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    Melhor série animada de super-heróis, Justiça Jovem ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada

    17 de novembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou um teaser da nova animação “Young Justice: Outsiders”, que serve como 3ª temporada da ótima série animada da Justiça Jovem. A prévia revela a data de estreia e destaca Apokolips, o planeta natal do supervilão Darkseid. Além disso, o subtítulo Outsiders antecipa a introdução de outro grupo de heróis, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. O personagem faz parte da história, assim como outros Titãs clássicos e o grupo da Justiça Jovem, espécie de Titãs mirins. Oficialmente, a série ia reunir os Titãs clássicos Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Mas os pôsteres divulgados também incluíram as participações de Superboy, Aqualad, Asa Noturna, Artemis (em novo uniforme) e dos novatos Geoforça, Forrageador (Forager, num visual mais insectóide), Halo, Metamorfo e Katana – os cinco últimos compõem os Renegados. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.

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    Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC Comics ganha pôster inspirado em quadrinhos

    17 de novembro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo pôster de “Elseworlds”, crossover envolvendo as séries de super-heróis do Arrowverso, batizado com o nome de uma linha editorial da DC Comics dedicada a histórias sobre universos e realidades alternativos. O cartaz é ilustrado como capa de uma publicação da DC Comics por Amy Reeder, que já desenhou quadrinhos de Batwoman e Supergirl, duas das personagens que aparecem na arte. A imagem destaca Arqueiro Verde e Flash se enfrentando, enquanto as duas heroínas citadas e Superman voam para impedi-los. Ao fundo, é possível ver o Monitor observando tudo, enquanto um novo vilão, Dr. John Deegan, ri mais que o Coringa no plano inferior. Por curiosidade, o nome do último personagem só apareceu uma vez nos quadrinhos, numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas a descrição oficial da DC parece transformá-lo no equivalente ao Dr. Hugo Strange de “Gotham”. “Ele é um médico do Asilo Arkham para os Criminosos Insanos de Gotham City, mas pode ser mais louco do que os presos que ele trata. Suas maquinações vão atrair Arqueiro Verde, Flash e Supergirl para Gotham City”, diz a sinopse. O vilão será interpretado por Jeremy Davies (das séries “Lost” e “Justified”), que não é novato nas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Ele interpretou Ritchie Simpson na série “Constantine” e reprisou o papel como dublador na animação “Liga da Justiça Sombria”, lançada no ano passado. A história também introduz a heroína Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”) e encontrará o Arqueiro Verde (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) em Gotham City. O grupo de heróis do novo crossover também inclui a volta de Tyler Hoechlin ao papel de Superman, que ele já desempenhou na série “Supergirl”, e desta vez ele virá acompanhado por Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter Lois Lane – outra estreante no Arrowverso. Para completar a lista do cartaz, a presença do Monitor (interpretado por LaMonica Garrett, de “Designated Survivor”) é a mais complexa de todas. Descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama, o personagem foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez numa das histórias mais conhecidas dos quadrinhos. O Monitor teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nas páginas do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da DC, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recriava uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. Ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simbolizava o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para evitar a destruição que ficou conhecida como “Crise nas Infinitas Terras”, o Monitor precisa recrutar todos os super-heróis do Multiverso, que unem forças e fazem sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – mas, alguns reboots depois, também voltaram à ativa nas publicações da DC. Há grande probabilidade de os produtores estarem apenas plantando a semente de “Crise nas Infinitas Terras” no novo crossover, que, convenhamos, teria este nome se fosse realmente adaptar a história clássica. Isso significa que o próximo crossover pode já ter sido determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, “Elsworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    2ª temporada da comédia SMILF ganha trailer insano

    17 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 2ª temporada da série de comédia “SMILF”. E é insano. A prévia mostra a protagonista, criadora, roteirista, produtora e diretora Frankie Shaw tendo todo o tipo de colapso, seja literal, com uma queda numa escadaria, seja figurado, como comer migalhas no chão, e ainda inclui cenas extraídas de fantasias religiosas, monárquicas e de western. Considerada uma das melhores comédias novas da TV, a atração registrou uma das melhores audiências do canal americano em sua estreia no ano passado, assistida por 768 mil pessoas ao vivo, números que foram dobrados com reprises e outras plataformas. “SMILF” é baseado no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw (a Shayla Nico na série “Mr. Robot”), premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever e produzir, Shaw também dirige e estrela os episódios como Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, enquanto reluta em aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. O título, por sinal, é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de… transar). Mas como mostra a série, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista não consegue transar de jeito nenhum, justamente por causa de seu bebê. A 2ª temporada vai acompanhar a constante busca pela felicidade da personagem e terá diversas participações especiais, como Melanie Griffith (do clássico “Dublê de Corpo”), Ally Sheedy (do clássico “Clube dos Cinco”) e a estrela pornô favorita de Donald Trump, Stormy Daniels (de nenhum clássico que possa ser mencionado para menores). Além disso, também retornam Miguel Gomez (“The Strain”), Connie Britton (“Nashville”), Rosie O’Donnell (“The Fosters”) e Raven Goodwin (“Being Mary Jane”). Os novos episódios estreiam em 20 de janeiro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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    Death and Nightingales: Minissérie britânica com ator de Cinquenta Tons de Cinza ganha trailer

    17 de novembro de 2018 /

    A BBC divulgou fotos e o trailer da nova minissérie “Death and Nightingales”, que volta a reunir o diretor e roteirista Allan Cubitt com o ator Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), após trabalharam juntos na série “The Fall”. Com três episódios, o drama de época também reúne em seu elenco Ann Skelly (“Red Rock”) e Matthew Rhys (“The Americans”). Baseada no romance homônimo de Eugene McCabe, “Death and Nightingales” é uma história de amor, traição, desilusão e vingança, ambientada na Irlanda rural do final do século 19 durante um período de 24 horas tensas. Tudo acontece no dia do aniversário de 23 anos de Beth Winters (Ann Skelly), que também foi o dia em que ela decidiu se juntar ao charmoso Liam Ward (Jamie Dornan) para escapar de sua vida reprimida e do relacionamento complexo com seu padrasto Billy (Matthew Rhys). Ainda não há previsão para a estreia da minissérie.

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    Netflix encomenda série de terror espanhola do roteirista de O Orfanato

    17 de novembro de 2018 /

    A Netflix encomendou uma nova série espanhola, “Alma”, criada por Sergio G. Sánchez, roteirista do terror “O Orfanato” (2007) e do filme de desastre “O Impossível” (2012), ambos dirigidos por J. A. Bayona. A série é um drama supernatural que acompanha uma jovem chamada Alma, que sobrevive a um acidente de ônibus que mata seus colegas de classe. Ao acordar, sem nenhuma memória de seu passado ou do acidente, ela se encontra em um mundo onde não conhece nada nem ninguém, seus pais parecem estranhos e até sua casa está cheia de segredos e mistérios. Presa em um mundo em que talvez não pertença, Alma começa a investigar o acidente e os eventos que a levaram a essa situação. “Alma explora meus temas favoritos: a jornada da infância à maturidade, a fronteira entre a vida e a morte, o espaço emocional onde a fantasia se mistura à realidade, só que dessa vez em uma tela mais ampla que me dará a oportunidade de expandir a narrativa em enredos entrelaçados, com várias camadas de personagens”, disse Sánchez em comunicado. “Vai ser muito emocionante trazer esse universo rico para a vida, e estou muito feliz com o fato de a Netflix estar me dando a chance de alcançar um público global com uma série de língua espanhola que está profundamente enraizada em minhas próprias obsessões como um contador de histórias”, adicionou. A série vai ser escrita e dirigida por Sánchez, que no ano passado estreou como diretor de cinema, à frente do terror “O Segredo de Marrowbone”. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Laurence Fishburne vai estrelar nova série de discos voadores

    17 de novembro de 2018 /

    O ator Laurence Fishburne se prepara para ter um contato imediato do primeiro grau com um disco voador na Inglaterra. Ele vai estrelar e produzir “Rendlesham”, projeto de série sci-fi desenvolvido pela produtora indie britânica Eleventh Hour Films em parceria com a Sony. Criada por Joe Ahearne, roteirista de “Doctor Who” e do filme “Em Transe” (2013), “Rendlesham” pretende explorar um incidente supostamente real que aconteceu no povoado que lhe dá nome, em meio à floresta da região de Suffolk, na Inglaterra, em dezembro de 1980. A trama vai se passar entre esse período e o presente, acompanhando o protagonista Tyrone (Fishburne), um aviador americano aposentado, que servia na base aérea da região durante o auge da Guerra Fria e retorna pela primeira vez para o local desde o incidente. Ao lado da esposa e do filho, ele chega para visitar o sogro moribundo e é forçado a enfrentar eventos que o assombraram a vida toda. A série é descrita como uma antologia de oito episódios, o que significa que cada capítulo deve contar a história de um personagem diferente, envolvendo o fatos misteriosos ocorridos no povoado que ficou conhecido como o “Roswell inglês”, após os moradores afirmarem ter visto um objeto prateado sobrevoando a região. De acordo com as testemunhas, o objeto pairou no ar por algum tempo e depois desapareceu entre as árvores. Na ocasião, o tenente-coronel Charles Halt chegou a filmar o OVNI, levando os norte-americanos à loucura e dando margem a uma infinidade de teorias da conspiração. Ainda não há plataforma ou canal de TV envolvidos no projeto.

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  • Série

    F Is for Family: Trailer da 3ª temporada mostra família animada mais incorreta que os Simpsons

    17 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “F Is for Family”, que traz, ainda sem legendas, a nova coleção de palavrões e recalques da animação adulta. Na prévia, a família da trama lembra “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”. Mas os Murphy são bem mais desbocados. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“A Culpa é das Estrelas”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. Todos os episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 30 de novembro.

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    Jack Reacher vai virar série sem participação de Tom Cruise

    17 de novembro de 2018 /

    A franquia “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child, vai virar série. Quem revelou a novidade foi o próprio criador do personagem em entrevista à rádio BBC. “É um contrato bastante novo, fechamos na semana passada”, disse Child. “Não haverá mais filmes com Tom Cruise. Em vez disso, vamos levar Jack Reacher para a Netflix ou algo parecido – uma série de streaming – com um ator completamente novo. E quero que todos aqueles leitores que estavam chateados com a escalação de Tom Cruise me ajudem e participem na escolha do ator certo para a série de TV. Estamos reiniciando a franquia e começando de novo, e vamos tentar encontrar o cara certo”. Os dois filmes estrelados por Cruise descontentaram os leitores dos livros devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição literária do personagem. “Eu realmente gostei de trabalhar com Cruise”, esclareceu Lee Child. “Ele é um cara muito legal. Nós nos divertimos muito e ele trabalha muito duro e ele leva isso a sério. Mas, no final das contas, os leitores estão certos: o tamanho de Reacher é bem importante e um grande aspecto sobre quem ele é”. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que se associaram à produtora de Tom Cruise para levar o personagem para o cinema. A decisão de não fazer mais filmes é consequência do fraco desempenho dos dois longas lançados em 2012 e 2016. O primeiro rendeu US$ 218 milhões e o segundo apenas US$ 162 milhões em todo o mundo. Skydance e Paramount já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava cinemas como uma série para streaming: “Jack Ryan”, na Amazon.

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    Lucy Hale entra no elenco do filme baseado na série Ilha da Fantasia

    17 de novembro de 2018 /

    A atriz Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”) assinou contrato para participar do filme “Ilha da Fantasia”, adaptação da série clássica dos anos 1970. Ela viverá uma das convidadas a passar um fim de semana na ilha misteriosa onde as pessoas podem viver suas fantasias – por um preço. Uma fantasia comum da série era virar milionário, o que geralmente envolvia heranças, cassinos ou apostas de cavalos como as do apostagolos.com. Ainda não foi divulgada sinopse, mas ela vai se juntar no elenco a Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do anfitrião Sr. Roarke (papel de Ricardo Montalban na TV), além de Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”), Portia Doubleday (a Angela Moss de “Mr. Robot”) e Ryan Hansen (o Dick Casablancas de “Veronica Mars”). As filmagens marcarão um reencontro entre a jovem atriz e o diretor Jeff Wadlow, após trabalharem juntos em “Verdade ou Desafio”, lançado este ano. Feito por US$ 5 milhões, arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo. A produtora, por sinal, também é a mesma, a Blumhouse, especializada em horrores (“Corra!, “Fragmentado”, etc). Por conta disso, o filme vai explorar a temática sobrenatural de alguns episódios da série clássica. A série, que durou sete temporadas entre 1977 e 1984, muitas vezes lidava com temas sombrios e de terror. Para quem não lembra, “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas pelo misterioso anfitrião, o Sr. Roarke, com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. Além deste filme, a história da série clássica foi lembrada recentemente em “My Dinner with Hervé”, produção da HBO lançada em outubro, em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) viveu Hervé Villechaize no final de sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da “Ilha da Fantasia” e se matou dez anos depois do cancelamento da atração, em 1993. Já Montalbán morreu em 2009 por complicações da idade, aos 88 anos. O filme da “Ilha da Fantasia” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Hugh Grant viverá marido de Nicole Kidman em sua primeira série americana

    17 de novembro de 2018 /

    O ator Hugh Grant vai estrelar sua primeira minissérie americana. Ele viverá o marido de Nicole Kidman em “The Undoing”, da HBO. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro, tem um marido dedicado, Jonathan (personagem de Hugh Grant) e um filho pequeno que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, a aparente felicidade de sua família é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. Grace descobre que não conhece tão bem o seu marido e vê-se obrigada a refazer a sua própria vida. A adaptação está a cargo de David E. Kelley, em nova parceria com Kidman após o sucesso de “Big Little Lies”. A série ainda não tem previsão de estreia.

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    Agents of SHIELD é renovada para a 7ª temporada com meio ano de antecipação

    16 de novembro de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação da série “Agents of SHIELD” para a 7ª temporada com grande antecipação: nada menos que sete meses antes da estreia da 6ª temporada, prevista apenas para julho de 2019. Os fãs chegaram a temer pelo destino da atração, após o anúncio de que ela voltaria menor e bem mais tarde, após o encerramento de sua temporada mais criativa, em maio passado. Mas a série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel na carona do sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por conta disso, a ABC decidiu diminuir o investimento, encomendando apenas 13 capítulos para o sexto ano, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A 7ª temporada também terá 13 episódios, mas não foi revelado se sua produção encerrará a série. A renovação acontece após o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), voltará a ser visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará às telas grandes em “Capitã Marvel”, previsto para março, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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    Astro de Two and a Half Men será o vilão Lex Luthor na série Supergirl

    16 de novembro de 2018 /

    O ator Jon Cryer, premiado com o Emmy pelo papel de Alan Harper em “Two and a Half Men”, confirmou nas redes sociais que vai interpretar o supervilão Lex Luthor na série “Supergirl”. Ele publicou um tuíte comemorando o papel e o fato de seu novo visual careca vir a calhar. “Eu estou muito animado com isso. Finalmente a minha foto no perfil se justifica”, escreveu, linkando o comunicado oficial do papel. Veja abaixo. A informação foi antecipada pelos produtores de “Supergirl”, que lembraram um fato curioso da carreira do ator. Quando era adolescente, ele viveu Lenny, sobrinho de Lex Luthor, no filme “Superman IV – Em Busca da Paz”, de 1987. “Nós somos grandes fãs de Jon Cryer e ele logo se tornou o nosso ator perfeito para interpretar o icônico papel de Lex Luthor. Jon é super talentoso, e o fato de ter interpretado Lenny Luthor em “Superman IV” adiciona uma camada extra à sua escalação”, disseram Robert Royner e Jessica Queller, produtores-executivos da série, no comunicado da rede CW. A dupla tinha revelado que Luthor apareceria na série em outubro passado. Na época, dissera que estavam ansiosos “para vê-lo enfrentar não só a Supergirl, mas também sua irmã, Lena Luthor”. Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão. Mas todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. Mesmo assim, a influência do vilão invadiu a trama por meio de suas invenções, pela determinação de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”) de manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas de Lex, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). Cryer vai aparecer como Luthor no 15º episódio da atual temporada, ainda sem data para ir ao ar. A partir daí, será um personagem recorrente da série. “Supergirl” está em sua 4ª temporada, que pode ser vista no Brasil pelo canal pago Warner. Finally, my profile picture pays off! https://t.co/k2EUVrFK4u — Jon Cryer (@MrJonCryer) 16 de novembro de 2018

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    Anitta “esquece” produtores do começo da carreira, ex-empresária e diretor polêmico na sua série documental

    16 de novembro de 2018 /

    A série documental “Vai Anitta” estreou nesta sexta (16/11) na Netflix e já rendeu polêmica. Dois produtores lamentaram o “esquecimento” de sua importância para a carreira da cantora, já que foram completamente ignorados nos depoimentos que tratam da artista. “Larissa, você pode até me tentar tirar da sua história! Mas não tem como negar que eu estava certo. Parabéns pela série no Netflix.”, escreveu o DJ Batutinha nas redes sociais. Batutinha foi quem descobriu Anitta, quando ela ainda se chamava Larissa – o nome de batismo da cantora é Larissa de Macedo Machado. “Vi um vídeo dela na internet, cantando duas músicas que eu tinha produzido para outra cantora, a Priscilla Nocetti. Percebi que tinha algo a mais no timbre de voz e na presença de palco e resolvi chamá-la para um teste vocal no estúdio. Ela chegou lá e cantou as músicas que pedi, de um jeito totalmente peculiar, que eu decidi que iria escrever e produzir. Apostei na Larissa”, ele contou em entrevista para o UOL em março. “Eu tinha certeza absoluta que havia encontrado uma popstar! Mesmo dentro do universo do funk.” O segundo produtor que reclamou ter sido esquecido no documentário foi Rômulo Costa, dono da equipe Furacão 2000, que lançou Anitta. “Já esperava. O ser humano é ingrato, mas a história está aí e não se apaga. Existem registros como fotos, vídeos, programas e discos e é só ver ou procurar para descobrir onde ela começou a carreira”, reclamou Costa ao UOL. A assessoria da cantora não comentou as declarações dos produtores. Mas eles não foram os únicos “esquecidos” pela série. Kamilla Fialho, a ex-empresária com quem Anitta travou batalha judicial por quatro anos, não é mencionada, assim como o americano Terry Richardson, fotógrafo famoso que dirigiu o clipe de “Vai Malandra” e, depois, foi acusado de abuso sexual por várias mulheres. Anitta, porém, contou que quebrou o pau com a equipe de produção do clipe de “Vai Malandra”, mas não se sabe o que realmente rolou entre ela e Richardson, que não é mencionado. Entretanto, ele deve ser a pessoa referida numa frase sobre as gravações. “Eu chamei todos os envolvidos, eu pedi perdão pra Jojo Toddynho e para o DJ Yuri, que eram apenas convidados, e falei ‘vocês vão conhecer uma pessoa que eu gostaria que vocês esquecessem logo na saída’”, disse a cantora, explicando ainda que dispensou a equipe de produção, colocou sua equipe pessoal para trabalhar e coordenou pessoalmente as cenas: “Eu que falava ‘vai música’, ‘rodou’, ‘câmera’, ‘ação’”. Esta é uma das muitas revelações de bastidores e da vida pessoal de Anitta na produção. Mas não a mais contundente. Neste caso, vale a saída do armário bissexual da cantora. Num dos episódios, Anitta assume já ter ficado com mulheres. E era bem jovem quando isso aconteceu, porque conta que tinha medo da reação de sua mãe. “Eu fiquei morrendo de medo da reação dela e ela foi completamente normal como sempre comigo. Por isso tenho tanta vontade de dar esse suporte às pessoas que têm suas diferenças sexuais, porque acho me lembra o medo que eu tive e o alívio que minha mãe me causou. Ao mesmo tempo em que eu agradeço a ela, tento ser um suporte às pessoas que não tiveram essa sorte que eu tive”, diz a cantora. Para quem não lembra, quando foi provocada para se posicionar nas últimas eleições em relação a Jair Bolsonaro, Anitta chegou a afirmar que fazia parte da comunidade LGBTQIA+, mas não deu detalhes sobre sua orientação sexual. O vídeo também mostra o lado chatinho de Anitta, reclamando dos colaboradores e apontando falhas com o famoso “eu disse”, além de mostrá-la lidando com a depressão, que se manifesta sem avisos em momentos que deveriam ser de comemoração. A história continua, claro, muito além do período coberto pela série. E num vídeo de divulgação disponibilizado pela Netflix nesta sexta, ela até já iniciou a campanha para a 2ª temporada – uma chance de corrigir omissões. Veja abaixo.

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