Elseworlds: Super-heróis vão para Gotham em prévias da segunda parte
Após passar por Smallville na primeira parte, o segundo episódio de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, leva os heróis a Gotham City. A cidade aparece numa cena e é tema de um vídeo de bastidores divulgado pela rede CW, que traz cenas inéditas e comentários da produtora Beth Schwartz. Entre os marcos da cidade, aparecem o batsinal e o Asilo Arkham, e os vídeos também introduzem Ruby Rose (“Megatubarão”) como Kate Kane e Batwoman. “Elseworlds: Part 2” vai ao ar no episódio de “Arrow” desta segunda (10/12) nos Estados Unidos. E a terceira e última parte será exibida na terça (11/12) em “Supergirl”. Os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC faz homenagem à Smallville
A primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, fez uma homenagem explícita à antiga série “Smallville”. Exibido no domingo (9/12) nos Estados Unidos, o capítulo mostrou Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell) em busca de Supergirl (Melisa Benoist). Eles acabam se encontrando na fazenda Kent, cenário de “Smallville”, onde também estão Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (a estreante Elizabeth Tulloch), personagens da série clássica. E se isso não fosse suficiente, a chegada na fazenda foi acompanhada pelo som de “Save Me”, de Remy Zero, trilha da produção dos anos 2000. Não é a primeira vez que o Arrowverso referencia “Smallville”. Um dos melhores episódios da temporada passada de “Supergirl”, intitulado “Midvale”, contou com participação em off de Chloe Sullivan, personagem daquela atração. A segunda parte de “Elseworlds” vai ao ar nesta segunda (10/12) e a terceira e última será exibida na terça (11/12) nos EUA. Mas os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Após impasse, 12ª temporada de Doctor Who só vai estrear em 2020
A BBC confirmou a produção de 12ª temporada de “Doctor Who” com um hiato maior que o costume. Os novos episódios vão demorar um ano para ser exibidos. A 11ª temporada chegou ao fim no último domingo (9/12) e um especial de Natal está previsto para daqui a três semanas. Mas, depois disso, os fãs terão que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Este espaçamento foi confirmado após muitos rumores envolvendo uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall, que teriam ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Para piorar, Jodie Whittaker teria dito, ainda segundo as fontes da Starburst, que não pretendia continuar na série sem Chibnall. Ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que também não lhe agradava. Assim como o showrunner, a atriz esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. A BBC não comentou a suposta polêmica. Em vez disso, simplesmente anunciou que não lançará nenhum episódio de “Doctor Who” em 2019 após o especial de Ano Novo, que vai ao ar em 1 de janeiro. O lançamento da 12ª temporada em 2020 dará a Chibnall o tempo que ele queria para escrever os episódios.
Última temporada de Desventuras em Série ganha novas fotos, pôster e trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, 10 novas fotos e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Desventuras em Série”. “Não querem saber o que acontece a seguir?”, pergunta o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris). A prévia mostra que até Klaus Bodelaire (o estreante Louis Hynes) quer saber, mesmo que sejam novas tentativas de assassinato por parte de quem pergunta. E se não faltam vilanias, também há atos de heroísmo, que acompanham a chegada de uma nova personagem, vivida por Allison Williams (“Corra!”). Ao final, há até um encontro dos órfãs com o escritor/narrador da história, Lemony Snicket (Patrick Warburton). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os jovens irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”) e disponibilizará seus últimos episódios no dia 1 de janeiro.
Critics Choice 2019: A Favorita lidera indicações ao prêmio dos críticos norte-americanos
A edição de 2019 do Critics Choice Awards anunciou seus indicados, com destaque para “A Favorita”, líder em quantidade de nomeações. Organizada por duas associações de jornalistas dedicados à cobertura cinematográfica na televisão, a premiação é uma reação ao Globo de Ouro, realizada pelos críticos estrangeiros de Hollywood. As listas de indicações deixam claro que as duas premiações enxergam os mesmos filmes de forma bem diferente, como se pode atestar pela qualificação de “Green Book” como comédia no Globo de Ouro 2019. O drama indie concorre entre outros filmes dramáticos no Critics Choice. Neste ano, a vantagem de “A Favorita” não é disparada. O longa recebeu 13 indicações, uma a mais que o superestimado “Pantera Negra”. A diferença entre os dois filmes é que “A Favorita” é, hmm, favorita a cada um dos prêmios que disputa, enquanto “Pantera Negra” se contenta em ser azarão. E o longa dirigido por Yorgos Lanthimos já conquistou alguns prêmios importantes. Além disso, vale lembrar que, tradicionalmente, os filmes com mais indicações vencem o Critics Choice. No ano passado, “A Forma da Água” teve 14 indicações e conquistou o troféu de Melhor Filme, além de, mais tarde, o Oscar 2018. Para quem não lembra, o Globo de Ouro preferiu “Três Anúncios para um Crime”. Já entre as séries, a liderança ficou com “The Americans”, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” e “Escape at Dannemora”. Assim como no Globo de Ouro, “This is Us”, “Westworld” e “The Handmaid’s Tale”, incensadas no ano passado, foram esquecidas na disputa de Melhor Série de Drama. Confira abaixo todos os indicados. CINEMA Melhor Filme “Pantera Negra” “Infiltrado na Klan” “A Favorita” “O Primeiro Homem” “Green Book: O Guia” “Se a Rua Beale Falasse” “O Retorno de Mary Poppins” “Nasce Uma Estrela” “Vice” “Roma” Melhor Ator Christian Bale (“Vice”) Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”) Ryan Gosling (“O Primeiro Homem”) Ethan Hawke (“First Reformed”) Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Viggo Mortensen (“Green Book: O Guia”) Melhor Atriz Yalitza Aparicio (“Roma”) Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”) Grenn Close (“A Esposa”) Toni Collette (“Hereditário”) Olivia Colman (“A Favorita”) Lady Gaga (“Nasce Uma Estrela”) Melissa McCarthy (“Pode Me Perdoar?” ) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book: O Guia”) Timothée Chalamet (“Querido Menino”) Adam Driver (“Infiltrado na Klan”) Sam Elliott (“Nasce Uma Estrela”) Richard E. Grant (“Pode Me Perdoar?” ) Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) Melhor Atriz Coadjuvante Amy Adams (“Vice”) Claire Foy (“O Primeiro Homem”) Nicole Kidman (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”) Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Emma Stone (“A Favorita”) Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Ator/Atriz Jovem Elsie Fisher (“Oitava Série”) Thomasin McKenzie (“Sem Rastros”) Ed Oxenbould (“Vida Selvagem”) Millicent Simmonds (“Um Lugar Silencioso”) Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia” Sunny Suljic (“Mid90s”) Melhor Elenco “Pantera Negra” “Podres de Ricos” “A Favorita” “Vice” “As Viúvas” Melhor Direção Damien Chazelle (“O Primeiro Homem”) Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Alfonso Cuarón (“Roma”) Peter Farrelly (“Green Book: O Guia”) Yorgos Lanthimos (“A Favorita”) Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) Adam McKay (“Vice”) Melhor Roteiro Original Bo Burnham (“Oitava Série”) Alfonso Cuarón (“Roma”) Deborah Davis & Tony McNamara (“A Favorita”) Adam McKay (“Vice”) Paul Schrader (“First Reformed”) Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie & Peter Farrelly (“Green Book: O Guia”) Bryan Woods, Scott Beck & John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) Melhor Roteiro Adaptado Ryan Coogler & Joe Robert Cole (“Pantera Negra”) Nicole Holofcener & Jeff Whitty (“Pode me Perdoar?” ) Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Eric Roth, Bradley Cooper & Will Fetters (“Nasce Uma Estrela”) Josh Singer (“O Primeiro Homem”) Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott & Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) Melhor Fotografia Alfonso Cuarón (“Roma”) James Laxton (“Se a Rua Beale Falasse”) Matthew Libatique (“Nasce Uma Estrela”) Rachel Morrison (“Pantera Negra”) Robbie Ryan (“A Favorita”) Linus Sandgren (“O Primeiro Homem”) Melhor Design De Produção Hannah Beachler & Jay Hart (“Pantera Negra”) Eugenio Caballero & Barbara Enriquez (“Roma”) Nelson Coates & Andrew Baseman (“Podres de Ricos”) Fiona Crombie & Alice Felton (“A Favorita”) Nathan Crowley & Kathy Lucas (“O Primeiro Homem”) John Myhre & Gordon Sim (“O Retorno de Mary Poppins”) Melhor Edição Jay Cassidy (“Nasce Uma Estrela”) Hank Corwin (“Vice”) Tom Cross (“O Primeiro Homem”) Alfonso Cuarón & Adam Gough (“Roma”) Yorgos Mavropsaridis (“A Favorita”) Joe Walker (“As Viúvas” ) Melhor Figurino Alexandra Byrne (“Duas Rainhas”) Ruth Carter (“Pantera Negra”) Julian Day (“Bohemian Rhapsody”) Sandy Powell (“A Favorita”) Sandy Powell (“O Retorno de Mary Poppins”) Melhor Cabelo e Maquiagem “Pantera Negra” “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “Duas Rainhas” “Suspiria” “Vice” Melhores Efeitos Visuais “Vingadores: Guerra Infinita” “Pantera Negra” “O Primeiro Homem” “O Retorno de Mary Poppins” “Missão: Impossível – Efeito Fallout” “Jogador Nº 1” Melhor Animação “O Grinch” “Os Incríveis 2” “Ilha dos Cachorros” “Mirai no Mirai” “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Filme de Ação “Vingadores: Guerra Infinita” “Pantera Negra” “Deadpool 2” “Missão Impossível: Efeito Fallout” “Jogador Nº 1” “As Viúvas” Melhor Comédia “Podres de Ricos” “Deadpool 2” “A Morte de Stalin” “A Favorita” “Noite do Jogo” “Sorry to Bother You” Melhor Ator em Comédia Christian Bale (“Vice”) Jason Bateman (“Noite do Jogo”) Viggo Mortensen (“Green Book: O Guia”) John C. Reilly (“Stan & Ollie”) Ryan Reynolds (“Deadpool 2”) Lakeith Stanfield (“Sorry to Bother You”) Melhor Atriz em Comédia Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”) Olivia Colman (“A Favorita”) Elsie Fisher (“Oitava Série”) Rachel McAdams (“Noite do Jogo”) Charlize Theron (“Tully”) Constance Wu (“Podres de Ricos”) Melhor Filme de Terror ou Ficção Científica “Aniquilação” “Halloween” “Hereditário” “Um Lugar Silencioso” “Suspiria” Melhor Filme Estrangeiro “Em Chamas” (Coreia do Sul) “Capernaum” (Líbano/França) “Guerra Fria” (Polônia) “Roma” (México) “Assunto de Família” (Japão) Melhor Canção Original “All the Stars” (“Pantera Negra”) “Girl in the Movies” (“Dumplin'”) “I’ll Fight” (“RBG”) “The Place Where Lost Things Go” (“O Retorno de Mary Poppins”) “Trip a Little Light Fantastic” (“O Retorno de Mary Poppins”) “Shallow” (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Trilha Sonora Kris Bowers (“Green Book: O Guia” ) Nicholas Britell (“Se a Rua Beale Falasse”) Alexandre Desplat (“Ilha de Cachorros”) Ludwig Göransson (“Pantera Negra”) Justin Hurwitz (“O Primeiro Homem”) Marc Shaiman (“O Retorno de Mary Poppins”) TV Melhor Série – Drama “The Americans” “Better Call Saul” “The Good Fight” “Homecoming” “Killing Eve” “Uma Amiga Genial” “Pose” “Succession” Melhor Ator em Série – Drama Freddie Highmore (“The Good Doctor”) Diego Luna (“Narcos: Mexico”) Richard Madden (“Bodyguard”) Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) Billy Porter (“Pose”) Matthew Rhys (“The Americans”) Milo Ventimiglia (“This Is Us”) Melhor Atriz em Série – Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Sandra Oh (“Killing Eve”) Elizabeth Olsen (“Sorry For Your Loss”) Julia Roberts (“Homecoming”) Keri Russell (“The Americans”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Richard Cabral (“Mayans M.C.” ) Asia Kate Dillon (“Billions”) Noah Emmerich (“The Americans”) Justin Hartley (“This Is Us”) Matthew Macfadyen (“Succession”) Richard Schiff (“The Good Doctor”) Shea Whigham (“Homecoming”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Dina Shihabi (“Jack Ryan”) Julia Garner (“Ozark”) Thandie Newton (“Westworld”) Rhea Seehorn (“Better Call Saul”) Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”) Holly Taylor (“The Americans”) Melhor Série – Comédia “Atlanta” “Barry” “The Good Place” “O Método Kominsky” “A Maravilhosa Sra. Maisel” “The Middle” “One Day at a Time” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série – Comédia Hank Azaria (“Brockmire”) Ted Danson (“The Good Place”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Donald Glover (“Atlanta”) Bill Hader (“Barry”) Jim Parsons (“The Big Bang Theory”) Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”) Melhor Atriz em Série – Comédia Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”) Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Allison Janney (“Mom”) Justina Machado (“One Day at a Time”) Debra Messing (“Will & Grace”) Issa Rae (“Insecure”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia William Jackson Harper (“The Good Place”) Sean Hayes (“Will & Grace”) Brian Tyree Henry (“Atlanta”) Nico Santos (“Superstore”) Tony Shalhoub (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Henry Winkler (“Barry”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Alex Borstein (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Betty Gilpin (“GLOW”) Laurie Metcalf (“The Conners”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Zoe Perry (“Young Sheldon”) Annie Potts (“Young Sheldon” Miriam Shor (“Younger”) Melhor Série Limitada “A Very English Scandal” “American Vandal” “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” “Escape at Dannemora” “Genius: Picasso” “Sharp Objects” Melhor Telefilme “Icebox” “Jesus Christ Superstar Live in Concert” “King Lear” “My Dinner with Hervé” “Notes from the Field” “O Conto” Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Antonio Banderas (“Genius: Picasso”) Darren Criss (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) Paul Dano (“Escape at Dannemora”) Benicio Del Toro (“Escape at Dannemora”) Hugh Grant (“A Very English Scandal”) John Legend (“Jesus Christ Superstar Live in Concert”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Amy Adams (“Sharp Objects”) Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”) Connie Britton (“Dirty John”) Carrie Coon (“The Sinner”) Laura Dern (“O Conto”) Anna Deavere Smith (“Notes From the Field”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Brandon Victor Dixon (“Jesus Christ Superstar Live in Concert”) Eric Lange (“Escape at Dannemora”) Alex Rich (“Genius: Picasso”) Peter Sarsgaard (“The Looming Tower”) Finn Wittrock (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ellen Burstyn (“O Conto”) Patricia Clarkson (“Sharp Objects”) Penelope Cruz (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) Julia Garner (“Dirty John”) Judith Light (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) Elizabeth Perkins (“Sharp Objects”) Melhor Série de Animação “Hora de Aventura” “Archer” “Bob’s Burgers” “Bojack Horseman” “Os Simpsons” “South Park”
2ª temporada do anime Kakegurui ganha primeiro trailer e data de estreia
A 2ª temporada do anime “Kakegurui” ganhou seu primeiro trailer, divulgado pela produtora japonesa Avex Pictures. O vídeo traz cenas inéditas, mostrando que Kirari, a presidente do grêmio estudantil, terá maior participação nessa temporada, além de apresentar um pouco dos novos personagens que entrarão na trama e revelar a data de estreia dos novos episódios no Japão. O fato da trama de “Kakegurui” ser baseada em apostas em jogos de cartas é algo que o diferencia dos outros animes, já que a popularidade desse tipo de jogo não é vista tão abertamente nos mangás japoneses. No entanto, com sites de apostas cada vez mais populares, alguns com bônus de boas-vindas, a produção acabou chamando atenção e gerou uma franquia com vários produtos. Tudo começou com o mangá homônimo. Criado em 2014 com textos de Homura Kawamoto e ilustrações de Tōru Naomura, a trama tornou-se rapidamente cultuada à particularidade de sua história. No mangá, além das recompensas monetárias obtidas pelas grandes apostas, os vencedores também obtêm o benefício de transformar os perdedores em escravos particulares, mantendo uma certa ordem hierárquica, até que Yumeko Jabami chega para fazer parte das competições e rompe com o status quo, tornando-se a High Roller do lugar. O mangá original já tem 7 volumes, que estão disponíveis na Amazon. Mas o volumes 8 e 9 já têm previsão de lançamento, respectivamente em janeiro e março de 2019. Além do mangá e do anime, “Kakegurui” também inspirou uma série live-action estrelada por Minami Hamabe (“Ace Attorney”), ligeiramente diferente da trama dos desenhos, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e que será concluída com um filme. O longa encontra-se em desenvolvimento para lançamento em maio no Japão Atualmente, apenas os 12 episódios da 1ª temporada da versão animada de “Kakegurui” podem ser vistos no Brasil. Eles estão disponíveis no catálogo Netflix. Assim como nos quadrinhos, o anime segue a protagonista Yumeko Jabami, recém-chegada no colégio particular Hyakkaou, onde impera um sistema imposto pelo grêmio acadêmico baseado em apostas de jogos de azar. Uma vez endividado, o aluno assume a alcunha de “bicho de estimação”, passando a ser humilhado pelos colegas e obrigado a fazer serviços forçados. A protagonista é uma apostadora compulsiva que sente prazem em se arriscar nestes jogos. Habilidosa, ela passa a incomodar os interesses dos alunos da elite japonesa que formam o conselho do grêmio estudantil. A 2ª temporada foi batizada de “Kakegurui XX” e tem estreia marcada para janeiro. Os episódios chegam no dia 8 na TV japonesa e ainda não há previsão para seu lançamento na Netflix.
Elseworlds: Primeira parte do crossover dos super-heróis adianta três cenas e vídeo de bastidores
A rede The CW divulgou três cenas e um novo vídeo de bastidores da primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), além da estreia de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, em cenas gravadas na fazenda Kent, cenário clássico da série “Smallville”. A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar entre este domingo (9/12) e terça (11/12) nos EUA. E ganhará exibição especial dos três episódios no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner.
Shippados: Nova série dos criadores de Os Normais revela fotos dos personagens
A nova série de comédia dos criadores de “Os Normais”, Alexandre Machado e Fernanda Young, foi oficialmente anunciada na CCXP (Comic Con Experience) 2018, com direito a painel e divulgação das fotos dos personagens. Apesar da notícia já circular anteriormente, o evento serviu para reunir elenco e criadores e alardear a produção, que vai se chamar “Shippados” e voltará a tratar dos problemas de um casal como na série clássica da Globo. A diferença é que será lançada diretamente em streaming. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociaisl Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. “O que surge no amor [aplicativos de relacionamento] faz parte da trama atual sem excluir o assunto que é o conflito, ciúmes, possessividade. São justamente esses recursos virtuais que são mais risíveis do que nunca. Graças a Deus, sou uma jovem senhora e não tenho acesso a essa palhaçada, porque do jeito que sou ciumenta, possessiva e agressiva, ia dar merda”, afirmou Fernanda Young, autora da série, durante o painel da Comic Con. “A ideia da série veio por causa das nossas filhas mais velhas, as gêmeas de 18 anos. Eu gosto muito do assunto dos casais e do amor, e na minha literatura já tem isso. Na comédia, o casal deve ser dramaturgicamente risível porque o amor é engraçado”, completa. Young também comentou o paralelo da nova série com “Os Normais”, exibido entre 2001 e 2003 na Globo. “Nos ‘Shippados’ são pessoas loucas, que são normais na vida. Já em ‘Os Normais’ eram pessoas normais que eram loucas.” A autora também revelou que gostaria de ter feito uma trilogia da sitcom para o cinema e concluiu que “Os Normais” sempre será uma referência. A atriz Tatá Werneck também comentou sobre a mudança dos relacionamentos da época de “Os Normais” para os dias atuais. “A gente descobre a traição com mais facilidade hoje por causa das redes sociais”, diz Tatá. Com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2019 na Globoplay, a sitcom tem ainda no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), que formam um casal que vai aparecer na série sempre nu, e Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”). “A gente mostra a nudez real. Nossa realidade, com corpo real. Não é uma nudez Marina Ruy Barbosa”, brincou Tatá.
Stranger Things revela títulos dos novos episódios em teaser da 3ª temporada
A Netflix divulgou o vídeo que foi exibido no painel de “Stranger Things” na CCXP (Comic Con Experience) 2018, que contou com presença de três representantes de seu elenco mirim, os atores Noah Schnapp (Will), Caleb McLaughlin (Lucas) e Sadie Sink (Max), saudados pelo público brasileiro com histeria beatlemaníaca. O vídeo revela os títulos dos episódios da nova temporada, que terá apenas oito episódios. Os nomes dos capítulos do terceiro ano da série são: “Está Me Ouvindo, Suzie?”, “O Caso dos Ratos”, “O Salva-vidas Desaparecido”, “A Prova da Sauna”, “A Fonte”, “O Aniversário”, “A Mordida” e “A Batalha de Starcourt”. Já durante o painel, os atores compartilharem histórias de bastidores da produção, revelando como foi aceitar mais um integrante em seu grupinho, afinal Sadie só entrou na 2ª temporada. E aparentemente sua chegada foi encarada com o mesmo ceticismo com que Mike (Finn Wolfhard) encarou Max no começo, antes de se render à garota. Noah e Caleb admitiram que, no início, ficaram um pouco ressabiados. “No começo, fiquei meio cético, como o Lucas, mas depois conheci Sadie e falei: ‘Isso vai ser facinho'”, contei Caleb. “Fiquei infeliz no começo, mas depois conheci Sadie e a adorei”, completou Noah, que logo foi cortado por Sadie: “Eu achei que você não gostava de mim”. Pelo jeito, o sentimento foi recíproco, porque Noah também achava que Sadie não gostava dele. Mas todos são bons amigos hoje, como na série. Na 3ª temporada, a maior novidade fará parte do elenco adolescente, com a estreia na série de Maya Hawke, filha dos astros hollywoodianos Uma Thurman e Ethan Hawke, que interpretará Robin, uma colega de trabalho (interesse romântico?) de Steve ( Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Veja abaixo o vídeo com os títulos traduzidos e também o vídeo em inglês, com os títulos originais.
Paulo Gustavo anuncia que Minha Mãe é Uma Peça vai virar série da Globoplay
O comediante Paulo Gustavo anunciou que “Minha Mãe é Uma Peça” vai virar série no Globoplay. A revelação foi feita pelo Instagram neste domingo (9/11), no perfil do próprio ator e também via conta da Globoplay, com direito à vídeo. Ele gravou o vídeo e compartilhou a novidade diretamente do estande da plataforma na CCXP (Comic Con Experience) 2018, em São Paulo. A Dona Hermínia, personagem vivida por Paulo Gustavo, surgiu como uma peça de teatro, conforme revela o título. Depois virou livro e filmes, chamado “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme” e “Minha Mãe é uma Peça 2: O Filme”. Ambos foram recordistas de bilheterias. A série ainda não tem título oficial. Mas se “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme” servir de dica, a gente é capaz de prever o nome da produção para o streaming. A previsão de lançamento é apenas para 2020, possivelmente porque vem aí… “Minha Mãe é Uma Peça 3 – O Filme”. Visualizar esta foto no Instagram. @joaoferrazdemesquita amei nosso encontro! Parabéns pelo stand e pela programação @globoplay ! 2020 teremos o seriado da DONA HERMINIA! Minha mãe é uma peça! Que ansiedade! Isso vai ser incrível ! Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 9 de Dez, 2018 às 10:50 PST Visualizar esta foto no Instagram. Spoiler do @paulogustavo31 para 2020: série #MinhaMãeÉumaPeça, exclusivo Globoplay. #ccxp2018 Uma publicação compartilhada por Globoplay (@globoplay) em 9 de Dez, 2018 às 9:05 PST
Roteirista do remake de Cavaleiros do Zodíaco defende mudança de sexo de Andromeda
Após o trailer do remake dos “Cavaleiros do Zodíaco” revelar o novo visual dos personagens, muitos fãs do desenho original resolveram protestar nas redes sociais. Tudo porque um dos personagens, Andromeda, virou mulher. Por conta disso, o roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores da nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco”, resolveu se pronunciar. O roteirista assumiu, na rede social, que a ideia foi sua. Em uma longa explicação, ele relatou que os roteiristas queriam “mudar muito pouco” da série original ao produzir o remake, por conta dos “fortes conceitos centrais” que renderam sucesso mundial aos “Cavaleiros do Zodíaco”. Mas seria impossível ignorar as mudanças sentidas no mundo nos últimos 30 anos. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E para aqueles que não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero – que se f… – , ele “entende”. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida. Veja abaixo alguns dos tuítes originais do roteirista explicando o que o motivou a mudar o gênero de Andrômeda. "What a good day. Lemme sit down at my computer and check my Twitter mentions…" Uh-oh. I know the Saint Seiya fans have questions. Let's start with a minor question first and then get to the big one- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 The big question: "Why change Andromeda?" This one is all on me. When we started developing this new updated series, we wanted to change very little. The core concepts of Saint Seiya that make it beloved are so strong. Most of it holds up well even thirty years later- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But thirty years ago, a group of guys battling to save the world with no girls around was no big deal. That was the default then. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 And maybe 30 years ago seeing women punching and kicking each other wasn't a thing. But today? Not the same. pic.twitter.com/RA46bJDeg8 — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 There are plenty of female characters in the anime and manga. Marin and Shaina are both incredible. But they're both powerful already – no one wants to see them turned into Bronze Knights- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 Maybe…? But I didn't want to create a new female character that would stick out and be obvious – especially if she was not created naturally and has no character/personality except "to be the girl." — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 The core concepts of Andromeda wouldn’t change. She uses her chains to defend herself and her friends – which she learned from her protective brother who taught her how to fight. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But I knew this would be controversial. I don't see it as changing the character. The original Andromeda Shun is still a great character. But this is a new interpretation. A different take. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 I know some (many?) of you already hate it. Even in Toei, Andromeda was their favorite character and this feels like a slap in the face. So if you hate it (and me) and say "This new series is NOT for me" – no problem. I understand. I appreciate your passion for Seiya. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But this is what I am going for- pic.twitter.com/BkaOvsYA0v — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 Hopefully you'll check out the series when it comes to Netflix in 2019. But again, if you aren't interested and it's just a big NOPE, then I totally understand. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018
Os Cavaleiros do Zodíaco: Primeiro trailer dublado revela visual computadorizado do remake
A Netflix divulgou o primeiro trailer dublado do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, revelando o visual dos heróis em versão computadorizada. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 2019, em data ainda não divulgada.
Doctor Who ganha cachecol colorido em imagens do especial de Ano Novo
“Doctor Who” não terá um especial de Natal neste ano, mas a série sci-fi ganhará seu primeiro especial de Ano Novo. E para promover o novo episódio, a BBC divulgou uma imagem promocional e fotos em que a Doutora vivida por Jodie Whittaker acrescenta um cachecol colorido ao seu traje. O detalhe é que o cachecol, apelidado de “cachecol gay” por ter as cores do arco-íris, não foi criado especialmente para a série. Ele existe, tem a marca Paul Smith e esgotou nas lojas do Reino Unido, assim que as imagens chegaram na internet. Vale lembrar que já houve um Doutor que gostava de usar cachecol colorido. A versão do Doutor vivida Tom Baker, por sinal, foi a mais duradoura de todas, estrelando a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. A 11ª temporada se encerra oficialmente neste domingo (9/12), mas o especial de Ano Novo está tecnicamente dentro dessa primeira leva de capítulos estrelados por Jodie Whittaker. Ele vai ao ar no dia 1 de janeiro. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Crackle, da Sony.












