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    Nasce uma Estrela lidera indicações do Sindicato dos Atores dos EUA

    12 de dezembro de 2018 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (12/12) os indicados para sua premiação anual, os SAG Awards. Considerado uma prévia do Oscar, já que seus eleitores também são filiados à Academia, a premiação deste ano destacou “Nasce uma Estrela”, que recebeu quatro indicações: uma coletiva, como Melhor Elenco, e três individuais – para Lady Gaga, Bradley Cooper e Sam Elliott, respectivamente nas categorias de Melhor Atriz, Ator e Ator Coadjuvante. Logo em seguida, aparece “A Favorita” com três indicações, mas em apenas duas categorias, já que Emma Stone e Rachel Weisz concorrem entre si como Melhor Atriz Coadjuvante. Olivia Colman é “a favorita” como Melhor Atriz. Outra curiosidade é que, nas categorias supostamente televisivas, o que menos teve foi artista de televisão. Duas séries de streaming lideraram as indicações: “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs Maisel), da Amazon, e “Ozark”, da Netflix, com quatro indicações cada. O SAG ainda surpreendeu ao reconhecer uma série de super-herói: “Demolidor”, recém-cancelada pela Netflix. Foi na categoria de dublês (nunca viram “Arrow”, nota-se), mas não deixa de ser novidade. Por sinal, as séries da Netflix lideraram a seleção, com indicações também para “GLOW”, “Maniac”, “Grace & Frankie”, “House of Cards” e “Better Call Saul”. Esta última é exibida nos Estados Unidos pelo canal pago AMC, apesar de sua distribuição internacional pelo serviço de streaming. A cerimônia de premiação do SAG Awards 2019 vai acontecer em 27 de janeiro em Los Angeles, com apresentação de Megan Mullally (da série “Will & Grace”) e transmissão ao vivo pelo canal pago TNT no Brasil. Confira abaixo a lista completa de indicados. CINEMA Melhor Ator Christian Bale (“Vice”) Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Viggo Mortensen (“Green Book – O Guia”) John David Washington (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”) Glenn Close (“A Esposa”) Olivia Colman (“A Favorita”) Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) Melissa McCarthy (“Poderia me Perdoar?”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Timothée Chalamet (“Querido Menino”) Adam Driver (“Infiltrado na Klan”) Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) Richard E Grant (“Poderia me Perdoar?”) Melhor Atriz Coadjuvante Amy Adams (“Vice”) Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”) Margot Robbie (“Mary Queen of Scots”) Emma Stone (“A Favorita”) Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Elenco “Nasce Uma Estrela” “Pantera Negra” “Infiltrado na Klan” “Bohemian Rhapsody” “Podres de Ricos” Melhores Dublês “Homem-Formiga e a Vespa” “Vingadores: Guerra Infinita” “The Ballad of Buster Scruggs” “Pantera Negra” “Missão: Impossível – Efeito Fallout” TELEVISÃO Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Antonio Banderas (“Genius Picasso”) Darren Criss (“The Assassination of Gianni Versace American Crime Story”) Hugh Grant (“A Very English Scandal”) Anthony Hopkins (“King Lear”) Bill Pullman (“The Sinner”) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Amy Adams (“Sharp Objects”) Patricia Arquette (‘Escape at Dannemora”) Patricia Clarkson (“Sharp Objects”) Penélope Cruz (“The Assassination of Gianni Versace American Crime Story”) Emma Stone (“Maniac”) Melhor Ator de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Sterling K Brown (“This Is Us”) Joseph Fiennes (“The Handmaid’s Tale”) John Krasinski (“Tom Clancy’s Jack Ryan”) Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) Melhor Atriz de Drama Julia Garner (“Ozark”) Laura Linney (“Ozark”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Sandra Oh (“Killing Eve”) Robin Wright (“House of Cards”) Melhor Ator de Comédia Alan Arkin (“O Método Kominsky”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Bill Hader (“Barry”) Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs Maisel”) Henry Winkler (“Barry”) Melhor Atriz de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs Maisel”) Alison Brie (“GLOW”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs Maisel”) Jane Fonda (“Grace & Frankie”) Lily Tomlin (“Grace & Frankie”) Melhor Elenco de Drama “The Americans” “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “Ozark” “This Is Us” Melhor Elenco de Comédia “Atlanta” “Barry” “GLOW” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs Maisel” Melhores Dublês “GLOW” “Demolidor” “Tom Clancy’s Jack Ryan” “The Walking Dead” “Westworld”

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  • Série

    DC anuncia seu próximo crossover de séries de super-heróis: Crise nas Infinitas Terras!!!

    12 de dezembro de 2018 /

    O final de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, apresentou um anúncio-surpresa que deve ter derrubado os fãs de quadrinhos de suas poltronas. Pela primeira vez, a rede CW resolveu antecipar o título de seu próximo crossover. E com a antecedência de um ano! Isto porque não será um crossover qualquer, mas o maior de todos os crossovers da DC Comics, aquele que originou o primeiro reboot da história dos quadrinhos… “Crise nas Infinitas Terras”. Só o título é capaz de arrepiar o fanboy mais enrustido. Toda a preparação de “Elseworlds” parecia se encaminhar para esse projeto. Por conta dos personagens envolvidos no crossover deste ano e das pistas despejadas em “The Flash”, a Pipoca Moderna (quem mais?) cravou em setembro que “Crise nas Infinitas Terras” seria o próximo grande evento das séries de super-heróis da DC. Para quem não lembra, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” foi concebida com o objetivo simplificar a cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A ideia era juntar todos os personagens de Terras paralelas num mesmo universo coeso, que se reiniciaria após o desfecho do evento. Por sinal, a mesma confusão vem marcando as séries da rede CW, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todas as Terras paralelas, reunindo os sobreviventes de outras dimensões na única Terra remanescente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime). O evento foi tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança das outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, um homem chamado Krona foi responsável por criar o Multiverso, num momento que também originou duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A cargo do escritor Marv Wolfman e do artista George Pérez (mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980), a história de 1985 ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. Os dois super-heróis fazem parte do atual universo televisivo da DC Comics – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da editora. O principal sinal de que a equipe do produtor Greg Berlanti cometeria a ousadia de adaptar essa trama épica surgiu quando o ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) foi escalado para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor, em “Elseworlds”. Menos evidente, outra pista veio com a inclusão de um personagem secundário entre os criminosos vistos no Asilo Arkham, na segunda parte de “Elseworlds”: o Pirata Psíquico, que foi vivido por Bob Frazer (do terror “1922”). Nos quadrinhos, o vilão é o único habitante da Terra que se lembra do multiverso após o reboot da “Crise”. Isso o enlouquece. Mas há outro detalhe importante em relação ao personagem no universo televisivo da DC Comics: ele foi citado em “The Flash” muito antes de estrear em “Elseworlds”. A famosa reportagem de um jornal do futuro sobre o desaparecimento do herói após uma Crise, evocada desde a 1ª temporada e retomada na 5ª e atual de “The Flash”, refere-se a Roger Hayden, identidade do Pirata Psíquico, como alguém que “afirma se lembrar dos acontecimentos”. O artigo sempre revisto pelo herói no computador de Gideon afirma que o vilão “disse após sua prisão: ‘Mundos viveram, mundos morreram. Nada será como antes.'” O último episódio de “Elseworlds” foi ao ar na noite de terça (11/12) nos EUA e os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner. Já o próximo crossover, “Crise nas Infinitas Terras”, só será transmitido no final de 2019. Até lá, muitas teorias, especulações e até informações verdadeiras alimentarão a ansiedade dos fãs. A principal dúvida, claro, é se o tamanho épico da história irá se limitar ao universo televisivo da rede CW ou incluirá também os heróis da plataforma DC Universe, cujas séries compartilham o mesmo produtor, Greg Berlanti. Já imaginaram? Com ou sem “Titãs” e cia., “Crise nas Infinitas Terras” promete ser o maior crossover televisivo de todos os tempos. Na verdade, isto é o mínimo que se espera dessa história. Veja abaixo o logo oficial do evento em captura de tela e lembre de um tributo já feito à história clássica num pôster da 2ª temporada de “Supergirl”.

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    Gotham: Temporada final ganha novos trailers e retratos individuais dos personagens

    12 de dezembro de 2018 /

    A rede americana Fox divulgou dois novos trailers e os retratos individuais dos personagens da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. Legendadas por fãs, as prévias destacam a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra a cidade sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento foram causados por um Terremoto, mas na série aconteceram após um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Além desse elenco central conhecido, as imagens também destacam a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”). Os 12 episódios finais de “Gotham” estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Elseworlds: Superman enfrenta sua versão de preto no trailer do final do crossover

    12 de dezembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou o trailer e um novo vídeo de bastidores da terceira e última parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a luta entre Superman (Tyler Hoechlin) e sua versão de uniforme preto, criada por interferência do Monitor (LaMonica Garrett) para testar como os heróis enfrentam realidades diferentes e prepará-los para uma vindoura “crise”. As diferentes realidades são extraídas das páginas do livro do Destino, que os leitores dos quadrinhos devem relacionar à trama de “Sandman” escrita por Neil Gaiman. Como Constantine faz parte do Arrowverse, esse contrabando da Vertigo (a linha de quadrinhos adultos da DC) acaba justificado. O livro é responsável pela criação de realidades alternativas, que dão título ao crossover. “Elseworlds” é nome de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo explora essas realidades alternativas como introdução de elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que definitivamente está no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” encerra sua história nesta terça (11/12), com a exibição do episódio de “Supergirl” nos EUA. Os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner.

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    Estreia de Batwoman no crossover Elseworlds gera clamor pela série solo da heroína

    12 de dezembro de 2018 /

    A estreia de Batwoman no crossover “Elseworlds” foi recebida com unanimidade pelo público americano, que logo após a exibição do episódio de “Arrow”, na noite de segunda (10/12), rasgou elogios para a atriz Ruby Rose nas redes sociais. “Estou totalmente à bordo da série de Batwoman com Ruby Rose”, escreveu um. “O pouco tempo que ela apareceu já me convenceu: Ruby Rose é a Batwoman”, acrescentou outro. “Eu até viro gay para Ruby Rose naquele uniforme”, disse uma fã já apaixonada. “Batwoman é sensacional. Eu quero mais”, etc. Houve também muitas referências positivas à química e à parceria formada entre Batwoman e Supergirl em seu primeiro encontro. “Melhores do mundo, sim”, exclamou uma internauta, referindo-se ao apelido das parcerias entre Batman e Superman nos quadrinhos – “World’s Finests” em inglês. “Quero um crossover só com Kara e Batwoman a seguir”, entusiasmou-se outro. “Batwoman/Supergirl crossovers!”, pediu mais um, repetindo a frase logo em seguida em caixa alta, para não deixar dúvidas. São centenas de comentários, todos positivos. A rede CW já tinha encomendado um piloto para a série solo da personagem, mas o grande teste era a repercussão de sua aparição em “Elseworlds”. Ruby Rose (“Megatubarão”) mais que aprovou no papel. A série está sendo desenvolvida por Caroline Dries, que tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Além disso, ela compartilha a mesma orientação sexual de Ruby Rose e da heroína dos quadrinhos. “Batwoman” será a primeira série de super-herói protagonizada por uma personagem homossexual, após vários heróis gays serem introduzidos como coadjuvantes no Arrowverso. Ainda não há previsão de estreia para a nova atração, mas os fãs querem para ontem, como demonstraram no Twitter. Veja abaixo parte da repercussão, em inglês. I’m already fully on board for a #Batwoman show staring Ruby Rose!! #Arrow #Elseworlds — Charles Jacker (@xChuckJx) December 11, 2018 Also, I’m totally on board with a Batwoman show. The little screen time she had convinced me enough to make that claim. She is BATWOMAN. #Batwoman — Wonder Boy (@myendisnow) December 11, 2018 I'd definitely go gay for Ruby Rose in that batwoman suit? #ElseWorlds — Jennine Johnson (@JeNvY_) December 11, 2018 Ruby Rose did perfectly on the Elseworlds crossover. She’s got the moxie to be Batwoman. #RubyRose #KateKane #Batwoman — Tanner Todora-Willard (@Tanman212) December 11, 2018 #Batwoman is amazing!! I want more!! ???? pic.twitter.com/ZUFn7vPHQu — ⚡️The Flash⚡️ (@TheFlashfan10) December 11, 2018 Batwoman And Supergirl, I Am Totally Here For It!! #WorldsFinest YESSSS ??!! #Elseworlds — Nefertari Burns (@Nefertari_4Ever) December 11, 2018 O my gosh yes… was a little disappointed in part1, but part2 showed good stuff for Kara ; Want #Supergirl and #Batwoman crossover next year – #WorldsFinest ; — Balooey (@Curious1Lisa) December 11, 2018 Batwoman/Supergirl crossovers. BATWOMAN/SUPERGIRL CROSSOVERS. #WorldsFinest #Elseworlds — Jon Scott (@JMScott193) December 11, 2018

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    Vida de Audrey Hepburn vai virar série dos produtores de A Amiga Genial

    11 de dezembro de 2018 /

    A vida de uma das atrizes mais glamourosas de Hollywood vai virar série. Audrey Hepburn, estrela de clássicos como “Bonequinha de Luxo” (1961), “Sabrina” (1954) e “Cinderela em Paris” (1957), terá sua trajetória contada numa atração desenvolvida pela produtora italiana Wildside – responsável pelas séries “A Amiga Genial” e “O Jovem Papa”, ambas realizadas em parceria com o canal pago americano HBO. O roteiro é de Luca Dotti, um dos filhos de Hepburn, que está escrevendo a série em parceria com o jornalista italiano Luigi Spinola. Dotti é filho de um dos dois casamentos de Hepburn, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti – o casal ficou junto entre 1969 e 1982. Hepburn teve uma das carreiras mais impressionantes de Hollywood. Nascida na Bélgica, ela se destacou como modelo na Europa antes de virar sensação no cinema, vencendo o Oscar em seu primeiro papel de protagonista, em “A Princesa e o Plebeu” (1953). Ela foi indicada mais quatro vezes ao troféu da Academia e acabou recebendo um prêmio especial por seu trabalho beneficente, entregue postumamente ao outro filho da atriz, Sean Hepburn Ferrer. Belíssima, marcou época por ditar moda, sendo a principal responsável pela popularização do visual “pretinho básico”, a roupa preta que fica bem sempre. Modelo favorita de Givenchy, sua elegância e vestidos de alta-costura tiveram impacto enorme na forma como as estrelas de cinema passaram a se relacionar com o mundo da moda, transformando o tapete vermelho das premières em passarelas de grifes. Mas nem todo o glamour do mundo lhe deu fama de frívola. Ao contrário. Adorava papéis que a tirassem da zona de conforto. Muitos esquecem que a protagonista de “Bonequinha de Luxo” era uma prostituta. E que ela foi pioneira ao abordar a intolerância contra homossexuais na tela, ao estrelar “Infâmia” (1961), como uma professora acusada de ter um relacionamento lésbico com Shirley MacLaine. A partir dos anos 1970, Hepburn passou a se dividir entre o cinema e seu trabalho com a Unicef, onde também foi pioneira ao usar sua imagem de estrela em prol de uma causa humanitária, promovendo um fundo monetário que ajudava crianças em situação de extrema pobreza na África e na América Latina. O último filme da atriz foi “Além da Eternidade”, lançado em 1989, onde foi dirigida por Steven Spielberg. Hepburn morreu em 1993, aos 63 anos, após uma breve batalha contra o câncer.

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  • Série

    Gravações da série Shippados são paralisadas após assassinato de integrante da produção

    11 de dezembro de 2018 /

    As gravações da série “Shippados”, produzida para o Globoplay, foram paralisadas devido à morte de Francis Ferreira de Souza, eletricista da equipe de produção, que foi assassinado na noite de segunda-feira (10/12). Segundo comunicado da Globo, Francis foi baleado quando chegava em casa, na cidade carioca de Maricá. Ele havia acabado de sair de um jantar e estava acompanhado do colega Carlos Niedson Faria Adell, maquinista da equipe, que acabou sendo ferido na perna e foi transferido para um hospital na cidade do Rio de Janeiro. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de São Gonçalo. “Shippados” foi uma das novidades apresentadas pela Globoplay na CCXP (Comic Con Experience) 2018. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociais. Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. A série é uma criação de Alexandre Machado e Fernanda Young (o casal responsável por “Os Normais”) e ainda tem no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”), Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”).

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  • Filme

    Sophia Bush revela que saiu de Chicago PD após ser agredida por colega

    11 de dezembro de 2018 /

    A atriz Sophia Bush finalmente deu mais detalhes de sua

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  • Série

    Roteirista de Cavaleiros do Zodíaco deleta Twitter após polêmica de Andrômeda

    11 de dezembro de 2018 /

    O roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores do remake de “Cavaleiros do Zodíaco” para a Netflix, apagou seu perfil no Twitter após sofrer ataques de fãs da série original. Ele tinha usada a rede social para justificar a mudança de gênero de Shun de Andrômeda, que na nova animação será uma mulher. O perfil de Eugene Son no Twitter agora exibe apenas o seguinte aviso: “Desculpe, mas essa página não existe!”. A polêmica foi levantada pelo primeiro trailer da série, que mostrou Andromeda com traços (ainda mais) femininos. O personagem bonitinho virou uma guerreira. Son admitiu que a ideia havia sido dele, para atualizar a série para o século 21. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E disse “entender” se muitos não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida.

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    Peter Jackson confirma que vai ajudar produção da série baseada em O Senhor dos Anéis

    11 de dezembro de 2018 /

    O cineasta Peter Jackson revelou, em entrevista ao jornal britânico Metro, que vai ajudar a equipe responsável pela série baseada em “O Senhor dos Anéis”. Anteriormente, o cineasta havia negado envolvimento com o projeto, que deve estrear só em 2021. “Eu não posso comentar nada sobre isso ainda, porque não vi nada. Eu acho que eles vão nos enviar os roteiros para que possamos dar uma olhada e fazer anotações”, comentou. “Eu desejo tudo de melhor para esta equipe, e certamente ajudarei em algo se for preciso. É uma tarefa enorme [adaptar ‘O Senhor dos Anéis’]”, completou. Jackson famosamente dirigiu e coescreveu as duas trilogias cinematográficas inspiradas na obra de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis” (2001-2003) e “O Hobbit” (2012-2014). O cineasta venceu os Oscar de melhor direção e melhor roteiro adaptado por “O Retorno do Rei”, capítulo final da primeira trilogia. A nova série de “O Senhor dos Anéis” será supostamente a mais cara de todos os tempos. Só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake dos filmes, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke, que também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que serviu de locação para as adaptações cinematográficas dos livros de Tolkien. JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”, são os responsáveis pelos roteiros.

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    Doctor Who: Trailer do especial de Ano Novo promete “a criatura mais perigosa do universo”

    11 de dezembro de 2018 /

    A BBC divulgou o trailer do especial de Ano Novo de “Doctor Who”, que traz a Doutora vivida por Jodie Whittaker revelando a seus companheiros que eles estão prestes a enfrentar “a criatura mais perigosa do universo”. Na língua dos whovians, isto costuma ser descrito com menos letras: daleks. Mas o roteirista-produtor Chris Chibnall está fazendo mistério sobre o retorno das criaturas obcecadas por destruição. Ele ainda não usou os alienígenas mais famosos da série em seus primeiros episódios à frente da produção. Por enquanto, a única novidade confirmada é um cachecol colorido adotado pela Doutora no episódio. Apelidado de “cachecol gay” por ter as cores do arco-íris, ele não foi criado especialmente para a série e esgotou nas lojas do Reino Unido, assim que as imagens de Whittaker com seu novo adereço chegaram na internet. Vale lembrar que já houve um Doutor que gostava de usar cachecol colorido. A versão do Doutor vivida por Tom Baker, por sinal, foi a mais duradoura de todas, estrelando a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. A 11ª temporada do revival de “Doctor Who” (a partir de 2005) se encerrou oficialmente no domingo (9/12), mas o especial de Ano Novo está tecnicamente dentro dessa primeira leva de capítulos estrelados por Jodie Whittaker. Afinal, depois disso a série terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. No Brasil, “Doctor Who” é disponibilizado pela plataforma Crackle, da Sony.

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    Carmen Sandiego: Série animada com Gina Rodriguez ganha pôster, sinopse e data de estreia

    11 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e a data de estreia da nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Intitulada apenas “Carmen Sandiego”, a produção será dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice de Carmen. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, e lançado em 1985 com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizava roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. A personagem também ganhou uma série animada, que foi ao ar entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. Ela volta em novas aventuras animadas, desta vez em streaming, e como uma Robin Hood moderna, segundo a descrição da Netflix. “Carmen é uma Robin Hood moderna, viajando pelo mundo e roubando de V.I.L.E. para devolver às suas vítimas. Carmen é publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos. A série vai seguir suas escapadas e tentar determinar não só onde, mas Quem no mundo é Carmen Sandiego.” A estreia está marcada para 18 de janeiro.

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    Pesquisas revelam que Demolidor era uma das séries mais assistidas da Netflix

    11 de dezembro de 2018 /

    Pesquisas de diferentes empresas americanas de medição de audiência aumentaram a controvérsia em torno do cancelamento da série Demolidor (Daredevil), a terceira produção consecutiva da Marvel que a Netflix decidiu encerrar. De acordo com a Parrot Analytics – empresa que se dedica a mensurar a popularidade dos programas em plataformas de streaming – , a produção da Marvel era a quarta série mais popular de toda a programação da Netflix quando foi cancelada. Um mês após o lançamento da elogiada 3ª temporada, Demolidor teria aproximadamente 30 milhões de “impressões de demanda”, a métrica usada pela Parrot. Isso a colocaria atrás apenas de “Narcos: México”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Stranger Things” na média geral de audiência das séries da Netflix. Mais: “Demolidor” liderou a lista na semana de estreia de sua derradeira temporada. Já a pesquisa da 7Park Data coloca “Demolidor” como a sétima atração mais vista da Netflix, incluindo programas não produzidos pela empresa, como as séries “The Office”, “Friends” e “Grey’s Anatomy – respectivamente, 1º, 3º e 4º lugares nesta levantamento – e reality shows como “The Great British Baking Show” – 6º lugar. Entre as séries produzidas exclusivamente para a Netflix, a 7Park Data assinala que “Demolidor” foi a 3ª mais vista no mês de outubro. Só perdeu para “Chilling Adventures of Sabrina” e “House of Cards”, tendo superado a audiência de “Narcos: Mexico” e “The Haunting of Hill House”, que completam a relação das principais audiências do período. Os dados podem ajudar a Marvel e a Disney a tomar uma decisão sobre o futuro da atração. Em seu comunicado oficial, emitido após o cancelamento, o estúdio elogiou a equipe da série e prometeu novas aventuras do herói, ainda que de forma genérica. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fato de “Demolidor” ter boa audiência alimenta a teoria de que as séries da Marvel foram canceladas como retaliação, após a Disney detalhar as produções de seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Até o momento, a Disney não se manifestou a respeito de reaproveitar as séries canceladas em suas próprias plataformas/canais – que incluem Disney+ (Disney Plus), Hulu, ABC, Freeform e FX. Mas vale lembrar que a rede ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos do serviço de streaming.

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