série traz Kreuk no papel da advogada corporativa Joanna Hanley, que retorna à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que processam a empresa que ela representa após ficarem doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e seu advogado de cidade pequena – seu ex-colega de escola Billy Crawford (Peter Mooney, de “Rookie Blue”). Mas depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que se pensava, e embora seu cliente não seja culpado, há algo sério por trás dessa história. Ela precisa então decidir se ajuda as meninas e o advogado do interior em uma nova luta ou se volta para a cidade grande e sua carreira de sucesso. A renovação coletiva reflete a estratégia da rede CW de dar chances para suas séries explorarem seus potenciais com reprises em plataformas de streaming. A CW é a rede que menos cancela séries nos Estados Unidos. E com um dia a mais de programação, já que passará a exibir séries aos domingos a partir deste mês, anunciou a encomenda de mais uma produção para o próximo verão. “Bulletproof” é uma produção inglesa, originalmente produzida para o canal pago britânico Sky One, com seis episódios em sua 1ª temporada. Ela traz Noel Clarke (“Doctor Who”) e Ashley Walters (“Speed Racer”) como policiais de origens muito diferentes – o personagem de Clarke é filho orgulhoso de um policial condecorado, enquanto o de Walters cresceu em um lar adotivo e na rua. Ambos trabalham como parceiros no East End de Londres e tem um forte vínculo. Clarke e Walters co-criaram a série com o roteirista Nick Love (“Esquadrão Sem Limites”). Exibida entre maio e junho no Reino Unido, a série foi renovada para uma 2ª temporada de mais seis episódios. Os 12 capítulos devem ser exibidos juntos nos Estados Unidos.

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    The Walking Dead perde metade da audiência na estreia da 9ª temporada

    9 de outubro de 2018 /

    A estreia da 9ª temporada de “The Walking Dead”, exibida no domingo (7/10), manteve a tendência de queda na audiência da atração nos Estados Unidos. Intitulado “New Beginning”, o episódio foi visto por 6,1 milhões de espectadores ao vivo no canal pago AMC. O número representa perda de quase metade da audiência que assistiu ao começo da 8ª temporada (11,4 milhões) e só supera a estreia da atração em 2010 (5,3 milhões), quando a série dava seus primeiros passos. Para completar a má notícia, o público da temporada inaugural era mais qualificado, rendendo 2,7 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), contra os 2,5 pontos marcados no último fim de semana. A comparação com o desempenho anterior é especialmente preocupante porque o primeiro episódio costuma ser um dos mais vistos de cada temporada. E a abertura deste ano teve menos público que o episódio menos assistido do arco anterior – 6,2 milhões, sintonia do antepenúltimo capítulo da 8ª temporada, exibido em janeiro. Apesar disso, “The Walking Dead” continua como carro-chefe do canal AMC e uma das maiores audiências da TV paga americana. A diferença é que já foi uma das maiores audiências da TV de modo geral, superando a maioria dos programas das grandes redes nacionais exibidos na TV aberta. A série retornou com um salto temporal para mostrar como ficou a convivência entre as diferentes comunidades após a derrota de Negan (Jeffrey Dean Morgan). O arco atual vai marcar a despedida de dois protagonistas da série: Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, que vive Maggie, confirmaram que deixam “The Walking Dead” nos próximos capítulos.

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    Nova super-heroína da TV, Batwoman ganha primeira foto oficial

    9 de outubro de 2018 /

    A rede The CW divulgou a primeira imagem oficial da atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) como Batwoman. A heroína será introduzida no próximo crossover das séries de super-heróis da DC Comics exibidas pela emissora, previsto para dezembro nos Estados Unidos, envolvendo episódios de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Segundo a descrição oficial, Rose interpretará Kate Kane, uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Rose terá a distinção de interpretar a primeira super-heroína homossexual com série própria, já que os planos do canal são lançar uma atração com a personagem após o crossover, intitulado “Elseworlds”. Além da Batwoman, o evento especial também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    Gotham: Trailer legendado revela caos da última temporada

    9 de outubro de 2018 /

    A rede Fox divulgou o trailer da 5ª e última temporada de “Gotham” – e os fãs brasileiros já legendaram. Veja abaixo. Exibido na New York Comic Con, o vídeo é aberto por uma longa recordação dos episódios anteriores, antes de chegar nas cenas inéditas, que mostram o caos da cidade do título, sitiada por gangues vestidas como figurantes da franquia “The Purge” (às vezes chamada de “Uma Noite de Crime” no Brasil). Todas as pontes de Gotham City foram explodidas no final da temporada passada, deixando a cidade isolada. E esta premissa evoca o arco das histórias de Batman conhecido como “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original). Nos quadrinhos, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios foi reduzida para 13, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal, e a estreia deslocada para a midseason, no começo de 2019. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    The Walking Dead: Vídeos e fotos do próximo episódio exploram conflitos entre as comunidades

    9 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou três fotos, uma cena e o trailer do segundo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead”. E os vídeos já foram rapidamente legendados pelos fãs brasileiros. Veja abaixo. Intitulado “The Bridge”, o capítulo acompanha a reunião das diferentes comunidades para a construção da ponte que irá facilitar o transporte e a comunicação entre elas. O problema é que a união de ex-inimigos também resulta em atrito e, segundo a sinopse oficial, um acidente grave. Com Maggie (Lauren Cohan) irredutível, recusando-se a ajudar, e Negan (Jeffrey Dean Morgan) ironizando os esforços de Rick (Andrew Lincoln), “The Bridge” sinaliza o colapso da pacificação levada adiante ao final da temporada anterior. O novo episódio será exibido no domingo (14/10). A série é exibida no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.

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    Dirty John: Eric Bana seduz Connie Britton no trailer da nova série criminal

    9 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano Bravo divulgou o primeiro trailer de sua nova série “Dirty John”. A prévia apresenta Eric Bana (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como um gatão da meia-idade, que conhece pela internet a mãe solitária vivida por Connie Britton (“9-1-1”). Ele a seduz de forma completa, escondendo sua ficha criminal com mentiras, mas nem seu charme afasta a desconfiança das filhas da vítima. Criada por Alexandra Cunningham, que também criou “Chance” e “Prime Suspect”, a série é adaptação de um podcast investigativo sobre casos reais e também inclui em seu elenco Julia Garner (“The Americans”), Juno Temple (“Roda Gigante”), Brent Anderson (“American Crime”), Olivia Grace Applegate (“De Canção em Canção”), David Barrera (“Chance”) e Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”). “Dirty John” estreia em 25 de novembro nos Estados Unidos.

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    Happy!: Vídeo de bastidores revela estreia de Ann-Margret e as insanidades da 2ª temporada

    9 de outubro de 2018 /

    O canal pago Syfy divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “Happy!”, que revela o tema dos novos episódios: a Páscoa. Além, claro, de mostrar diversas cenas inéditas, inclusive a estreia de Ann-Margret, que parece reviver suas cenas de “Tommy” (1975) na produção. Em sua introdução, a ex-namorada de Elvis Presley contou que foi avisada que a série era um pouco extrema. Mal sabia ela no que estava se metendo, conforme demonstram alguns trechos inéditos, com freiras explosivas, homossexualidade católica explícita, esfoliação radical de pele – via tortura – e a participação do campeão de luta livre Big Show como um presidiário com necessidades. A série ultraviolenta e ultrajante é baseada nos quadrinhos homônimos de Grant Morrison e Darick Robertson, adaptada pelo próprio Morrison e produzida-dirigida pelo cineasta Brian Taylor (de “Adrenalina” e “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”). Apesar de não ser para todos os públicos, registrou uma das melhores audiências de estreia do canal desde “The Magicians”, em 2015. O primeiro episódio foi visto por 1,1 milhão de telespectadores ao vivo, com 0,4 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), mas aumentou em quase 60% o público com reprises nos primeiros três dias da exibição. Ao todo, o episódio de estreia foi visto 1,7 milhão de vezes nos Estados Unidos e também teve enorme repercussão nas redes sociais, recebendo espantosas 212 milhões de menções no Twitter. Também caiu nas graças da crítica, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Nick Sax (Chris Meloni, de “Law & Order: SVU”), um ex-policial corrupto transformado em matador, que passa os dias enchendo a cara, até ter uma experiência de quase morte. A partir daí, passa a ver um unicórnio azulado e feliz, chamado Happy (voz de Patton Oswalt, de “Agents of SHIELD”). O bicho é o amigo imaginário da filha que Sax não sabia que tinha, até ela ser raptada e só contar com Happy para procurar seu pai para salvá-la. A 2ª temporada de “Happy!” estreia em 2019, em data ainda não divulgada.

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    Fábulas encantadas viram histórias de terror no novo trailer da série Tell Me a Story

    9 de outubro de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access divulgou o pôster e o segundo trailer de “Tell Me a Story”, nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries” e “The Following”). A prévia mostra como elementos de fábulas encantadas se combinam com crime, sexo e violência para se transformar em dramas de terror contemporâneo. Versão da série espanhola “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense), a produção americana vai combinar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. O elenco inclui Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”) e o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”). Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração. Será seu primeiro trabalho televisivo sem o envolvimento da Warner Bros. Television, após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. A estreia está marcada para o dia de Halloween, 31 de outubro nos Estados Unidos.

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    Light as a Feather: Nova série de terror adolescente ganha trailer e imagens

    9 de outubro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster, as fotos e o trailer oficial de “Light as a Feather”, uma nova série de terror adolescente, baseada no best-seller de Zoe Aarsen. A prévia revela como um jogo inocente de levitação, que envolve a rima “Leve como uma pluma, rígida como um tábua”, assombra cinco adolescentes, que após participarem da brincadeira sobrenatural num cemitério começam a morrer, forçando as sobreviventes a descobrir por que viraram alvo – e se a força do mal que as está caçando é uma delas. A série é estrelada por Liana Liberato (“Se Eu Ficar”), Haley Ramm (“Chasing Life”), Ajiona Alexus (“13 Reasons Why”), Peyton List (“Jessie”) e Brianne Tju (“Scream”) como o quinteto central, além de Dylan Sprayberry (“Teen Wolf”), Jordan Rodrigues (“The Fosters”) e Dorian Brown Pham (“Casual”). A série foi criada por R. Lee Fleming Jr. (roteirista do filme “Ela é Demais” e da série “The Lying Game”). Com dez episódios, “Light as a Feather” estreia em 12 de outubro em streaming.

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    Minissérie baseada no clássico de espionagem A Garota do Tambor ganha trailer e imagens

    8 de outubro de 2018 /

    A rede britânica BBC e o canal pago americano AMC divulgaram o pôster, as fotos e o primeiro trailer da minissérie “The Little Drummer Girl”, coprodução que adapta o célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré. A prévia tem apuro cinematográfico e destaca a qualidade da equipe envolvida. A minissérie com seis episódios tem direção do cineasta sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016), e é estrelada por Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) e Michael Shannon (“A Forma da Água”). A trama gira em torno de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. Pugh tem o papel principal, Sarkarsgard será seu aliciador e Shannon o líder da missão. Publicado em 1983, o livro já teve uma adaptação cinematográfica, levada ao cinema no ano seguinte, com Diane Keaton como protagonista. A produção será a segunda de três adaptações consecutivas de John Le Carré realizada pela rede BBC. A primeira foi “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro do ano passado, e a próxima já está sendo gravada: “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2019, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal. “The Little Drummer Girl” estreia em 19 de novembro no Reino Unido e nos Estados Unidos.

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    Michael Peña será o misterioso Sr. Roarke na versão de cinema de Ilha da Fantasia

    8 de outubro de 2018 /

    O ator Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”) vai interpretar o papel de Sr. Roarke na versão de cinema da série “Ilha da Fantasia”, clássico televisivo dos anos 1970 e 1980. Ele vai assumir o papel consagrado por Ricardo Montalbán na série. Ambos tem em comum a herança mexicana: enquanto Montalbán nasceu na Cidade do México e emigrou para os EUA, Peña é filho de imigrantes mexicanos que se estabeleceram em Chicago, nos EUA. “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas pelo misterioso anfitrião, o Sr. Roarke, com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles também precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. O filme será dirigido por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda assina o roteiro com Chris Roach e Jillian Jacobs, seus parceiros no recente terror “Verdade ou Desafio” – feito por US$ 5 milhões e que arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo para a Blumhouse. Além deste filme, a história da série clássica será lembrada em “My Dinner with Hervé”, produção da HBO em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) vive Hervé Villechaize no final de sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da “Ilha da Fantasia” e se matou dez anos depois do cancelamento da atração, em 1993. Já Montalbán morreu em 2009 por complicações da idade, aos 88 anos.

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    Ator revela ter pedido para morrer em The Walking Dead

    8 de outubro de 2018 /

    [Alerta de Spoiler] A 9ª temporada de “The Walking Dead” já começou matadora, com a morte de um dos personagens da atração. O episódio de estreia marcou a despedida de Gregory, um dos vilões da trama. E seu intérprete, o ator Xander Berkeley, revelou à revista Entertainment Weekly que a forma abrupta como ele saiu de cena foi um pedido dele mesmo. Berkeley contou que chegou a pedir para os produtores da série matarem seu personagem durante a produção da temporada passada, quando ficou dias sem ter o que fazer na trama. “Eu me diverti muito nesta série”, ressaltou o ator, antes de abordar seu desencante. “Os roteiristas me deram muita coisa bacana logo no começo. Eu me divertia muito, não importa o quão trapaceiro esse personagem era. Mas, na temporada passada, ele ficou preso naquela cela, e isso foi o inferno para mim. Eu passei muito tempo longe de casa e da minha família”. “Foi a primeira vez nesta série em que fiquei em conflito, e disse para os roteiristas: ‘Me matem. Deem-me algo excitante para fazer. Me matem para que eu possa ir para casa e/ou encontrar outros projetos'”, revelou. “Eu sempre posso encontrar algo mais interessante para fazer do que ficar sentado em uma cela de prisão dizendo as mesmas coisas mil vezes. Eu não mereço isso”. A nova showrunner, Angela Kang, atendeu seus pedidos e apressou sua despedida da série no roteiro do primeiro episódio da nova temporada. E Berkeley disse ter adorado. “Eu sempre quis que ele fosse enforcado. Eu nunca fui enforcado antes, e eu sempre morro nas séries e filmes! Eu já caí de prédios três vezes. Já morri três vezes em explosões. Tenho pelo menos 15 facadas e 25 mortes por arma de fogo. Eu estava contando que eles seguissem os quadrinhos e enforcassem Gregory”, comentou o ator, que só lamentou como tudo aconteceu de forma abrupta. “Eu acho que foi um pouco apressado”, ressalvou. “Acho que não foi muito crível quando Gregory tenta tirar Maggie do poder. Eles fizeram o que podiam, mas tinham muitas histórias para equilibrar. Angela [Kang, a nova showrunner da série] é uma boa roteirista, então não questiono o que ela fez. Eu mal consigo imaginar ter o trabalho dela”. Angela Kang, por sua vez, confirmou que intenção é mesmo apressar as histórias, ao contrário do clima arrastado da narrativa até então, para abrir caminho para novas narrativas na temporada. “Esse é o tipo de trama que nós normalmente desenvolvemos em múltiplos episódios. Mas, dessa vez, pensamos: ‘Já estamos nos preparando para isso há algum tempo, vamos colocar essa história no começo da temporada’. O restante dos capítulos vai mostrar os personagens lidando com os eventos dos primeiros episódios. É uma nova estrutura”, disse, também para a EW. “Nós decidimos há temporadas atrás replicar o momento icônico dos quadrinhos em que Gregory é enfocado. Essa sempre foi a intenção”, comentou ainda. “Nós remixamos um pouco os eventos dos quadrinhos, principalmente a forma como Gregory tenta derrubar Maggie. Queríamos mostrar que ele teve muitas chances de mudar, mas não conseguiu”. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. O próximo episódio inédito vai ao ar no domingo (14/10).

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